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VISÃO

Embrio

O Placódio ótiptico deriva do ectoderma


A Holoprosenfalia o oorre quando os hemisférios cerebrais estão fusionados em uma única
vesícula telencefálica.

APG

Adaptação dos Fotorreceptores


Adaptação ao escuro: a visão é suprida apenas pelos bastonetes. Durante a exposição a luz clara,
entretanto, a rodopsina nos bastonetes já foi completamente ativada e o retinal está dissociado da
opsina, tornando os bastonetes insensíveis a outra estimulação da luz. Por isso o processo demora
alguns minutos, a rodopsina precisa se reassociar ao retinal com opsina.
Adaptação ao claro: os bastonetes não respondem e apenas os cones menos sensíveis atuam e a
imagem é distinta e não brilhante demais.

Nervos Cranianos Associados:


Nervo óptico (II) – sensitivo
Nervo Oculomotor (III) – motor
Nervo Troclear (IV) – motor/ movimentação do bulbo ocular
Nervo Abducente (VI) – motor/ Abdução do bulbo ocular

Retina (Fototransdução) -> Nervo óptico (II- Condução do impulso nervoso) -> Núcleo Geniculado
lateral do tálamo (retransmitir) -> Córtex Visual 1ario (sensação consciente de luz e percepções
associadas a formação de imagem.
AUDIÇÃO
Embrio

1. Placódio Óptico: Ectoderma


2. Tímpano: Endoderma internamente e Ectoderma Externamente.

-O desenvolvimento da orelha começa no 22o dia como um espessamento do ectoderma


superficial.
-Infecções pré-natais (rubéola, citomegalovírus, herpes simples), prematuridade e diabetes
materna podem ocasionar perda auditiva congênita (RN nasce surdo).
-A primeira bolsa Faríngea e a Tuba Auditiva formam a cavidade timpanea
-O martelo e a bigorna são derivados da cartilagem do primeiro arco faríngeo, e o estribo é
derivado da cartilagem do segundo arco.
- O meato acústico externo se desenvolve a partir da porção dorsal da primeira fenda faríngea.
-A aurícula se desenvolve a partir de seis proliferações mesenquimais nas extremidades do
primeiro e do segundo arcos faríngeos, rodeando a primeira fenda faríngea.

APG

Receptores auditivos são célular ciliadas do órgão de córti, que estão no ducto coclear,
preenchido pela endolinfa e e circundado pela perilinfa.

Vias Neurais da Audição


As fibras nervosas cocleares entram no tronco encefálico (núcleos cocleares do bulbo) e fazem
sinapse com interneurônios nesse local. A partir do tronco encefálico, a informação é transmitida por
uma via polissináptica para o mesencéfalo e então para o tálamo e de lá para o córtex auditivo no lobo
temporal.
Cóclea (transdução) -> Nervo Vestibulococlear (VIII) – sensitivo/ ramo coclear (transmite
impulsos relacionados com o equilíbrio e audição) -> Núcleo Geniculado Medial do Tálamo (retransmite)
-> Córtex Auditivo (compreende os impulsos gerados pelas ondas mecânicas sonoras).

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