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RESUMO

Projeto criado em tendência às atividades avaliativas da


unidade curricular Gestão da Qualidade Total, ministrada
pelo Prof. Sílvio de Paula, no segundo semestre de 2015.

Gestão da Informação
Gestão da Qualidade Total 15.2

MAPEAMENTO
EMBRATUR
Identificação de Elementos influenciadores do
processo de informação
11/12/2015

Mapeamento EMBRATUR

Identificação de Elementos influenciadores do processo de informação

Projeto criado em tendência às atividades avaliativas da unidade curricular Gestão da Qualidade Total,
ministrada pelo Prof. Sílvio de Paula, no segundo semestre de 2015.

EMBRATUR, Turismo, Mapeamento, Informação.

Gestão da Informação

Gestão da Qualidade Total 15.2

UFPE - CAC

Professor Sílvio de Paula

Av. Professor Morais Rego, 1235 - Cidade Universitária, Recife - PE, 50670-901(81) 2126-8000

1
Sumário
Legislação..................................................................................................................................................................... 5
Leis, Decretos, Portarias E Resoluções Que Regem As Atividades Turísticas No Brasil .................. 5
Lei nº 10690, de 27.12.1991 .......................................................................................................................... 5
Lei Nº 11.771, De 17 De Setembro De 2008 .......................................................................................... 5
Lei Nº 11.637 de 28 de dezembro de 2007 .............................................................................................. 5
Termo de Referência para o Selo Nacional do Turismo – Abril 2011 – Ministério do Turismo 5
Lei Nº 12.591, De 18 De Janeiro De 2012................................................................................................ 5
Lei 12.974/14 ..................................................................................................................................................... 5
Lei Nº 12.232 de 29 de abril de 2010 ......................................................................................................... 5
Decretos ............................................................................................................................................................ 5
Portarias ............................................................................................................................................................. 6
Resoluções ......................................................................................................................................................... 6
Formação..................................................................................................................................................................... 7
Cidades do Agreste ......................................................................................................................................... 9
Mesorregião Metropolitana ........................................................................................................................ 10
Mesorregião São Francisco ......................................................................................................................... 12
Mesorregião Sertão ...................................................................................................................................... 12
Mesorregião Zona da Mata......................................................................................................................... 12
Certificação e entidade ......................................................................................................................................... 15
Empresas Reguladoras de Turismo no Brasil ............................................................................................. 15
EMBRATUR .................................................................................................................................................... 15
Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) ......................................................... 16
Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) .......................................................................................... 16
Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT)........................................................................... 17
Ministério dos Transportes (MT).............................................................................................................. 18
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).............................................................................. 18
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) ................................................................. 18
Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV)........................................................................ 19
Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (ABETA) .............. 19
Associação Brasileira de Guias de Turismo (ABGTUR) ..................................................................... 20
Certificações ....................................................................................................................................................... 21
Certificação no Turismo ............................................................................................................................. 21
Certificados Através Do Cadastur ........................................................................................................... 21
Guia de turismo............................................................................................................................................. 21
Agências de turismo ..................................................................................................................................... 22

2
Meio de Hospedagem .................................................................................................................................. 22
Parque Temático ........................................................................................................................................... 22
Sistemas de Avaliação Por processos (Gestão Interna) ...................................................................... 22
Sistemas de Avaliação por Desempenho (Normas Externas e Mensuráveis)................................ 23
Certificação de Sistemas de Gestão ......................................................................................................... 23
Certificações pelo Ministério do Turismo (Mtur) ................................................................................ 23
Público Alvo e Tecnologia.................................................................................................................................... 24
Público Alvo ........................................................................................................................................................ 24
Ecológico ......................................................................................................................................................... 25
Científico ......................................................................................................................................................... 25
Compras .......................................................................................................................................................... 26
Cultural ............................................................................................................................................................ 26
Eventos ............................................................................................................................................................ 26
Desportivo ...................................................................................................................................................... 26
Religioso .......................................................................................................................................................... 27
Rural ................................................................................................................................................................. 27
Sol e Praia ....................................................................................................................................................... 27
Tecnologia ........................................................................................................................................................... 27
Website ........................................................................................................................................................... 28
Redes Sociais .................................................................................................................................................. 28
Mobile .............................................................................................................................................................. 28
Murais eletrônicos ........................................................................................................................................ 29
E-Commerce .................................................................................................................................................. 29
Blogs ................................................................................................................................................................. 29
SI’s ..................................................................................................................................................................... 29
GDS .................................................................................................................................................................. 30
Considerações finais ..................................................................................................................................... 30
Fornecedores e Forças Políticas ......................................................................................................................... 30
Fornecedores...................................................................................................................................................... 30
Categorias ....................................................................................................................................................... 30
Participação Da Tecnologia Da Informação No Turismo ................................................................... 31
Forças Políticas ................................................................................................................................................... 31
Associações .................................................................................................................................................... 31
Entidades De Classe ..................................................................................................................................... 32
Comunicação e Ações .......................................................................................................................................... 33
Um Ponto De Partida, Embratur Na Perspectiva Das Atividades E Objetivos Das Ações E
Práticas Da Comunicação ................................................................................................................................ 33

3
Como ela está estruturada? ....................................................................................................................... 33
Sobre Ações ................................................................................................................................................... 35
Programa de Desenvolvimento do Turismo - PRODETUR .............................................................. 35
Quem Participa .............................................................................................................................................. 35
Objetivos ......................................................................................................................................................... 35
Como Solicitar ............................................................................................................................................... 36
Tipos De Projeto .......................................................................................................................................... 36
Estratégia de Comercialização ................................................................................................................... 36
Fortalecimento Institucional ....................................................................................................................... 36
Infraestrutura e Serviços Básicos .............................................................................................................. 36
Gestão Ambiental ......................................................................................................................................... 37
PRODETUR - PE ........................................................................................................................................... 37
Sobre Comunicação .......................................................................................................................................... 38
Plano De Marketing Dos Polos Turísticos.............................................................................................. 38
Conclusões .......................................................................................................................................................... 39
Giam (Segurança) ................................................................................................................................................... 39
Introdução à Segurança .................................................................................................................................... 39
Imagem do Destino e Segurança Turística .................................................................................................. 40
Segurança & Infraestrutura .............................................................................................................................. 41
Considerações Finais ........................................................................................................................................ 43

4
Legislação
Leis, Decretos, Portarias E Resoluções Que Regem As
Atividades Turísticas No Brasil
Lei nº 10690, de 27.12.1991
É uma sociedade de economia mista, constituída nos termos da Lei nº 10690, de 27.12.1991, e
suas alterações, regulamentada pelo Decreto nº 15557, de 29.01.1992, sendo suas atividades
reguladas pela Legislação das Sociedades Anônimas, das Licitações e pelas disposições de seu
Estatuto Social e do presente Regimento Interno, absorvendo os funcionários do Centro de
Convenções de Pernambuco.
Em 23 de dezembro de 2014, a Lei Nº 15.431 adiciona “Governador Eduardo Campos” ao nome
da EMPETUR, que agora passa a se chamar Empresa de Turismo de Pernambuco Governador
Eduardo Campos.

Lei Nº 11.771, De 17 De Setembro De 2008


Dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, define as atribuições do Governo Federal no
planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor turístico; revoga a Lei no 6.505, de 13 de
dezembro de 1977, o Decreto-Lei no 2.294, de 21 de novembro de 1986, e dispositivos da Lei
no 8.181, de 28 de março de 1991; e dá outras providências.

Lei Nº 11.637 de 28 de dezembro de 2007


Dispõe sobre o programa de Qualificação dos serviços turísticos e do Selo de Qualidade
Nacional do Turismo;

Termo de Referência para o Selo Nacional do Turismo – Abril 2011 –


Ministério do Turismo
Prevê a instituição de um Selo de Qualidade Nacional de Turismo, destinado a classificar os
padrões dos serviços de empresas ou entidades prestadoras de serviços turísticos no território
nacional.

Lei Nº 12.591, De 18 De Janeiro De 2012


Reconhece a profissão de Turismólogo e disciplina o seu exercício.

Lei 12.974/14
Normatiza atividades das agências de turismo.

Lei Nº 12.232 de 29 de abril de 2010


Dispõe sobre as normas gerais para licitação e contratação pela administração pública de
serviços de publicidade prestados por intermédio de agências de propaganda e dá outras
providências.

Decretos
Decreto Lei nº 7.381, de 02/12/2010
Regulamenta a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre a Política Nacional
de Turismo, define as atribuições do Governo Federal no planejamento, desenvolvimento e
estímulo ao setor turístico, e dá outras providências.

5
Decreto Lei nº 5.406, de 30/03/2005
Regulamenta o cadastro obrigatório para fins de fiscalização das sociedades empresárias, das
sociedades simples e dos empresários individuais que prestam serviços turísticos remunerados,
e dá outras providências.
Decreto Lei nº 89.707, de 25/03/1984
Dispõe sobre as empresas prestadoras de serviços para a organização de congressos,
convenções, seminários e eventos congêneres, e dá outras providências.

Portarias
Portaria EMBRATUR Nº 38, de 14/04/2012
Regulamenta no âmbito da EMBRATUR o Programa de Apoio à Captação e ou Promoção de
Eventos Internacionais.
Portaria nº 179 do Ministério do Turismo, de 26/04/2012
Aprova, no âmbito do Ministério do Turismo, o Planejamento Estratégico para o quadriênio de
2012-2015 e o Plano de Ação para o exercício 2012.
Portaria nº 180 do Ministério do Turismo, de 26/04/2012
Dispões sobre regras e critérios para a formalização de instrumentos de transferência voluntária
de recursos para apoio aos programas que visem ao desenvolvimento do Turismo.
Portaria nº 181 do Ministério do Turismo, de 26/04/2012
Dispõe sobre os critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e na contratação
de serviços ou obras pelo Ministério do Turismo.
Portaria nº 182 do Ministério do Turismo, de 26/04/2012
Dispõe sobre a competência do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação na aquisição de
bens e contratação de serviços de TI no âmbito do Ministério do Turismo.
Portaria MTUR Nº38 de 18.04.2012
Ofício CGNI nº 2012
Regulamenta no âmbito da EMBRATUR o Programa de Apoio à Captação e ou Promoção de
Eventos Internacionais.
Portaria MTUR Nº 130 DE 26.07.2011
Institui o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos – Cadastur, o Comitê Consultivo do
Cadastur – CCCad e dá outras providências.
Portaria do Ministério do Turismo, Agosto de 2011
Estabelece procedimentos relativos à prestação de contas de convênios e instrumentos
congêneres celebrados no âmbito do Ministério do Turismo, e dá outras providências.
Portaria do Ministério do Turismo nº 129, de 28/12/2007
Estabelece regras e critérios para apoio a projetos de promoção de eventos e divulgação do
turismo brasileiro no mercado nacional.

Resoluções
Resolução Normativa do CNTUR nº 14, de 23/11/1984
Vide anexo.
RESOLUÇÃO EMPETUR Nº 05, DE 17 DE AGOSTO DE 2015
Dispõe sobre a política de fomento para a celebração de Convênios da Empresa de Turismo de
Pernambuco S. A.

6
Formação
Em nossa pesquisa foram analisados 185 municípios do estado de Pernambuco, que estão
localizados e divididos por Mesorregiões, abaixo segue uma planilha com as cinco mesorregiões,
e suas informações e a quantidade total de cidades que a mesorregião contém, e como estão
divididas essas mesorregiões por fim como é formada essa mesorregião.
Quantidade da
Mesorregião Informações sobre a região
Cidade total

Representa 24,7% do território pernambucano e conta com uma


Agreste população de cerca de 1,8 milhão de habitantes (um quarto da
população do estado). 71 municípios, 6
microrregiões

A intensa atividade comercial praticada nessa mesorregião


incentivou o surgimento de indústrias: Alimentares, têxteis,
químicas, material elétrico, cimento, metalúrgicas, comunicação,
17 municípios, 4
Metropolitana borracha sintética, concentrada principalmente nos distritos
microrregiões
industriais do Recife, Cabo, Jaboatão e Paulista.

Vegetação nativa é composta por Caatinga e a econômica


São Francisco 15 municípios,
predominante é a pecuária bovina.
2 microrregiões

Essa mesorregião é a menos densamente habitada de Pernambuco. 50 municípios, 4


Sertão
Suas maiores cidades são Serra Talhada, Araripina e Arcoverde. microrregiões

A economia da Zona da Mata é composta principalmente pela


Zona da Mata plantação de cana-de-açúcar, a região tem muitos engenhos e 43 municípios, 3
usinas.
microrregiões

Abaixo planilha com cursos utilizados como base na busca:

Seleção de Cursos encontrados na pesquisa e sua área de atuação:

Curso Área de atuação

Este bacharel faz o planejamento, a organização, a promoção e a divulgação de viagens,


eventos e atividades de lazer e de negócios. Elabora roteiros, acompanha turista,
Turismo
organiza feiras, congressos e exposições. Pode gerenciar hotéis, empresas de eventos e
empreendimentos de lazer, como parques temáticos.

Hotelaria

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O profissional de Hotelaria é responsável pela direção e pelo funcionamento de hotéis,
resorts, pousadas, flats, spas e estâncias. Ele coordena os serviços de acomodação,
alimentação, recreação e lazer. Contrata, orienta e supervisiona funcionários, organiza
as compras e mantém as instalações.

O perfil do egresso do curso de Eventos da Católica se caracteriza pela aptidão de


planejar, organizar, executar e avaliar eventos sociais, esportivos, culturais, científicos,
Eventos artísticos, de lazer e outros, com iniciativas empreendedoras, consciência crítica e
compromisso ético na produção e aplicação de tecnologias em eventos, que deverá ser
estruturado com as seguintes habilidades e competências.

A habilidade de servir, liderar e gerenciar pessoas e de administrar recursos e


Hotelaria com processos para que todos cheguem juntos a uma meta comum – qualidade e satisfação
ênfase em dos clientes e hóspedes. Para se destacar nesse mercado é necessária uma formação
Gastronomia abrangente e prática tanto nas áreas administrativas quanto no campo operacional
da hotelaria e da gastronomia.

O Guia de Turismo é o responsável pela recepção, condução, orientação e assistência


de pessoas ou grupos durante traslados, passeios, visitas e viagens em âmbito local,
Guia de Turismo regional e nacional. Esse profissional informa sobre aspectos socioculturais, históricos,
ambientais e geográficos os itinerários turísticos, considerando os interesses e as
necessidades do visitante.

Você aprenderá a atuar na recepção e governança em meios de hospedagem, executando


atividades operacionais de recepção e atendimento a clientes, participando do planejamento e
Técnico em execução de eventos e atividades de recreação e lazer, na prestação de serviços de andares,
Hospedagem estabelecendo critérios de qualidade na prestação de serviços, fornecendo suporte ao hóspede
durante sua estada, valorizando as características culturais, históricas e ambientais do local de
sua atuação.

O objetivo do curso de Tecnologia em Gestão de Turismo é formar profissionais aptos


Tecnologia em a desenvolver ações de planejamento, organização, operação e avaliação de produtos e
gestão de Turismos serviços constitutivos do eixo tecnológico de hospitalidade e lazer, delimitado a sua
área de atuação. O Profissional estará apto.

Ensino do idioma inglês como ferramenta imprescindível no mundo moderno, com


vista à formação profissional, acadêmica ou pessoal. Iniciar uma conversa,
Inglês aplicado a
cumprimentando e apresentando-se formal ou informalmente de acordo com o
serviços turísticos
contexto; Apresentar pessoas e comunicar dados pessoais e de terceiros, com base
em informações sobre o nome, endereço, telefone e e-mail.

8
Mapa de Pernambuco:

Figura 1 - Mapa das Mesorregiões.

Cidades do Agreste
 Microrregião do Alto Capibaribe: Casinhas, Frei Miguelinho, Santa Cruz do Capibaribe,
Santa Maria do Cambucá, Surubim, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertente do Lério,
Vertentes. Nessa microrregião tem nove cidades.
 Microrregião do Brejo Pernambucano: Agrestina, Altinho, Barra de Guabiraba, Bonito,
Camocim de São Félix, Cupira, Ibirajuba, Lagoa dos Gatos, Panelas, Sairé, São Joaquim
do Monte. Nessa microrregião tem onze cidades.
 Microrregião de Garanhuns : Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçado,
Canhotinho, Correntes, Garanhuns, Iati, Jucati, Jupi, Jurema, Lagoa do Ouro, Lajedo,
Palmeirina, Paranatama, Saloá, São João e Terezinha. Nessa microrregião tem dezenove
cidades.
 Microrregião do Médio Capibaribe: Bom Jardim, Cumaru, Feira Nova, João Alfredo,
Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho e São Vicente Ferrer. Nessa
microrregião tem dez cidades.
 Microrregião do Vale do Ipanema: Águas Belas, Buíque, Itaíba, Pedra, Tupanatinga e
Venturosa. Nessa microrregião tem seis cidades.
 Microrregião do Vale do Ipojuca: Alagoinha, Belo Jardim, Bezerros, Brejo da Madre de
Deus, Cachoeirinha, Capoeiras, Caruaru, Gravatá, Jataúba, Pesqueira, Poção, Riacho das
Almas, Sanharó, São Bento do Una, São Caetano, Tacaimbó. Nessa microrregião tem
dezesseis cidades.

Totalizando 71 cidades onde 70 cidades não possuem nenhum curso relacionado diretamente
ao setor de turismo. A Mesorregião do agreste tem aproximadamente 38,4% cidade de
Pernambuco, nessa mesorregião foi encontrado apenas um curso que corresponde 2,5% do total
de quarenta curso encontrado em Pernambuco ligado diretamente ao setor de turismo.

9
Mesorregião Metropolitana
Fernando de Noronha: Vila dos Remédios. Nessa microrregião tem uma cidade.
Itamaracá: Araçoiaba, Igarassu, Itapissuma e Itamaracá. Nessa microrregião tem quatro cidades.
Recife: Abreu e Lima, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife e
São Lourenço da Mata. Nessa microrregião tem oito cidades.
Suape: Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Sirinhaém e Rio Formoso. Nessa microrregião tem
quatro cidades.
Totalizando 17 cidades onde 10 cidades não possuem nenhum curso relacionado diretamente
ao setor de turismo. A Mesorregião Metropolitana tem aproximadamente 9,2% de cidades em
Pernambuco, nessa mesorregião foram encontrados trintas e quatro cursos ligados diretamente
a setor de turismo que corresponde 85% do total quarenta dos cursos encontrado em
Pernambuco ligado ao setor de turismo.

10
11
Mesorregião São Francisco
 Itaparica: Belém de São Francisco, Carnaubeira da Penha, Floresta, Itacuruba, Jatobá,
Petrolândia, Tacaratu. Nessa microrregião tem sete cidades.
 Petrolina: Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa Maria
da Boa Vista e Terra Nova. Nessa microrregião tem sete cidades.
Totalizando 15 cidades onde 14 cidades não possuem nenhum curso relacionado diretamente
ao setor de turismo. A Mesorregião São Francisco tem aproximadamente 8,2% de cidades em
Pernambuco, nessa mesorregião foi encontrado um curso ligado diretamente ao setor de
turismo que corresponde 2,5%do total quarenta de curso encontrado em Pernambuco ligado
ao setor de turismo.

Mesorregião Sertão
 Microrregião de Araripina: Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia,
Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade. Nessa microrregião tem dez cidades
 Microrregião de Salgueiro: Cedro, Mirandiba, Parnamirim, Salgueiro, São José do
Belmonte, Serrita e Verdejante. Nessa microrregião tem sete cidades.
 Microrregião do Pajeú: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Flores,
Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São
José do Egito, Serra Talhada, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama. Nessa microrregião
tem dezesseis cidades
 Microrregião do Sertão do Moxotó: Arcoverde, Betânia, Custódia, Ibimirim, Inajá,
Manari e Sertânia. Nessa microrregião tem sete cidades.
Totalizando 50 cidades onde 49 cidades não possuem nenhum curso relacionado diretamente
ao setor de turismo. A Mesorregião Do Sertão tem aproximadamente 27,1% de cidades em
Pernambuco, nessa mesorregião foi encontrado um curso ligado diretamente ao setor de
turismo que corresponde 2,5% do total quarenta de curso encontrado em Pernambuco ligado
ao setor de turismo.

Mesorregião Zona da Mata


 Mata Meridional Pernambucana: Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria,
Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Maraial,
Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José
da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu. Nessa microrregião têm vinte e
uma cidades.
 Mata Setentrional Pernambucana: Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Carpina, Condado,
Ferreiro, Goiana, Itambé, Itaquitinga, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Macaparana,
Nazaré da Mata, Paudalho, Timbaúba, Tracunhaém e Vicência. Nessa microrregião tem
dezessete cidades.

12
 Vitória de Santo Antão: Chã de Alegria, Chã Grande, Glória do Goitá, Pombos e Vitória
de Santo Antão. Nessa microrregião tem cinco cidades.
Totalizando 43 cidades onde 40 cidades não possuem nenhum curso relacionado diretamente
ao setor de turismo. A Mesorregião da Zona da mata tem aproximadamente 23,3% cidade de
Pernambuco, nessa mesorregião foi encontrado apenas Três cursos que corresponde 7,5% do
total de quarenta curso encontrado em Pernambuco ligado diretamente ao setor de turismo.

O estado de Pernambuco tem 40 cursos relacionados diretamente com o setor de Turismo


onde 34 desses cursos estão localizados na região metropolitana e só em recife tem 30 cursos.
Como foi informado acima. Os cursos também foram divididos por grau de ensino como
mostrar a planilha:

Abaixo segue uma planilha com todas as cidades que não possui nenhum curso ligado
diretamente com o setor de turismo, onde ficar sua mesorregião.

13
14
Pernambuco contém 185 municípios onde abaixo está representado:

Municípios por Mesorregiões

43
71 Agreste
15
Metropolitana
50 17 Sertão
São Francisco
Zona da Mata

Figura 2 - Gráfico Quantitativo de Municípios nas mesorregiões.

Pernambuco tem 40 cursos ligados diretamente ao setor de turismo, abaixo segue um gráfico
representando onde podemos encontrar os cursos: A mesorregião quem tem 2,50% representa
1 curso, e a que tem 7,50% representam 3 e a que representa 85 contém 34 cursos.

Cursos por Mesorregiões


7,50%
2,50% 2,50%
2,50%
Agreste
Metropolitana
Sertão
85%
São Francisco
Zona da Mata

Figura 3 - Gráfico quantitativo dos cursos por mesorregião.

Certificação e entidade
Empresas Reguladoras de Turismo no Brasil
EMBRATUR
A Embratur é a autarquia especial do Ministério do Turismo responsável pela execução da
Política Nacional de Turismo no que diz respeito a promoção, marketing e apoio à
comercialização dos destinos, serviços e produtos turísticos brasileiros no mercado
internacional.

15
 Tem como função principal a promoção, marketing e apoio à comercialização dos
produtos turísticos brasileiros no exterior.
 Desenvolver o turismo como uma atividade econômica sustentável, com papel relevante
na geração de empregos e divisas, proporcionando a inclusão social. O Ministério do
Turismo inova na condução de políticas públicas com um modelo de gestão
descentralizado, orientado pelo pensamento estratégico.
Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo, que assume
o papel de executar a política nacional para o setor, orientada pelas diretrizes do Conselho
Nacional do Turismo. Além disso, é responsável pela promoção interna e zela pela qualidade da
prestação do serviço turístico brasileiro.
Para subsidiar a formulação dos planos, programas e ações destinados ao fortalecimento do
turismo nacional há Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo. O
órgão possui atribuição de promover o desenvolvimento da infraestrutura e a melhoria da
qualidade dos serviços prestados.

Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON)


O Procon é um órgão de proteção e defesa do consumidor que procura a harmonia nas relações
de consumo.
Dentre as atribuições do Procon estão:
 A fiscalização e o controle da produção, da industrialização, da distribuição, da
publicidade de bens ou de serviços e do mercado de consumo
 No interesse da preservação da vida, da saúde, da segurança, da informação, do meio
ambiente e do bem estar do consumidor.
 O estado de Pernambuco possui 49 PROCONs.

Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)


Regulamenta e fiscaliza a aviação civil em todo Brasil. disponibiliza formulário On-Line de
Sugestões e Reclamações dos serviços prestados por empresas aéreas, administração de
aeroportos ou Órgãos Públicos e/ou Oficiais.
 A ANAC é uma autarquia especial vinculada à Secretaria de Aviação Civil da Presidência
da República. Criada em 2005 é;
 Caracterizada por independência administrativa, autonomia financeira,
 Ausência de subordinação hierárquica
 Mandato fixo de seus dirigentes, que atuam em regime de colegiado.
São suas atribuições regular e fiscalizar as atividades de aviação civil e de infraestrutura
aeronáutica e aeroportuária. Cabe à agência observar e implementar as orientações, diretrizes
e políticas estabelecidas pelo governo federal, adotando as medidas necessárias ao atendimento
do interesse público e ao desenvolvimento da aviação.
Segundo a ANAC, sua atividade regulatória pode ser dividida em duas vertentes:
 A regulação técnica ocupa papel de destaque na agência e busca, principalmente, a
garantia da segurança aos passageiros e usuários da Aviação Civil, por meio de
regulamentos que tratam sobre a certificação e fiscalização da indústria. Isto decorre da
necessidade de que as operações aéreas cumpram rígidos requisitos de segurança e de
treinamento de mão de obra.

16
 Já a regulação econômica refere-se ao monitoramento e possíveis intervenções no
mercado de modo a buscar a máxima eficiência. Para tanto, são emitidos regulamentos
que abrangem não somente as empresas aéreas, mas também os operadores de
aeródromos.
Atribuições e competências
A ANAC tem o poder de:
1. Outorgar concessões de serviços aéreos e de infraestrutura aeronáutica e
aeroportuária;
2. Regular essas concessões;
3. Representar o Brasil em convenções, acordos, tratados e atos de transporte aéreo
internacional com outros países ou organizações internacionais de aviação civil;
4. Aprovar os planos diretores dos aeroportos;
5. Compor, administrativamente, conflitos de interesse entre prestadores de serviços
aéreos e de infraestrutura aeronáutica e aeroportuária (arbitragem administrativa);
6. Estabelecer o regime tarifário da exploração da infraestrutura aeroportuária; contribuir
para a preservação do patrimônio histórico e da memória da aviação civil e da
infraestrutura aeronáutica e aeroportuária;
7. Reprimir e sancionar infrações quanto ao direito dos usuários;
8. Ampliar suas atividades na atuação em defesa do consumidor;
9. Regular as atividades de administração e exploração de aeródromos exercida pela
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT)


É o órgão que atua na fiscalização e regulamentação da prestação de serviços de transportes
terrestres.
 Vinculada ao Ministério dos Transportes, tem qualidade de órgão regulador da atividade de
exploração da infraestrutura ferroviária e rodoviária federal e da atividade de prestação de
serviços de transportes terrestres. Sua sede é em Brasília. Mas existem Unidades Regionais
distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul,
Ceará, Maranhão e Bahia.
Áreas de Atuação
Ferroviário
 Exploração da infraestrutura ferroviária;
 Prestação do serviço público de transporte ferroviário de cargas;
 Prestação do serviço público de transporte ferroviário de passageiros.
Rodoviário
 Exploração da infraestrutura rodoviária;
 Prestação do serviço público de transporte rodoviário de passageiros;
 Prestação do serviço de transporte rodoviário de cargas.
Dutoviário
 Cadastro de dutovias;
Multimodal
 Habilitação do Operador de Transportes Multimodal;
Terminais e Vias
 Exploração;

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Competências
Concessão: ferrovias, rodovias e transporte ferroviário associado à exploração da infraestrutura;
Permissão: transporte coletivo regular de passageiros pelos meios rodoviário e ferroviário não
associados à exploração da infraestrutura;
Autorização: transporte de passageiros por empresa de turismo e sob regime de fretamento,
transporte internacional de cargas, transporte multimodal e terminais;
Segundo a ANTT, desde que atendidos os critérios técnicos e de desempenho, quando
disponibilizada a oportunidade, há possibilidade de função comissionada na Instituição para os
servidores,

Ministério dos Transportes (MT)


O Ministério dos Transportes é o órgão da administração pública federal direta que tem como
áreas de atuação a política nacional de transportes dos modais ferroviário, rodoviário e
aquaviário, além de realizar ações no âmbito da marinha mercante, das vias navegáveis e dos
portos fluviais e lacustres (excetuados os que estão sob a responsabilidade das companhias
docas).
O MT também possui competência para participar da coordenação dos transportes aeroviários
e serviços portuários.
Para que o órgão execute suas competências e possa desenvolver programas e projetos, as ações
e programas agem como ferramentas que auxiliam o ministério e os órgãos vinculados para as
tomadas de decisão que definirão as ações do sistema de transportes do país.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)


Promove a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção
e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos
ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados.
Fiscalizam e recebem denúncia de alimentos, cosméticos, tabaco, medicamentos, produtos para
a saúde, saneantes, sangue e hemoderivados, serviços de saúde, toxicologia.
A ANVISA tem como finalidade institucional promover a saúde da população por intermédio do
controle sanitário da produção e comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância
sanitária, inclusive dos ambientes, processos, insumos e das tecnologias a eles relacionadas. A
agência exerce também o controle de portos, aeroportos e fronteiras e a interlocução junto ao
Ministério das Relações Exteriores e instituições estrangeiras para tratar de assuntos
internacionais na área de vigilância sanitária.
Cabe à ANVISA estabelecer normas, proposições, acompanhamento e execução de políticas
que possam definir as diretrizes e as ações de vigilância sanitária, dentre outras atribuições. Está
sob sua competência a coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Tem ainda como
missão definir o seu espectro funcional: “Promover e proteger a saúde da população, e intervir
nos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos sujeitos à vigilância sanitária, em ação
coordenada com os estados, os municípios e o Distrito Federal, de acordo com os princípios
do Sistema Único de Saúde, para melhoria da qualidade de vida da população brasileira.”

Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ)


A Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ regula, supervisiona e fiscaliza as
atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura
portuária e aquaviária, exercida por terceiros, com vistas a:

18
Garantir a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança,
conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas;
Harmonizar os interesses dos usuários com os das empresas concessionárias, permissionárias,
autorizadas e arrendatárias, e de entidades delegadas, preservando o interesse público;
Arbitrar conflitos de interesse e impedir situações que configurem competição imperfeita ou
infração contra a ordem econômica.
A Antaq é uma entidade integrante da Administração Federal indireta, submetida ao regime
autárquico especial. Tem personalidade jurídica de direito público, independência administrativa,
autonomia financeira e funcional e mandato fixo de seus dirigentes. Cabe à agência regular,
supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de
exploração da infraestrutura, portuária e aquaviária. De acordo com a agência, ela regula um
setor importante para a economia nacional, tendo em vista que, aproximadamente 90% das
exportações brasileiras passam por portos nacionais.
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
É o órgão regulador do setor de planos de saúde no Brasil, vinculada ao Ministério da Saúde. A
sede da ANS fica no Rio de Janeiro.
A agência tem como intuito promover a defesa do interesse público na assistência suplementar
à saúde, regular as operadoras setoriais – inclusive quanto às suas relações com prestadores e
consumidores – e contribuir para o desenvolvimento das ações de saúde no país. A ANS tem
como missão também realizar ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.
No site da agência, tópicos importantes, como:
 Lei n° 9.656 de 03 de junho de 1998 – regulamentou setor de planos de saúde;
 Lei n° 9.961 de 28 de janeiro de 2000 – criou a ANS e definiu sua finalidade, estrutura,
atribuições, receita e a vinculação ao Ministério da Saúde;
 Decreto nº 3.327, de 5 de janeiro de 2000 – aprovou o Regulamento da Agência
Nacional de Saúde Suplementar – ANS, e deu outras providências;
 Lei n° 10.185 de 12 de fevereiro de 2001 – dispôs sobre a especialização das sociedades
seguradoras em planos privados de assistência à saúde e dá outras providências;

Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV)


 Representa os interesses das agências de viagens.
 Fomenta o desenvolvimento do turismo nacional.
 Promove congressos, exposições de turismo, conferências, etc.
 Promove através do ICCABAV a valorização e treinamento de recursos humanos para
o setor com cursos, seminários e conferências de interesse no setor.

Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura


(ABETA)
Desde 2004 a ABETA atua ativamente na defesa dos interesses de seus associados perante o
mercado, poderes público e privado. Hoje mais de 140 empresas com sedes em 22 estados e
no Distrito Federal fazem parte da Associação.
Representar, qualificar e promover seus associados são os objetivos maiores da ABETA que,
por meio de diversas ações e parcerias, busca tornar estas empresas mais competitivas e
referências mundiais na qualidade da prestação de serviços. Uma das consequências é a

19
consolidação do mercado da vida ao ar livre no Brasil e a disseminação da oferta mais segura
das atividades de aventura.
Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (ABRESI)
A ABRESI tem como macro objetivo fomentar o desenvolvimento da atividade do Turismo no
Brasil, aliando conhecimento, inovação e aplicação prática.
 Realiza projetos, programas e convênios nos segmentos de Gastronomia, Hospedagem
e Turismo, atuando a partir de objetivos definidos:
1. Trabalhar ao lado de órgãos governamentais no sentido de orientá-los na busca de
soluções para questões ligadas aos seus objetivos e aos segmentos por ela
representados;
2. Estabelecer prestações de serviços e benefícios aos seus representados, direta ou
indiretamente através de parcerias com demais organizações ou empresas públicas
ou privadas;
3. Servir como canal de comunicação entre as categorias que representa e as
autoridades em todos os níveis, com a finalidade de encaminhar sugestões e
solucionar questões que envolvem o setor;
4. Emitir pareceres sobre projetos referentes às atividades do setor;
5. Apoiar as entidades sindicais do trade em sua atuação junto ao poder público para
aprovação ou rejeição de leis ou atos normativos que envolvam os interesses das
categorias representadas;
6. Fortalecer a manutenção da unidade sindical em todo o território brasileiro;
7. Formação, capacitação e qualificação de mão de obra;
8. Desenvolver políticas, programas e projetos de fomento à atividade econômica do
Turismo no Brasil;
9. Promoção da preservação do meio ambiente, das políticas de inclusão social, de
respeito às diversidades e minorias, de preservação da identidade das regiões e do
macro sustentabilidade de suas próprias ações;
10. Incentivar a promoção da cultura, a preservação do patrimônio histórico,
artesanato, folclore e movimentos culturais em geral.

Associação Brasileira de Guias de Turismo (ABGTUR)


A ABGTUR é legalmente constituída e registrada como entidade nacional, possuindo Estatuto,
Código de Ética, CNPJ e Alvará de funcionamento. Possui a Lei de Utilidade Pública Municipal e
Estadual.
A Associação busca parcerias e meios para a implementação das atividades da classe, bem como
fomentar a iniciativa para um crescimento estrutural e para melhor qualificação profissional. E
conta com uma equipe de Guias de Turismo credenciados pelo Ministério do Turismo, que
garantem a qualidade do trabalho prestado aos turistas.
Sua finalidade é o cumprimento da Lei 8.623 de 28 de janeiro de 1993 e Decreto 946 de 01 de
outubro de 1993, além de outras Leis e normas, assim como a valorização do profissional,
estreitando laços com demais prestadores de serviços, visitantes e turistas em todo o Território
Nacional.
 Agregar associados individualmente e criar subseções no Brasil;
 Representar, defender e divulgar os interesses dos guias profissionais;
 Unir e qualificar os Guias de Turismo para melhor atender aos turistas;

20
 Agregar as associações municipais, regionais e estaduais.

Certificações
A certificação está orientada para o reconhecimento de pessoas competentes para o mundo do
trabalho, independentemente de como essa competência foi adquirida, seja pela educação
formal, pela experiência prática no trabalho ou por experiências vividas, proporcionando
oportunidades de inclusão e manutenção da pessoa no mercado de trabalho.

Certificação no Turismo
Os programas de certificação de pessoas para o setor baseiam-se em normas que estabelecem
os elementos das competências requeridas para a ocupação ou atividade, identificadas por um
processo participativo junto a profissionais competentes e os processos de avaliação segundo
essas competências. As competências envolvem conhecimentos, habilidades e atitudes que são
essenciais no desempenho do trabalho e na solução de problemas para gerar resultados, em
particular no setor de serviços.
Formatar e implementar os programas e ações voltadas ao desenvolvimento da qualificação e
certificação de profissionais, de equipamentos e serviços turísticos;
Objetivo: estímulo à qualidade e avaliação de conformidade no turismo
Resultados:
 Priorização do turismo no âmbito do Comitê Brasileiro de Avaliação de Conformidade;
 Criação do Sistema Brasileiro de Certificação no Turismo;
 Participação do Brasil no Comitê Técnico de Turismo da ISO;
 Criação de Programas de Certificação para o turismo de aventura, pessoas e gestão da
sustentabilidade para meios de hospedagem;
 Acordos de cooperação técnica internacionais;
 Acreditação de 2 organismos certificadores IH e IER;
 Participação do Brasil no Comitê Técnico de Turismo da ISO;
 Certificações específicas: de pessoas, de meios de hospedagem, do turismo de aventura.

Certificados Através Do Cadastur


O que é o CADASTUR?
É o Sistema que cadastra os Empreendimentos, Equipamentos e Profissionais na Área de
Turismo. Executado pelo Ministério do Turismo, em parceria com os Órgãos Oficiais de
Turismo nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal, permite o acesso a diferentes dados e
relatórios sobre os Prestadores de Serviços Turísticos cadastrados. O CADASTUR visa
promover o ordenamento, a formalização e a legalização dos prestadores de serviços turísticos
no Brasil, por meio do cadastro de empresas e profissionais do setor.

Guia de turismo
O Guia de Turismo além de informar o turista sobre os atrativos, e mediador o contato deste
com os mesmos, detém ainda outras funções voltadas para sustentabilidade local, sendo agente
responsável pela valorização da cultura, respeitador da identidade e preservador do meio
ambiente. Nessa linha, aponta-se a profissionalização da atividade de guia de turismo como uma
necessidade, tendo também reflexo natural de um contexto mais global de mudanças nos desejos
e demandas dos sujeitos envolvidos.

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Agências de turismo
As agências de viagem e turismo são as principais intermediadoras de serviços turísticos
prestados pelos fornecedores e os clientes que usufruem desses serviços. Elas prestam a
assistência da venda, fornecendo as melhores opções e criando pacotes turísticos prontos para
os turistas. A agência de turismo acaba sendo a principal auxiliadora dos turistas quando os
mesmos chegam a seus destinos, entrando em contato com os fornecedores caso venha a
acontecer algum problema.

Meio de Hospedagem
Refere-se ao conjunto de empresas destinadas a prover acomodação em condições de
segurança, higiene e satisfação às pessoas que buscam por esses serviços, seja por períodos
curtos ou até em longas temporadas. Pode-se considerar que as expressões meios de
hospedagem e hotelaria são sinônimos, pois ambas se referem ao conjunto de edificações que
desenvolvem o comércio da recepção e da hospedagem com fins de atendimento aos turistas e
visitantes em geral. Além disso, têm como finalidade atuar na área de hospedagem, por vezes
oferecendo alimentação, entretenimento e outras atividades relacionadas com o bem-estar dos
hóspedes. Ao conjunto de atividades específicas de um meio de hospedagem, que inclui desde o
local de acomodação do hóspede até o sorriso e a cordialidade de um recepcionista, atribui-se
o nome de hospedagem. Portanto, um meio de hospedagem é uma empresa comercial que vende
ao visitante bens e serviços, como quartos, alimentos, bebidas, e outros tipos que podem variar
em função dos interesses de sua clientela.
São reconhecidas como normas de Gestão:
 Qualidade
 Responsabilidade Social
 Meio Ambiente
 Segurança & Saúde no Trabalho

Parque Temático
O parque temático tem que ser um empreendimento que utiliza temas diferenciados e tem
como objeto mercadológico o estímulo da atividade turística, além de um conceito de fantasia,
de um novo mundo interativo. Quanto aos parques temáticos específicos, possuem áreas
extensas e delimitadas, com inúmeros atributos naturais e objetos de preservação ambiental,
submetidos às condições de inalienabilidade e indisponibilidade. A realidade deve parecer um
sonho e o sonho realidade. É a maravilha do homem interagindo com a natureza.
A Lei do Turismo nº 11.771/2008 determina que as atividades turísticas de “Acampamento
Turístico”, “Agência de Turismo”, “Meio de Hospedagem”, “Organizadora de Eventos”, “Parque
Temático” e “Transportadora Turística” são de cadastro obrigatório junto ao MTUR, ou seja, o
cadastro é uma exigência legal para que possam exercer suas atividades. O mesmo se aplica à
atividade do profissional “Guia de Turismo”, regulada pela Lei nº 8.623/1993.

Sistemas de Avaliação Por processos (Gestão Interna)


 ISO e Green Globe 21
o Apesar de atenderem a critérios ambientais, este tipo de certificação não implica
necessariamente em sustentabilidade, pois os critérios de certificação são
baseados nas normas ISO e não nos possíveis impactos e na capacidade de
absorção pelo ambiente e pela comunidade onde se localiza a empresa (Bien,
1999; Synergy, 2000).

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Sistemas de Avaliação por Desempenho (Normas Externas e Mensuráveis)
 Certificação para Sustentabilidade do Turismo - CST
o Estes programas estabelecem metas mensuráveis de práticas que extrapolam as
exigências da legislação vigente ou de qualidade na gestão.
o Alto Custo para atingir os padrões.

Certificação de Sistemas de Gestão


A certificação dos Sistemas de Gestão atesta a conformidade do sistema de gestão das empresas
em relação a requisitos normativos. Os sistemas clássicos são os sistemas de gestão da qualidade,
certificados com base em critérios estabelecidos pela norma ABNT NBR ISO 9001, e os sistemas
de gestão ambiental, certificados conforme as normas da série NBR ISO 14001.
Há também as normas para a Gestão de Alimentos, encontrada na publicação da ABNT NBR
ISO 22000, ABNT NBR 16001 que tem foco na Responsabilidade Social das empresas, ABNT
NBR ISO 31000 Gestões de Riscos e a da ABNT NBR 27001, para sistemas de Gestão da
Segurança da Informação.

Certificações pelo Ministério do Turismo (Mtur)


Tem por função principal desenvolver o turismo no país como atividade sustentável para gerar
empregos e divisas.
 Qualificação Profissional e Empresarial
 Trabalho de conscientização sobre a importância da qualificação;
 Priorização de cursos para profissionais empregados;
 Adoção das NBR, como referência de conteúdo;
 Exigência de identificação clara da demanda – quantitativa e qualitativa;
 Fortalecimento dos elos da cadeia produtiva;
 Atendimento aos roteiros estabelecidos pelo Programa de Regionalização;
 Atendimento de demanda de estados e municípios;
Certificação de Pessoal
A certificação de pessoal avalia as habilidades, os conhecimentos e as competências de algumas
ocupações profissionais e pode incluir, entre outras, as seguintes exigências:
 Formação: a exigência de certo grau de escolaridade: visa assegurar um adequado nível
de capacitação;
 Treinamentos: considera a carga horária e de programas de treinamento, estágios,
participação em eventos como congressos, etc., aos quais o profissional tenha sido
submetido;
 Experiência Profissional: a experiência prática em setor específico permite maior
compreensão dos processos envolvidos e identificação rápida das oportunidades de
melhorias;
 Habilidades e Conhecimentos Teóricos e Práticos: a capacidade de execução é essencial
para atuar e desenvolver-se na atividade.
No Brasil, são certificados, por exemplo, de forma voluntária, os profissionais que atuam nas
seguintes áreas: Turismo, Alimentos e Bebida, Construção Civil, Manutenção e Soldagem e
Ensaios Não Destrutivos, entre outras.

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Público Alvo e Tecnologia
Público Alvo
Sobre os aspectos deste relatório, o público alvo está ligado ao produto final, ou seja, todo o
processo tem como objetivo atender esta demanda, bem como gerar atrativos para o aumento
da mesma. Pernambuco é um estado tido como referência no Nordeste, desempenha um papel
de destaque e necessita desenvolver a todo o momento atrativos turísticos, não apenas oferecer
pontos existentes que hoje são destaques nacionais e internacionais, mas a geração e organização
de novos pontos são de grande importância.
Para fazer a busca das informações, é preciso agir como o próprio turista. O que ele vai
procurar? Quais os canais de pesquisa que ele utilizará? Em quais ele deve confiar? Como ele vai
garantir veracidade nas informações?
Essas perguntas simples podem muitas vezes ter uma única resposta: “Procure uma agência de
turismo”. Mas, não são todos os turistas com condições financeiras para bancar uma viagem que
tenha uma “programação completa”. Muitos se aventuram a viajar sem conhecer muito bem,
acabam correndo riscos e sofrendo consequências desnecessárias.
A ideia é fazer com que as pessoas possam viajar e ter o conhecimento mínimo dos lugares onde
frequentará sem gastar muito por isso. Hoje, a internet é acessada por boa parte da população,
isso faz com que elas tenham mais facilidade de buscar informações atualizadas e reais. Utilizar-
se desse meio de comunicação é a grande sacada para quem quer viajar sem gastar muito.
Cada pessoa ou até mesmo um grupo, tem interesses próprios nas viagens, assim, são definidos
os tipos de público alvo.
O relatório tem exemplo dos lugares em que os turistas podem visitar. Esses exemplos foram
fáceis de serem encontrados, pois estudantes do próprio estado de Pernambuco fizeram as
buscas das informações. Nessas buscas foram encontradas algumas dificuldades em recuperar
informações precisas, eles se passaram por turista pois não sabiam o que procurar.
Gerar uma plataforma com o nome dos lugares a serem visitados com custo médio de cada um
deles já é um bom começo para atrair os viajantes. Outra coisa importante a ser feita é um
estudo sobre os acontecimentos da região voltado para a área da segurança, isso fará com que
o turista se sinta mais tranquilo por saber o que acontece onde ele está. Pensando nesta
importância, abaixo estão listados pontos primordiais que devem auxiliar na criação de um
pacote que possa atender a demanda:
Aventura
A adrenalina é fator principal, sendo feitas: escalas de montanhas, rapel, tirolesa, trilhas, etc.

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O site “Escoteiro com mergulho”, oferece locais que permitem encontrar passeios radicais.
O site pede que seja inserido o CEP, ou endereço, ou a cidade, retornando uma lista de pontos
com informações sobre passeios com este contexto. Além de quarteis, o site oferece hotéis
fazenda e outros
convênios, seja
para passeios
marítimos ou
terrestres, são
passeios com
bastante
segurança e
organização.

Figura 4 - Mapa de pontos turísticos de Aventura em Pernambuco.

Ecológico
Pessoas que gostam de curtir a natureza através de passeios em áreas naturais. Um exemplo é
o turismo ecológico “mundo das tribos”. Além de
praias voltadas para conscientização e ensino de sua
importância.
Uma destas praias é a do Arquipélago de Fernando
de Noronha, pertencente ao estado brasileiro de
Pernambuco, é formado por vinte e uma ilhas e o
turismo é desenvolvido de forma sustentável,
criando a oportunidade do encontro equilibrado do Figura 5 - Ilha de Fernando de Noronha, em
Pernambuco.
homem com a natureza em um dos santuários
ecológicos mais importantes do mundo.

Científico
Visa o aumento do conhecimento e a troca de experiências culturais e educacionais.
O Espaço Ciência é um ótimo lugar para quem busca aumentar o conhecimento, pois combina
exposições montadas em ambientes
fechados ao lado de centenas de
experimentos interativos a céu aberto.
Além de exposições de alta qualidade
museográfica, possui Planetário,
Auditório, Anfiteatro, Hall de
Exposições e Centro Educacional, onde
estão situados laboratórios didáticos
de ciências e informática e conta com
um Manguezal de rara beleza e interesse
científico, um ambiente para
contemplação, estudos e aprendizagens.

Figura 6 - Entrada do Espaço Ciência, na cidade de Olinda.

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Compras
Objetiva fazer compras de produtos
regionais ou de melhor preço postos à
venda. Variedade, preços atrativos e
quantidade, estas são três das principais
características dos chamados polos de
moda das cidades Caruaru, Toritama e
Santa Cruz do Capibaribe. Todos
instalados no Agreste de Pernambuco.
Os centros de compras atraem
consumidores de todo o Brasil em
busca artigos de vestuário, Figura 7 - Recorte de artigo promovendo a cultura local.
principalmente. No atacado e no
varejo. Os fortes são as roupas de malha e as peças confeccionadas com jeans. Para quem quer
vestir toda a família ou revender, vale a pena visitar os três locais. Cada um com suas
particularidades e instalados em municípios próximos, o que proporciona a oportunidade de
realizar uma maratona de compras em até um dia, mas para isso, é preciso muita disposição, já
que os centros de compras são bem grandes.

Cultural
Objetiva conhecer a história de uma comunidade e seu patrimônio material e imaterial.
Um exemplo para o público apreciar a sétima arte na Casa do Patrimônio de Olinda. Trouxe
sessões do cine "É Proibido Cochilar”, exibiu filmes sobre movimentos culturais pernambucanos.
Outro exemplo é a Casa da Cultura, que hoje, é visita obrigatória de todos os turistas que
chegam ao estado. Ao chegarem à Casa ficam deslumbrados com a variedade imensa do
artesanato que vem de mais de 149 municípios.

Eventos
Clientes que estão interessados na participação como espectador ou palestrante, o estado
oferece grande variedade de eventos, como shows, prévias carnavalescas onde o turista pode
presenciar os ensaios dos blocos, além de palestras e encontros diversos.

Desportivo
Torcedores ou praticantes que gostem ou estejam envolvidos em uma competição esportiva.
Os jogos escolares movimentam o público com eventos que abrangem o desporto por equipes
bem como o desposto paraolímpico no estado.
Construída totalmente do zero, a Itaipava
Arena Pernambuco foi palco dos maiores
acontecimentos do futebol e ainda atrai
turistas nacionais e internacionais. Sediou a
Copa das Confederações 2013 e Copa do
Mundo da FIFA Brasil 2014. O novo estádio
pernambucano fez história na Copa das
Confederações 2013 com partidas
memoráveis e na Copa do Mundo da FIFA
Brasil 2014 recebeu as delegações da Costa
do Marfim, Japão, Itália, Costa Rica, Grécia, Figura 8 - Visão aréa da Arena Pernambuco.

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Croácia México, Alemanha e Estados Unidos. Desde então, vem conquistando a torcida com
toda sua estrutura de conforto e segurança.

Religioso
Clientes que procuram e/ou são motivados pela fé popular em locais de grande importância
religiosa. O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, teve sua origem nas encenações
do Drama do Calvário, realizadas nas ruas da vila de Fazenda Nova, Pernambuco, no período de
1951 a 1962, hoje em dia é o maior espetáculo de ar livre do mundo, que realiza todos os anos
a encenação da crucificação de Cristo atraindo milhares de turistas.

Rural
Voltado para aqueles clientes que querem entrar em contato com a rotina rural. O estado possui
uma infinidade de hotéis fazenda e turismo rural. Em um mundo cada dia mais urbano, dominado
por reuniões, horas extras, computadores e conexões, o campo retorna a posição de destaque
ao oferecer uma rota escapatória da rotina estafante das grandes cidades, especialmente para
quem deseja fugir das badalações litorâneas e busca um contato mais próximo com a natureza e
o ambiente rural.
Fundada em 13 de maio de 2002, com a missão de contribuir para o desenvolvimento
econômico, resgatar e preservar a história, cultura, meio ambiente e cadeia produtiva dos
municípios do interior de Pernambuco, a APETURR (Associação Pernambucana de Turismo
Rural e Ecológico) surge nesse cenário para associar, congregar e representar os proprietários
e empreendedores de equipamentos turísticos no espaço rural do Estado.

Sol e Praia
Período de férias ou feriado prolongado, tem um grande público em direção ao litoral brasileiro.
Pensar em Pernambuco é pensar em praias de águas esverdeadas, mornas, com piscinas naturais
e coqueiros a perder de vista. A grande marca do lugar são seus inúmeros arrecifes, que além
de servirem de casa para muitos peixes, permitem que as praias tenham um mar calmo, bom
para crianças, com piscinas de todas as formas e tamanhos. Ficar "flutuando" no mar, sem ver o
tempo passar, é o programa perfeito para uma viagem pelo litoral pernambucano.
Porto de Galinhas é uma praia localizada no município de Ipojuca, no estado de Pernambuco, no
Brasil. A região possui piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, além de estuários,
mangues, areia branca e coqueirais. Toda a região é muito frequentada por turistas e surfistas
de diversas nacionalidades, sendo eleita pela revista Viagem e Turismo, da Editora Abril, como
a "Melhor Praia do Brasil" por 10 vezes consecutivas.

Tecnologia
A Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC da EMBRATUR, alinhada com as tendências
de gestão e governança mundiais e as demandas da sociedade, vem se integrando com o negócio
da Instituição, de forma que a tecnologia possa ampliar o acesso às informações, e possibilitar a
comunicação cada vez mais efetiva, com seus diversos públicos de interesse, num mundo que se
apresenta cada vez mais interconectado.
Expandir o atendimento ao público, oferecer condições de busca de forma a proporcionar
facilidade e conquistar o usuário, a importância da tecnologia como ferramenta atrativa para
mais clientes, o estudo voltado neste ramo é de grande importância para o acréscimo de novos
turistas, bem como permitir uma fácil navegação de modo a facilitar o planejamento do turista.
Informações sobre locais, acesso, preços, distância entre pontos turísticos, serão abordados
neste estudo. Apesar das agencias oferecerem pacotes com horários e rotas que facilitam tal

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planejamento, mas pensando numa visão mais abrangente e da necessidade de aumento do
contingente de turistas, especificar nos sites tais informações é um diferencial, pois atenderá
aquele turista que prefere uma viagem sem a “formalidade” existente em grupos de agências de
viagens. O ambiente sobre tecnologia abordado neste relatório tem como objetivo fazer um
levantamento e procurar alternativas que ofereçam as condições citadas até aqui, para melhoria
do atendimento ao turista.
A seguir serão abordadas ferramentas de tecnologia que auxiliam o turista num planejamento
mais individualizado, bem como permite uma maior divulgação dos pontos mais atrativos do
estado.

Website
Portal na internet com informações detalhadas sobre os serviços oferecidos. O governo do
estado proveu a criação de vários sites voltados para facilitar a busca via web, os sites são fáceis
de navegar, e bastante rico em informações. Para facilidade do usuário existem sites para vários
eventos existentes no estado, o que facilita a busca, pois a pesquisa é realizada pelo nome do
evento, além disso, existem outros sites privados voltados para atender este determinado ramo,
com as palavras chave de pesquisa: “turismo Pernambuco”, são destacadas empresas como
“Trivago” e “TripAdvisor” as mesmas de grande conhecimento nacionais.

Redes Sociais
Usadas para criar perfil da agencia nas redes Facebook, Twitter, Linkedin, etc. Um exemplo da
força das redes sociais para divulgação, está neste trecho de uma matéria retirada do site:
http://www.turismo.gov.br, sobre os resultados do uso das redes sociais para alavancar o
turismo em Alagoas.
As redes sociais se tornaram grandes aliadas do turismo. Especialmente pelo poder de divulgar destinos
e engajar os viajantes rapidamente. Em menos de cinco meses a Secretaria de Turismo de Maceió
conseguiu divulgar a campanha #ExperimenteMaceió pelos quatro cantos do Brasil por meio das redes
Facebook, Instagram e Snapchat. Mais de um milhão de seguidores passaram a acompanhar as
novidades do destino turístico e sua mensagem foi compartilhada 14 mil vezes.
As pessoas estão se comunicando cada vez mais por meio de redes sociais, a quantidade de
horas de navegação em meios portáteis e perfis sociais está cada vez maior o que permite um
alcance e divulgação em tempo real. A criação de perfis voltada para o turismo no estado, bem
como a formação de equipes engajadas a tratar desta divulgação, já prova ser um diferencial para
divulgação do turismo no estado.

Mobile
Serviços oferecidos em tempo real via SmartPhones, Tablets, etc. como o meio digital pode
facilitar o dia-a-dia dos turistas e auxiliar na tarefa de proporcionar momentos mágicos a eles?
A depender da visão de Lee McCabe, Diretor Global de Serviços Estratégicos de Viagens e
Consumo do Facebook, a resposta é uma só: Mobile. Os usuários de smartphones gastam 3
horas diárias nos celulares e 86% deste tempo utilizando Apps. Não é à toa que segundo Roland
de Bonadosa, CEO da Accor Américas & Caribe, a rede de hotéis está investindo 175 milhões
de dólares em estratégia digital, o que inclui o desenvolvimento de diversos Apps voltados para
hóspedes e gestores dos hotéis.
Em Pernambuco o investimento em aplicativos de auxílio ao turismo tem que ser uma marca,
apesar ser tratar de um investimento pesado, proporciona resultados satisfatórios. Em países da
Europa, por exemplo, o uso desses aplicativos é comum, disputar este mercado será de grande

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importância para o crescimento do turismo no estado, atrair um público internacional pode ser
facilitado pela localização do estado, somos a “porta da Europa”.

Murais eletrônicos
Objetiva aumentar a visibilidade da “marca da agência ou operadora de turismo”. Trata-se de
uma solução para automatizar a troca de mensagens nos antigos quadros de aviso. Com a
solução de Mural Eletrônico, qualquer mensagem poderá ser enviada instantaneamente através
de uma gerenciadora web, utilizando recursos de agendamento exclusivos. Funciona da seguinte
forma, é instalado um programa criado para este fim em um computador comum e ligar esse
computador a uma TV LCD ou plasma. Depois de criada a estação e o conteúdo (mensagens)
no Gerenciador Web, estas começarão a ser exibidas na Mural. Estas Tevês de LCD seriam
instaladas em locais com fluxo de turistas, aeroportos, agencia de viagens, locadoras de
automóveis, bem como hotéis. A criação de um padrão que será exibido nestes murais seria
uma forma de mostrar para o turista que o estado quer recebe-lo e está preocupado com a
divulgação dos pontos turísticos existentes.

E-Commerce
Ferramenta estratégica na comercialização de pacotes e outros serviços. Parece que é consenso
que as compras pela internet estão crescendo no mundo todo, tanto em volume financeiro como
na diversidade de itens oferecidos, que vão de carros a eletrônicos, passando por flores, livros
usados e até passeios. Mas, além de conhecer os números do e-commerce, é
interessante entender como os consumidores estão comprando. O uso do e-commerce
permite a criação de produtos voltados para pacotes promocionais, à variedade dos valores que
seriam oferecidos nestes pacotes promocionais, seriam específicos, os hotéis de acordo com
seus valores, permitem uma variedade social dos turistas, criar perfis voltados para atender essa
variedade seria de grande importância.

Blogs
O objetivo é informar, interagir, compartilhar e celebrar o que o país tem de melhor: roteiros
e destinos encantadores, serviços importantes na hora de viajar, produtos para levar na mala,
entre outras preciosidades brasileiríssimas, tudo isso é envolvido nesses blogs online. Nestes
espaços vocês também encontraram notícias sobre os resultados das políticas públicas de
turismo dos governos federal, estaduais e municipais. Elas ajudam a aumentar a competitividade
do turismo no Brasil, melhoram a qualidade dos serviços turísticos e estimulam o brasileiro a
viajar mais. Usados mais pelos Operadores de Turismo (pequenas e micro empresas).

SI’s
São Sistemas que permitem que as Agências de Turismo acessem informações permitindo fazer
reservas em voos comerciais, redes de hotéis, aluguel de carros, navios e outros vários serviços
auxiliares. O turismo é extremamente depende de informação e serviços associados não podem
ser visualizados nem inspecionados fisicamente no ponto de venda antes da compra, são
normalmente comprados antes de serem consumidos e longe do lugar de consumo, a informação
é o elemento primordial entre os diversos intervenientes na cadeia de valor desta atividade. A
existência destes sistemas de informação que tenham capacidades para armazenar, gerir e
apresentar informação que permita efetuar análise da atividade apresentarão vantagens
competitivas.

29
GDS
GDS são mega sistemas cuja função é a intermediação eletrônica, como meio de comunicação,
entre as agências de viagens e as companhias aéreas, hotéis, locadoras de veículos, operadoras,
etc. Oferece de maneira prática à possibilidade de você efetuar reservas e também fazer à
emissão de todos esses produtos da área do turismo, facilitando a venda para a agência de
viagens. Algumas empresas fornecem de uma maneira prática, rápida e eficiente o conteúdo
disponibilizado dos GDS, fornecedores e agregadores de conteúdos turísticos facilitando e muito
a vida dos agentes de viagem.
Principais:
 Amadeus
 Sabre
 TravelSpan (união de Galileo e WorldSpan)

Considerações finais
A mudança é o novo padrão hoje. As coisas mudam em uma velocidade cada vez maior e de
maneira cada vez mais intensa, essa é a famosa tecnologia em qualquer segmento. Aqueles que
souberem evoluir em termos de oferta, atendimento, etc., continuarão relevantes e atrairão uma
parte do público. O excesso de informações disponível hoje pode muitas vezes gerar mais
dúvidas do que respostas. Por isso, ter uma marca forte na internet e toda uma infraestrutura
para suportar tudo isso, que é uma referência no segmento, gera mais confiança no consumidor,
se tornando o propósito de todo turismo, agradar.

Fornecedores e Forças Políticas


Fornecedores
Formam o nível básico da cadeia, pois são responsáveis pelo fornecimento (provisão) dos
serviços turísticos. Os agentes do turismo são os grandes responsáveis por criar um elo de
ligação entre os fornecedores e os consumidores (clientes).
Os fornecedores também são agentes que influenciam no desenvolvimento de conhecimentos,
uma vez que a oferta de novos produtos, serviços e matérias-primas favorece a evolução do
turismo.

Categorias
Transporte (Passagens, Traslados)
 Aéreo
 Marítimo
 Terrestre
Hospedagem (Serviços de Reserva, Estadias)
 Redes hoteleiras
 Pousadas
 Campings
Alimentação
 Restaurantes
 Bares
 Café

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Serviços Complementares
 Instituições Financeiras
 Locação de veículos
 Parques temáticos
 Cassinos
 Casas de Show
 Seguradoras

Participação Da Tecnologia Da Informação No Turismo


A tecnologia pode ser fundamental para uma mudança de estratégia das agências no sentido da
diferenciação dos serviços por elas oferecidos. Esta estratégia de diferenciação pode ser
considerada o ponto de partida de um processo de reintermediação, incluindo desde a agregação
de valor ao agenciamento até mesmo um amplo redirecionamento do papel de intermediação
das agências de turismo. Este redirecionamento poderia ocorrer através da incorporação ou do
desenvolvimento de uma atividade de consultoria (busca, seleção e fornecimento de informação
ao cliente e ampliação da customização de serviços) e/ou da especialização do agenciamento
(montagem e venda de pacotes turísticos para um determinado perfil de consumidor).
Em suma, a difusão da TI na cadeia do turismo pode provocar um processo de desintermediação,
principalmente devido à conexão direta que permite entre provedores ou operadoras e
consumidores. No entanto, este processo parece se encontrar em estágio inicial, pois as agências
ainda exercem um importante papel de intermediação tradicional, especialmente nas vendas de
passagens aéreas.

Forças Políticas
Associações
Organização Mundial do Turismo (OMT)
Agência especializada das Nações Unidas. Sua missão consiste em promover o turismo
sustentável, responsável e universalmente acessível como indutor do desenvolvimento inclusivo.
A OMT é composta por 155 países, seis membros associados e mais de 400 membros afiliados
que representam o setor privado, instituições educacionais, associações e autoridades locais de
turismo.
Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV)
 Representar os interesses das Agências de Viagens
 Promover o bem-estar social e o congraçamento da classe em todo o território nacional
 Defender os legítimos interesses da indústria do Turismo como um todo, colaborando
com os poderes públicos no estudo e solução dos problemas do setor
 Fomentar o desenvolvimento do Turismo nacional em todas as suas manifestações
 Promover congressos, exposições de turismo e conferências que contribuam para o
desenvolvimento técnico do setor
Agência Nacional Aviação Civil (ANAC)
 Como agência reguladora independente, os seus atos administrativos visam a:
 Manter a continuidade na prestação de um serviço público de âmbito nacional;
 Zelar pelo interesse dos usuários;
 Cumprir a legislação pertinente ao sistema por ela regulado, considerados, em especial,
o Código Brasileiro de Aeronáutica, a Lei das Concessões, a Lei Geral das Agências
Reguladoras e a Lei de Criação da ANAC.

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Associação Brasileira de Indústria de Hotéis (ABIH)
 Atua como um órgão técnico e consultivo na busca de solução para os problemas do
setor.
 Sua atual diretoria tem como missão fortalecer as relações institucionais com os poderes
públicos, tanto na esfera do Executivo quanto na do Judiciário e do Legislativo,
garantindo a defesa dos interesses do setor.
 Investe na valorização da atividade econômica dos hoteleiros, promovendo a
aproximação e a ampliação das oportunidades de negócios para todos seus associados.
Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (BRAZTOA)
Promover ações e parcerias que valorizem as atividades empresariais dos associados, apoiando
o desenvolvimento do mercado turístico de forma sustentável.

Entidades De Classe
Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo (ABBTUR)
 Reúne, representa e defende os bacharéis de turismo em todo o território nacional.
CADASTUR
CADASTUR é o Sistema de Cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor do
turismo. Executado pelo Ministério do Turismo, em parceria com os Órgãos Oficiais de Turismo
nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal, permite o acesso a diferentes dados sobre os
Prestadores de Serviços Turísticos cadastrados.
Sindicato dos Guias de Turismo do Estado de Pernambuco (SINGTUR-PE)
O Sindicato de Guias de Turismo de Pernambuco é uma entidade Sindical de primeiro grau com
base territorial e atuação em todo o Estado de Pernambuco. É uma associação autônoma
constituída de trabalhadores (empregados ou trabalhadores autônomos), cuja finalidade é
defender os direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria.
Recife Convention & Visitors Bureau (RCVB)
É uma associação sem fins lucrativos que congrega empresas e entidades ligadas aos setores de
turismo, transportes, comércio, indústria e serviços de Pernambuco.
A função do Convention Bureau é promover o turismo e suas atividades inerentes, atraindo
novas oportunidades de negócios para seus associados; fortalecendo a imagem de Pernambuco,
nacional e internacionalmente.
Sindicato das Empresas de Turismo do Estado de Pernambuco (SINDETUR-PE)
 Constituir-se em foro permanente de debates e discussões dos problemas do mercado
de turismo, visando o aprimoramento do Agente de Viagens.
 Prestar serviços de consultoria de natureza jurídica, econômica, técnica e cultural para
as associadas.
 Tomar iniciativas políticas e estratégicas que abriguem as reivindicações da categoria
empresarial.
Sindicato das Locadoras de Veículos de Pernambuco (SINDLOC-PE)
Representa o setor nas esferas legal, trabalhista e tributária, celebrando acordos nas convenções
coletivas, atuando junto aos órgãos públicos e oferecendo cursos, palestras e eventos, com o
objetivo de manter a categoria unida, informada, atualizada e em constante crescimento
sustentável.
Links Úteis
OMT - http://www2.unwto.org/

32
ABAV - www.abav.com.br/
ANAC - www.anac.gov.br/
ABIH - www.abih.com.br/
BRAZTOA - http://braztoa.com.br/
ABBTUR - http://www.abbtur.com.br/
CADASTUR - www.cadastur.turismo.gov.br/
RCVB - http://www.recifecvb.com.br/v2/index.php
SINGTUR – PE - www.singturpe.com.br/
SINDETUR-PE - http://sindeturpe.com.br/
SINDLOC - http://www.sindloc.com.br/

Comunicação e Ações
Um Ponto De Partida, Embratur Na Perspectiva Das
Atividades E Objetivos Das Ações E Práticas Da
Comunicação
A EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo - é a autarquia especial do Ministério do Turismo
responsável pela execução da Política Nacional de Turismo no que diz respeito a promoção,
ao marketing e ao apoio à comercialização dos destinos, serviços e produtos
turísticos brasileiros no mercado internacional.
Trabalha pela geração de desenvolvimento social e econômico para o País, por meio da
ampliação do fluxo turístico internacional nos destinos nacionais. Para tanto, tem o
‘Plano Aquarela – Plano de Marketing Turístico Internacional do Brasil’ como orientador de seus
programas de ação.

Como ela está estruturada?


A partir da criação do Ministério do Turismo, em 2003, as atribuições da Embratur foram
direcionadas exclusivamente para a promoção internacional.
As principais ramificações voltadas para a Comunicação e Ações, são as diretorias de:

33
Figura 9 - Organograma da EMBRATUR

34
Produtos e Serviços - DPROD
À Diretoria de Produtos e Destinos compete identificar e analisar as condições de
competitividade dos produtos e destinos turísticos brasileiros, coordenando as ações para
incrementar e desenvolver a participação do segmento de negócios, eventos e incentivo do
turismo brasileiro no exterior e coordena a participação dos segmentos turísticos brasileiros,
atividades promocionais voltadas ao incremento do fluxo turístico e no mercado internacional.
Diretor: Marco Antônio de Britto Lomanto
Telefone: (61) 2023-8541 / 8638
E-mail: marco.lomanto@embratur.gov.br
Marketing - DMARK
À Diretoria de Marketing compete propor, coordenar, supervisionar e controlar a execução da
política de publicidade e propaganda do turismo brasileiro no exterior, além de responder pela
execução da política de relações públicas nos mercados internacionais prioritários, pelo Plano
Aquarela.
Diretor: Sergio Flores
Telefone: (61) 2023-8596
E-mail: marketing@embratur.gov.br

Sobre Ações
Programa de Desenvolvimento do Turismo - PRODETUR
O QUE É PRODETUR
Os Programas Regionais de Desenvolvimento do Turismo (PRODETUR) buscam organizar as
intervenções públicas para o desenvolvimento da atividade turística, através de prévios
processos de planejamento das regiões turísticas. A partir do planejamento das áreas turísticas
prioritárias são propostas intervenções públicas a serem implantadas de forma que o turismo
venha a constituir uma verdadeira alternativa econômica geradora de emprego e renda
principalmente para a população local.
Os investimentos do Programa são operacionalizados pelo Ministério do Turismo (MTur), que
orienta tecnicamente as propostas estaduais e municipais; em parceria com organismos
multilaterais, em especial o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e com a
Corporação Andina de Fomento que atuam como financiadores internacionais. O Programa
inclui ações nos âmbitos regional, estadual e municipal. A atuação pode ser acompanhada pelo
site da Secretaria de Assuntos Internacionais (SEAIN), do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão, www.planejamento.gov.br/ministerio.asp?index=3&ler=s873.

Quem Participa
 Estados e Distrito Federal;
 Capitais e Municípios com mais de 1 milhão de habitantes.

Objetivos
O PRODETUR Nacional tem o objetivo de fortalecer a Política Nacional de Turismo e
consolidar a gestão turística de modo democrático e sustentável, alinhando os investimentos
regionais, estaduais e municipais a um modelo de desenvolvimento turístico nacional, buscando,
com isso, a geração de emprego e renda, em especial para a população local.

35
Como Solicitar
Para acesso à linha de crédito do PRODETUR, é necessário atender aos seguintes requisitos:
 Elaboração de carta-consulta à COFIEX para autorização de contratação de
financiamento internacional dentro de suas respectivas capacidades de endividamento;
 Cada Estado ou município deverá selecionar as áreas turísticas prioritárias para
recebimento dos investimentos;
 Para cada área priorizada, deverá ser elaborado um Plano de Desenvolvimento Integrado
do Turismo Sustentável (PDITS), que orientará a execução do financiamento;
 Os Planos de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável - PDITS deverão ser
avalizados pelos respectivos Conselhos de Turismo.

Tipos De Projeto
Estratégia de Produto Turístico
Investimentos relacionados à recuperação e à valorização dos atrativos turísticos públicos
necessários para promover, consolidar ou melhorar a competitividade dos destinos e dos
empreendimentos turísticos.
Exemplos:
 Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS);
 Urbanização e qualificação de espaços urbanos destinados ao turismo;
 Estudos de viabilidade para a atração de investimentos;
 Construção de equipamentos turísticos.

Estratégia de Comercialização
Ações destinadas a fortalecer a imagem dos destinos turísticos e a garantir a eficiência e a
eficácia dos meios de comercialização escolhidos.
Exemplos:
 Planos de marketing;
 Ações inovadoras de promoção e comercialização.

Fortalecimento Institucional
Ações orientadas ao fortalecimento das secretarias e órgãos dirigentes de turismo, por
meio de mecanismos interinstitucionais de gestão e coordenação, em âmbito federal, estadual,
local e privado, e do apoio à gestão turística estadual e municipal.
Exemplos:
 Fortalecimento da gestão estadual/municipal do turismo;
 Elaboração de planos e projetos para a melhoria da gestão dos destinos turísticos;

Infraestrutura e Serviços Básicos


Investimentos imprescindíveis para gerar acessibilidade ao destino e dentro dele e
satisfazer as necessidades básicas do turista durante a sua estada.
Exemplos:
 Edificações, equipamentos, materiais e utensílios que ampliem ou possibilitem a
acessibilidade aos atrativos turísticos;
 Recursos padronizados no Guia Brasileiro de Sinalização;
 Implantação de placas, pórticos, totens e mapas em vias públicas, bem como, de recursos
de tecnologia da informação, utilizados para sinalização turística em complementação
aos padrões estabelecidos no Guia Brasileiro de Sinalização;

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 Centros de atendimento ao turista, dispondo de facilidades como área de atendimento
ao público, sala de reunião, espaço para divulgação de produtos e de eventos da cultura
local e regional, sanitários, estacionamento, equipamentos de climatização e combate a
incêndio, comunicação, multimídia e segurança.

Gestão Ambiental
Garantir a preservação dos recursos naturais e culturais, que são a base da atividade turística,
além de prevenir e minimizar os impactos ambientais e sociais que os diversos investimentos
turísticos possam gerar.
Exemplos:
 Recuperação de patrimônio histórico;
 Proteção e recuperação ambiental;
 Estudos de impacto ambiental;
 Planos de manejo e uso público de áreas de proteção ambiental;
 Melhoria e adequação de parques estaduais para a sua utilização turística.
Informações disponíveis em: <http://www.turismo.gov.br/programas/5066-prodetur.html>
Acesso em 27 out.2015.

PRODETUR - PE
O PRODETUR PERNAMBUCO (“Programa”) está sendo preparado pelo governo do Estado
de Pernambuco, no âmbito do Programa PRODETUR NACIONAL lançado pelo governo federal
para apoiar a implementação do seu Plano Nacional de Turismo. O objetivo geral da operação
é consolidar a participação da atividade turística na economia do Estado, por meio da
requalificação do modelo sol e praia e a diversificação (temática e geográfica) da oferta turística
do Estado.
Projeto
Objetivos
O Programa é consistente com os objetivos do Plano Nacional de Turismo e do Plano
Estratégico Estadual de Turismo, aprovado em 2007, que pretende consolidar os principais
destinos turísticos do Estado e promover a interiorização do turismo por meio da estruturação
de destinos descentralizados, além dos destinos tradicionais de Sol & Praia. O turismo no Estado
se concentra principalmente em três destinos: Recife\Olinda (Região Metropolitana), Porto de
Galinhas (litoral sul próximo a Recife) e Fernando de Noronha, os quais já dão sinais de
superação da capacidade de carga na alta temporada com riscos de degradação significativa dos
seus recursos naturais.
Áreas Selecionadas
O Estado enfocou o Programa em três regiões ou polos turísticos:
 O Polo Costa dos Arrecifes, composto por 16 Municípios que basicamente integram
toda a costa litorânea do Estado de Norte a Sul, a região de Recife, e o Arquipélago de
Fernando de Noronha.
 O Polo Agreste, que contempla quatro municípios e está localizado na região do
agreste pernambucano (130 Km de Recife), região mais alta com clima ameno e
preservada favorecendo o turismo associado a segunda residência e manifestações
culturais. Finalmente,

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 O Polo Vale do São Francisco está localizado a oeste do Estado e abrange três
Municípios. A região é um polo fruticultor, e entre outros produtos relacionados ao rio
está o vinho, que recentemente vem atraindo turistas interessados no Ecoturismo.
Pernambuco possui uma cultura popular diversificada, e precisa de mais apoio aos artistas como
cantores, artesãos e artistas populares, porque eles e quem também levam a nossa bandeira da
nossa cultura, e precisam de incentivos com programas de divulgação e criação do frevo,
maracatu, caboclinho, forró, baião, etc.
Apesar de terem criados novos espaços culturais, recentemente, que enaltecem esse nosso
patrimônio cultural, como o caso do Paço do Frevo e do Museu Cais do Sertão, é preciso mais
divulgação, pois são obras que merecem muito destaque dentro do universo da cultura popular
brasileira.
Precisa também apoiar e incentivar mais o ecoturismo, o turismo de aventura e outros locais
com potencial turístico do nosso estado.

Sobre Comunicação
Comunicação é visto aqui como um campo estratégico que referencia o conhecimento
acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da
comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação interpessoal, marketing,
publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou
objetos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui um papel importante dotado de diferentes
nuanças que são identificadas no plano de marketing ao qual faremos um recorte das principais
sessões que abondam a proposta da temática evidenciada no relatório.

Plano De Marketing Dos Polos Turísticos


Os objetivos do Plano de Marketing são:
 Dispor de um guia para levar a cabo uma ação de marketing coordenada, encaminhada
para lograr objetivos precisos que contribuam para o desenvolvimento
socioeconômico da área.
 Facilitar a coordenação dos esforços de promoção e comercialização dos diferentes
atores dos setores público e privado.
 Otimizar a ação de promoção fazendo um melhor uso dos recursos e acompanhando
os resultados.
 Melhorar o conhecimento que tem o mercado potencial sobre o destino, aumentar seu
interesse pelo mesmo e facilitar a decisão de compra.
 Alcançar um posicionamento adequado no mercado consistente com as estratégias de
desenvolvimento turístico.
A preparação do Plano de Marketing se baseará nos seguintes princípios:
Participação: O Plano de Marketing tem de estar baseado em um processo participativo e de
consulta para lograr um documento consensuado entre o setor público e privado que possa ser
aplicado com o apoio de todos os atores.
Complementariedade: O Plano de Marketing tem de assegurar sinergias com as ações realizadas
a nível estadual e federal.

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Realismo: O Plano de Marketing tem de ter em conta a realidade do mercado e os recursos
disponíveis no destino, evitando a criação de falsas expectativas.
Transferência De Conhecimentos: A realização do Plano de Marketing tem de cumprir um
objetivo de sensibilização dos gestores públicos e privados do turismo nos que se relaciona à
planificação e gestão da ação de marketing.
Enfoque Prático: O Plano tem de chegar ao nível operativo definindo com precisão: o que fazer,
como fazê-lo, quando e onde fazê-lo e quem serão os responsáveis.
Acompanhamento: O Plano tem de estabelecer indicadores para medir os resultados das ações
propostas, mas também deverá permitir certa flexibilidade para poder adaptar seu conteúdo em
função da evolução do mercado.

Conclusões
Incluir uma BREVE introdução indicando que a elaboração do Plano de Marketing se integra ao
marco do PRODETUR/NACIONAL, que se refere só a uma área do Estado, a área prioritária
(explicar sua localização e os principais atrativos), que existe um Conselho de Turismo e que foi
realizado um PDITS que contêm dados que se podem utilizar como base para o Plano de
Marketing.
Mencionar também os tipos de produtos/mercados (natureza, reuniões, sol e praia, etc. /
mercado nacional / internacional regional ou internacional de longa distância) identificados
no PDITS como prioritários.
Sobre a oferta turística, boa parte desta análise deveria estar incluída nos PDITS, mas como este
ainda têm algumas carências recomenda-se solicitar esta revisão geral desde uma ótica de
marketing da forma que se descreve abaixo. Realizar este trabalho pode supor mais ou menos
dedicação em função da extensão da Área Turística Prioritária e do nível de desenvolvimento
do sector (se tem mais empresas e centros turísticos se necessitará um tempo maior de campo).
Este aspecto tem que ser tomado em conta na hora de estabelecer o orçamento total para a
realização do Plano (tem que fazer uma previsão de dedução dos peritos e do custo das viagens)
e de determinar o prazo para a realização do trabalho.
Se já se dispõe de dados sobre os visitantes atuais porque são realizadas pesquisas a visitantes
ou existe algum estudo recente, isto deverá ser explicado especificando o título do estudo, quem
o realizou e a data em que foi feito. Se estes dados estão publicados na Internet colocar a
indicação para a página correspondente.
Se já existe um estudo, mas é necessário aprofundar em alguns aspectos, se deverá especificar
em quais aspectos. Por exemplo: Se existe um estudo realizado em uma única época do ano,
mas o destino recebe diferentes tipos de turistas em outra época, se pode solicitar a realização
de um estudo complementar (pesquisa, focus group, entrevistas, etc.). Se não existe nenhum
estudo e não há dados sobre a demanda atual, se deverá avaliar a necessidade de solicitar a
realização de uma pesquisa a visitantes. A seguir tem-se o modelo do texto.

Segurança
Introdução à Segurança
Segurança no turismo é um aspecto fundamental para o setor, pois agrega valor no serviço
disposto dando visibilidade positiva a imagem, e qualidade possibilitando abranger o favoritismo

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dos turistas nas suas escolhas de destinos. Garantindo segurança no setor turístico é um dos
serviços primordiais para a satisfação da demanda turística.
A demanda turística é resultado da expectativa de satisfação. Turistas decidem viajar a um local
porque esperam satisfazer suas necessidades e desejos. Portanto, a informação sobre o destino
é um elemento essencial para a efetivação da demanda turística. Antes de tudo, a segurança é
um bem para todos voltado ao cidadão, no qual o turista usufruí diretamente. Segurança e
turismo estão ligados de modo direto, sendo dever do Estado e município estimular a interação
entre turismo e segurança, afinal de contas, ao mesmo tempo que o turista privilegia o ambiente,
os aumentos da circulação de pessoas nos locais tendem a passar uma sensação de estarmos
seguros. A segurança e o turismo são conceitos que devem seguir acoplados no processo de
gestão turística para que seja valorizada a paisagem do destino. A segurança não deve ser
esquecida no processo de valorização dos destinos turísticos, pois estes podem perder a
qualidade da imagem e os benefícios advindos do setor.
Quando se pensa em segurança significa incluir métodos de gestão para gerar a integração entre
as diversas instituições públicas e investimentos no uso de sistemas de novas tecnologias,
aumentando assim, a sensação de segurança nos destinos turísticos, servindo de fonte de
informação, orientação e de cuidado com o visitante. Diante o cenário no qual vivemos, para
assegurar a sensação de segurança é de grande importância para o desenvolvimento do setor de
turismo a geração de mão-de-obra ocupada nas atividades características do mesmo.

Imagem do Destino e Segurança Turística


A satisfação dos visitantes de destinos turísticos é um assunto particularmente complexo em
virtude dos múltiplos aspectos que compõem a oferta do destino. A experiência do turista que
visita um destino qualquer não é composta apenas das atrações ou hospedagem, mas também
de uma infinidade de outros elementos tangíveis e intangíveis, objetivos e subjetivos, mensuráveis
e imensuráveis. Uma imagem negativa gerada pelos elevados índices de violência e instabilidade
influencia diretamente na escolha de um destino turístico, levando os agentes da atividade
turística a evitar a procura de lugares considerados inseguros a ponto de afetar a imagem do
destino perante a demanda turística e/ou público consumidor.
Evidenciam que a compreensão da segurança turística deve ser feita tendo em conta dois eixos,
onde o primeiro relaciona-se com as condições públicas de segurança (leis, infraestrutura
rodoviária, policiamento, entre outras) criadas pela municipalidade e/o estado para garantir o
bem estar dos visitantes e/ou turistas, residentes locais e bem como do negócio dos investidores
do setor do turismo; o segundo eixo, relaciona-se com a segurança do turista proporcionada
pelos proprietários das unidades de acolhimento, isto é, as condições desenvolvidas pelos hotéis,
restaurantes, entre outros para que os turistas durante a sua estada nesses locais estejam
protegidos de infratores e eventos que perturbem a paz e bem estar
A segurança é um importante elemento no processo de desenvolvimento de determinado lugar
turístico. O descaso para com a segurança no turismo fará com que a qualidade, atratividade e
imagem do destino no geral e de sua paisagem em particular se torne fraca/baixa face aos demais
concorrentes que criarem mecanismos de segurança eficazes em sua atividade turística. A
segurança, geralmente, está associada a planejamento da oferta turística, pois é no destino onde
o turista busca alcançar as suas motivações e satisfações. A segurança turística é entendia no
presente trabalho como “a proteção da vida, da saúde, da integridade física, psicológica, e
econômica dos visitantes, prestadores de serviços e membros das comunidades receptoras”.

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O gráfico abaixo traz uma análise do turismo com o levantamento de aspectos que são
valorizados pelos turistas como importantes para alcançar sua satisfação.

Figura 10 - Gráfico quantitativo indicando características que favorecem a satisfação de turistas.

Os resultados apontam que a hospitalidade é o fator mais importante para a satisfação geral dos
turistas dentre os dezesseis aspectos estudados. Em segundo lugar no ranking de aspectos mais
importantes para a satisfação do turista está a Segurança, sendo este seguido pela diversão
noturna, hospedagem e limpeza pública. Aspectos de importância intermediária são os
aeroportos, preços, gastronomia e informação turística. Por fim, os aspectos com menor grau
relativo de importância para a satisfação geral dos turistas são serviço de táxi, sistemas de
comunicação, sinalização turística, restaurantes e rodovias.

Segurança & Infraestrutura


Turismo e segurança estão diretamente ligados. Afinal, ao mesmo tempo em que o viajante
privilegia os destinos seguros, o aumento da circulação de pessoas nas ruas e movimentos tende
a ampliar a sensação de estarmos em segurança. Estimular o círculo virtuoso entre turismo e
segurança é dever dos estados e municípios e de todo cidadão. A segurança é um bem coletivo,
que antes de tudo é voltado ao cidadão, mas do qual o turista usufrui diretamente. Pensar em
segurança inclui esforços de gestão para promover a integração entre as diversas instituições
públicas e investimentos no uso de sistemas inteligentes e novas tecnologias.
Os maiores destinos turísticos do mundo entenderam a importância do tema e montaram
aparatos com profissionais e equipamentos especializados prontos para atender aos viajantes.

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Garantir a sensação de segurança é fundamental para o desenvolvimento do setor e a
consequente geração de emprego, inclusão social e aumento de renda das famílias.
Os agentes prejudicais para o turismo, muitas vezes é a péssima qualidade de estruturas em
diversos aspectos e consequentemente por uma baixa qualidade estruturas existe uma grande
defasagem na segurança em determinados locais o que leva ao medo gerado pela violência
amputa a vida social e isto repercute na mobilidade das pessoas, não apenas alterando roteiros
cotidianos, mas influenciando também as viagens e o turismo. Neste contexto, pode-se dizer
que a segurança pública constitui elemento indissociável da rede de ofertas e serviços imbricados
ao atendimento turístico, representando fator importante e condicionante da imagem da cidade
como destino turístico.
Quando o destino turístico começa a incorporar vulnerabilidades, o turista antevê riscos e tende
a mudar sua rota. Num mundo regido pela insegurança, pelo medo da violência, qualquer sinal
de instabilidade pode resultar na rejeição a um determinado destino. Daí a importância de
trabalhos conduzidos no sentido de conhecer e entender as relações intrínsecas entre turismo
e segurança pública.
Os serviços de infraestrutura são serviços básicos de uma cidade ou de uma localidade, ou seja,
são aqueles relacionados a transportes, segurança, limpeza, além, é claro, daqueles que
dependem da existência de redes de esgoto, energia elétrica, abastecimento de água, rede
telefônica etc. A demanda turística pode ser influenciada por inúmeros fatores, aumentando ou
reduzindo o número de turistas no local. Entre esses fatores, podem ser citados:
 Efetividade da propaganda e do marketing
 Distância dos grandes centros
 Qualidade dos serviços
 Interesse despertado pela oferta turística (singularidade e/ou representatividade).
 Custos
 Condições de estabilidade política
 Nível de segurança
A fragilidade das estruturas urbanas no que se refere à segurança pode resultar no declínio do
turismo, desta forma comprometendo a manutenção das atividades que sustentam a economia.
Há que se reconhecer que, além de agentes de uma série de reflexos sociais negativos, os
impactos da violência sobre o movimento de turistas são ameaças à estabilidade da economia
local, traduzidas em prejuízos econômicos.
Segurança, é dos itens mais pesquisados pelos turistas, quando pesquisa sobre um destino. Se já
não bastasse a questão do “Tubarão” na mídia nacional, os serviços e a segurança também
deixam a desejar. Hoje, não é seguro se viver em Pernambuco, visitar então, é muito arriscado.
Até pelo fato, do problema não ser só a segurança, tem a mobilidade, tem a infraestrutura, a
saúde e os maus serviços que oferecidos entre outros. A segurança é um dos fatores que
determinam a qualidade na prestação de serviços do turismo, a percepção de qualidade pelo
turista inclui a segurança estabelecida durante o oferecimento do serviço prestado. A segurança
no turismo envolve pessoas (tanto os clientes ou usuários quanto os prestadores de serviços),
equipamentos, procedimentos e as próprias empresas. Apesar de possuir uma diversidade de
atividades, aparentemente não relacionadas, os aspectos ligados à segurança são dependentes da
interação de três fatores: pessoas, equipamentos e procedimentos. Para controlarmos os riscos
e prevenir os acidentes devemos abordar esses três fatores. A diferença está no grau de
influência de cada um dos fatores, que varia de atividade para atividade.

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Ao longo dos anos, estados e municípios avançaram nas ações de proteção ao turista com a
criação de pelotões, delegacias especializadas e outras iniciativas. São iniciativas que ajudam a
aumentar a sensação de segurança nos destinos turísticos e servem de fontes de informações,
orientação e de cuidado com o visitante. Temos a chance de aliar segurança com hospitalidade,
o nosso atributo mais ressaltado pelos turistas. Afinal, sabemos que os policiais são tomados
como referência na prestação de informações ao visitante e que são essenciais para que uma
cidade seja mais hospitaleira. Ou seja, a segurança também acolhe.
Os avanços que tivemos na integração das forças de segurança, nos sistemas de inteligência e no
controle integrado são uma demonstração de que o Brasil e os vários municípios podem evoluir
ainda mais, tornando a segurança um forte atributo do produto turístico brasileiro. Os maiores
destinos turísticos do mundo entenderam a importância do tema e montaram aparatos com
profissionais e equipamentos especializados.
As principais ações Inter setoriais que podem influenciar o desenvolvimento do turismo estão
concentradas na área de infraestrutura básica. Além de ações globais de infraestrutura, também
é preciso atentar para ações mais específicas, tais como saneamento básico – deficiente em todas
as regiões do estado –, deposição do lixo, pavimentação e melhoria das vias de acesso, melhoria
da infraestrutura aeroportuária e portuária. Também fazem parte das ações Inter setoriais
relevantes aquelas relativas à segurança pública, saúde pública e fiscalização ao zoneamento
ambiental e urbano. A demais, é preciso levar em consideração a influência de investimentos
privados, que podem dinamizar os cenários propostos, levando à necessidade de execução em
menor prazo de ações propostas ou até mesmo o delineamento de outras ações
complementares.
No caso de Pernambuco, isso é especialmente passível de ocorrer na região Litoral Norte. No
que diz respeito ao órgão estadual responsável pelo desenvolvimento do turismo em
Pernambuco, há de se considerar que tais ações são de fundamental importância para que o
turismo se desenvolva em sua plenitude no estado, de acordo com os cenários descritos, ao
mesmo tempo em que problemas estruturais e sociais não atinjam direta e negativamente o
setor de turismo no estado. Há que se considerar que o órgão estadual responsável pelo
desenvolvimento do setor de turismo pode ter papel fundamental como indutor desses
processos. E, além disso, ainda tem um papel primordial na cobrança, fiscalização e
estabelecimento de parcerias com as entidades responsáveis pela execução das ações, de modo
que a efetiva realização e conclusão delas, relevantes ao setor de turismo, seja feita.

Considerações Finais
As informações apresentadas podem ser de grande utilidade para o embasamento de políticas
públicas que visem ampliar o nível de satisfação dos turistas com o destino Brasil. Priorizar a
melhoria dos aspectos mais relevantes para a satisfação dos turistas estrangeiros pode contribuir
substancialmente para aumentar a atratividade turística do país e incrementar os benefícios
obtidos com essa atividade deve-se entender que a atividade turística pode ser enquadrada no
setor de prestações de serviço, cujo a administração tem a mesma preocupação com a segurança
do negócio como qualquer outra organização.
Além da preocupação com a qualidade do serviço, é de grande importância considerar os
aspectos relacionados à segurança física dos clientes. Neste caso, deve levar em consideração,
que o sistema de gerenciamento da qualidade seja capaz de identificar os riscos, e com isso,
adotar procedimentos para a prevenção das possíveis falhas. O relatório não conseguiu trazer

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propostas para uma melhora na segurança referente ao turismo, mas exibe a necessidade e
importância do investimento nessa dimensão de segurança.
Espera-se que as reflexões aqui expostas apoiem os agentes da atividade turística de determinado
destino turístico para que passem, de forma integrada, a trabalhar orientados a proporcionar o
máximo de bem-estar a quem reside, investe e visita o destino turístico. A consecução desta
ação passa essencialmente pela identificação de lacunas ou problemas atuais de modo a subsidiar
a tomada de decisão por parte dos atores envolvidos, públicos e privados, apontando alternativas
de gestão da atividade turística de modo geral e especificamente na implantação de sistemas de
segurança adequados as necessidades do destino turístico.

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Autoria
Legislação Luiz Vitor Feitosa,
Tiago Cortizo
Formação Franciele

Certificação e Entidades Alvaro Bugério


Reguladoras Juliana Henrique
Lissandra Justo
Niles Junior
Patrícia Alcântara
Público Alvo e Tecnologia Diêgo Felipe
Jadson Souza
José Williams
Larissa Barbosa
Luiz Carlos
Fornecedores e Forças Israel Vieira
Públicas Jailton Cavalcanti
Marcelo de Andrade
Pablo Menezes
Romulus Lima
Comunicação e Ações Jailson Anegues
Valdemiro Chaves
José Geraldo
Nelson Pinheiro

Segurança Danielle Lira


Gian Felype

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