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Simples Federal - Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas


e das Empresas de Pequeno Porte Definição

1. O Simples está em vigor desde 1.º de janeiro de 1997. Consiste no pagamento unificado dos seguintes
impostos e contribuições: IRPJ, PIS, COFINS, CSLL, INSS Patronal e IPI (se for contribuinte do IPI).

2. A inscrição no Simples dispensa a pessoa jurídica do pagamento das contribuições instituídas pela
União, como as destinadas ao SESC, ao SESI, ao SENAI, ao SENAC, ao SEBRAE, e seus congêneres,
bem como as relativas ao salário-educação e à Contribuição Sindical Patronal.

3. O Simples poderá incluir o ICMS e/ou o ISS devido por microempresa e/ou empresa de pequeno porte,
desde que o Estado e/ou o Município em que esteja estabelecida venha aderir ao Simples mediante
convênio.
Conceitos Básicos

1. Microempresa - ME: a pessoa jurídica que tenha auferido, no ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000,00.

2. Empresa de pequeno porte - EPP: a pessoa jurídica que tenha auferido, no ano-calendário, receita bruta superior a R$ 240.000,00 e
inferior ou igual a R$ 2.400.000,00.

OBS: Os novos valores de Receita Bruta foram estabelecidos pela Lei nº 11.196, de 2005, e só podem permanecer no Simples as empresas
que não tenham ultrapassado, em 2005, os novos limites, independentemente de terem feito alteração cadastral.

3. Receita Bruta: o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas
operações em conta alheia, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.

Obs.: No caso de início de atividade no próprio ano-calendário, os limites são respectivamente, de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para ME e
de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) para EPP, multiplicados pelo número de meses de funcionamento naquele período, desconsideradas as
frações de meses.

Exemplo: Uma empresa entrou em atividade no dia 5 de setembro do ano-calendário. Considera-se o período de três meses completos
(outubro, novembro e dezembro), sendo, nesse caso, o limite para enquadramento como Microempresa o de R$ 60.000,00 ( sessenta mil
reais) e como Empresa de Pequeno Porte o de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), para os anos-calendário a partir de 2005.

Para as pessoas jurídicas que iniciarem suas atividades no mês de dezembro será considerado como limite proporcional o valor equivalente a
R$ 20.000,00 e R$ 200.000,00, respectivamente para ME e EPP.

Exemplo: Uma empresa entrou em atividade no dia 5 de dezembro do ano-calendário. Considera-se o período de um mês completo
(dezembro), sendo, nesse caso, o limite para enquadramento como Microempresa o de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) e como Empresa de
Pequeno Porte o de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), para os anos-calendário a partir de 2005.

Quem Pode Optar

A pessoa jurídica enquadrada na condição de microempresa ou de empresa de pequeno porte, desde que não pratique nenhuma das
atividades impeditivas, e que esteja em situação regular para com a Fazenda Nacional e INSS.

Como Optar

A inscrição e alteração do regime de tributação do Simples é feito via alteração cadastral no CNPJ, para melhor instrução de como proceder
uma alteração cadastral veja CNPJ.

TABELA DE EVENTOS DO Simples

CÓDIGO DESCRIÇÃO PRAZO LEGAL


NOTA EXPLICATIVA DATA DO EVENTO
DO DO PARA

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EVENTO EVENTO APRESENTAÇÃO


DA FCPJ PELO
CONTRIBUINTE
301 Inclusão no Simples 1) Empresa já 1) Ultimo dia útil 1) Se a empresa já for
por Opção da cadastrada: do mês de janeiro cadastrada no CNPJ no
Empresa do ano-calendário. momento da opção e o
Quando o evento 301 for evento 301 for praticado
praticado isoladamente, 1.1) isoladamente, não
não acompanhado do 101, acompanhado do 101:
podendo estar b) O próprio dia da
acompanhado de outros inscrição da empresa no 1.1) Se a FCPJ for transmitida pela
eventos compatíveis. CNPJ Internet em Janeiro:

1.2)Caso a opção seja a) 01 de janeiro do ano calendário


formalizada fora do da opção.
prazo
b) Data de abertura, para as
empresas constituídas no próprio
mês de janeiro.

1.2)Se a FCPJ for transmitida a


partir do 1º dia de fevereiro até o
dia 31 de dezembro: 01 de janeiro
do ano subsequente ao da opção,
não importando se a empresa foi
constituída em janeiro ou não.
2) Opção no ato da O próprio dia da 2) Se a empresa não for
inscrição: inscrição da cadastrada no CNPJ e a
empresa no CNPJ opção estiver sendo feita
evento 301 acompanhado no momento desse
(no mesmo disquete) do cadastramento: a data do
101 evento é a mesma data de
inscrição da empresa no
CNPJ (data de abertura).
302 Exclusão do Simples Este evento é de Não existe prazo É o dia 01 de janeiro do
por opção do uso exclusivo do ano-calendário
contribuinte contribuinte, na subsequente ao
hipótese de não ter ano-corrente, na hipótese
incidido em nenhum de não ter incidido em
critério de exclusão nenhum critério de
e desejar sair do exclusão e desejar sair do
SIMPLES. Simples .
303 Exclusão por débito Para que ocorra o Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
com a PFN ou com a critério de exclusão, útil do mês mês subsequente àquele
Previdência Social quanto ao sócio, subseqüente em que incorrida a situação
(da pessoa jurídica, este deve deter àquele em que excludente.
do sócio ou do mais de 10% do houver ocorrido o
titular) capital da empresa. fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002.
304 Exclusão do De utilização Até o último dia É o dia 01 de janeiro do
SIMPLES por exclusiva do útil do mês de ano-calendário
ultrapassar o limite contribuinte. janeiro do subsequente àquele em que
de receita bruta. ano-calendário se deu o excesso de receita
OBS.: Não é permitido seguinte bruta.
para empresas que tenham
o ano de abertura igual ao 1) Se a matriz da empresa foi
ano de opção pelo inscrita no CNPJ em

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SIMPLES. anos-calendários anteriores ao


ano-calendário em que a receita
bruta ultrapassou o limite de R$
2.400.000,00, independentemente
de estar cadastrada como
microempresa ou empresa de
pequeno porte (empresa antiga), a
data do evento da exclusão do
Simples será 1º de janeiro do
ano-calendário imediatamente
seguinte ao ano-calendário em que
a receita bruta ultrapassou o limite.

2) Se a matriz da empresa foi


inscrita no CNPJ no próprio
ano-calendário em que a receita
bruta ultrapassou o limite
proporcional a R$ 100.000,00 por
mês-calendário, independentemente
de estar cadastrada como
microempresa ou empresa de
pequeno porte (empresa nova),
utilizar o evento 315.
305 Exclusão por Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
transformação para útil do mês mês subsequente àquele
sociedade por Ações subseqüente em que incorrida a situação
àquele em que excludente.
houver ocorrido o
fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002.
306 Exclusão por Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
atividade econômica útil do mês mês subsequente àquele
vedada. subseqüente em que incorrida a situação
àquele em que excludente.
houver ocorrido o
fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002.
307 Exclusão do Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por útil do mês mês subsequente àquele
ingresso de sócio subseqüente em que incorrida a situação
estrangeiro àquele em que excludente.
residente no houver ocorrido o
exterior fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002.
308 Exclusão do Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por útil do mês mês subsequente àquele
transformação em subseqüente em que incorrida a situação
filial, sucursal, àquele em que excludente.
agência ou houver ocorrido o
representação de fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
pessoa jurídica com ensejo à exclusão excludente incorrida até

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sede no exterior (art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
Lei 9.317/96) optado pelo SIMPLES até
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002
309 Exclusão do Não implicam Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por vedação do útil do mês mês subsequente àquele
participação no SIMPLES os subseqüente em que incorrida a situação
capital de outra investimentos àquele em que excludente.
pessoa jurídica provenientes de houver ocorrido o
incentivos fiscais fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
efetuados antes da ensejo à exclusão excludente incorrida até
vigência da Lei (art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
7.256/84, no caso Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
de ME, ou da Lei
deverá ser 01.01.2002
9.317/96, no caso
de EPP
310 Exclusão do O sócio deve ter Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por participação no útil do mês mês subsequente àquele
existência de titular capital da empresa subseqüente em que incorrida a situação
ou sócio que realize de mais de 10%, àquele em que excludente.
gastos para que ocorra o houver ocorrido o
incompatíveis com critério de fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
seus rendimentos exclusão... ensejo à exclusão excludente incorrida até
declarados (art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002
311 Exclusão do Apenas ocorre o Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por critério de exclusão útil do mês mês subsequente àquele
participação do se: subseqüente em que incorrida a situação
titular ou sócio no àquele em que excludente.
capital de outra a) o sócio adquirir mais houver ocorrido o
empresa de 10% do capital da fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
outra empresa; ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
b) a soma das receitas optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
brutas das empresas 28.07.2001, a data do evento
ultrapassar R$ deverá ser 01.01.2002
2.400.000,00.
312 Exclusão do Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES por útil do mês mês subsequente àquele
participação de subseqüente em que incorrida a situação
outra pessoa àquele em que excludente.
jurídica no capital houver ocorrido o
da empresa fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002
315 Anulação da opção Permite somente as 1) É a data de opção pelo
pelo SIMPLES (até empresas que Simples, quando a matriz
v. 6.1) - Exclusão do tenham o ano de ------------------ da empresa foi inscrita no
SIMPLES Retroativa abertura igual ao CNPJ no próprio
à Data da Opção / ano de opção pelo ano-calendário em que a
Abertura (v. 6.2) SIMPLES receita bruta ultrapassou o
limite proporcional a R$
200.000,00 por
mês-calendário,
independentemente de
estar cadastrada como ME

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ou EPP (empresa nova).

2) Utilizar o evento 304, se a


matriz da empresa foi inscrita no
CNPJ em anos-calendários
anteriores ao ano-calendário em
que a receita bruta ultrapassou o
limite de R$ 2.400.000,00,
independentemente de estar
cadastrada como microempresa ou
empresa de pequeno porte
(empresa antiga).
316 Alteração de Poderá ser realizado 1º dia do mês subsequente
tributos do SIMPLES de ofício ou por ao mês em que ocorreu a
solicitação do ------------------ alteração dos tributos
contribuinte, para a incluídos no SIMPLES.
alteração da
qualificação
tributária da
empresa.
322 Exclusão do Pode ser efetuado Até o último dia REGRA GERAL: Dia 01 do
SIMPLES de pelo contribuinte ou útil do mês mês subsequente àquele
empresa resultante pela SRF, de ofício. subseqüente em que incorrida a situação
de cisão ou àquele em que excludente.
qualquer forma de houver ocorrido o
desmembramento fato que deu OBS.: Entretanto, para a situação
(v. 2.4) ensejo à exclusão excludente incorrida até
(art. 13, II, § 3º, b 31.12.2001, cujas empresas tenham
optado pelo SIMPLES até
Lei 9.317/96)
28.07.2001, a data do evento
deverá ser 01.01.2002
325 Exclusão SIMPLES As regras definidas Dia 01 do mês subseqüente
por industrializar pelo parágrafo único àquele em que incorrida a
bebidas ou cigarros inserido pela IN SRF ------------------ situação excludente, em
(v. 6.2) 102/2001 não se virtude da constatação de
aplicam ao evento industrialização de bebidas
325 (inciso XVIII do ou cigarros.
art. 20 da IN SRF
34/2001) OBS.: Caso a opção tenha ocorrido
em data igual ou anterior a
12/03/2000, a data do evento será
01/01/2001.
326 Alteração do porte Utilizado para 1) Empresa optante pelo
da empresa mudança de SIMPLES:
enquadramento. A
alteração de porte 1.1) No caso de
de optantes pelo mudanças de ME para
SIMPLES independe EPP: A transmissão pela
de alteração na Internet da FCPJ deverá
Junta. ser feita até o último dia
útil do mês de janeiro do
ano-calendário
subsequente àquele em
que se deu o excesso de
receita bruta e a data do
evento é 01 de janeiro do
próprio ano-calendário
em que se procedeu a
alteração.

1.2) No caso de mudança


de EPP para ME:

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a) Se a transmissão pela
Internet da FCPJ, ocorrer
a partir do dia 1º até o
último dia útil do mês de
janeiro do ano-calendário
imediatamente seguinte ao
ano-calendário em que a
receita bruta ficou dentro
do limite de
microempresa, a data do
evento da alteração do
porte será 1º de janeiro do
ano-calendário
imediatamente seguinte ao
ano-calendário em que a
receita bruta ficou dentro
do limite de
microempresa.

b) Se a transmissão pela
Internet da FCPJ, ocorrer
a partir do dia 1º de
fevereiro até 31 de
dezembro, a data do
evento da alteração do
porte será 1º dia do
mês-calendário
imediatamente seguinte ao
mês-calendário em que
ocorrer a transmissão pela
Internet da FCPJ.

Mudança de Enquadramento

A ME que ultrapassar, no ano-calendário imediatamente anterior, o limite de receita bruta correspondente a R$ 240.000,00, estará excluída do
Simples nessa condição, podendo mediante alteração cadastral, com a apresentação da FCPJ - código do evento 326, inscrever-se na
condição de EPP.

A alteração de enquadramento deverá ser efetuada até o último dia útil do mês de janeiro do ano calendário subsequente àquele que se deu o
excesso de receita bruta.

2 - Empresa de Pequeno Porte para Microempresa

A empresa de pequeno porte inscrita no Simples que auferir no ano-calendário imediatamente anterior receita bruta de até R$ 240.000,00
poderá, mediante alteração cadastral, com a apresentação da FCPJ - código do evento 326, comunicar o seu enquadramento na condição de
microempresa.

A pessoa jurídica enquanto não efetuar a alteração permanecerá na condição de EPP, no entanto, se realizar a alteração cadastral, será
enquadrada na condição de ME a partir do mês subsequente à alteração, exceto no caso da alteração ocorrer no dia 1º até o último dia útil do
mês de janeiro do ano-calendário imediatamente seguinte ao ano-calendário em que a receita ficou dentro do limite de microempresa, será
enquadrada na condição de ME a partir do dia 1º de janeiro do ano corrente.

Alíquotas diferenciadas

Estabelecimentos de Ensino Fundamental, Centros de formação de condutores de veículos automotores de transporte


terrestre de passageiros e de carga, agências lotéricas e pessoas jurídicas que aufiram receita bruta acumulada decorrente
da prestação de serviços, de modo exclusivo ou não, em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita
bruta total acumulada, inscritas no Simples na condição de:

Microempresa (ME): o valor devido mensalmente será determinado mediante a aplicação, sobre a receita bruta mensal
auferida, dos seguintes percentuais:

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Receita bruta acumulada ME contribuinte do IPI ME não contribuinte do IPI


Até R$ 60.000,00 5,25% 4,5%
De R$ 60.000,01 até 90.000,00 6,75% 6,0%
De R$ 90.000,01 até 120.000,00 8,25% 7,5%
De R$ 120.000,01 até 240.000,00 8,85% 8,1%

O percentual a ser aplicado em cada mês, será o correspondente à receita bruta acumulada, dentro do ano-calendário, até o
próprio mês.

Obs: Caso o Estado e/ou Município em que esteja estabelecida a ME, tenha aderido ao Simples , os percentuais do quadro acima
terão um acréscimo conforme definido em convênio.

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa Estado Município Estado Município
jurídica
Contribuinte do ICMS até 1,5% 0 até 3,75% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1,5% 0 até 3,75%
Contribuinte ICMS/ISS até 0,75% até 0,75% até 3,0% até 0,75%

Empresa de Pequeno Porte (EPP): O valor devido mensalmente pelos estabelecimentos de ensino fundamental, centros de
formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga, agências lotéricas e pessoas
jurídicas que aufiram receita bruta acumulada decorrente da prestação de serviços, de modo exclusivo ou não, em montante igual
ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada inscritos no Simples como EPP será determinado mediante
a aplicação, sobre a receita bruta mensal auferida, dos seguintes percentuais:

Receita bruta acumulada EPP contribuinte do IPI EPP não contribuinte do IPI
Até R$ 240.000,00 8,85% 8,1%
De R$ 240.000,01 até 360.000,00 9,45% 8,7%
De R$ 360.000,01 até 480.000,00 10,05% 9,3%
De R$ 480.000,01 até R$ 600.000,00 10,65% 9,9%
De R$ 600.000,01 até R$ 720.000,00 11,25% 10,5%
De R$ 720.000,01 até 840.000,00 11,85% 11,1%
De R$ 840.000,01até R$ 960.000,00 12,45% 11,7%
De R$ 960.000,01 até R$ 1.080.000,00 13,05% 12,3%
De R$ 1.080.000,01 até R$1.200.000,00 13,65% 12,9%
De R$ 1.200.000,01 até R$ 14,25% 13,5%
1.320.000,00
De 1.320.000,01 até 1.440.000,00 14,85% 14,1%
De 1.440.000,01 até 1.560.000,00 15,45% 14,7%
De 1.560.000,01 até 1.680.000,00 16,05% 15,3%
De 1.680.000,01 até 1.800.000,00 16,65% 15,9%
De 1.800.000,01 até 1.920.000,00 17,25% 16,5%
De 1.920.000,01 até 2.040.000,00 17,85% 17,1%
De 2.040.000,01 até 2.160.000,00 18,45% 17,7%
De 2.160.000,01 até 2.280.000,00 19,05% 18,3%
De 2.280.000,01 até 2.400.000,00 19,65% 18,9%
acima de 2.400.000,01 23,58% 22,68%

Obs: Aplicam-se às alíquotas diferenciadas, também, as atividades de Oficinas Mecânicas e de Informática, abaixo descritas:

I) serviços de manutenção e reparação de automóveis, caminhões, ônibus e outros veículos pesados (CNAE 5020-2/01 e
5020-2/02);

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II) serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores (CNAE 5020-2/05);

III) serviços de manutenção e reparação de motocicletas, motonetas e bicicletas (CNAE 5042-3/00 e 5279-5/04);

IV) serviços de instalação, manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática (CNAE 7250-8/00);

V) serviços de manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos (CNAE 5271-0/01);

VI) reparação e manutenção de aparelhos telefônicos (CNAE 5271-0/02).

* No caso de a Receita bruta acumulada ser maior que R$ 2.400.000,00, a pessoa Jurídica estará automaticamente excluída do
Simples no ano-calendário subseqüente, podendo retornar ao sistema, formalizando sua opção no ano-calendário subseqüente
àquele em que a receita bruta anual tenha ficado dentro dos limites aplicáveis.

Caso o Estado e/ou Município em que esteja estabelecida a EPP, tenha aderido ao Simples , os percentuais do quadro acima
terão um acréscimo conforme definido em convênio.

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa jurídica Estado Município Estado Município
Contribuinte do ICMS até 1,5% 0 até 3,75% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1,5% 0 até 3,75%
Contribuinte ICMS/ISS até 0,75% até 0,75% até 3,0% até 0,75%

Conceito de EPP para fins de Convênio: Os convênios de adesão ao Simples poderão considerar como empresas de pequeno
porte tão-somente aquelas cuja receita bruta, no ano-calendário, seja superior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e
igual ou inferior a R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais).

Acréscimo de percentuais de EPP nos convênios: No caso de convênio com Unidade Federada ou Município, em que seja
considerada como empresa de pequeno porte pessoa jurídica com receita bruta superior a R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil
reais), aplicam-se os acréscimos percentuais (tabela abaixo), sobre à receita bruta acumulada excedente a R$ 720.000,00:

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa jurídica Estado Município Estado Município
Contribuinte do ICMS até 1,5% 0 até 3,75% + 1,0% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1,5% 0 até 3,75% + 1,0%
Contribuinte ICMS/ISS até 0,75% até 0,75% até 3,0% + 0,5% até 0,75% + 0,5%

Alíquotas normais

II – Demais Atividades

Microempresa (ME): O valor devido mensalmente pela ME (exceto as descritas no item I) inscrita no Simples será determinado
mediante a aplicação, sobre a receita bruta mensal auferida, dos seguintes percentuais

Receita bruta acumulada ME contribuinte do IPI ME não contribuinte do IPI


Até R$ 60.000,00 3,5% 3,0%
De R$ 60.000,01 até 90.000,00 4,5% 4,0%
De R$ 90.000,01 até 120.000,00 5,5% 5,0%
De R$ 120.000,01 até 240.000,00 5,9% 5,4%

Caso o Estado e/ou Município em que esteja estabelecida a ME, tenha aderido ao Simples , os percentuais do quadro acima
terão um acréscimo conforme definido em convênio.

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa jurídica Estado Município Estado Município
Contribuinte do ICMS até 1% 0 até 2,5% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1% 0 até 2,5%

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Contribuinte ICMS/ISS até 0,5% até 0,5% até 2,0% até 0,5%

A microempresa que no decurso do ano-calendário, exceder o limite de receita bruta acumulada de R$ 240.000,00 sujeitar-se-á,
em relação aos valores excedentes, a partir, inclusive, do mês em que verificado o excesso, aos percentuais previstos para as
empresas de pequeno porte, por faixa de receita bruta. Nesse caso, a microempresa estará, a partir de 1º de janeiro do ano
seguinte, automaticamente excluída do Simples como microempresa, podendo, entretanto, mediante alteração cadastral feita pela
FCPJ, inscrever-se na condição de empresa de pequeno porte, até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário
subseqüente, desde que não haja ultrapassado o limite de receita bruta de R$ 2.400.000,00.

Empresa de Pequeno Porte (EPP): O valor devido mensalmente pela EPP(exceto as descritas no item I), inscrita no Simples ,
será determinado mediante aplicação, sobre a receita bruta mensal auferida, dos seguintes percentuais:

Receita bruta acumulada EPP contribuinte do IPI EPP não contribuinte do IPI
Até R$ 240.000,00 5,9% 5,4%
De R$ 240.000,01 até 360.000,00 6,3% 5,8%
De R$ 360.000,01 até 480.000,00 6,7% 6,2%
De R$ 480.000,01 até R$ 600.000,00 7,1% 6,6%
De R$ 600.000,01 até R$ 720.000,00 7,5% 7,0%
De R$ 720.000,01 até 840.000,00 7,9% 7,4%
De R$ 840.000,01até R$ 960.000,00 8,3% 7,8%
De R$ 960.000,01 até R$ 1.080.000,00 8,7% 8,2%
De R$ 1.080.000,01 até 9,1% 8,6%
R$1.200.000,00
De 1.200.000,01 a 1.320.000,00 9,5% 9,0%
De 1.320.000,01 a 1.440.000,00 9,9% 9,4%
De 1.440.000,01 a 1.560.000,00 10,3% 9,8%
De 1.560.000,01 a 1.680.000,00 10,7% 10,2%
De 1.680.000,01 a 1.800.000,00 11,1% 10,6%
De 1.800.000,01 a 1.920.000,00 11,5% 11,0%
De 1.920.000,01 a 2.040.000,00 11,9% 11,4%
De 2.040.000,01 a 2.160.000,00 12,3% 11,8%
De 2.160.000,01 a 2.280.000,00 12,7% 12,2%
De 2.280.000,01 a 2.400.000,00 13,1% 12,6%
acima de 2.400.000,01 15,72% 15,12%

* No caso de a receita bruta acumulada ser maior que R$ 2.400.000,00, a pessoa jurídica estará automaticamente excluída do
Simples no ano-calendário subseqüente, podendo retornar ao sistema, formalizando sua opção no ano-calendário subseqüente
àquele em que a receita bruta anual tenha ficado dentro dos limites aplicáveis.

Caso o Estado e/ou Município em que esteja estabelecida a EPP tenha aderido ao Simples , os percentuais do quadro acima
terão acréscimo conforme definido em convênio.

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa jurídica Estado Município Estado Município
Contribuinte do ICMS até 1% 0 até 2,5% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1% 0 até 2,5%
Contribuinte ICMS/ISS até 0,5% até 0,5% até 2,0% até 0,5%

Conceito de EPP para fins de Convênio: Os convênios de adesão ao Simples poderão considerar como empresas de pequeno
porte tão-somente aquelas cuja receita bruta, no ano-calendário, seja superior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e
igual ou inferior a R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais).

Acréscimo de percentuais de EPP nos convênios: No caso de convênio com Unidade Federada ou Município, em que seja
considerada como empresa de pequeno porte pessoa jurídica com receita bruta superior a R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil

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reais), aplicam-se os acréscimos percentuais (tabela abaixo), sobre à receita bruta acumulada excedente a R$ 720.000,00:

Microempresa Empresa de pequeno porte


Enquadramento da pessoa Estado Município Estado Município
jurídica
Contribuinte do ICMS até 1% 0 até 2,5% + 1,0% 0
Contribuinte do ISS 0 até 1% 0 até 2,5% + 1,0%
Contribuinte ICMS/ISS até 0,5% até 0,5% até 2,0% + 0,5% até 0,5% + 0,5%

A empresa de pequeno porte cuja receita bruta, no decurso do ano-calendário, exceder ao limite da receita bruta acumulada de
R$ 2.400.000,00, sujeitar-se-á, em relação aos valores excedentes, a partir, inclusive do mês em que for verificado o excesso,
aos percentuais máximos atribuídos nos convênios que hajam sido firmados pela unidade federada e pelo município para as
empresas de pequeno porte, acrescidos de 20% (vinte por cento).

A EPP que, no curso do ano-calendário auferir receita bruta excedente a R$ 2.400.000,00, estará automaticamente
desenquadrada do regime de tributação pelo SIMPLES a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, mas deverá continuar
recolhendo impostos e contribuições pelo SIMPLES até o final do ano em curso, utilizando para tal os percentuais da tabela
anterior constantes na faixa acima de R$ 2.400.000,00. A EPP excluída do SIMPLES por excesso de receita bruta em um ano
alendário, poderá retornar ao Sistema no ano-calendário seguinte àquele em que a receita bruta anual tenha ficado dentro do
limite de R$ 2.400.000,00, mediante alteração cadastral feita pela FCPJ.

Forma e Data de Pagamento

O pagamento unificado de impostos e contribuições, devidos pelas microempresas e pelas empresas de pequeno porte, inscritas
no Simples será feito de forma centralizada, mensalmente, por meio do Darf - Simples, até o vigésimo dia do mês subseqüente
àquele em que houver sido auferida a receita bruta, com o código de receita 6106

Darf Simples - Preenchimento

Instruções anexas à IN SRF/No. 067, de 06 de dezembro de 1996

O Documento de Arrecadação do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de
Pequeno Porte - Darf -Simples será preenchido como segue:

Campo do O que deve Conter


Darf
01 O nome e telefone da Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte.
02 A data de encerramento do período de apuração no formato DD/MM/AA. Exemplo: período de apuração janeiro de 1997 =
31/01/97
03 O número da inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas-CNPJ
04 Não preencher.
05 A soma das receitas brutas mensais de janeiro até o mês de apuração.
06 O percentual decorrente da receita bruta acumulada a ser aplicado sobre a receita mensal, com duas casas decimais.
07 O valor resultante da aplicação do percentual do campo 06 sobre a receita bruta mensal.
08 O valor da multa, quando devida.
09 O valor dos juros de mora, quando devidos.
10 O valor da soma dos campos 07 a 09.
11 A autenticação do agente arrecadador.

Entrega da Declaração

A microempresa e a empresa de pequeno porte entregarão, anualmente, em disquete, declaração simplificada que deverá ser
transmitida pela INTERNET programa Receitanet, até o último dia útil do mês de maio do ano-calendário subseqüente ao da
ocorrência dos fatos geradores.

Nos casos de extinção, fusão, cisão ou incorporação, as declarações deverão ser entregues até o último dia útil do mês
subseqüente ao do evento.

A declaração simplificada poderá ser retificada independentemente de autorização prévia da autoridade administrativa e terá a
mesma natureza da declaração originariamente apresentada.

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Vedações à Opção

Não poderá optar pelo Simples , a pessoa jurídica:

1. Na condição de ME que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior à opção, receita bruta superior a
240.000,00;

OBS.: Na hipótese de início de atividade no ano-calendário imediatamente anterior ao da opção, o valor será de R$

20.000,00 multiplicados pelo número de meses de funcionamento naquele período, desconsideradas as frações de meses, exceto
a fração do mês de dezembro, que será considerada.

2. Na condição de EPP que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior à opção, receita bruta superior a R$
2.400.000,00;

OBS.: Na hipótese de início de atividade no ano-calendário imediatamente anterior ao da opção, o valor será de R$

200.000,00 multiplicados pelo número de meses de funcionamento naquele período, desconsideradas as frações de meses,
exceto a fração do mês de dezembro, que será considerada.

3. Constituída sob a forma de sociedade por ações;


4. Cuja atividade seja: banco comercial, banco de investimentos, banco de desenvolvimento, caixa econômica, sociedade de
crédito, financiamento e investimento, sociedade de crédito imobiliário, sociedade corretora de títulos, valores mobiliários e
câmbio, distribuidora de títulos e valores mobiliários, empresa de arrendamento mercantil, cooperativa de crédito, empresa de
seguros privados e de capitalização e entidade de previdência privada aberta;
5. Que se dedique à compra, à venda, ao loteamento, à incorporação ou à construção de imóveis;
OBS.: A vedação à atividade de construção de imóveis, abrange as obras e serviços auxiliares e complementares da construção
civil, tais como:
a) a construção, demolição, reforma e ampliação de edificações;
b) sondagens, fundações e escavações;
c) construção de estradas e logradouros públicos;
d) construção de pontes, viadutos e monumentos;
e) terraplenagem e pavimentação;
f) pintura, carpintaria, instalações elétricas e hidráulicas, aplicação de tacos e azulejos, colocação de vidros e esquadrias; e
g) quaisquer outras benfeitorias agregadas ao solo ou subsolo.

6. Que tenha sócio estrangeiro, residente no exterior;


7. Constituída sob qualquer forma, de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal,
estadual ou municipal;
8. Que seja filial, sucursal, agência ou representação, no país, de pessoa jurídica com sede no exterior;
9. Cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa, desde que a receita bruta global ultrapasse o
limite de 2.400.000,00.

OBS.: Esta vedação não se aplica à participação em centrais de compras, bolsas de subcontratação, consórcio de exportação e
associações assemelhadas, sociedades de interesse econômico, de garantia solidária e outros tipos de sociedades, que tenham
como objetivo social a defesa exclusiva dos interesses econômicos das microempresas e empresas de pequeno porte, desde que
estas não exerçam as atividades de importação de produtos estrangeiros, locação ou administração de imóveis, armazenamento e
depósito de produtos de terceiros, propaganda e publicidade (excluídos os veículos de comunicação), factoring e prestação de
serviços de vigilância, limpeza, conservação e locação de mão-de-obra.
10. De cujo capital participe, como sócio, outra pessoa jurídica;
11. Locação ou administração de imóveis; armazenamento e depósito de produtos de terceiros; propaganda e publicidade,
excluídos os veículos de comunicação; factoring; prestação de serviço de vigilância, limpeza, conservação e locação de
mão-de-obra;
12. Que preste serviços profissionais de corretor, representante comercial, despachante, ator, empresário, diretor ou produtor de
espetáculos, cantor, músico, dançarino, médico, dentista, enfermeiro, veterinário, engenheiro, arquiteto, físico, químico,

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economista, contador, auditor, consultor, estatístico, administrador, programador, analista de sistema, advogado, psicólogo,
professor, jornalista, publicitário, fisicultor ou assemelhados, e de qualquer profissão cujo exercício dependa de habilitação
profissional legalmente exigida;
OBS 1) Creches, pré-escolas, estabelecimentos de ensino fundamental, centros de formação de condutores de veículos
automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga, agências lotéricas e agências terceirizadas de correios foram
excluídos da presente vedação (Lei 10.034, de 24.10.00 -DOU de 25.10.00 - art. 1º; alterado pela Lei 10.684, de 30/05/03
-DOU de 31/05/03 (edição extra) - art.24).

OBS 2) Conforme determina o art. 4º da Lei no 10.964, de 28 de outubro de 2004, alterada pelo art. 15 da Lei nº 11.051, de 29
de dezembro de 2004, ficam excetuadas da restrição de que trata o inciso XIII do art. 9º da Lei nº 9.317, de 5 de dezembro de
1996, ou seja, a vedação não se aplica às pessoas jurídicas que se dediquem às seguintes atividades:

I) serviços de manutenção e reparação de automóveis, caminhões, ônibus e outros veículos pesados(CNAE 5020-2/01 e
5020-2/02);

II) serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores (CNAE 5020-2/05);

III) serviços de manutenção e reparação de motocicletas, motonetas e bicicletas (CNAE 5042-3/00) e 5279-5/04);

IV) serviços de instalação, manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática (CNAE 7250-8/00);

V) serviços de manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos (CNAE 5271-0/01).

VI) reparação e manutenção de aparelhos telefônicos (CNAE 5271-0/02).

OBS.: 3) Esta vedação não se aplica ao exercício da atividade de prestação de serviços de jardinagem, desde que não se
tipifique como obra de construção civil, não caracterize locação de mão-de-obra, não configure execução de projetos e serviços
de paisagismo, nem se enquadre em qualquer das demais vedações legais à referida opção (ADI SRF nº 6, de 17.07.2005).

13. Que participe do capital de outra pessoa jurídica, ressalvados os investimentos provenientes de incentivos fiscais efetuados
antes da vigência da Lei 7256/84, quando se tratar de ME, ou antes da vigência da Lei 9317/96, quando se tratar de EPP;
OBS.: Esta vedação não se aplica à participação em centrais de compras, bolsas de subcontratação, consórcio de exportação e
associações assemelhadas, sociedades de interesse econômico, de garantia solidária e outros tipos de sociedades, que tenham
como objetivo social a defesa exclusiva dos interesses econômicos das microempresas e empresas de pequeno porte, desde que
estas não exerçam as atividades de importação de produtos estrangeiros, locação ou administração de imóveis, armazenamento e
depósito de produtos de terceiros, propaganda e publicidade (excluídos os veículos de comunicação), factoring e prestação de
serviços de vigilância, limpeza, conservação e locação de mão-de-obra.
14. Que tenha débito inscrito em dívida ativa da União ou do INSS, cuja exigibilidade não esteja suspensa;
15. Cujo titular, ou sócio que participe de seu capital com mais de 10%, esteja inscrito em dívida ativa da União ou do INSS,
cuja exigibilidade não esteja suspensa;
16. Que seja resultante de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento da pessoa jurídica, salvo em relação aos eventos
ocorridos antes da vigência de Lei 9317/96;
17. Cujo titular, ou sócio com participação em seu capital superior a 10%, adquira bens ou realize gastos em valor incompatível
com os rendimentos por ele declarados;
18. Que exerça a atividade de industrialização, por conta própria ou por encomenda, de bebidas e cigarros, classificados nos
Capítulos 22 e 24, respectivamente, da Tabela de Incidência do IPI – TIPI, sujeitos ao regime de tributação de que trata a Lei nº
7.798, de 10/07/1989; mantidas até 31 de dezembro de 2000, as opções já exercidas.

Inclusão com Data Retroativa por Decisão Administrativa

Nos termos do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 16, de 2 de outubro de 2002, temos que "o Delegado ou o Inspetor da Receita Federal,
comprovada a ocorrência de erro de fato, pode retificar de ofício tanto o Termo de Opção (TO) quanto a Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica
(FCPJ) para a inclusão no Simples de pessoas jurídicas inscritas no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ), desde que seja possível
identificar a intenção inequívoca de o contribuinte aderir ao Simples ."

A inclusão retroativa de ofício, somente é possível para fatos ocorridos até o exercício de 2003 (ano-calendário 2002), no caso de o
contribuinte comprovar sua intenção de promover a alteração cadastral exigida pela Lei nº 9.317, de 1996. Essa comprovação pode ser feita,
nos casos de não apresentação do TO e da não formalização da opção de adesão ao Simples mediante a FCPJ, pela comprovação de entrega
das Declarações Anuais Simplificadas e a apresentação dos comprovantes de pagamento (Darf -Simples ).

OBS: Ressalte-se que o pagamento efetuado por outro regime de tributação não caracteriza a intenção de opção pelo Simples ainda que o
contribuinte tenha entregue a Declaração Anual Simplificada.

Como podemos observar são três as condições exigidas para que seja efetuada a retificação de ofício, a saber:

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a) erro de fato a ser retificado,


b) intenção inequívoca de aderir ao Simples ,
c) a adesão não ser vedada.

Erro de fato a ser retificado:

Para se caracterizar o erro de fato a ser retificado é necessário que, minimamente, exista o substrato onde este erro ocorreu e será corrigido:

a) A apresentação da declaração Simplificada do Ex 98 ano-calendário 97 , como disposto no item I do Ato Declaratório Normativo COSIT
nº 30, de 1997 é o substrato para justificar o erro de fato; ou

b) Existência no Sistema CNPJ, de FCPJ de inscrição onde pudesse ter sido realizado a opção pelo Simples que é o substrato necessário para
justificar o erro de fato.

Intenção inequívoca de aderir ao Simples :

A intenção inequívoca de optar pelo Simples é caracterizado pelos pagamentos mensais por intermédio do Documento de Arrecadação do
Simples (Darf -Simples ) e a apresentação da Declaração Anual Simplificada.

Adesão ao Simples não incorrer em vedação:

A pessoa jurídica não pode incorrer em nenhuma das hipóteses de vedação ao sistema.

Entre os itens a observar destacamos:

a) compatibilidade da Natureza Jurídica da pessoa jurídica solicitante com o regime do Simples , à época em que deveria ter sido feita a
opção;

b) compatibilidade da atividade econômica da pessoa jurídica solicitante com o regime do Simples , à época em que deveria ter sido feita a
opção;

OBS.: Lembre-se que não poderão optar pelo Simples as pessoas jurídicas que, embora exerçam diversas atividades permitidas, também
exerçam pelo menos uma atividade vedada, independentemente da relevância da atividade impeditiva.

c) pagamento ou parcelamento dos débitos inscritos em divida ativa na PFN e no INSS, da pessoa jurídica solicitante, bem como de seus
sócios ou seu titular, anteriores à data em que deveria ter sido feita a opção;

d) enquadramento, nos limites determinados pela legislação do Simples , da receita bruta anual da pessoa jurídica solicitante;

e) inexistência de outras ocorrências impeditivas da opção, tais como:

e.1) sócio estrangeiro ou residente no exterior;


e.2) participação de entidade da administração pública ou de qualquer outra pessoa jurídica no capital da empresa solicitante;
e.3) participação da empresa solicitante no capital de outra pessoa jurídica;
e.4) demais ocorrências previstas na Lei 9.317/96. Vide Vedações à Opção.

Inclusão com Data Retroativa por Decisão Administrativa

Documentação Necessária

1) Requerimento do contribuinte solicitando o enquadramento no Simples em processo administrativo, datado e assinado pelo representante
legal (O titular de firma individual, o dirigente da sociedade, sócio gerente, o preposto, conforme definido nas normas reguladoras do Cadastro
Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, ou procurador legalmente habilitado);

2) Cópia Simples do contrato social e alterações posteriores (ato constitutivo formalizados durante o período de opção no Simples ,
objetivando comprovar as atividades econômicas exercidas pela pessoa jurídica);

3) Cópia Simples do documento de identidade do representante legal, para conferência de assinatura;

4) Anexar os documentos comprobatórios de sua intenção quanto à opção. São documentos hábeis à comprovação da intenção:

a) FCPJ , se houver
b) Termo de Opção, se houver;
c) Darf e declarações simplificadas - não precisam ser juntados ao processo, por constarem dos sistemas da SRF.

ATENÇÃO

A condição para inclusão retroativa de ofício, é que os fatos ocorridos sejam até o exercício de 2003 (ano-calendário 2002), no caso de o contribuinte comprovar sua intenção de
promover a alteração cadastral exigida pela Lei nº 9.317, de 1996. Essa comprovação pode ser feita, nos casos de não apresentação do TO e da não formalização da opção de

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adesão ao Simples mediante a FCPJ, pela comprovação de entrega das Declarações Anuais Simplificadas e a apresentação dos comprovantes de pagamento (Darf -Simples ).

OBS: Ressalte-se que o pagamento efetuado por outro regime de tributação não caracteriza a intenção de opção pelo Simples ainda que o contribuinte tenha entregue a Declaração
Anual Simplificada.

Se o requerimento for assinado por procurador, anexar:

Cópia, autenticada ou acompanhada do original, de procuração particular com firma reconhecida ou de procuração pública. Deverá ser
apresentado documento original e cópia Simples deste, que comprove a assinatura do outorgado.

Exclusão do Simples

A exclusão do Simples deverá ser feita por comunicação da pessoa jurídica, mediante alteração cadastral, através da FCPJ, ou ainda, de
ofício.

Escrituração

A microempresa e a empresa de pequeno porte ficam dispensadas de escrituração comercial desde que mantenham, em boa ordem e guarda e
enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhe sejam pertinentes: o Livro Caixa, o Livro de Registro de
Inventário, todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração esses livros, entretanto não ficam dispensadas das
obrigações acessórias previstas nas legislações previdenciária e trabalhista.

Base Legal ( veja na pasta Legislação por Assunto letra S Simples ou http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/LegisAssunto
/Simples.htm

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