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Religiões no Mundo Mediterrâneo e as Origens

do Cristianismo

Formação do povo de Israel

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Nesta webaula, estudaremos uma breve linha do tempo onde analisaremos a estruturação do Estado de Israel a
partir de um desenrolar de acontecimentos, iniciando com a história de seus patriarcas, os personagens
importantes para
a história de todo judeu, o período monárquico e o exílio – período crítico de domínio e
escravização por outros povos. 

Séc. XVII a.C.

Abraão, Isaac e Jacó, os patriarcas do povo judeu, se estabelecem na Terra de Israel.

Séc. VIII a.C.

Moisés lidera os israelitas na saída do Egito, seguido por 40 anos de peregrinação no deserto. A Torá,
incluindo os dez mandamentos, é recebida no Monte Sinai.

Séc. VIII a VII a.C.

Os israelitas se estabelecem na Terra de Israel.

1020 a.C.

A monarquia judaica é estabelecida; Saul é o primeiro rei.

1000 a.C.

Jerusalém torna-se a capital do reino de Davi.

960 a.C.

Primeiro templo, centro nacional e espiritual do povo judeu, é construído em Jerusalém pelo rei Salomão.

930 a.C.

Reino dividido: Judá e Israel.

722 a.C.

Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas (Dez Tribos Perdidas).

586 a.C.

Judá é conquistado pela Babilônia.

Jerusalém e o Primeiro Templo são destruídos; a maioria dos judeus é exilada.

538 a.C.

Domínio persa.

515 a.C.

Muitos judeus retornam da Babilônia; Templo é reconstruído, muros restaurados. Esdras e Neemias
lideram a reconstrução. 

332 a.C.

A Terra é conquistada por Alexandre, o Grande; domínio helenístico.

166 a.C.

Revolta dos Macabeus (Asmoneus) contra as restrições à prática do judaísmo e profanação do Templo.

142 a.C.

Autonomia judaica sob a liderança dos Asmoneus.

129 a.C.

Independência judaica sob a monarquia dos Asmoneus.

63 a.C.

Jerusalém capturada pelo general romano Pompeu. Domínio do Império Romano.

Séc. I

Era cristã.

1948

Reconhecimento do Estado de Israel (na Palestina) pela ONU.

Fonte: adaptado de Consulado Geral de Israel em São Paulo ([s.d, s.p.]).

A Congregação Israelita Paulista (como as demais) comemora, no mês de fevereiro, a Festa de Purim. Nela, é
lida a Meguilat Ester (livro de Ester) e é lembrada a salvação dos judeus do plano que Hamã havia tramado
para
extermínio do povo, nos tempos em que Israel estava exilado na Pérsia (história completa no livro de
Ester). A festa é marcada pelo uso de fantasias e por reflexões sobre o bem e o mal, além da comida típica,
que é o Oznei Haman (um tipo de biscoito à base de farinha, dobrado em formato de triângulo).

Para finalizarmos esta webaula, destacamos o artigo de Marta Topel, onde ela discute abordagens sobre a
diáspora judaica (exílio, dispersão); também, são analisadas concepções sobre a Terra Prometida e o
relacionamento dos judeus
com o Estado de Israel e as sociedades hospedeiras.

TOPEL, M. F. Terra Prometida, exílio e diáspora: apontamentos e reflexões sobre o caso judeu. Horizontes
Antropológicos, Porto Alegre, v. 21, n. 43, jan./jun. 2015. 

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