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1º Vida e obra de Protágoras

Protágoras. Nasceu em Abedera, c. 490 a.C; faleceu na Sicília, c. 415 A.C.1. Protágoras foi um sofista da
Grécia Antiga, celebre por cunhar a frase: “O homem é a medida de todas as coisas, das que são, enquanto são,
das coisas que não são enquanto não são”. Foi influenciado por Heráclito e influenciou Platão, Jeremy
Bentham, Friedrich Nietzsche e Ferdinand Canning Scott Schiller. Nascido em Abdera, foi discípulo de
Democrito, amido de Péricles e Sócrates. Tinha mais de 70 anos de idade quando publicou um livro pelo qual
foi acusado de impiedade. Fugiu de Atenas e morreu num naufrágio quando tentava chagar a Sicília. Primeiro
filosofo a ser chamado “sofista”, dele é largamente citada a afirmação segundo a qual “o homem é a medida de
todas as coisas”. Platão, no seu “Protágoras”, apresenta-o como filosofo arguto, mas presunçoso. Publicou
obras em todos os géneros, de que existem ainda alguns restos: discurso intitulado processo sobre o salário; uma
Politica; um tratado sobre eros dos homens; hades; Verdade; Antologias; Luta; e Discursos destruidores. É
personagem do Platão, em seus diálogos filosóficos. Tendo como base para isso o pensamento de Heráclito. Tal
frase expressa bem o relativismo tanto dos Sofistas em geral quanto o relativismo do próprio Protágoras. Se o
homem é a medida de todas as coisas, então coisa alguma pode ser medida para os homens, ou seja, as leis, as
regras, a cultura, tudo deve valer, necessariamente, em outro. Esta máxima (ou axioma) também significa que as
coisas são conhecidas de uma forma particular e muito pessoal por cada indivíduo, o que vai contra, por
exemplo, ao projecto de Sócrates de chegar ao conceito absoluto de cada coisa. Assim como Sócrates,
Protágoras foi acusado de ateísmo (tendo inclusive livros seus queimados em uma praça publica), motivo dos
diálogos platónicos tem como titulo Protágoras, onde é exposto um diálogo de Sócrates com o sofista.
Protágoras dizia que os sábios e os bons oradores deveriam guiar através de conselhos as outras pessoas.
Bibliografia

De acordo com a maioria dos autores antigos, Protágoras era originário da cidade de Abdera afirmação
contestada pelo dramaturgo ateniense Eupolis, que creditava ser natural de Teos, na Ásia Menor. Também, com
certo consenso, se indicava a 84 olimpíada (444 a 441 a. C,) como seu auge ou época de plenitude, dado a partir
do qual, modernamente, é geralmente definida sua data de nascimento em torno do ano 485 a.C. era
considerado discípulo de Demócrito. Embora Filostrato conta que ele também haveria ser relacionado com
magos da Pérsia nos tempos da expedição do rei Xerxes contra a Grécia. Diz-se que em sua juventude havia
trabalhado como carregador, inventando uma almofada chamada tyle que facilita o transporte da carga. Segundo
Diógenes Laércio Demócrito ficou tão impressionado com a engenhosidade do jovem Protágoras que decidiu
adopta-lo como discípulo. Protágoras haveria ganho com seu comércio educativo mais dinheiro do que todo o
reunido por “Fidias e outros dez escultores mais”. Platão também refere, de que o critério usado pelo sofista
para receber os seus honorários; dia Protágoras: “Quando [um discípulo] tem aprendido comigo, se quiser me
entregar o dinheiro que eu estipulo ou não, se apresenta em um templo, e, depois de jurar que crê que os
ensimesmamentos valem tanto, ali o depósito”. Era famoso na antiguidade uma anedota acerca de um pacto de
honorários entre Protágoras e um discípulo seu, chamado Evatlo. Havia acordado de que o pagamento apenas
seria afectado se o aprendiz chegasse a ganhar um julgamento fazendo uso dos dotes retóricos adquiridos.
Evalto, como não ganhava nenhum caso, se negava a pagar. Então Protágoras o levou ai tribuna, dizendo-lhe:
“se eu ganhar, terás que me pagar pelos meus honorários; e se tu ganhar, por ter-se cumprido a condição,
também deveras me pagar”. Isto é considerado como Paradoxo de Protágoras. Aparentemente, levou uma
vida errante, ensinando durante quarenta anos em varias cidades gregas. Sabe-se que visitou Atenas pelo menos
duas vezes, e Platão afirma, já com idade avançada, vivendo na Sicília. Sua relação com os atenienses teve, dois
momentos; um em que foi bem acolhido e manteve estreitas relações com os círculos de poder da cidade,
seguido por outro, de repúdio e condenação. O primeiro dos períodos esta marcado pela sua amimada com
Péricles, com quem, acredita-se, compartilhava ideias filosóficos e políticos, eram famosos os longos debates
que mantinham os dói. Em ocasião, segundo Plutarco, discutiram um dia inteiro sobre a morte de atleta
Epitimio de Farsalia; se perguntavam quem seria o culpado da sua morte, se era a lança que o atingiu, se era
quem a lançou ou se era os organizadores do evento. Protágoras teve grande prestigio entre os atenienses, o qual
se viu reflectido no fato se que lhe encarregaram a redacção de uma constituição para a nova colónia de Turios,
no ano 443 a.C.; texto que estabelece, pela primeira vez, o ensino publico obrigatório. A filosofia de
Protágoras se encaixava bem com as ideias do círculo governante liderado por Péricles morreu, os novos líderes
da cidade deixaram de ser tolerantes. Diógenes Laércio afirma que os problemas começaram para o sofista
quando este leu, na casa de Euripides (ou na casa de megaclides). Seu livro “Sobre os Deuses”, no qual
afirmava desconhecer a existência ou inexistência de seres divino. Como resultado, foi acusado de impiedade
por Pitidoro, filho de um dos Quatrocentos (segundo Aristoteles, o acusador Evatlo, discípulo dos sofista).
Filostrato afirma que não esta claro se houve ou não um processo para chegar à condenação, que alguns dizem
que foi o desterro e outros, a morte. Em todo caso, foi ordenado que suas obras fossem queimadas. E. Derenne
situa tais acontecimentos em torno do ano 416 a.C., não vésperas em que a frota atenienses marchava na
expedição contra Siracusa. Seja para fugir da pena de morte, ou em cumprimento da ordem de desterro,
Protágoras embarcou rumo à Sicília. Na metade da viagem o barco virou, a causa pela qual o sofista morreu
afogado. A maioria das fontes afirma que contava com 90 anos, se bem que há algumas que referem a idade de
70.
Obras

Não chegou ate nos nenhuma obra completa escrita por Protágoras, mas se conservam valiosos fragmentos nos
diálogos de Platão (Protágoras, Crátilio, Górgias e Teeteto) e nos textos de outros autores como Aristoteles,
Sexto Empírico e Diógenes Laércio.

A lista não contempla três títulos conhecidos a partir de outras fontes: Sobre a Verdade (chamada também
“refutações” ou “Sobre os Discursos Convincentes”), Sobre os Deuses e Sobre i Ser. Bodrero explica a
omissão reparando na frase “Os Livros que se conservam dele são os seguintes” e assinalado que os tectos não
inclusos na enumeração já constituíam obras perdidas nos tempos de Diógenes Laércio. Mário Untersteiner,
por sua vez conjectura que os títulos citados na lista não seriam senão capítulos das Atilogias. Segundo
Untersteiner, Protágoras havia escrito apenas duas obras: Sobre a verdade e as Antologias. Esta última, que
constava de dois livros, haverá sido dividida em quatro sessões subdivididas, por suaves, nos titulos
mencionados por Diógenes Laércio. O esquema por Untersteiner é o seguinte:

Secção Capítulos

Sobre os Deuses Sobre os Deuses; Sobre o Hades

Sobre o Ser Sobre o Ser; A Arte da Eristica; A disputa Sobre os Honorários

Sobre o Estado Sobre o Estado; Sobre a Ambição; Sobre as Virtudes; Sobre o Estado
das Coisas no Principio; Sobre as Mas Acções dos Homens, O
Discurso Preceptivo
Sobre as Artes Sobre a Luta; Sobre as Matemáticas

Pensamento

O homem como medida de todas as coisas

O princípio filosófico mais famoso de Protágoras refere-se à condição do homem enfrentado o mundo que o
rodeia. Habitualmente se designa com a expressão Homo mensura ( o homem é a medida), forma abreviada da
frase Homo omniu rerum mensura est (O homem é a medida de todas as coisas), que se traduz o latim a
sentença original em grego. Esta ultima segundo Diógenes Laércio, haverá sido a seguinte:

O homem é a medida de todas as coisas,


daquelas que são por aquilo que são e daquelas
que não são por aquilo que não são.
A frase surgiu, segundo refere Sexto Empírico, na obra perdida de Protágoras os Discursos Destruidores, e
chegou ate nos através da transcrição de vários autores antigos. Alem de Diógenes Laércio, é citada por Platão,
Aristóteles, Sexto Imperícia e Hérnias.

A teoria dos juízos contrários

O domínio desta técnica proporcionaria ao possuidor (o dialéctico) a disposição por meio da sua arte, de tornar
mais forte o argumento mais fraco. No entanto, é importante ressaltar que Protágoras não contemplava o uso
desta técnica de forma meramente instrumental, por mero afã oportunista, mas que a apoiava em um discurso
complexo no qual se debateria a virtude.

Cepticismo e agnosticismo

Também fez uma proposição de agnosticismo: quanto aos deuses, não tenho meios de saber se existem ou não
nem qual é a sua forma. Me impede muitas coisas: a obscuridade da questão e a brevidade da vida humana.

Paradoxa de Protágoras

O Paradoxo de Protágoras ou Paradoxo de Advogado é um antigo problema de lógica com raízes na Grécia
Antiga. Protágoras, notável sofista grego, concordava, um dia, em ensinar retórica a um discípulo, mediante
determinada importância, de que metade seria paga ao terminar o curso e a outra metade depois da primeira
causa ganha pelo discípulo. Como este protelasse muito sua actividade jurídica, Protágoras o leva ao tribunal
com o seguinte ema de acusação: “Se meu discípulo perde este processo, a decisão do tribunal obrigá-la-á a
pagar-me; se ele ganha a causa, terá, igualmente, de pagar-me de acordo com o contrato que estabelecemos”. O
discípulo mostrou à altura do mestre quando respondeu: “Se ganhar este processo, nada terei que pagar, porque
essa é a decisão dos juízes: se perder, igualmente nada terei que pagar, porque assim ficou estipulado no
contrato com Protágoras. Como se vê, de qualquer maneira, nada terei que pagar”.

Citações

 “O homem é a medida de todas as coisas: daquelas que são por aquilo que são e daquelas que não são
por aquilo que não são”.
2º Vida e Obras de Augusto Comte

Comte, o maior filósofo da Humanidade, nasceu em Montpellier, no sul da Franca em1798, nove anos após o
inicio da Revolução Francesa em 1789 e morreu em Paris em 1857. A sua assombrosa inteligência foi logo
reconhecido aos 16 anos de idade, em 1814, quando Napoleão Bonaparte abdica e é restabelecida a monarquia a
favor de Luíz XVIII, irmão de Luiz XVI, quando Comte entra para a Escola Politécnica. Apaixonado pela
cultura, foi influenciado por Aristóteles, Bacon, Descartes, Hume, Condorcet, Diderot, considerados precursores
do Positivismo. Na sua primeira fase, Comte lia todos os livros que podia comprar, com sacrifício ate de sua
alimentação. Logo depois deixou de ler e começou a mediantar. Em 1817, com 19 anos de idade, descobre o
princípio da relatividade e em 1822, com 24 anos, no ano de nossa Independência, ao cabo de 60 horas de
mediação, sem dormir, descobre também a lei dos Três estados ou lei da inteligência, que lhe permitiu criar a
Sociologia – Ele é o Pai da Sociologia Positiva. Em 1825, com 27 anos, se casa com Carolina Massin, uma
mulher rivola, que não se adaptou ao mestre Comte. Devidas as atitudes desrespeitadoras desta mulher, Comte
teve uma crise nervosa em 1828, com 30 anos de idade; era um homem de sentimentos puros, e teve que
interromper as aulas que começara a ministrar as celebridades da época. Sua grande mãe veio a Paris e o ajudou
no seu restabelecimento. Logo que restabeleceu a saúde escreveu o seu curso de Filosofia Positiva, em seus
volumes, editados entre 1830 e 1842. Cabe aqui lembrar que Carolina, abandona o marido, que passou a lhe dar
uma pensão proporcional aos seus vencimentos de professor. Em fins de 1844, ai estava com 46 anos de idade
conhece Clotilde de Vaux, devota-lhe um grande amor platónico, estado amoroso que o leva a plena
criatividade. E mais fácil criar amando. Esta mulher muito inteligente, mostra ao mestre outras facetas, do
relacionamento humano, que o leva a criar a Moral Teórica e a Moral Pratica. Mas logo perde a sua Inspiradora
que falece em princípios de 1846. Augusto Comte se aproxima do Catolicismo, influenciado por Clotilde e
também por sua reminiscências de infância pois em frete à Igreja de santa Eulália. A amizade do filosofo com
os padres não significa um retrocesso à teologia, nem tampouco pode se considerar Positivista o literato
religioso Lamennais, que foi excomungado, pelo simples fato de ter lido o livro de nosso mestre. Em 1851 a
1854 (53 a 56 anos). Augusto Comte 4screve o Sistema da politica positiva em 4 volumes, que é o primeiro
Tratado de Sociologia e postula a separação Espiritual e Temporal (Igreja independente do estado). Em 1857,
com 59 anos vem a falecer, depois de definir e classificar as ciências, e criar a Sociologia Positiva e a Moral
Positiva. Sua vida foi um modelo de comportamentos para os discípulos e suas ideias impressionavam e
impressionam atem hoje os intelectuais de todos os países civilizados.

Obras de Augusto Comte

Sistema de Filosofia, Positiva, em 6 volumes – 1830-1842, 5 edição, 1892-1894 Verão Inglesa, por Miss
Matineau. 2 Volume. 1853: 3 edição 1893. Verão francês deste volume por M. Avezec Lavign, 1871. Nova
edição 1895.

Sistema de Politica Positiva, ou Tratado de Sociologia instituindo a Religião da Humanidade, 4 vol. Paris 1851-
1854: 2 edição. 1881-1884: 3 edição Tradução para o Inglês por Richarde Congreve e outros.

Catecismo Positivista, ou Sumaria Exposição da Religião Universal, 1 volume, Paris 1852; 2 edição, 1874; 3
edição. Nova edição 1891, com prefacio de J. Lagarriue e notas de Miguel Lemos.
Apelo aos Conservadores: 1 volume, Paris 1855, 2 edição Tradução em Inglês e Português.

Síntese Subjectiva, ou Sistema universal das Concepções próprias do estado Normal de Humanidade. 1
Volume. Paris, 1856, tomo 1 único publicado, contendo o Sistema de Lógica de Positiva ou Tratado de
Filosofia Matemática. 2 Edição.

Testamento, Orações Quotidianas, Confissões anuais e Correspondências com Madame Clotilde de Vaux.
1 Volume, Paris 1884. 2 Edição Tradução Inglesa do Testamento.

Circulares Anuais (1850-1857) 1 volume Tradução Inglesa.

Tratamento Filosófico D’Astronomia Popular. 1 vol. Paris, 1841: 2 edição. 1893.

Tratado elementar de Geometria Analítica. 1º Volume, Paris, 1841; 2 edição, precedida da Geometria de
Descartes, em 1895, Tradução para Português, por vários alunos da Escola Militar Rio de Janeiro, - Esgotada.

Cartas à M. Vallat (1815-1844), Paris 1870.

Cartas à John Stuart Mill (1841-1844), 1 Volume Paris 1877.

Correspondências Inéditas de Augusto Comte. Paris elaborado pela Sociedade Positivista – 1903 (4 volume).

Cartas de Augusto Comte à Diversos – Publicado pelos seus Executores Testamenteiros. Paris – 1902 – 3
volume
A vida e obra Willian James

Willian James escreveu sobre todos os aspectos humanos

Willian James teve a sua formação aberta a diversas influenciam. Interessado em várias disciplinas, escreveu
sobre todos os aspectos da psicologia humana, do funcionamento cerebral as experiencias religiosas. Ensinou
psicologia e filosofia na Universidade de Harvard e é considerado o pai do pragmatismo.

Entre 1865 e 1866, aos 23 anos, acompanhou a Expedição Thayer, liderada pelo professor Louis Agassiz. Nos
oito meses de estadia no Brasil, passados principalmente no Rio de Janeiro e na Amazónia, James rascunhou
cartas a seus familiares e um diário, e produziu desenhos de cenas da expedição, que expressam uma
consciência crítica e um distanciamento moral da ideia colonialista que norteava a expedição. Depois seguiu
para a Alemanha e estudou filosofia na Universidade de Berlim, entre 1867 e 1868. No ano seguinte, conseguiu
a graduação em medicina em Harvard, tornando-se professor de filosofia e anatomia a partir de 1873, e depois
de psicologia e filosofia, na mesma Universidade.

Também participou da Sociedade Americana para Pesquisas Cientificas. Sua primeira grande obra, de 1890, foi
“princípios de psicologia’’. Em 1897, escreveu sobre a adopção de uma crença religiosa, em “A Vontade de
Crer” e em 19’’. As variedades da Experiencia Religiosa: estudo sobre a Natureza Humana.
4º A Vida e Obra de Karel Kosik

Karel Kosik (26 de Junho de 1926 – 11 de Fevereiro de 2003) foi um militar e filosofo marxista de origem
tcheca. É um dos discípulo de Georg_Lukacs. Uma das sua principais e notáveis obras é o livro Dialéctica do
Concreto, publicado em 1963.

De 10, de Setembro de 1943 ate sua prisão pela Gestapo em 17 de Novembro de 1944, durante a ocupação
nazista da Checoslováquia, ele participou de um grupo comunista de resistência anti-nazi chamado “Predvoj”
( a Vanguarda) e foi um editor-chefe de um jornal ilegal”Boj miadych” (luta da juventude). Após a sua prisão
kisok foi acusado de alta traição. De 30 de Janeiro ate 5 de Maio 1945 ele foi permaneceu preso no campo de
concentração de Theresienstadt. De 1945 a 1947, a Kosik estudou filosofia e sociologia na Universidade
Carolina de Praga. Nos anos 1947 – 1949 ele também participou de cursos na Universidade de Leningrado e na
Universidade de Moscou na URSS. Em 1963 ele publicou sua obra “Dialéctica do Concreto”, onde trabalha
diversas categorias marxistas em termos de uma fenomenologia humanista, que lhe valeu uma reputação
internacional como um dos mais importantes filósofos do marxismo humanista. Durante a “Primavera de Praga”
de 1968 Kosik foi uma das principais vozes do socialismo democrático (juntamente com Ivan Svitak, outro
marxista humanista proeminente da Checoslováquia) este engajamento político levou à demissão de Kosik do
trabalho universitário em 1970, após o final do período de democratização. Ele permaneceu desempregado ate
1990, quando retornou à vida pública intelectual como um dos poços críticos sociais proeminentes da esquerda
na Europa Central.

Obras de Karel Kosik

 Ceska radikalni de democracie (Democracia Radical Checa), Praga 1958


 Dialektika konkretniho (Dialéctica de lo Concreto), Praga 1963, 1965, 1966
Moral und Gesellschaft
5º A Vida e Obra de Immanuel Kant

Immanuel Kant (17254-1804) foi um filósofo alemão, considerado um dos maiores da história e dos mais
influentes no ocidente.

Kant veio de família pobre e foi criado no seio da religião protestante. Leccionou geografia e iniciou a carreira
universitária ensinando Ciências Naturais. Em 1770, foi nomeado professor catedrático na Universidade de
konigsberg. Kant estabeleceu um sistema filosófico, operando uma resolução entre o racionalismo de Descartes
e Leibniz e o empirismo dos filósofos David Hume e John Locke.

Sua obra, critica da razão pura, visava colocar todas as questões sob análise racional, sem a confusão que os
sentidos poderiam causar para uma conclusão mais cuidadosa. Tentou, então, resolver o problema do
conhecimento racional e empírico, pois não concordava que a experiencia sensivelera limitada. Kant achava que
as impressões dos sentidos externos apenas matéria-prima para o conhecimento.

Kant negava que existia uma verdade última ou a natureza íntima das coisas. Por isso, propôs umas espécies de
código de conduta humano, surgido dai, ideias para outra obra famosa, o seu livro a critica da razão prática, que
funcionaria como leis éticas que regeriam os seres humanos. A estas leis, deu o nome de Imperativo Categórico.
Kant passou toda a sua vida na cidade onde nasceu, em Konigsberg, onde levou uma vida metódica
circunspecta.

Biografias relacionadas

Obras de Immanuel Kant

 Lidad y sociedad, Frankfurt am Mein 1968, 1970


 La nostra crisi attuale (Nuestra Crisis Actual), Roma 1969, Barcelona 1971
 Stoleti Markety Samsove (El siglo de Marketa Samsova), 1993, 1995
 Jinoch a smrt (Juventud y Muerte), Praga 1995
 Predpotopni uvahy (Pensamintos Antediluvianos), praga 1997
 Pos;edni eseje (Ensayos póstumos), praga 2004
6º A Vida e Obras de Thomas Kuhn

Thomas Kuhn nasceu em 18 de Julho de 1922, em Cincinnati, em Ohio, Estados Unidos. Formou-se em física
(summa cum laude) em 1943, pela Universidade de Harvard. Recebeu desta mesma instituição o grau de Mestre
em 1946 e o grau de Doutor em 1949, ambos na área de Física.

Após ter concluído o doutorado, Kuhn tornou-se professor em Harvard. Lecionou uma disciplina de ciências
para alunos de Ciências Humanas. A estrutura desta disciplina baseava-se nos casos mais famosos da história da
ciência, pelo que Kuhn foi obrigado a familiarizar-se com este tema. Este fato foi determinante para o
desenvolvimento da sua obra.

Em 1956 Kuhn foi leccionar História da ciência na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Tornou-se
professor efectivo desta instituição em 1961. Em 1964 tomou a posição de Professor M. Taylor Pyne de
Filosofia e História das Ciências, na Universidade de Princeton. Em 1971 Kuhn foi leccionar no Instituto de
Tecnologia de Massachusetts (MIT), onde permaneceu até encerrar sua carreira acadêmica.

Kuhn morreu em 17 de Junho de 1996, de cancro.

Obras

Seu primeiro livro foi A Revolução Copernicana, publicado em 1957. Mas foi em 1962, com a publicação do
livro Estrutura das Revoluções Científicas que Kuhn se tornou conhecido não mais como um físico, mas como
um intelectual voltado para a história e a filosofia da ciência.

Em uma entrevista cedida à filosofa italiana Giovanna Borradori, no ano de 1965, em Londres, Thomas Kuhn
explica sinteticamente seu percurso acadêmico até a construção deste texto, que se tornaria o referencial de
discussão entre os filósofos da ciência. Sua carreira inicia-se como físico e, até a defesa de sua tese de
doutorado, tinha tido poucos contatos com a filosofia. Sua justificativa para este pouco contato com a filosofia é
fundada principalmente na ocorrência da Segunda Guerra Mundial, pois havia, segundo ele, uma enorme
pressão para empreender carreiras científicas e um grande desprezo em relação às matérias humanísticas.

Todavia, foi na Universidade de Harvard, quando teve que preparar um curso de ciências para não cientistas,
que pela primeira vez, ele utilizou exemplos históricos de progressos científicos. Dessa experiência, Kuhn
percebeu que a o desenvolvimento da ciência, numa perspectiva histórica, era muito diferente da apresentada
nos textos de Física ou mesmo de Filosofia da Ciência. O livro Estrutura das Revoluções Científicas foi, então,
um texto produzido e direcionado a um público filosófico, mesmo não sendo um livro de filosofia. Isso porque,
conforme ele mesmo dizia, Kuhn criticava o positivismo sem conhecê-lo em profundidade, assim como não se
sentia influenciado pelo pragmatismo de William James e John Dewey.

A repercussão do seu livro foi tão grande na comunidade acadêmica que, já na segunda edição, em 1970, Kuhn
apresentou um pós-escrito, no qual seus pontos de vista são, em alguma medida, refinados e modificados. E,
para responder às acusações de irracionalismo, ele escreve, em 1974, um ensaio intitulado Reconsiderando os
paradigmas e, logo depois, desenvolve com maior profundidade as descontinuidades históricas, que foram
apresentadas em outro livro chamado Teoria do corpo negro e descontinuidade quântica - 1894-1912,
publicado em 1979.

A polêmica sobre a obra de Thomas Kuhn gira em torno da noção de paradigma científico e da
"incomensurabilidade" entre os paradigmas. Ken Wilber defende (em seu livro A União da Alma e dos
Sentidos) que a ideia de paradigmas proposta por Kuhn tem sido apropriada e abusada por grupos e indivíduos
que tentam fazê-la parecer uma declaração de que a ciência é arbitrária. Entretanto, a obra de Kuhn abriu espaço
para toda uma nova abordagem de estudos chamados Social Studies of Science(estudos sociais da ciência) que
desembocou no Programa Forte da Sociologia.
Especula-se que Kuhn tenha se apropriado de muitas das ideias de Ludwick Fleck (como paradigma, revolução
paradigmática, ciência normal, anomalias, etc), médico polonês que pouco escreveu sobre história da ciência e
que permaneceu e permanece desconhecido de muitos.
Vidas e Obras de Karl Raimund Popper

Karl Raimund Popper Nascido numa família de classe alta de origem judaica secularizada, foi educado na
Universidade de Viena. Concluiu o doutoramento em filosofia em 1928 e ensinou numa escola secundária entre
1930 e 1936. Em 1937, a ascensão do Nazismo levou-o a emigrar para a Nova Zelândia, onde foi professor de
filosofia na Universidade de Canterbury, em Christchurch. Em 1946, foi viver na Inglaterra, tornando-se
assistente (reader) de lógica e de método científico na London School of Economics[4], onde foi nomeado
professor em 1949. Foi nomeado cavaleiro da Rainha Isabel II em 1965, e eleito para a Royal Society em 1976.
Reformou-se da vida académica em 1969, apesar de ter permanecido activo intelectualmente até à sua morte,
em 1994. Recebeu a insígnia de Companheiro de Honra (Companion of Honour) em 1982.[5]

Popper recebeu vários prémios e honrarias no seu campo, destacando-se, entre outros, o prémio Lippincott, da
Associação Americana de Ciência Política, o Prêmio Sonning e o estatuto de membro da Royal Society, da
Academia Britânica, da London School of Economics, do King's College de Londres e do Darwin College de
Cambridge.

Obras

 A sociedade aberta e seus inimigos (2 volumes). São Paulo, EDUSP, 1974.


 Conhecimento objetivo: uma abordagem evolucionária. São Paulo, ed. da Universidade de São Paulo,
1975.
 A lógica da pesquisa científica. São Paulo, Cultrix, 1993.
 O realismo e o objectivo da Ciência (1o volume do pós-escrito à Lógica da descoberta científica).
Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1987.
 O universo aberto – argumentos a favor do indeterminismo (2o volume à Lógica da descoberta
científica). Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1988.
 A Teoria dos Quanta e o cisma na física (3o volume do pós-escrito à Lógica da descoberta científica).
Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1989.
 Conjecturas e refutações (O progresso do conhecimento científico). Brasília, Editora da UNB, 1994.
 Em busca de um mundo melhor. Lisboa, Fragmentos, 1989.
 Um mundo de propensões. Lisboa, Fragmentos, 1991.
 O racionalismo crítico na política. Brasília, Editora UNB, 1994.
 Televisão: um perigo para a democracia. Lisboa, Gradiva, 1995.
 Autobiografia intelectual. Brasília: UnB, 1977. 263p. (B)
 O eu e seu cérebro. Campinas: Papirus; Brasília: UnB, 1991. 513p. (B)
 Sociedade aberta, universo aberto. Lisboa: Dom Quixote, 1987. 112p. (B)
 A miséria do Historicismo. Tradução de Octany S. Mota e Leônidas Hegenberg. - São Paulo: Cultrix:
Ed. da Universidade de São Paulo, 1980.

Outras obras

 All life is problem solving. Londres, Routledge, 1999.


 Unended quest – an intellectual autobiography. Londres, Routledge, 1974.
 In search of a better world – Lectures and essays from thirty years. Londres, Routledge, 1992.
 The lesson of this century – with two talks on freedom and the democratic state. Londres, Routledge,
1997.
 The myth of the framework – in defense of science and rationality. Londres, Routledge, 1994.
Nome: Inocêncio Cardoso

Tema: Vidas e Obras

Docente:

Dr:______________________

Escola Secundaria de Maparra

Nampula, Outubro 2016


Nome: Inocêncio Cardoso

11ª Classe

Turma: B1

Tema: Vidas e Obras de:

 Protágoras
 Augusto Conte
 William James
 Karel Kosik
 Immanuel Karl
 Thomas Kuhn
 Karl Raimund Popper
Trabalho de carácter avaliativo na
cadeira de filosofia ensinado pelo
Professor licenciado em filosofia

Dr: Abatex

Escola Secundaria de Maparra

Nampula, Outubro 2016


Introdução

Na filosofia aprendemos a evitar os maus comportamentos e a perceber o porque das boas atitudes.

A “vida e obra” são o conceito central, muito importante que é tratado na fisologia.

A honra de se fazer respeito como cidadão moçambicano consciente dos seus direitos e deveres, dedicados por
alguns filósofos, são assuntos que vou tratar neste trabalho.

Este trabalho esta organizado em sete grandes partes a saber:

Vida e obras de:

 Protágoras
 Augusto Conte
 William James
 Karel Kosik
 Immanuel Karl
 Thomas Kuhn
 Karl Raimund Popper

O trabalho sendo de carácter avaliativo está organizado da seguinte forma: capa, contra-capa, índice,
introdução, conclusão e bibliografia. Tudo esta bem demonstrado nas paginas a seguir.
Conclusão

Durante o desenvolvimento do meu trabalho de filosofia que fala sobre a vida e obras de alguns filósofos
conclui que as obras deles são muito importante.

Conclui que Kant foi considerado um dos maiores das histórias e dos mais influentes no ocidente, Kant veio de
família pobre e foi criado no seio da região protestante.

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