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Entendendo a organização dos arquivos Apache 2
01/06/2006 Por: Adriano Meirelles

A principal característica do Apache é a modularidade. Ao invés de ser um

aplicativo grande e complexo, que tenta desempenhar sozinho todas as funções, o

Apache se limita a executar uma única tarefa: entregar páginas html e outros tipos

de arquivos aos clientes. Qualquer outra coisa é invariavelmente feita por um

módulo externo.

Por exemplo, quando você acessa uma página em PHP em um site que roda sobre

um servidor Apache, ele (Apache) lê o arquivo no disco e repassa a requisição

para o modphp, o módulo encarregado de processar arquivos PHP. Ele, por sua vez,

aciona o interpretador PHP, que processa a página e a entrega, já processada, ao

Apache, que, finalmente, a entrega ao cliente. Caso seja necessário acessar um

banco de dados (como no caso de um fórum), entra em ação outro módulo, como

o php4-mysql, que permite que o interpretador PHP acesse o banco de dados:

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Pode parecer estranho que depois de toda essa volta, o Apache ainda consiga

entregar a página processada em tempo hábil, mas é justamente essa divisão de

tarefas que permite que o Apache seja tão rápido e seguro. O trabalho é dividido

em várias partes e cada módulo é mantido separadamente por uma equipe que

entende do assunto e zela pelo desempenho e confiabilidade do código. Graças a

isso, é bastante raro que sejam descobertos problemas graves de segurança no

Apache ou no interpretador PHP, por exemplo. Quase sempre, os problemas de

segurança não estão no servidor Web em si, mas sim no gestor de conteúdo

(phpNuke, Xoops, phpBB, etc.) usado.

No Apache 2, esta arquitetura modular é extendida também aos arquivos de

configuração. No Apache 1.3, a configuração era centralizada no arquivo

“/etc/apache/httpd.conf”, enquanto no Apache 2 ela é dividida em vários arquivos.

À primeira vista, a organização do Apache 2 parece muito mais complicada, mas

depois de entender a coisa se revela muito mais simples e lógica:

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Todos os arquivos de configuração estão organizados dentro do diretório

“/etc/apache2”. Dentro dele, temos as pastas “sites-available” e “sites-enabled”,

que contém a configuração dos sites hospedados; as pastas “mods-available” e

“mods-enabled”, que armazenam a configuração dos módulos; o arquivo

“ports.conf”, onde vai a configuração das portas TCP que o servidor vai escutar; o

arquivo “apache2.conf”, que armazena configurações diversas relacionadas ao

funcionamento do servidor e a pasta “conf.d”, que armazena arquivos com

configurações adicionais.

O Apache é capaz de hospedar simultaneamente vários sites, cada um

representado por um arquivo de configuração diferente. Imagine o caso de uma

empresa de hosting que mantém um servidor com 2.000 pequenos sites. Quando

cada cliente registra seu site e assina o plano de hospedagem, você cria um novo

arquivo dentro da pasta “sites-available” com as configurações necessárias e um

link para ele na pasta “sites-enabled”.

Como os nomes sugerem, a primeira pasta armazena a configuração de todos os

sites hospedados no servidor, mas apenas os sites que estiverem presentes na

pasta “sites-enabled” ficam disponíveis. Quando é necessário suspender

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temporariamente um site por falta de pagamento, você simplesmente remove o

link na pasta “sites-enabled”, sem precisar mexer na configuração.

Ao invés de criar e remover os links manualmente, você pode usar os comandos

“a2ensite” e “a2dissite“, que fazem isso para você. Para ativar e desativar um site

configurado no arquivo “/etc/apache2/sites-available/kurumin”, por exemplo, os

comandos seriam:

# a2ensite kurumin

(ativa)

# a2dissite kurumin

(desativa)

Quando o Apache é instalado, é criado por padrão o arquivo “/etc/apache2/sites-

available/default”, que contém a configuração de um site “raiz”, que usa como

diretório de páginas a pasta “/var/www”. Se o seu servidor web vai hospedar um

único site, então essa configuração é suficiente. Mas, caso você queira hospedar

vários sites no mesmo servidor, é necessário criar uma pasta e um arquivo de

configuração para cada site adicional.

Seu servidor pode, por exemplo, hospedar o “joao.com.br” e o “maria.com.br”. Um

servidor DNS, mantido por você, é configurado para responder pelos dois domínios,

em ambos os casos dando o IP do seu servidor web. Na configuração do apache,

criamos os arquivos “/etc/apache2/sites-available/joao” e “/etc/apache2/sites-

available/maria”, um utilizando a pasta “/var/www/joao” e “/var/www/maria”.

Quando um visitante digita “http://joao.com.br”, o servidor da Fapesp (que

responde pelos domínios .br) vai passar a requisição para seu servidor DNS, que

responde com o endereço do seu servidor web. Ao acessar o servidor, o navegador

solicita o site “joao.com.br” e o servidor responde enviando o arquivo

“/var/www/joao/index.html” ou “index.php” ao cliente.

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Esta configuração parece bem complicada à primeira vista, mas na prática é

relativamente simples. Veremos mais detalhes sobre a configuração de servidores

Apache com vários domínios mais adiante.

Continuando, a mesma idéia das duas pastas separadas se aplica aos módulos. A

pasta “mods-available” contém a configuração e scripts de inicialização para

todos os módulos disponíveis, mas apenas os módulos referenciados (através de

um link) na pasta “mods-enabled” são realmente carregados.

Muita gente simplesmente cria e deleta os links manualmente, mas isso pode ser

feito mais rapidamente usando os comandos “a2enmod” e “a2dismod”, que ativam

e desativam módulos específicos. Para desativar o suporte a PHP, por exemplo,

você usaria o comando:

# a2dismod php4

Para ativá-lo novamente, usaria:

# a2enmod php4

Uma vez que um determinado módulo é ativado, ele fica automaticamente

disponível para todos os sites hospedados no servidor. Lembre-se de que, ao mexer

na configuração dos módulos ou sites, é sempre necessário recarregar a

configuração, para que a alteração entre em vigor:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Você tem o mesmo efeito se simplesmente reiniciar o Apache, mas isso não é

aconselhável em um sistema de produção, pois vai derrubar temporariamente

todos os sites hospedados no servidor ;). Note que, no Apache 1.3, toda a

configuração de módulos e sites ia diretamente no arquivo httpd.conf, que o

tornava muito mais complexo.

Outra configuração que foi desmembrada é a configuração de portas, que foi para

o arquivo “ports.conf“. Originalmente o arquivo vem com uma única linha:


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Listen 80

É aqui que você altera a porta padrão do seu servidor ao disponibilizá-lo em uma

conexão via ADSL (onde a operadora bloqueia a porta 80) ou adicionar novas

portas, como faremos mais adiante ao ativar o SSL, por exemplo.

Alguns serviços de banda larga, como, por exemplo, o Speedy da Telefonica,

bloqueiam a porta 80, obrigando os usuários a manter seus servidores em portas

alternativas. Você pode também alterar a porta para manter o seu servidor um

pouco mais secreto, principalmente se for utilizada uma porta acima de 1024, já

que, além do endereço IP ou domínio, os visitantes precisariam saber também a

porta do servidor. Ao usar uma porta diferente da padrão, é preciso incluir a porta

usada na URL, como em: http://seu-site.com.br:8080.

Para fazer com que seu servidor escute também a porta 8080, você adicionaria

uma nova linha, como em:

Listen 80

Listen 8080

No caso do Apache 1.3, a configuração da porta vai dentro do arquivo

“/etc/apache/httpd.conf”, na linha “Port 80”. Basta alterar o 80 pela porta

desejada, salvar o arquivo e reiniciar o Apache para que a alteração entre em

vigor. Se você quiser que o servidor escute em várias portas simultaneamente, use

a diretiva “Listen” para adicionar as portas desejadas, como em:

Port 80

Listen 1080

Finalmente, chegamos ao arquivo “apache2.conf“, que agrupa o “resto” das

configurações. É ele que você vai alterar quando, por exemplo, precisar ajustar o

número de processos usados pelo Apache ou aumentar o número de conexões

simultâneas permitidas pelo servidor.

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Aciuly Garrido Mariano • 3 anos atrás


Tendo por base uma empresa cujo por que computacional é de 3.127 dispositivos. defina a
mascar de rede em notação decimal e em contagem de bits.identifique a rede: 92.168.X.X?

to com duvida
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Oseias Diniz • 3 anos atrás


Em uma empresa o administrador de rede precisa calcular o endereçamento para interligar
uma pequena rede local no almoxarifado. Esta pequena rede, que é composta de 09 (nove)
estações de trabalho, precisa ficar em uma rede separada. Para esta distribuição o
administrador tem um classe C. Qual a melhor máscara para que não haja desperdício de
endereços IP.
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Maurício dos Santos Fried > Oseias Diniz • 3 anos atrás


A máscara é um /28 que endereça 14 hosts válidos.
255 255 255 240
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255.255.255.240
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Jerônimo_de_Castro • 5 anos atrás


Alguém conseguiu usar o TightVNC no Ubuntu 14.04? Segui os passos:

$ sudo apt-get install tightvncserver (Instalação)

$ vncserver (Cadastrei a senha e iniciei o servidor)

$ vncviewer 192.168.1.100:1 (localhost + número da sessão)

A única coisa que aparece é uma TELA CINZA com com o cursor do MOUSE em formato de
X.

Tentei em vários ambientes como Gnome, Unity, Mate e XFCE, mas o resultado é o mesmo.

Só consegui com sucesso no Debian. Alguém que tenha passado por isso no Ubuntu,
conseguiu resolver o problema?
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Denyfer Prado Coutinho • 5 anos atrás


Fiz a instalação do Ubuntu 14.04, e instalei tudo conforme seu tutorial, porém quando tento
entrar com os usuários nos terminais leves digito o usuário e a senha, o sistema começa a
logar e retorna para a tela de login. Não consegui compreender o motivo, teria como me
auxiliar?
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Nilson da Silva (TerraSkilll) > Denyfer Prado Coutinho • 5 anos atrás


Olá, Denyfer. Você pode solicitar ajuda no fórum no link :
http://www.hardware.com.br/...
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Pablo Leandro Pippi • 8 anos atrás


Olá estou tentando implementar um servidor LTSP, mas minha rede ja tem um servidor proxy
com dhcp, o que devo fazer?
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Felipe Sampaio • 9 anos atrás


Olá. Utilizo o squid e atribui o ip via dhcp associado ao endereço MAC, tudo funciona perfeito.
O problema é que se eu tenho um determinado IP que é liberado para acesso a internet e um
usuário pega essa ip e atribui manualmente a sua máquina ele consegue navegar(desde que
a outra não esteja ligado). Como evitar que esse ip seja atribuido a outro endereço MAC do
que foi configurado no dhcpd.conf?

Obrigado.
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gutemberg nunes rodrigues > Felipe Sampaio • 3 anos atrás


i é d dh
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pppoe ao invés de usar dhcp-server.
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Lucas Schirm • 9 anos atrás


Desculpe a ignorância, mas isso também funciona com o IPV6? É a mesma coisa?

Agora estou trabalhando na <a href=http://www.emc.com.br>EMC Computadores</a> vou


precisar aprender algumas coisas de configuração de rede.

Desde já obrigado,

Lucas schirm

http://www.emc.com.br
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ch • 9 anos atrás
Parabéns pelo trabalho, pena que não são todos que compartilham o conhecimento assim.
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gutemberg nunes rodrigues > ch • 3 anos atrás


para o os copia e cola ganhar uma grana extra.
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Jeferson Ferreira Lemos > gutemberg nunes rodrigues • 3 anos atrás


Para de falar merda, mano
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manoel vasconcelos • 9 anos atrás


ei, muito obrigado pelas dicas. com certeza eu vou me divertir bastante com esses números.
eu queria saber é quantos host eu posso instalar na classe A.
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Renato Silva • 10 anos atrás


Sr., configurei um servidor postfix com o squirrelmail e está funcionando normalmente mas
meu problema é que quando vou configurar o outlook dos clientes como pop3 (como estava
no servidor anterior) todos os passos do teste funcionam exceto o "fazer logon no servidor de
entrada". alguem pode ajudar???

fico no aguardo, desde já muito obrigado!!!


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Igor Cardoso • 10 anos atrás


Muito bom, gostei bastante isso ja me deu uma melhor visao para concluir o meu projeto de
rede em um cliente onde estou implantando um servidor de internet.
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Policarpo • 10 anos atrás


QUE LIVRO MAIS LEGAL ESTE CARA SABE REDES
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QUE LIVRO MAIS LEGAL ESTE CARA SABE REDES
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lcnrj • 10 anos atrás


/etc/skel/ só tem os arquivos ocultos .bash_logout , .bashrc,.directory,.profile . Como
configurar o kde para todos os users nessa situação? Obrigado
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Petronio Padilha > lcnrj • 9 anos atrás


coloque tudo aquilo que voce gostaria que fosse comum a todos.

mkdir -p Imagens/Fotos Imagens/Wallpapers Desktop Downloads Documentos


Videos/Pessoal Videos/Publico

arquivos...

pastas...

arquivos ocultos...

etc...

tudo que tiver no skel... quando for criado um usuario sera feita uma copia de todos
estes arquivos e diretorios para o user iniciado...
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Jonas • 10 anos atrás


Olá Autor do Postfix da Hardware

PARABENS pelo exemplo !!! Congratulations indeed !!!

É o primeiro exemplo de MUITOS que tentei fazer e que FUCIONOU. ;-D

Nao quebre a cabeça por ai! Apenas siga todos os passos deste tutorial show de bola que
FUNCIONARÁ "de prima".

Já estava desmotivado com as várias tentativas, pois tem muitos exemplos na internet que
nao sao completos, ou corretos e os novatos ( newbies ) quebram a cabeca rsrs.

Este exempo não é "Tabajará" it is made by pros!

Very good guys !

Jonas / SC

Sábado - 05/06/2011 - 1:31 - Fui dormir como uma criança feliz que conseguiu instalar com
sucesso o Postfix e baixar os emails no Outlook 2007 ;-D
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iosley • 10 anos atrás


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iosley 10 anos atrás
Ola

Tenho uma rede compartilhada com alguns visinhos tanto via radio como por fio e gostaria de
criar uma sub-red pra poder diferencia os setores ja que na minha casa funciona um cyber
com o msm link de internet e gostaria que as impressoras ficasem visiveis apenas para os
computadores do meu cyber. como eu faço isso usando esse principio das sub-redes ?

alguem pode me ajudar ?


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Dionathan > iosley • 10 anos atrás


Bem, só usar mascáras diferentes , no seu cyber use mascáras de 255.255.255.10 e
configure todas as máquinas suas com essa mesma mascára, assim só eles irão se
enxergar na rede...
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Luciana • 3 anos atrás


Uso o tightvncserver e funciona bem, mas por algum motivo não consigo rodar o wireshark
remotamente ele não abre. Vôce saberia me dizer o porque ? O acontece com ele. Obrigado
△ ▽ 1 • Responder • Compartilhar ›

Jonathan Andrade • 3 anos atrás


qual marca boa para hub usb pessoal
△ ▽ 1 • Responder • Compartilhar ›

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