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COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Unidade II
2 COMPONENTES PRINCIPAIS DE UM TEXTO
Para comunicar eficazmente, é es-
• Plano de trabalho; sencial planejar e organizar as idéias no
• Organização; texto, de tal forma que a redação fique
• Montagem de parágrafos. clara, concisa e objetiva.

2.1 Plano de trabalho

*O que você quer comunicar?;


5 *Para quem você quer comunicar? (qual o perfil do
interlocutor – “sua língua”);
*Quando você vai comunicar? (agendar ou imediato);
*Qual meio/veículo você vai utilizar? (e-mail, ofício, carta,
entre outros);
10 *Por que você vai comunicar? (o que você espera alcançar).

O tempo investido em planejamento evita mal-entendidos


que costumam aparecer e elimina a necessidade de contatos
posteriores para “consertar” o que não ficou claro na primeira
vez.

2.2 Organização
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Como todo texto, a redação deve ter uma introdução ao
assunto; em seguida, faça o desenvolvimento de suas idéias e,
finalmente, chegue à conclusão ou desfecho.
O texto da redação deve ser claro, direto, preciso, objetivo e
conciso. Use frases curtas e evite demasiadas intercalações ou
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ordens inversas desnecessárias.
O texto deve ter uma ordem direta que conduzirá o leitor à
essência do conteúdo, de forma objetiva.

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Unidade II

É importante lembrar que se deve anotar tudo o que vier à


cabeça, à medida que as idéias forem fluindo livremente. Depois,
deve-se fazer uma seleção, organizar as idéias e, finalmente,
preparar um roteiro, com os principais pontos do que se pretende
5 escrever, começando pelo principal.

2.3 Montagem de parágrafos

Quando vamos produzir um texto, colocamos no papel todas Parágrafo é a unidade de composi-
as idéias que nos vêm à mente, sem muita ordem, mesmo que ção do texto que apresenta uma idéia
pareçam absurdas. Após isso, que podemos chamar de brain- básica, à qual se agregam idéias secun-
dárias relacionadas pelo sentido.
storming ou “tempestade de idéias”, passamos a organizá-
10 las e desenvolvê-las. Assim é que começaremos a construir
os parágrafos. Eles se relacionam entre si, progressivamente,
governados por uma idéia central, para a qual convergem as
idéias periféricas ou secundárias.

2.3.1 Tipos de parágrafos

Ao levar em conta os três tipos de textos, o parágrafo padrão


15 apresenta-se sob três modalidades diferentes:

a) Parágrafo narrativo: Quando identificamos no parágrafo,


em princípio, os participantes (personagens) que criam uma
tensão e um clímax, já que a matéria-prima da narração é um
fato;

20 b) Parágrafo descritivo: Já que a matéria-prima da descrição


é a caracterização de um objeto, ou pessoa, ou animal, esse
parágrafo é atemporal e o autor deverá transmitir a imagem
mais próxima da realidade do que foi descrito;

c) Parágrafo dissertativo: Como a argumentação é matéria-


25 prima da dissertação, esse parágrafo deverá apresentar o
assunto a ser discutido, seu desenvolvimento e a conclusão.

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2.4 Tipos de textos


... de acordo com os objetivos de
uma redação, haverá predominância de
Dificilmente um texto é puro, isto é, apresenta apenas um tipo específico de tratamento do
características de um dos três tipos de textos: narrativo, descritivo assunto, que pode ser a descrição, a
ou dissertativo. Na maioria dos textos, há uma estrutura narração ou a dissertação.
dominante de um dos três tipos. Porém, é fundamental conhecer
5 essas diferentes formas de composição de textos, para usá-las
adequadamente, dependendo da comunicação a ser feita.
“Só se descreve o que pode ser percebido sensorialmente;
só se narra o que é factual, o que tem história, o que acontece
no tempo; só se disserta com juízos, raciocínios e idéias. Quem
10 disserta não conta fatos (função do texto narrativo), também
não retrata seres, como nas descrições: cita os fatos para
interpretá--los e relacioná-los, usa os seres nas articulações do
raciocínio. Portanto, de acordo com os objetivos de uma redação,
haverá predominância de um tipo específico de tratamento do
15 assunto, que pode ser a descrição, a narração ou a dissertação.”
(ANDRADE, 2004, p. 119)

Abordaremos, separadamente, essa tipologia textual:

I. NARRAÇÃO: É um relato centrado num fato ou


acontecimento (o quê?); há personagens (quem?) atuando e um O texto narrativo comporta respos-
tas para as perguntas:
20 narrador que relata a ação. O tempo e o ambiente (ou cenário)
• Como?
são outros elementos importantes na estrutura da narração • Quando?
(quando? onde?). Nem sempre ocorrerá a presença de todos • Onde?
esses elementos no texto narrativo. Porém, os imprescindíveis • Por quê?
Mas nem sempre responde a todas
são: o fato e o narrador. elas.

25 ELEMENTOS BÁSICOS DA NARRATIVA:

FATO NARRADOR

São elementos da narrativa:


1. NARRADOR: quem conta o fato.
• Tipos de narrador: em 1ª e em 3ª pessoa: narrador
30 onisciente e onipresente:

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a) Onipresente = narrador-personagem: 1ª pessoa – é


uma espécie de testemunha invisível de tudo o que acontece e,
com uma linguagem subjetiva, ele tenta passar para o leitor o
que as personagens estão sentindo e pensando;
5 b) Onisciente = narrador-observador: 3ª pessoa, o
narrador não participa dos acontecimentos, limitando-se a
contar sem se envolver, usando uma linguagem objetiva.
2. FATO: o acontecimento em si;
3. ENREDO: é a trama, comparada ao esqueleto da narrativa,
10 que dá sustentação à história; geralmente está centrado num
conflito, responsável pelo nível de tensão da narrativa;
4. AMBIENTE: é o espaço onde as personagens atuam e se
desenrola o enredo;
5. TEMPO: quando os fatos acontecem;
15 6. PERSONAGENS: são os seres que atuam, isto é, que vivem
o enredo.

Os participantes dos acontecimentos, normalmente, falam


ou dialogam. Essa fala das personagens é chamada de discurso,
que pode ser de três formas, dependendo de como o narrador a
20 reproduz: o discurso direto, o discurso indireto e o discurso
indireto livre.

a) discurso direto: reprodução fiel da fala da personagem,


como ocorre no exemplo seguinte:

Filho: Mamãe, me dá aí umas pratas prum sanduíche no


Bob´s?
Mãe: Como assim? “Me dá umas pratas aí”, sem aviso nem
nada? Que pratas são essas? Não dou. Chega! Toda hora dinheiro,
dinheiro, dinheiro... Você pensa que eu sou o Ministro da Fazenda?
Eu tenho cara de Delfim, tenho? Não dou nada.
Filho: Ué, essa daí quer ter as alegrias da maternidade sem
gastar um tostão.

(Millôr Fernandes, Conflitos de Geração)

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b) discurso indireto: quando o narrador usa suas


próprias palavras para reproduzir a fala de uma personagem.

Veja o exemplo:
• A menina afirmou que não bebia daquela água.

5 Se fosse utilizado o discurso direto, o trecho ficaria assim:

— Não bebo dessa água. – afirmou a menina. Ou:

• Afirmou a menina:
— Não bebo dessa água.

Obs.: Ao transformar um discurso indireto em direto, é


10 necessário adaptar os verbos.

c) discurso indireto livre: é um caso misto de reprodução


das falas das personagens, em que se fundem palavras do
narrador e palavras das personagens.

Observe o trecho do romance As Meninas, de Lygia Fagundes


15 Telles:

“Aperto o copo na mão. Quando Lorena sacode a bola


de vidro a neve sobe tão leve. Rodopia flutuante e depois
vai caindo no telhado, na cerca e na menininha de capuz
vermelho. Então ele sacode de novo. “Assim tenho neve
o ano inteiro.” Mas por que neve o ano inteiro? Onde é
que tem neve aqui? Acha lindo neve. Uma enjoada. Trinco a
pedra de gelo nos dentes.”

Na forma de discurso direto, teríamos:

(...) Então ele sacode de novo e diz:


— Assim tenho neve o ano inteiro.
Mas por que neve o ano inteiro? (...)

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Na forma de discurso indireto, teríamos:


Descrever é fazer uma fotografia
de algo ou alguém por meio de pala-
(...) Então ele sacode de novo e diz que assim tem neve o ano vras.
inteiro. (...)

II. DESCRIÇÃO: É construir imagens utilizando a linguagem


verbal. É caracterizar alguém ou alguma coisa. Nesse tipo
de texto, usam-se os cinco sentidos: visão, audição, tato,
5 olfato e paladar.

ELEMENTOS BÁSICOS DA DESCRIÇÃO:

SUJEITO PERCEBEDOR OBJETO PERCEBIDO

Vejamos os dois tipos de descrição:

1. Descrição subjetiva ou impressionista: quando a


10 descrição é feita com mais profundidade, mostrando até
características psicológicas da pessoa, personagem ou animal que
se está descrevendo. Parte-se de um ponto de vista pessoal.
2. Descrição objetiva ou expressionista: prende-se à
reprodução fiel de um objeto, pessoa, cena, personagem ou
15 animal, destacando-se com exatidão e precisão vocabular todos
os detalhes observados, aproximando-se bastante da imagem
real.
“Na descrição subjetiva, a interferência do autor é sempre
maior e costuma ser caracterizada pela emissão de juízos de
20 valor. Já na descrição objetiva, o autor interfere menos, tentando
passar-nos uma imagem mais próxima ao real, evitando os juízos
de valor.” (TERRA, 2001, p. 392)

III. DISSERTAÇÃO: É o texto em que se faz exposição de


idéias sobre um assunto, debate um tema com ponto de vista e
25 argumentação.

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ELEMENTOS BÁSICOS DA DISSERTAÇÃO


PONTO DE VISTA + ARGUMENTO O texto dissertativo caracteriza--se
Esse tipo de texto é o mais usado em nosso cotidiano. pela exposição de idéias e pontos de
Quando nosso filho pede o carro emprestado e o questionamos, vista, pela reflexão, chegando-se a uma
5 quando interrogamos e criticamos a realidade, defendemos conclusão. Esse tipo de texto exige
mais raciocínio, pois, para se discutir a
nossos direitos ou fazemos propostas de transformação do respeito de qualquer tema, é necessá-
mundo, estamos dissertando. Trabalha-se com dados, fatos, rio apresentar bons argumentos.
argumentos, para reforçar ou justificar as idéias. Na dissertação
deverá constar:

10 • Introdução: o tema e o ponto de vista;


• Desenvolvimento: argumentação (os porquês, os
exemplos);
• Conclusão: síntese reafirmadora das idéias (conclusão-
resumo e conclusão-proposta).

15 Existem dois tipos de dissertação:

1. Expositiva ou objetiva, que visa explicar, de modo


impessoal, uma idéia para esclarecimento de outras
pessoas, com intuito de informar (normalmente, não é
essa a modalidade exigida nos vestibulares). A dissertação
20 objetiva caracteriza-se pelo texto escrito em terceira pessoa.
Embora você saiba que o autor esteja nos transmitindo a
visão pessoal a respeito do tema, ele jamais aparece para
o leitor como uma pessoa definida. O autor expressa o que
sabe ou acredita saber sobre determinado assunto, usando
25 uma linguagem reflexiva, denotativa, clara e objetiva.
Sua meta, além de expor posições, pode ser a de levantar
elementos para uma possível análise e reflexão.
2. Argumentativa ou subjetiva, cujo objetivo é
persuadir, por meio de provas, argumentos e técnicas de
30 convencimento, procurando levar o interlocutor a pensar
como o autor do texto. Tenta convencer o leitor de que a
razão está com quem escreve. Um exemplo é a crítica de
cinema ou de teatro que se lê constantemente nos jornais.
Nesse tipo de dissertação, escrita em primeira pessoa, o
35 autor assume, de forma explícita, um caráter subjetivo,

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pessoal. Porém, devem-se evitar construções do tipo: “Na


minha opinião..”, “Eu acho que...” e outras parecidas.

2.4.1 Montagem do texto

� • Sempre inicie um texto na afirmativa;


� • Use os termos técnicos essenciais, ou seja, aquelas
5 estruturas que não podem ser substituídas (significado
entre parênteses);
� • Não escreva o que você não diria;
� • Cuidado com expressões de valor absoluto ou muito
enfático, como: certos adjetivos, superlativos e verbos;
10 � • Deve-se ter uma especial atenção também com os
termos coloquiais ou de gíria, estes podendo ser usados
apenas em casos muito especiais;
� • Cuidado com os gerúndios;
� • Faça o encadeamento dos leads de maneira harmoniosa
15 com os parágrafos seguintes;
� • Quando um parágrafo não está conectado com o
seguinte, ele se torna difícil de acompanhar e chato de
ler;
� • Após terminada a redação do texto, faça uma leitura
20 silenciosa dele, corrigindo-o e fazendo as alterações
necessárias.

2.5 Resumo

É a condensação do texto, a síntese das idéias principais


ou centrais. É necessário fazer uma leitura analítica do texto,
sintetizando-o.

2.5.1 Características de um resumo, segundo BARROS e


LEHFELD

25 1. Não resumir antes de levantar o esquema e preparar as


anotações de leitura;

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2. Ao redigir um resumo, use frases breves, objetivas,


acrescentando referências bibliográficas e observações de
caráter pessoal, se necessário;

3. O resumo compõe-se das seguintes fases:

5 • Ler e reler o texto, procurando entendê-lo a fundo;


• Procurar a idéia-tópico de cada parágrafo;
• Relacionar e ordenar as idéias dos parágrafos, parágrafo
por parágrafo;
• Escrever a síntese, formando frases com todas as idéias
10 principais;
• Confrontar a síntese com o original, para que nada de
importante seja omitido;
• Redigir, finalmente, com bom estilo e as próprias palavras.

2.6 Esquema

Reduz-se à enumeração dos elementos que fazem parte de


15 uma coluna textual. O esquema é realizado por meio de idéias
centrais do texto; é a representação gráfica do que se leu. Pode
ser feito com chaves e listagem numérica. Por exemplo: itens
I, II, III, IV, entre outros. Pressupõe a compreensão das relações
entre as partes; sem ela, não é possível esquematizar.

2.6.1 Características de um esquema, segundo BARROS e


LEHFELD

20 1. Fidelidade ao original;
2. Estrutura lógica;
3. Flexibilidade e funcionalidade (em uma só olhada, pode-
-se ter uma idéia clara do conteúdo).

2.7 Resenha

“É uma síntese geral, informativa e avaliativa sobre livros,


25 capítulos, artigos das mais diversas áreas do conhecimento e
que serve, por conseguinte, para orientar as opções e o interesse
do leitor em questão.” (BARROS e LEHFELD, 2004)

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2.8 Sinóptico

É a colocação do texto entre chaves.

2.9 Exemplos de resumo, resenha, esquema e


sinóptico, a partir do seguinte texto, extraído
de BARROS e LEHFELD, p. 23-24

“Durante toda a sua carreira como psicólogo, Maslow


interessou-se profundamente pelo estudo do crescimento e do
desenvolvimento pessoais e pelo uso da psicologia como um
5 instrumento de promoção do bem-estar social e psicológico.
Insistiu que uma teoria de personalidade precisa e viável deveria
incluir não somente as profundezas, mas também os pontos que
cada indivíduo é capaz de atingir. Maslow é um dos fundadores
da teoria humanista.

10 Forneceu considerável incentivo teórico e prático para


os fundamentos de uma alternativa para o behaviorismo1 e a
psicanálise, correntes estas que tendem a ignorar ou deixar de
explicar a criatividade, o amor, o altruísmo e os grandes feitos
culturais, sociais e individuais da humanidade.

15 Maslow estava principalmente interessado em explorar


novas saídas, novos campos. Seu trabalho é mais uma coleção
de pensamentos, opiniões e hipóteses do que um sistema
teórico plenamente desenvolvido. Sua abordagem em psicologia
pode ser resumida pela frase de introdução do seu livro mais
20 influente, Introdução à Psicologia do Ser. (FADIMAN, JAMES
et alii, 1986, p. 208)
______________________________________________________________________________________________

Behaviorismo: s.m. Teoria e método de investigação psicológica


1

que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e


dos animais, com ênfase nos fatos objetivos (estímulos e reações), sem fazer
recurso à introspecção.

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Está surgindo agora no horizonte, uma nova concepção da


doença humana e saúde humana, uma psicologia que acho tão
emocionante e tão cheia de maravilhosas possibilidades que
cedi à tentação de apresentá-la publicamente mesmo antes de
5 ser verificada e confirmada e antes de poder ser denominada
conhecimento científico idôneo.” (MASLOW, 1968, p. 27)

2.9.1 Resumo

Maslow sempre se interessou pelo estudo do crescimento


e desenvolvimento pessoais e o uso da psicologia como um
instrumento de promoção do bem-estar social e psicológico.
10 Forneceu incentivo para os fundamentos de uma alternativa
para o behaviorismo e a psicanálise, correntes estas que deixam
de explicar a criatividade, o amor, o altruísmo e outros grandes
feitos culturais da humanidade. É um dos fundadores da teoria
humanista.

2.9.2 Resenha

15 Obra: Teorias da Personalidade


Autor: Fadiman, James et alii, in cap. 9
Abraham Maslow e a Psicologia da Auto-Atualização, p. 260,
SP, Harbra, 1986, 7 e 8.

Trata-se de um capítulo que interessa a todos os estudantes


20 que desejam conhecer desde os dados biográficos do autor,
como a sua metodologia fundada no humanismo e no crédito
de que o ser humano não é tão mau como se pensa.
Demonstra interesse pela antropologia social, interessando-
se pelo trabalho dos antropólogos sociais, como: Malinowsky,
25 Mead, Benedict e Linton. Interessou-se pela Gestalt2 e pela
teoria e conceitos de auto-atualização.
________________________________________________________________________________________________

2
Gestalt: s.f. Teoria que considera os fenômenos psicológicos, como totalidades
organizadas, indivisíveis, articuladas, isto é, como configurações.

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Ao lidar com questões ligadas a valores, amor de deficiência


e do ser, ainda a psicologia transpessoal, afirma que: “Sem o
transcendente e o transpessoal ficamos doentes, violentos e
niilistas3 ou então vazios de esperança e apáticos”. (MASLOW,
5 1968, p. 12)

2.9.3 Esquema

1. Maslow interessou-se profundamente pelo estudo do


crescimento e desenvolvimento pessoais;
2. Como psicólogo, viu nessa disciplina um instrumento de
promoção do bem-estar social e psicológico;
10 3. Forneceu, teórica e praticamente, incentivo para os
fundamentos de uma alternativa para o behaviorismo e a
psicanálise que tendem a deixar de explicar a criatividade, o amor,
o altruísmo e os grandes feitos culturais, sociais e individuais da
humanidade.

2.9.4 Sinóptico

15 É bom lembrar que tanto resumos, resenhas e esquemas, quanto sinópticos devem fazer constarem as
informações da autoria e serem colocados em fichamentos, devidamente catalogados, para facilitar sua
localização e o manuseio.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3
Niilismo: s. m. 1. Redução a nada; aniquilamento. 2. Seita anarquista russa, que preconizava a destruição da ordem social
estabelecida, sem se ocupar de a substituir por outra. 3. Descrença absoluta.

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