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FUNDAÇÃO ARANTES DE ENSINO SUPERIOR, PÓS

GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO

PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO


PEDAGÓGICA – PREFOP

ATIVIDADE 3

Trabalho da disciplina Estrutura Educacional


Prof. Célia Furtado
Aluno: Jefferson Martins Machado Rosa

Goiânia
2020
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e indígena

Sancionada em 2003, a lei 10.693/2003, (estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,


para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura
Afro-Brasileira”, e dá outras providencias.) acrescentou no currículo obrigatório o ensino de história e
da cultura Afro Brasileira, e vem demandando mudanças no material didático, nas práticas adotadas pela
escola e na maneira de como os docentes ministram as aulas relacionadas a esses conteúdos.

A implementação da temática etino-racial nas escolas ainda está em construção, e exige do


educador estar em constante reflexão, sempre acompanhando o material didático, porem atentando-se a
historiografia recente a modo de trazer novas e atuais abordagens acerca do assunto.

O ensino da História e Cultura Afro Brasileira pode ser introduzido a partir de qualquer sério
do ensino fundamental, mas geralmente os professores esse assunto não é tratado no nos primeiros anos
do ensino fundamental, pois alegam que os alunos são pequenos demais pra entender os conceitos além
dos fatos, como por exemplo o racismo e o preconceito embutido nos fatos históricos. Esse ensino nas
escolas não se baseia a discutir apenas o preconceito e as questões raciais, porém algumas crianças
podem não ter uma ideia desenvolvida sobre o tema, e podem vir a reproduzir estereótipos sobre a
África, sobre os africanos e as pessoas negras no Brasil.

Em qualquer nível o professor pode trabalhar seus conteúdos referentes a lei 10.693/03, de
forma a não gerar o preconceito racial na sala de aula. Para isso o professor deve ter formação voltada
para esse assunto, ter a disposição material didático adequado, e uma vontade política de abordar essas
práticas da maneira correta, para enfim essa implementação no currículo oficial ter efetividade.

Desde a implementação da lei, os professores são desafiados a pensar no ensino da História e


Cultura Afro Brasileira fora da perspectiva eurocêntrica da História que que geralmente é aplicada no
currículo básico e nos materiais didáticos.

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