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Licensed to Marta Emanuella da Silva Rodrigues - martaemanuella83@gmail.

com
esse é um modelo base para direcionar o seu trabalho, siga
as regras da empresa que você está atuando para fazer o regimento
interno do seu cliente.
Introdução
O presente regimento visa criar condições indispensáveis à harmonia entre os
colaboradores do Restaurante XXXXXXX, bem como estabelecer as normas que
dirigem as relações de trabalho entre os colaboradores e o empregador no sentido
de atingir um objetivo comum.

É de total interesse que os nossos colaboradores tenham um ambiente laboral estável


e este regulamento tem também como objetivo garantir os direitos e deveres dos
mesmos.

Constituem assim objetivos a atingir pelo presente regulamento, a clarificação e a


orientação dos aspectos relacionados com o regime jurídico da duração e horário
de trabalho, faltas dos colaboradores e regime de férias de forma a compatibilizar a
atividade profissional com o funcionamento e operacionalidade dos serviços do
Restaurante XXXXXX

Seção I – Disposições Gerais


Artigo 1º
Âmbito
1. O regulamento interno é aplicável a todo o pessoal subordinado à disciplina e
hierarquia do Restaurante XXXXXXX
2. O regulamento serve para que todos os trabalhadores tenham acesso à
informação necessária acerca dos direitos e deveres que têm para com a empresa.
3. A regulamentação interna do Restaurante tem como objetivo a igualdade de
tratamento de todos os trabalhadores.

Seção II – Horário de trabalho


Artigo 1º
Período normal de trabalho e horário de trabalho
1. Entende-se por horário de trabalho a determinação das horas de início e de
termo do período normal de trabalho diário ou dos respectivos limites, bem como dos
intervalos de descanso.
2. Entende-se por período normal de trabalho o tempo que o trabalhador do
restaurante xxxxx, se obriga a prestar, medido em número de horas por dia e por
semana.
3. O período normal de trabalho diário não pode exceder oito horas por dia nem
quarenta horas por semana e é interrompido por um intervalo de descanso de
duração não inferior a uma hora, de modo a que os funcionários e agentes não
prestem mais do que cinco horas de trabalho consecutivo, salvo no caso de jornada
contínua.

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4. O horário de trabalho para os trabalhadores administrativos é das 9h às 17h, com
intervalo para almoço das 12h às 13h.
5. O horário de trabalho para os funcionários do restaurante xxxxx é das 16h às 24h.

Artigo 2º
Descanso diário
1. O trabalhador tem direito a um período de descanso de pelo menos onze horas
seguidas entre dois turnos de trabalho consecutivos.

Artigo 3º
Descanso semanal
1. O trabalhador tem direito a pelo menos um dia de descanso por semana.

Artigo 4º
Cumulação de descanso semanal e de descanso diário
Devem ser gozados, em continuidade, tanto o descanso semanal obrigatório como o
descanso diário.
Artigo 5º
Período de funcionamento e Período de atendimento
1. Entende-se por período de funcionamento o intervalo de tempo diário durante o qual o
restaurante pode exercer a sua atividade.
2. O período de funcionamento do Restaurante xxxxxxx, abrindo este às 8 horas e fechando
às 24 horas.
3. O período de funcionamento do restaurante é afixado de modo visível nos locais de
trabalho.
4. Entende-se por período de atendimento o intervalo de tempo diário durante o qual o
restaurante está aberto para atender o público, podendo este período ser igual ou inferior ao
período de funcionamento do mesmo.

Artigo 6º
Isenção de horários
1. O pessoal dirigente goza de isenção de horário, mas está obrigado ao dever
geral de assiduidade e ao cumprimento da duração semanal de trabalho
estabelecida por lei.

Artigo 7º
Trabalho por turnos

1. O trabalho por turnos é aquele em que, por necessidade do regular e normal


funcionamento do serviço, há lugar à prestação de trabalho em pelo menos dois
períodos diários sucessivos, sendo cada um de duração não inferior à duração média
do trabalho, havendo lugar à atribuição do Subsídio de Turno.

Artigo 8º
Regras de funcionamento
1. A prestação de trabalho por turnos está sujeita as seguintes regras:
a. Os turnos são rotativos, estando o respectivo pessoal sujeito à sua variação
regular;
b. Não podem ser prestadas mais de 5 horas consecutivas de trabalho;

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c. As interrupções para repouso ou refeição não superiores a 30 minutos incluem-se
no período de trabalho;
d. Não podem ser prestados mais de 6 dias consecutivos de trabalho, prevendo a
organização dos turnos um período mínimo de descanso semanal de 24 horas
seguidas;
e. O dia de descanso semanal deverá coincidir com o Domingo, pelo menos uma
vez em cada período de 4 semanas.

2. Excepcionalmente, sempre que se torne necessário prolongar um turno,


nomeadamente por falta do trabalhador que o devesse assegurar, será esse trabalho
considerado extraordinário.

Seção III - Trabalho Noturno


Artigo 1º
Duração do trabalho Noturno
1. Considera-se trabalho noturno aquele que é prestado entre as 22 horas de um
dia e as 7 horas do dia seguinte, e é remunerado com um acréscimo de 25%
relativamente à remuneração do trabalho equivalente prestado durante o dia.

Subseção IV – Trabalho Suplementar


Artigo 1º
Noção de trabalho suplementar
1. Considera-se trabalho suplementar o prestado fora do horário de trabalho.
2. Caso a isenção de horário limite a prestação de um determinado período de
trabalho, considera-se trabalho suplementar o que exceda esse período.

Artigo 2º
Condições de prestação de trabalho suplementar
1. O trabalho suplementar só pode ser prestado quando a empresa tenha de fazer
face a acréscimo eventual e transitório de trabalho e não se justifique para tal a
admissão de outro trabalhador.
2. O trabalhar é obrigado a realizar a prestação de trabalho suplementar, salvo
quando, havendo motivos atendíveis, expressamente solicite a sua dispensa.

Artigo 3º
Limites de duração do trabalho suplementar
1. O trabalho suplementar um limite de duração de cento e setenta e cinco horas
por ano.
2. O trabalho suplementar está sujeito a limites por trabalhador:
a. No caso de ser um trabalhador a tempo parcial, o limite de duração de oitenta
horas por ano ou o número de horas correspondente à proporção entre o respectivo
período normal de trabalho e o de trabalhador a tempo completo em situação
comparável, quando superior.
a. Em dia de trabalho normal, duas horas.
b. Em dia de descanso semanal, obrigatório ou complementar, ou feriado, um
número de horas igual ao período normal de trabalho diário.

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c. Em meio dia de descanso complementar, um número de horas igual a meio
período normal de trabalho diário.

Artigo 4º
Descanso compensatório de trabalho suplementar
1. O trabalhador que presta trabalho suplementar impeditivo do gozo do descanso
diário tem direito a descanso compensatório remunerado equivalente às horas de
descanso em falta.
2. O trabalhador que presta trabalho em dia de descanso semanal obrigatório tem
direito a um dia de descanso compensatório remunerado.
3. O descanso compensatório é marcado por acordo entre o empregador e o
trabalhador.

Artigo 5º
Registo de trabalho suplementar
1. O empregador deve ter um registo do trabalho suplementar em que são
anotadas as horas de início e fim da prestação do mesmo.

Seção V – Feriados e Férias


Subseção I – Feriados

Artigo 1º
Feriados Obrigatórios
1. Os feriados obrigatórios previstos no regulamento interno do restaurante são os
dias: 1 de Janeiro, Sexta-Feira Santa, Domingo de Páscoa, 25 de Abril, 1 de Maio, 10
de Junho, 15 agosto, 8 e 25 de Dezembro.

Artigo 2º
Feriados Facultativos
1. Os feriados facultativos são a terça-feira de Carnaval e o feriado municipal local.
2. Os feriados facultativos serão acordados mediante o contrato de trabalho ou
definidos entre o empregador e o trabalhador.

Subseção II – Férias

Artigo 1º
Direito a férias
1. O direito ao período de férias é irrenunciável para os trabalhadores do XXXXXXXX

Artigo 2º
Duração do período de férias
1. O período anual de férias mínimo conjecturado é de XX dias úteis.
2. São considerados dias úteis os dias da semana, de segunda-feira a sexta-feira,
excepcionando feriados.

Artigo 3º
Gozo das férias

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1. As férias podem ser gozadas até ao dia XXXXXX do ano civil seguinte, em
cumulação com as férias vencidas no início deste.

Artigo 4º
Marcação do período de férias
1. O período de férias é marcado mediante acordo entre o empregador e o
trabalhador.

Artigo 5º
Alteração do período de férias por parte da empresa
1. O empregador pode alterar o período de férias previamente marcado ou
interromper o decorrente por exigências imperiosas do funcionamento do
restaurante.

Artigo 6º
Alteração do período de férias por parte do trabalhador
1. Em caso de impossibilidade do gozo de férias por parte do trabalhador, este tem
direito à retribuição correspondente ao período de férias não gozado, ao gozo deste
até XXXXX do ano seguinte ou ao respectivo subsídio.

Artigo 7º
Efeitos da cessação do contrato de trabalho no direito a férias
1. Cessando o contrato de trabalho, o trabalhador tem direito a receber a
retribuição de férias bem como o respectivo subsídio correspondentes a férias não
gozadas.
2. Caso o contrato de trabalho não tenha uma duração superior a 12 meses, a
soma total das férias ou subsídio a que o trabalhador tem direito, não pode exceder
o proporcional do período anual de férias.

Seção VI – Regime de Faltas

Artigo 1º
Noção de falta
1. A empresa considera falta a ausência do local de trabalho durante o período de
trabalho em que deveria desempenhar a sua atividade.
2. Para efeitos de determinação de falta, no caso de os períodos de ausência
serem inferiores ao período normal de trabalho, os mesmos são somados.
3. Caso o horário de trabalho não seja regular, faz-se a média para determinar o
definido na alínea anterior.

Artigo 2º
Tipos de falta
1. As faltas podem ser justificadas ou injustificadas.
2. Na empresa xxxxxx o trabalhador terá a falta justificada:
a. Se a der nos xx dias seguintes ao dia em que contraiu matrimónio;

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b. Se estiver em isolamento profiláctico, determinado por doença
infectocontagiosa de pessoa que coabite com o trabalhador, comprovada através
de declaração da autoridade sanitária competente;
c. Mediante o falecimento de familiar;
d. Mediante assistência a familiar;
e. Para comparência a consulta médica ou realização de tratamento ambulatório;
f. Para comparência a consultas pré- natais, período de parto e amamentação;
g. Decorrente da religião professada pelo trabalhador;
h. Caso tenha estatuto de trabalhador-estudante;
i. Se a der para cumprimento de obrigações legais;
j. Se decorrer da suspensão preventiva aplicada no âmbito de processo disciplinar;
k. Por outro motivo impeditivo da presença em local de trabalho, considerada
legítima pelo departamento de Gestão de Pessoal.

Artigo 3º
Faltas por falecimento de familiar
1. O restaurante xxxxxxx, considera falta por falecimento de familiar o cônjuge,
parente ou afim;
2. O trabalhador pode ter a sua falta justificada:
a. Pereça o marido/mulher ou parceiro em comunhão de bens, parente ou afim em
primeiro grau na linha reta, até 5 dias consecutivos;
b. Pereça parente ou afim em primeiro[2] grau em linha colateral ou em segundo e
terceiro grau em linha reta ou colateral, até 2 dias consecutivos;
c. Caso o falecimento seja de um familiar em terceiro grau em linha reta ou
colateral, a falta é justificada, mas não remunerada.
3. A empresa considera este um fato imprevisível, e como tal aceita que a falta seja
comunicada o mais cedo possível, sem qualquer período de tempo máximo
estabelecido.

Artigo 4º
Faltas para assistência a familiar
1. Qualquer colaborador do xxxxx poderá faltar até xx dias por ano no caso de
precisar de assistir, em caso de doença ou acidente, o cônjuge, independentemente
da situação matrimonial, ou parente em qualquer grau da linha reta ascendente ou
segundo grau da linha colateral.
2. O trabalhador tem direito a mais xx dias por ano caso tenha de assistir a cônjuge
ou pessoa com quem viva em união de facto caso esta sofra de doença ou
deficiência crónica, e que esta seja indispensável;
3. A assistência a familiar na linha reta ascendente pode ser feita mesmo que o
familiar em questão não faça parte do agregado familiar do trabalhador;
4. A empresa exige ao trabalhador, para justificação da falta:
a. Prova da natureza impreterível da assistência;
b. Declaração escrita de outro membro do agregado familiar ou outros familiares
que, por não poderem faltar à atividade profissional, não prestou assistência no
mesmo âmbito.

Artigo 5º
Faltas para trabalhadores-estudantes

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1. Qualquer trabalhador pode ter a sua falta justificada nos termos subsequentes:
a. No dia da prova e no dia anterior à realização desta;
b. No caso de ter de realizar as provas em dias consecutivos ou mais que uma
prova no mesmo dia, os dias justificados são os mesmos que as provas a realizar,
incluindo dias de descanso semanal e feriados;
c. As faltas dadas de acordo com as alíneas anteriores não podem exceder os 4
dias por disciplina.
2. As faltas dadas segundo as alíneas anteriores não podem exceder os 4 dias por
disciplina, por ano letivo.
3. O trabalhador-estudante só pode usufruir deste direito durante dois anos letivos
relativamente a cada disciplina.
4. Só são retribuídas até xx faltas por ano letivo, caso sejam dadas devido a
deslocações necessárias à prestação de provas académicas, independentemente
do número de disciplinas.
5. A empresa considera prova de avaliação qualquer teste, exame ou outra prova,
oral ou escrita, ou apresentação de trabalho, desde que este substitua ou
complemente, e desde que determine, direta ou indiretamente, o desempenho e
aproveitamento académico.

Artigo 6º
Faltas para representantes sindicais
1. Um trabalhador que se encontre num cargo de representação coletiva de
trabalhadores no desempenho das suas funções e que exceda o crédito de horas
terá a sua falta justificada e contará como tempo de serviço efetivo, mas esta não
será remunerada.
2. Um trabalhador que seja delegado sindical e que se ausente por motivos
imprescindíveis ao exercício da sua função, terá a sua falta justificada e contará
como tempo de serviço efetivo, mas esta não será remunerada.
3. A falta terá de ser comunicada ao departamento de Gestão de Pessoal da
empresa, com um dia de antecedência e por escrito, sendo que a justificação terá
de conter as datas e o número de dias que o trabalhador em que o trabalhador se
vai ausentar ou, caso a ausência seja imprevisível, nas quarenta e oito horas
imediatamente seguintes.
4. Qualquer incumprimento das alíneas anteriores leva à injustificação da falta.

Artigo 7º
Comunicação da falta
1. No restaurante a falta deve ser comunicada pelo trabalhador com cinco dias de
antecedência no caso desta ser previsível. No caso de não o ser, a falta deve ser
comunicada consoante o definido nos artigos acima.

Artigo 8º
Efeitos das faltas justificadas
1. Os direitos de todos os funcionários da nossa empresa estão garantidos nos
termos das faltas justificadas, mas a retribuição não é garantida nos seguintes casos:
a. Doença, caso o trabalhador beneficie de algum apoio neste âmbito de
segurança social;

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b. Acidente de trabalho, caso o trabalhador beneficie de algum seguro ou subsídio
neste âmbito;
c. Assistência a familiar, nos termos do artigo (colocar artigo)
d. A lei assim a considere, caso exceda 30 dias por ano;

Artigo 9º
Faltas injustificadas
1. O Restaurante xxxx, considera falta injustificada toda a ausência do local de
trabalho e qualquer falta dada que não se inclua nos artigos da secção anterior.
2. O trabalhador terá falta injustificada:
a. Quando esta não estiver considerada nas alíneas do número anterior;
b. Não tenha sido entregue justificativa para a mesma;
c. A justificativa tenha sido entregue fora do prazo;
d. A justificativa não tenha sido aceite pelo departamento de Recursos Humanos.

Artigo 10º
Efeitos das faltas injustificadas
1. Qualquer falta injustificada corresponde automaticamente à perda de
retribuição, correspondente ao período em que ficou ausente.
2. Caso o trabalhador se apresente no restaurante com atraso injustificado:
a. Superior a sessenta minutos do início do seu horário de trabalho, o restaurante
pode não aceitar a sua prestação de trabalho durante o restante dia;

Seção VII - Controle de assiduidade e pontualidade


Artigo 1º
Comparência ao serviço
1. Os trabalhadores devem comparecer regularmente ao serviço, às horas que lhes
forem designadas e aí permanecer continuamente, não se podendo ausentar sob
pena de marcação de falta, salvo se para tal forem autorizados pelo superior
hierárquico.

Artigo 2º
Controle de assiduidade
1. Os trabalhadores devem comparecer regular e assiduamente ao serviço, cumprir
o horário estipulado e aí permanecer continuamente.
2. Todas as entradas e saídas são registadas num sistema de registo automático,
designado de marcação de ponto, mediante o tratamento de dados biométricos,
com recolha e processamento de informação.
3. Os serviços que não disponham ou de marcação de ponto, ou em caso de
avaria, devem proceder ao registo das entradas e saídas pela assinatura de folha de
ponto, que deverá ser semanalmente conferido pela chefia.
4. O incumprimento do disposto nos números 2 e 3 presume-se falta ao serviço.
5. Em caso de não funcionamento do sistema, a ausência de registo deve ser
comunicada, imediatamente, pelo trabalhador, junto do serviço de recursos
humanos e ao superior hierárquico, que rubricará a listagem onde constem as falhas.
6. Todo o tipo de faltas, férias e licenças deverão ser comunicadas
obrigatoriamente à Divisão de Recursos Humanos.

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Artigo 3º
Responsabilidade Hierárquica
1. Compete ao pessoal dirigente e de chefia, ou, na sua inexistência, ausência ou
impedimento, aos trabalhadores expressamente designados para o efeito, controlar
a assiduidade e pontualidade dos trabalhadores sob a sua dependência, ficando
responsabilizados pelo cumprimento das presentes normas.

Artigo 4º
Registo de assiduidade
1. É obrigatória a marcação de ponto das entradas e saídas, em cada um dos
períodos diários, através do cartão que registou.
2. O Serviço de Recursos Humanos entregará semanalmente aos respectivos
Superiores Hierárquicos, a listagem de ausências proveniente da marcação de Ponto
onde constem as picagens dos trabalhadores.
3. Essas listagens serão validadas pelos Superiores Hierárquicos e devolvidas ao
Serviço de Recursos Humanos.
4. Nos Serviços em que se mantenha, transitoriamente, o registo em folhas de ponto,
deve a assiduidade mensal ser comunicada ao Serviço de Recursos Humanos,
impreterivelmente até ao dia 5 do mês seguinte a que respeita, sendo que o
incumprimento tem implicação no processamento dos vencimentos do mês.

Artigo 5º
Atrasos
1. São permitidos atrasos até cinco minutos, desde que não excedam 20 minutos
semanais.
2. Caso se venham a verificar atrasos superiores a qualquer dos limites previstos no
número anterior poderá o trabalhador, em casos excepcionais e desde que
autorizados por forma escrita pelo superior hierárquico, compensar o período de
atraso no próprio dia ou no dia seguinte.
3. A violação reiterada do disposto no número um constitui fundamento para
instauração de procedimento disciplinar por violação do dever de pontualidade.
3.
Seção VIII – Parentalidade
Artigo 1º
Licença para assistência a filho
1. Os trabalhadores que são pais podem faltar ao trabalho para prestar assistência
inadiável e imprescindível a filho, em caso de acidente ou doença, mediante aviso
prévio ao empregador.
a. No caso de doença ou acidente de um filho menor de doze anos ou de um filho
com deficiência ou doença crónica (independentemente da idade), o limite de
faltas é até trinta dias ou durante todo o período de hospitalização.
b. No caso de doença ou acidente de um filho maior de doze anos e não maior, o
limite é até quinze.
c. Acrescenta-se mais um dia por filho adicional ao primeiro aos dias das duas
alíneas anteriores.
d. Os seguintes documentos são pedidos para a justificação da falta:
i. Declaração da imprescindibilidade e inadiabilidade da assistência;

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ii. Declaração de que o outro progenitor estava em atividade laboral e não
faltou ao trabalho pelo mesmo motivo;
iii. Comprovativo da hospitalização se for o caso.

Artigo 2º
Licença para assistência a neto
1. O trabalhador pode faltar até 30 dias consecutivos, a seguir ao nascimento de
neto que consigo viva em comunhão de mesa e habitação e que seja filho de
adolescente com idade inferior a 16 anos.
2. No caso de ter filho adolescente com idade inferior a 16 anos que viva na
mesma casa, o trabalhador pode faltar até 30 dias consecutivos para seguir os
primeiros dias do seu neto. Esse período é único para ambos os avós que pode ser
gozado por um ou por ambos em tempos parciais ou em períodos sucessivos.
3. Para poder exercer o seu direto da alínea anterior, o trabalhador tem de informar
com cinco dias de antecedência da sua intenção de faltar indicando:
a. O neto vive em comunhão de mesa e habitação;
b. O neto é filho de adolescente inferior a dezesseis anos;
c. O cônjuge ter uma atividade profissional, ou não mora na mesma coisa ou não
tem capacidade física ou psíquica para cuidar do neto.
4. Para substituir os progenitores, o trabalhador pode cuidar do seu neto em caso
de ele estar doente ou acidentado caso seja menor ou seja portador de deficiência
ou doença crónica.

Seção IX – Boas Práticas


Artigo 1°
Higiene Pessoal
1. Os funcionários devem cumprir com as regras de Boas Práticas estabelecidas pela
fiscalização sanitária e aplicadas neste estabelecimento
2. Não é permitido o uso de adornos, piercing, unhas pintadas e cumpridas, barba,
celulares, itens pessoais, na área de manipulação dos alimentos
3. O uniforme deve ser usado somente nas dependências internas do
estabelecimento
4. O funcionário se responsabiliza pela higienização e conservação do seu uniforme
5. O funcionário deve fazer uso de uniforme limpo, touca para proteção dos cabelos
e sapatos anti derrapantes durante seu período de trabalho.
6. O funcionário deve fazer a higienização correta das mãos, na frequência
necessária conforme capacitação e cartaz fixado no local de lavagem

Seção X – Disposições Finais


Artigo 1º
Divulgação
1. Encontram-se disponíveis cópias deste regulamento, para consulta de todos
os trabalhadores na sede: Rua xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

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