Você está na página 1de 9

1Ts Dicionários e Mapas

TESSALÔNICA

Capital da PROVÍNCIA romana da Macedônia, região que hoje faz parte da Grécia.
Paulo pregou ali (At 17.1-9).

TESSALONICENSES, PRIMEIRA EPÍSTOLA AOS

Carta escrita por Paulo para animar os cristãos de TESSALÔNICA a continuarem


firmes na fé e a viverem de um modo que agrada a Deus, não se preocupando
com a ressurreição dos mortos nem com o tempo da volta de Cristo.

TESSALONICENSES, SEGUNDA EPÍSTOLA AOS

Carta escrita por Paulo para corrigir falsas posições quanto à volta de Cristo. Alguns
diziam que o Dia do Senhor já havia chegado. Outros, certos de que Jesus
voltaria logo, estavam largando o seu trabalho e vivendo à custa dos outros
(3.10). Paulo fala do ANTICRISTO, que será derrotado por Deus (2.7-12). E pede
que os tessalonicenses fiquem firmes na fé, não dando ouvidos a ensinamentos
falsos.
1

TESSALÔNICA Cidade que recebeu o seu nome em honra de Thesalonike, irmã de


Alexandre, o Grande. Chegou a ser a cidade principal da Macedônia. Estava situada
nas grandes rotas comerciais entre a Itália e o leste do Egeu e do Danúbio. Paulo
pregou ali e escreveu duas epístolas à igreja desse lugar (At 17.1-9; 1 e 2Ts). Ver o
Índice de Mapas.
2

Paulo
[NT]
(a). Em Atos:
– Persegue a Igreja At 7.58; 8.1,3; 9.1-2.
– Conversão At 9.1-19; 22.6-16; 26.12-18.
– Pregação em Damasco e Jerusalém At 9.20-30.
– Em Antioquia da Síria At 11.25-26,30; 12.25.
– Primeira viagem missionária At 13.1—14.28 (Ver o mapa).
– Reunião em Jerusalém At 15.1-35.
– Segunda viagem missionária At 15.36—18.22 (Ver o mapa).

1
Kaschel, W., Zimmer, R., & Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005.
Dicionário da Bíblia de Almeida 2ª ed. Sociedade Bíblica do Brasil
2
Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005. Bíblia de Estudo Almeida - Revista e
Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil
NT Novo Testamento

1
– Terceira viagem missionária At 18.23—20.38 (Ver o mapa).
– Prisão em Jerusalém At 21.1—23.22.
– Em Cesaréia At 23.23—26.32.
– Viagem a Roma At 27.1—28.31 (Ver o mapa).
(b). Dados biográficos nas epístolas paulinas:
– Origem 2Co 11.22; Fp 3.5.
– Perseguição à Igreja 1Co 15.9; Gl 1.13-14; Fp 3.6; 1Tm 1.13.
– Chamamento (conversão) Rm 1.5; 1Co 9.1; 15.8; Gl 1.15-16; Fp 3.7-8;
1Tm 1.12-14.
– Na Arábia e Damasco Gl 1.17.
– Viagem a Jerusalém Gl 1.18-20.
– Viagem à Síria e Cilícia Gl 1.21-24.
– Nova viagem a Jerusalém Gl 2.1-10.
– Desejo de ir à Espanha Rm 15.24,28.
– Resistência face a face a Pedro em Antioquia Gl 2.11-14.
– Atividade apostólica Rm 15.17-33; 1Co 16.5-9; 2Co 1.8-11,15-16; 2.12-
13; Gl 4.13-14; Fp 4.10-20; 1Ts 1.5—3.13; 2Ts 3.7-8; 2Tm 1.15-18;
4.6-18; Tt 3.12; Fm 9-10.
– Sofrimentos 2Co 6.3-10; 11.23-33; 12.7-10; Gl 6.17; 2Tm 3.10-11.
– Dons e revelações Rm 15.18-19; 1Co 12.1-6; 14.18-19; 2Co 12.12.
– Outros dados pessoais 1Co 4.12; 7.7*; Gl 4.13; 6.17*; 2Tm 4.16-18.
3

PAULO (= pequeno) Apóstolo dos gentios. Saulo (= pedido de Deus), de acordo


com o seu nome hebraico, e Paulo, segundo o grego e romano. É conhecido no NT
especialmente com esse último nome (At 13.9). Nascido em Tarso de Cilícia e judeu
da Dispersão, chegou a ser um fariseu zeloso, bem preparado e inimigo obstinado do
Cristianismo (At 7.58—8.3; Fp 3.4-6). Na sua viagem a Damasco para prender os
cristãos, teve uma visão de Jesus ressuscitado e foi convertido à nova fé (At 9). A
partir daí, foi apóstolo de Cristo aos não-judeus do mundo mediterrâneo. O seu
trabalho missionário é narrado em At 13—28, e os seus ensinamentos são
encontrados nas epístolas escritas por ele, as quais fazem parte do NT.
4

PAULO [Pequeno]

Nome romano de SAULO, APÓSTOLO dos GENTIOS, o maior vulto da Igreja


primitiva (At 13.9). Israelita da tribo de Benjamim (Fp 3.5) e FARISEU (At 23.6),
era cidadão romano por ter nascido em TARSO. Foi educado em Jerusalém aos
pés de GAMALIEL (At 22.3; 26.4-5). De perseguidor dos cristãos (At 8.3),
passou a ser pregador do evangelho, a partir de sua conversão (At 9). De
Damasco foi à Arábia (Gl 1.17). Voltando para Damasco, teve de fugir (At 9.23-
25). Em Jerusalém os cristãos tinham receio dele (At 9.26-28), mas Barnabé o
levou aos apóstolos. Foi enviado a Tarso (At 9.30), e dali Barnabé o levou a
3
Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005. Bíblia de Estudo Almeida - Revista e
Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil
NT Novo Testamento
4
Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005. Bíblia de Estudo Almeida - Revista e
Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil

2
Antioquia da Síria (At 11.19-30). Com vários companheiros Paulo realizou três
viagens missionárias (At 13—20). Em Jerusalém enfrentou a fúria dos
opositores, indo parar em Cesaréia (At 21.17—23.35), onde compareceu perante
Félix, Festo e Herodes Agripa II (At 24—26). Tendo apelado para o Imperador,
viajou para Roma, onde permaneceu preso durante 2 anos (At 27—28; v. os
mapas das viagens missionárias de Paulo: PRIMEIRA VIAGEM DE PAULO,
SEGUNDA VIAGEM DE PAULO, TERCEIRA VIAGEM DE PAULO,
VIAGEM DE PAULO A ROMA). Ali escreveu Ef, Fp, Cl e Fm. Além disso
escreveu mais nove cartas (v. EPÍSTOLAS DE PAULO). Diz a tradição que foi
libertado e realizou trabalhos missionários por mais 3 anos. Foi preso novamente
e executado em Roma, provavelmente em 67 d.C., no tempo de NERO.
5

TIMÓTEO [Honrado por Deus; Honra a Deus]

Companheiro e ajudante de Paulo {#At 16.1-5; 17.10-15; 18.5; 19.21-22; 20.3-5; 2Tm 1.6;
4.9,21}.

Recebeu instrução religiosa de sua mãe e de sua avó {#2Tm 1.5; 3.15}.

Foi pastor da Igreja de Éfeso {#1Tm 1.3}.

v. ver
PRIMEIRA VIAGEM

PRIMEIRA VIAGEM DE PAULO


SEGUNDA VIAGEM DE PAULO

SEGUNDA VIAGEM DE PAULO


TERCEIRA VIAGEM DE PAULO

TERCEIRA VIAGEM DE PAULO


VIAGEM DE PAULO A

VIAGEM DE PAULO A ROMA


d.C. depois de Cristo
5
Kaschel, W., Zimmer, R., & Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005.
Dicionário da Bíblia de Almeida 2ª ed. Sociedade Bíblica do Brasil

3
TESSALÔNICA BIBLIAONLINE internet
Tessalônica, cidade da Macedônia, chamada em tempos mais antigos Termas
(‘Banhos Quentes’), achava-se situada sobre o golfo Termaico. o nome de
Tessalônica foi-lhe dado pelo general macedônio Cassandro, em honra de sua
mulher, que era irmã de Alexandre Magno. Sob o domínio romano foi a capital
de um dos quatro distritos da Macedônia, e a sede do governador provincial, ou
pretor, embora fosse uma cidade livre, administrada por ‘politarcas’ (At 17.6,8),
conservando-se ainda esta designação especial num arco de triunfo. A
situação de Tessalônica, a estação central na grande Estrada Egnaciana, que
da ilíria ia à Trácia através da Macedônia, e porto do mar numa excelente baía,
era causa de aumentar o seu negócio e as suas riquezas, atraindo a si, por
esse motivo, uma população mista de gregos, romanos, e judeus. É, ainda,
como sempre tem sido, uma floresceste cidade comercial, com o nome, agora
levemente modificado, de Salônica. A sua posição geográfica e importância
marítima tornavam-na um dos centros de propaganda evangélica na Europa.
Paulo trabalhou nesta cidade por pouco tempo, durante a sua segunda viagem
missionária (At 17.1 a 13). Enquanto ele ali permaneceu, mandaram-lhe os
filipenses determinado auxílio ‘não somente uma vez’ (Fp 4.16). Foi a terra de
Aristarco (At 27.2), e para ali foi Demas depois de ter deixado Paulo (2 Tm
4.10). A narrativa que vem no cap. 17 dos Atos revela a força da pregação de
Paulo aos judeus e prosélitos (‘gregos piedosos’). As epístolas sugerem que os
últimos membros da igreja foram principalmente gentios convertidos (1 Ts 1.9 -
2.14). o alto caráter da igreja, quanto à fé, zelo, e amor fraternal, transparece
nas palavras das epístolas.

EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES


m relação à igreja, à qual foram dirigidas estas cartas, *veja a palavra
Tessalônica. E a respeito da sua autoria, afirma-se com segurança que foram
escritas por S. Paulo. Com toda a probabilidade foram elas as primeiras
epístolas de S. Paulo. A sua DATA deve fixar-se pelo tempo da sua segunda
viagem missionária, em que se efetuou a sua primeira visita à Europa,
devendo, pois, ter sido entre 49 a 51 d.C., ou talvez entre 51 a 53 d.C. Em
Corinto é que as cartas foram escritas, e depreende-se o seu objeto da sua
exposição doutrinal. o Evangelho tinha sido, pela primeira vez, pregado em
Tessalônica por Paulo e Silas, pouco depois de terem saído da prisão em
Filipos. Na verdade, do que diz a epístola parece concluir-se que a igreja
constava principalmente de gentios (1 Ts 1.9), que certamente se haviam
convertido depois de ele ter falado por três semanas. As referências do
Apóstolo à sua maneira de viver entre os tessalonicenses implica uma
residência demorada naquela cidade. Paulo dirigiu-se primeiramente aos
judeus, como costumava fazer, e depois, com resultado ainda maior, aos
gentios. Forçado a sair da cidade pela violência dos judeus, deixou Paulo a
nova igreja em dificuldades. A sua ansiedade era grande a esse respeito, e por
isso, estando em Atenas, mandou ali Timóteo com o fim de animar e confortar
aqueles crentes, pois estavam expostos a grandes perseguições (1 Ts 3.1,2).
Timóteo, cumprida a sua missão, foi encontrar-se com S. Paulo em Corinto, e
descreveu-lhe a firmeza de fé dos cristãos de Tessalônica, o que foi para o
Apóstolo motivo de alegria e satisfação (1 Ts 3.6 a 9), sendo nele despertado o
desejo de visitá-los novamente. Mas, tendo sido por vezes contrariado nos
seus planos a este respeito, escreveu então de Corinto a primeira Epístola. os

4
pontos da primeira epistola constituem duas partes: (1) Na primeira parte (1 a
3), o Apóstolo mostra a sua satisfação e alegria pela maneira como os
tessalonicenses tinham recebido o Evangelho, e pela sua fidelidade e
constância no meio das perseguições, que tanto deviam afligi-los - justifica o
seu procedimento e o dos seus cooperadores na pregação do Evangelho, e
declara quanto lhe interessavam aqueles crentes que muito estimava. (2) o
restante da epístola está cheio de admoestações práticas - avisos contra o
pecado, em que era notável aquela cidade - exortações para que cultivassem
todas as virtudes cristãs, devendo eles observar de um modo especial uma
vida vigilante, sóbria e santa, de forma que fossem belas e esperançosas as
condições do seu viver (4.1 a 12, e 5). Palavras especiais de consolação são
dirigidas àqueles que choravam a morte dos seus queridos. Fala-lhes, com a
sua autoridade apostólica, da ressurreição das pessoas piedosas quando
viesse Cristo, a que se havia de seguir uma transformação de vida - e exorta-
os a que se animem nesta gloriosa esperança (4.13 e 5.11), acrescentando a
estas considerações uma série de breves conselhos, que são um resumo do
evangelho prático (5.12 a 23). Termina, depois de lhes recomendar que se
abstivessem ‘de toda forma de mal’, com saudação e bênção (5.22 a 28). A
Segunda Epístola foi escrita não muito depois da primeira. o seu principal
objeto foi corrigir a crença, existente entre os cristãos de Tessalônica, de que o
aparecimento do Salvador e o fim do mundo estavam próximos - e, além disso,
quis o Apóstolo protestar contra qualquer má aplicação da doutrina ensinada.
Com efeito, o erro daqueles crentes baseava-se, em parte, na má interpretação
dada a algumas expressões da sua primeira epístola - e parece ter sido
sustentado por alguns que pretendiam ser inspirados, chegando mesmo a
escrever cartas fictícias em nome do Apóstolo. Havia, também, alguns
indivíduos que sob pretexto de religião desprezavam as suas ocupações
seculares, entregando-se a uma vida desregrada. os pontos da segunda
epístola são os seguintes: Depois da saudação, o autor dá graças a Deus pelo
caráter cristão dos crentes tessalonicenses e pela sua firmeza na oração (1.2 a
11,12) e refere-se ao erro de quererem alguns antecipar o dia do Senhor.
Lembrando aos cristãos da Tessalônica o que lhes tinha ensinado, quando
estava com eles, diz-lhes que esses ensinamentos se referem mais ao
inesperado do acontecimento do que à sua proximidade, e que o grande fato
havia de ser precedido da ‘apostasia’, e do temporário domínio do homem do
pecado, esse espiritual usurpador, que, depois de removidos certos obstáculos,
havia de estabelecer um sistema de erro e engano, pelo qual seriam muitos
desviados (2.1 a 12) do verdadeiro caminho. Vêm depois as ações de graças e
as exortações práticas (2.13 a 3.5), seguidas de conselhos quanto ao modo de
tratar com membros desordenados, e as últimas mensagens e saudações (3.6
a 18). A feição característica das duas epístolas é a ausência de uma geral
exposição doutrinária e a insistência nas ‘últimas coisas’: a vinda do Senhor (1
Ts 1 a 2.19 - 3.13 - 4.15 a 5.3,23 - 2 Ts 1.7 a 2.12) - a ressurreição e glória
futura dos crentes (1 Ts 4.13 a 18 - 5.10 - 2 Ts 15 - 2.14). Quanto à passagem
de 2 Ts 2.6 a 10, *veja Anticristo.

5
6
7
8
9

Você também pode gostar