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CMCG AE2/2011 – FÍSICA 2º ANO DO ENSINO MÉDIO. 1ª CHAMADA 1


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Ten Thomaz
ALUNO N°: NOME: TURMA:
3ª QUESTÃO (12 escores)

MÚLTIPLA ESCOLHA

ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

2. (Fuvest-SP) Para que a água ferva à temperatura de 50 °C, deve-se


UD: I - Ass.: 5 - Obj.: b - ID: f - Tempo: 1
( A ) utilizar uma pequena quantidade de água.
( B ) utilizar uma panela com ótima condutibilidade elétrica.
( C ) utilizar uma chama muito intensa.
( D ) utilizar uma panela de pressão.
( E ) diminuir a pressão sobre a água.

2. (Fuvest-SP) Enche-se uma seringa com pequena quantidade de água destilada a uma temperatura um pouco
abaixo da temperatura de ebulição. Fechando o bico, como mostra a figura A, e puxando rapidamente o êmbolo,
verifica-se que a água entra em ebulição durante alguns instantes (veja figura B). Podemos explicar este
fenômeno considerando que
UD: I - Ass.: 5 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

( A ) na água há sempre ar dissolvido e a ebulição nada mais é do que a transformação do ar dissolvido em


vapor.
( B ) com a diminuição da pressão, a temperatura de ebulição da água fica menor que a
temperatura da água na seringa.
( C ) com a diminuição da pressão, há um aumento da temperatura da água na seringa.
( D ) o trabalho realizado com o movimento rápido do êmbolo se transforma em calor, que faz a água ferver.
( E ) o calor específico da água diminui com a diminuição da pressão.

2. (UCS-RS) A mudança de fase de uma substância depende não só da sua temperatura, mas também da pressão
sobre ela. A panela de pressão, dispositivo cuja finalidade é cozinhar alimentos em menos tempo, foi criada com
base nesse fenômeno. Sua ideia principal é conter uma quantidade de vapor para
UD: I - Ass.: 5 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1
( A ) aumentar a pressão sobre a água e diminuir sua temperatura de ebulição.
( B ) aumentar a pressão sobre a água e elevar sua temperatura de ebulição.
( C ) diminuir a pressão sobre a água e manter sua temperatura constante em 100 °C.
( D ) aumentar a pressão da água a fim de que ela não precise chegar a 100 °C.
( E ) diminuir a pressão sobre a água para que ela entre em ebulição em menos tempo do que numa panela
sem tampa.
2. (PUC-SP - adaptada) Observe as figuras a seguir sobre a formação das brisas marítima e terrestre.
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Durante o dia, o ar próximo à areia da praia se aquece mais rapidamente do que o ar próximo à superfície do
mar. Desta forma o ar aquecido do continente sobe e o ar mais frio do mar desloca-se para o continente,
formando a brisa marítima. À noite, o ar sobre o oceano permanece aquecido mais tempo do que o ar sobre o
continente, e o processo se inverte. Ocorre então a brisa terrestre.
Dentre as alternativas a seguir, a que explica, corretamente, o fenômeno apresentado é.
UD: I - Ass.: 6 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

( A ) um exemplo de convecção térmica e ocorre pelo fato de a água ter um calor específico maior
do que a areia. Desta forma, a temperatura da areia se altera mais rapidamente.
( B ) um exemplo de condução térmica e ocorre pelo fato de a areia e a água serem bons condutores térmicos.
Desta forma, o calor se dissipa rapidamente.
( C ) um exemplo de irradiação térmica e ocorre pelo fato de a areia e a água serem bons condutores térmicos.
Desta forma, o calor se dissipa rapidamente.
( D ) um exemplo de convecção térmica e ocorre pelo fato de a água ter um calor específico menor do que a
areia. Desta forma, a temperatura da areia se altera mais rapidamente.
( E ) um processo de estabelecimento do equilíbrio térmico e ocorre pelo fato de a água ter uma capacidade
térmica desprezível.

05. (UNIRIO – adaptada) A figura a seguir representa um corte transversal numa garrafa térmica hermeticamente
fechada. Ela é constituída por duas paredes. A parede interna é espelhada em suas duas faces e entre ela e a
parede externa existe uma região com vácuo. Assinale a alternativa que melhor explica o fato da temperatura de
um fluido, no interior da garrafa, manter-se quase que inalterada durante um longo período de tempo.
UD: I - Ass.: 6 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

( A ) a temperatura só permanecerá inalterada, se o líquido


estiver com uma baixa temperatura.
( B ) as faces espelhadas da parede interna impedirão totalmente
a propagação do calor por condução.
( C ) como a parede interna é duplamente espelhada, ela
reflete o calor que chega por irradiação, e a região de
vácuo evita a propagação do calor através da
condução e convecção.
( D ) devido à existência de vácuo entre as paredes, o líquido não
perderá calor para o ambiente através de radiação
eletromagnética.
( E ) qualquer material plástico é um isolante térmico perfeito,
impedindo, portanto, toda e qualquer propagação de calor
através dele.
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06. (Enem) O resultado da conversão direta de energia solar é uma das várias formas de energia alternativa de que
se dispõe. O aquecimento solar é obtido por uma placa escura coberta por vidro, pela qual passa um tubo
contendo água. A água circula, conforme mostra o esquema abaixo.

Fonte: Adaptado de PALZ, Wolfgang, "Energia solar e fontes alternativas". Hemus, 1981.

São feitas as seguintes afirmações quanto aos materiais utilizados no aquecedor solar:

I - o reservatório de água quente deve ser metálico para conduzir melhor o calor.

II - a cobertura de vidro tem como função reter melhor o calor, de forma semelhante ao que ocorre em uma
estufa.

III - a placa utilizada é escura para absorver melhor a energia radiante do Sol, aquecendo a água com maior
eficiência.

Dentre as afirmações acima, pode-se dizer que, apenas está(ão) CORRETA(S):


UD: I - Ass.: 6 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

( A ) I.
( B ) I e II.
( C ) II.
( D ) I e III.
( E ) II e III.

07. (U.F. Santa Maria-RS) As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mol de gás ideal são
UD: I - Ass.: 7 - Obj.: a - ID: f - Tempo: 1

( A ) calor, massa e volume.


(B) temperatura, densidade e pressão.
(C) temperatura, pressão e volume.
( D ) densidade, pressão e calor.
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( E ) densidade, massa e calor.

08. (PUC-MG – adaptada) Um gás perfeito sofre as transformações indicadas no gráfico pressão x volume
apresentado abaixo, onde o trecho BC é uma hipérbole.

Em relação às temperaturas dos estados a, b, c e d, é CORRETO afirmar que

UD: I - Ass.: 7 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

( A ) Ta > Tb > Tc > Td.


( B ) Ta < Tb < Tc < Td.
( C ) Ta < Tb ; Tb = Tc ; Tc > Td.
( D ) Ta > Tb ; Tb = Tc ; Tc = Td.
( E ) Ta > Tb ; Tb = Tc ; Tc < Td.

09. (Mackenzie) Certa massa de gás ideal sofre uma transformação Isobárica, com sua temperatura absoluta T
variando proporcionalmente ao seu volume V. Sendo P a pressão desse gás, a melhor representação gráfica
dessa transformação é:
UD: I - Ass.: 7 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 1

alternativa correta(A)

10. (UFMG) Um gás ideal, em um estado inicial i, pode ser levado a um estado final f, por meio dos processos I, II e
III, representados neste diagrama de pressão versus volume.

Sejam WI, WII e WIII os módulos dos trabalhos realizados pelo gás nos processos I, II e III,
respectivamente.
Com base nessas informações, é correto afirmar que
UD: II - Ass.: 1 - Obj.: b - ID: f - Tempo: 1

( A ) WI < WII < WIII


( B ) WI = WII = WIII
( C ) WI = WIII > WII
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( D ) WI > WII > WIII


( E ) WI = WII < WIII

11. (UFPB) Um inventor publica, num catálogo, uma tabela apresentada a seguir, referente a três máquinas térmicas,
A, B e C, todas operando entre fontes de calor, às temperaturas de 300 K e 500 K. Nessa tabela, Q representa o
calor que a máquina absorve por ciclo e W, o trabalho que ela realiza por ciclo.

De acordo com a Termodinâmica, não é possível construir apenas a(s) máquina(s)


UD: II - Ass.: 2 - Obj.:e - ID: f - Tempo: 1

( A ) A.
( B ) B.
( C ) C.
( D ) A e B.
( E ) B e C.

12. (UFLA-MG– adaptada) Um gás é submetido às seguintes transformações mostradas no diagrama a seguir. Desta
forma, é CORRETO.afirmar que no (na)
UD: II - Ass.: 2 - Obj.: a, b,c - ID: f - Tempo: 1

( A ) expansão isobárica AB, o gás cede calor (Q < 0).


( B ) expansão isotérmica AC, não existe troca de calor (Q = 0).
( C ) expansão adiabática AD, o gás não realiza trabalho (W = 0).
( D ) esfriamento isométrico AE, o gás recebe calor (Q > 0).
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( E ) esfriamento AE do gás, o trabalho realizado é nulo.

3ª QUESTÃO (4 escores)

SOMATÓRIO

ASSINALE A(S) PROPOSIÇÃO(ÕES) QUE RESPONDE(M) AO ITEM; SOME OS NÚMEROS A ELE ASSOCIADOS, SE
NECESSÁRIO, E ESCREVA O RESULTADO NO LOCAL ADEQUADO.

13. (UFMS-modificada) O gráfico abaixo representa duas curvas isotérmicas relacionadas a um gás ideal contido em
um recipiente que pode variar o seu volume.

Observe o gráfico e dê como resposta a soma da(s) proposição(ões) CORRETA(S).


UD: II - Ass.: 2 - Obj.:a, b,c - ID: M - Tempo: 5

01 Se o gás for submetido a um processo termodinâmico, partindo do estado A para o estado B, a pressão
do gás não varia e sua energia interna aumenta.
Se o gás passar por um processo termodinâmico, partindo do estado A, passando pelos estados D e C e
02 retornando ao estado A, a quantidade de calor trocada com o ambiente é igual ao trabalho realizado pelo
gás.

04 Se o gás passar por um processo termodinâmico, partindo do estado A para o estado C e retornando ao
estado A pelo mesmo caminho, o trabalho total realizado pelo gás é nulo.

08 Se o gás for submetido a um processo termodinâmico, partindo do estado A para o estado C, a


temperatura do gás não varia, mas haverá troca de calor com o ambiente.
SOMA:
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3ª QUESTÃO (4 escores)

VERDADEIRO OU FALSO

COLOQUE UM “X” NO RETÂNGULO COM V, QUANDO A SENTENÇA FOR DE SENTIDO VERDADEIRO, OU


NO RETÂNGULO COM F, QUANDO A SENTENÇA FOR DE SENTIDO FALSO.

14. (U.E. Ponta Grossa-PR – modificada) O gráfico abaixo representa uma sucessão de processos quase estáticos,
experimentados por uma determinada massa gasosa. Com respeito a esses processos, sabendo que as curvas T 1
e T2 são isotermas, pode-se afirmar que o processo:
UD: I - Ass.: 7 - Obj.:a,b - ID: M - Tempo: 3
AB é uma expansão isobárica e obedece
V F à Lei de Charles.
CD é uma compressão isocórica e
V F obedece à Lei de Charles.
BC é uma expansão isotérmica e obedece
V F à Lei de Boyle-Mariotte.
DA é uma compressão isotérmica e
V F obedece à Lei de Boyle-Mariotte.
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4ª QUESTÃO (43 escores)

DÊ O QUE SE PEDE

15. (Unicamp-SP– adaptada) No Rio de Janeiro (ao nível do mar), uma certa quantidade de feijão demora 40
minutos em água fervente para ficar pronta. A tabela abaixo fornece o valor da temperatura de fervura da água
em função da pressão atmosférica, enquanto o gráfico fornece o tempo de cozimento dessa quantidade de feijão
em função da temperatura. A pressão atmosférica ao nível do mar vale 760 mm de mercúrio e ela diminui 10 mm
de mercúrio para cada 100 m de altitude.
UD: I - Ass.: 5 - Obj.: a,b - ID: f - Tempo: 3

Com base nos dados apresentados, responda aos subitens abaixo.

a) Se o feijão fosse colocado em uma panela de pressão a 880 mm de mercúrio, em quanto tempo ele ficaria
pronto? (01 escore)

_________________________________________________________________________________
t = 20 minutos

b) Em uma panela aberta, em quanto tempo o feijão ficará pronto na cidade de Gramado (RS), à altitude de 800
m? (01 escore)

_________________________________________________________________________________
t = 60 minutos

c) Em que altitude o tempo de cozimento do feijão (em uma panela aberta) será o dobro do tempo de cozimento
ao nível do mar? (01 escore)

_________________________________________________________________________________
h = 1200 m
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16 (UFV-MG) A seguir, são apresentadas algumas informações importantes acerca de processos termodinâmicos
envolvendo um determinado gás ideal:

• A energia interna (U) do gás depende unicamente de sua temperatura absoluta (T).
• A variação da energia interna (ΔU) do gás pode ser dada por ΔU = Q – W, em que Q é a quantidade de calor
absorvida (ou cedida) pelo gás e W o trabalho realizado por ele (ou sobre ele).
• O trabalho realizado pelo gás ao se expandir é igual à “área sob a curva” no correspondente diagrama pressão
versus volume.

Analise agora a seguinte situação:

Um gás ideal de n mols encontra-se no estado termodinâmico 1. A partir desse estado, pode passar a um dos dois
estados 2 ou 3, por transformação isovolumétrica ou isobárica, absorvendo, do meio externo, respectivamente, 1
200 cal ou 2 000 cal. O diagrama abaixo ilustra essas transformações, bem como uma possível expansão
isotérmica do gás entre os estados 2 e 3, ao longo de uma curva abaixo da qual a área corresponde a 1 100 cal e
a área da região abaixo da curva que caracteriza a expansão isobárica corresponde a 1000 cal.

Utilizando as informações e os dados fornecidos, complete os quadros em branco da tabela seguinte,


apresentando os valores de Q, W e ΔU correspondentes a cada uma das transformações citadas.
UD: II - Ass.: 1,2 - Obj.:b-b,c - ID: M - Tempo: 5 (09 escores)

1200√ 0√ 1200√

2000√ 1000√ 1000√

1100√ 1100√ 0√

17. Com relação aos sinais do calor (Q), trabalho (W) e variação de energia interna (ΔU) na aplicação do 1 o princípio
da Termodinâmica, preencha os quadros abaixo conforme o modelo apresentado.
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ALUNO N°: NOME: TURMA:
(06 escores)

SITUAÇÃO Q SITUAÇÃO W SITUAÇÃO ΔU


Gás recebe calor +√ Volume do gás aumenta + Temperatura do gás aumenta +√
Gás perde calor -√ Volume do gás diminui -√ Temperatura do gás diminui -

Gás não troca calor 0 Volume do gás não varia 0√ Temperatura do gás não varia 0√
UD: II - Ass.: 1,2 - Obj.: b-a,b,c - ID: M - Tempo: 4

18. (UnB-DF - modificada) Sábado é dia de feijoada!


Cozinheiros sabem que o feijão preto costuma ser uma leguminosa difícil de ser cozida; logo, põe no, juntamente
com os demais ingredientes, em uma panela de pressão porque sabem que a temperatura dentro da panela pode
atingir valores bem mais elevados que o da ebulição da água em condições normais. Para a preparação de
quantidades maiores de feijoada, pode-se utilizar uma panela de 18 L (1,8.10 -2 m3). Nessa panela, a pressão é
controlada por uma pequena válvula de peso 0,81 N, que repousa sobre um tubinho de 30 mm 2 (3.10-5 m2) de
seção reta, por onde escoa o excesso de vapores, impedindo, assim, que a pressão se acumule perigosamente
além do necessário. No instante em que a válvula começa a liberar vapores, a panela apresenta temperatura de

127 °C (400 K) e de seu volume estão ocupados pela feijoada. Supondo que a massa gasosa no interior da

panela comporta-se como um gás ideal, determine:


UD: I - Ass.: 7 - Obj.: a,b – - ID: M - Tempo: 7

a) a pressão, em N/m2, no interior da panela no instante em que a válvula começar a liberar vapores, sabendo
que essa pressão pode ser obtida pela força que a válvula exerce sobre o tubinho e considerando desprezível a
ação da pressão atmosférica, pois na válvula, atua praticamente em todos os sentidos.
(02 escores)

P 0,81N N
p= = −5 2
= 2,7.10 4 2
A 3.10 m m

b) o volume livre dos gases no interior da panela, em m3. (02 escores)

c) o número de mols de gás que estarão presentes na panela no instante em que a válvula começar a liberar
vapores. Considere a constante universal dos gases perfeitos igual a 8,2 J/mol.K. (03 escores)

P.V = n.R.T√
2,7.10 .6.10-3 = n.8,2.400√
4

n = 0,049 mol√

19. (UFV – MG – adaptada) Uma amostra de gás ideal, inicialmente submetido à pressão P 0 e ocupando volume V0,
sofre uma transformação isométrica que faz sua pressão duplicar. Em seguida, uma expansão isobárica faz
dobrar o volume do gás. Logo após, a volume constante, a pressão do gás retorna ao valor P 0 e, finalmente, uma
compressão isobárica leva o gás de volta à situação inicial.
UD: II - Ass.: 1-2 - Obj.: b-a,b,c - ID: D - Tempo: 8
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Baseada nessas informações:

a) esboce, no diagrama abaixo "pressão x volume", relacionando as transformações sofridas pelo gás.
(05 escores)

b) determine, em função de p0 e V0, o trabalho realizado pelo gás durante a expansão isobárica.
(03 escores)

c) Sendo p0 = 2.105 N/m2 e V0 = 3.10-3 m3, determine a quantidade de calor que o gás recebe entre o início e o
final das transformações. (06 escores)

ζ ciclo = área√ = b.h √ = 3.10-3 . 2.105 = 6.102 J√

20. (PUCC-SP - adaptada) O esquema a seguir representa trocas de calor e a realização de trabalho em uma
máquina térmica. Os valores de T1 e Q2 não foram indicados, mas deverão ser calculados durante a solução
desta questão.
Considerando os dados indicados no esquema abaixo, e que essa máquina opera segundo um ciclo de Carnot,
calcule qual seria a temperatura T1, da fonte quente, em Kelvin.
(04 escores)
UD: II - Ass.: 2 - Obj.: d,e,f - ID: MD - Tempo: 8
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Pelo Princípio da Conservação de Energia, temos


que:

Como estamos considerando que a máquina opere como


um ciclo de Carnot, temos que as temperaturas
absolutas das fontes são diretamente proporcionais às
quantidades de calor por elas fornecidas, logo:

5ª QUESTÃO (06 escores)

DISCURSIVA

LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR E REDIJA UMA DISSERTAÇÃO NA CAIXA DE RASCUNHO , COM UM
MÍNIMO DE 5 (CINCO) E UM MÁXIMO DE 10 (DEZ) LINHAS, CONFORME ORIENTAÇÃO, APÓS REDIGI-LO
TRANSCREVA-O PARA A CAIXA DO TEXTO DEFINITIVO.

21. As máquinas térmicas não convertem todo o calor que recebem em trabalho mecânico. Mesmo nos potentes
motores dos carros de Fórmula 1 ou nas turbinas dos aviões, parte desse calor é dissipado para o ambiente.
Em 1824, o engenheiro francês Sadi Carnot concebeu uma máquina ideal que apresentava um rendimento maior
do que qualquer outra. Ela operaria segundo um ciclo reversível constituído de duas transformações isotérmicas
e duas adiabáticas.
As figuras a seguir mostram, por exemplo, o ciclo de operação de uma máquina ideal de Stirling e de Carnot.

Uma comparação com o ciclo de Carnot mostra que as duas máquinas possuem transferências de calor
isotérmicas nas temperaturas TQ e TF. Entretanto, as duas isotermas do ciclo de Stirling não são ligadas por
processos adiabáticos, como na máquina de Carnot, mas por processos a volume constante. Para aumentar
reversivelmente a temperatura de um gás a volume constante de T F para TQ (processos da figura) é preciso
transferir energia na forma de calor para a substância de trabalho a partir de uma fonte cuja temperatura possa
variar suavemente entre esses limites. Além disso, uma transferência no sentido inverso é necessária para
executar o processo 3-4. Assim, transferências reversíveis de calor (e variações correspondentes da entropia)
ocorrem em todos os quatro processos que formam o ciclo de uma máquina de Stirling, e não apenas em dois
processos, como em uma máquina de Canot.
A máquina de Stirling foi inventada em 1816 por Robert Stirlin. Essa máquina foi ignorada durante muito tempo,
hoje está sendo desenvolvida para uso em automóveis e naves espaciais. Uma máquina de Stirling com uma
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potência de 5000 cv já foi construída. Como são muito silenciosas, as máquinas de Stirling são usadas em alguns
submarinos militares.

O texto deverá conter:

Introdução, onde o aluno deverá:


- enunciar o 2o Princípio da Termodinâmica de acordo com Kelvin e Planck; (01 escore)
- conceituar máquina térmica; e (01 escore)
- explicar o que é o rendimento de uma máquina térmica. (01 escore)

Desenvolvimento, onde o aluno, com relação à máquina de Carnot deve explicar a relação que existe entre as
temperaturas em que opera e os calores trocados (01 escore)

Conclusão, onde o aluno deverá:


- descrever a particularidade que o rendimento da máquina de Carnot apresenta; e (01 escore)
- comparar o rendimento da máquina de Carnot com a máquina de Stirling. (01 escore)
UD: II - Ass.:2 - Obj.: d,e,f - ID: M - Tempo: 15

GABARITO
- o texto do aluno deverá conter:

É impossível construir uma máquina térmica que operando em ciclos, retire calor de uma fonte e o
converta em equivalente quantidade de trabalho mecânico √, onde máquinas térmicas são máquinas
que, operando ciclicamente, transformam calor em trabalho mecânico √ cujo rendimento é avaliado pelo
quanto a máquina aproveita, transforma em trabalho, de uma certa quantidade de energia √.
Com relação à máquina de Carnot, as temperaturas absolutas das fontes são diretamente
proporcionais às quantidades de calor por elas trocadas√.
Como as transferências de calor ocorrem em todos os quatro processos que formam o ciclo de uma
máquina de Stirling, e não apenas em dois, como na máquina de Carnot, pode-se afirmar que o
rendimento da máquina de Carnot é maior que o da Stirling √ o que comprova a particularidade que
apresenta o rendimento de uma máquina de Carnot que, teoricamente, é o máximo de rendimento que
uma máquina pode apresentar, entre duas temperaturas√.

RASCUNHO:
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5 ________________________________________________________________________________
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10 ________________________________________________________________________________
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TEXTO DEFINITIVO:
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5 ________________________________________________________________________________
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15 ________________________________________________________________________________

Correção gramatical e/ou apresentação da prova: 0,0 ponto.

BOA PROVA!

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