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PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA OPERADORES DE RPAS DATA: 13/08/2020

ÁREA / PROGRAMA: Gerência Setorial de Contingência FOLHA: 1 de 2


TÍTULO:
Programa de capacitação para operadores de RPAS da Gerência Geral de Segurança e Contingência.
GERÊNCIA TP/DSERV/SMS/SECONT/CONT

1. OBJETIVO

Este documento tem como objetivo relacionar os requisitos para o treinamento, capacitação e prática de
pilotagem profissional de RPAS por colaboradores da Transpetro que realizam operações com drones em suas
instalações, suas faixas de dutos ou no atendimento a emergências.

2. PRÉ-REQUISITOS

A capacitação dos operadores de RPAS demanda a realização prévia de treinamento fornecido pelo RH da
Transpetro, ou o treinamento compatível. Entende-se como exemplo de treinamento compatível:

• Curso de Pilotagem Profissional de RPAS Classe 3, oferecido pelo RH da Transpetro.

3. DETALHAMENTO DOS TREINAMENTOS TEÓRICOS

A formação dos operadores dos RPAS deve seguir modelos definidos pela instituição escolhida pelo RH da
Transpetro, que é considerado um treinamento mais detalhado e específico para a pilotagem de aeronaves
remotamente pilotadas. O modelo básico de treinamento deve possuir um formato direcionado à operação dos
RPAS a serem utilizados em atividades executadas pela Transpetro.

O treinamento “Curso de Pilotagem Profissional de RPAS Classe 3” consiste em ementa específica para a
operação de RPAS Classe 3, isto é, equipamentos com peso máximo de decolagem (PMD) até 25kg, classe em
que os equipamentos utilizados pela Contingência se enquadram. A ementa para este tipo de treinamento deve,
preferencialmente, conter estes assuntos:

Nota: O curso citado apresenta carga horária de 32 horas presenciais e 54 horas na modalidade à distância e é
apenas uma referência para a distribuição dos conteúdos exemplificados na ementa.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA TRANSPETRO, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-0381 REV. F ANEXO A - FOLHA 1/2.
RESPONSÁVEL: BRUNO DE MORAES LOPES (CHAVE: TSUC / ROTA: 740-9098)
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA OPERADORES DE RPAS DATA: 13/08/2020
ÁREA / PROGRAMA: Gerência Setorial de Contingência FOLHA: 2 de 2
TÍTULO:
Programa de capacitação para operadores de RPAS da Gerência Geral de Segurança e Contingência.
GERÊNCIA TP/DSERV/SMS/SECONT/CONT

4. PRÁTICA E APLICAÇÃO

A quantidade de horas de voo com as aeronaves remotamente pilotadas é essencial para garantir a operação
segura e confiável pelo piloto de RPAS. Tendo em vista este fato, é recomendável uma operação prática periódica
dos equipamentos de modo a garantir o pronto a operar e a habilidade dos pilotos envolvidos na atividade. Assim,
recomendamos a seguinte metodologia de prática e treino:

• Operação prática semanal ou mensal para exercício da pilotagem e avaliação técnica da aeronave.

Após a capacitação teórica dos treinamentos mencionados, recomenda-se a frequente de operação prática do
equipamento de modo a transmitir aos operadores dos RPAS a confiança necessária para a utilização segura do
equipamento. Portanto, é válido considerar a inclusão do uso destes equipamentos em exercícios simulados de
emergência quando possível ou atividades de rotina da instalação.

5. RECOMENDAÇÕES GERAIS

Por se tratar da operação de equipamentos com grau de risco de acidentes considerável, é obrigatória a
utilização de óculos de segurança de modo a proteger a visão do operador das hélices dos multirotores e contra a
projeção de partículas e objetos provenientes do deslocamento de ar produzido pelo equipamento.

É recomendável a aplicação de checklist pré-voo específico para garantir as condições de segurança e


operação segura antes da decolagem, durante a operação e o pouso do equipamento.

6. CHECKLIST PRÉ-VOO

Embora o RPAS não seja uma aeronave tão complexa quanto uma aeronave tripulada, seus operadores
necessitam verificar uma série de itens e realizar diversos testes antes de iniciar o voo. É importante ressaltar que
devem ser verificados todos os itens da relação de modo a garantir que todos os componentes estejam adequados
ao voo e as condições locais favoráveis à execução da atividade.

Cada voo deverá produzir um checklist que deve conter o nome dos pilotos envolvidos, data, local, descrição
da operação realizada e assinatura dos operadores daquele voo.

Quaisquer evidências, anormalidades ou anomalias identificadas durante a operação do equipamento deverão


ser assinaladas e detalhadas no campo de Observações do checklist.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA TRANSPETRO, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-0381 REV. F ANEXO A - FOLHA 2/2.
RESPONSÁVEL: BRUNO DE MORAES LOPES (CHAVE: TSUC / ROTA: 740-9098)

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