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Extensão

Construindo vivências,
Transformando a realidade

Desvendando as Doenças
Infecciosas de Ruminantes e
Equinos
Professora:
Idelvânia Nonato
Doenças Infecciosas
São doenças causadas por
microrganismos que podem entrar
no organismo por diferentes formas
e causas diferentes sintomas
Tétano
❑ Doença infecciosa tóxica

❑ Clostridium tetani

❑ Agente primário da doença

❑ Forma vegetativa ou esporulada


Epidemiologia

❑ Distribuição Mundial

❑ Países em desenvolvimento

❑ Locais onde a vacinação não é um hábito

❑ Taxa de mortalidade variando de 59% a 80%

❑ Fezes dos herbívoros – contaminação no ambiente


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❑ Os surtos são relacionados com higiene precária de instalações

❑ Utensílios utilizados no manejo

❑ A clínica está sempre ligado a ferimento

❑ Solução de continuidade

❑ Entrada de bactérias
Esporos Ferida Disseminação tecidual

Medula Via neuronal Toxina

SNC Via humoral


Sintomatologia

❑ Espasmos Muscular

❑ Movimentos rígidos dos membros ao


passo

❑ Dispneia

❑ Dificuldade de apreensão dos alimentos

❑ Mastigação e deglutição
❑ Orelha permanecem eretas e imóveis

❑ Cabeça distendida e a cauda elevada

❑ Hiperestesia e o prolapso da terceira pálpebra

❑ Casos mais graves, postura de cavalete

❑ Rigidez total do pescoço


❑ Sudorese e seguido de decúbito
❑ Morte
❑ Asfixia após a paralisia dos músculos
respiratórios

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Diagnóstico

❑ Sintomatologia

❑ Histórico de trauma

❑ Castração

❑ Feridas

❑ Provas biológicas

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❑ Esfregaço direto corado pelo Gram

❑ Ferida

❑ Coleta via baço

❑ PCR

❑ Sorologia
Profilaxia e Tratamento

• Curto prazo: Feridas ou cirurgias


• Soroterapia – soro antitetânico subcutâneo
• Proteção de 14 a 20 dias
• Vacina
• Imunoglobulina

➢ Antibióticos
➢ Relaxantes musculares
➢ Hidratação
➢ Nutrição parenteral
Mormo

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6 DE 16 DE JANEIRO DE 2018


❑ Bactéria Burkholdeira mallei

❑ Muares e asininos

❑ Regiões norte e nordeste

❑ Calor e umidade e manejo

❑ Animais agrupados em ambientes insalubres


Infecção
❑ Alimentos

❑ Água

❑ Solo contaminados com aerossóis

❑ Secreções nasais

❑ Fistulização de abcessos

❑ Urina e fezes contaminados


❑ Bactéria penetra na mucosa orofaríngea

❑ Nasal

❑ Intestinal

❑ Soluções de continuidade da pele

❑ Incubação – dias a meses

❑ Fase aguda - Edema de peito

❑ Óbito - 24 a 48 horas

❑ Fase crônica – Portador - Fadiga, apatia, tosse e emagrecimento


Sintomas
❑ Presença de nódulos nas mucosas nasais

❑ Pulmões, gânglios linfáticos, catarro e pneumonia

❑ A forma aguda é caracterizada por febre de 42ºC

❑ Fraqueza e prostração

❑ Pústulas na mucosa nasal

❑ Úlceras profundas

❑ Dispnéia

❑ Corrimento viscoso nas narinas


Zoonose

❑ Notificação imediata à Defesa Sanitária

❑ Isolamento da área da infecção e isolamento dos animais suspeitos

❑ Sacrifício – positivo

❑ Incineração e Desinfecção rigorosa dos alojamentos

❑ Suspensão das medidas profiláticas somente 120 dias após o último caso
constatado.
Equino positivo - Teste de maleinização
Leitura feita entre 48h -72h
Edema em pálpebra inferior e secreção ocular. Fonte:
Mota, RA (2000
Anemia Infecciosa
Equina
❑ Anemia infecciosa eqüina (AIE)

❑ Vírus do gênero Lentivírus da família Retroviridae

❑ O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por


toda a vida
❑ Febre do Pântano, Malária Eqüina, AIDS do cavalo, Mal do Cochilo
ou Cochilão

❑ Principais doenças que mais acomete equideos


❑ Transmitida por meio do sangue de um animal infectado

❑ Picada de insetos hematófagos ou por agulhas, leite

❑ Placenta (transmissão congênita)

❑ Sêmen (acasalamento)
É a mais difícil de diagnosticar
Febre (até 40,6º C)
FORMA AGUDA Apatia e perda de apetite
A morte pode sobrevir em 3 ou 5 dias

Apresentam crises periódicas da doença. • Pode


sobreviver por muitos anos. • Emagrecimento
FORMA CRÔNICA discreto; • Fraqueza, anemia e pouca resistência
para o trabalho.

ASSINTOMÁTICO Maioria dos equídeos é portador inaparente da


doença. • Apresentam baixa concentração de vírus
no sangue.
Diagnóstico
Prevenção
• Combater os insetos

• Adotar medidas higiênico-sanitárias na propriedade e nos utensílios


usados nos animais

• Utilizar arreios, esporas, entre outros utensílios individualizados

• Drenar pastos alagados

• Usar agulhas e instrumentos cirúrgicos individuais e esterilizados


A anemia não tem cura

Uma vez o animal infectado

Portador permanente

Forma crônica - podendo apresentar ou não


os sinais da doença
Dúvidas??
https://www.youtube.com/watch?v=GA1R_Lg7RzA

https://www.youtube.com/watch?v=E3Wu6lYDfuQ

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