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1) Conforme a apresentação do Módulo III sobre prática processual do PAR e o

Decreto Estadual nº 31.251/2015, marque a alternativa incorreta.

a) A apuração da responsabilidade administrativa de pessoa jurídica que possa resultar


na aplicação das sanções previstas no art. 6º da Lei Federal nº 12.846, de 1º de agosto de
2013, será efetuada por meio de Processo Administrativo de Responsabilização - PAR. 
b) Compete aos Secretários de Estado ou dirigentes máximos dos órgãos ou entidade da
administração pública direta ou indireta, em suas áreas funcionais, a instauração de PAR
para apuração da responsabilidade administrativa de pessoa jurídica pela prática dos
atos lesivos contra a administração pública estadual, previstos no art. 5º da Lei Federal
nº 12.846, de 1º de agosto de 2013.
c) A autoridade competente para instauração do PAR, ao tomar ciência da possível
ocorrência de ato lesivo à administração pública estadual, em sede de juízo de
admissibilidade e mediante despacho fundamentado, decidirá, pela abertura de
investigação preliminar; pela instauração de PAR; ou pelo arquivamento da matéria.
d) A prévia abertura de investigação preliminar é condição de procedibilidade para o
PAR, já que o início deste não pode basear-se em outros elementos indiciários.

e) O Processo Administrativo de Responsabilização - PAR será conduzido por comissão


composta por dois ou mais servidores estáveis, tendo o prazo de cento e oitenta dias
para a sua conclusão, admitida prorrogação por meio de solicitação do presidente da
comissão à autoridade instauradora.

2) Tendo por base as questões trabalhadas no Módulo III, notadamente no que diz
respeito ao atos processuais, marque a alternativa correta.

a) As intimações serão feitas por meio eletrônico, via postal com aviso de recebimento
ou por qualquer outro meio que assegure a certeza de ciência da pessoa jurídica
acusada, sendo o prazo contado a partir da data da cientificação oficial.

b) A comissão designada para conduzir o PAR avaliará fatos e circunstâncias


conhecidos e intimará a pessoa jurídica para, no prazo de quinze dias, querendo,
apresentar defesa escrita e especificar eventuais provas que pretende produzir.

c) Caso a pessoa jurídica apresente em sua defesa informações e documentos referentes


à existência e ao funcionamento de programa de integridade, a comissão processante
deverá desconsiderá-lo para fins de dosimetria das sanções a serem aplicadas.

d) Poderão ser recebidas pela comissão responsável pela condução do PAR, provas
propostas pela pessoa jurídica que sejam ilícitas, impertinentes, desnecessárias,
protelatórias ou intempestivas.

e) A comissão, para o devido e regular exercício de suas funções, não poderá solicitar a
atuação de especialistas com notório conhecimento, de órgãos e entidades públicos ou
de outras organizações, para auxiliar na análise da matéria sob exame, tampouco
determinar a produção de diligências e provas que entender pertinentes.
3) Tendo como referência os temas tratados no Módulo III, marque V
(Verdadeiro) e F (Falso) para as seguintes proposições.

 a) As pessoas jurídicas consideradas responsáveis pelos atos lesivos, estão sujeitas às
sanções administrativas previstas no art. 6º da Lei Anticorrupção – Lei nº 12.846/2013,
que compreendem a multa e a publicação extraordinária da decisão administrativa
sancionadora. ( V );

b) Os atos previstos como infrações administrativas na Lei Federal nº 8.666/1993, ou


em outras normas sobre licitações e contratos da administração pública que também
sejam tipificados como atos lesivos na Lei Federal nº 12.846/2013, poderão ser
apurados e julgados conjuntamente, nos mesmos autos, aplicando-se o rito
procedimental previsto no Decreto Estadual nº 31.251/2015 ( V ); 

c) Da decisão administrativa sancionadora caberá recurso com efeito suspensivo, no


prazo de dez dias, contado da data de publicação da decisão no Diário Oficial do
Estado, ao Governador do Estado. ( V )

d) O acordo de leniência será celebrado com as pessoas jurídicas responsáveis pela


prática dos atos lesivos previstos na Lei Federal nº 12.846/2013, ou em outras normas
de licitações e contratos, com vistas à isenção ou à atenuação das respectivas sanções,
desde que colaborem efetivamente com as investigações e o processo administrativo.
(V)

e) Para fins do disposto no Decreto Estadual nº 31.251/2015, programa de integridade


consiste, no âmbito de uma pessoa jurídica, no conjunto de mecanismos e
procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de
irregularidades e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e
diretrizes com objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos
ilícitos praticados contra a administração pública, nacional ou estrangeira. (V)