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Alexandre Langa

Deoclecio Joaquim

Venode Mário Mondlane

Redes DSL

Licenciatura em Engenharia Electrónica com Habilitações em Computação

5º Ano – Pós -Laboral

Universidade Pedagógica de Maputo

Maputo

2021
Alexandre Langa

Deoclecio Joaquim

Venode Mário Mondlane

Redes DSL

Licenciatura em Engenharia Electrónica com Habilitações em Computação

5º Ano – Pós -Laboral

Trabalho de pesquisa, a ser apresentado da faculdade


de Engenharia e Tecnologia para efeitos de avaliação
de estudantes na cadeira de Redes Digitais sob
orientação do docente:

Dr Xadreque Macamo

Universidade Pedagógica de Maputo

Maputo

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Índice
1. Introdução...............................................................................................................1

1.1. Objectivo geral.................................................................................................2

1.2. Objectivos específicos.....................................................................................2

1.3. Metodologia......................................................................................................2

1.4. Estrutura do trabalho.......................................................................................2

2. Redes DSL..............................................................................................................3

2.1. Motivações para o desenvolvimento do DSL..................................................3

2.2. Conceito de Redes DSL..................................................................................3

2.3. Funcionamento da DSL...................................................................................5

2.4. Componentes da rede DSL.............................................................................6

2.5. Tipos de DSL...................................................................................................8

2.6. Algumas Vantagens de Redes DSL..............................................................11

2.7. Algumas desvantagens de DSL....................................................................12

3. Conclusão.............................................................................................................13

Referências Bibliográficas...........................................................................................14
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1. Introdução

Os serviços de comunicação e as infra-estruturas de comunicação associadas


desempenham um papel vital nos ambientes de negócio actuais. A lista de
potenciais aplicações não pára de aumentar e os negócios que as sabem adaptar e
explorar conseguem ganhar uma vantagem competitiva significativa sobre os seus
rivais. As empresas conseguem assim retirar grandes benefícios que advêm da
implementação de soluções especificadas correctamente. Para além de terem a
oportunidade de ganhar novos clientes acedem a novos mercados, permitindo um
desenvolvimento considerável da empresa.

As tecnologias actuais e emergentes permitem mesmo ao mais pequeno negócio


tirar vantagem de uma grande gama de serviços de comunicações. Isto significa que
para se ser competitivo neste ambiente, muitos negócios necessitam de estar muito
mais atentos às tecnologias de comunicações que anteriormente. Eles devem
utilizar as tecnologias de comunicação como uma ferramenta indispensável ao
negócio e devem fazê-lo de uma forma rápida, eficiente e inovadora.

Deste trabalho pretende-se apresentar a rede DSL, onde a contextualização terá


foco nos seus tipos, componentes utilizados, e mais que se julgar pertinentes no que
tange trabalho em análise de DSL.

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1.1. Objectivo geral


 Analisar DSL.

1.2. Objectivos específicos


 Identificar Redes DSL;
 Caracterizar Redes DSL;
 Listar algumas as vantagens e as desvantagens de Redes DSL;
 Diferenciar Tipos de Redes DSL;

1.3. Metodologia
 Aplicada; e;
 Qualitativa.

1.4. Estrutura do trabalho


 Introdução;
 Objectivos;
 Metodologia;
 Desenvolvimento;
 Conclusão; e
 Referências Bibliográficas.

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2. Redes DSL
DSL Significa Digital Subscriber Line, que em português significa Lacete Digital de
Assinante.

A tecnologia DSL usa recursos já existentes, como por exemplo, fios de cobre e os
protocolos Frame Relay, ATM e IP (protocolos das camadas 2 e 3), além de suportar
vários serviços, esta tecnologia tenta eliminar o gargalo entre o usuário e o provedor
de serviços. [3]

2.1. Motivações para o desenvolvimento do DSL


Há anos, existia a previsão de que a maioria das residências seriam conectadas à
Internet através de linhas de transmissão de alta velocidade. Pensava-se em realizar
essa conexão através de fibras ópticas, no entanto, o custo da substituição das
linhas de cobre por fibra óptica é muito alto, inviabilizando a ideia para médio prazo
Tem se tornado evidente que a transição para fibra será gradual e de acordo com a
demanda para esses serviços. [3]
Em 1989, o laboratório Bell1 introduziu o conceito da tecnologia DSL, que utiliza as
vantagens da transmissão digital e das técnicas de compressão. Com isso, é
possível utilizar a infra-estrutura baseada em fios de cobre para permitir a
transmissão de informação digitalizada a altas taxas e com custos razoáveis para as
companhias telefónicas e também para os consumidores. [3]
Já a transmissão do assinante para a central iria ser requerida apenas para sinais de
controle, como por exemplo, seleccionar um menu, que podem ser transmitidos a
taxas muitos baixas. [3].
2.2. Conceito de Redes DSL

Segundo (SOMMERVILLE, I.-2008), definição de DSL (Digital Subscriber Line) poderia


ser aplicada a qualquer transmissão digital pela linha que existe entre o assinante e
o local de comutação regional, o que poderia incluir os antigos modems analógicos
que utilizam a estrutura do sistema telefónico e os modems que utilizam linha própria
(ex. Cabo coaxial compartilhado) para a transmissão de dados. [9]

A tecnologia DSL é baseada na transmissão sobre pares de cobre, ela é capaz de


melhorar o aproveitamento da capacidade oferecida por este tipo de meio de
transmissão. O DSL fornece um acesso remoto de alta velocidade à Internet, redes

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corporativas e serviços online sobre uma linha telefónica comum. Diz (PRESSMAN,
R. S.-2002). [6]
Entretanto apenas um número restrito de protocolos que se utilizem das ubíquas
linhas de transmissão do antigo sistema de telefone, com a adição de novos
métodos (ex. Fibra óptica), são considerados como DSL.

Este sistema projectado para transmissão de voz e comutação de circuitos


apresenta muitas limitações e dificuldades para a transmissão de sinais digitais.

A função básica das tecnologias de comunicação é facilitar a transferência de


informação entre sistemas de computadores e utilizadores finais. Posto de outra
forma, os sistemas de comunicação fornecem conectividade. Idealmente, esta
conectividade deve ser instantânea e universalmente disponível independentemente
do tempo, da distância ou da localização. [6]

Deve ser transparente para todas as aplicações e tipos de informação, sem


variações regionais, nacionais ou internacionais. Neste mundo utópico, as redes de
comunicação devem ser vistas como um simples bem de consumo, de forma
análoga às de redes de electricidade ou redes de gás.

Contudo na prática, ocorrem muitos estrangulamentos legais, económicos e


tecnológicos que impossibilitam esta conectividade universal. A figura 1 ilustra o
modem ADSL-2500E. [4]

Figura-1. Modem ADSL. Fonte [4]

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2.3. Funcionamento da DSL

Para permitir conversação (voz analógica) e transmissão de dados digitais na


mesma linha telefónica, sem que um interfira no outro, a DSL usa frequências
diferentes do espectro para transmitir voz e dados: [5]
 A faixa de 0 a 4KHz e usada para POTS é transmissões de fac-simile (fax);
 A faixa de 30 a 138 KHz é usado para o envio de dados; e
 A faixa de 138 Khz a 1,1 MHz é usada para o recebimento de dados.
A rede DSL é uma conexão ponto a ponto com linha e largura de banda dedicadas
entre o “modem” e a internet.
É necessário o DSLAM para concentrar o trafego, pois este dispositivo suporta maior
potência eléctrica e maiores frequências que um modem ou roteado DSL. No DSL,
existe o problema da atenuação do sinal que aumenta proporcionalmente com a
velocidade de transmissão, diminuindo a distância máxima alcançada.
Para aumentar o alcance da transmissão, pode usar as técnicas de sinalização DMT
e CAP:
 DMT
Os dados de chegada são colectados e distribuídos sobre um grande número de
portadoras individuais. [5]
Discrete Fast-Fourier Transform, aloca estes 256 subcanais com largura de banda
de 4 Khz e modula um sinal separado em cada um deles, e assim, diminuir as
perdas com ruído. Os sinais também são codificados usando-se QAM. DMT testa a
qualidade da linha na inicialização para determinar a capacidade de transmissão de
cada subcanal. Os dados que chegam são desmembrados e distribuídos por estes
subcanais.
 CAP
Usada antes da DMT, tinha como problema a falta de padronização. [5]
Implementações de CAP proprietárias que não se comunicam uma com as
outras. A CAP é mais simples que a DMT, com custo de implementação menor,
necessitando de menos potência e assim, dissipando menos calor.
A DMT tem como vantagem a alta tolerância a ruídos na linha e a capacidade de
adaptar-se as condições desta, apesar de ter padronização, a sinalização varia de
fabricante para fabricante, gerando novamente problemas de comunicação entre
equipamentos de marcas diferentes. [5]

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Com QAM, dois sinais independentes são usados para modular duas portadoras
com frequências iguais, mas com amplitudes e fases diferentes. Os receptores QAM
conseguem discernir quando se deve usar mais ou menos estados para superar
ruído e interferências.
CAP armazena partes do sinal modulado em memória e reconstrói estas partes na
onda modulada. O sinal da portadora é suprimido antes da transmissão, pois não
contem informação, e é remontada no modem receptor.
Na inicialização, CAP testa a qualidade da linha de acesso e implementa a versão
de QAM mais eficiente. [6]
2.4. Componentes da rede DSL
Para permitir a transferência de dados digitais em alta velocidade através da rede
telefónica, a arquitectura básica da DSL e composta por cabos de par trancado e
alguns equipamentos. Do lado do usuário, fica o dispositivo chamado POTS splitter
– separa os sinais de dados digitais dos sinais de voz, nesse dispositivo é conectado
o telefone e o modem DSL. [6]
Para aumentar as estações de trabalho, pode ser conectado um hub para
compartilhar a conexão. A figura 2 mostra a arquitectura básica da DSL. [6]

Figura-2. Arquitectura DSL. [6]

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Quando a linha sai da casa do usuário, conecta-se a um armário de distribuição e


vai para a central telefónica. Dentro da central, entra no multiplexador DSLAM, que
separa o tráfego de voz e dados.
Os dados são enviados para uma rede, por exemplo ATM, enquanto o tráfego de
voz e passado ao comutador telefónico do POTS. Essa estrutura pode variar, em
função dos diferentes tipos de DSL existentes. Os principais componentes da DSL
são:
 Sistema de transporte: fornece a interface entre o backbone e o sistema
DSLAM. Este dispositivo pode oferecer diversos tipos de serviços, como
T1/E1, T3/E3, OC-1, OC-3, STS-1 e STS-3. [7]
 Rede de provedor de serviços (rede de acesso local): possui como base a
rede que interconecta as centrais telefónicas e com o uso de equipamentos
como switches, Frame Relay ou ATM, promove a conectividade entre os
múltiplos provedores de serviços e os usuários. [7]
 DSLAM (Digital Subscriber Line Access Multiplexer): fica na central
telefónica. É responsável por agregar o tráfego de dados dos múltiplos loops
DSL no backbone.
Fornece serviços a aplicações baseadas em pacotes, células ou circuitos,
concentrando também os canais DSL em saídas 10 Base-T, 100Base-T, T1/E1,
T3/E3 ou ATM.
Também suporta endereçamento IP dinâmico usando DHCP e uma grande
quantidade de serviços, suporta codificações CAP, DMT e QAM. [7]
 ATU-R: equipamento que fica na ponta do usuário, disponibiliza várias
configurações, dependendo do serviço a ser disponibilizado, além de oferecer
funções adicionais para bridging (interconexão entre duas redes na camada
de redes sem capacidade de roteamento), roteamento é multiplexação TDM
ou ATM. Alguns modens possuem as funções do ATU-R.
ATU-R de bridging: oferece filtragem de dados e evita que o trafego indesejado entre
na rede do usuário. [7]
ATU-R com roteamento: oferece flexibilidade do IP, podendo ser criadas sub-redes,
a fim de segmentar a LAN remota e a identificação de trafego unicast ou multicast.
 POTS switch ou POTS splitter: é um dispositivo opcional, permite a
transmissão simultânea de dados e voz, e existe tanto na ponta do usuário
quanto na central telefónica. Pode ser activo ou passivo.

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Activo exige fonte de alimentação externa e passivo não necessita de alimentação.


 Equipamentos terminais: e qualquer aparelho conectado ao ATU-R, como
exemplos pode-se citar computador, telefone digital e hub. [7]
2.5. Tipos de DSL
Existem vários tipos de DSL que diferenciam pelo tipo de serviço oferecido,
topologia dominante da rede já existente e planos para novos serviços no futuro,
estes vários tipos são conhecidos pelo nome xDSL, são classificados em:

 Simétrico, transmitem os dados na mesma velocidade nos dois sentidos; e


 Assimétrico, transmite os dados do usuário a uma velocidade maior do que os
dados recebidos por este. [7]
A DSL assimétrica e mais utilizado por usuários domésticos, que desejam usufruir
da alta largura de banda para o acesso a internet. A DSL simétrica e mais utilizada
por empresas, filiais e provedores de conteúdo. Os vários tipos de DSL são descritos
a seguir:
 ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line): permite a transmissão de
dados e voz sobre o par de fios de cobre do sistema telefónico.
E um protocolo assimétrico e foi projectado para entregar mais dados do que o
usuário pode enviar, em uma proporção de 10:1, a ideia inicial era poder transmitir
vídeo pela linha telefónica.
Os modens ADSL usam técnicas de processamento de sinal que permite o tráfego
de dados acima das frequências do serviço de transmissão de voz. [7]
Existem dois padrões de ADSL:
 ADSL full rate: permite taxas de recebimento de dados de até 8 Mbit/s e
taxas de envio de até 1 Mbit/s através de distância de até 5,5 km entre o
usuário final e a companhia telefónica.
Nesse padrão, é necessário a instalação de um separador (splitter) para separar a
transmissão de dados da conversação telefónica, como mostra a figura 3.

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Figura 3. ADSL full. [7]

ADSL lite: também chamado de ADSL universal ou splitterless, possui a largura de


banda de 1,536 Mbit/s para recebimento e entre 384 e 512 Kbit/s para envio. Esse
padrão não é necessário a instalação do separador na ponta do usuário para
separar tráfegos de voz e dados, diminuindo os custos de instalação, como mostra a
figura 4. [7]

Figura 4. ADSL lite.


A ADSL utiliza a FDM e a TDM. A FDM separa uma banda para envio e outra para
recebimento e a TDM divide a banda de recebimento em um ou mais canais de alta
velocidade.
Além disso, o modem ADSL organiza o fluxo de dados criados pela multiplexação
dos canais e os agrupa em blocos e anexa um código corretor de erros em cada
bloco. A ADSL possui como padrão a técnica DMT para serviços de vídeo em linha
discada. [7]

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 RADSL (Rate-Adaptive Digital Subscriber Line): possui capacidade de


adaptação, ou seja, suporta aplicações simétricas e assimétricas, o canal de
envio suporta até 1 Mbit/s.
O RADSL utiliza FDM, o canal de envio de dados ocupa a banda acima do POTS,
em 1,088 Mbit/s e o canal de recebimento ocupa a banda superior em 1,5 a 7 Mbit/s.
Alguns equipamentos que não usam separadores, conseguem detectar quando o
telefone está no gancho ou fora do gancho. [7]
Quando o telefone está fora do gancho, o equipamento desloca para cima as
frequências de portadoras e atenua as frequências mais baixas do sinal digital para
eliminar interferências com o sinal de áudio. Quando o telefone for colocado no
gancho, o sinal digital e deslocado de volta, para sustentar altas taxas de dados.
 SDSL (Symmetrical Digital Subscriber Line): as velocidades de
transmissão – upstream e dowstream – são iguais e pode atingir até 2,3
Mbit/s. A SDSL é ideal para LAN e aplicações que necessitam de alta largura
de banda como videoconferência, computação colaborativa, hospedagem de
serviços HTTP, WWW e FTP. [7]
Usa a técnica de codificação 2B1Q, esta codificação tem como vantagem não
causar interferência com os canais T1. Não necessita de separadores POTS, pois
não suporta o trafego de voz, para isso e necessária uma segunda linha telefónica.
 HDSL (High-Bit-Rate Digital Subscriber Line): separa um canal T1 de
1,544 Mbit/s em dois canais de 784 Kbit/s, com isso, aumenta a taxa de
transmissão, reduz o espectro de frequência e aumenta a distância atingida
de até 3,7 km sem repetidores. [7]
 IDSL (ISDN Over Digital Subscriber Line): são adaptadores na central que
se comunicam com os adaptadores existentes na outra ponta da linha e que
fazem a terminação do sinal ISDN.
Utiliza a modulação 2B1Q e transmite os dados através de uma rede dedicada e
possui a velocidade de até 144 Kbit/s. É necessário uma linha separada para
transmissão de voz. Esse serviço é cobrado mensalmente, diferente do ISDN, que é
cobrado por pacote ou minuto de conexão. [7]
 MSDSL (Multi-Rate Symmetrical Digital Subscriber Line): provem serviços
disponíveis Figura 4: ADSL lite.

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Praticamente em qualquer lugar. Usa o mesmo par da tecnologia SDSL e suporta


mudanças na taxa de transmissão do transceiver, e com isso ganha variações na
distância alcançada. [5]
Pelo facto de alterar automaticamente a taxa de transmissão – similar a RADSL
-pode oferecer aplicações simétricas. Possui a velocidade de 64 ou 128 Kbit/s a
distância de 8,9 km e 2 Mbit/s a distância de 4,5 km.
 UDSL (Unidirectional Digital Subscriber Line): foi proposta por uma
empresa europeia e consiste em uma versão unidireccional do HDSL.
UDSL também significa Universal Digital Subscriber Line, que e apenas uma
designação para o ADSL Lite. [5]
 VDSL (Very-High-Bit-Rate Digital Subscriber Line): e a tecnologia mais
rápida sobre um par de fios, de 12,96 a 51,84 Mbit/s para envio e 1,5 a 2,3
Mbit/s para recebimento, porem o alcance e de 300 metros a 1,5 km. [5]
Suporta as mesmas aplicações que a ADSL, oferece transmissão HDTV (High-
Definition Television – transmissão de televisão com resolução maior), vídeo sobre
demanda e vídeo digital comutado. A VDSL e uma alternativa económica para a
FTTH (Fibre to the Home – rede onde a fibra óptica vai do comutador telefónico até
as dependências dos usuários). Utiliza os códigos de linha CAP, DMT, DWMT e SLC
(Simple Line Code).
 MVLDSL (Multiple Virtual Lines Digital Subscriber Line): e uma versão
proprietária desenvolvida pela Paradyne.
Permite conectar até 8 modens em um par de POTS, cada um possui uma banda
para envio e recebimento de 768 Kbit/s em uma distância de 9,1 km. Não usa splitter
e também pode ser usado para conectar vários computadores dentro de um prédio,
como se estes fizessem parte de uma LAN. [6]
2.6. Algumas Vantagens de Redes DSL
Esta Tecnologia veio trazer muitas vantagens para o utilizador doméstico e para as
pequenas empresas. Essas Vantagens são:
 Elevada Velocidade de acesso (até 1 Mbps em Portugal).
Isto acontece derivado a que esta tecnologia transforma linha telefónicas analógicas
para digitais de alta velocidade e sendo assim poderá aceder a Internet com muita
mais velocidade. [8]
 Uso simultâneo do telefone e Internet existe um ADSL que é uma tecnologia
que aproveita toda a capacidade da linha telefónica, dividindo-a em duas

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áreas distintas: voz e transmissão de dados. Desta forma poderá aceder a


Internet e falar ao telefone sem quaisquer problemas.
 Mensalidade fixa sem custos telefónicos. O serviço via ADSL não tem
quaisquer limitações quer ao nível do tráfego, quer de horas de utilização.
 Ligação instantânea à Internet Elevada. O acesso à Internet é imediato, sem
qualquer tempo de espera.
 Elevada segurança e performance. A exclusividade do uso da linha até à
central assegura um melhor desempenho do que outras tecnologias onde os
constrangimentos começam logo à saída de casa. Contudo, a partir da
central, a largura de banda é partilhada com os dos outros utilizadores da
mesma central, tal como acontece no cabo.

2.7. Algumas desvantagens de DSL


Como em qualquer tecnologia que traga vantagens esta própria por si própria traz
desvantagens. E elas são:

 Aluguer do Modem. Existem infelizmente vários ISP dos quais cobram por
aluguer do modem uma certa quantia de dinheiro mensal. E que, no caso de
decidir mudar de ISP ou cancelar a assinatura terá que devolver o modem.
Ou seja, ele nunca será nosso. [8]
 Limites de tráfego de Download. A maior parte dos ISP de serviços de ADSL
estabelecem limites de tráfego recebido (download), cobrando valores
adicionais, o que limita as vantagens associadas a uma tarifa fixa.
 Não disponível em Todas as áreas. Infelizmente nem todas as zonas têm
uma cobertura de Rede boa. Visto que muitos dos postes de comunicações
estão a alguns Quilómetros de outros e as características físicas da linha não
são boas. A tecnologia ADSL não pode ter uma distância superior a 6 KM
entre o modem e a central ou seja entre ATU-R e o ATU-C.

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3. Conclusão

Com o crescente avanço tecnológico, cada vez mais, as pessoas preferem ficar em
casa ou no escritório acessando a internet através de browsers para fazer
downloads, acessar páginas sociais, ouvir músicas e vídeos, entre outros. Para isso,
existem dois tipos de tecnologias que oferece diferentes funcionalidades e perfis de
acesso para conexões a internet a tecnologia DSL.

A partir da revisão bibliográfica, considera-se objectivo do trabalho alcançado e


desta forma, pode-se concluir que a conexão utilizando tecnologia DSL depende de
vários factores para seu bom funcionamento.

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Referências Bibliográficas
[1] ANDRÉ FURTADO. Metodologia PRO.NET. linhadecódigo, 2020. Disponivel em:
http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/1323/metodologia-pronet.aspx. Acesso em:
28 de Maio de 2021.
[2] DZONE,2021 Disponível em: https://dzone.com/articles/top-10 -in-2017. Acesso
em: 28 de Maio de 2021
[3] GUEDES, G. T. UML 2 : Redes DSL. Novatec Editora Ltda, 2011.
[4] MINETTO, E. Eng de Redes. São Paulo: Novatec Editora, 1 ed(17–19), 2007.
[5] OLIVEIRA, F. G. DE, & SEABRA, J. M. P. Redes de computadores.Web, 2015.
[6] PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. São Paulo: Mc. Graw Hill, 5 ed,
2002.
[7] PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. São Paulo: McGraw-Ill, 6 ed,
720, 2006.
.org/wiki/Ruby_on_Rails. Site consultado em: 29 de Maio de 2021

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