FACULDADE PORTO-ALEGRENSE ± FAPA

CURSO DE PEDAGOGIA

Clarisse Macedo Gonçalves

PASTA DA Orientação integrado com a Supervisão

Porto Alegre 2009

Pressupostos e Princípios da Orientação Educacional

Aspectos Legais do Orientador Educacional no Contexto Educacional

A Orientação Educacional no Brasil nem sempre aconteceu de forma sistemática na escola. Encontra-se suas raízes na Lei Orgânica do Ensino Industrial de 30 de janeiro de 1942 e no Decreto Lei nº 4244 de 04 de abril de 1 942 que estabelece as diretrizes para a Orientação Educacional como função de encaminhar os alunos nos estudos e na escolha da profissão, sempre em entendimento com sua família. Porém, em seu artigo 50, a Orientação Educacional é concebida como um processo de adaptação do sujeito ao meio visando os problemas dos alunos, seus desvios que perturbam a vida da escola. Com o passar dos anos, o Orientador Educacional continuou a dirigir sua atenção ao aluno ³irregular´, tendo que, ³corrigir, encaminhar, isto é, a daptar o aluno a rotina da escola, ao invés de dirigir a sua ação ao processo integral de desenvolvimento da atividade educativa. Desta forma, se efetivava as intenções do Decreto Lei nº 4073/42 que reduz as funções da Orientação Educacional às atividades isoladas do contexto da escola, reduzindo -a a um veículo escolar repudiado por alunos e professores.´ Em dezembro de 1968, em Brasília, foi aprovada a Lei nº 5564 que provê sobre o exercício da profissão do Orientador Educacional. A promulgação da Lei em 21 de dezembro de 1968 significou um avanço na definição e profissionalização do Orientador Educacional. Até a década de 70, em todo nosso país, a Orientação Educacional se apoiou num referencial basicamente psicológico reforçando a ideologia de aptidões. Com a Lei 5692/71, a Orientação Educacional passa a ser obrigatória no Ensino de 1º e 2º graus, para atender o objetivo de ³qualificação para o trabalho´ e de ³sondagem de aptidões´. O artigo 10 refere -se: ³Será instituída obrigatoriedade a Orientação Educacional nas escolas, incluindo Aconselhamento Vocacional, em cooperação com os professores, a família e a comunidade´.

A partir das determinações desta lei, a Orientação Educacional desenvolve a sua prática nas escolas, baseada no autoconhecimento, nas rela ções pessoais, sondagem de aptidões e interesses, informações sobre as profissões e mercado de trabalho. As técnicas de aconselhamento, entrevistas, aplicação de testes, inventário de interesses, sociogramas, atendimentos a problemas disciplinares pautam a ação cotidiana do Orientador Educacional. Portanto, em 26 de setembro de 1973, é assinado o Decreto nº 72.846 regulamentando a Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968 que provê sobre o exercício da profissão de Orientador Educacional.

DECRETO Nº 72.826 ± DE 26 DE SETEMBRO DE 1973

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III da Constituição, decreta: Art. 1º - Constitui o objeto da Orientação Educacional a assistência ao educando, individualmente ou em grupo, n o âmbito do ensino de 1º e 2º graus, visando o desenvolvimento integral e harmonioso de sua personalidade, ordenando e integrando os elementos que exercem influência em sua formação e preparando -o para o exercício das opções básicas. Art. 2º - O exercício da profissão de Orientador Educacional é privativo: I ± Dos licenciados em Pedagogia, habilitados em Orientação Educacional, possuidores de diplomas expedidos por estabelecimentos de ensino superior oficiais ou reconhecidos. II ± Dos portadores de diploma s ou certificados de Orientador Educacional obtidos em cursos de pós-graduação, ministrados por estabelecimentos oficiais ou reconhecidos, devidamente credenciados pelo Conselho Federal de Educação. III ± Dos diplomados em Orientação Educacional por escola s estrangeiras, cujos títulos sejam revalidados na forma da lei em vigor. Art. 3º - É assegurado ainda o direito de exercer a profissão de Orientador Educacional: I ± Aos formandos que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº

Municipal e Autárquico. pareceres compreendidos no seu campo profissional. se exerce.5692/71. incorpor ando-o ao processo educativo global. análises.Os documentos referentes ao campo de ação profissional de que trata o artigo anterior só terão validade quando assinados por Orientador Educacional. 64. aconselhamento e acompanhamento relativo às atividades de Orientação Educacional. bem como por meio de estudos. por meio de planejamento. 63. até a 4ª série do ensino de 1º e 2º graus. 5º . c) Coordenar a orientação vocacional do educando. devidamente registrado na forma desse regulamento. Art. coordenaçã o.São atribuições privativas do Orientador Educacional: a) Planejar e coordenar a implantação e funcionamento do Serviço de Orientação Educacional em nível de: . da Lei nº 4024. na forma do art. de 20 de setembro de 1961. supervisão.Escola . 4º . das Sociedades de Economia Mista. Paraestatais e Privadas.A profissão de Orientador Educacional. d) Coordenar o processo de sondagem de interesses. Art. 6º . II ± Registro profissional no órgão competente do Ministério da Educação e Cultura.Comunidade b) Planejar e coordenar a implantação do Serviço de Orientação Educacional dos órgãos do Serviço Público Federal. Art.Os profissionais de que tratam os artigos anteriores. somente poderão exercer a profissão após satisfazer os seguintes requisitos: I ± Registro dos diplomas ou certificados no Ministério da Educação e Cultura. e) Coordenar o processo de informação profissional e educacional com vistas à orientação vocacional. 8º . Art. de 20 de setembro de 1961. II ± Aos formandos que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº 5692/71. Empresas Estatais. Estadual. pesquisas. Art. observadas as condições previstas neste regulamento. até a 4ª série do ensino de 1º grau. na órbita pública ou privada.É obrigatório à citação do número de registro de Orientação Educacional em todos os documentos que levam sua assinatura. da Lei 4024. execução. 7º . aptidões e habilidades do educando. . na forma do art.

No preenchimento de cargos públicos. ainda. i) Ministrar disciplinas de Teoria e Prática da Orientação Educacional. previamente. Art.O. para os quais se faz mister qualificação de Orientador Educacional. d) Participar na composição. 10º . g) Sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos. h) Coordenar o acompanhamento pós-escolar. que os candidatos hajam satisfeito. ao Orientador Educacional as seguintes atribuições: a) Participar no processo de identificação das características básicas da comunidade. 11º . Art.Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. encaminhando a outros especialistas aqueles que exigirem assistência especial. de 27-9-1973) A Lei 9394/96 mantém as propostas anteriores´.Competem. h) Realizar estudos e pesquisas na área da Orientação Educacional. e) Participar do processo de avaliação e recuperação dos alunos. f) Participar do processo de encaminhamento e acompanham ento dos alunos estagiários. Art. g) Participar no processo de integração escola -família-comunidade. requer -se. . j) Supervisionar estágios na área da Orientação Educacional. como condição essencial. k) Emitir pareceres sobre matéria concernente à Orientação Educ acional. rev ogadas as disposições em contrário. (D. c) Participar no processo de elaboração do currículo pleno da escola. as exigências da Lei nº 5564. 9º . de 21 de dezembro de 1968 e deste regulamento. b) Participar no processo de caracterização da clientela escolar. caracterização e acompanhamento de turmas e grupos.f) Sistematizar o processo de intercâmbio das informações necessárias ao conhecimento global do educando. satisfeitas as exigências da legislação específica de ensino. U.

com todo o respeito e consideração. Estabelecer um clima de confiança e respeito mútuo. Assim. preferencialmente. logo que a dificuldade ou uma dúvida surja na vida do educando. bem como os que não revelarem carências. Este princípio guarda analogia com outro de natureza médica e que diz: ³um grama de prevenção vale mais que uma tonelada de curas´. como diretor. A Orientação Educacional deve ter muito cuidado em formular juízos a respeito do educando. Procurar envolver todas as pessoas com o processo de educação.Princípios da Orientação Educacional Ver o educando em sua realidade bio -psico-social. qualquer que ela seja. O trabalho de Orientação exige o maior número possív el de informes a respeito do educando. Assistir todos os educandos. A Orientação Educacional deve ser levada a efeito como um processo contínuo e não como ação esporádica dos momentos em que faltarem professores . sem criar dependências. professores. mas orie ntar para a autoconfiança. uma vez que é muito mais fácil evitar um acidente do que se recuperar do mesmo. no sentido de ajudá -la a melhor ajudar o educando. o que deve ser diligenciado por todos os meios. etc. a partir dessa realidade. antes que a mesma tome vulto e desoriente. serventes. Em se querendo que o educando seja independente e respeitador.. Em reforço a esse primeiro princípio. autonomia e cooperação. de maneira profilática do que curativa. não esquecendo que este é um ser em evolução. Realizar trabalho de orientação. segura de si e compreensiva. o ideal será a Orientação Educacional agir. a fim de que. Dar ênfase aos aspectos preventivos do comportamento humano. respeitar o educando em sua realidade. para que todos cooperem com a Orientação Educacional. sensibilizá-lo para a necessidade de também respeitar os seus semelhantes. independência. se possa erigir uma personalidade ajustada. incentivando a procura espontânea do Serviço de Orientação Educacional. em marcha para a maturidade e que uma série de fatores pode estar influenciando -o para que ocorra o comportamento anormal que tem apresentado. pais. desde os mais aos menos carentes.

A Orientação Educacional tem de trabalhar em estreito entendimento com a direção. problemas que não ultrapassem certos limites devem ser deixados para que os próprios professo res os resolvam. funcionar como ³órgão disciplinador´. A Orientação Educacional deve agir. como órgão de estudo e de pesquisa de medidas que levem à superação de dificuldades de natureza disciplinar. não devendo. sem aquelas características de tapa-buraco. também. que deve ser o mais perfeito possível. Ocorrências conflitivas de pouca intensidade são. A Orientação Educacional não deve esquecer-se de estimular ao máximo a iniciativa do educando. empenhando-a na realização com verdadeiro engajamento. A Orientação Educacional deve estar aberta para a realidade comunitária. principalmente. sim. que está inutilizando o trabalho de muitas escolas. naturais. A Orientação Educacional deve esforçar-se para criar na escola um clima de comunidade e sensibilizar a todos. respeito e solidariedade. a fim de que dados a respeito de um educando estejam sempre a mão e atualizados. mas em sentido de cooperação. . através de atividades extraclasse. Ressaltar que a Orientação Educacional precisa dar muita atenção ao serviço de anotações. para melhor ajudar o educando a integrar-se no mesmo. que ajudará na explicitação de suas virtualidades. Deve ser trabalho planejado para todo o ano letivo. Deve. quanto à necessidade de que cooperem em suas atividades. com entusiasmo. porém nunca. a fim de que o seu trabalho esteja articulado com o meio. até certo ponto. Jamais em sentido de subserviência ou petulância. Assim.ou que surgirem dificuldades maiores. agir como órgão que leve todos a tomarem consciência do grave problema da disciplina. compreensão e respeito mútuo. na conquista da autoconfiança e na revela ção de suas capacidades de liderança. A Orientação Educacional não deve se envolver em pequenas questões entre educandos e professores.

registro de alunos. Membro do grupo profissional.COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR EDUCACIONAL Algumas vezes a atuação do Orientador Educacional é comprometida pela imagem formada ao longo dos anos. organização de classes. alguns dos papéis a ele atribuídos. Mediador entre comunidade escolar e familiar. tais como: Especialista ± prioridade ao aconselhamento psicopedagógico. Monitor ± orientação centrada no aluno. fichas cumulativas. relaciona. Isto se torna mais sério quando se sabe que a consciência de si não é feita isoladamente. Generalista ± orientação de grupo. mas através de relações. Orientador da vocação do aluno. etc. assessoramento. o Orientador deve ter o cuidado de não ser o doutrinador. . diretores. aplicação de testes. Consultor e assessor ± assessoramento de pessoas e pequenos grupos. Catalizador ± o indivíduo realizando seu próprio p apel. Por outro lado. Agente de mudança ± revisão crítica. a partir da posição de diversos autores. no sentido de determinar a consciência crítica dos alunos. Referindo-se ao papel do Orientador Educacional. sessões de aula. Agente de informações sobre oportunidades educacionais e ocupacionais. Profissional de ajuda ± ajuda. pais e outros. Conselheiro e guia pessoal do aluno. consultando professores. Assessor ± orientação centrada no contexto. Alzira Tenfen da Silva (1981).

quanto mais clara e precisa a definição das metas da profissão. está confuso. O posicionamento do Orientador Educacional deve incluir uma ética profissional. Crenças. a identidade profissional é mais consciente. debatendo questões práticas. possibilitando -lhe um posicionamento profissional mais adequado. ao serem associados com elementos comportamentais comuns a uma determinada profissão. capazes de susc itar-lhe operações de pensamento que o desafiam e levam à reflexão e à pesquisa em busca de uma autêntica identidade apoiada em valores significativos. Neste sentido. atitudes da pessoa. Talvez essa confusão se deva às razões históricas de seu surgimento ou razões funcionais pelo fato de sua classe ser considerada uma subclasse dentro da classe maior do magistério. levando -o a uma ação mais consistente e coerente. valores. . mais objetivo e definido será o desempenho deste profissional. gerando assim conflitos de papéis. Em toda a ação do Orientador Educacional é necessária uma reflexão contínua sobre a realidade que o cerc a. supõe -se que o Orientador Educacional vivencie valores pessoais na sua atuação. Ter sempre presente em suas atividades os princípios que servem de suporte ao processo de orientação. Na medida em que houver maior coerência entre os valores pessoai s e expectativas sociais. Se toda identificação profissional pressupõe reforço de valoração. O Orientador Educacional. Dá-se o conflito de papéis quando o Orientador Educacional não consegue realizar o que é de sua competência e realiza atividades incompatíveis com sua formação. por sua vez.A identidade do Orientador Ed ucacional como um profissional e o seu posicionamento frente à vida são fatores que caracterizam o desencadeamento do processo de Orientação. delineiam um perfil profissional.

ou de esvaziar sua ação..´. uma visão global sobre a natureza da Educação. educado res. correndo o risco de tornar -se generalista. da Orientação Educacional e de suas possibilidades de ação´.. O Orientador Educacional que. a ponto de torná -la irrelevante na escola.. a sua abrangência e as perspectivas de sua atuação. Orientador Educacional têm por função fundamental mobilizar os diferentes saberes dos profissionais que atuam na escola. para que a escola cumpra a sua função: que os alunos aprendam. muitas vezes. Vale dizer que esse planejamento envolve antes de tudo. passando a trabalhar as diferentes relações. a divisão no plano de educação.. a tal ponto que grande parte das obras publicadas na área evidenciaram um resultado muito maior de menosprezo ao papel da escola como agente de Educação e de estabelecimento da anti -orientação educacional do que de explicitar sua natureza e configurar as possibilidades de sua atuação. Segundo Heloísa Lück (1991). Durante a década de 80.. Orientadores Educacionais são antes de tudo. ³Planejar a Orientação Educacional implica delinear o seu sentido.O Orientador Educacional. não tem condições de realizar todas as tarefas que lhes são pertinentes. os seus rumos. o sentido da Educação e da Orientação Educacional foi questionado. como toda especialidade. e a finalidade de toda e qualquer ação orientadora é educativa. De acordo com Saviani (1980). só faz sentido na medida em que a área básica não seja perdida de vista. a especificidade da Orientação Educacional é apenas. que podem influenciar para que o aluno aprenda. percebe que no processo de ensino-aprendizagem estão em jogo inúmeras relações. mas meio para que o aluno aprenda e amplie o seu conhecimento sobre ³relações de ajuda´. através da investigação sobre a realidade. compreende que as relações na escola não são um fim em si mesmo.... . Se a escola é uma instituição que tem por finalidade ensinar bem à totalidade dos alunos que a procuram. a especialidade no campo educacional. ³.

se não vierem a revestir ações que as ponham em prática. disposição de mobiliário.Na definição da anti-orientação. ao aluno. educacional e vocacional. A Orientação Educacional é entendida como um processo dinâmico. Assim. político. a Orientação Educacional ganhou um discurso político para direcionar seu trabalho. que de nada valem as boas idéias. funções essas cujo sentido não é estático. mas perdeu a força da ação. estético. as funções da Orientação Educacional passaram a ser condenadas por serem vistas como tecnicistas. contínuo e sistemático. É importante. acervo bibliográfico). que ocorre no processo dinâmico da prática social pedagógica. as ações da área tinham horizontes limitados e necessitavam de revisão que viesse a dar à Orientação Educacional um sentido diferente. mas sim. repetência. o que se observou foi a construção de um a visão negativa e de uma generalizada atitude de desconsideração a tudo quanto o orientador educacional realizava nas escolas e a tudo quanto era definido na literatura a respeito. social. família. físico. Como resultado. ter em mente. acompanhamento. transforma-se continuamente. comunidade. A Orientação Educacional tem certas funções (ações) clássicas a serem desempenhadas no contexto pedagógico em que estejam inseridas.. De fato.. estando integrada em todo o currículo escolar sempre encarand o o aluno como um ser global que deve desenvolver-se harmoniosa e equilibradamente em todos os aspectos: intelectual. mais comprometido com a escola com um todo e com a realidade social do aluno. questões organizacionais (espaço do setor. Funcionamento do Setor de Orientação Educacional Atendimento ao professor. . em razão da interação múltipla de variados fatores. indisciplina. evasão. aprendizagem. moral. simplistas e limitadas em sua visão e alcance.

). alergias a remédios etc. hábitos alimentares). A Proposta Pedagógica do Centro Municipal de Educação Infantil já existiu quando eu ingressei nesta instituição de ensino. 2. por isso a responsabilidade seria estuda ± lá. pois o mesmo ainda esta em desenvolvimento.. sendo que não retém ou promove o aluno. professor e funcionários administrativos levando em consideração a legislação em vigor.Documentação Escolar de interesse da Orientação Educaciona l Regimento Escolar. 3. os princípios teóricos que embasam a educação e a realidade social e cultural onde a instituição de ensino está inserida. de 30 de maio de 2005. Os principais subsídios para a execução destas propostas são materiais de apoio elaborados tais como as Diretrizes Curriculares e outros materiais para que os professores aprofundem seus conhecimentos em relação a nossa proposta pedagógica bem como qual é a sua finalidade. Assim as discussões em relação à reelaboração da proposta foram realizadas pela direção coordenação. comportame ntos. . Estadual e Municipal. E a resolução SED N° 2037 de 06 de novembro de 2006.A avaliação é realizada através de parecer descritivo individual. Projeto/proposta pedagógico (a) ± perguntar para o Orientador Educacional quais são as responsabilidades dele sobre o projeto? Quais são as partes discutidas com o restante da Escola? Qual o tipo de subsídio que melhoraria a execução desse projeto? Parte principal ou mais importante do projeto? Sistema de avaliação e conselho de classe.Modelo ou Modelos de relatório de ocorrência em sala de aula do professor para o OE. telefones. doenças. referente à Educação Especial CEE/MS N° 7828. nome dos responsáveis. onde através deste estudo foi constatado que a mesma estava desatualizada. pois não atendia a legislação em vigor.. Exemplar de Plano de trabalho. Relação de documentação pertinente ao setor: 1. Federal.Modelo ou Modelos de questionários informativos sobre os alunos (ficha que os pais respondem quando os alunos entram na escola com informações mais aprofundadas a respeito do seu desenvolvimento infantil.Modelo ou Modelos de ficha emergencial do aluno que contenham as informações principais deste para serem utilizadas na hora de uma emergência (nome.

orientação para o lazer. 9.Modelo ou Modelos de relatório do professor para encaminhamento do aluno ao setor de orientação educacional.Projetos voltados para trabalhos com a comunidade. 6.Modelo ou Modelos de questi onários de entrevista com os pais para encaminhamento a outros setores. entre outros.Modelo ou Modelos de bilhetes: carta de convocação dos pais ou responsáveis para conversar com o Orientador Educacional. 5.). 8.Modelo ou Modelos de ficha ou questionário informativos sobre professore s e funcionários. relações interpessoais. termo ou carta de ciência aos pais ou responsáveis a respeito das faltas dos alunos.Modelo ou Modelos de registro de reuniões ou atendimento a alunos ou pais. carta de encaminhamento a outro setor (médico ou psicólogo etc. conselho de escola. . 7. orientação profissional incentivo aos grêmios estudantis. entre outros.4. crianças e jovens com alguma dificuldade de aprendizagem.

bem como educando e sua família. Auxiliar o educando quanto ao seu autoconhecimento. pois muitos fracassos escolares são devido ao fato do educando não saber estudar.E. ensinar a estudar. conduzindo. à sua vida intelectual e à sua vida emocional. deverá ser um processo cooperativo devendo: Orientar o educando em seus estudos. É impressionante a quantidade de educandos de todos os níveis que se perdem nas obrigações escolares por não saberem estudar. a Orientação Educacional ensine o educando a estudar. É importante. Ensinando o educando a estudar em função do nível de ensino que estivesse cursando. É fundamental a interação entre educando e professor. com desperdício de tempo e esforço. Este objetivo é dos mais importantes e cuja efetivação deveria ter início no Ensino Fundamental e continuar por todos os níveis de ensino. através de sessõ es destinadas a todos os educandos de uma classe. é importante.Objetivos da ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Integrada com a Equipe Diretiva/Direção. Supervisão Escolar. Discriminar aptidões e aspirações do educando. a fim de melhor orientá -lo para a sua plena realização. que desde o início da escolaridade intelectual. o educando a abandonar os estudos. a fim de que os mesmos sejam mais proveitosos. com desperdício de tempo e energia. Orientar para o melhor ajustamento na escola. no lar e na vida social em geral. que o educando saiba manter um comportamento adequado nas atividades fora da escola e do lar. a O. Docentes e Discentes. Como complementação do primeiro objetivo. . também. Assim. educando e seus colegas.

formação do cidadão e rendimento escolar. Prevenir o educando com relação a possíveis desajustes sociais. com benefícios compensadores quanto à disciplina. que sempre estão eclodindo na sociedade. dinâmico e renovador no seio da sociedade. desenvolver ação para que se obtenha o cidadão consciente. Prestar assistência ao educando nas dificuldades em seus estudos ou relacionamento com professores. maiores probabilidades de entrosamento positivo entre rendimento escolar. como fruto de uma dinâmica negativa de desagregação social. Possibilitar aos professores melhor conhecimento dos educandos. Trabalhar para a obtenção de um melhor cidadão. eficiente e responsável. Enfim. capaz de fazê-lo sentir-se irmão. ambos e mais adequada ação didática por parte dos professores. por parte do educando. Levar cada educando a explicar e desenvolver suas virtualidades. assim. oferecendo. companheiro e amigo de seu semelhante em todas as circunstâncias da vida. pais ou demais pessoas. a fim de ser obtido maior . colegas. para que este seja um membro integrado.Formar o cidadão que alimente dentro de si um sentimento de fraternidade universal. Levar a efeito melhor entrosamento entre escola e educando.

a fim de proporcionar ao educando maiores oportunidades de conhecimento do meio e desenvolvimento comportamental de cidadão participante.. de forma crescente. que pode ser cuidada e preservada individualmente. Proporcionar vivências que sensibilize o educando para os valores que se deseja incorporar no seu comportamento. Favorecer a educação religiosa. Trabalhar para instaurar na escola um ambiente de alegria.. na busca da melhoria do funcionamento de qualquer regime. . educando por educando. frustrações e humilhações. O bem que a religião infunde pode levar a efeito. satisfação e confiança para que se estabeleça um clima descontraído. sem apelos ao ódio e destruição. evitando os temores. com suas perspectivas transcendentais. eficiente e positivista na vida do educando. professores. Incentivar práticas de higiene física e mental.Sensibilizar. Realizar trabalho de aproximação da escola com a comunidade. procurando conscientizar o educando em relação à importância e valor da saúde. visando à melhor formação do educando. para que queiram melhorar suas perspectivas atuações. Trazer a família para cooperar de maneira mais esclarecida. mas desvinculada do compromisso sócio-ideológico. administradores e demais pessoas que trabalham na escola.

alertando-o. podendo.Desenvolver admiração e respeito pela natureza. a violência e a destruição. Neste particular. . algumas delas. humana e coerente. sensibilizando -o para a cooperação social e deveres comunitários.esclarecer a família quanto às finalidades e funcionamento do SOE. Desenvolver atividades de lazer. imbuindo -o de valores éticos necessários para uma vida digna.cooperar com o professor. incentivá -lo para a melhoria da estrutura e funcionamento da vida social. a família e a criança para a investigação coletiva da realidade na qual todos estão inseridos. orientar o emprego adequado e higiênico de horas de folga. Neste particular. evitando depredá -la em quaisquer de seus aspectos: paisagem. estando sempre em contato com ele. Favorecer a educação social e cívica do educando. . auxiliando -o na tarefa de compreender o comportamento das classes e dos alunos em particular. .manter os professores informados quanto às atitudes do SOE junto aos alunos. o ódio.mobilizar a escola. em que o respeito ao próximo deve ser o motivo principal. fauna e flora. em caso de necessidade. Trabalhar para uma adequada formação moral do educando. transformar-se em atividades profissionais. a morte. pois em relação a certos movimentos de fundo comunitário que pregam. em nome do bem. principalmente quando esta atitude tiver sido solicitada pelo professor. . . sem a marca de destruição.

. sem intimidação.Junto aos professores: ..atrair os pais para a escola a fim de que nela participem como forca viva e ativa. . ouvindo -os com paciência e atenção.procurar captar a confiança e cooperação dos educandos. mas intervenção direta ou indireta que possibilita a conquista da disciplina intelectual e moral.organizar dados referentes aos alunos.promovendo condições que favoreçam o desenvolvimento do educando.descobrir o seu modo e ritmo de trabalho. tratar de assuntos atuais e de interesse dos alunos fazendo integração junto às diversas disciplinas. criando um clima de cooperação na escola.desenvolver trabalhos de integração: pais x escola. .assessorar os professores no p lanejamento de experiências diversificadas que permitam ao aluno.treinamento de professores em observação e registro do comportamento do aluno. suas dificuldades e facilidades.professores x pais e pais x filhos. .descobrir através da auto -avaliação e da execução de atividades.orientação e pesquisa sobre as causas do desajustamento e aproveitamento deficiente do aluno.descobrir sua forma de relacionar -se com os colegas e profissionais da escola.desenvolver atividades de hábitos de estudo e organização. .ser firme quando necessário. . . . .pressupor que a educação não é maturação espontânea. . Jardim a 4ª séries . .fazer escolhas. . . -trabalhar preventivamente em relação a situações e dific uldades.

..educacionais. Junto às famílias dos alunos .avaliação dos resultados do processo ensino-aprendizagem. alunos e professores. .treinar a auto-avaliação..pesquisa sobre as causas de desajustamento e ap roveitamento deficiente do aluno. desenvolver um trabalho de prevenção: ... questionários.entrevistas.recursos teóricos para interpretar os dados obtidos nas observações. . assessorando e decidindo junto com o professor e Conselho de Classe os. adequando -os aos objetivos..casos de aprovação e reprovação do aluno.refletir com os pais o desempenho dos seus filhos n a escola e fornecer as observações sobre a integração social do aluno na escola. Oferecer subsídios aos professores quanto a: .sugerir Direção da realização de estudos por profissionais especializados a pais. para estudar diretrizes comuns a serem adotadas. verificando variáveis externas que estejam interferindo no comportamento do aluno.entrevista com os pais para troca de dado s e informações acerca do aluno. . desenvolvimento de acordo com a faixa etária. .estudo sobre o rendimento dos alunos e tarefas educativas conjuntas que levem ao alcance dos objetivos comuns. bem como de suas necessidades e condicionamentos sociais. reuniões de alunos. reuniões com pais.propiciar aos pais o conhecimento de características do processo de desenvolvimento. .coleta e registro de dados de alunos através de observações. . .psicológico da criança.

a orientação familiar se fará através de reuniões individuais com os pais.atendimentos grupais sempre que for necessário para reflexão de problemas citados acima ocorridas em situações de grupo.esclarecer quanto a regras e sanes no que diz respeito ao cumprimento das normas do colégio. Atua no educando. sempre que for necessário para análise e reflexão dos problemas encontrados em situações de classe. Objetivo Geral A Orientação Educacional se propõe em ser um processo educacional organizado. cuidado com material de uso comum.Integrar-se às diversas disciplinas visando o desenvolvimento de um trabalho comum e a formulação das habilidades didático -pedagógicas a serem desenvolvidas com os alunos. levando-o ao conhecimento de si mesmo.com a finalidade de orientá -lo na sua formação integral. .de suas capacidades e dificuldades oferecendo-lhe elementos para um ajustamento harmonioso ao meio escolar e social em que vive. Junto aos alunos .assessorar o professor na classificação de problemas relacionados com os alunos.colegas etc. através de técnicas adequadas às diferentes faixas etárias .avaliar e encaminhar as relações entre os alunos e a escola. respeito aos professores e funcionários. 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental e Ensino Médio. . .. em pequenos grupos e nas reuniões bimestrais programadas constantes do Calendário Escolar. pontualidade. desempenho escolar. relacionamento com os colegas de classes e outros alunos do colégio. .atendimentos individuais. Objetivos específicos relacionados aos professores . . .dinâmico e contínuo. recreios.assessorar o professor no acompanhamento e compreensão de sua turma.desenvolver uma ação integrada com a coordenação pedagógica e os professores .garantir a continuidade do trabalho. .

instrumentalizar o aluno para a organização eficiente do trabalho escolar. . .por meio da aquisição de bons hábitos de estudo.participação nas reuniões de curso.divulgação do perfil das classes.realização de atendimentos individuais na O.acompanhar a vida escolar do aluno. .do Estado.proposição de estratégias comuns entre os professores.participação na preparação e realização dos Conselhos de classe.promover atividades que levem o aluno a desenvolver a compreensão dos direitos e deveres da pessoa humana.assistir o aluno na análise de seu desempenho escolar e no desenvolvimento de atitudes responsáveis em relação ao estudo.vivenciar e desenvolver atitudes fundamentados na filosofia cristã de valores. problemas de rendimento escolar e/ou outras .identificar e assistir alunos que apresentam dificuldades de ajustamento à escola. Atividades junto aos professores . . . .dificuldades escolares.análise junto a coordenação dos planejamentos das diversas disciplinas.coordenação e orientação.participação nos eventos da escola. tornando a aprendizagem mais eficaz.da família e dos demais grupos que compõem a comunidade e a cultura em que vive o aluno.organização e participação junto à coordenação das atividades extra -curriculares. .E para fornecer ou receber informações necessárias dos alunos. . . Objetivos específicos relacionados aos aluno s . . .do cidadão.organização de arquivos e fichas cumulativas.realização de atendimentos individuais e/ou grupo nas reuniões de curso para receber ou fornecer informações necessárias dos alunos. .orientação vocacional.visando a melhoria do rendimento escolar.análise e avaliação dos resultados quantitativos e qualitativos dos alunos.participação nas reuniões de E.das classes junto à coordenação para posterior encaminhamentos. .promover atividades que levem o aluno a analis ar. . .T. .discutir. . .

.Desenvolver o relacionamento interpessoal e hábitos de trabalho em grupo.Preparar o aluno para a escolha de representantes de classe e/ou comissões. .eventos esportivo s. . . encontros. Atividades junto aos alunos .. informática. debates.Levar o aluno a identificar suas potencialidades.despertar no aluno o respeito pelas diferenças individuais. trabalhos em grupo.desenvolver atitudes de valorização do trabalho como meio de realização pessoal e fator de desenvolvimento social. vídeo. onde o O.Promover atividades que desenvolvam aspectos relativos a dificuldades e /ou necessidades inerentes à faixa etária.o sentimento de responsabilidade e confiança nos meios pacíficos para o encaminhamento e solução dos problemas humanos.Oferecer às famílias subsídios que as orientem e as façam compreender os princípios subjacentes à tarefa de educar os filhos.das implicações e das responsabilidades em relação à dimensão afetiva e sexual do indivíduo de acordo com a filosofia da escola e os valores da família. .Participação dos eventos da escola(atividades extra -classe.E estará propondo temas(textos. características básica s de personalidade e limitações preparando -o para futuras escolhas. atividades extra -classe etc) que vão ao encontro dos objetivos propostos e às necessidades e interesses da faixa etária a ser trabalhada.Realização de sessões de orientação com cada série.culturais e de lazer que possam ser utilizados pelos alunos. Objetivos específicos relacionados aos pais . . previamente agendadas em calendário. .Realização de reuniões com representantes de classe e/ou comissões. . . viagens etc). jogos. .Preparar e acompanhar os representantes de classe para o exercício de suas funções. para maior auto realização dos mesmos. . festa junina. .promover atividades que levem o aluno a desenvolver a compreensão dos valores.identificar na escola.Realização de atendimentos individuais e/ou pequenos grupos.

.Palestras(junto à coordenação e APM).Entrevistas solicitadas pela escola.Entrevistas solicitadas pelas famílias.Reuniões. Interpretar e encaminhar dúvidas. . .. questionamentos.Garantir o nível de informações a respeito da vida escolar dos alunos. Atividades relacionadas aos pais . .

operações concretas ± sete anos à adolescência e as operações abstratas ± adolescência. Em relação às operações formais o grande pr ogresso que caracteriza o pensamento do adolescente e tem seu início aproximadamente aos 11 -12 anos. Na fase das operações concretas é a aplicação de princípios lógicos básicos ao domínio das experiências e eventos concretos não permitindo a inter ferência de suas percepções. Seus processos lógicos de pensamento organizam-se gradualmente numa rede cada vez mais complexa e integrada através da qual confronta e responde sistematicamente ao mundo que o cerca.Comparação das Teorias de Desenvolvimento Segundo a teoria de Piaget os quatro principais estágios de desenvolvimento humano são: sensório-motor ± até aos dezoito meses. mas provavelmente não alcance seu ponto de equilíbrio antes dos 14 -15 anos consiste . pré-operacional ± dos dezoito meses aos sete anos.

desenvolvimento da personalidade. desenvolve -se melhor. A função da linguagem. desenvolvimento cognitivo. não mais em manipula r simplesmente objetos. andar de bicicleta ± como. e a criança torna-se mais capaz de pensar abstratamente. enquanto na primeira o adolescente pode chegar a novas possibilidades através da combinação do previamente conhecido com o que é concluído. A partir deste momento o jovem adolescente pode utilizar hipóteses. Partes do desenvolvimento anterior parecem organizar-se quase subitamente passando a funcionar de modo fluente e integrado. A diferença entre a fase de operações formais e a fase de operações concretas é que. uma ação não deliberada sem exigir qualquer espaço ou concentração. além disso. . latência. As manifestações comportamentais ocorridas durante o período de latência são alterações psicossexuais e psicossociais são modificadas por fatores culturais. da mesma forma. na última as afirmações sobre o ambiente são baseadas nas relações entre objetos ou classes de objetos. A criança não só aprendem novas habilidades motoras ± por exemplo. talvez em torno dos nove anos. tornou -se automática e estabelecida. a capacidade para o pensamento.na possibilidade de manipular idéias em si mesmas. em algum momento. E. Lewis atribui alguns aspectos importantes para o desenvolvimento da criança em idade escolar que são: maturação. Segundo Lewis ³Algo acontece nitidamente no desenvolvimento da criança entre os seis e os onze anos de idade que sugere que tanto alguns aspectos quantitativos como qualitativos se consolidaram. preparação social. lateralidade. etc. memória. relacionamento com os companheiros.´ No que se refere ao desenvolvimento da personalidade tem -se como característica da criança em idade escolar. fala e conceptualização é muito maior. experimentar. maturações fisiológicas são alcançadas nesta época. é nesse estágio que certos conceitos de inevitabilid ade se tornam estabelecidos. exerce-as muito à vontade: habilidade ³estalou´. fazer deduções e raciocinar do particular para o geral.

a criança também se conscientiza. progressivamente. . caracteristicamente com pessoas do mesmo sexo. de que existe hora para o brinquedo e hora para o que vai sendo.No período das relações com os companheiros. chamado de trabalho. as amizades são estabelecidas. nesse momento. Com relação ao desenvolvimento social. nos anos escolares.

orientadores educacionais que fortaleça a responsabilidade de todos na ação conjunta da educação. em determinados momentos. Ao nascer. investigativa e tem questionamentos e necessidade de respostas às questões sobre o mundo que a cerca. a necessidade da observação em todos os momentos da vida da criança. Oportuniza a visão criativa do profissional. Desperta nos educadores. professores. na conscientização dos pais no dever de participar ativamente nas atividades escolares. a crianç a amplia a possibilidade de contatos diversificados frente ao novo meio. Ela tem conhecimentos acumulados através de diferentes experiências que vivencia no cotidiano. relacionadas às características de cada faixa etária e à sua vivência cultural. a criança se relaciona com o seu meio físico e social. pais e professores. Ao entrar no espaço institucional da educação infantil. Sugere programa de ação integrada entre pais. através da relação com o s outros e com os objetos e tem condições específicas e diferenciadas. O mundo se descortina para a criança através do outro.EDUCAÇÃO INFANTIL Funções e Atribuições do Orientador Educacional na Educação Infantil A Orientação Educacional na Pré -Escola é muito importante no contexto escolar pelo papel que exerce junto à comunidade escolar. é a porta de acesso para a criança ingressar no mundo da cultura. O vínculo afetivo. Perfil do aluno e professor Caracterização da criança A criança de 0 a 6 anos é curiosa. sendo necessária a sua adaptação a . estabelecendo vínculo afetivo com a mãe ou com quem cuida dela.

de outra qualidade. o compartilhar de saberes e afetos entre adultos e crianças. Para conhecer o mundo. na relação com os conhecimentos e valores. observou comportamentos e atitudes de adultos e crianças. que é um canal privilegiado para a construção do seu conhecimento sobre si própria.este e a construção de outro(s) vínculo(s). na construção do grupo a que pertence. tomá-los como ponto de partida. Em casa. é funda mental que o educador permita e crie oportunidades de contato da criança com objetos físicos. que são parceiros indispensáveis nesta tarefa. A criança aprende e se desenvolve através da manipulação e exploração dos objetos e do próprio meio. . é importante a proximidade com o outro. A criança constrói sua identidade no contato com o meio. com a educadora e com outras crianças. de forma a promover contatos diversificados com pessoas e objetos. pois é no processo de interação que se alicerça o seu desenvolvimento. adultos e crianças. para que possa ocorrer a investigação e o conhecimento. Para isso. que proporcione espaços de fala. aprende também através da brincadeira. da sua manipulação e exploração. sobre os outros e sobre as relações e papéis sociais. maiores e menores. de troca e interação entre crianças da mesma e de diferentes faixas de idade e também com adulto s. das relações e interações com outras crianças e adultos. que possui conhecimentos prévios. como condição importante p ara ampliação das novas vivências culturais. cabe ao adulto a organização dos espaços físicos e materiais. Papel do educador Ao conceber a criança como ser ativo. Sendo assim. a criança vivenciou uma série de experiências. construindo assim o seu repertório de conhecimentos sobre as coisas. na creche. as ações e o mundo. pré-escola ou em qualquer instituição de educação infantil. sistematizá-los e ampliá-los. as pessoas. não mais familiar. formulou questionamentos e obteve respostas. é papel do educador considerá -los.

que abrangem desde cuidados básicos essenciais até conhecimentos específicos provenientes das diversas áreas do conhecimento. principalmente. mas também ao afetivo. assim. é para melhor perceber. constância de atitudes. aperfeiçoar -se sempre. O professor que vivencia tal rotina diariamente com criança deverá trabalhar com conteúdos de naturezas diversas. para pensar na forma e momentos adequados para a intervenção do educador. como age para conseguir o que quer. Assim é necessário observar em cada criança questões do tipo: como ela lida com as dificuldades. Torna-se necessário. que deverá refletir constantemente sua prática. não só no que diz respeito à cognição. considerando as diferenças de cada idade. Não se trata de observar para rotular. sempre na busca de informações novas para o trabalho que desenvolve. serve para o educador refletir. de compartilhar. Observar. Enfim. para planejar conteúdos a serem trabalhados e os desafios a serem propostos. disputar e competir. desafios. buscar alternativas para as questões a partir da prática e. É importante conhecer as características de cada faixa etária. para ver detalhes. Pelo contrário. uma formação bastante ampla do prof issional. então. diálogo com as famílias e a comunidade.A observação do educador é fundamental para perceber as fases e as rápidas mudanças no desenvolvimento das crianças (ver mais no texto sobre identidade) e daí ter claro os desafios a serem propostos em cada momento. como manifesta seus desejos. É importante também. permanências de dificuldades e. saber sobre o que conhecem e o que sabem fazer. refletir são instrumentos importantes para avaliar e planejar. perceber o outro. mudanças. avaliar constantemente suas ações e também aprender. para desenvolver na criança atitudes e procedimentos. registrar. avanços. Tudo is so. relacional. frustrações. . que haja um debate com colegas. que condições e que capacidade tem de se perceber.

. 2 ± ideal do eu ( identificação com o outro.Incorporação do alimento e dos afetos que o acompanham (introjeta o que é bom e cospe ou projeta o que é mau.Reações por reflexo (1º mês) . simbólico). 1 ± eu ideal (onipotência. O objeto transicional (brinquedo) é básico para este momento de separação acontecer.Não diferenciação eu/não eu.Auto-erotismo (sem um ³eu´ constituído/organizado).Adualismo: não há uma diferença entre mãe e bebê.Características Gerais ESTÁGIO SEGUNDO PIAGET FASES SEGUNDO FREUD ESTÁGIO Sensório-motor Pré-operacional Operacional Concreto Operatório Formal IDADE 0 a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 10 anos 11 anos em diante FASE Oral Anal Fálica Latência Genital IDADE nascimento aos 12-18 meses 12-18 meses aos 3 anos 3 aos 5-6 anos 5. *ESTÁGIO SENSÓRIO-MOTOR .Etapa narcísica: (nascimento do ³eu´). idealização.) . .A simbiose (mãe/bebê) precisa dar espaço para separ ação/individualização ± oportunizar momentos de presença e ausência da mãe.6 anos à puberdade puberdade em diante 0 a 2 anos *FASE ORAL . . . imaginário).

A visão vai até o 9º mês para amadurecer. 1º Horizontal.. assim ela cria o objeto. É na ausência que a criança alucina o objeto desejado.Linguagem: Desenvolvimento do balbucio a frases curtas (2 palavras). .Necessidade de um amadurecimento neurológico para desenvolver a parte motora. .A dependência passa de abso luta para relativa. .A criança dorme em seu próprio quarto (a partir do seu primeiro ano). 2º Vertical e 3º Circular. . . . com mais ou menos 6 meses demonstra noções dos objetos permanentes e reage ao desconhecido.Noções do objeto permanente. caminha). .Não há representação ou planejamento do que aconteceu ou acontecer.Etapas de: sentar/engatin har/andar.Apreensão do objeto: primeiro é palmar e por último de pinça. .Noções básicas de presença e de ausência da mãe ou de quem cuida.Início de suas locomoções ± explorando o espaço (engatinha. . .Brincadeiras de esconder-se ou esconder objetos forta lecem a noção de objeto e do ³eu´. o que é necessário para o pensamento e o conhecimento se desenvolverem.Noções do espaço: somente o conhecido e o desconhecido.Movimentos circulares e exploração do ambiente. . Característica da faixa etária dos 0 aos 6 meses Desenvolvimento Físico: ‡ Processo de fortalecimento gradual dos músculos e do sistema nervoso: os movimentos bruscos e descontrolados iniciais vão dando lugar a um controle progressivo da cabeça.A inteligência é prática (aqui e agora). OBSERVAÇÕES: a criança sabe fazer sozinha: . . dos membros e do tronco. . .

"papá". ‡ Entre os 4 e os 6 meses utiliza os membros para se movimentar. sendo capaz de segurar num brinquedo. ‡ Vocaliza espontaneamente. estabelecendo com ela uma relação privilegiada. ‡ A partir dos 4 meses. ‡ Controle completo da cabeça por volta dos 4 meses: deitado de costas. rolando para trás e para frente. so no e eliminação. ‡ Progressivamente será capaz de utilizar os dois olhos para focar um objeto próximo ou afastado. sobretudo quando está em relação . Desenvolvimento Social: ‡ Distingue a figura cuidadora das restantes pessoas com quem se relaciona. virando a cabeça quando o chamam. ‡ Fixa o rostos e sorri (aparecimento do 1º sorriso social por volta das 6 semanas). Desenvolvimento Intelectual: ‡ A aprendizagem faz-se sobre tudo através dos sentidos. ‡ Aprecia situações sociais com outras crianças ou adultos. ‡ Entre os 2 e os 4 meses. ‡ Desenvolvimento da função auditiva.. apresenta também maior eficácia em alcançar e agarrar o que quer ou a posicionar-se no chão para brincar.‡ Por volta das 8 semanas é capaz de levantar a cabeça sozinho durante poucos segundos. levanta a cabeça durante vários segundos. ‡ Por volta do 6º mês. ‡ Desenvolve o seu próprio ritmo de alimentação. começa a imitar alguns sons que ouve à sua volta. ‡ Entre os 4 e os 6 meses a visão e a coordenação olho -mão encontram-se próximas da do adulto.. "mamã". ‡ Desenvolvimento progressivo da visão. ‡ Com 1 mês. deitado de barriga para baixo. deitado de barriga para baixo começa a elevar-se com apoio das mãos e dos braços e virando a cabeça. . o bebê reage aos sons e às alterações do tom de voz das pessoas que o rodeiam. ‡ Por volta dos 4 meses o controle das mãos é mais fino. ‡ Por volta dos 4-6 meses. possui já uma grande sensibilidade às modulações nos tons de voz que ouve.). compreende algumas palavras familiares (o nome dele. bem como de seguir a deslocação dos ob jetos ou pessoas. é capaz de focar objetos a 90 cm de distância.

‡ Desenvolvimento da noção de permanência do objeto. ou seja. revelando preferência por rostos familiares. é capaz de segurar os objetos de forma mais firme e estável e de manipulá -los na mão. sendo capaz de se sentar direito sem apoio e de fazer as primeiras tentativas de se pôr de pé. principalmente através da boca.‡ Por volta dos 4 meses: capacidade de reconhecimento das pessoas mais próximas. . mostrando prazer ao antecipar a alimentação ou o colo. Desenvolvimento Emocional: ‡ Manifesta a sua excitação através dos movimentos do corpo. o equilíbrio e o controlo motor estão mais desenvolvidos. é já capaz de meter pequenos pedaços de comida na boca sem ajuda. movimentos súbitos e sensação de dor. podendo significar estados distintos (sono. desconforto.. bem como adquire o controle do dedo indicador (aprende a apontar). situações ou pessoas estranhas. utilizando as duas mãos.). tendo reações diferenciadas consoante a pessoa com quem interage. ‡ Vocalizações.. abre e fe cha as mãos quando quer uma coisa). é capaz de bater com dois objetos um no outro. ‡ Apresenta medo perante barulhos altos ou inesperados. Desenvolvimento Intelectual: ‡ A aprendizagem faz-se sobre tudo através dos sentidos. É também capaz de distinguir pessoas conhecidas de estranhos. a noção de que uma coisa continua a existir mesmo que não a consiga ver. Característica da faixa etária dos 6 aos 12 meses Desenvolvimento Físico: ‡ Desenvolvimento da motricidade: os músculos. agarrando -se a superfícies de apoio.. exprimindo com o corpo aquilo que quer ou sente (por ex. ‡ Desenvolvimento da preensão: entre os 6 e os 8 meses. por volta dos 10 meses. objetos. o que influencia a forma como se relaciona com elas. ‡ Os gestos acompanham as suas primeiras "conversas". consegue arrastar-se ou gatinhar. fome. ‡ O choro é a sua principal forma de comun icação. ‡ A partir dos 9 meses poderá começar a dar os primeiros passos. apoiando -se nos móveis. ‡ A partir dos 8 meses.

manifesta-se quando pessoas desconhecidas o abordam diretamente. Os sons das suas vocalizações começam a acompanhar as modulações da conversa dos adultos .. . a noção de causa -efeito encontra-se já bem desenvolvida: o bebê sabe exatamente o que vai acontecer quando bate num determinado objeto (produz som) ou quando deixa cair um brinquedo (o pai ou a mãe apanha -o). tais como "mamã" ou "papá" e ao longo dos próximos meses o bebê vai tentar imitar os sons familiares. dos gestos e das expressões faciais).Vinculação. maior consciência de si próprio. Começa também a relacionar os objetos com o seu fim (por ex. que se manifesta quando é separado da mãe. etc. o bebê gosta que os objetos sejam nomeados e começa a reconhecer palavras familiares como "papa".. sendo progressivamente capaz de associar ações a determinadas palavras (por ex: tchau -tchau" . ‡ Presença de ansiedade perante estranhos: sendo igualmente uma etapa normal do desenvolvimento emocional do bebê. ‡ Nesta fase. ‡ A partir dos 8 meses: desenvolvimento do. "mamã". lava r a cara.trata-se de uma ansiedade normal no desenvolvimento emocional do bebê. ‡ Manifesta comportamentos de imitação. mesmo que por breves instantes . procurando ativamente a interação com quem o rodeia (através das vocalizações. "adeus". escovar o cabelo. embora inicialmente sem significado.). maior interesse pela interação com outros bebês. ‡ A partir dos 10 meses. ‡ A primeira palavra poderá surgir por volta dos 10 meses.‡ Alguns dos seus sons parecem-se progressivamente com palavras. ‡ Presença de ansiedade de separação. acrescentando novos sons ao seu vocabulário. Desenvolvimento Social: ‡ O bebê está mais sociável. coloca o telefone junto ao ouvido). ‡ A partir dos 10 meses.acenar). ‡ A partir dos 8 meses. relativamente a pequenas ações que vê os adultos fazer (por ex. ‡ Progressiva melhoria da capacidade de atenção e concentração: consegue manter se concentrado durante períodos de tempo cada vez mais longos.utiliza "mamã" e "papá" com significado. Desenvolvimento Emocional: ‡ Formação de um forte laço afetivo com a figura materna (cuidadora) .

Desenvolvimento Intelectual: ‡ Maior desenvolvimento da memória. Da mesma forma. finge que deita chá de um bule para uma xícara. ‡ Sabe que um martelo de brincar serve para bater e já o deve utilizar.o equilíbrio é inicialmente bastante instável. é objeto de reconforto quando está triste.capacidade de segurar um objeto.. inicialmente acompanhadas de gestos e.ajuda a adormecer. o bebê desenvolve um entendimento das seqüências de acontecimentos que constituem os seus dias e dos seus pais. ‡ Consegue estabelecer a relação entre um carrinho de brincar e o carro da família. com movimentos muito mais controlados.permitelhe antecipar os acontecimentos e retomar uma atividade momentaneamente interrompida. . a partir dos 15 meses. sem necessidade de recorrer aos gestos. Por volta dos 20 meses. ‡ As experiências físicas que vai fazendo ajudam a desenvolve r as capacidades cognitivas. a partir dos 16 meses. .).recorda uma seqüência de acontecimentos e faz de conta que os realiza como parte de um jogo). o qual terá um papel muito importante na vida do bebê . ‡ Entre os 20 e os 24 meses é também capaz de brincar ao faz-de-conta (por ex. a linguagem do bebê começa a adquirir tons de voz diferentes para tr ansmitir significados diferentes. será capaz de transportar objetos na mão enquanto caminha. Por exemplo. etc. irá sendo capaz de combinar palavras soltas em frases de 2 palavras. ‡ Exibe maior curiosidade: gosta de explorar o que o rodeia. através da sua rotina diária. ‡ Melhoria da motricidade fina devido à prática . o manipula. passa de uma mão para a outra e o larga deliberadamente. por ex. à qual dedica um maior tempo de concentração. "dá -me a caneca". ‡ Compreende ordens simples. através da repetição das atividades . ‡ É capaz de acompanhar pedidos simples. ‡ Embora possa estar ainda limitada a uma palavra de cada vez.‡ Nesta fase é comum os bebês mostrarem preferência por um determinado objeto (um cobertor ou uma pelúcia. Progressivamente. sobe e desce escadas. sobe os móveis. por volta dos 20 meses. o bebê já é capaz de caminhar e de se manter de pé em segurança.. etc. uma vez que os músculos das pernas não estão ainda bem fortalecidos. como por ex. põe açúcar e bebe . Característica da faixa etária de 01 aos 02 anos Desenvolvimento Físico: ‡ Começa a andar. Contudo.

‡ Maior autonomia: sente satisfação por estar independente dos pais quando inserida num grupo de crianças. Desenvolvimento Emocional: ‡Grande reatividade ao ambiente emocional em que vive: mesmo que não o compreenda. ‡ Está a aprender a confiar. surgindo uma maior dependência quando é necessária uma n ova adaptação.desenvolvimento da empatia (começa a ser capaz de pensar sobre o que os outros sentem). apercebe-se dos estados emocionais de quem está próximo dele. ‡ As suas interações com outras crianças são ainda limitadas: as suas brincadeiras decorrem sobre tudo em paralelo e não em interação com elas. sendo difícil partilhá-las. ‡ Desenvolve o sentimento de posse relativamente às suas coisas. ‡ Embora esteja normalmente bem disposta. física e psicologicamente. Desenvolvimento Social: ‡ Aprecia a interação com adultos que lhe sejam familiares.A capacidade de fazer este tipo de jogos indi ca que está a começar a compreender a diferença entre o que é real e o que não é. imitando e copiando os comportamentos que observa. começa a alargar os seus sentimentos sobre si próprio e sobre os outros . ‡ É bastante sensível à aprovação/desaprovação dos adultos.esta necessidade aumenta em situações novas. ‡ A partir dos 20-24 meses. . sobre tudo os pais. necessitando apenas de confirmar ocasionalmente a sua presença e disponibilidade . e à medida que começa a ter maior consciência de si própria. pelo que n ecessita de saber que alguém cuida dela e vai de encontro às suas necessidades. exibe por vezes alterações de humor ("birras").

 Mostra interesse por toda espécie  de atividade. maior geral e menos  melhor Pegando. Não dispõe ainda da compreensão de causas e consequências.  Usa da imitação. Repetir rotinas. horários.  Não repreender se a criança não compreendeu o que não pode fazer. a forma e a coordenação muscular. o significado das  Proporcionar oportunidades para ouvir músicas.  Capaz de distinguir sons repetidos e rítmicos.  Deixá-la com outras crianças. .O Desenvolvimento da Criança: de 12 aos 18 meses Características do crescimento e desenvolvimento Orientação  Crescimento acelerado.  Compreende palavras. mobilidade de tudo no seu mundo.  Maior capacidade de contato social.  É egocêntrica. mesmo lugar para os jogos e atividades.  Compreender que a criança considera ainda seus brinquedos como parte dela e os defende como tais. ela está tamanho.   Tem rudimentar noção de espaço.  Guarda ³com´ ela os seus brinquedos e roupas. descobrindo o apalpando.

que podem ser vistos como bons ou maus e destrutivos. OBSERVAÇÕES: a criança sabe fazer sozinha . . falar e de reter ou expulsar fezes. os objetos e as diferentes situações e vivências para que a criança torne mais consciência da realidade. da imitação diferida.Controle dos esfíncteres (excrementos).Desenvolvimento das modalidades de expulsar (projetar) ou reter (controlar).Momentos de socialização com crianças da mesma faixa etária. .Ter contato com pequenas histórias infantis. a criança é ca paz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar.Interesse pela socialização. mas a comunicação é mais monólogo do que dialogo. . . . .2 a 3 anos *FASE ANAL .Uso da representação através da linguagem.Esboço da figura humana.Brincadeiras na companhia de outras crianças.Importância dos primeiros produtos que a criança coloca no mundo (fezes).Interesse em manipular e controlar o ambiente. . . o que indica que já há uma representação do ³eu´.Uso da representação (evoca o objeto ou evento na sua ausência). Característica da faixa etária dos 2 aos 3 anos Desenvolvimento Físico: ‡ À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam. . do jogo simbólico. do desenho e da imagem mental. . .O desenho inicial da célula (círculo).Maturação da musculatura do andar.Relacionamento de seus produtos com o mundo externo. .Importância do adulto falar sobre os lugares. . . *ESTÁGIO PRÉ-OPERATÓRIO (inicial) .Atividades como aprender a subir e descer escadas.

‡ É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos. o que a leva à compreensão dos conceitos . ouvir histórias.progressivamente.10 animais de plástico podem ser 3 vacas. a criança começa a exprimir-se de outras formas. quando faço isto.. a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe. vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora. ‡ É capaz de participar em atividades com outras crianças.. ‡ A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas.tratase de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex. ‡ Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex. ‡ Por volta dos 32 meses. como "tenho fome". Desenvolvimento Social: ‡ A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança.. maquiar-se. acontece aquilo). pa ra ficar à guarda de outra pessoa. não gostando de estranhos. A partir dos 32 meses. o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo. e com a ajuda dos pais. A partir dos 32 meses. como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha.. começa a apreender o conceito de seqüências numéricas simples e de diferentes categorias (por ex. embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras. mantendo -se concentrada nela por períodos de tempo mais longos). ‡ À medida que se desenvolvem as suas competências lingüísticas. sendo muito freqüente a pergunta "Por quê?". ‡ Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga). lavar a louça. é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos . 5 porcos e 3 cavalos). . ‡ Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir -se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever -se por frases simples. já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período. Desenvolvimento Intelectual: ‡ Fase de grande curiosidade. ‡ A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que tinha interrompido. cima e baixo. que não apenas a exploração física . etc. como por exemplo. ‡ É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras.

‡ É cada vez mais independente ao nível da sua higiene. ‡ Preocupa-se em agradar os adultos que lhe são significativos. grande desejo de experimentar tudo. ‡ Nesta fase. .Desenvolvimento Emocional: ‡ Inicialmente o leque de emoções é vasto. ‡ É capaz de comer sozinha com uma colher ou um garfo. o que requer prática e ajuda dos pais. ‡ Copia figuras geométricas simples. ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz). Características da faixa etária dos 03 aos 04 anos Desenvolvimento Físic o: ‡ Grande atividade motora: corre. Desenvolvimento Social: ‡ É bastante sensível aos sentimentos dos que a rodeiam relativamente a si própria. salta. é já capaz de controlar os esfíncteres (sobretudo durante o dia). ‡ Embora ainda não seja capaz de amarrar sapatos. veste -se sozinha razoavelmente bem. pode começar a andar de triciclo. o sexo e a idade. a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados. ‡ Compreende o conceito de "dois". as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção ± geralmente deve-se a mudanças ou a acontecimentos. ‡ É bastante curiosa e investigadora. ‡ Repete seqüências de 3 algarismos. ‡ Utiliza bastante a imaginação: início dos jogos de faz-de-conta e dos jogos de papéis. sendo dependente da sua aprovação e afeto. ‡ Sabe o nome. começa a subir escadas. ‡ Tem dificuldade em cooperar e partilhar. desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável. ‡ Começa a ter noção das relações de causa e efeito. Desenvolvimento Intelectual: ‡ Compreende a maior parte do que ouve e o seu discurso é compreensível para os adultos.

‡ Consegue controlar-se de forma mais eficaz e é menos agressiva. .‡ Começa a aperceber-se das diferenças no comportamento dos homens e das mulheres. Desenvolvimento Emocional: ‡ É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de tempo. de animais ou do escuro. ‡ Começa a reconhecer os seus próprios limites. ‡ Imita os adultos. ‡ Utiliza ameaças verbais extremas. acerca de si própria assumem grande import ância para a criança. pedindo ajuda. ‡ Começa a desenvolver alguma independência e autoconfiança. ‡ As opiniões dos outros. ‡ Pode manifestar medo de estranhos. sem ter noção das suas implicações. ‡ Começa a interessar-se mais pelos outros e a integrar-se em atividades de grupo com outras crianças. Desenvolvimento Moral: ‡ Começa a distinguir o certo do errado. como por exemplo: "eu te mato!".

  Maior progresso na linguagem. ainda.    Memória mais desenvolvida.  tanto para flexão como para extensão. Deixar ao seu alcance tesoura sem ponta. atividades mentais e motoras. Não imitar a fala infantil. Observação de detalhes. expressar emoções.  Dar oportunidades de dramatizar.  Interdependência das  Oferecer espaços para o faz-de-conta.  Maior desenvolvimento da assunto termos definidos. Ter paciência.   Capaz de dramatizar (3 anos).  Atenção mais desenvolvida. A criança necessita de espaço para correr e pular. pois é uma condição normal do crescimento. Controle do polegar. inteligência e poder de dedução. alternativas: Evitar pôr o as oportunidades em de principalmente por imitação. . Negativismo acentuado.   Aprende. falar clara e simplesmente com ela. Conversar normalmente com a criança. Habilidade maior para  Solicitar que descreva gravuras.O Desenvolvimento da Criança: de 2 e 3 anos Características do desenvolvimento Orientações  Melhor coordenação motora.

A criança que tem as fantasias edípicas gratificadas demonstra extrema dificuldade em aceitar a cumprir normas. .Organização das modalidades de relação homem/mulher. . . . .Características do complexo do Édipo: menino quer ³namorar´ a mãe e a menina o pai. *ESTÁGIO PRÉ-OPERATÓRIO (final) . para isto acontecer. .Aprimoramento das formas de representação (linguagem. que é conhecido como repressão ou recalque. desenho. leis.4 a 6 anos *FASE FÁLICA . O adulto pode mostrar que no jogo podemos ganhar/perder o u empatar e que é apenas um jogo. jogo simbólico. Curiosidade para leitura e escrita.O superego (normas/regras) é herdeiro do complexo de Édipo.No brincar/jogar/ouvir histórias infantis trabalha a criatividade. identifica -se com o pai (imita o pai em vários aspectos) e com isto sublima (canaliza) a fantasia sexual para aspectos intelectuais. .O pensamento é egocêntrico ± a criança acredita que todos têm o mesmo ponto de vista. . para quando for adulto. a imaginação e elabora conflitos que percebe no seu cotidiano. Mas.O menino demonstra medo de castração.Nos jogos tem dificuldade em aceitar as regras.Noções de números e pequenas quantidades. imitação definida e imagem mental). O momento é básico para a estruturação do psiquismo. bem como apresentará entraves para entrar na cultura. sociais e culturais. .Na sexualidade o interesse fica voltado para quem tem pênis ou quem não tem. o pai precisa intervir na relação mãe/filho e exercer a sua função paterna que representa a lei.

da brincadeira e das historias infantis. constituído por 1500 a 2000 palavras. ‡ Consegue escovar os dentes. . ‡ Grande atividade motora. É importante que com 6 anos saiba fazer m tope. . . -Aprimoramento da coordenação motora fin a. . . manifesta um grande interesse pela linguagem.Imaginação e criatividade através do jogo. escolhendo uma peça entre duas ou três. caminhar e nos movimentos minuciosos do desenho e da escrita do nome e nas hipóteses de novas palavras escritas. ‡ Articula bem consoantes e vogais e constrói frases bem estruturadas. no que diz respeito à alimentação. falando incessantemente.Autonomia.Os movimentos vão adquirindo maior destreza no correr. Característica da faixa etária dos 04 aos 05 anos Desenvolvimento Físico: ‡ Rápido desenvolvimento muscular. a partir dos 4 anos de idade. Diferenciação entre fantasia e realidade. tempo e casualidade devem ser nomeadas e bastante exploradas. quando vai ao banheiro. começa a tornar banho sozinho. através do diálogo sobre acontecimentos do dia-a-dia. ‡ Compreende ordens com frases na negativa. com maior controle dos movimentos. Desenvolvimento Intelectual: ‡ Adquiriu já um vocabulário alargado. .As noções de espaço.. OBSERVAÇÕES: a criança sabe fazer sozinha . s endo supervisionado por quem cuida.As noções de lateralidade passam a ser melhor observadas e as de dominância melhor definidas. pentear -se e vestir-se com pouca ajuda. Noções de vestir-se. Noções de amarrar o tênis.Aprendizagem da higiene.Noções de dentro/fora em grandes e pequenos espaços.

poderá ser seletiva acerca dos seus companheiros. "menos". embora aceite uma maior variedade de alimentos. ‡ Começa a reconhecer padrões entre os objetos: objetos redondos. é desafiante e depois bastante envergonhada. ‡ Procura frequentemente testar o poder e os limites dos outros. ‡ Os seus estados emocionais alcançam os extremos: por ex. ‡ Assegura sua higiene com autonomia. quando está em grupo. objetos macios.‡ Exibe uma curiosidade insaciável.. Desenvolvimento Moral: ‡Tem maior consciência do certo e errado. ‡ Compreende conceitos de número e de espaço: "mais". pode culpar os outros pelos seus erros (dificuldade em assumir a culpa pelos seus comportamentos). ‡ Exibe muitos comportamentos desafiantes e opositores. Desenvolvimento Social: ‡ Gosta de brincar com outras crianças. . ‡ Pode manifestar dores de estômago ou vômitos quando obrigada a comer comidas de que não gosta. Características da faixa etária dos 5 aos 6 anos Desenvolvimento Físico: ‡ A preferência manual está estabelecida. "dentro". ‡ Compreende as diferenças entre a fantasia e a realidade. "debaixo". preocupando -se geralmente em fazer o que está certo.. fazendo inúmeras perguntas. "atrás". tem preferência por comida pouco elaborada. Desenvolvimento Emocional: ‡ Os pesadelos são comuns nesta fase. a aceitar as regras e a respeitar a vez do outro. animais. "maior". ‡ Tem amigos imaginários e uma grande capacidade de fantasiar. ‡ Tem uma confiança crescente em si própria e no mundo.. ‡ Está a aprender a partilhar. ‡ Gosta de imitar as atividades dos adultos. ‡ É capaz de se vestir e despir sozinha. ‡ Começa a compreender que os desenhos e símbolos podem representar objetos reais.

de cair. Desenvolvimento Social: ‡ A mãe é ainda o centro do mundo da criança. ‡ Preocupa-se em agradar aos adultos. os pronomes e os tempos verbais. ‡ Aprecia conversar durante as refeições.. etc. "amanhã". ‡ Maior sensibilidade relativamente às necessidades e sentimentos dos outros. utilizando corretamente o plural. "hoje". ‡ Está numa fase de maior conformismo. ‡ Grande interesse pelas palavras e a linguagem. sem necessitar de uma constante super visão. de cães ou de dano corporal.Desenvolvimento Intelec tual: ‡ Fala fluentemente. ‡ Pode gaguejar se estiver muito cansada ou nervosa. piscar repetidamente os olhos. ‡ Conhece as cores. bem como conceitos de tempo: "ontem". Desenvolvimento Emocional: ‡ Pode apresentar alguns medos: do escuro. ‡ Brinca com meninos e meninas. poderá apresentar alguns dos seguintes comportamentos: roer as unhas. fungar. ‡ Começa a interessar-se por saber de onde vêm os bebês. manifestando preferência pelas crianças do mesmo sexo. ‡ É capaz de agrupar e ordenar objetos tendo em conta o tamanho (do menor ao maior). ‡ Brinca de forma independente. não sendo tão exigente nas suas relações com os outros. "em cima" e "em baixo". os números. ‡ Conhece as diferenças de sexo. ‡ Se estiver cansada.. etc. pelo que poderá recear a não voltar a vê-la após uma separação. ‡ Começa a entender os conceitos de "antes" e "depois". sendo crítica relativamente aqueles que não apresentam o mesmo comportamento. ‡ Começa a ser capaz de esperar pela sua vez e de partilhar. etc. ‡ Segue instruções e aceita supervisão. ‡ Copia os adultos. ‡ Capacidade para memorizar histórias e repeti -las. nervosa ou chateada. ‡ Está mais calma. é capaz de brincar apenas com outra criança ou com um grupo de crianças. embora esta não seja uma fase de grandes medos. .

Desenvolvimento Moral: ‡ Devido à sua grande preocupação em fazer as coisas bem e em agradar.  Pequenos músculos das mãos mais Oferecer brinquedos para que possa exercitar seus sentidos e músculos. percebe que pode planejar. O Desenvolvimento da Criança: de 4 e 5 anos Características do desenvolvimento Orientações  Melhor coordenação dos músculos grandes. 20 ± 40 minutos. ter e executar idéias.  Imaginação muito fértil.  Responder sempre as perguntas. a partir  dos 5 anos. . ora reais ora fictícios.  Aparece o interesse pelo mundo fora do lar. tem compartilhar experiências com a família. desenvolvidos. durante 15 ± 20 minutos.  Tem senso de iniciativa. para que ela aprenda as diferenças. É capaz de concentrar a atenção por Dar oportunidade para períodos mais longos.  Capacidade para concentrar a atenção  Contar histórias.‡ Envergonha-se facilmente.  É mais seguro de si mesma. poderá por vezes mentir ou culpar os outros de comportamentos reprováveis. aos 4 anos. capacidade de autocrítica.  Ajudar a aceitar os limites necessários.   Afetuosa ± Curiosa.

.................................... Medicação ou alimentos que provocam alergia:.... Telefone residencial: ..................... . Com quem? ............................................. Pessoas autorizadas a retirar a criança: ............................................. Dosagem: ................................ ....................... ................ Toma algum remédio regularmente? ( ) sim ( ) não Qual? ............... ..... Fone: ................. ............................................................................................................................. ............................................................................................ DADOS PESSOAIS DO ALUNO: ANO:................ ........................... Possui algum convênio? ( ) sim ( ) não Qual? .................................................................................................Entrevista FICHA DE ENTREVISTA TURMA: ........ 2.................................................. .. ............. Fone: ...... ....................... Data de nascimento: ............................................ ......................................... ............................ Tem parentes na escola? ( )sim ( )não Nomes e idades: ................................................................................... Nome do pai: ............................................................................................................................................................................................. 1................. Dosagem: .................................... Apelido: ...................................................................................................................................... .. Nome: .......................................... Nome da mãe: ....../.............................................. Telefone para recados: ................................................. SAÚDE: Qual a medicação usada para febre? ......................... ........................../................

................. ....................................... Sabe ir ao banheiro sozinha? Faz a higiene? ................. ................................................................................................................... quem prepara)? ............................................................................... ............................................. Já passou por cirurgia? ( ) sim ( ) não Qual? Com que idade? ........ ........... no sono)? . ............................................................................................................................................ Como é dada a alimentação (horários......... ...................................... onde encaminhar a criança? ...................................................... Quando começou a falar? Quais suas primeiras palavras? .................................. ...... Engatinhou? Quando? ........ 3............................................................................................................................. ......................................................................................................................................................... .............................Em caso de atendimento de emergência.................................................................................................................................. .................. CRIANÇA: Quem escolheu o nome e o apelido? ............................. Pais vivem: ( ) juntos ( ) separados Com quem a criança convive: ................................................................................................................................................................................................ A criança já teve convulsão? ............. Quando começou a dar os primeiros passos? ................. .............................................................. Doenças infantis que já teve: ............................................................... Controla esfíncteres (de dia..... ........................... ............................................................................. Como a criança se relaciona com os adultos e outras crianças da família? Com quem é mais apegado? .............................. ..... Chupa bico? ( )sim ( ) não Como foi a retirada do bico? ................................................................................. .................................. .......

.................................. ........ .................................................................................... Como a família lida com as questões de limites................................ ......Como é o sono? Usa algum recurso para dormir? Dorme após o almoço? ....................................................................................................... Para você como deve ser: ............. ............................. ........................................................................................................................................................................................................................ 4................ castigos................. ............................. ......................... ............................................................. ... ................................................................................................................................................................................ ....................a família ideal: .................................................................................................................................... etc? ...................o educador ideal: ............................................................ .......... ..................................................... ESCOLA: O que espera da escola? .................................................................................................................................................................... ..................................................................................................................................................... ....................................... ............................................................ Quem participa da educação da criança? .. contrariedade............................................................................... .............................................................. .... ..................................................... ...... .................................................................................................................... Fale sobre os medos e manias da criança e como age frente a essas situações: ...................................................... ................................................................... ..................... ............................................................. ......... ... ............. ................................................................................................................................................ ............................................................................................................................ Quem mora na casa com a criança? ................................

........ .................../20............................................................ ............... OBSERVAÇÕES: (responder caso a criança já seja aluno da escola) Que mudanças você observou em seu filho (a) no de 20............................................................................................................... ............................ ..................................................... .................... Como foi a participação da família neste processo? (envolvimento com as atividades desenvolvidas pela escola) ......... .... ......................................................................... trabalho pedagógico desenvolvido................................................................../..................................................... DADOS FORNECIDOS POR: Responsável: ................................................. ............................. linguagem.................................................................................................... ......................... . . ........5................................... 6..........................? (crescimento................................................... ......) ........................... ..................................................................................... Data: .......................................... Educador (a): ........................................................................

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO .ENTREVISTA COM PROFESSORES - DADOS PESSOAIS: Nome completo:____________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Telefones:___________________________________________________________ Endereço: ____________________________________________________________ _______ ___________________________________________________________________ Idade: _____________________ Possui algum problema de saúde? ___________________________________________________________________ _______________________________________ ___________________ _________ Estado civil: ___________________________ Número de filhos: ____________________ Quais? ___________________________________________________________________ _____________________________________________________________ ______ Tomam alguma medicação? ___________________________________________________________________ Possuem problemas de saúde? .

Com quem/onde fica a criança durante o dia? ___________________________________________________________________ _____________________________________________ ______________________ DADOS PROFISSIONAIS: Formação Profissional: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________ ________________ Escolaridade/Cursos/Especializações:_____________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Experiências Profissionais: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________ ________________ .

................................................................................ ................. .................................................. ............................................................ ..............................................................................O (a) candidato(a) se descreve da seguinte forma:__________________________ _ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Como age em situações de emergência (na área educacional/cuidar X educar): ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ____________________________________________ _______________________ Um educador ideal é (PAPEL DO EDUCADOR)......................... no caso..... ....... ......................... .......................................................................... de educação infantil.

Parceria da família X educador (escola). Papel do educador/da escola dentro dessa concepção. . Diferenças entre passado. Relações humanas: verticais ou horizontais dentro da escola.Desenvolvimento 1º momento: Apresentação do assunto em multimídia pela palestrante. y y . pais PROPOSTA DE REUNIÃO DE PROFESSORES Tema : Currículo da Educação Infantil Público-alvo: professores de alunos da Educação Infantil Objetivos:  CONHECER A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA CRIANÇA  OFERECER INFORMAÇÕES SOBRE O PERÍODO DE ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA NA ESCOLA  IDENTIFICAR OS TEMPOS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE ATÉ A ATUALIDADE  ENTENDER O CONCEITO DE PÓS-MODERNIDADE NA EDUCAÇÃO  PROMOVER A APROXIMAÇÃO DAS FAMÍLIAS COM A ESCOLA ATRAVÉS DO CURRÍCULO Procedimentos -Pauta: y y y y Currículo da educação infantil na pós modernidade.Reuniões com professores. presente e futuro no modo de pensar o educar e cuidar com crianças. Questão de valores a serem trabalhados integrado às diversas linguagens educacionais.

.. resumir em uma palavra cada pensamento e.. para o colega da direita: Preciso de (da escola/aluno/família). questionamentos do grande grupo. essa com acesso central na sala da direção. . Dinâmica: Em grupo . depois. em um pedaço de papel descreve r como avalias o encontro e sugestões para próximo encontro. socialização no grande grupo.. para posterior leituras das responsáveis.2º momento: Reflexão. trocas de saberes. até o fim. cada participante dirá para o colega da esquerda: Tenho a oferecer para a escola/aluno/família. A seguir. Logo.. ideais.. -Fechamento Listar 10 utilidades pedagógicas para um tijolo. Ao fim. Dobrar e colocar numa caixa. Por fim. disponibilizar em um grande cartaz para reflexão diária.

doação de livros. sacola plástica). brinquedos.PROPOSTA DE REUNIÃO DE PAIS Tema : Início das aulas Público-alvo: pais de alunos da Educação Infantil Objetivos:  PROMOVER A APROXIMAÇÃO DAS FAMÍLIAS COM A ESCOLA  CONHECER A PROPOSTA PEDAGÓGICA  APRESENTAR A EQUIPE DOCENTE E DE APOIO  OFERECER INFORMAÇÕES SOBRE O PERÍODO DE ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA NA ESCOLA  PONTUAR REGRAS GERAIS DA ESCOLA E DA SALA DE AULA Procedimentos -Pauta: y y Apresentação da equipe de trabalho. y y y y . escova de dentes ± trazer com capa protetora. Combinações: y y y y y horário de entrada e saída. endereço e telefones (responsáveis) atualizados. piolho ± cuidar e revisar semanalmente. retorna com atestado médico. organização da mochila (roupas. dia do brinquedo (todos os dias. receita antitérmico. Adaptação=educadoras X colegas (novos) X nova sala. 1 ou 2 no máximo ± a criança é responsável pelo seu brinquedo). jogos. criança doente.

deverão se esforçar ao máximo para manter todas as bexigas no ar. 2º . Cada qual deverá encher a sua bexiga.avaliação: portfólio. ninguém fica sobrecarregado. se esforcem. Caso isso aconteça. Objetivo da dinâmica: A importância do dividir tarefas. y parceria da família durante o ano. . andando pelo espaço. Dinâmica das bexigas: Distribua entre os pais uma bexiga para cada um. -Fechamento Solicite sugestões de temas para serem trabalhados durante o ano. deverá pegá -la e colocá-la novamente no ar. não devendo se afastar do grupo.Com isso. Se cada um fizer a sua parte. deverá se afastar do grupo deixando a bexiga.avaliação com interação dos pais.Desenvolvimento 1º e 2º momento (s): explanação dos assuntos pelos educadores (as) e participação dos pais paralelamente. resumindo -o em uma palavra. Vai chegar um determinado momento que isso não será mais possível por mais que os participantes que restaram. Antes do jogo começar fica combinado que irá tocar nas costas dos participantes e que esse ao ser tocado. independente da proposta pedagógica já estipulada pelos educadores. ficarão cada vez mais bexigas e cada vez menos participantes. . Deverá manter sua bexiga no ar dando tapinhas. Em seguida pedir para que todos fiquem de pé. Não poderá deixa-la cair no chão.y avaliações: semestrais= 1º . Agradeça pela presença. que poderá ser registrada em cartaz fixado na parede da sala. Peça para os pais fazerem uma rápida avaliação do encontro. Cada um deverá manter-se em movimento. e os que continuarem no jogo.

pois sou facilmente tentado a dizer mentiras. Não levem muito a sério minhas pequenas dores. Aprenderei muito mais se falarem com calma e em particular. Não ponham à prova minha honestidade. Prefiro assim. Lembrem-se que isso me deixará profundamente desapontado. Às vezes eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero. Não me corrijam com raiva e nem na presença de estranhos.Mensagem para reunião de pais Meus queridos Pais Não tenham medo de serem firmes comigo. mas ensinem -me a ser verdadeiro. Necessito delas para obter a atenção que desejo. Não me protejam das conseqüências de meus atos. Não deixem que eu adquira maus hábitos. Não sejam irritantes ao me corrigir. Não me estraguem. Isto me afastará dele. Se assim o fizerem eu poderei fa zer ao contrário do que me pedem. Isto faz com que me sinta mais seguro. Só estou experimentando vocês. Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo. Sei que não devo ter tudo o que quero. . Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.

No futuro. Não digam que não conseguem me controlar. Não queiram me ensinar tudo. desde cedo. Não vivam apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Não desistam de me ensinar o bem. Eu julgarei que sou mais forte que vocês. Não digam que meus temores são bobos. Lembrem-se de que tenho o próprio modo de ser. sim. vocês verão em mim o fruto daquilo que vocês plantaram. Isto criaria em mim. mesmo que eu pareça não estar aprendendo. ajudem-me a compreendê-los. Não me tratem como uma pessoa sem personalidad e. um espírito intolerante. (Autor desconhecido) . Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. senão eu procurarei na rua as respostas que não tive em casa. mas. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.Não desconversem quando eu faço perguntas. Não mostrem para mim as pessoas perfeitas e infalíveis.

Conselho de Classe

Os conselhos de classe serão realizados na modalidade participativa e não participativa, ou seja, ora na presença de alunos, professores e equipe diretiva, ora na presença de professores e equipe diretiva. Fica estabelecido, conforme reunião pedagógica, que o supervisor escolar é responsável pelo registro das atas nos conselhos de classe e estas podem ser gravadas e transcritas posteriormente 1. Sendo assim os presentes vocalizam seu nome completo e área de atuação no inicio e no final da reunião e assinam sua transcrição quando pronta. Caso contrário, após a leitura da ata com o registro das combinações assinam todos os participantes. Faz-se exceção na possibilidade de gravação as reuniões com pais e alunos pelo caráter mais subjetivo do encontro. Aquele que não concordar em assinar o registro, ou então que não estiver mais presente ao término da reunião, assim deverá ser registrado: (Fulano de tal) esteve presente mas nega assinar esta ata pelo motivo (descrever o motivo); ou esteve presente até (tal) hora. Nos conselhos de classe é necessário que, no iníci o da reunião, crie-se uma lista de presença com assinatura e nome de cada membro, data e hora ficando arquivada juntamente com a ata. Aos que não comparecerem em reuniões solicitadas deverá ser registrado em ata: (Fulano de tal) ausentou -se desta reunião. Tratadas essas combinações descreveremos os procedimentos de conselho de classe em cada etapa da Educação Básica.

Educação Infantil O conselho de classe da educação infantil é realizado primeiramente com os professores de cada nível individualmente, orientador e supervisor escolar, diretor ou vice-diretor. Neste primeiro momento é relatado por cada professor o desempenho escolar de cada aluno bem como a freqüência às aulas. A partir deste relatório serão reavaliados os planos de ensino para que, sendo necessário, se reformulem os projetos de trabalho.

1

Será destinado um Livro de Atas para os Conselhos de Classe.

Aqueles que apresentarem baixo rendimento e/ou faltas constantes será encaminhado aos pais solicitação de comparecimento à escola em data e horário previamente agendados com o objetivo de não colidirem os encontros, para dirimir tais questões a fim de proporcionar o educando uma melhoria significativa no seu aproveitamento escolar. Será fortalecido com os pais a influência do seu comportamento no processo de educação infantil, portanto, sua responsabilidad e no cumprimento desse papel. Estabeleceremos um contrato de responsabilidade mútua no processo de desenvolvimento educacional do aluno.

ENSINO FUNDAMENTAL

Funções e Atribuições do Orientador Educacional no Ensino Fundamental A Orientação Educacional no Ensino Fundamental tem duas tarefas distintas a executar. São elas: uma correspondente as quatro primeiras séries e a outra, às quatro últimas séries. As atribuições do Orientador Educacional no Ensino Fundamental são:

‡Desenvolver junto ao educando, crianças que, são um trabalho de adaptação dos mesmos no ambiente escolar; ‡Desenvolver nos educandos, atitudes de otimismo e admiração com o mundo que os cerca; ‡Propiciar atividades que favoreça a socialização, a confiança em si e nos outros, a iniciativa e a criatividade dos educandos; ‡Deve dirigir as vistas dos educandos para os horizontes do mundo, para que descubram, com encanto, o próximo, em movimento de distanciamento dos dois centros que são o lar e a escola; ‡Habituá-los a viver e a conviver no ambiente escolar para que no mesmo se ajustem e melhor revejam suas potencialidades, a fim de melhor serem atendidos e orientados; ‡Observar os educandos quanto às suas peculiaridades de comportamento e temperamento, com a cooperação dos professores; ‡Nas últimas quartas séries de Ensino Fundamental, o Orientador deve dedicar -se com mais afinco à exploração e desenvolvimento das aptidões e preferências do educando. Vê-se, então, a necessidade de se intensificar o funcionamento das atividades extras-classes, bem como as oportunidades de visitas, excursões e estágios, para que aptidões e preferências tenham mais oportunidades de se manifestarem e se desenvolverem; ‡Revelar profissionalmente, o mundo do trabalho, uma vez que o educando, deva fazer a opção de curso profissionalizante;

respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito. ‡ posicionar-se de maneira crítica. de crenças.‡Cuidados que fazem necessários como a educação sexual e a formação moral. ‡ conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais. identificando seus elementos e as interações entre eles. Perfil do aluno e professor O perfil do aluno enfatiza o desenvolvimento de sua integralidade e o exercício da cidadania. no dia -a-dia. assim como exercício de direitos e deveres políticos. discriminando as aprendizagens em cada área de conhecimento. de sexo. de classe social. responsável e construtiva nas diferentes situações sociais. contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente. cooperação e repúdio às injustiças. posicionando -se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais. dependente e agente transformador do ambiente. adotando. visando ao domínio dos conteúdos programáticos e às competências básicas. civis e sociais. materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinênci a ao País. pois existe o advento da crise pubertária e o despertar do espírito crítico. . ‡ perceber-se integrante. de etnia ou outras características individuais e sociais. ‡ conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro. Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do en sino fundamental que os alunos sejam capazes de: ‡ compreender a cidadania como participação social e política. bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações. atitudes de solidariedade. utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.

selecionando procedimentos e verificando sua adequação. leva ndo em consideração o desenvolvimento do estudante ao longo do aprendizado. utilizando para isso o pensamento lógico. a intu ição. ensino fundamental. Professor Educar é uma prática processual que vai além de ter o domínio sobre determinado assunto e repassar informações a quem está aprendendo. de inter -relação pessoal e de inserção social. de adaptação a novos convívios sociais. É uma fase de desenvolvimento afetivo-emocional. atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação. ética. física. esse profissional é a . para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania. O professor deve estar preparado para exercer essa função conforme as particularidades de cada ambiente em que atua. FUNDAMENTAL II . a criatividade. estética. ‡ questionar a realidade formulando -se problemas e tratando de resolvê -los. ‡ utilizar as diferentes linguagens ² verbal. técnico ou superior). interpretar e usufruir das produções culturais. valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva. Independente do setor educacional em que atua (educação infantil. de transições. ‡ saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos. matemática. cognitiva.6º ao 9º ANO (ANTIGA 5ª a 8ª SÉRIE) Os alunos do 6º ao 9º ano são crianças passando por transformações físicas e intelectuais. plástica e corporal ² como meio para produzir. expressar e comunicar suas idéias. a capacidade de análise crítica. ‡ conhecer e cuidar do próprio corpo.‡ desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva. gráfica. deparando -se com o início do mundo da adolescência. em contextos públicos e privados.

y y y y . além de boa capacidade de comunicação. y Características Pessoais y Um bom professor precisa ser paciente e interessado em práticas pedagógicas. Estimular o convívio social e o trabalho em equipe por meio de atividades em grupo. Qualquer formação passa pelo processo de aprendizagem e o professor é a figura fundamental para que isso aconteça. estabelecendo cronogramas periódicos de atividades e definindo o conteúdo a ser repassado à turma. Ser um leitor assíduo e curioso. Realizar e corrigir avaliações para acompanhar o desenvolvimento dos alunos. Seguir metodologias de ensino pr óprias. Funções y Elaborar planejamentos de aulas. Manter-se atualizado e desenvolver o conhecimento com cursos. especializações e leitura. Estar pronto para esclarecer dúvidas e sempre colo car-se à disposição para auxiliar os alunos em sala de aula. y y y y y y y y Exercer liderança sem exageros. Ter raciocínio ágil e dinamismo em sala de aula. Reforçar o conteúdo teórico com exercícios práticos que ilustrem a matéria. Adaptar-se às necessidades e particularidades de cada turma de forma a adequar a forma de ensino da matéria de acordo com o perfil dos alunos.chave de acesso ao conhecimento. Gostar de lidar com pessoas e de compartilhar conhecimento. prezar por um bom relacionamento com os alunos e manter a disciplina em sala de aula. Exercer a profissão com segurança e ser autoconfiante. Respeitar as regras da instituição de ensino em que atua.

é necessário ter formação em curso superior de pedagogia ou em um curso que conceda o grau de licenciatura na área em que o profissional deseja atuar. tanto por parte do professor quanto por parte dos alunos. . O comportamento varia de acordo co m o perfil de cada turma. Ambiente de trabalho A sala de aula é um ambiente que necessita de disciplina.Requisitos básicos Para lecionar.

Ensino FUNDAMENTAL DE 9 ANOS ABORDAGEM HISTÓRICA E CONCEITUAL Criança sempre existiu. colecionam. entender e lidar com as crianças como crianças e não apenas como estudantes. Na escola é preciso estabelecer que o trabalho pedagógico favoreça a experiência do cotidiano com o conhecimento cientifico. É necessário que a prática pedagógica seja planejada. e a vida cotidiana. produzindo uma cultura infantil. fato que deve ser pensado pelos envolvidos com a educação. Através desses artigos. e que os profissionais desta área consigam ver. que lhes é própria. na visão da criança não há divisão. 32. O ensino fundamental de nove anos. As crianças imaginam. que institui o Plano Nacional de Educação. é importante proporcionar nos trabalhos realizados com as crianças. no entanto. mas infância não. pois a educação reúne o conhecimento. a arte. contemporânea. Educação infantil e ensino fundamental são frequentemente separados. onde prevê a ampliação do ensino fundamental para incorporar as crianças de 6 anos. A inclusão de crianças de seis anos no ensino fundamental requer dialogo e alternativas curriculares claras e condizentes as necessidades desta faixa etária. já havia sido idealizado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação ± Lei nº 9394/1996. foi instituída a Lei nº 11274/2006. tornou se obrigatório a ampliação e matrícula do ensino fundamental às crianças de 6 anos. BASES LEGAIS Fundamentado nas necessidades sociais e educacionais. que alterou a redação dos artigos 29. busca -se fazer mudanças na proposta curricular para se chegar há um melhor resultado no ensino brasileiro. 30. e 87 da Lei 9394/96. a fim de se promover um ensino sem fragmentações. falam. Neste sentido. momentos de brincadeira que estimulem estas habilidades. O mundo pré ±moderno não tem uma noção de infância. assim que se universalizasse o ensino entre as faixas de 7 a 14 anos. fantasiam. reconstroem e inventam. . e pela Lei nº 10172/2001. Para legalizar essa ampliação. visando promover a formação crítica -reflexiva do individuo.

As diretrizes curriculares nacionais. As orientações gerais para a ampliação do ensino fundamental de nove anos. Os parâmetros curriculares. O objetivo de um maior numero de anos de ensino obrigatório. O cuidado na sequência do processo de aprendizagem das crianças de seis anos de idade implica o conhecimento e a atenção as suas particularidades etária. que considere as singularidades deste aluno. Além dos pareceres e resoluções da CNE/SEB.No artigo 5º. O parecer CNE/SEB nº 18/2005. mas sim o emprego adequado e eficaz deste tempo. Partindo desse documento legal. os conteúdos da primeira série. Publicação pelo ministério da educação e cultura. Não se trata de transmitir para as crianças de seis anos. é assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar. maiores oportunidades de aprender e. OBJETIVOS E FINALIDADES A implantação de um ensino obrigatório de nove anos iniciando aos seis anos de idade pode contribuir para uma mudança na estrutura e na cultura escolar. visando à adequação do aluno. Os projetos políticos pedagógicos. outros documentos regulamentam o currículo do ensino fundamental dos nove anos tais como: · · · · · · A Constituição Federal. a seriada e os ciclos. que prevê há necessidade de um período de transição onde devem coexistir ambas as formas de organização. mas de construir uma nova proposta curricular. estabelece-se prazo para sua implantação obrigatoriamente ate 2010. como a resolução CNE/SEB nº 3/2005 que define as nomenclaturas dos ciclos a partir do ensino de nove anos. É claro que este aumento de tempo não garante uma maior aprendizagem. tem-se estudado e fixado normas para definir o currículo dessa nova matriz estudantil. com isso uma aprendizagem mais ampla. .

e presente no processo de formação de conceitos. a questão da qualidade aparece como tema. entre outras. significa falar de crianças em processos das diferentes linguagens. a partir da década de 80. tendo em vista a construção de uma sociedade mais justa e igualitária´ (2006. a fim de que as cri anças sejam respeitadas como sujeitos do processo ensino -aprendizagem. pois é na relação entre os indivíduos. devem estarem atentas a essas particularidades. Significa. p. não apenas da escrita e da fala. na internalização de regras e valores no âmbito das relações sociais e na pratica do dialogo entr e as diferenças. Olívia e Mirza afirmam que: ³Em todas as reformas educativas. ainda fala na con strução da identidade que se constitui no exercício da compreensão sobre os sentimentos. o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades cognitivas e afetivas indispensáveis ao atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos. . As orientações pedagógicas. por sua vez. bem como a inserção no mundo e a constituição da cidadania também como poder de participação. Sobre a busca da qualidade do ensino publico Libâneo.sociais e psicológicas. características do desenvolvimento infantil. [.. para todos. que se constitui a identidade de cada sujeito. no contexto do Ensino Fu ndamental de nove anos. Precisa -se considerar as particularidades e as formas de comunicação. no faz de conta. na interação com o grupo. mediados pela cultura.. nas diversas formas de expressões da idéia. expressas na fal a egocêntrica.] a educação de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove.117 -118) Projetar um novo currículo. que se inicia no pensamento sincrético na infância e se estende até o domínio dos conceitos científicos na adolescência.

... ENSINO FUNDAMENTAL CORRESPONDÊNCIA DE 9 ANOS 1º ANO 2° ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO (COMPOSTA DE 4 ANOS) 6º ANO 7º ANO 8º ANO 9º ANO 11 ANOS 12 ANOS 13 ANOS 14 ANOS 5ª SÉRIE 6ª SÉRIE 7ª SÉRIE 8ª SÉRIE IDADE/ ANO/ SÉRIE 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS 10 ANOS ENSINO FUNDAMENTAL DE 8 SÉRIES ******************* 1ª SÉRIE 2ª SÉRIE 3ª SÉRIE 4ª SÉRIE SEGUNDA FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PRIMEIRA FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL+ SEGUNDA FAS DO ENSINO FUNDAMENTAL= 9 ANOS DE ESCOLARIDADE Características Gerais ESTÁGIO SEGUNDO PIAGET FASES SEGUNDO FREUD ESTÁGIO Sensório-motor Pré-operacional Operacional Concreto Operatório Formal IDADE 0 a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 10 anos 11 anos em diante FASE Oral Anal Fálica Latência Genital IDADE nascimento aos 12-18 meses 12-18 meses aos 3 anos 3 aos 5-6 anos 5..Vale registrar..6 anos à puberdade puberdade em diante .

A cultura é constituída de leis/normas para um melhor convívio entre as pessoas. entende-se que a criança que faz tudo conforme os seus desejos ou suas fantasias. espaço e casualidade.Inclusão de classe. . no final da 1ª série precisa estar desenvolvidas por terem uma relação direta com a organização de textos ou histórias. Ex: 5x6 = 30 + 6 = 5). .. . não importando o gênero de quem a exerceu. *ESTÁGIO OPERATÓRIO CONCRETO . O que tem mais: janelas ou aberturas? . porque não há zona de prazer em desenvolvimento). líquidos. .Descentração do pensamento (volta a situações anteriores e relaciona -as ao agora). apesar de ter sido alterada a forma. superfície (os objetos continuam sendo igual a si mesmo. Observa-se a classe dos objetos e não suas especialidades. ainda vive no mundo da barbárie e não entrou no mundo da cultura.Conservação e quantidades.Com a ³resolução´ do conflito edípico a fantasia. Exemplo: janelas e portas são aberturas. .Reversibilidade ( o pensamento de ir e v irem diferentes situações. o social e a cultura.). a posição. Daí a importância da ³função pat erna´ ter sido exercida na fase fálica. matéria.A criança. o que é básico para as noções de quantidade).. que era sexual. .Seriação (ordena objetos numa seqüência crescente ou de crescente. ainda vai d esenvolvendo as noções de tempo. . no início do estágio.7 a 11 anos *PERÍODO DA LATÊNCIA (período e não fase. mas. Assim. passa a ser canalizada para o conhecimento.

Coordenação motora ampla e fina são aperfeiçoadas.Realização do tema de casa.As regras dos jogos são observadas com muito rigor em função de uma maior valorização da heteronomia neste estágio. .Higiene.Organização de seus brinquedos e de seu material escolar. . . .Divisão de seu tempo entre estudar e brincar. .Locomoção e localização em seu bairro (trajeto escola/casa).As amizades são mais fortes entre crianças do mesmo sexo. .A criança compreende as noções da lateralidade em relação a seu corpo e ao ambiente. . . de eventos dos quais participou. OBSERVAÇÕES: a criança sabe fazer sozinha .Vestiário. o que significa uma certificação dos traços entre s iguais. ..Atenção a fatos que acontecem na sociedade. . .Relato com precisão.

 Faz perguntas sobre tudo que a rodeia. Mostra algum grau de pensamento abstrato. Evitar discussões. Período de transição em entre  grupos melhor a realidade da  Encorajar a criança a tomar posse em grupos. Distingue fantasia. procurar individualismo maiores. Contar e fazer contar histórias.500 palavras. .  Aumenta o poder de concentração da atenção.O Desenvolvimento da Criança: de 6 e 7 anos Características do desenvolvimento Orientações  Maior amadurecimento neuromuscular. mas não forçar. discutir e enfrentar situações emocionais.  Dar tempo para completar as tarefas.  e participação colocar a criança à vontade.    Tem iniciativa. mesma.   Curiosidade sexual mais acentuada. Evitar chamar atenção.  Conhece e usa palavras descritivas e de ação.  Vocabulário até 2.  Maior capacidade de compreender.  Dar oportunidades deixando-a para agir usar por a si iniciativa.

distinguir fatos de ficção. assim como no da própria criança.O Desenvolvimento da Criança: de 8 e 9 anos Características do desenvolvimento Orientações  Aumento da coordenação dos pequenos  músculos.  Estimular a aprendizagem de práticas sociais. manual. em definir seus problemas.  Direito da propriedade bem definido. Apresenta independência em relação à família.  Está desenvolvendo pensamento lógico. após várias evidências terem se   Maior habilidade em exprimir suas idéias.   Tem interesse em pertencer a grupo.  Orientar na apreciação do valor do outro. trabalhos / manuais e brincadeiras mais  Demonstra maior habilidade em  Proporcionar leituras selecionadas de acordo com as preferências e capacidades. apresentado.  Deve cuidar de objetos pessoais e do grupo. apresenta maior habilidade Oferecer brinquedos elaboradas. . Orientar em generalizações.  Maior capacidade em aceitar críticas e em avaliar a si própria.  Estabelecer clima que permita à criança concordar e discordar.

  Maior sociabilidade.  Coordenação visual e motora quase igual à do adulto. Orientá-la e apoiá-la em suas suas maturidade progressiva. Pronta a assumir maiores Orientar próprios para estabelecer e avaliar seus seu objetivos crescimento e sucesso.    Interesse em explorar e experimentar. assumir . discutir suas opiniões.  Capacidade para generalizações mais rápidas.   Apresenta maior habilidade em Dar oportunidade para organizar atividades / eventos. Aprecia medir força física e habilidade com os outros. palavras abstratas. deixando-a responsabilidades.  Está apta a planejar com antecedência. mostrando iniciativas.  Procurar desenvolver atitude científica: fato X opinião. trocando idéias e sugestões. Orientar quanto à competição. Incentivar o diálogo com os colegas e outras pessoas.O Desenvolvimento da Criança: de 10.  Possibilitar recreação variada.  Nova visão do mundo. 11 e 12 anos Características do desenvolvimento Orientações  Bom controle de grandes e pequenos  músculos. segue mais facilmente  argumentos lógicos. apresenta aumento acentuado da força manual. responsabilidades.  Capaz de definir e compreender  Conversar.  generalizar e em pensamento crítico.

conseguindo comparar diferentes teorias e avaliando semelhanças e diferenças. .As questões da 1ª infância vêm à tona.Adesão ao grupo de iguais (rom pe com os pais e une-se ao grupo). . . como uma forma de testá -lo em suas opiniões e ³verdades´. .Relação entre assuntos abstratos e novas conclusões. .Desenvolvimento da sua capacidade e amar.Questões de permuta e de probabilidade. OBS.Posicionamento quanto às questões sexuais (escolha do tipo de relacionamento) e ocupacionais (profissões).Construção de sua identidade quanto a crenças. .Luto e sofrimento pela perda do corpo infantil. valores e princípios.: Este estágio não é universal. . precisa ser desafiado pelo profes sor e construído pelo aluno. de trabalha r e de viver em grupo. pelas idéias infantis e pela identidade infantil. de categorias e de leis de uma teoria.Levantamento de hipóteses e resolução de problemas.Ambivalência entre ser criança e ser adulto.Desidealização das figuras parentais.12 anos em diante *FASE GENITAL . . . . . *ESTÁGIO OPERATÓRIO FORMAL .Combinação de diferentes idéias.Idéias de modificar o mundo e a sociedade. .Contestação das idéias que vem do adulto.Compreensão de princípios. . .Muita desorganização com suas coisas (vestes e quarto). demonstrando uma ³confusão´ interna. estabelecendo relações entre todos os assuntos envolvidos. .

estabelecer projetos para a vida. vivendo com intensidade cada momento. acompanhar tarefas de voluntariado. . .As condições sexuais e de reprodução completam -se aos 18 anos de idade.A prática de contestar o adulto é algo q ue fortalece o seu posicionamento quanto a diferentes valores. . administrar as m esadas e saber lidar com o que não pode ³ter´ no momento em que gostaria). . ..Comparação com os colegas nas questões do tipo físico. inibição ou necessidade de exibição. Aprende a tomar decisões e iniciativas próprias.O adolescente experimenta atividades mais independentes como: percorre r trajetos maiores sozinhos. organizar seu quarto e material escolar. .O crescimento físico completa-se quanto à altura. OBSERVAÇÕES . . . sair com os colegas.O adolescente deve assumir algumas responsabilidades com as coisas e tarefas que lhe competem (estudar.As alterações hormonais manifestam-se nas situações cotidianas (maior agitação/ansiedade) principal mente.As transformações físicas geram desconforto. no início do estágio.Os ³namoros´ e o sentir-se apaixonado ocupam muito do pensamento dos adolescentes.

localização. situações de contrariedade. funcionamento)? y y y . espaço físico)? Tem curiosidade sobre sexualidade? Se surgir como agirão? Como a criança se relaciona com os adultos e crianças da família (limites. b rinquedos. trabalho pedagógico. psicomotricidade. brincadeiras. TV. medicamentos): Como se alimenta? O que faz quando não está na escola (sono. leituras)? Como é a alimentação na família (hábitos. quem prepara. socialização)? Como foi o desmame? Como foi a retirada das fraldas? Fale sobre a saúde da criança (freqüência ao médico. alergias. como age no caso de febres. diálogos. cirurgias. organização deste momento)? A família pratica alguma religião? Tem alguma crença? A criança participa? Como está a situação atual da família e m relação a emprego? Quem mantém o sustento? O que acha da escola (espaço físico. recursos humanos. castigos. relação pais -filhos)? Fale sobre os medos e manias da criança: como age a estas situações: Quais as expectativas para a vida da criança? y y y y y y FAMÍLIA: y y y y y Quanto tempo moram no bairro? O que mais gostam no bairro e o que menos gostam? Porque? Quem mora na casa? Como é a relação familiar? Como a família utiliza o tempo livre (passeios. hábitos. TV.Entrevista ROTEIRO DE ENTREVISTA CRIANÇAS: y y y y y Como foi a gravidez da criança? Como se desenvolveu (linguagem.

................................................ Sugestões de trabalhos pedagógicos a serem trabalhados (conteúdos..............o educador ideal: ....................................................................................................................... ............................................ ........................................................... Para você como deve ser: .............................................................................................................................................. metodologias) ........................ .......................... ........ .......................................................... ....... .................. Observações Gerais: ......................................... .........................................../20......... ............... ...................................... Data: .......................... DADOS FORNECIDOS POR: Responsável: ...................................................................................... Educador (a): .................................................... ....................................................................................../............... .............................................................. .................................... ........................... ............................................................O que espera da escola? ................. ....... ...........................................................................................

ENTREVISTA COM PROFESSORES DADOS PESSOAIS: Nome completo:_____________________________ ______________________________ _____________________________________ ______________________________ Telefones:_____________________________________________________ ______ Endereço: ____________________________ _______________________________________ _____________________________________ ______________________________ Idade: _____________________ Possui algum problema de saúde? ___________________________________________________________________ ____________________________________ _______________________________ Estado civil: ______________ _____________ Número de filhos: ____________________ Quais? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Tomam alguma medicação? ___________________________________________________________________ Possuem problemas de saúde? .

Com quem/onde fica a criança durante o dia? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ DADOS PROFISSIONAIS: Formação Profissional: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Escolaridade/Cursos/Especializações:____________________________ _________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Experiências Profissionais: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ____________________________________________________ _______________ .

...... ... no caso....................................................O (a) candidato(a) se descreve da seguinte forma:____________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Como age em situações de emergência (na área educacional/cuidar X educar): ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ __________________________________________________________________ _ Um educador ideal é (PAPEL DO EDUCADOR)................................................................... de ensino fundamental ............................................... ................................................................. ................ ...................

-Dinâmica de socialização. a equipe diretiva irá se reunir com o corpo docente para tratar de assuntos administrativos. -Apresentação do corpo docente. pais PROPOSTA DE REUNIÃO DE PROFESSORES Tema: Iniciando o trabalho anual Público alvo: professores do ensino fundamental Pauta -Parte administrativa com a direção. -Contar algo que gostam de fazer quando estão dentro da escola.Reuniões com professores. . -Esclarecimentos sobre o cronograma do ano letivo. Apresentação do corpo docente através de dinâmica de socialização: Os professores serão divididos em duplas e cada dupla irá se sentar de frente um para o outro e conversar rapidamente sobre alguns itens: -Deverão dizer o nome. -Contar algo que gostam de fazer quando estão fora da escola. -Deverão dizer a idade. Parte administrativa com a direção: Nesse primeiro momento.

fazendo os ajustes e reorganizações necessários para tal momento.iniciará a reunião da parte pedagógica com a supervisão. as duplas irão se apresentar. Registro: A primeira reunião do ano letivo será registrada em ata.A dupla deve trocar essas informações e esperar até que todos tenham conseguido fazer o mesmo.esta terá a incumbência de esclarecer sobre o cronograma do ano letivo. .porém. Após. Esclarecimentos sobre o cronograma do ano letivo: Após essa dinâmica de apresentação.ao contrário:vão inverter os papéis e um deverá apresentar o outro. contando a todo o grupo quais foram as características descritas por seu colega e assim fazendo-se passar por ele.

vídeo ou computador com infocus . d) d) Peça a cada pai que escreva (no quadro ou no painel) o que lhe vem à cabeça quando pensa em violência ± com isto. com exceção da . o papel da mídia. de forma ativa e imediata. Propostas de estratégia: a) Prepare a sala: coloque as cadeiras em círculo e providencie água.PROPOSTA DE REUNIÃO DE PAIS "VIOLÊNCIA" Tema : violência Público-alvo: pais de alunos do Ensino Fundamental Objetivos: possibilitar uma troca de informações e de experiências acerca do tema e estimular a participação de todos no processo de mudança na micro (família e escola) e na macroestrutura (sociedade) Conteúdo: Sugerimos que seja feita uma ampla pesquisa (bibliotecas. um painel forrado com papel kraft. . . os jogos de poder. TV. Os educadores presentes também devem se distribuir entre os grupos formados. giz.. café e chá e. apagador. os pais são colocados. periódicos etc). fita crepe.Causas e conseqüências: conflitos familiares. uma música ambiente tranqüila e flores. conforme o número de participantes. se possível. senha para a formação de grupos c) Esteja presente na sala antes dos pais.. as diferenças sociais etc. a situação sócio-econômica do país. conforme sugestão bibliográfica abaixo.Conceito de violência. dentro do tema. Exemplos: . canetas pilot de ponta grossa. É importante que os membros da mesma família se distribuam em grupos diferentes. . tiras de cartolina em três cores diferentes.Movimentos de ação e reação ( a população que se arma como solução de defesa e acaba por promover mais violência). Cada educador deve fazer o recorte mais adequado ao seu contexto. livrarias. e) e) Divida-os em grupos.. para recebê -los pessoalmente e distribuir as senhas para a formação dos grupos. b) Providencie os multimeios necessários: quadro-negro..Contextos em que ocorre a violência.

3a fase. que poderá ser aleatória ou não (excetuando-se os componente de uma mesma família). Tempo aproximado de duração: 15 minutos. Tempo de duração: aproximadamente 15 minutos. Apresentação de três fragmentos do vídeo ³Árvore dos Sonhos´.O que achou? . notícias de jornal sobre violência ou relatos de casos baseados em episódios escolares ou familiares. E m seguida. que poderão ser apresentados num cartaz ou numa folha de papel a ser entregue ao coordenador de cada grupo: -.pessoa que estiver coordenando cada uma das fases. discutirão as seguintes questões. Nesta nova composição. Observação: caso não se possa dispor deste filme. O primeiro fragmento refere -se à briga de dois garotos no pátio e à intervenção do pai de um dos dois para apartar a briga. Para finalizar. O segundo trata da briga dos pais desses dois meninos e da conseqüente agressão verbal e física. Inicialmente. nas tiras de papel colorido (uma cor para cada aspecto). peça que façam uma síntese da discussão referente a cada um dos aspectos (familiar. que estará subdividido em três colunas (VIOLÊNCIA NA FAMÍLIA/VIOLÊNCIA NA ESCOLA/VIOLÊNCIA NA SOCIEDADE). escolar e na sociedade?´ Em seguida. com Kevin Kostner. trocar idéias em relação à pergunta ³O que os preocupa em relação à violência familiar. o mesmo trabalh o pode ser feito com outro filme sobre o tema. em uma ou duas frases. Desenvolvimento 1ª fase. em função de um incidente no trânsito. eles devem colar as t iras de cartolina no painel. 2a fase. escolar e sociedade) e escrevam. trocarão impressões sobre os fragmentos do filme. os membros de cada equipe deverão escolher uma pessoa para fazer o registro da discussão e outra para fazer a apresentação da síntese (se possível. Explique aos pais a tarefa: juntamente com os educadores. um dos pais). Forme três grupos. E o terceiro aborda uma agressão entre duas crianças (um garoto e uma garota) e a surpreendente reação do pai do garoto agredido.

por parte dos pais e educadores. 4a fase. que viabilizem a construção de uma relação sem violência? Tempo aproximado de duração : 45 minutos a 1 hora. Dinâmica sobre a vida = Dinâmica: A vida deve ser florida Objetivo: Esta dinâmica fará o aluno perceber o valor da vida e o mistério que a envolve. Material necessário: Papel de seda de várias cores. no segundo e no terceiro episódio? -. Tempo aproximado de duração: 10 minutos por grupo. Os coordenadores de cada grupo deverão expor uma síntese da discussão. resumindo-o em uma palavra. O responsável pela condução desta fase da reunião deverá ter o cuidado de fazer intervenções que remetam.Qual a opinião sobre a intervenção do pai no primeiro. Total: 30 a 40 minutos.-. às preocupações expressas pelo pais no início da reunião. . Agradeça pela presença e solicite sugestões de temas para um próximo encontro. sempre.Que sentimentos surgiram a partir das diferentes agressões? -. Encerramento. na escola e na sociedade? Qual o papel dos pais no encaminhamento de intervenções junto a seus filhos e na sociedade. Peça para os pais fazerem uma rápida avaliação do encontro. incentivando os participantes a pen sarem de que forma uma conduta e um encaminhamento adequado. pode favorecer um cotidiano sem violência. que poderá ser registrada no quadro -negro pelo coordenador. com as intervenções do coordenador desta fas e.O grupo concorda com a postura do pai nas três situações? Por quê? Em qual dos episódios um encaminhamento diferen te por parte do pai poderia ter evitado o aumento da agressão? É possível estabelecer relações entre as cenas vistas e as preocupações levantadas pelos pais na primeira fase da reunião? O que os três episódios nos ensinam quanto à violência na família.Qual é a relação entre as três cenas do filme e o tema da reunião? -.

A professora. 5º .A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pont as. 2º . 9º . 4º . 8º . e exemplificar: desemprego. Nesse momento. a professora pergunta ao grupo: ³O que devemos fazer com esta bolinha agora?´. 3º . pede para recortá -las novamente. pede ao grupo para balançar a folha. ³Mas como?´ A professora. mais áspera. procurando diversificar as cores. Alguém poderá dizer para reconstruí -la. deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego. amor. ficando agora com quatro partes. a professora questionará: ³Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?´.A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas.. justiça. assim é a nossa vida. de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cor es diferentes. e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel. então. Mas. até ficar uma bolinha. Juntando essas duas partes. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?´. Talvez alguns digam para jogá -la fora. pedir que amassem o papel. nem sempre a nossa vida vibra tanto.A professora deve perguntar o que ³mata´ a nossa vida.Deve distribuir um pedaço para cada participante. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila. 6º .Com a bolinha na mão. inveja.A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio. a professora deve questionar: ³Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo. em outros. um pouco mais áspero. Agora a vibração é bem menor..Com o papel todo aberto. violência. ciúme. nossa vida vibra. o que faz com que ela vibre menos. apesar de tudo.. pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. . 7º . fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). amizade.).. Todos passam por maus momentos.1º . Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro.Motivar todos. Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos. então. Deve explicar que nem sempre tudo é tão bom. dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Nesse momento. e cada palavra ³morte´ enunciada.

verifique o que foi assimilado e complete com as orientações que ache que ficou faltando. muito interesse. Não é preciso se preocupar com o momento de solta-los. Às vezes. O resultado sempre vale a pena. formando duas cruzes. deve ± e pode ± aprender a fazer tudo isso. e não exigem nem ma is e nem menos que isso. Ela é conquistada com respeito. por mais dolorida e cheia de rugas. E também deixar claro aquilo que espera deles.A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das ³cruzes´ e modelem uma flor.Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fiquem um na horizontal e outro na vertical.10º . mas nunca é tarde para florescer. perde a vibração. Pais capacitados a educar os filhos sabem dar responsabilidade a eles. capacitando -os para a vida e não os abandonando à própria sorte. Os pais têm que ter autoridade. Quando for cobrar. muita paciência e determinação. ainda pode florescer. filhos felizes (Cris Poli ± Super Nani) Os pais criam os filhos autônomos quando lhes ensinam aquilo que precisa ser feito. Mensagem para reunião de pais Filhos autônomos. Entretanto. não extrapolam e nem se omitem e têm a autoridade para impor a disciplina necessária. Um casal só se capacita na tarefa de ser pai e mãe por meio de muito diálogo. 11º . pois eles mesmos caminharão com as próprias pernas para fazer tudo o que lhes foi ensinado. . sabem até onde podem exigir deles. Se você deseja ser um bom pai ou uma boa mãe. da maneira que acreditam ser correta. E acrescenta que a vida. tenha isso em mente: a base para desenvolver a autonomia está em ensinar a seus filhos os valores que você acredita serem corretos e estabelecer regras convenientes.

Você precisa saber para onde as atira. as crianças. está aberto o caminho que possivelmente levará seus filhos a tornarem -se crianças-problema. . em geral. nunca vão para o lugar que você gostaria. As crianças reconhecem alguém com autoridade e obe decem a voz de comando. valor e determinação. ficam perdidas. elas irão parar em qualquer lugar. pois. sem rumo e infelizes. e. em geral. sem mirar. não sabem o que fazer.posicionamento. se as jogar ao acaso. Quando isso acontece. Senão há quem as oriente e as controle. A bíblia diz que os nossos filhos são como flechas na mão do arqueiro. Deixar os filhos à vontade para fazer o que quiserem torna -os inseguros.

Conselho de Classe Anos Iniciais do Ensino Fundamental Diante da possibilidade de uma compreensão perspicaz do papel de cada sujeito no cotidiano escolar o aluno participa ativamente numa espécie de préconselho. Este encontro é registrado pela orientadora e assinado por ela e pelos alunos presentes para anexar ao livro de atas juntamente com as atas relacionadas do conselho de classe não participativo. orientador e supervisor. às dificuldades de aprendizagem. o que é necessário melhorar e o que é preciso fazer para que tal mudança aconteça. O mesmo contrato de responsabilidade será estabelecido entre pais. para uma conversa c om a orientadora e a professora a fim de salientar ao aluno a importância da sua participação nas atividades escolares. a relação com a professora e com a escola. Ao final dos relatos será encaminhado o debate em prol das reformulações necessárias. Os alunos que possuem baixo rendimento e/ou faltas freqüentes serão chamados. uma reunião previamente agendada com a turma e a orientadora na qual serão debatidos os enfrentamentos que estão ocorrendo em relação às aprendizagens. Será relatado o parecer de cada aluno pelo respectivo professor sendo analisados seu desempenho escolar e freqüência às aulas. enfim. individualmente. . diretor ou vice -diretor. assim como os pais em reunião posterior. O conselho de classe não participativo será realizado com os professores de cada ano/série. Assim será feito com cada ano/série. na s uperação dos obstáculos. Ao término da fala de cada professor a orientadora colocará em pauta o que foi debatido com na turma. ou seja. Esses apontamentos serão relatados pela orientadora com conselho de classe realizado com professores e equipe diretiva. serão averiguados também quais estão sendo suas dificuldades para que possamos orientá-lo. Havendo possibilidade serão agendados encontros no turno inverso ao da aula para os alunos com maiores dificuldades na aprendizagem com o intuito de qualificar o desempenho escolar destas crianças. alunos e professores.

sendo analisado um aluno por vez em cada disciplina. Os alunos com baixo rendimento e/ou faltas freqüentes serão convocados para reunião com orientador e professor individualmente. Cada professor deverá investigar em cada turma que ministra aulas quais conflitos devem ser superados. Porém. Nela serão avisados de que seus pais também serão convocados para uma reunião posterior aquela mas com o mesmo caráter de auxílio pedagógico. Sabemos que este pré-conselho pode parecer repetitivo. A reunião será iniciada com o relato dos professores da primeira turma do quinto ano/série. Na reunião de conselho de classe não participativo os pareceres dos professores serão organizados e relatados por turma e por ano/série e. se estão realmente participando das aulas. Quer dizer. qual a opinião deles sobre como a turma vem se comportando. Após cada professor relatar seu pré -conselho com esta turma será debatido a respeito do desempenh o e freqüência escolar de cada aluno. Ou seja. pois a mesma turma passaria pelo mesmo procedimento mais de uma vez. E como o professor conselheiro nem sempre é o que a turma escolhe 2 optamos por realizar o conselho participativo como foi descrito. Esta reunião que antecede a presença 2 Normalmente as primeiras turmas escolhem seus conselheiros enquanto que as que vão ficando por último escolhem os conselheiros que sobraram. este encontro será realizado com todos os docentes que lecionam nos anos finais do ensino fundamental. . quais são os problemas enfrentados no processo de aprendizagem e os problemas enfrentados com os prof essores e que soluções eles apontam para os problemas. visto que os professores da área são praticamente os mesmos para todos os anos. sabemos da preferência por alguns professores o que facilita a expres são do aluno e da turma.Anos Finais do Ensino Fundamental Neste nível da educação básica serão os professores regentes de classe que realizarão o pré-conselho. E assim será feito sucessivamente com todas as turmas em todos os anos/séries. para alguns professores seriam explicitados problemas que para outros nem se comenta.

http://www. Explicitaremos a ele que a franqueza neste diálogo é fundamental para que nossas ações realmente influenciem de maneira positiva no seu desempenho escolar e.ibge. Consideramos por bem evidenciar o aspecto profissional que possui a Educação pelo papel que ela tem desempenhado no mercado de trabalho.gov. Salientaremos aos pais também que o bom desempenho escolar é caminho para desempenhar um bom papel no mercado de trabalho e assim progredir profissionalmente. aqueles que possuem um nível de escolaridade inferior são destinados a trabalhos manuais.pdf . Aos pais será enfatizado o potencial do seu filho e a im portância da sula colaboração para o desenvolvimento educacional. Após o registro em ata é encerrado o encontro sempre firmando um acordo mútuo de responsabilidade no desenvolvimento educacional do aluno. pessoal. Questionaremos o aluno sobre os obstáculos que tem enfrentado.dos pais é feita por acreditarmos que o diálogo entre professor/orientador e aluno se torna mais franco favorecendo o comprometimento de ambos para o sucesso escolar. 3 Ao consultar o site do IBGE encontramos fontes que analisam o Mapa do Mercado de Trabalho no Brasil trazendo as estatísticas de que a maioria da população em idade escolar trabalha.br/home/estatistica/populacao/mapa_mercado_trabalho/m apa_mercado_trabalho. Isto é. intrinsecamente relacionado. inclusive aqueles pertencentes ao seu cotidiano não escolar . aqueles com nível de escolaridade superior se destin am aos trabalhos intelectuais 3.

V ± CONTROLE DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. III ± ALUNOS DESTAQUES: IV ± ALUNOS QUE DEVEM SER ENCAMINHADOS: (MOTIVOS). Nome 2 PARECER . II ± ALUNOS COM DIFICULDADES: QUAIS (MOTIVOS). VI ± OBJETIVOS (C0NTEÚDOS) PARA BOLETIM. Nome 1 2. VII ± O QUE EM SUA OPINIÃO É IMPORTANTE REGISTRAR. ± SUGESTÃO DE TABELA PARA O CONSELHO DE CLASSE ± NOME DO ALUNO 1.± SUGESTÃO DE ATA PARA O CONSELHO DE CLASSE ± I ± APROVEITAMENTO GERAL DA TURMA NO TRIMESTRE/BIMESTRE.

Preocupa-se em esclarecer quanto à formação profissional. aluno x professor e aluno x aluno e demais elemen tos da escola. ‡Selecionar atividades e desenvolvê -las atendendo as necessidades dos alunos para melhor conhecimento de si e do grupo. ‡Participar da elaboração do Plano do SOE e do Plano da Escola. da incumbência de melhor orientar o jovem numa formação profissional. ‡Assistir ao aluno individualmente ou em grupo em sessões programadas e sistemáticas. ‡Participar dos Conselhos de Classe dando aconselhamento psicopedagógico oferecendo e coletando informações. ‡Participar da compatibilização do Regimento Interno com a Legislação e Diretrizes propostas pelo currículo. As atribuições do Orientador Educacional no Ensino Médio são: ‡Realizar serviço integrado com o Serviço de Supervisão Escolar. ‡Manter atualizado o dossiê do aluno. ‡Participar das atividades de sondagem para a elaboração do diagnóstico da população escolar e da comunidade. envolvendo . ‡Propor atividades que favoreçam as relações interpessoais.ENSINO MÉDIO O Ensino Médio tem por objetivo proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades com elementos de auto realização. ‡Participar da avaliação interna da Esc ola e do Serviço. Tem a preocupação de orientar quanto às aptidões. ‡Programar e coordenar atividades de informação profissional. ‡Participar do critério para a constituição de turmas. além. tipos de profissões para os níveis técnicos ou universitários. preparação para o trabalho e o exercício consciente da cidadania. visando o acompanhamento do rendimento escolar do aluno.

III ± o aprimoramento do educando como pessoa humana. Do Ensino Médio Art. a compreensão do significado da ciência. para continuar aprendendo.394. oriundos de órgãos su periores. O currículo do ensino médio observará o disposto na Seção I deste Capítulo e as seguintes diretrizes: I ± destacará a educação tecnológica básica. ‡Manter-se atualizado em assuntos educacionais. 35. das letras e das artes. terá como finalidades: I ± a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental. 36. incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. ‡Manter-se informado sobre as necessidades do mercado de trabalho. ‡Participar e acompanhar a execução de projetos e atividades especiais desenvolvidas na escola. com duração mínima de três anos. etapa final da educação básica. ‡Promover e/ou participar de reuniões e/ou sessões de estudo com professores. II ± a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando. família e comunidade. DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional trás na Seção IV o Artigo 35 sobre o Ensino médio. IV ± a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos. A LEI Nº 9. o processo histórico de transformação da sociedade e . possibilitando o prosseguimento de estudos.professores. Art. no ensino de cada disciplina. relacionando a teoria com a prá tica. O ensino médio. de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores.

III ± domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania. II ± conhecimento das formas contemporâneas de linguagem. a língua portuguesa como instrumento de comunicação. O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. §2º O ensino médio. §4º A preparação geral para o trabalho e. Já a Resolução CEB nº 3. da Lei 9. a habilitação profissional. as metodologias e as formas de avaliação serão organizados de tal forma que ao final do ensino médio o educando demonstre: I ± domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna. escolhida pela comunidade escolar. nos artigos 26.131. alínea "c".da cultura.394. III ± será incluída uma língua estrangeira moderna. facultativamente. de 25 de novembro de 1995. de 26 de junho de 1998 institui as Diretrizes e Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. 9º § 1º. §1º Os conteúdos. 35 e 36 da Lei 9. acesso ao conhecimento e exercício da cidadania. poderá prepará lo para o exercício de profissões técnicas. poderão ser desenvolvidas nos próprios estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especializadas em educação profissional. de 20 de dezembro de 1996. dentro das disponibilidades da instituição. e uma segunda. de conformidade com o disposto no art. §3º Os cursos do ensino médio terão equivalência legal e habilitarão ao prosseguimento dos estudos. homologado pelo . como disciplina obrigatória. II ± adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimu lem a iniciativa dos estudantes. e tendo em vista o Parecer CEB/CNE 15/98. atendida a formação geral do educando. em caráter optativo.

Senhor Ministro da Educação e do Desporto em 25 de junho de 1998, e que a esta se integra. RESOLVE: Art. 1º. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio ± DCNEM ±, estabelecidas nesta Resolução, se constituem num conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos a serem observados na organização pedagógica e curricular de cada unidade escolar integrante dos diversos sistemas de ensino, em atendimento ao que manda a lei, tendo em vista vincular a educação com o mundo do trabalho e a prática social, consolidando a preparação para o exercício da cidadania e propiciando preparação básica para o trabalho. Art. 2º. A organização curricular de cada escola será orientada pelos valores apresentados na Lei 9394, a saber: I - os fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática; II - os que fortaleçam os vínculos de família, os laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca. Art. 3º. Para observância dos valores mencionados no artigo anterior, a prática administrativa e pedagógica dos sistemas de ensino e de suas escolas, as formas de convivência no ambiente escolar, os mecanismos de formulação e implementação de política educacional, os critérios de alocação de recursos, a organização do currículo e das situações de ensino aprendizagem e os procedimentos de avaliação deverão ser coerentes com princípios estéticos, políticos e éticos, abrangendo: I - a Estética da Sensibilidade, que deverá substituir a da repetição e padronização, estimulando a criat ividade, o espírito inventivo, a curiosidade pelo inusitado, e a afetividade, bem como facilitar a constituição de identidades capazes de suportar a inquietação, conviver com o incerto e o imprevisível, acolher e conviver com a diversidade, valorizar a qua lidade, a delicadeza, a sutileza, as formas lúdicas e alegóricas de conhecer o mundo e fazer do lazer, da sexualidade e da imaginação um exercício de liberdade responsável. II - a Política da Igualdade, tendo como ponto de partida o reconheciment o dos

direitos humanos e dos deveres e direitos da cidadania, visando à constituição de identidades que busquem e pratiquem a igualdade no acesso aos bens sociais e culturais, o respeito ao bem comum, o protagonismo e a responsabilidade no âmbito público e privado, o combate a todas as formas discriminatórias e o respeito aos princípios do Estado de Direito na forma do sistema federativo e do regime democrático e republicano. III - a Ética da Identidade, buscando superar dicotomias entre o mundo d a moral e o mundo da matéria, o público e o privado, para constituir identidades sensíveis e igualitárias no testemunho de valores de seu tempo, praticando um humanismo contemporâneo, pelo reconhecimento, respeito e acolhimento da identidade do outro e pel a incorporação da solidariedade, da responsabilidade e da reciprocidade como orientadoras de seus atos na vida profissional, social, civil e pessoal. Art. 4º. As propostas pedagógicas das escolas e os currículos constantes dessas propostas incluirão competências básicas, conteúdos e formas de tratamento dos conteúdos, previstas pelas finalidades do ensino médio estabelecidas pela lei: I - desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar aprendendo, da autonomia intelectual e do pensa mento crítico, de modo a ser capaz de prosseguir os estudos e de adaptar-se com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento; II - constituição de significados socialmente construídos e reconhecidos como verdadeiros sobre o mundo físico e natural, sobre a realidade social e política; III - compreensão do significado das ciências, das letras e das artes e do processo de transformação da sociedade e da cultura, em especial as do Brasil, de modo a possuir as competências e habilidades necessárias ao exercício da cidadania e do trabalho; IV - domínio dos princípios e fundamentos científico -tecnológicos que presidem a produção moderna de bens, serviços e conhecimentos, tanto em seus produtos como em seus processos, de modo a ser capaz de relacionar a teoria com a prática e o desenvolvimento da flexibilidade para novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;

V - competência no uso da língua portuguesa, das línguas estrangeiras e outras linguagens contemporâneas como instrumentos de comunicação e como processos de constituição de conhecimento e de exercício de cidadania. Art. 5º. Para cumprir as finalidades do ensino médio previstas pela lei, as escolas organizarão seus currículos de modo a : I - ter presente que os conteúdos curriculares não são fins em si mesmos, mas meios básicos para constituir competências cognitivas ou sociais, priorizando -as sobre as informações; II - ter presente que as linguagens são indispensáve is para a constituição de conhecimentos e competências; III - adotar metodologias de ensino diversificadas, que estimulem a reconstrução do conhecimento e mobilizem o raciocínio, a experimentação, a solução de problemas e outras competências cogni tivas superiores; IV - reconhecer que as situações de aprendizagem provocam também sentimentos e requerem trabalhar a afetividade do aluno. Art. 6º. Os princípios pedagógicos da Identidade, Diversidade e Autonomia, da Interdisciplinarid ade e da Contextualização serão adotados como estruturadores dos currículos do ensino médio. Art. 7º. Na observância da Identidade, Diversidade e Autonomia, os sistemas de ensino e as escolas, na busca da melhor adequação possível às necessidades dos alunos e do meio social: I - desenvolverão, mediante a institucionalização de mecanismos de participação da comunidade, alternativas de organização institucional que possibilitem: a) identidade própria enquanto instituições de ensino de adolescentes, jovens e adultos, respeitadas as suas condições e necessidades de espaço e tempo de aprendizagem; b) uso das várias possibilidades pedagógicas de organização, inclusive espaciais e temporais;

V .instituirão mecanismos e procedimentos de avaliação de processos e produtos. nas suas mais variadas formas. VI . objetivos que são mais facilmente . de acordo com as características do alunado e as demandas do meio social. III . tendo como referência as competências básicas a serem alcançadas. de negação. em especial dos professores. admitida a organização integrada dos anos finais do ensino fundamental com o ensino médio. as escolas terão presente que: I .c) articulações e parcerias entre instituições públicas e privadas.criarão mecanismos que garantam liberdade e responsabilidade das instituições escolares na formulação de sua proposta pedagógica. no espírito da lei. visando a desenvolver a cultura da responsabilidade pelos resultados e utilizando os resultados para orientar ações de compensação de desigualdades que possam resultar do exercício da autonomia. de divulgação dos resultado s e de prestação de contas. estimulando alternativas.criarão os mecanismos necessários ao fomento e fortalecimento da capacidade de formular e executar propostas pedagógicas escolares características do exercício da autonomia. partirá do princípio de que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos. estas diretrizes e as propostas pedagógicas das escolas. prever e in tervir.o ensino deve ir além da descrição e procurar constituir nos alunos a capacidade de analisar. que pode ser de questionamento. de iluminação de aspectos não distinguidos. II .instituirão sistemas de avaliação e/ou utilizarão os sistemas de avaliação operados pelo Ministério da Educação e do Desporto. a fim de acompanhar os resultados da diversificação.fomentarão a diversificação de programas ou tipos de estudo d isponíveis. Na observância da Interdisciplinaridade. a legislação do ensino. IV . de ampliação. contemplando a preparação geral para o trabalho.a Interdisciplinaridade. com protagonismo de todos os elementos diretamente interessados. 8º. sempre que viáveis técnica e financeiramente. admitidas as opções feitas pelos próprios alunos. deve ser expressão de iniciativa das escolas. Art. e evitem que as instâncias centrais dos sistemas de ensino burocratizem e ritualizem o que. II . explicar. a partir de uma base comum. de complementação.

devendo buscar entre si interações que permitam aos alunos a compreensão mais ampla da realidade. puderem contribuir.a relação entre teoria e prática requer a co ncretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares do aluno.a característica do ensino escolar. cada uma com sua especificidade. 10 . nas quais se incluem as do trabalho e do exercício da cidadania III .alcançáveis se as disciplinas. e cada disciplina contribua para a constituição de diferentes capacidades.na situação de ensino e aprendizagem. Art. o conhecimento é transposto da situação em que foi criado.a aplicação de conhecimentos constituídos na escola às situações da vida cotidiana e da experiência espontânea permite seu entendimento.Linguagens. e por causa desta transposição didática deve ser relacionado com a prática ou a experiência do aluno a fim de adquirir significado. crítica e revisão. integradas em áreas de conhecimento. A base nacional comum dos currículos do ensino médio será organizada em áreas de conhecimento. carregam sempre um grau de arbitrariedade e não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais. sendo indispensável buscar a complementaridade entre as disciplinas a fim de facilitar aos alunos um desenvolvimento intelectual. objetivando a consti tuição de competências e habilidades que permitam ao educando: .as disciplinas escolares são recortes das áreas de conhecimentos que representam. 9º. e por esta razão as disciplinas devem ser didaticamente solidárias para atingir esse objetivo. inventado ou produzido. de modo que disciplinas diferentes estimulem competências comuns. competênc ias e valores que permitam o exercício pleno da cidadania e a inserção flexível no mundo do trabalho. Na observância da Contextualização. ou para o desenvolvimento de projetos de investig ação e/ou de ação. para o estudo comum de problemas concretos. II . III . Códigos e suas Tecnologias. Art. so cial e afetivo mais completo e integrado. as escolas terão presente que: I . IV . V . a saber: I . amplia significativamente a responsabilidade da escola para a constituição de identidades que integram conhecimentos.a aprendizagem é decisiva para o desenvolvimento dos alunos. tal como indicada no inciso anterior.

análise e interpretação de resultados de processos ou experimentos científicos e tecnológicos.Ciências da Natureza. mediante a natureza. e) Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais. no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. b) Entender e aplicar métodos e procedimentos próprios das ciências naturais. f) Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação. b) Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas. associá-las aos conhecimentos científicos. c) Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários para a produção. c) Analisar. continuidade ou ruptura de paradigmas. Matemática e suas Tecnologias. no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. comunicação e informação. bem como a função integradora que elas exercem na sua relação com as demais tecnologias. às linguagens que lhes dão suporte e aos problemas que se propõem solucionar. estrutura das manifestações. organização. nos processos de produção. relacionando textos com seus contextos. interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens.a) Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados. expressão. geradora de significação e integradora da organização do mundo e da próp ria identidade. h) Entender o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida. i) Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola. II . de acordo com as condições de produção e recepção. objetivando a constituição de habilidades e competência s que permitam ao educando: a) Compreender as ciências como construções humanas. g) Entender a natureza das tecnologias da informação como integração de diferentes meios de comunicação. linguagens e códigos. d) Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna. entendendo como elas se desenvolvem por acumulação. função. relacionando o desenvolvimento científico com a transformação da sociedade . .

j) Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais na sua vida pessoal. b) Compreender a sociedade. no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vid a. planejar. h) Identificar. i) Entender a relação entre o desenvolvimento das ciências naturais e o desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos problemas que se propuseram e propõem solucionar. representar e utilizar o conhecimento geométrico para o aperfeiçoamento da leitura. científicos ou cotidianos. no desenvolvimento do conhecimento e na vida social l) Aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais na escola. realizando previsão de tendências. g) Apropriar-se dos conhecimentos da Física. diagramas ou expressões algébricas. determinação de amostras e cálculo de probabilidades. extrapolações e interpolações e interpretações. objetivando a constitu ição de competências e habilidades que permitam ao educando: a) Compreender os elementos cognitivos. e) Identificar. da tecnologia e das atividades cotidianas. da Química e da Biologia e aplicar esses conhecimentos para explicar o funci onamento do mundo natural. procedimentos e estratégias matemáticas e aplicá las a situações diversas no contexto das ciências. sociais e culturais que constituem a identidade própria e dos outros. sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que nelas intervêm.d) Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas. nos processos de produção. f) Analisar qualitativamente dados quantitativos representados gráfica ou algebricamente relacionados a contextos socio -econômicos. como produtos da ação humana. da compreensão e da ação sobre a realidade.Ciências Humanas e suas Tecnologias. analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis. m) Compreender conceitos. executar e avaliar ações de intervenção na realidade natural. a si mesmo como . III . representados em gráficos. afetivos.

fortalecimento do trabalho de equipe. em seus desdobramentos político-sociais. As propostas pedagógicas das escolas deverão assegurar tratamento interdisciplinar e contextualizado para: . a sociedade. da sociedade e da cultura. as práticas sociais e culturais em condutas de indagação. no trabalho e outros contextos relevantes para sua vida. problemas ou questões da vida pessoal. e associá -las aos problemas que se propõem resolver. trabalho de equipe. g) Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências humanas sobre sua vida pessoal. organização. política. d) Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais. econômica e cultural. culturais. problematização e protagonismo diante de situações novas. e) Traduzir os conhecimento s sobre a pessoa. políticas e econômicas. com tratamento metodológico que evidencie a interdisciplinaridade e a contextualização. organização. gestão. associando-as às práticas dos diferentes grupos e atores sociais. f) Entender os princípios das tecnologias associadas ao conhecimento do indivíduo. gestão. c) Compreender o desenvolvimento da sociedade como pr ocesso de ocupação de espaços físicos e as relações da vida humana com a paisagem. análise. entre as quais as de planejamento. econômicos e humanos. o desenvolvimento do conhecimento e a vida social. a economia. aos princípios que regulam a convivência em sociedade. à justiça e à distribuição dos benefícios econômicos. aos direitos e deveres da cidadania.agente social. os processos de produção. h) Entender a importância das tecnologias contemporâneas de comunicação e informação para o planejamento. i) Aplicar as tecnologias das ciências humanas e sociais na escola. § 1º. e os processos sociais como orientadores da dinâmica dos diferentes grupos de indivíduos. § 2º. social. A base nacional comum dos currículos do ensino médio deverá contemplar as três áreas do conhecimento.

tanto da base nacional comum quanto da parte diversificada. por contextualização e por complementação. entre outras formas de integração.as definições doutrinárias sobre os fundamentos axiológicos e os princípios pedagógicos que integram as DCNEM aplicar -se-ão a ambas.a língua estrangeira moderna.12 . de forma . O ensino médio. pelo menos. estabelecido pela lei como carga horária para o ensino médio. § 1º. em suas propostas pedagógicas. por articulação com a educação profissional.13 . enriquecimento. em cursos realizados concomitante ou seqüencialmente. atendida a formação geral.400 (duas mil e quatrocentas) horas. mantida a independência entre os c ursos. desdobramento. as escolas terão. A preparação básica para o trabalho deverá estar presente tanto na base nacional comum como na parte diversificada.a) Educação Física e Arte. Art. Não haverá dissociação entre a formação geral e a preparação básica para o trabalho.a base nacional comum deverá compreender. IV . até o limite de 25% (vinte e cinco por cento) do tempo mínimo legalmente estabelecido como carga horária para o ensino médio. ind ependentemente de distinção entre base nacional comum e parte diversificada. Estudos concluídos no ensino médio. liberdade de organização curricular. poderá preparar para o exercício de profissões técnicas. como componentes curriculares obrigatórios. b) Conhecimentos de Filosofia e Sociologia necessários ao exercício da cidadania. § 2º. Estudos estritamente profissionalizantes. III . 11 . serão incluídas no cômputo da carga horária da parte diversificada.400 horas. tanto a obrigatória quanto as optativas. Na base nacional comum e na parte diversificada será observado que: I . incluindo a preparação básica para o trabalho. V . II . independentemente de serem feitos na mesma escola ou em outra escola ou instituição. poderão ser aproveitados para a obtenção de uma habilitação profissional. Parágrafo único. nem esta última se confundirá com a formação profissional. Art. diversificação.a parte diversificada deverá ser organicamente integrada com a base nacional comum. Art. 75% (setenta e cinco por cento) do tempo mínimo de 2.além da carga mínima de 2.

concomitante ou posterior ao ensino médio, deverão ser realizados em carga horária adicional às 2.400 horas (duas mil e quatrocentas) horas mínimas previstas na lei. Art. 14. Caberá, respectivamente, aos órgãos normativos e executivos dos sistemas de ensino o estabelecimento de normas complementares e políticas educacionais, considerando as peculiaridades regionais ou locais, observadas as disposições destas diretrizes. Parágrafo único. Os órgãos normativos dos si stemas de ensino deverão regulamentar o aproveitamento de estudos realizados e de conhecimentos constituídos tanto na experiência escolar como na extra -escolar. Art. 15. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições em contrário.

No mundo contemporâneo, o papel do Ensino Médio na vida dos alunos torna se cada vez mais decisivo. Nesta etapa da vida escolar, os adolescentes se preparam para desafios, consolidam valores e atitudes, elaboram projetos de vida, encerram um ciclo de transformações no qual se instrumentam para assumir as responsabilidades da vida adulta. Natural decorrência de um projeto de ensino iniciado em 2004, o Colégio representa uma resposta organizada e consistente aos desafios colocados diante dos jovens. Rigoroso nos seus objetivos - desde já delineados - e flexível para atender ao desenvolvimento de cada indivíduo, como deve ser qualquer projeto educativo moderno, o Colégio Maclipel quer preparar cidadãos para a vida real. Desta "vida real" fazem parte os desafios do vestibular, o mundo do trabalho, a responsabilidade social e a formação da personalidade. Trata-se, enfim, de buscar a formação de pessoas realizadas.

Perfil do aluno e professor

O currículo do Ensino Médio propõe o desenvolvimento de competências fundamentais ao exercício da cidadania e enfatiza a formação geral para que o aluno, ao terminar essa etapa, possa continuar estudando e/ou entrar para o mercado de trabalho. A proposta é o desenvolvimento de um projeto pedagógico que tenha como objetivo o desenvolvimento de competências com as quais os alunos possam assimilar informações e saber utilizá-las em contextos pertinentes. A educação agora é para a vida.
ALUNOS:

Formar alunos com sólidos conhecimentos e habilidades, que desenvolvam hábitos intelectuais e técnicas de trabalho que lhes permitam prosseguir os estudos com competência, ou seja, alunos que:
y y y y

saibam buscar, selecionar e interpretar criticamente i nformações; comuniquem idéias por diferentes linguagens; formulem e solucionem problemas; tenham hábitos adequados de estudo, saibam trabalhar em grupo e tenham qualidades como empenho, organização, flexibilidade e tolerância; incorporem a importância do conhecimento e o prazer de aprender.

y

Como Cidadãos Formar pessoas que atuem de forma ativa na vida social e cultural, que respeitem os direitos, as liberdades fundamentais do ser humano e os princípios da convivência democrática:
y

que compreendam a cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres; que utilizem o diálogo como forma de mediar conflitos e se posicionem contra a discriminação social e preconceitos como de raça, cor e sexo; que tenham interesse por diferentes formas de expressão artística e cultural; que se percebam como integrantes do meio ambiente, ao mesmo tempo dependentes e agentes de transformações.

y

y y

Como indivíduos Desenvolver pessoas saudáveis e autônomas, com grande capacidade d e inserção social:
y

que tenham conhecimento de suas características físicas, cognitivas e emocionais; que sejam capazes de resistir a frustrações e de analisar a conseqüência dos seus atos, que realizem projetos pessoais.

y

y

PROFESSOR:

As mudanças propostas para a Educação Básica no Brasil trazem enormes desafios à formação de professores. No mundo contemporâneo, o papel do professor está sendo questionado e redefinido de diversas maneiras. Para isso concorrem as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações nas teorias de desenvolvimento e aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio. Tudo isso delineia um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram, nem estão sendo preparados. Dentre as exigências que se colocam para o papel docente destacam -se:
y y y y y y y

orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos; responsabilizar-se pelo sucesso da aprendizagem dos alunos; assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos; incentivar atividades de enriquecimento curricular; elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares; utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio; desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe.

Que professor? O professor solicitado pela reforma do Ensino Médio é novo: o objetivo é fazer aprender e não ensinar. Isso requer que o professor trans forme sua relação com o

sua identidade. Identificar e explicitar as competências a serem construídas ou mobilizadas pelos alunos. de forma que as aprendizagens realizadas em qualquer ambiente. explicitar e explorar as relações interdisciplinares. 3. O trabalho através de situações -problema propicia ao aluno atribuir significado e sentido ao que está aprendendo. uma vez que o que dá sentido à aprendizagem é a dimensão vivencial que a condiciona. em situações concretas da prática social e da vida privada. a execução de um projeto. em cada situação. Considerar os conhecimentos construídos pelos alunos fora da escola. como construção coletiva de professores e alunos. 6. anteriores à vida escolar e em construção concomitante a ela. 4. identificando-os e integrando-os ao trabalho escolar. o enfrentamento de uma situação requerem o aporte de diferentes campos do conh ecimento. A proposição de uma situação -problema ativa a mobilização dos conhecimentos já adquiridos e estimula a busca de novos conhecimentos. os problemas e as atividades. articulando senso comum e conhecimento socialmente reconhecido e valorizado. considerando o caráter orgânico do conhecimento. Considerar. 2. pela complementaridade dos saberes. 5. As . pois dessa forma aproxima -se a produção escolar da prática social. Trabalhar regularmente por problemas.saber. Considerar os conhecimentos a serem construídos como produção cultural socialmente significada e como recursos a serem mobilizados. o professor está lhes pedindo que mobilizem conhecimentos já adquiridos. Ao propor uma atividade a seus alunos. Os conhecimentos têm significado coletivo e individual quando estão em ação e o que os põe em ação é sua mobilização pelas competências. seu modo de ensinar. tempo ou situação signifiquem ampliação do quadro de referência de cada aluno. Contextualizar os conhecimentos. As funções que caracterizam esse profissional são: 1. que identifiquem e se apropriem de outros conhecimentos que devem ser mobilizados. A resolução de um problema. articulando esses dois quadros de referência e estes ao sentido do problema.

A relação entre professor e alunos é pautada por um contrato entre partes. 7. 10. direitos e expectativas de cada parte são explicitados. é importante abordar os conteúdos de forma a desvelar essa rede de significados. assim como a maneira de aferir os resultados alcançados e fazer ajustes necessários considerando os objetivos pretendidos. das competências e conhecimentos a serem construídos e mobilizados pelos alunos. Compreender um conteúdo (objeto. no qual nem sempre os deveres. Negociar projetos dos e com os alunos e gerenciá-los coletivamente. Criar e utilizar vários meios de ensino. Por outro lado. 11. uma vez que nada pode substituir a atuação do próprio aluno na sua própria aprendizagem. É o aluno quem vai construir novos conhecimentos e instrumentos de ação e interpretação na e da realidade e isso ocorrerá quando estiver compromissado com a sua aprendizagem. 9. fato. A consideração dos conhecimentos anteriores dos alunos e a sua participação ativa em aula requer um planejamento indicativo mas flexível. Por um lado. Adotar um planejamento flexível e saber improvisar. é poder relacio ná-lo com outros objetos e acontecimentos. É necessário ter clareza dos objetivos de aprendizagem. portanto. mas orientação para ação. A avaliação é parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem. Desenvolver uma avaliação formativa e permanente durante o trabalho. pois possibilita o diagnóstico do ponto de partida no trabalho com os alunos e indica para onde caminhar. embora isso não deva implicar um planejamento rígido e fechado. acontecimento) é apreender seu significado. portanto. é necessário reconhecer e respeitar a diversidade social. 8. o aluno. Implementar e explicitar para os alunos o contrato didático. uma vez que o foco deve ser a aprendizagem e. ele assim estará quanto mais o seu projeto pessoal de aprendizagem estiver representado na programação escolar. a metodologia é constitutiva dos conteúdos aprendidos. é necessário também reconhecer os diferentes trajetos e estilos de aprendizagem dos alunos.situações de aprendizagem devem proporcionar o contato efetivo com a realidade vivencial na qual o aluno está inserido e para a qual é formado. cultural e física manifesta pelos alunos nas situações de aprendizagem. resultando em .

para comprovar sua confirmação empírica.entraves ao processo de ensino e aprendizagem. David Levisky (1993. antes da adol escência. tornando -os conscientes. denominada de representação de segunda ordem. posteriormente submetê-las à prova. utiliza -se uma estratégia que consiste em formular um conjunto de explicações possíveis para. No entanto. não levando em consideração somente os dados reais presentes. segundo Manning (1993). mas levando em consideração todo o contexto do problema apresentado. Tradicionalmente. Ou seja. como a capacidade de raciocinar sobre o raciocínio. ³apresenta inteligência tipo lógico concreto´ ela é capaz de resolver problemas estabelecendo relações.38) ressalta que a criança na fase escolar. É importante que o contrato didático seja explicitado e negociado com os alunos. considera-se que a adolescência seja o tempo no qual o aluno conquista um pensamento abstrato ou teórico. César Coll (1985) diz que o adolescente tem a capacidade de prever todas as situações causais possíveis. Porém. Zorzi (1995). desde que possa realizar de forma objetiva. classificar. entre 7 ± 10 anos. essas abstrações ou teorias assumem a forma de hipóteses. não se deve esquecer que. A autora afirma que esta alteração foi descrita por Piaget. O adolescente consegue ampliar o seu campo de conhecimento através do processo de identificação do pensamento formal. eventos ou situaç ões e construir o seu próprio conceito. dos objetivos a serem alcançados e responsabilizando -os pelo seu processo de aprendizagem. comparar. . p. pois é o momento em que o adolescente utiliza as novas capacidades para pensar a respeito de si mesmo e do mundo exterior. os alunos também são capazes de um certo pensamento abstrato. ocorre uma alteração qualitativa na atividade cognitiva. Durante o desenvolvimento cognitivo na adolescência. na adolescência. Sendo a capacidade de estabelecer relações entre objetos. quando lhe é apresentado um problema. O desenvolvimento da inteligência é uma troca entre o sujeito e o meio. processo que garante um resultado de interação entre eles. das competências e conhecimentos a serem construídos. conceitua o desenvolvimento cognitivo como um processo de formação da própria inteligência.

relações e experiências. através do surgimento de um novo corpo. Considera-se criança. de maturidade. A adolescência é uma etapa do desenvolvimento humano caracterizada por alterações físicas. onde a subjetividade e os aspectos sócio ± culturais assumem um caráter significativo. geração e família. psicológico e social. estas são vivenciadas de maneira diferente em cada sociedade. . Mas no que tange às dimensões psicológicas e sociais. novas idéias. socialmente.. O início e a duração da adolescência são variáveis. são componentes da puberdade. para os efeitos desta Lei. a pessoa até doze anos de idade incompletos.. Biologicamente o início é sinalizado pela aceleração rápida do crescimento do esqueleto e pelo início do desenvolvimento sexual. e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. psíquicas e sociais. Segundo a Organização Mundial da Saúde. 2º o seguinte: ³.. Os aspectos físicos da adolescência.´. E nesse contexto. vivenciados de forma semelhante por todos os indivíduos. Apesar das diferenças individuais da idade. este é um período de preparação intensificada para o futuro papel de um jovem adulto. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente ± ECA. como crescimento e maturação sexual. o adolescente é aquele indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade. é o momento em que o novo se faz presente. psicologicamente. caracterizada por alterações no desenvolvimento biológico. o início da adolescência é sinalizado por uma aceleração do crescimento cognitivo e da formação de personalidade. estabelece no Art. A busca por uma identidade to rna-se questão de honra e para isso é necessário desafiar as autoridades e as regras. é possível assimilar grandes etapas que nos sirvam de orientação geral.Características Gerais A adolescência é o período entre a infância e a idade adulta. Nesta fase ocorrem períodos de extrema instabilidade emocional.. embora não correspondam nunca a um adolescente particular.

"Nas reações entre as pessoas. Fisicamente encontramos um desenvolvimento caracterizado pelo aumento de peso corporal e estatura. apesar de e star na idade de treinalidade altíssima. Na ultima fase do desenvolvimento caracteriza -se por atingir a estatura máxima do indivíduo. com um acompanhamento no peso corporal de 9.5 kg em média. rápida maturação morfológica e funcional. Erich Fromm . maturação labiríntica.A adolescência pode ser dividida didaticamente para estudo da seguinte forma: Pubescência Puberdade Vai dos 10 a 12anos e 12 a 14 anos Vai dos 12 a 14 anos e 14 a 16 anos Pós-puberdade Vai dos 14 a 16 anos e 18 a 20 anos Dos 10 aos 12 anos (Pubescência): O crescimento anual é em torno de 10 cm. Há uma grande necessidade de vivência em grupo. uma necessidade de auto realização no grupo ao qual o jovem esta inserido. todo homem é um fim em si mesmo e não deve jamais ser convertido em meio para os fins de outro homem". assim como o peso corporal situa-se em torno de 5kg. esta fase vem acompanhada da incoordenação motora e por um desinteresse competitivo. Dos 12 aos 15 anos (Puberdade): Observamos uma grande variação no comportamento psicológico com uma grande instabilidade emocional. O aumento brusco dos níveis de testosterona e irrupção da sexualidade s ão identificados. assim como. A união destes elementos dá condições ao pleno desenvolvimento motor. Já na puberdade o crescimento anual decresce e fica entre 1cm e 2 cm ao ano. Na Pubescência constata-se a melhor idade para a aprendizagem motora com melhorias nos níveis de força. apesar do alto nível intelectual.

assim como encontra -se um pleno equilíbrio psíquico. Fixação da aprendizagem geral em limites ótimos. possivelmente provocada pela estabilidade e regularização hormonal e psíquica. Visualiza -se uma grande e aprimorada mode lagem da personalidade e com um nível intelectual aumentado e ainda em desenvolvimento nesta fase. culminando na treinab ilidade máxima possível.Dos 15 aos 19 anos (Pós-puberdade): Há uma harmonia das proporçõ es corporais acompanhada da melhoria da coordenação motora e com óbvios reflexos sobre a plasticidade esportiva. . Aumento mais expressivo sobre a força muscular.

tipo de ajuda nas tarefas escolares. Profissão e Escolaridade: y y Pai: Mãe: 2) Contactos: 3) Encarregado de Educação: grau de parentesco. Idade. grau de participação no processo ensino-aprendizagem do seu educando (contactos telefônicos/ reuniões. qual o ano): .Entrevista ENTREVISTA COM PAIS 1) Nome. disponibilidade psicológica e/ou horária): 4) Situação Sócio-económica: y y y y y Se estão os dois empregados: Se estão efectivos ou com contratos temporários: Se recebem subsídio de desemprego: Se têm ajudas familiares: Se recorreram à Segurança Social para pedir apoios: 5) Constituição do Agregado Familiar: y y y Idades: Gênero: Ocupação (se for estudante.

falta de hábitos e métodos de estudo) .E. se isto afeta o aluno. se há conflitos. até onde acha que vai prosseguir os estudos) 13)A que causas atribui as dificuldades escolares do seu educando ? (método de ensino. na organização do tempo. autonomia e motivação do aluno. ajuda nas matérias. qual a razão. vê os recados. fala com o DT. tipo de professores. rivalidade entre irmãos): 8) Quais as qualidades e defeitos que consideram que o seu educando possui? 9) Como lida com esses defeitos? 10) Como lida com os sucessos e insucessos escolares? 11) Dá apoio escolar ao educando (E. ou outro elemento)? y Que tipo de apoio (nos TPC¶s. vê os testes. na sua perspectiva. porquê?) 12) Face às dificuldades escolares do educando. se tem capacidade para tirar o 9º ano.6) Qual o relacionamento entre os vários ele mentos da família? y y Pessoa (s) com quem o aluno tem maior ligação afetiva: Se houve falecimentos de pessoas significativas do aluno e o seu processo de luto: 7) Qual a dinâmica relacional entre o casal e outros elementos? (se houve divórcio. falta de responsabilidade. Se não o faz. como perspectiva o futuro enquanto aluno? (Se acha que ele vai ultrapassar essas dificuldades. controla as faltas.

e porquê) 15)De que forma é que transmite esses valores/importância ao seu filho? 16)Quais os assuntos que abordam em casa? (se vão ao encontro das preferências do filho.14)Os pais valorizam a escola? (se tivesse oportunidade de voltar a estudar o que faria. se falam de assuntos relacionados com a escola e quais) 17)Considera que o tempo de interação/ comunicação que estabelece com o seu filho diariamente é suficiente? 18)Ocupam os tempos livres juntos. a fazer o quê? .

e não o que você acha que nós gostaríamos que respondesse. a) ± INTERESSES ESCOLARES 1 ± Liste um ou dois cursos ou matérias de que você mais gostou nos últimos dois anos e explique brevemente o motivo desse interesse. Não há respostas certas ou erradas. Responda as questões tão honestamente e diretamente quanto possível. ___________________________________________________________________ __________________________________________________ _________________ ___________________________________________________________________ . propiciando -nos uma oportunidade de começar a conhecer você. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________ ____________________________________ 2 ± Há alguma coisa que você sente que atrapalha o seu bom desempenho? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _____________ ______________________________________________________ 3 ± Você costuma ler por iniciativa própria? Livros? Revistas? Jornais? Explique.QUESTIONÁRIO/ENTREVISTA PARA O ESTUDANTE Este é um questionário informal para você preencher.

4 ± Cite os livros que você leu ultimamente. o que se ria? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ . Você achou algum deles particularmente interessante? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 5 ± Você gosta de escrever? Poesia ou prosa? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 6 ± O que você mais aprecia na sua escola? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 7 ± Se você pudesse mudar algo na sua escola atual.

b) ATIVIDADES 1 ± Você participa de algum coral. orquestra ou banda? Toca algum instrumento? Explique.Você gosta de dançar? Que tipo de dança? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ . ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ____________________________________ _______________________________ 2 ± Qual seu tipo de música preferido? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _________________________________________________ __________________ 3 ± Você gosta de cantar? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 4 ± Você estuda música sob orientação ou sozinho (a)? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 5 .

)? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 10 ± Você freqüenta algum curso de arte? Qual? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ .6 ± Você faz parte de algum grupo de teatro? Gosta de representar? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 7 ± Você costuma ir ao teatro? Qual a última peça a q ue você assistiu? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 8 ± Você vê muitos filmes? Cite alguns de seus favoritos. toca-fitas. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 9 ± Com que freqüência você assiste TV ou ouve música (rádio. cd. etc.

___________________________________________________________________ _______________ ____________________________________________________ 16 ± Você gosta de pintar. desenhar ou esculpir? O que você já fez nesta área? ___________________________________________________________________ _________________________________________________________ __________ .11 ± Você pratica algum esporte? Qual? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 12 ± Participa de algum time? Descreva o seu envolvimento. carpintaria. agricultura ou criação animal? Explique. eletrônica. ________________________ ___________________________________________ ___________________________________________________________________ 13 ± Que hobbies você anda perseguindo ultimamente? ___________________________________________________________________ ________________________ ___________________________________________ ___________________________________________________________________ 14 ± Você já realizou algum trabalho ligado a mecânica. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 15 ± Lida com computadores? Explique.

metais.17 ± Já trabalhou com tricô. ponto cruz. vidro.ou pedra? Explique. cerâmica. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ ________ 18 ± Que tipo de atividade prática manual o (a) interessa mais? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 19 ± Você aprecia longas caminhadas por trilhas e acampamento s semi-selvagens? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 20 ± Você tem facilidade para o aprendizado de línguas estrangeiras? Qual sua vivência com o Inglês? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 21 ± Como você passa seu tempo livre? ___________________________________________________________________ ______________ _____________________________________________________ 22 ± Você tem algum serviço regular ou alguma responsabilidade em casa? Quais? ___________________________________________________________________ ________________________________________________________ ___________ . crochê. madeira.

um esporte.c) INTERESSE ESPECIAL Escreva um parágrafo ou dois sobre algum interesse especial que você tem. Você se dispõe a cumprir esta norma? Nome do aluno (a)_______________________ ______________________________ Telefone:__________________________ . todos trabalhamos muito para criar um ambiente social saudável. uma matéria escolar. Pode ser um hobbie. A escola não admite o uso de drogas ou álcool. e por quê. Certas atividades podem interferir na experiência da aprendizagem. um tópico específico ou qualquer outra atividade. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________________________ ____________ ___________________________________________________________________ Na escola tal.

Em que sentido? Dá um exemplo duma aula que achas que tenha resultado bem. Porquê? E uma que tenha resultado mal. Recursos utilizados. Que tarefas propões habitualmente aos alunos? Porquê? Ambiente privilegiado. A Aula Descreve diferentes tipos de aulas que tenhas realizado. Papel do aluno. Papel do professor. Formas de trabalho dos alunos. 1. Porquê? O que gostas mais de fazer na aula? Porquê? .³GUIÃO´ DA PRIMEIRA ENTREVISTA AOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO As entrevistas têm a finalidade de obter informação a inserir na metodologia. Mudanças neste domínio. nas tarefas e no desenvolvimento profissional.

Que papel lhe atribuis na aprendizagem dos alunos? Que é para ti uma atividade de investigação? Dá um exemplo. Que papel lhe atribuis na aprendizagem dos alunos? Que é para ti um problema? Dá um exemplo. Que papel lhe atribuis na aprendizagem dos alunos? Que é para ti uma tarefa prática? Dá um exemplo. Preparação das aulas O que fazes normalmente para preparar as aulas? Que tipo de tarefas selecionas? Que tens em conta na seleção das tarefas? A que recursos recorres? Importância do programa? Importância da planificação do grupo? Que dificuldades sentes? Mudanças neste domínio? Em que sentido? 3. Que papel lhe atribuis na aprendizagem dos alunos .2. Tarefas Que é para ti um exercício? Dá um exemplo.

.......Que é para ti um projeto? Dá um exemplo.? (ex: Matemática) Como é que os alunos devem estudar . Que papel lhe atribuis na aprendizagem dos alunos? 4.... ?(ex: Matemática) 6..?(ex: m Matemática) .. Percurso pessoal Idade Formação acadêmica Anos de serviço/níveis lecionados (básico e secundário) Cargos desempenhados Associações Profissionais Por que decidiste ser professora de.? (ex: Matemática) Que é um bom aluno em. Aprendizagens Como é que os alunos aprendem .? (ex: Matemática) Em que sentido? Quais as tarefas que te parecem ser privileg iadas no(a): Currículo Planificação Livro adaptado Tuas aulas 5. Currículos (obs: específico para cada disciplina) Quais os objetivos que a Escola deve atingir? O que mudou no currículo de .

Porquê? Houve alguma de que não gostasses? Porquê? Neste momento em que tipo de aulas te sentes melhor? E pior? Na tua opinião. tendo auscultado os alunos em relaç ão à Matemática 1. A aula Dá um exemplo de uma aula de que tenhas gostado. quais as que os alunos valorizam mais? E menos? No que diz respeito à preparação das aulas houve alguma mudança nos teus hábitos de trabalho? Qual ou quais? 2. Durante o ano tivemos sessões de trabalho conjunto de preparação de aulas e de reflexão. Tarefas Neste momento qual o tipo de tarefas que valorizas mais? Porquê? Há algum tipo que valorizes menos? Qual? Porquê? Que tipo de tarefas devem ser propostas aos alunos? Porquê? Que dificuldades sentes na preparação das diferentes tarefas? E na realização? Quais as que te dão mais prazer realizar? Em quais te sentes mais à vontade? Porquê? .Razões Experiências significativas como profissional O papel do grupo disciplinar Participação nesta experiência Razões ³GUIÃO´ DA SEGUNDA ENTREVISTA AOS PROFESSORES Está a terminar um ano de trabalho.

. ao longo do ano.(ex: Matemática)?De que tipo? E ao nível do currículo escolar? O que modificarias no currículo de . Currículos Como é que vês a integração da s várias tarefas no currículo? Qual a tua opinião sobre os tipos de avaliação a que os alunos foram sujeitos? O que manterias e o que alterarias? O que mais te motiva na execução do currículo de.(ex: Matemática)? Sentes algum constrangimento ao nível do currículo de. de alguma forma. Aprendizagens Houve alguma situação. em que os alunos te surpreendessem? Modificaste.(ex: Matemática)? Na escola? 4. através dos questionários.. Percurso pessoal O que significou.. entrevistas e atitude na aula influenciaram as tuas opiniões? De que forma? 3.Houve alguma mudança na tua atitude.. as tuas idéias sobre a forma como os alunos aprendem.... nos diferentes momentos de aprendizagem. (ex: Matemática)? 5. em relação ao tipo de tarefas a propor aos alunos? E em relação às metodologias a seguir? A opinião dos alunos. para ti.. a tua participação: -na sessão prática dos fractais -na conferência do mesmo tema .

-na elaboração das tarefas -nas sessões de reflexão O que significou. assistir a aulas de outras colegas? E assistirem às tuas aulas? Achas que valeu a pena esta experiência? Tenta dizer numa frase o porquê. Em que moldes continuarias este tipo de trabalho colaborativo. para ti. O que modificarias? .

Reuniões com professores.da Costa Reflexão Qual o professor que marcou em sua vida? Por quê?   PROPOSTA CURRICULAR Esclarecimentos  Garantir a todos uma base comum de conhecimentos e competências  Apresenta princípios capaz de promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais. pais PAUTA DA REUNIÃO PROFESSORES COORDENADORES      Apresentação do Vídeo Sapateado Fala do Dirigente Prof. Michel Assali Fala do Coordenador Prof Luiz Tozetto Dinâmica de apresentação dos PCs Leitura em Voz Alta : ³Minha relação com os alunos´ Prof. culturais e profissionais do mundo contemporâneo. OBJETIVOS  Contribuir para a qualidade de ensino dos alunos.Antonio Carlos G. para evitar exclusão  Priorizar a competência de leitura e escrita  Define a escola como espaço de cultura e de articulação de competências e conteúdos disciplinares .

    Como chegamos até aqui?  Caracterização da sociedade do século XXI . agir de modo cooperativo em situações complexas. continuar aprendendo. 9 .Redução de 50% das taxas de reprovação da 8ª s érie.Redução de 50% das taxas de reprovação do Ensino Médio. 3 .Implantação do Ensino Fundamental de nove anos.Implantação de programas de recuperação de aprendizagem nas séries finais de todos os ciclos de aprendizagem (2ª. 7 .Programas de formação continuada e capacitação da equipe. 8 . 10 .METAS     1 -Todos os alunos de 8 anos plenamente alfabetizados.ligada ao uso de tecnologias de comunicação. desigual. 2 . . uso intensivo do conhecimento. 4 . 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio). com prioridade à municipalização das séries iniciais (1ª a 4ª séries). c aracterísticas cognitivas e afetivas são cada vez mais valorizadas ( capacidade de resolver problemas).  Metas  6 .Aumento de 10% nos índices de desempenho do Ensino Fundamental e Médio nas avaliações nacionais e estaduais.Atendimento de 100% da demanda de jovens e adultos de Ensino Médio com currículo profissionalizante diversificado. trabalhar em grupo.Programa de obras e melhorias de infra -estrutura das escolas.Descentralização e/ou municipalização do programa de alimentação escolar nos 30 municípios ainda centralizados. 5 .

Recuperação da aprendizagem  5 .Educação de Jovens e Adultos  7 .Reorganização da progressão continuada  3 .Diversificação curricular do Ensino Médio  6 .transpondo para uma situação de aprendizagem e ensino  Promove competências  Compromisso de articular as disciplinas e atividades escolares com aquilo que se espera que os alunos aprendam  Desenvolver /  Tríade Adolescente e as características de suas ações / pensamentos .Plano de obras e investimentos CURRÍCULO  Expressão de tudo o que existe na cultura científica.Currículo e expectativas de aprendizagem  4 .Sistemas de Avaliação  9 .Gestão dos resultados e política de incentivos  10 .Implantação do Projeto Ler e Escrever  2 . ³Num trabalho coletivo e não individual´ AÇÕES  1 .Ensino Fundamental de 9 anos  8 .VISÃO DA ESCOLA Aprender a aprender Aprender a fazer Aprender a conviver Aprender a ensinar.

têm alguns alunos do EM que não são leitores e escritores competentes. Durante as HTPcs dois professores mostraram -se resistentes para a implementação da proposta. Na escola. O professor suas características pessoais /profissionais e qualidade de suas mediações Os conteúdos das disciplinas e as metodologias para seu ensino e aprendizagem  AVALIAÇÕES  ENEM  PROVA BRASIL  RECUPERAÇÃO INICIAL ± ABRIL  TRIMESTRAIS PROBLEMATIZAÇÃO  1. Como devo agir para fazer-me presente no cotidiano e na vida dos meus professores. Segundo os índices obtidos através das avaliações externas utilizadas quais as estratégias para melhorar a qualidade de ensino aprendizagem de sua escola? 4. Quais compromissos poderão ser assumidos pela escola em 2009 para a implementação da Proposta Curricular?     . Como lidar com tal situação? 2.Como devo atuar pedagogicamente frente aos professores ? 3. alunos e comunidade? 5.

Apresentação do corpo docente e do quadro de apoio administrativo. y Recepção aos pais. sobre a importância da participação dos pais no acompanhamento da trajetória escolar dos filhos. y Fala do diretor da escola sobre a importância do for talecimento dos vínculos entre a escola e a família ± ações que a escola já desenvolve e/ou ações que pretende desenvolver com a participação efetiva dos pais: . Exibição da fala da senhora secretária professora Maria Helena Guimarães de Castro. relacionando -os com as normas de convivência constantes no Regimento da escola. Exibição da fala da professora Maria Inês Fini sobre aspectos importantes do acompanhamento dos pais para o bom desempenho dos filhos no processo de escolarização. y y y y y y Fala do professor-coordenador. Apresentação e os cumprimentos da Equipe de Gestão da escola. retomando alguns pontos abordados na fala da professora Maria Inês Fini. Fala do diretor da escola.PAUTA PARA A REUNIÃO DE PAIS E PROFESSORES Tema Escola e família são parceiras na educação. retomando alguns pontos abordados na fala da professora Maria Inês Fini.

±. convite à participação nestas instâncias e criação de comissões cogestoras. y ratificação de agenda para outras reuniões gerais e data para divulgação do calendário de reuniões para início das atividades das instâncias de participação representativa. y divulgação aos pais das formas de participação existentes na escola ± Conselho.y divulgação aos pais dos meios de comunicação existentes entre a escola e a família ou a construção com os pais de formas eficientes de comunicação com eles. a ser elaborado nos dias de planejamento. y Encerramento . APM etc. y Inclusão de pauta elaborada pela equipe de gestão sobre assuntos específicos da escola.

HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHH HHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHHH HHHHHHHHHH H c c V HHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHHHH HHHHHHH P b HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHH HHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHHH HHHHHHH a P  P PU   P  PQ P` HH HHHHHHHHH HHHHHHHHH H HHHHHHH HHHHHH HHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHH HH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHH HHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH H HHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH P Q  P   X P  YW    P X PU    R  H HHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH  PW  VT P P Q P PU RS     S P   HHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHHH HHHHHHHH  PU R  PP  T P HHHHH HHH H HHHH   P P SR Q HHHH   PI HH HH G A @ 9 8 7 65 Dur do relator). s uint s c . i c i c nt ci r ci c l( ) c l( ) r sult ti ç ri s ( s) (ass. . r uni f i r i fini istr u-s t s ue: i artici antes: s  § § ¦ ¥¤£  § ¡ ©© ¥¨ ¢¡  : DI MODELO PARA ATA DE REUNIÕES Ass sc l r: l i r l( ) r i ri ( ) tr r i ri ( ) s t : is 6 7 FD 7 D 8 E 6 A 7 A7 5 A D6 C8 B  "3 ## )( " $ #  ) )  2 "#  "!  "3 ## )("$ #  ) )  2 "# "0  &  " & "# % "$ "#  "! Dir t r( ): st " )% "# "0 )('  1) # "  "0 )('  1) #4" "0 )('       i i i   At : r r l liz ss l iç ss / -s icí i : nci t s r r st l i sc l r ( ) r s t t r s t t / s r r f s s r s ( s) s i . lavr e assino esta Ata. i s t r uni r s . untamente com os demais em nada mais a declarar. nt s: .

Mas. bem como a reunião de conselho de classe não participativo e a didática de auxílio pedagógico destinada aos alunos com dificuldades de aprendizagem. que apre sentam baixo rendimento e/ou faltas freqüentes. Também será colocada em pauta a relevância da Educação para uma qualificação profissional. . a responsabilidade exigida do aluno será maior pelo fato de sua independência em relação aos pais estar mais fortalecida.Conselho de Classe O mesmo procedimento de pré-conselho dos Anos Finais do Ensino Fundamental será adotado nesta etapa da Educação Básica. ainda assim. No entanto. os pais dos menores de idade que foram citados em consel ho serão chamados à escola para enfrentamento mútuo do problema e possível superação.

incorporado aos cursos supletivos em fases mais adiantadas da escolaridade tendo assim uma maior chance de concluir o ensino fundamental e até mesmo o médio. marcada por insucessos e desistências. socializando com outros indivíduos. As peculiaridades da EJA são bem claras. A maioria das pessoas que procuram a EJA sã o adolescentes e jovens pobres. buscando também referência no outro (amigo. que faz com que muitos adultos procurem seus espaços. É este sentimento de incompleto/inacabado. Já o jovem é um excluído da escola. quase sempre é analfabeto ou analfabeto funcional. e por vezes buscando se encontrar como pessoa. pois um jovem tem de estudar com pessoas de idades avançadas.EJA Perfil do aluno e professor O adulto como em qualquer outra fase da vida está em desenvolvimento. que buscam credenciais escolares em um espaço de aprendizagem. parente. sociabilidade e expressão cultural. da elevada defasagem do sistema educativo e da redução da idade mínima para poder freqüentar esta modalidade. se aperfeiçoando. O aluno do EJA representa geralmente o migrante que chega as metrópoles provenientes de zonas rurais empobrecidas. ele é mais l igado ao meio urbano. In: Rosa. que tem uma trajetória escolar descontinuada. vizinho. colega de trabalho e colegas de aula). ³Viver é uma mutação contínua e o homem como agente de sua existência. Esse perfil é decorrente das novas exigê ncias do mercado de trabalho. é um ser em movimento e adaptação permanente às múltiplas mudanças de seu ser.EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS . p. seu ambiente´ (Rodrigues. 1976.177). . sua história. estar em cursos destinados aqueles que não seguiram o caminho da escolaridade regular. isto em função de ser o homem mesmo na fase adulta um ser imperfeito e inacabado. e muitos buscam alcançar seus objetivos retornando as salas de aula.

a começar pela sala. e estamos tratando especificamente do professor do EJA. O professor não tem como fugir de uma inserção na sociedade concreta onde se aborda todas as dimensões de seu papel. Ao entrarem no EJA esses alunos não encontram um currículo escolar adequado com sua idade e necessidade. Portanto nossa tarefa como educadores de adultos pode ser caracterizada pelo desafio da constituição de um espaço no qual ler e escrever sejam tarefas legais. A formação do professor educador depende muito mias na inserção social e no político do que numa boa reformulação dos currículos e dos curs os. atribuído ou conquistado. . Não existe material específico sobre aprendizagem de adultos. linguagem específica da escola que mesmo que for conhecida pelo aluno é de difícil interpretação. nem livros didáticos para eles. não há procedimento único para sua exploração. subjetivos. e t ambém fatores de ordem socioeconômicos fazem com que eles abandonem ou repitam os estudos. a tendência das práticas pedagógicas tem sido de utilizar a psicologia para compreender os processos de aprendizagem. O gerenciamento dessa política na sala de aula tem relação direta com a recuperação da funcionalidade pedagógica. desveladoras do mundo cotidiano e criadoras de possíveis universos imaginários. sociais. a repetência. que pode se mal administrada. mas não podemos nos esquecer que o professor -educador é educador em todos os momentos de sua vida. vivências e saberes se e constroem no dia -a-dia e são de extrema importância para o fazer político pedagógico. Como não existe um curso específico. e todos sabemos disso. Segundo Gadotti (1995) ao professor cabe não se restringir somente as dimensões pedagógicas. Pois estes trazem para a escola uma série de experiências. dentro e fora da escola. o desinteresse e a apatia do aluno. mas também ao que diz respeito às dimensões políticas e gerenciais. Não há receitas. causar a evasão.Já a questão de serem excluídos da escola regular ocorre pelos motivos econômicos. A dimensão política demonstra que pela educação quere mos mudar o mundo.

o governo em colaboração com a União. ou seja. desenvolvem projetos como Programa Fazenda Escola e o Programa Brasil Alfabetizado. lançado no segundo semestre de 2003. municípios e a sociedade civil organizada. (6.65%. que. na busca por fortalecer e dar continuidade à educação de jovens e adultos. Por meio desta política. foi organizado o Programa Brasil Alfabetizado. o atendimento do ensino fundamental para jovens e adultos. Como estratégia de enfrentamento para o analfabetismo no Brasil. valorizando a aprendizagem extra-escolar. que não tiveram acesso à escola na idade apropriada ou que não concluíram o ensino fundamental. 501. No nosso Estado (RS).Características Gerais A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino que aparece na LDB 9394 de 1996. o MEC em articulação com estados. devido às forças de exclusão provenientes do sistema social. o programa recolocou a alfabetização de jovens e adultos como prioridade na agenda educacional do País. que atinge 16 milhões de pessoas acima de 15 anos. Articulando à educação de jovens e adultos. O Programa Fazenda Escola. implantou o Pr ojeto Alfabetiza Rio Grande. oferta de cursos de ensino fundamental e médio e a realização de exames supletivos. Ao tomar esta iniciativa. municípios e UNESCO. Na busca por combater o analfabetismo que atinge o Rio Grande do Sul. objetiva apoiar e ampliar n os sistemas de ensino. Sabe -se que surgiu para atender a população de 15 anos ou mais. o governo propondo ± se a implementar a educação de jovens e adultos estabeleceu programas de alfabetização. o Programa Brasil Alfabetizado fortalece políticas que estimulam a continuidade dos estudos e a inserção dos alfabetizandos nos sistemas de3 ensino regular. Este projeto . sustentar e coordenar um esforço nacional de alfabetização que pretende universalizar o atendimento a jovens e adultos não alfabetizados. o governo federal chamou para si a responsabilidade política e constitucional de induzir.261 habitantes).

busca. Trata ± se de priorizar a oferta educacional qualificada. oferecer oportunidades de continuidade no ensino fundamental e médio. além de alfabetizar. que orientam a oferta desta modalidade no ensino fundamental e ensino médio correspondentes aos quatro anos iniciais do Ensino Funda mental. funciona em escolas públicas estaduais e municípios ou em instituições comunitárias. na zona urbana e rural. . O Programa Alfabetiza Rio Grande. O sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul. resgatando a escolaridade de analfabetos funcionais e a formação continuada de docentes e discentes. atende analfabetos absolutos. promovendo o atendimento a população. normatiza a EJA através da Resolução nº 250/99 e do Parecer 774/99 do CEE.

muita responsabilidade.Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Podem se inscrever pessoas a partir de 15 anos. Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. a proposta da E.O Certificado e histórico do II segmento de nosso CURSO eqüivalem aos da 8ª. 2.J. não pôde estudar na escola na época da infância e da adolescência. tem que ser diferente e adequada ao seu grupo. .A.INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1. Portanto. série do Ensino Fundamental da escola regular. O curso está organizado em dois segmentos: Primeiro Segmento ± equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). Segundo Segmento ± equivalente às quatro últimas séries do Ensino Fundamental (5ª à 8ª série). A maioria trabalha. Algumas pessoas tiveram um passado difícil e não puderam concluir o ensino fundamental na idade apropriada. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso diferente. tem família.

é de. o diálogo. o compromisso social. o aprender. a politicidade. confraternizações.Durante o Curso você realiza pesquisas em pequenos grupos. por segmento. A partir do planejamento coletivo semanal e diário das aulas podem -se propor realizações de diversas estratégias diferentes. 800 horas de efetivo trabalho e cada dia letivo corresponde ao máximo de 4 (quatro) horas -aula. no mínimo. o respeito. a complexidade.A carga horária do curso. Carga Horária Mínima Anual por Segmento: 800 horas -aula. 4. sendo: I ± 75% em caráter presencial ± 600 horas II ± 25% em caráter não-presencial ± 200 horas Horas-aula efetivamente trabalhadas são aquelas em que o aluno participou com interesse do que foi planejado e demonstrou qualidade através de sua dedicação e esforço em produzir cada vez melhor. Elas não são iguai s às horas de freqüência. tais como: cursos. se você estiver presente e não participar com qualidade nas atividades. chamado de professor -orientador e também recebe assessoria de professores das diversas áreas do conhecimento. as singularidades. a dialética.3. você não acrescenta horas de curso para efeito de sua certificação. . a solidariedade. Ou seja. saídas pedagógicas. Nosso trabalho tem como princípios a relação interpessoal. as multiplicidades. a sustentabilidade do planeta e a totalidade do conhecimento. a autonomia. oficinas. a responsabilidade. a socialização do conhecimento. estudos dirigidos. atividades esportivas etc. A sua turma é orientada por um professor. palestras por professores e pela comunidade. Estas pesquisas originam-se a partir de problemáticas do interesse e necessidade dos alunos.

regimento. 5.Saberes trabalhados durante o curso saber identificar e avaliar suas necessidades de conhecimento atuais buscando soluções. representações. Quando a partir de conceitos e ferramentas matemáticas se elabora equações capazes de colaborar na solução dos problemas específicos. valorizar e exercer seus direitos e deveres como cidadão. decimais e fracionários. . artística. emprego dos sistemas de medidas. Quando se responsabiliza por ações e tarefas. a construção de gráficos. regras de três. debatendo e fazendo trabalhos em função dos objetivos planejados. . o que aprender com justificativa. matemática. Quando responde sobre o que estudar. Podem ser textos de vários tipos.Quando problematiza. o cálculo de porcentagens. Por conceitos e ferramentas matemáticas pode -se citar: as operações básicas com números inteiros. saber identificar.. leis em sala de aula. Quando debate as dificuldades e avanços nas atividades realizadas. coerência . direitos e deveres. avaliar.Quando nas diversas situações de pesquisa se debate e se pratica produção de material que representa uma ou algumas das diversas formas de expressão: língua portuguesa. Quando realiza objetivos. . saber formar e conduzir projetos individualmente ou em grupo. autonomia e fundamentação nas diversas formas de expressão humana. falando.Procura-se motivar voce todos os dias para a leitura. dramatizações.. saber ler e se expressar com clareza. quando realiza atividades de auto avaliação com responsabilidade.. Quando promove ações na busca de direitos. escrevendo. . juros. concisão. ouvindo.Quando debate as regras de convivência. você vencerá. apresentações. o uso de incógnitas. soluções matemáticas etc. pois lendo..

ampla. expressando as diversas opiniões com suas respectivas argumentações. Quando fundamenta através de argumentos coerentes as próprias idéias. saber polemizar e teorizar verbalmente e por escrito. de atividades em grupo. .Quando realiza os diversos projetos em todas as suas etapas. buscando o consenso ou a decisão pelo voto. escolaridade. Quando conclusões e ações são propostas e realizadas nos projetos refletindo solidariedade e respeito aos direitos humanos. credo. .Quando procura aprofundar a análise dos objetos de pesquisa na tentativa de superar a noção de senso comum sobre o assunto.Quando se discute os diversos pontos de vista respeitando as diversas opiniões. v oto. Quando consegue interagir e realizar atividades com diferentes saber construir e estimular organizações do tipo democrático. Quando escreve sobre o que debateu.. interligada e . Quando busca o respeito pela opinião de todos. . Quando participa de organização de atividades coletivas sociais (desportivas. raça. Quando nas diversas etapas da realização dos projetos produz análises e sínteses.Quando participa grupos de pessoas. Quando demonstra saber ouvir e demonstra compreensão sobre o que o interloc utor pretende transmitir. sexo. Quando participa de atividades com agrupamentos heterogêneos em faixa etária. buscando as causas e soluções de forma sustentável. Quando assume e divide responsabilidades. escolares). saber analisar situações e relações da vida real com autonomia.. religiosas.. participar de uma atividade coletiva e compartilhar liderança. Quando procura superar conflitos com tranqüilidade e objetividade. culturais. Quando se expressa nos debate fundamentando suas opiniões. saber cooperar.Quando pratica atividades que exigem consenso. opiniões. .

nas atas das assembléias deliberativas. seja com orientações individuais ou em grupo. Os professores procuram perceber as dificuldades e ajudar efetivamente na superação delas. seja com palestras para a toda a classe. As análises são realizadas para que o seu trabalho seja sempre o melhor possível. projetos diversos buscando e trazendo material bibliográfico variado. nos cadernos de turma.saber conviver criticamente com regras. . saber buscar e receber criticamente os meios de comunicação. Avaliamos os trabalhos apresentados nos diários individuais. cumpre e modifica regimentos escolares.Quando debate. permanente. Quando analisa as diversas informações obtidas e demonstra perceber os interesses e objetivos de quem escreve. reuniões e encontros ped agógicos. projetos pedagógicos. debates. nos cadernos de assessoramento das pesquisas. . nas produções textuais das aulas e dos projetos. . dialógica e registrada de várias formas todos os dias. 6. aprova. nas socializações parciais e finais dos trabalhos. nos portfólios individuais. nas auto -avaliações.A avaliação dos trabalhos A avaliação é feita para a melhoria de todo o processo educacional. O que quer dizer isto? Quer dizer que ela é processual. A intervenção dos professores nesta avaliação é fundamental para a reorientação e o redimensionamento do processo.Quando realiza estudos. questioná -las e elaborá-las. Quando questiona leis e demonstra estratégias para reforma das mesmas. durante os assessoramentos dos professores nos pequenos grupos de pesquisa e em outros diversos instrumentos de avaliação criados conforme os interesses e necessidades. nos pareceres descritivos do conselho de classe. projetos em geral. nos cadernos pessoais.

Solicitação do interessado. Idas a cinema. Síntese de filmes assistidos ou programas de televisão. . parques etc. saídas programadas a museus. pesquisas na comunidade. grupos de dança. Ida a cursos e palestras diversos. Anotar as horas não presenciais (HNP) realizadas no caderno de estudante do aluno e em planilha própria a ser distribuída a todos os professores . teatro. coral. Leitura de livros. culturais e esportivas na comunidade (mutirões. Realização de atividades propostas pelos professores (atividades d e casa. Sugestões de atividades que podem ser consideradas horas não presenciais: Participação em atividades sociais. 8. jornais e revistas. Professores e alunos deverão combinar a forma de apresentação e avaliação dos resultados das produções nestas horas. Participação em associações comunitárias. Verificação de pelo menos 800 (oitocentas) horas -aula efetivamente trabalhadas em atividades do Núcleo. sendo 600 horas presenciais e 200 horas não presenciais. Passeios. musica).7. B. teatro. entrevistas).O processo de certificação consta das seguintes fases: A.Horas não presenciais São aquelas previamente planejadas no núcleo com professores e alunos e que são realizadas fora do horário escolar.

um relatório individual de aprendizagem e um relatório de auto -avaliação final. telefones. Os professores organizam seus horários e suas intervenções semanais de modo a atenderem a necessidade dos alunos e dos trabalhos em todas as turmas. constando endereço. Entrevista Na matrícula é preenchida uma ficha cadastral com todos os dados do aluno.Planejamento semanal das atividades de uma turma As atividades semanais de uma turma são planejadas coletivamente nos encontros pedagógicos diários e semanais que se realizam no Núcleo e repassadas aos alunos. relatórios e pareceres descritivos. Também para saber quais as necessidades desse aluno e o que ele busca na escola. conforme modelo em prática. . você pode combinar com os professores atendimento especial para esclarecer suas dúvidas e ajudar em seus trabalhos. E. D. Todos os dias. Realização e apresentação de três pesquisas. etc. 9.C. (Caso este aluno seja me nor a escola precisa manter contato com a família). Reunião e discussão do interessado no conselho de cl asse sobre sua solicitação. Ratificação do aluno de seu interesse na certificação. sendo pelo menos duas em grupo.

Apresentação dos professores 3.propor metas de melhoria da aprendizagem dos alunos que apresentam dificuldades. Eleição para o Professor Coordenador de Sala 9. Boas vindas 4.rever a sondagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem . CAFÉ 6.socializar experiências em sala de aula/ reunião por área . Discussão: * Normas de conduta * Proposta Pedagógica 2008 para 2009 * Calendário * Termo de responsabilidade pelo uso do estacionamento 5. Eleição para o Conselho de Escola 8. Eleição das Comissões: .Reuniões com professores.organizar conteúdos e planos para EJA 1º dia 1. Planejamento diferenciado para o EJA: * Envolvidos * Conteúdo * Forma de trabalho * Avaliação * Normas de conduta * Apresentação para todos 7. pais PAUTA DA REUNIÃO DE PLANEJAMENTO Objetivos: . Abertura 2. .

Planos de ensino * Estratégias * Gestão de tempo * Recursos * Avaliação * Recuperação * Dependência 3º dia 1. Filas para entrada 6. Continuação dos Planos de Ensino . APM 10. CAFÉ 11. Ética na escola/profissionalismo 9. Ocorrências disciplinares: orientações 4. Uso dos espaços da escola: * Biblioteca * Video/Data Show * Pátio 7. Livro de Ocorrências da Sala: orientações 3. Conduta de atendimento aos pais 8. Horários 5.* Pedagógica * Disciplinar * Formatura * Grêmio * Conservação do patrimônio * Eventos * Projetos e Campanhas 2º dia 1. Diários de Classe: orient ações 2.

· o que significa aquela teia. irá repetir o que lembra sobre a pessoa que ter minou de se apresentar e que lhe atirou o novelo.2. de onde vem. 3. CAFÉ 3.. Pedir para as pessoas dizerem: · o que observam. prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo/bola) de cordão ou lã. 5. 2. dizendo quem é. Dispor os participantes em círculo. logo após apresentar-se brevemente. no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. essa segunda pessoa irá se apresentar. dizendo quem é. o que faz. Após fazê-lo. Dinâmica da Teia da Amizade 1. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Em seguida. após enrolar a linha em um dos dedos. joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. etc. de onde vem. · o que sentem. Como cada u m atirou o novelo adiante. 6. etc Material a ser usado · Um rolo (novelo) de fio ou lã . Assim. Essa pessoa apanha o novelo e. até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. etc. 4. Planejamento da 1ª semana de aula. · o que aconteceria se um deles solt asse seu fio. Assim se dará sucessivamente. o que faz.

A participação de alunos e pais é opcional. formas e critérios de avaliação. propicia o desenvolvimento do processo educativo de reflexão e discussão coletiva sobre o fazer da escola como um todo. A participação efetiva e entrelaçada. para refletirem conjuntamente e avaliarem o desempenho pedagógico dos alunos das diversas turmas séries ou ciclos. promover ou não o avanço para a próxima etapa. Mas os alunos estarão sempre presentes nas reuni ões através de seus resultados e desenvolvimento em classe. propostas para sanar dificuldades dos alunos. projetos coletivos de ensino e atividades.Conselho de Classe O Conselho de classe do EJA. supervisores. Trata-se de uso de metodologias e estratégias de ensino. orientadores educacionais. critérios de seleção de conteúdos curriculares. formas de avaliação de desempenho do aluno ao final de cada etapa. em função da análise direta de questões vividas cotidianamente pelos diferentes profissionais na sala de aula e na escola. . reúne periodicamente os vários professores das diversas disciplinas. juntamente com os coordenadores pedagógicos.

organização e higiene. para tratar de questões decorrentes do dia-a-dia escolar tendo qualquer funcioná rio liberdade para colocar assuntos em pauta. Conselho de Classe: nos dias de C onselho de Classe os períodos serão reduzidos ficando reservado para reunião do conselho o horário das 10h às 12h. segurança. Serão realizados encontro quinzenais. previamente agendados. Seminário de Formação dia 29/06: será realizado no turno inverso ao da aula para os professores que lecionam nesse dia.).CALENDÁRIO Conselho de Classe Participativo: os professores que ministram aula nos dias de conselho de classe participativo debaterão com a turma sobre os aspectos positivos e negativos do bimestre em relação a turma. . aos professores.. a equipe diretiva e a escola como um todo (projetos..

Registro . Organizar-se e.Construir o saber junto com seu aluno visando essa prática como válida para a vida do educando. .Avaliação .Apontar fatos e soluções que possam vir ao encontro da proposta da reunião. .Perceber que o aluno ao freqüentar a escola adquire saberes que lhe capacitam a viver: .Estudo sobre competências e habilidades . PROCEDIMENTOS 1º ENCONTRO Agenda . grupo.JORNADA DE ESTUDO -Formação Continuada- OBJETIVOS: .Valorizar a realidade da sala de sula e da escola como um todo.Dinâmica de apresentação .Divisão de grupo (levantamento de dados) . colaborando significativamente para o encaminhamento das solicitações.

DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO Os professores serão convidados a organizarem -se em um grande círculo. O novelo deverá passar por todas as pessoas pres entes na reunião. . lançar a proposta da escola que será a de trabalhar o currículo escolar dentro das competências e habilidades.Mapa Conceitual COM O TEMA COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) . A supervisora irá dispor de um novelo de lã em suas mãos e deverá iniciar a dinâmica propondo que cada pessoa que tiver o novelo de lã em suas mãos deverá apresentar-se com nome e função que exerce na escola. todas as outras pessoas movimenta-se juntas. Para o andamento de tal proposta os professores serão divididos em grupos por área. No momento em que essa teia é movida.Retroprojetor (TODO ESSE MATERIAL DEVE ESTAR RELACIONADO . na qual as pessoas estão interligadas. e ao final a supervisora deverá chamar a atenção para a seguinte evidência: que ao longo da gincana formar -se uma ³teia´. Após. toda a equipe está interligada e portanto. esclarecendo dúvidas e questionamentos. ESTUDO SOBRE O TEMA: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A supervisora deverá dispor de material escrito para os docentes acompanharem o estudo e também estar devidamente organizada com seu material e/ou recursos que podem ser: . o lugar que todas as funções. aleatoriamente. precisa movimentar-se junta.Cartazes ilustrativos A supervisora deverá explicar a teoria referente ao assunto do tema.Data Show . Essa deve sr a estrutura da escola.

DIVISÃO DE GRUPOS (LEVANTAMENTO DE DADOS) Cada grupo deverá responder às seguintes questões: 1) Ultimamente.Não foi legal. .Foi legal .?Por quê ? O que podemos fazer ? . REGISTRO A jornada de estudos terá seu registro através dos questionários respondidos pelos grupos durante a avaliação. ser aprovado.? Por quê? ..Cada grupo deverá responder e entregar para a supervisão. como percebo o ingresso dos alunos à minha aula (como eles vem das séries anteriores? 2) De que modo posso trabalhar com meus alunos para reestruturar o meu modo de ensino? 3) Se eu pudesse escolher o modo como meu aluno deveria passar de ano. como seria ? AVALIAÇÃO Cada grupo receberá uma ficha com as seguintes questões: ...

Em seguida. O copo se enche do conhecimento mas apesar de passá-lo não guarda nada para si.Avaliação . um copo e uma esponja.Painel de perguntas . O giz simboliza aqueles que absorvem to dos os conteúdos e idéias que entenderam mas não os passam a diante. guardam para si e não são capazes de colaborar com os colegas. Assim são algumas práticas cotidianas no contexto escolar.2° ENCONTRO Agenda . A esponja absorve o conhecimento.Socialização dos grupos .Dinâmica de sensibilização . dar um objeto para cada professor (a escolha).as pessoas tem mais dificuldades em aceitar. começando com a bolinha de isopor:colocá -la na água e observar o que acontece. Ela é impermeável. socializando com todos. SOCIALIZAÇÃO DOS GRUPOS Cada grupo deverá relatar as conclusões feitas.tornam -se tão mecânicas que a partir do momento que surgem novas possibilidades. . A bolinha de isopor não absorve a ág ua da vasilha.Registro DINÂMICA DE SENSIBILIZAÇÃO Será disposto um recipiente com água. retém parte dele e partilha ±o com os outros.uma barra de giz. uma bolinha de isopor.em seguida mergulhar o giz. o copo e a esponja um de cada vez.

PAINEL DE PERGUNTAS

Após a socialização, a supervisora deverá propor um painel de pergunta sobre o assunto em questão. Para tal atividade podem haver as seguintes opções: Cada professor deverá escrever sua pergunta em um papel e/ou perguntar oralmente.

AVALIAÇÃO

Cada professor deverá anotar poucas palavras ou uma pequena frase sobre como foi a reunião.

REGISTRO

A jornada de estudos terá seu registro através das conclusões escritas pelos professores.

3º ENCONTRO

- Agenda: - Dinâmica de integração - Montagem de estratégias de trabalho (grupos) - Avaliação - Registro

DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO

Cada professor receber pequenas ³peças´ para montar, como se fosse um quebra cabeça. Após receberem as peças, cada professor deverá procurar o seu trio, para que montem o quebra-cabeça e conseqüentemente o pensamento que nele está escrito. Brevemente, cada trio tecerá um breve comentário sobre o pensamento que montou.

MONTAGEM DE ESTRATÉGIAS DE TRABALHO (GRUPOS)

Os grupos se reunirão novamente por área e determinarão estratégias de trabalho possíveis, unindo o currículo da escola à proposta de trabalho docente por competências e habilidades. Deverão elencar estratégias de atuação docente bem como os conteúdos que julgam ser essenciais para sua área e/ou turma.

AVALIAÇÃO

A avaliação será feita da seguinte forma: Os professores deverão formar um grande círculo. A supervisora ir á dispor uma sacola com objetos variados dentro e em seguida deverá despejar esses objetos no chão. Após, cada professor, aleatoriamente será convidado a pegar um objeto que tenha se identificado. O professor deverá relacionar o objeto à jornada de estudos , colocando em poucas palavras o que significou essa experiência.

REGISTRO

Haverá uma coleta de dados coletivo, com a seguinte pergunta: o que aprendemos sobre competências e habilidades? A supervisora deverá elencar as conclusões dos professores, regis trando as construções feitas ao longo da jornada.

com.pdf http://pt. p.com/ http://aprendizagememacao.blogspot.shvoong. ed.br/crianca2. Texto extraído do Plano para a Vida e Missão.htm http://www.br http://espacompartilhado.blogspot. GRINSPUN.REFERÊNCIAS http://www. .com. Zippin. capítulo V dos Cãnones da Igreja Metodista. 2006.Departamento Nacional de Trabalho com Crianças. 2002.br/ http://pedagogicamenteblogando.com. 94. Supervisão e orientação educacional: perspectivas de integração na escola.com http://www. São Paulo: Cortez. 2. 3. Zippin.tdr.com. ed.com/ Igreja Metodista / DNTC . Mírian Paura S. (site) GRINSPUN.cdof. 2002.blogspot. A orientação educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola.com/books/1806415 -ensino-fundamental-anos/ http://www.br/artigos http://www.cesca. Mírian Paura S. São Paulo: Cortez.es/TESIS_URV/AVAILABLE/TDX-0812102101715//32Apendicepropostaformacao.psicopedagogia.pedagogico.mundodoabc.

GRINSPUN. LIBÂNEO. In: Pedagogia em conexão. Zippin (Org. Formação continuada . J. São Paulo: Cortez. C. São Paulo: Libertad. 1998. In: Organização e gestão da escola. VASCONCELLOS. ed. (p. A prática dos orientadores FRISON.p. ULBRA. p. 2002.227 -234) .119 ± 129. Goiânia: Ed Alternativa. Mírian Paura S. 3. Competências esperadas do Orientador Educacional em diferentes espaços escolares e não -escolares . Canoas. Lourdes. In: Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político -pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 2004. 2004.). educacionais. 168 ± 182. Reunião pedagógica semanal .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful