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Jonas, o missionário

fujão!!
A maior parte do que sabemos sobre a história de Jonas é o que está narrado no livro
a qual tem seu nome. De acordo com o livro de Jonas, Deus ordenou que o profeta
fosse à cidade de Nínive para clamar contra ela (Jn 1:1,2). Desobedecendo a ordem
de Deus, o Profeta Jonas foi para Jope, embarcando ali em um navio com destino a
Társis, a oeste de Israel, que talvez fosse a Córsega ou parte da Espanha, enquanto
Nínive, o destino a qual Deus o havia enviado, ficava no estremo leste (Jn 1:3).

No meio da navegação, Deus enviou uma grande tempestade que castigou a


embarcação a qual o Profeta Jonas viajava (Jn 1:4). Após os marinheiros clamarem
cada um ao seu deus, e realizarem uma série de procedimentos para tentar salvar o
navio, o capitão da embarcação encontrou o Profeta Jonas dormindo no porão do
barco (Jn 1:5,6). O capitão então ordenou que Jonas invocasse o seu Deus na
tentativa de que pudessem ser poupados (Jn 1:6).

Os marinheiros resolveram lançar sorte, e a sorte caiu sobre o Profeta Jonas que foi
declarado culpado. Interrogado pelos tripulantes daquele navio, Jonas mandou que
eles o lançassem ao mar, para que a tempestade se acalmasse. Num primeiro
momento os homens ainda tentaram resistir à ideia do Profeta Jonas, mas ao
perceberem que não teria jeito, lançaram Jonas no mar e a tempestade finalmente
cessou (Jn 1:13-15).

O Profeta Jonas e o grande peixe:


Após ser lançado ao mar pelos marinheiros da embarcação em que estava viajando, o
Profeta Jonas foi engolido por um grande peixe que o Senhor providenciou. Jonas
ficou no ventre do peixe durante três dias e três noites (Jn 1:17). Jonas então orou a
Deus em forma de um cântico de ação de graças, e Deus ordenou que o peixe o
vomitasse em terra firme, talvez em uma praia distante da costa da Síria.

Muito têm se discutido acerca desse grande peixe que engoliu o Profeta Jonas. Alguns
defendem a ideia de ter sido uma baleia, enquanto outros reprovam essa
possibilidade. Na verdade, de fato não precisa necessariamente ter sido uma baleia.
Poderia ter sido um grande tubarão, como o próprio tubarão-baleia que atinge um
tamanho enorme e não possui os dentes terríveis de outras espécies de tubarão. O
termo original em hebraico significa apenas “grande peixe” e o termo usado em grego
na Septuaginta é um termo genérico para “mostro do mar”, “criatura marítima” ou
“peixes de grande tamanho”. Seja como for, o correto é que esse episódio se refere a
algo sobrenatural que ocorreu para que o propósito de Deus fosse cumprido.
A coisa mais importante não é o milagre do grande peixe. É o milagre em espiritual de
um pai gracioso. Porque Jonas obedeceu a Deus teve o privilégio de ver Deus fazendo
algo que jamais fizera na história ou que jamais fez. Este é o único relato em toda a
história, e em toda a Bíblia, de uma cidade inteira na qual cada pessoa foi salva.
175.000 pessoas, homens, mulheres, jovens, e crianças na idade de responsabilidade,
todos foram salvos. Deus disse a Jonas: vou permitir que você seja o pregador do
maior a avivamento. Isto certamente deveria ser um grande de deleite.