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Oriente Médio

Aspectos Naturais

→ Climas árido e semiárido


→ Escassez de água
→ Grandes jazidas petrolíferas
→ Baixa pluviosidade
→ Planaltos e depressões

Água

→ Carência de água doce na superfície


→ Desenvolvimento dessa área é um agravante dessa situação
→ Planejamento rigoroso, grandes investimentos, cuidados com o solo, e manutenção continua são formas utilizadas para
manter o bom uso dessas águas.
→ Acesso as águas dos rios Nilo e Jordão são disputa ente os países, o que pode gerar tensões politicas.

A utilização de maneira consciente, dessalinização, tecnologia, reutilização da água do esgoto e irrigação por gotejamento, são
algumas medidas que podem ser tomadas para sanar este problema e já são praticadas em Israel.

Petróleo

→ A grande riqueza em petróleo transforma o Oriente Médio em alvo de grande interesse geopolítico internacional.
→ Sustenta a economia regional
→ Atraiu grandes transnacionais
→ A baixa forçada dos preços liderada pela Grã-Bretanha resultou na criação da Opep (Organização dos países exportadores
de petróleo), que visa coordenar de maneira centralizada a política petrolífera dos países membros, de modo a restringir a
oferta de petróleo no mercado internacional, impulsionando os preços.

Petróleo é a maior commodity do mundo, ou seja, cé um produto primário de importância comercial.

Aspectos econômicos e sociais

→ Grande desigualdade social; as riquezas do petróleo se concentram nas mãos de poucos


→ Predomínio da religião muçulmana
→ Regiões menos secas são as mais habitadas
→ Conflitos religiosos, econômicos e políticos
→ População jovem

Religião e politica

→ Estado fundamentalista: segue os princípios do alcorão


→ Sunitas; maioria; acreditavam que os discípulos de Maomé deveriam sucedê-lo
→ Xiitas; minoria; acreditavam que somente um parente de sangue poderia suceder Maomé
→ Jerusalém é a cidade sagrada para as três grandes religiões

Conflitos

Pós-guerra

→ 1948: foi criado o estado de Israel, para receber judeus espalhados pelo mundo, assim, os palestinos perderam
parte de seu território, dando inicio a um ciclo de guerras e conflitos.
→ Após a criação de Israel, a ONU sugeriu a divisão do território da seguinte forma:
o Palestina: dividida em 2 (ainda não era um estado independente); 56,47% para os judeus e 43,53% para
os palestinos
o Jerusalém, a terra santa, seria a cidade internacional
o Os judeus concordaram e os árabes não
Guerra de Suez

→ 1956: governo do Egito nacionalizou o canal de Suez, o que descontentou os Israelenses, que perderam o porto
de Eliat.
→ Israel juntou-se a França e Inglaterra, que tinham interesses comerciais na exploração do canal e atacou o Egito.
→ A ONU interviu no conflito e o Egito manteve o controle sobre o canal de Suez.

Guerra dos seis dias

→ 1964: contrapondo-se ao apoio dos EUA a Israel, a URSS patrocinava os sírios e egípcios, que ganharam força.
→ Egito proibiu a circulação de navios israelenses no golfo de Ácaba e ordenou a retirada das topas da ONU do
deserto do Sinai
→ Israel ataca os países vizinhos.
→ Israel amplia seu território em 18 vezes, em aproximadamente 6 dias.

Guerra do Yom Kippur

→ 1973: Síria e Egito atacaram Israel, sem aviso prévio, no dia do Yom Kippur (dia do perdão para os judeus)
→ Israel contra-atacou em Damasco, e não permitiu que os egípcios avançassem no Sinai.
→ Depois de um cessar fogo entre URSS e EUA, os árabes não conseguiram retomar seus territórios.

As Intifadas

→ 1ª em 1987: palestinos assumiram a negociação do armistício, que culminou em um acordo de paz assinado em
1991 por Yitzhak Rabin.
→ 2ª em 2000: levante popular contra as ocupações israelenses em áreas como Faixa de Gaza e Golã

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