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FACULDADE ANHANGUERA DE

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

ATPS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

CURSO DE BACHARELADO EM
ENGENHARIA DE CONTROLE E
AUTOMOÇÃO

Nome: Geraldo de Moraes


RA: 9841488542
Série: 4°A

Nome: Edvaldo Cintra


RA: 9841488591
Série: 4°A

Nome: Caique de Carvalho Silva


RA: 9902004259
Série: 5°A

Nome: Flávio Nunes Martins de Almeida


RA: 1299104146
Série: 4ª A

Nome: Fabricío Amaral Nunes da Silva


RA: 8208959738
Série: 4ª A

Professor orientador: Edmundo


INDICE

INTRODUÇÃO...................................................................................................02
ETAPA 01 – PASSO 04: ILUMINAÇÃO DA SALA DA DONA MARIA JOSÉ....03
ETAPA 01 – PASSO 04: RELATÓRIO BASEADO NAS PESQUISAS DA
ETAPA 01..............................................................................................................04
ETAPA 02 – PASSO 04: RELATÓRIO BASEADO NAS PESQUISAS DA
ETAPA 02..............................................................................................................09
CONCLUSÃO....................................................................................................11
BIBLIOGRAFIA..................................................................................................12
INTRODUÇÃO

O trabalho a seguir demonstrará pesquisas nas áreas de circuitos elétricos,


abordando diferentes métodos e fórmulas a serem adotadas na hora da resolução
de diversos problemas envolvendo o assunto, além de explicar sobre alguns
elementos que compõe o circuito e seus efeitos sobre o mesmo.
ETAPA 01 – PASSO 04: ILUMINAÇÃO DA SALA DA DONA MARIA
JOSÉ

DADOS:
APENAS UMA LAMPADA INCANDESCENTE COM POTENCIA DE 100W;
A TENSÃO EM QUE ELA ESTÁ LIGADA É DE 120V.
ETAPA 01 – PASSO 04: RELATÓRIO BASEADO NAS PESQUISAS
DA ETAPA 01

LEI DE OHM

Em 1827, o físico alemão George Simon Ohm apresentou uma lei sobre a
resistência dos condutores, que ficou conhecida mais tarde como Lei de Ohm, em
sua homenagem.
Ohm, em seus experimentos, demonstrou que a corrente elétrica que circula
em um resistor metálico, é diretamente proporcional à diferença de potencial
aplicada nos terminais dele.
Matematicamente, é escrita desta forma:

V=R.I

Onde:
V = TENSÃO APLICADA;
R = RESISTÊNCIA;
I = CORRENTE NO CIRCUITO.

Esta equação é válida somente nos casos em que o valor do resistor é mantido
constante, onde o resistor é chamado de resistor ôhmico.

FONTES DE CORRENTE

Uma fonte de corrente é um circuito eletrônico que faz passar uma corrente
constante por uma carga. Se a resistência da carga variar, a fonte se encarrega de
aumentar ou diminuir sua tensão de saída, de modo a manter o mesmo número de
amperes percorrendo o circuito.
FONTES DE TENSÃO

Uma fonte de tensão é um equipamento eletrônico que fornece uma


determinada tensão ao circuito. Pode ser uma pilha, uma bateria, um gerador, uma
célula foto elétrica, etc.
Basicamente existem dois tipos de fonte de tensão: a DC e a AC, também
conhecidas como CC e CA.

1. Fonte de Corrente Contínua

A fonte de corrente contínua é um tipo de fonte que permite um sentido único


para a corrente em seus terminais.

2. Fonte de Corrente Alternada

A fonte de corrente alternada, diferente da contínua, permite que o sentido da


corrente elétrica em seus terminais alterne entre positivo e negativo.

CIRCUITOS ELÉTRICOS

Um circuito elétrico compreende, basicamente, nós e malhas, sendo


conhecidos como nós todo ponto de encontro com três ou mais ramos de um circuito
e, sendo conhecido como malha, um circuito fechado, incluindo vários componentes
elétricos.
LEI DAS TENSÕES DE KIRCHHOFF

RESISTORES EM SÉRIE

Associar resistores em série significa ligá-los em um único trajeto, ou seja,


como existe apenas um caminho para a passagem da corrente elétrica, esta é
mantida por toda a extensão do circuito. Já a diferença de potencial entre cada
resistor irá variar conforme a resistência deste, para que seja obedecida a 1ª Lei de
Ohm.
No caso da associação em série de resistores, para encontrarmos a resistência
equivalente devemos apenas somar seus valores, assim temos que:

Req = R1+R2+R3+........+Rn

FONTES DE TENSÃO EM SÉRIE

Quando associamos fontes de tensão conectando o polo positivo de uma fonte


ao polo negativo de outra, sucessivamente, criamos uma associação em série, que
resulta na somatória dos seus valores de tensão, conforme ilustrado nesta imagem:

Veq = V1+V2+V3+..........+Vn
CIRCUITOS DIVISORES DE TENSÃO

O divisor de tensão é um circuito que nos permite conseguir tensões menores


do que a tensão de um gerador disponível, através da associação em série de
resistores.
Sabemos que a tensão em cada resistor é igual ao produto da tensão sobre ele
pela corrente que o percorre. Considerando um circuito em série, a corrente que
percorre os resistores é uma só, e a tensão sobre cada resistor é diferente da tensão
total.

A imagem acima é um exemplo de divisor de tensão. A fonte geradora produz


10V de tensão. Essa tensão é dividida pelo circuito e a saída dele possui apenas 8V.
Porém, se ligarmos um aparelho hipotético que necessite de exatamente 8V na
saída do circuito, ele poderá não funcionar, pois o aparelho possui uma resistência
interna. Quando o aparelho for ligado ao circuito, a resistência do aparelho fará uma
associação paralela com o resistor R2, diminuindo o valor de resistência na
associação e, consequentemente, diminuindo o valor de tensão na saída do circuito.
LEI DAS CORRENTES DE KIRCHHOFF

RESISTORES EM PARALELO

Em uma associação em paralelo de resistores, a tensão em todos os resistores


é igual, e a soma das correntes que atravessam os resistores é igual à corrente do
resistor equivalente.
Para calcular a resistência equivalente usamos a seguinte fórmula:

1 / Req = (1 / R1)+(1 / R2)+(1 / R3) +.......+(1 / Rn) ..

No caso de termos apenas dois resistores em paralelo podemos usar a


seguinte fórmula:

Req = (R1 . R2) / (R1 + R2)

FONTES DE CORRENTE EM PARALELO

A associação em paralelo de fontes de corrente rege-se por um conjunto de


regras semelhante àquele estabelecido para a associação em série de fontes de
tensão. Neste caso, a corrente colocada aos terminais de uma associação em
paralelo é dada pela soma das correntes parciais, que naturalmente deve ter em
conta as polaridades respectivas. No caso das fontes de corrente reais, o valor da
resistência interna é dada pelo paralelo das resistências internas parciais, o que
torna a fonte de corrente mais acentuadamente não ideal.

CIRCUITOS DIVISORES DE CORRENTE

Os circuitos divisores de corrente são, basicamente, circuitos ligados em


paralelo, e são utilizados quando é necessário alcançar uma corrente especifica
dentro do circuito, tendo em vista que quando de uma ligação em paralelo, a tensão
permanece a mesma, todavia, divide-se o valor da corrente.
ETAPA 02 – PASSO 04: RELATÓRIO BASEADO NAS PESQUISAS
DA ETAPA 02

ELEMENTOS ARMAZENADORES DE ENERGIA

CAPACITORES

Capacitores são dispositivos de dois terminais, constituídos de dois corpos


condutores, separados por um material não condutor.

A carga é proporcional a diferença de potencial:

q = Cv

Onde C é igual a capacitância do dispositivo dada em farad [F] =


[coulomb/volt].
A carga total dentro do capacitor é sempre zero.

CAPACITORES EM CORRENTE CONTINUA E ALTERNADA

O capacitor é um dispositivo utilizado nos circuitos elétricos que apresenta um


comportamento em corrente contínua (CC), diferente do comportamento em corrente
alternada (CA). Em corrente contínua após se carregar com cargas elétricas,
permanece carregado até que seja forçado a descarregar-se, sendo utilizado em
circuitos com a finalidade de manter a tensão estável sendo chamado nessas
condições de filtro capacitivo.
Em corrente alternada o capacitor também age como filtro, pois oferece uma
oposição à passagem da corrente de certas frequências. Essa oposição é
denominada reatância capacitiva, que depende além da frequência, da capacitância
do capacitor.
INDUTORES

Indutor é um dispositivo de 2 terminais composto de um fio condutor enrolado


em espiral. A corrente que flui pelo indutor induz um fluxo magnético que forma
laços fechados envolvendo a bobina.
Os indutores também servem para impedir variações na corrente elétrica.

INDUTORES EM CORRENTE CONTINUA E ALTERNADA

Em corrente contínua produz um campo magnético, semelhante ao de um imã,


sendo utilizado na construção de dispositivos chamados eletroímãs.
Em corrente alternada o indutor oferece uma oposição à passagem da corrente
alternada. Essa oposição é denominada reatância indutiva, que depende da
frequência e da indutância do indutor.
MÉTODOS E TEOREMAS PARA ANÁLISE DE CIRCUITOS

TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO

Através do Teorema da Superposição, em vez de resolver o problema através


de um gigantesco sistema de equações, é possível resolvê-lo por meio de várias
equações simples.
O teorema da superposição diz que, se um circuito é linear, então as fontes de
tensão V1, V2, ..., Vn ocasionarão, respectivamente, uma tensão VR1, VR2, ..., VRn
no resistor R1 e a tensão total sobre o resistor será a soma destas tensões (ou seja,
Rn RR V VV + ++ ... 21 ). Para obter a tensão VR1, considera-se a fonte de tensão
V1 e anulam-se todas a demais fontes. Conseqüentemente, para obter a tensão
VR2, considera-se a fonte V2 e assim sucessivamente. No final somam-se todas as
tensões adquiridas e têm-se a tensão total sobre o resistor R1.

TEOREMA DE THEVENIN

O teorema de Thévenin afirma que, do ponto de vista de um qualquer par de


terminais, um circuito linear pode sempre ser substituído por uma fonte de tensão
com resistência interna.
O teorema de Thévenin afirma que, do ponto de vista de um qualquer par de
terminais, um circuito linear pode sempre ser substituído por uma fonte de tensão
com resistência interna. Quando o objetivo da análise de um circuito se resume a
identificar a corrente, a tensão ou a potência ajustante de um par de terminais, então
o teorema de Thévenin indica que todo o circuito pode ser reduzido a dois elementos
apenas, constituindo globalmente uma fonte de tensão com resistência interna. O
conjunto de componentes vTh e RTh é designado por equivalente de Thévenin do
circuito.
TEOREMA DE NORTON

O Teorema de Norton explica que qualquer circuito, por complexo que seja,
visto desde dois terminais concretos, é equivalente a um gerador ideal de corrente
em paralelo com uma resistência, tais que:
• A corrente do gerador é a que se mede no curto-circuito entre os terminais em
questão.
• A resistência é a que se "vê" PARA o circuito detes ditos terminais,
cortocircuitando os geradores de tensão e deixando em circuito aberto os de
corrente (coincide com a resistência equivalente Thévenin).
CONCLUSÃO

Concluímos, portanto, ao final das primeiras etapas desta ATPS, que os


métodos e mecanismos utilizados em circuitos elétricos são diversos, porém se
completando entre si. Grandes mentes como George Simon Ohm e Gustav Robert
Kirchhoff criaram suas teorias, facilitando assim a compreensão dos circuitos.
BIBLIOGRAFIA

SITE MUNDO EDUCAÇÃO, Lei de Ohm. Disponível em:


<http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/lei-ohm.htm>.

SITE EBAH, Fontes de Corrente. Disponível em:


<http://www.ebah.com.br/content/ABAAABRNMAD/fontes-corrente>.

SITE ELETRONPI, Fontes de Tensão. Disponível em:


<http://www.eletronpi.com.br/curso_eletronica_basica_008_fonte_tensao.aspx>.

SITE SÓ FISICA, Associação de Resistores. Disponível em:


<http://www.sofisica.com.br/conteudos/Eletromagnetismo/Eletrodinamica/associacao
deresistores.php>.

SITE MUNDO DA ELÉTRICA, Associação de Fontes de Tensão. Disponível


em: <http://www.mundodaeletrica.com.br/associacao-de-fontes-de-tensao/>.

Cabral, Leonardo. SITE NERDEELETRICO, Circuito Divisor de Tensão.


Disponível em: <http://nerdeletrico.blogspot.com.br/2011/04/circuito-divisor-de-
tensao.html>.

Martins, Lucas. SITE INFOESCOLA, Associação de Resistores. Disponível em:


<http://www.infoescola.com/fisica/associacao-de-resistores/>.

SITE DA UFRGS, Associação de Fontes. Disponível em:


<http://www.ufrgs.br/eng04030/Aulas/teoria/cap_04/assocfon.htm>.

SITE DA UFPR, Teoremas de Circuitos Elétricos. Disponível em:


<http://www.eletrica.ufpr.br/thelma/Capitulo6.pdf>.
SITE EBAH, Teorema de Thévenin. Disponível em:
<http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAVq0AE/teorema-thevenin>.

SITE DA UNICAMP, Elementos Armazenadores de Energia. Disponível em:


<http://www.decom.fee.unicamp.br/~baldini/EA513/Cap7.pdf>.

SITE EBAH, Capacitor. Disponível em:


<http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA7yQAB/capacitor>.

SITE DA FACENS, Capacitor E Indutor Em Corrente Contínua E Alternada


Disponível em: <http://www.li.facens.br/~machado/lxo/materiais/Exp6.pdf>.

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