Você está na página 1de 108

Página 1 de 110

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL


ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
SECRETARIA ADMINISTRATIVA

Unidade: RIO BRILHANTE – APMRB


AVENIDA LOURIVAL BARBOSA, 901
CENTRO – Cep: 79130000
RIO BRILHANTE-MS E-mail: secaodeaprendizagem@hotmail.com

MANUAL

DE

INSTRUÇÃO

TEÓRICA

Livro do Instrutor
1
2
Sumário

• Ordem Unida _________________________________ Pg. 4

• Rcont. Regulamento de Continência _____________ Pg.19

• Regimento Interno da APMRB __________________Pg. 44

• RD. Regulamento Disciplinar ___________________Pg. 53

• RUI. Regulamento de Uniformes Interno __________Pg. 67

• RP. Regulamento de Promoções ________________Pg. 81

• Hinos e Canções _____________________________Pg. 94

3
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

ORDEM UNIDA

4
I – PARTE
OBJETIVOS DA ORDEM UNIDA
- O QUE É ORDEM UNIDA
�A Ordem Unida é uma atividade à prática da Chefia e Liderança e a criação de
reflexos da disciplina.
�A ordem Unida é a forma mais elementar de iniciação do militar na prática do
comando.
�Pela Ordem Unida, a tropa evidencia claramente os índices de eficiência:
�MORAL – pela superação das dificuldades
�DISCIPLINA – pela presteza e atenção com que obedece aos comandos.
�ESPÍRITO DE CORPO – pela boa apresentação coletiva e uniformidade.
�PROFICIÊNCIA – manutenção da exatidão na execução.
- OBJETIVOS DA ORDEM UNIDA
�Proporcionar aos homens os meios de se apresentarem e se deslocarem em
perfeita ordem, harmonia.
�Desenvolver o sentimento de coesão e os reflexos da obediência
�Construir uma escola de disciplina
�Treinar graduados no comando da tropa
�Possibilitar que a tropa se apresente em deslocamento com aspecto enérgico
e marcial.
Tropa a Pé Firme
�Na passagem de outra tropa faz SENTIDO.
�Na passagem de Oficiais Intermediários e Subalternos, faz SENTIDO.
�Na passagem de Oficial Superior, faz SENTIDO.
- PARA RETIRAR-SE DO RECINTO
�Procede a continência individual à da apresentação
�Pede licença para retirar-se
�Faz MEIA-VOLTA, rompendo MARCHA com o pé esquerdo.
- CONTINÊNCIA DA TROPA – QUEM VENCE
�O Que é Tropa – Para efeito de continência, TROPA é a reunião de dois ou
mais militares devidamente comandados.
�Os símbolos e as autoridades
�Os Oficiais da Reserva, quando uniformizados.
�Os Oficiais, apenas na OM onde exerce a função e nas que lhe são
subordinadas (quando ocorrer, apenas comanda ATENÇÃO e somente o
comandante da tropa faz a continência individual)
�Entre o arraia da Bandeira Nacional e o toque da alvorada no dia seguinte a
tropa só presta a continência a:
�Bandeira Nacional
�Presidente da República

5
�Outra Tropa

6
�Palma da mão voltada para o rosto
�Dedos unidos e distendidos
�Braço sensivelmente na horizontal
�Formando um ângulo de 45 graus com a linha dos ombros
- APRESENTAÇÃO INDIVIDUAL

�À distância do aperto de mão


�Toma-se a posição de SENTIDO
�Faz a Continência Individual
�Pronuncia: Grau Hierárquico (Capitão M Albuquerque Nº. 2003 141
Comandante da Guarda Bandeira.
� Desfaz a continência individual
�Permanece na posição de SENTIDO até que se comanda DESCANSAR ou À
VONTADE.

7
- PARA ENTRAR NUM RECINTO

�Retira a cobertura com a mão direita


�Coloca debaixo do braço esquerdo
�O interior da cobertura voltada para o corpo
�Procede a apresentação individual
- O MILITAR MANIFESTA ESSE RESPEITO A SEUS SUBORDINADOS, PARES
E SUPERIORES PELA:
�Continência
�Dirigindo-se de modo disciplinado
�Observando a procedência hierárquica
- O QUE É CONTINÊNCIA
�É a saudação do militar, pode ser individual ou da tropa
�É impessoal, visa a AUTORIDADE e não a PESSOA
�Parte sempre do de menor precedência hierárquica, na mesma graduação, se
houver dúvida, deve ser simultaneamente.
�Todo militar deve obrigatoriamente retribuir a continência
�Em traje civil, responde com um movimento de cabeça
�O militar não se curva ao cumprimentar ou responder ao cumprimento
- ELEMENTOS DA CONTINÊNCIA
�ATITUDE – Postura marcial e comportamento respeitoso e adequado às
circunstâncias e ao ambiente
�GESTO – Conjunto de movimento do corpo, braço e mãos, com ou sem arma
�DURAÇÃO – o tempo ao qual ASSUME A atitude e executa o GESTO
- COMO FAZER A CONTINÊNCIA INDIVIDUAL
�Movimento enérgico
�Mão direita ao lado direito da cobertura
�Toca com a falange do indicador a borda da pala
�Mão no prolongamento do antebraço

8
9
- DIVISÃO DA VOZ DE COMANDO

10
�VOZ DE ADVERTÊNCIA – é um alerta
Ex: Atenção, Pelotão, Companhia, Curso
�COMANDO PROPRIAMENTE DITO – é o que indica o movimento
Ex: Direita, Meia-Volta, Ombro, Esquerda
�VOZ DE EXECUÇÃO – determina o movimento
Ex: Sentido!, Descansar!, Volver!, Armas!, Marche!
- SINAIS DE RESPEITO
�Quando se deslocam dois militares juntos, o de menor antiguidade dá a direita
ao mais antigo.
�Quando em grupo, o de maior antiguidade fica no centro, distribuindo segundo
as procedências alternando direita e esquerda.
�Para falar a um superior, o militar emprega o tratamento “SENHOR” ou
“SENHORA”.
�Para falar a um Oficial General, empregamos “VOSSA EXCELÊNCIA” mais o
Posto “SENHOR ALMIRANTE, GENERAL, BRIGADEIRO”.
�No mesmo Posto ou Graduação o tratamento é “VOCE”.
�No rancho ou alojamento das praças, ao entrar no recinto o Comandante,
Diretor, ou Chefe, o mais antigo da voz ATENÇÃO, param de conversar até que
seja dada a voz À VONTADE.
- TRATAMENTO DO MILITAR
�Todo militar deve trata com:
Respeito e consideração os seus superiores
Afeição e camaradagem seus pares
Bondade, dignidade e urbanidade seus subordinados.

�SEM COBERTURA
�Movimento enérgico
�Mão direita tocando com a falange do dedo médio o lado direito da fronte
�PARA DESFAZER A CONTINÊNCIA

�Abaixa a mão em movimento enérgico


�Voltando a posição de sentido
J) SENTADO (AO SOLO)

�senta no solo com as mãos em cima das pernas com punho cerrado.

11
II – PARTE

MOVIMENTO A PÉ FIRME

1) DESARMADO

A) SENTIDO

�PARA
 TOMAR A POSIÇÃO DE SENTIDO O HOMEM

�Unirá os calcanhares com energia e vivacidade.

�Trará as mãos para os lados do corpo batendo com energia ao colar as


coxas.

�O calcanhar esquerdo deve levantar o pé direito para não arrastar ao


solo.

�Afastará os braços cerca de 20 cm do corpo, antes de colar as mãos às


coxas.

�O homem fica imóvel.

�Com a frente voltada para o ponto indicado.

�Calcanhares unidos.

�Ponta dos pés voltada para fora.

�Formando um ângulo aproximadamente de 60 graus.

�Corpo levemente inclinado para a frente.

�Braços caídos e ligeiramente curvos.

�Cotovelos um pouco projetado para a frente e na mesma altura.

�Mãos espalmadas coladas na parte externa das coxas.

�Dedos unidos e distendidos.

�O dedo médio deverá coincidir com a costura lateral da calça.

12
B) DESCANSAR

�Deslocar o pé esquerdo, a uma distancia igual à altura dos seus ombros


para a esquerda.

�Elevar ligeiramente o corpo sobre a ponta do pé direito, para não


arrastar o pé esquerdo no solo.

�A mão esquerda baterá energicamente com a mão direita.

�A mão esquerda segura o braço direito pelo pulso.

�A mão direita fechada colocada as costas, pouco abaixo da cintura.

�Permanecendo em silêncio e imóvel.

C) À VONTADE

�Só pode ser dado após a tropa ficar na posição de DESCANSAR.

�O homem manterá em forma.

�Conservando o alinhamento e a cobertura.

�Pode mover o corpo e falar.

D) EM FORMA

�Comanda-se: PELOTÃO, BASE TAL HOMEM, FRENTE PARA TAL


PONTO, COLUNA(S) POR UM (DOIS ETC) OU LINHA EM UMA (DUAS
OU MAIS) FILEIRA(S), seguido de EM FORMA.

�Cada homem desloca-se rapidamente para o seu lugar.

�Com o braço esquerdo distendido para frente.

�Toma a distância regulamentar.

�Tomará a posição de DESCANSAR.

�Em seguida continuará marchando no mesmo lugar.

�Elevando os joelhos até que os pés fiquem à altura de 20 cm do solo.

�Mantendo a cadência do PASSO ORDINÁRIO.

�Os braços não oscila, punhos cerrados, costas das mãos voltadas para
frente.

�Curta duração.

13
EM FRENTE

�O comando deve ser dado quando o homem assentar o pé esquerdo no


solo.

�O homem dará um passo com o pé direito.

�Rompendo marcha em seguida com o pé esquerdo.

TRACAR PASSO

�O homem levará o pé que está atrás para a retaguarda do que acabar
de tocar o solo.

�Prosseguirá naturalmente a marcha.

�Este comando é para título de aprendizagem.

I) APRESENTAR ARMA

�Deverá ser dado quando os homens estiverem na posição de sentido.

�COM COBERTURA

�Movimento enérgico

�Mão direita ao lado da cobertura

�Tocando com a falange do indicador a borda da pala

�Mão no prolongamento do antebraço

�Palma da mão voltada para o rosto

�Dedos unidos e distendidos

�Braço sensivelmente na horizontal

�Formando ângulo de 45º com a linha dos ombros

�Olhar franco

�Naturalmente voltado para o superior

14
H) MARCHAS (DESLOCAMENTOS)

Nas marchas existe um número de passos executados por minuto, isso se


chama de CADÊNCIA, nas marchas em PASSO DE ORDINÁRIO E
ACELERADO.
Os deslocamentos poderão ser feitos nos passos:
ORDINÁRIO é o passo com aproximadamente 75 cm de extensão, o homem
conservará a atitude marcial e numa cadência de 116 passos por minuto.
SEM CADÊNCIA - é o passo executado na amplitude que convém ao homem,
de acordo com a sua conformação física e com o terreno. O homem é obrigado
a conservar a atitude correta, a distância e o alinhamento.
DE ESTRADA - é o passo sem cadência em que na há a obrigação de
conservar a mesma atitude do PASSO SEM CADÊNCIA.
ACELERADO - é o passo executado com a extensão de 75 a 80 cm, conforme
o terreno e numa cadência de 180 passos por minuto.

• O rompimento das MARCHAS é sempre feito no PÉ ESQUERDO.

• Partindo da posição de SENTIDO e ao comando de:

• ORDINÁRIO MARCHE!

• SEM CADÊNCIA MARCHE!

• PASSO DE ESTRADA MARCHE!

• ACELERADO MARCHE!

ALTO

• No ALTO o comando deve ser dado quando o homem assentar o pé


esquerdo no solo

• Ele dará mais dois passos (um com o pé direito e outro com o pé
esquerdo)

• Unindo o pé direito ao esquerdo com energia batendo forte nos


calcanhares

• Cessando o movimento dos braços, colando as mãos às coxas com


uma batida

MARCA PASSO

• O comando deve ser dado quando o homem assentar o pé esquerdo


no solo

• Ele dará mais dois passos (um com o pé direito e outro com o pé
esquerdo)

• Unindo o pé direito ao esquerdo com energia batendo forte nos


calcanhares, fazendo ALTO.

15

E) COBRIR

�A tropa está na posição de SENTIDO

�O homem estenderá o braço esquerdo para frente

�A palma da mão para baixo

�Dedos unidos

�Tocar levemente com a ponta do dedo médio a retaguarda do ombro (ou


mochila) do homem da frente

�Mão direita permanece colada a coxa

�Os homens da testa, com exceção da esquerda – permanecerá na


posição de SENTIDO – estenderá

F) PERFILAR

• ara este comando a tropa tem que está em linha

• O comando é o seguinte: BASE TAL HOMEM (FRAÇÃO) , PELA


DIREITA (ESQUERDA OU CENTRO), PERFILAR

• APÓS ANUNCIAR “BASE TAL HOMEM”

• PELA DIREITA (ESQUERDA OU CENTRO) A TROPA TOMA A


POSIÇÃO DE SENTIDO

• ENTÃO COMANDA PERFILAR

• Os homens da testa e da coluna do HOMEM-BASE procederão


como no movimento de COBRIR

• O restante da tropa voltará o rosto com energia para a coluna do


HOMEM-BASE

• Tomarão os intervalos e distâncias sem erguer o braço esquerdo

G) SEM INTERVALO COBRIR


Os homens da testa colocarão a mão esquerda fechada na cintura

�Punho
 no prolongamento do antebraço

�Costas das mãos para frente

�Cotovelo para a esquerda tocando levemente o braço direito do


companheiro a sua esquerda

16
�O restante da tropa procederá como no comando de COBRIR

H) SEM INTERVALO PERFILAR

• Para este comando a tropa tem que está em linha

• O comando é o seguinte: BASE TAL HOMEM (FRAÇÃO), SEM


INTERVALO, PELA DIREITA (ESQUERDA OU CENTRO),
PERFILAR.

• A tropa fará idêntico ao PERFILAR e SEM INTERVALO

FORA DE FORMA

• Comando: FORA DE FORMA! MARCHE!

• Romperão marcha com o pé esquerdo

• Sairão de forma com rapidez

J) OLHAR A DIREITA / ESQUERDA

�Após o comando de APRESENTAR-ARMA

�Gira a cabeça para o lado indicado (DIREITA ou ESQUERDA)

�Olha francamente para a autoridade

�A medida que desloca, acompanha com a vista

�Voltando naturalmente a cabeça até que seja atingido o último homem


da (esquerda/direita)

�Após o comando OLHAR, FRENTE!

�Volta a cabeça para frente, energicamente.

K) VOLTAS A PÉ FIRME
DIREITA VOLVER

�À voz de execução “VOLVER”, o homem voltar-se-á para o lado


indicado.

�Um quarto de círculo

�Sobre o calcanhar do pé DIREITO e a planta do pé ESQUERDO

�Terminada a volta assentará a planta do pé DIREITO no solo

�Unirá depois o pé ESQUERDO ao DIREITO

17
�Batendo energicamente os calcanhares

ESQUERDA VOLVER E MEIA VOLTA VOLVER

�À voz de execução “VOLVER”, o homem voltar-se-á para o lado


indicado

�Um quarto de círculo

�Sobre o calcanhar do pé ESQUERDO e a planta do pé DIREITO

�Terminada a volta assentará a planta do pé ESQUERDO no solo

�Unirá depois o pé DIREITO ao ESQUERDO

�Batendo energicamente os calcanhares

OITAVO A DIREITA VOLVER

�Será executada do mesmo modo que DIREITA VOLVER

�Mas a volta é de apenas 45 graus

OITAVO A ESQUEDA VOLVER

�Será executada do mesmo modo que ESQUERDA VOLVER

�Mas a volta é de apenas 45 graus

18
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

REGULAMENTO DE CONTINÊNCIAS

CAPÍTULO I
19
DA FINALIDADE

Art. 1º - As presentes Instruções destinam-se a regular, no âmbito do Exército


Brasileiro, a aplicação do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e
Cerimonial Militar das Forças Armadas (R-2), aprovado pelo Decreto nº 2.243, de 3 de
junho de 1997.

CAPÍTULO II
DAS GENERALIDADES

Art. 2º - O Cerimonial militar tem por objetivo desenvolver o sentimento de


disciplina, a coesão e o espírito de corpo, pela execução em conjunto de movimentos
que exigem energia, precisão e marcialidade.

Art. 3º - As dimensões continentais do território brasileiro e as diferenças


regionais tornam necessárias a intensificação das medidas visando a uniformizar o
cerimonial militar da Força Terrestre.

Art. 4º - Para fins de continências e honras, visando à uniformidade de


entendimento, são as seguintes as definições das expressões e termos constantes do R-2:

I – “superior”, “mais antigo” ou “de maior antiguidade” – designação comum


aplicada ao militar de maior precedência hierárquica, de acordo com ordem de
precedência prescrita pelo Estatuto dos Militares;

II – “Pares” – militares cujos postos ou graduações estão situados no mesmo


grau hierárquico;

III – “Subordinado”, “mais moderno” ou “de menor antiguidade” – designação


comum aplicada ao militar de menor precedência hierárquica, de acordo com a ordem
de precedência prescrita pelo Estatuto dos Militares;

IV – “autoridade” – pessoa civil ou militar, exercendo quaisquer dos cargos


citados no artigo 15 do R-2, ou seu representante oficial;

V – “Comandante de Organização Militar (OM)” – designação genérica aplicada


a oficial que exerce o cargo de comandante, diretor ou chefe de OM; e

VI – “Comando de OM” – designação genérica aplicada a comando, chefia ou


direção de OM.

CAPÍTULO III
DA CONTINÊNCIA INDIVIDUAL
20
Art. 5º - O militar poderá permanecer sem cobertura em recintos cobertos e
descobrir-se-á nas demais situações previstas nos artigos 35 e 36 do R-2.

Parágrafo Único – No interior das OM, ficará a critério do respectivo


comandante a definição das áreas em que o militar deverá transitar com ou sem
cobertura.

Art. 6º - O militar embarcado em qualquer veículo não retirará a cobertura e


procederá como prescrevem os artigos 30 e31 do R-2.

Parágrafo Único – Durante viagens em longos percursos, seja em meios de


transporte militares ou em civis, o militar poderá retirar a cobertura mediante
autorização do mais antigo presente.

Art. 7º - Os oficiais não param para executar a continência para os oficiais-


generais.

Parágrafo Único – Os aspirantes-a-oficial são equiparados aos oficiais


subalternos para efeito de continência individual.

CAPÍTULO IV

DA APRESENTAÇÃO DOS OFICIAIS DA ORGANIZAÇÃO


MILITAR

Art. 8º - Para a apresentação solene à autoridade visitante, estando os oficiais do


OM formados num dispositivo em “U”, o comandante da OM dará início ao evento,
chamando nominalmente o subcomandante, e os demais oficiais seguir-se-ão, em ordem
hierárquica, independente de chamada.

§ 1º - Os oficiais tomarão, individualmente, a posição de “sentido” em seu


próprio local, darão um passo à frente, como o pé esquerdo e, encarando energicamente
a autoridade, apresentar-se-ão, sem fazer a continência individual, declarando em voz
alta seu posto, nome de guerra e função principal.

§ 2ª Feita à apresentação, cada oficial retornará ao lugar de origem,


independentemente de qualquer ordem, dando um passo à retaguarda, com o pé
esquerdo, e retomando a posição de “descansar”.

Art. 9º - Para a apresentação ao Presidente da República, ao Vice-Presidente, ao


Presidente do Senado Federal, ao Presidente da Câmara dos Deputados, ao Presidente
do supremo Tribunal Federal e aos Ministros de Estado, os oficiais formarão por frações
constituídas, à retaguarda dos respectivos comandantes, os únicos que apresentar-se-ão
à autoridade.

Parágrafo Único – O disposto no caput deste artigo poderá ser aplicado também
nas OM que possuírem um grande efetivo de oficiais, a critério da autoridade visitante.

21
CAPÍTULO V

DA CONTINÊNCIA DA TROPA

Art. 10 – Para os símbolos e as autoridade enumeradas no art. 43 do R-2, a


continência da tropa será a prescrita nas seções II, III e IV do capítulo V do título II do
R-2.

§ 1º - A apresentação a oficial-general será realizada sempre na posição de


“apresentar-arma”, mesmo que a tropa esteja formada sem a cobertura.

§ 2º - Para a continência da tropa a pé firme a ser prestada a uma praça, o


comandante da tropa, obedecida a procedência hierárquica, comandará “sentido” e
prestará a continência individual.

Art. 11 – No caso da continência ser prestada à Bandeira de outro país ou a uma


autoridade estrangeira, a banda de música, se houver, tocará o Hino do respectivo país,
seguido do Hino Nacional Brasileiro.

Art. 12 – Quando uma tropa armada estiver prestando a continência


regulamentar, na posição de “apresentar-arma”, o comando para desfazer a continência
deverá ser o de “ombro-arma”.

Art. 13 – Para os desfile de tropa motorizada, mecanizada e blindada, deverá ser


obedecido o previsto no Manual de Ordem Unida (C 22-5) e no Manual de Inspeções,
Revistas e Desfiles (C22-6).

Art. 14 – Para os desfiles de tropa a pé, a cadência será de 116 pessoa por
minuto e deverá ser obedecido o previsto no C 22-5 e no C 22-6.

Parágrafo Único – A demarcação de um local para o desfile de uma tropa


obedecerá à figura 1 do anexo a estas IG.

Art. 15 – A continência da tropa nos desfile obedecerá às prescrições da seção


IV do Capítulo V do Título II do R-2, além do previsto no C 22-5 e no C 22-6.

Art. 16 – Nos desfiles, após a continência da tropa, estando ou não a Bandeira


Nacional incorporada, o seu Comandante e o estado-maior seguirão destino com a
mesma, sem aguardar o seu escoamento.

Parágrafo Único – O disposto no caput deste artigo não se aplicará aos desfiles
em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, com a presença do Presidente da
República, quando, após o escoamento da tropa, deverá haver a apresentação do
comandante da tropa por término do desfile.

CAPÍTULO VI

DA CONTINÊNCIA DA GUARDA

22
Art. 17 – A guarda formada prestará continência aos símbolos, às autoridades e à
tropa formada, mencionadas no artigo 70 do R-2.

§ 1º - A guarda não formará no período compreendido entre o arriar da Bandeira


Nacional e o toque de alvorada do dia seguinte, exceto para prestar continência à
Bandeira Nacional, ao Hino Nacional, ao Presidente da República, às bandeiras e hinos
de outras nações e à tropa formada, quando comandada por oficial.

§ 2º Estando presente em uma OM o seu comandante, a guarda só formará para


prestar continência a oficial de posto superior ao dessa autoridade.

Art. 18 – A continência da guarda para autoridade inspecionadora ou visitante


será executada conforme o previsto no C 22-6.

Art. 19 – Quando da saída de autoridade superior ao comandante da OM, este


deverá posicionar-se dentro do quartel, à esquerda e um passo à retaguarda do local
onde a autoridade receberá a continência da guarda, acompanhando-a por ocasião da
revista.

Parágrafo Único – Procedimento análogo será seguido quando a autoridade


superior chegar a uma OM, já acompanhada do seu comandante, cabendo ao oficial-de-
dia recepciona-la no interior do aquartelamento, permanecendo o comandante da OM
junto da autoridade.

CAPÍTULO VII
DOS TOQUES DE CORNETA OU CLARIM

Art. 20 – Os toques de corneta ou clarim, em uso no Exército, são os constantes


do manual de Toques do Exército (C 20-5).

§ 1º - Os toques de corneta ou clarim, podem ser compostos por duas ou mais


partituras, conforme o previsto no C 20-5, para anunciar a presença de símbolos e de
autoridades ou para continências, cerimônias e outras atividades militares.

§ 2º - Nas OM de cavalaria, todos os toques deverão ser executados por clarim,


conforme o previsto no C 20-5.

§ 3º - Nas unidades de artilharia de campanha, o uso de clarim será facultativo,


como preito à tradição da arma.

Art. 21 – Quando a autoridade retirar-se do local da solenidade ou formatura,


após o desfile da tropa, e for permanecer na OM, não será executado o toque para
indicar que deixará o palanque, devendo as honras ser prestadas por ocasião de sua
saída do quartel.

Art. 22 – Após o toque indicativo do posto e função da autoridade, a banda de


música ou a de corneteiros ou clarins executará a marcha prevista no C 20-5.

CAPÍTULO VIII

23
DOS HINOS, CANÇÕES E DOBRADOS

Art. 23 – As marchas e dobrados para bandas de corneteiros ou de clarins, para


fanfarras e para bandas de música, utilizados no Exército, são os constantes do Manual
de Toques do Exército (C-20-5).

§ 1º - Outras marchas e dobrados poderão ser executados, em cerimônias


militares, pelas bandas de música, desde que sejam músicas marciais e não resultem de
arranjos ou de adaptações de canções populares.

§ 2º - Nas formaturas solenes, deverá ser dada a prioridade à execução de música


e dobrado nacionais, com o objetivo de valorizar e estimular nossa cultura.

§ 3º - Nas solenidades com a presença de público, externo, deverá ser cantado,


preferencialmente, o Hino Nacional, para permitir uma maior participação da
assistência.

Art. 24 – No canto do Hino Nacional pela tropa ou público, acompanhado de


execução instrumental, as bandas e fanfarras deverão obedecer o andamento
metronômico de uma semínima igual a 120, conforme determina o artigo 24, inciso I, da
Lei Nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, que dispõe sobre a forma e apresentação dos
símbolos nacionais.

CAPÍTULO IX

DAS BANDEIRAS-INSÍGNIAS, HISTÓRICAS E


ESTANDARTES

Art. 25 – As insígnias de comando passam a ter a denominação de “bandeiras-


insígnias”, de acordo com o capítulo VII do título II do R-2.

Art. 26 – A miniatura da bandeira-insígnia no pára-lama dianteiro direito de


viatura oficial, mencionada no artigo 98 do R-2, será usada em cerimônias oficiais,
quando determinado, ficando a sua utilização, nos demais casos, a critério da autoridade
que tiver direito a usa-la.

Art. 27 – com o intuito de cultura as nossas tradições, as bandeiras históricas do


Brasil poderão ser conduzidas nos desfiles, participar de solenidades a ser apresentadas
em panóplias nos salões de honra ou no gabinete do comandante da OPM.
Parágrafo único. As bandeiras históricas não serão hasteadas.

Art. 28. O uso do Estandarte do Exército está regulado pelas Normas para o
Emprego do Estandarte e do Brasão de Armas do Exército.

Art. 29. As citações ao estandarte, mencionadas no § 2º do artigo 92 e nos


artigos 170 e 171 do R-2, referem-se aos estandartes históricos, concedidos às OM pelo
Comandante do Exército, de acordo com as Instruções Gerais para a Concessão de
Denominações Históricas, Estandartes Históricos e Distintivos Históricos às
Organizações Militares do Exército (IG 11-01).

Art. 30. O uso dos estandartes desportivos das OM e da bandeira da Comissão


de Desportos do Exército (CDE) ficarão restritos ao cerimonial desportivo previsto nas
Instruções Gerais para os Desportos no Exército (IG 10 –39).
24
CAPÍTULO X
DAS HONRAS MILITARES

Art. 31. Ao chegar ao local em que será prestada a continência da guarda de


honra, a autoridade homenageada será recebida pelo comandante da OM visitada .

Parágrafo único. O comandante da OM visitada deslocar-se-á pela retaguarda do


dispositivo e, terminada a revista, conduzirá o homenageado para o local de onde será o
desfile.

Art. 32. Durante a continência, a autoridade homenageada e os demais militares


não pertencentes à guarda de honra permanecerão na posição de sentido e prestarão a
continência individual, até o fim do exórdio, quando deverão desfaze-la, mesmo que
haja salva de gala.

§ 1º A guarda de honra continuará prestando a continência até o final da salva,


se houver, após o que o seu comandante apresentar-se-á à autoridade homenageada,
rompendo, para isto, a marcha ao último tiro da salva.
§ 2º O início da salva, se houver, deverá coincidir com o início do exórdio.

Art. 33. Durante a revista, em princípio, somente a autoridade homenageada e o


comandante da guarda de honra passarão à frente da tropa.

§ 1º A banda de música tocará a Marcha da Guarda Presidencial ( Marcha dos


Cônsules), na cadência de 100 passos minuto.

§ 2º O comandante da guarda de honra deverá acompanhar, durante o


deslocamento, a passada da autoridade homenageada, mesmo que esta esteja fora da
cadência da banda.

§ 3º Os acompanhantes da autoridade homenageada e demais integrantes da


comitiva deverão ser conduzidos antecipadamente para o local onde será assistido o
desfile ou deslocar-se pela retaguarda do dispositivo.

§ 4º - Quando a autoridade homenageada chegar ao local em que será prestada a


continência da guarda de honra já acompanhada de autoridades pertencentes à cadeia
de comando que enquadra a OM visitada e houver dificuldade ou inconveniência para
deslocar-se pela retaguarda do disposto ou por outro itinerário, a de maior precedência
hierárquica dentre elas poderá, excepcionalmente, participar do evento, posicionando-
se à retaguarda do homenageado e no mesmo alinhamento do comandante da guarda de
honra.Art. 34 – A salva de gala para o Comandante do Exército será dezenove tiros.

CAPÍTULO XI

DAS SOLENIDADES EM GERAL

Art. 35 – Nas cerimônias cívico-militares caberá:

I – à maior autoridade presente, definida pelo artigo 43 do R-2, receber:

25
a) As honras militares correspondentes, por ocasião de sua chegada e de sua
saída; e
b) A continência da tropa durante o desfile;

II – à maior autoridade militar da ativa:


a) Receber as apresentação da tropa; e
b) Presidir a cerimônia realizada no interior de OM ou por esta organizada.

§ 1º - O Comandante do Exército presidirá todas as cerimônias militares no


âmbito da Força a que comparecer, exceto quando presente o Presidente da República.

§ 2º - Nas cerimônias organizadas por autoridades civis, a estas caberá


estabelecer quem presidirá o evento.

Art. 36 – Quando a autoridade que presidir a cerimônia não for a mais alta
autoridade presente, dentre as mencionadas no artigo 43 do R-2, deverá pedir-lhe
permissão para inicia-la.

Art. 37 – Em deferência às personalidades presentes, a maior autoridade militar


da ativa poderá, por iniciativa própria e se julgar conveniente, solicitar autorização à
maior personalidade civil ou militar da reserva ou reformado para dar início e encerrar
os eventos programados.

Art. 38 – Deverão ser evitadas a execução repetida de movimentos, evoluções e


citações desnecessárias, bem como alocuções extensas, para não tornar a cerimônia
excessivamente longa, monótona e cansativa, particularmente quando houver a presença
de convidados civis.

Art. 39 – Deverão também ser evitados não só o excesso de citações de


autoridade, por ocasião da chegada ao palanque principal, mas também a repetição
sistemática dos termos “excelentíssimo senhor”.

Parágrafo Único – Se a citação de outras autoridades for imperiosa, deverá


ocorrer antes do início da formatura, como por exemplo:

I – “a presente cerimônia destina-se a comemorar o Dia da Artilharia. Encontra-


se presentes as seguintes autoridades...”; e
II – “chega ao local da cerimônia o Excelentíssimo Senhor General-de-
Divisão ..........., comandante da 8ª Divisão de Exército, acompanhado do ...”.

Art. 40 – Os eventos da solenidade poderão ser anunciados e realçados, de modo


a orientar os convidados, contudo seus tópicos não deverão ser mencionados; por
exemplo: o locutor, ao invés de dizer: “canto da Canção do Exército” e em seguida
repetir “a tropa cantará a Canção do Exército de autoria de Alberto Augusto Martins e
Teófilo de Magalhães”, dirá apenas: “a tropa cantará a Canção do Exército, de
Magalhães”, dirá apenas: “a tropa cantará a Canção do Exército, de autoria de Alberto
Augusto Martins e Teófilo de Magalhães”.

Art. 41 – Nas solenidades, formaturas e eventos similares, deverão ser


enunciados os numerais ordinais correspondentes às OM citadas nos roteiros das
respectivas cerimônias, como por exemplo: “Septuagésimo Oitavo Batalhão de
Infantaria Motorizado”.

26
Art. 42 – Na apresentação à autoridade, a altura da voz deverá ser compatível
com o local da cerimônia e com a distância em que se encontra a autoridade, evitando-
se exageros.

Art. 43 – Não deverão ser usada expressões desnecessárias, como por exemplo:
“devidamente autorizado pelo Comandante da 8ª Divisão de Exército”, uma vez que não
seria autorizado indevidamente.

Art. 44 – Mesmo com o intuito de alertar a tropa e prevenir eventuais erros na


execução dos movimentos, não deverão ser anunciados pelo locutor da cerimônia os
toques a serem dados.

Art. 45 – Serão adotados, unicamente, os comandos previstos nos regulamentos


e manuais.

CAPÍTULO XII

DA BANDEIRA NACIONAL

Art. 46 – A Bandeira Nacional será hasteada diariamente, normalmente às 08:00


horas, no mastro principal da OM, com formatura que conte com o maior número
possível de militares de serviço e terá a seguinte seqüência:

I – toques de sentido “sentido”, “ombro-arma” e “bandeira-avança”, dados ao


comando do oficial-de-dia;

II – recepção da Bandeira Nacional, que será conduzida, dobrada e sobre ambos


os braços à frente do corpo, pelo sargento adjunto ladeado por outros dois militares,
respeitosamente, em passo ordinário, até o mastro principal;
III – fixação da Bandeira Nacional nas adriças;
IV – execução do toque de “em continência à Bandeira, apresentar-arma” dado
ao comando do oficial-de-dia;
V – hasteamento da Bandeira Nacional pelo sargento adjunto, aos acordes da
Marcha Batida ou, houver banda de música, do Hino Nacional;
VI – execução da continência individual, ao início dos acordes, pelos militares
que estiverem Dora de forma, independentemente de com ando;
VII - acompanhamento do hasteamento , com o olhar fixo no símbolo da Pátria,
por todos os militares presentes;
VIII - desfazimento da continência individual, ao término do hasteamento, pelos
militares que estiverem fora de forma, independentemente de comando;
IX – execução do toque de “ombro-arma”, dado ao comando do oficial-de-dia,
após o término do hasteamento; e
X – liberação dos participantes, que seguirão destino, em passo ordinário,
mediante ordem do oficial- de-dia.

§ 1º Nos corpos de tropa, pelo menos uma vez por semana, a cerimônia do
hasteamento diário da Bandeira Nacional deverá coincidir com a formatura geral da
OM.

§ 2º Quando for hasteada em solenidade, a Bandeira Nacional poderá ser


previamente afixada nas adriças, quando da tomada do dispositivo, antecedendo ao
início da solenidade.

27
Art. 47. Para a arriação da Bandeira Nacional, normalmente às 18:00 horas,
idêntica cerimônia deverá ser observada, sendo admissível o comportamento de apenas
uma parte do pessoal de serviço.

Parágrafo único. Terminada a arriação, a Bandeira Nacional será retirada das


Adriças, dobrada e transportada sobre ambos os braços à frente do corpo, pelo sargento
adjunto ladeado por outros dois militares, respeitosamente, em passo ordinário, até o
local em que será guardada.

Art. 48. A cerimônia para o culto à Bandeira Nacional, realizada no dia 19 de


novembro, constará dos atos prescritos pela seção II do capítulo III do título IV do R-2,
obedecidos os dispositivos constantes das figuras 2 e 3 do anexo a estas IG, com as
adaptações necessárias devido ao local ou inexistência de banda de música, e ocorrerá
de acordo com a seguinte seqüência:

I - hasteamento da Bandeira Nacional pela comandante da OM;


II – incineração da Bandeira Nacional e o canto do Hino à Bandeira:

a) tomada do dispositivo pela tropa, conforme a figura 3 do anexo a estas IG;


b) incineração das Bandeiras, se for o caso;
c) canto do hino à Bandeira, conduzido pelo regente da banda de música,
com toda a tropa na posição de sentido e armas descansadas, realizado ao final da
incineração; e
d) tomada do dispositivo para o desfile em continência à Bandeira Nacional: e

III – desfile em continência à Bandeira Nacional.

Parágrafo Único – A Bandeira Nacional será hasteada às 12:00 horas, de acordo


com o que prescreve o § 2º do artigo 150 do R-2.

Art. 49. Nos atos solenes de incorporação e desincorporação, a aproximação e a


retirada da Bandeira Nacional do local em que deva receber a continência da tropa
serão executadas, com o acompanhamento do refrão previsto, no dispositivo constante
da figura 4 do anexo e estas IG, conforme as normas da seção IV do capítulo III do
título IV do R-2 e as prescrições seguintes, com as adaptações necessárias:

I – por ocasião da aproximação:


a) a Bandeira Nacional deverá ser retirada do relicário pelo porta-bandeira e
conduzida até uma posição de espera, à frente e à direita da tropa, onde se
encontra a sua guarda, entrando em forma no local previsto;
b) durante a execução da Alvorada de Lo Schiavo, a guarda-bandeira
permanecerá imóvel, em ombro-arma, ainda na posição de espera:
c) ao iniciar a Canção do Expedicionário, a guarda- bandeira marcará passo:
d) após uma ligeira interrupção na execução da Canção do Expedicionário,
seguida de um solo de pratos, haverá uma forte batid de bumbo, sinal
convencional para a guarda-bandeira seguir em frente, na cadência oficial
de 100 passos por minuto;
e) a banda continuará executando a Canção do Expedicionário e, nos dois
últimos compassos, haverá uma ponte modulante que conduzirá ao Hino à
Bandeira, onde terá início a Coda do refrão; e
f) ao atingir a posição em que deverá ser prestada a continência à Bandeira
Nacional, sua guarda deverá fazer conversão à esquerda, marcar passo, fazer
alto ao término do refrão, permanecendo na posição de ombro- arma;

28
II – por ocasião da retirada:
a) terminada a continência à Bandeira Nacional, sua guarda permanecerá em
ombro-arma, à frente da tropa, durante a execução da Alvorada de Lo
Schiavo;
b) ao iniciar a Canção do Expedicionário, a guarda-bandeira marcará passo e
fará conversão à esquerda;
c) após uma ligeira interrupção na execução da Canção do Expedicionário,
seguida de um solo de pratos, haverá uma forte batida de bumbo, sinal
convencional para a guarda—bandeira seguir em frente, na cadência oficial
de 100 passos por minuto;

d) a banda continua executando a Canção do Expedicionário e, nos dois


últimos compassos, haverá uma ponte modulante que conduzirá ao Hino à
Bandeira, onde terá início a Coda do refrão;
e) ao atingir a posição em que a Bandeira Nacional deverá deixar a sua guarda,
esta marcará passo e fará alto ao término do refrão, permanecendo na
posição de ombro-arma; e
f) o porta- bandeira sairá de forma e conduzirá a Bandeira Nacional de volta ao
seu relicário.

Parágrafo único. Nas OM que não dispuserem de banda de música, a


execução musical para os atos de incorporação e de retirada poderá ser feita com
sonorização gravada.

Art. 50. Por ocasião da continência, a pé firme ou em marcha, ao desfraldar a


Bandeira Nacional, o porta-bandeira empunhará apenas o respectivo mastro, deixando
o pano complementar solto; nas demais situações, deverá manter o pano preso ao
mastro, com a mão direita, conforme o previsto no C 22-6.

CAPÍTULO XIII
DAS DATAS FESTIVAS E COMEMORATIVAS

Art. 51. De acordo com o parágrafo único do artigo 164 do R-2, passam a
ser consideradas datas comemorativas, nas quais deverá haver formatura geral da OM. o
dia da incorporação dos conscritos e os dias das armas, quadros e serviços.

Art. 52. As solenidades, nas datas festivas e comemorativas,


serão:

29
I – de caráter interno, realizadas no âmbito de cada OM, sob a
responsabilidade de seu comandante, de acordo com diretrizes do escalão
imediatamente superior:

II - de caráter externo, realizadas no âmbito da guarnição, sob a


responsabilidade de seu comandante, congregando as OM locais, de acordo com
diretrizes do escalão imediatamente superior; e

III – de caráter nacional, realizadas nos dias das armas, quadros e


serviços. Nas seguintes datas e locais, a cargo do respectivo comando militar de
área:
a) 13 de fevereiro – Assistência Religiosa: Brasília – DF;
b) 10 de abril – Engenharia: Manaus- AM;
c) 12 de abril – Intendência: Triagem – Rio de Janeiro- RJ;
d) 5 de maio - Comunicações: Brasília – DF;
e) 10 de maio – Cavalaria: Parque Osório – Porto Alegre – RS;
f) 24 de maio - Infantaria: Vila Militar – Rio de Janeiro – RJ;
g) 27 de maio – Saúde: Rio de Janeiro – Rj;
h) 10 de junho – Artilharia: Santa Maria – RS;
i) 3 de agosto – Engenheiros Militares: Rio de Janeiro – RJ;
j) 2 de outubro – Complementar de Oficiais: Salvador – BA
l) 30 de outubro – material Bélico: Barueri – SP; e
m) 24 de novembro – Auxiliar de Oficiais: Campo Grande-MS.

Art. 53 – As comemorações deverão ter caráter cívico-militar, visando à


integração de todo o pessoal do Exército, e poderão compreender:

I – apoio a solicitações externas;

II – atos sociais de confraternização;

III – Canto do Hino Nacional, do Hino à Bandeira, do Hino da


Independência, do Hino da Proclamação da República, do Hino a Caxias, da Canção do
Exército, da canção da arma, quadro ou serviço, ou da canção da OM;

IV – competições desportivas;

V – Compromisso de recruta ou do primeiro posto;

VI – concursos;

VII – demonstrações;

VIII – desfile militar na guarnição;

IX – divulgação alusiva às datas;

X – entrega de condecorações e diplomas;

XI – exposições;

XII – formatura da tropa;

XIII – hasteamento da Bandeira Nacional;

30
XIV – leitura da ordem do dia ou boletim alusivo à data;

XV – ofícios religiosos;

XVI – palestras;

XVII – participação de ex-combatentes, de autoridades locais, estudantes


e convidados;
XVIII – recepção aos conscritos e familiares;

XIX – solenidades cívico-militares; e

XX – visitas às instalações da OM.

Art. 54 – Em todas as ocasiões deverá ser incentivado o comparecimento


do pessoal da reserva, militares das demais Forças, autoridades locais e reservas da OM.

Art. 55 - Os boletins alusivos aos dias das armas, quadros e serviços


serão da responsabilidade dos comandos militares de área, no território sob sua
responsabilidade.

Art. 56 – O dia das armas, quadros ou serviços que não tiverem OM


sediadas na guarnição será comemorado em formatura interna em homenagem aos seus
integrantes.

Art. 57 – A comemoração do Patrono do Magistério será realizada no dia


8 de fevereiro, somente no âmbito interno dos estabelecimentos de ensino, que possuam
integrantes do Magistério.

CAPÍTULO XIV
DOS COMPROMISSOS

Art. 58 – A solenidade de compromisso dos recursos será realizada logo


após o término da instrução individual, obedecendo às prescrições da seção I do
capítulo IV do título IV do R-2, e observando o dispositivo constante da figura 5 do
anexo a estas IG, com as adaptações necessárias devido ao local e circunstâncias.

Art. 59 – Na cerimônia do compromisso dos recrutas, em princípio, o


contingente dos recrutas formará desarmado e a tropa formará armada.

Art. 60 – No desfile dos recrutas em continência à Bandeira Nacional, os


compromitentes executarão a continência individual a três passos da Bandeira Nacional,
fitando-a com vivo movimento de cabeça e desfazendo a continência depois de
ultrapassa-la um passo.

Art. 61 – Após o evento mencionado no artigo anterior, os grupamentos


de compromitentes participarão do desfile, integrados à respectiva OM.

Art. 62 – Todo Oficial recém-nomeado ou recém-promovido ao primeiro


posto será obrigado a prestar o compromisso de oficial, em cerimônia revestida de
especial gala, que comportará, além do constante da seção III do capítulo IV do título
IV do R-2, os seguintes atos:

31
I – formatura geral da OM;
II – canto do Hino Nacional;
III – leitura de tópico do boletim alusivo ao ato; e
IV – desfile da tropa em continência à maior autoridade.

CAPÍTULO XV
DA PASSAGEM DE COMANDO

Art. 63 – Nas passagens de Comando de OM, o evento de transmissão do


cargo será conduzido pela autoridade imediatamente superior na cadeia de comando,
que fixará a data e hora da mesma, determinando a publicação em boletim dos atos de e
execução e nomeação de comandante, da data, hora e local da solenidade e de
comparecimento dos comandantes das OM subordinadas.

Parágrafo Único – Para maior destaque da solenidade e oportunidade de


congraçamento, o comandante substituído convidará as pessoas de suas relações e as
indicadas por seu substituto, além de personalidades da sociedade local.

Art. 64 – A passagem de comando será realizada em local amplo, no


interior de OM ou em logradouro próximo, podendo, ainda, ser realizada no salão de
honra ou no gabinete do comandante.

Art. 65 – Para a passagem de comando de Oficial-general formará, em


princípio, um grupamento de tropa a pé, comandado por oficial superior, com a seguinte
constituição:

I – banda de música ou fanfarra;


II – comando da tropa, constituído pelo comandante, corneteiro; porta-
símbolo e estado-maor;
III – Bandeira Nacional com sua guarda;
IV – uma subunidade de guarda de honra, formada a três pelotões: e
V – representação de cada OM subordinada, com o respectivo símbolo e
efetivo mínimo de pelotão.

Parágrafo Único – A OM sediada em outra guarnição, a critério do


comandante substituído, poderá ser representada por um pelotão de OM sediada na
guarnição do comando, conduzindo o símbolo daquela OM.

Art. 66 – A Bandeira Nacional será incorporada à tropa dez minutos


antes da hora prevista para o início da solenidade, e deslocar-se-á para o seu local no
dispositivo da passagem de comando, conforme as figuras 6 e 7 do anexo a estas IG.

Art. 67 – A tropa deverá formar, em princípio, com todos os seus meios


materiais, para proporcionar o máximo de brilhantismo às referidas solenidades,
podendo, a critério do comandante substituído, formar, tão somente, a pé ou a cavalo.

Art. 68 – Quando estiver impossibilitada de conduzir o evento de


transmissão do cargo, a autoridade prevista no artigo 63 destas IG deverá solicitar ao
comando superior a indicação de uma autoridade militar da ativa para faze-lo.

Art. 69 – A maior autoridade e as da cadeia de comando deverão ser


recebidas por aquela que irá conduzir o evento de transmissão do cargo e pelos
comandantes substituído e substituo.

32
Parágrafo Único – A autoridade que conduzirá o evento de transmissão
do cargo e as demais autoridades serão recebidas pelos comandantes substituído e
substituto.

Art. 70 – A solenidade constará dos seguintes eventos:

I – recepção à mais alta autoridade e apresentação da tropa;


II – canto do Hino Nacional ou da Canção do Exército;
III – exoneração do comandante substituído;
IV – nomeação do comandante substituto;
V – transmissão do cargo;
VI – apresentação dos comandantes substituído e substituto à autoridade
que conduz o evento de transmissão do cargo;
VII – discurso de posse do comandante substituto, no caso de generais-
de-exército ou demais comandantes militares de área, se assim o desejar;
VIII – revista da tropa, nas passagens de comando de unidade e
subunidade isolada;
IX – desfile da tropa em continência ao comandante substituto; e
X – saída da autoridade do local da solenidade, caso a mesma for se
retirar do aquartelamento.

Parágrafo Único – O canto será facultativo na passagem de comando


realizada no salão de honra ou no gabinete do comandante da OM.

Art. 71 – O evento de exoneração do documento substituído constará de;

I – leitura do ato oficial de exoneração;


II – discurso ou leitura das palavras de despedida do comandante
substituído; e
III – leitura da referência elogiosa consignada ao comandante substituído;
Parágrafo Único – Na leitura do ato oficial de exoneração deverá ser
eliminada a citação de artigos, itens, parágrafos e demais prescrições legais de
enquadramento daquele ato.

Art. 72 – As palavras de despedida do comandante substituído deverão


restringir-se ao texto que tenha relação com o fato determinante da solenidade,
primando pela objetividade, concisão e simplicidade, evitando discursos extensos e
cansativos, bem como referências a realizações administrativas.

Parágrafo Único – O Comandante substituído fará uso da palavra ainda


no interior do palanque ou determinará que um oficial da OM faça a leitura de suas
palavras de despedida, que será encerrada com o nome, posto e função do comandante
substituído.

Art. 73 – A leitura da referência elogiosa consignada ao comandante


substituído será realizada por um oficial do estado-maior do comandante imediatamente
superior.

Art. 74 – O evento de nomeação do comandante substituto constará da:

I – leitura do ato oficial de nomeação; e

II – leitura do curriculum vitae do comandante substituto.

33
§ 1º - Na leitura do ato oficial de nomeção deverão ser cumpridas as
observações referentes ao ato de exoneração.

§ 2º - Poderão constar do curriculum vitae: posto, arma, quadro ou


serviço (se for o caso) e nome completo; procedência (OM onde servia); data e local de
nascimento; filiação; data de praça; data de declaração de aspirante-a-oficial; data da
última promoção; cursos militares que possui, com os respectivos anos de conclusão;
medalhas e condecorações recebidas, de uso autorizado; funções mais expressivas
desempenhadas; estado civil e nome de cônjuge, se for o caso, e outros dados
relevantes.

Art. 75. O evento de transmissão de cargo seguirá as seguintes


prescrições:

I – ao ser convidada, juntamente com os comandantes substituto e


substituído, para tomar o idspositivo, a autoridade que conduzirá o evento deverá
solicitar permisão para inicia-lo à autoridade que preside a cerimônia;

II – o comandante substituído e seu substituto, este à esquerda daquele,


acompanharão a autoridade que irá conduzir o evento e colocar-se-ão em seus lugares,
voltados para a Bandeira Nacional e para a tropa, distanciados de três metros, de modo
que a autoridade fique no centro, três metros à retaguarda da linha dos oficiais,
conforme as figuras 6,7 e 8 do anexo a estas IG;

III – ocupados os locais previstos, a autoridades que conduzirá o evento


e os comandantes substituído e substituto desembainharão suas espadas e seguirão os
toques de “sentido” e de “ombro-arma” determinados à tropas;

IV – o ato será realizado conforme o previsto no artigo 183, inciso II, do


R-2;

V- os oficiais substituto, voltando-se um para o outro, abaterão as


espadas, a autoridade que conduz o evento permanecerá com a espada perfilada;

VI- no caso de oficial-general, a banda de música executará o exórdio


correspondente ao comando que acaba de ser assumido; no caso de oficial superior,
executará “A Granadeira ( 8 compasssos), “A Vitória” (8 compassos) ou “A Poderosa”
(9 compassos) conforme a arma, quadro ou serviço do oficial investido no cargo;

VII – finalizando, serão ordenados os toques de “olhar frente “,


descansar-arma” e “descansar”.

Art. 80 - Terminada a revista, os comandantes cumprimentar-se-ão e o


substituído deslocar-se-á para o local destinado às autoridades e convidados, para
assistir ao desfile da tropa; o substituto ocupará lugar de destaque, à frente do palanque,
para receber a continência da tropa em desfile, retomando ao palanque após esse evento.

Art. 81. Encerrada a solenidade, será anunciado o convite do comandante


substituto aos presentes para comparecer ao gabinete do comando, a fim de inaugurar
o retrato do oficial substituído na galeria dos ex-comandantes.

Art. 82. Quando for o caso, autoridade que conduziu o evento de


transmissão do cargo fará a entrega do distintivo de comando ao oficial substituído,
logo após o ato previsto no artigo anterior.

34
Art. 83 – Poderão ser prestadas homenagens à pessoa do Comandante
substituído e à respectiva família, desde que não sejam contrariadas prescrições
regulamentares.

Art. 84 – No caso de ser servido um coquetel para os presentes, as


autoridades e os convidados deverão ser conduzidos para o local estabelecido, onde o
Comandante substituto será apresentado aos que ali comparecerem.

Art. 85 – A apresentação formal dos Oficiais da OM ao Comandante


substituto será conduzida pelo Comandante substituto, no salão de honra, em ato restrito
adotando-se o procedimento mencionado no capítulo IV destas IG, podendo ser
realizadas antes da passagem de comando ou após a retirada dos convidados.

Art. 86 – Na despedida do comandante substituído, este será


acompanhado por seu substituto e pelo chefe de estado-maior ou de gabinete ou
subcomandante até a saída da OM.

Art. 87 – Em caso de mau tempo, luto nacional ou se a OM estiver com


seu efetivo reduzido, a solenidade, que seria realizada ao ar livre ocorrerá em recinto
coberto, no interior do salão de honra ou gabinete do comandante, devendo ser adotado,
em princípio, o dispositivo constante da figura 8 do anexo a estas IG.

Parágrafo Único – A presença dos símbolos das OM subordinadas e da


Bandeira Nacional esta sem a sua guarda, nas solenidades em recindo coberto será
fixada, a critério da autoridade que conduzir o evento de transmissão do cargo, quando
for possível a execução dos movimentos previstos.

Art. 88 - No caso de assunção de Comando de caráter interino, a


cerimônia poderá ser realizada no salão de honra ou no gabinete do comandante da OM.

Art. 89 – Na substituição temporária, em que o militar for responder pela


função, não correrá solenidade de passagem de comando.

Art. 90 – O Comandante substituído deverá espedir suas instruções,


regulando detalhadamente a solenidade, com as adaptações necessárias devido ao local,
tipo de OM etc...

Art 91 – A autoridade que conduzirá o evento de transmissão do cargo e


os comandantes substituto e substituído estarão com o Uniforme 3º A ou equivalente,
com suas condecorações e armados de espada, respeitadas as peculiaridades da OM.

Parágrafo Único – Quando a solenidade ocorrer no salão de honra ou no


gabinete do comandante da OM, as autoridade mencionadas no caput deste artigo
estarão desarmadas.

Art. 92 – O uniforme da tropa será definido pelo comandante militar de


área ou titular do órgão de direção setorial, mediante proposta da autoridade que
conduzir o evento de transmissão do cargo, estando a tropa com o armamento individual
de dotação das OM participantes.

Parágrafo Único – Até o término da instrução individual básica (IIB), os


conscritos poderão formar desarmados, a critério da autoridade que conduzir o evento
de transmissão do cargo.

35
Art. 93 – O uniforme da assistência será definido pelo comandante
militar de área ou titular do órgão de direção setorial, mediante proposta da autoridade
que conduzir o evento de transmissão do cargo.

Parágrafo Único – Nas solenidades em que o evento de transmissão do


cargo for conduzido pelo Comandante do Exército, o uniforme da assistência será o 3º
A ou equivalente.

Art. 94 – Em casos excepcionais os titulares dos órgãos de direção geral e


setorial, comandos militares de área ou órgãos de assessoramento do Comandante do
Exército poderão fixar uniforme ou armamento diferentes dos previstos neste capítulo.

CAPÍTULO XVI

DA DESPEDIDA DE MILITARES QUE PASSAM À INATIVIDADE

Art. 95 – Aos militares com mais de trinta anos de efetivo serviço,


transferidos para a reserva ou reformados, deverão ser prestadas homenagens por parte
de sua última OM, cujos atos em princípio, serão os seguintes:

I – Formatura geral da OM;

II – Leitura da referência elogiosa individual, focalizando as principais


comissões do militar e contendo um síntese das qualidades pessoais mencionadas nos
elogios ou referências elogiosas consignadas durante sua vida militar;

III – Canto da canção da arma, quadro ou serviço; e

IV – palavras de despedida do homenageado, se for o caso.

§ 1º - As palavras de despedida do homenageado, submetidas à


apreciação de seu chefe imediato e à aprovação do comandante da OM, deverão abordar
aspectos ligados à vida militar, sendo vedada a manifestação de caráter político,
religioso ou diverso.

§ 2º Para esta solenidade, poderão ser convidados amigos e familiares do


militar que se despede do serviço ativo do Exército.
36
Art. 96 – Nas OM onde não existia tropa, a cerimônia deverá ser
realizada no salão de honra ou, na falta deste, no gabinete do comandante e obedecerá,
no que for possível, ao que prescreve o artigo anterior.

CAPÍTULO XVII

DAS CONDECORAÇÕES

Art. 97 – Obedecido o que prescreve o capítulo VII do título IV do R-2,


as cerimônias para entrega de condecorações, no âmbito do Exército, deverão ser
realizadas observado o dispositivo constante da figura 9 do anexo a estas IG, com as
adaptações necessárias devido ao local e circunstâncias.

Parágrafo Único – Apenas os Oficiais possuidores de condecoração a ser


entregue, portando essas medalhas, tomarão o local à direita da Bandeira Nacional,
conforme o prescrito no artigo 193, inciso III do R-2.

CAPÍTULO XVIII
DAS HONRAS FÚNEBRES E DAS COMISSÕES DE PÊSAMES

Art. 98 – Para fins de aplicação do artigo 128 do R-2, as honras fúnebres


a militares da reserva remunerada ou reformados constarão do acompanhamento do
féretro por comissões de pêsames, integradas, no mínimo, por três militares da ativa,
determinada pelo comandante militar de área (no caso do falecido ser oficial-general) ou
da guarnição, após tomar conhecimento do óbito e com a anuência dos familiares.

§ 1º - Quando o sepultamento dor realizado em localidade, não integrante


de guarnição militar, a comissão será organizada, conforme o caso, pelo comandante
militar de área ou pelo comandante de guarnição onde tiver ocorrido do falecimento,
devendo, apenas, apresentar condolências à família.

§ 2º - Por ocasião do sepultamento, os militares que tenham integrado o


Alto Comando do Exército ou exercido cargo de Ministro de Estado, as homenagens
póstumas constarão ainda da cobertura do ataúde com a Bandeira Nacional e do toque
de silêncio ao descer o corpo à sepultura, executado por corneteiro ou clarim postado
junto ao túmulo.

§ 3º - Os casos especiais serão resolvidos pelo comandante militar de


área.

CAPÍTULO IXX

37
DAS PRESCRIÇÕES DIVERSAS

Art. 99 – Além das pessoas consideradas como autoridades no artigo 15


do R-2, nenhuma outra, ainda que esteja enumerada nas Normas para o Cerimonial
Público e Ordem Geral de Precedência, terá à continência individual ou preito da tropa.

Art. 100 – Os casos omissos nestas IG serão submetidos à apreciação do


Comandante do Exército por intermédio do Estado-Maior do Exército.

38
39
40
41
42
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

REGIMENTO INTERNO
DA
APMRB

2008

43
REGIMENTO INTERNO
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS DE RIO BRILHANTE

CAPITULO I

SEÇÃO I

DO OBJETO E FINALIDADES

ARTIGO - 1 – O Regimento Interno da Associação de Patrulheiros Mirins de


Rio Brilhante, tem como objetivo regulamentar todas as atividades dos sócios
bem como a especificação dos procedimentos administrativos da Associação.
§ ÚNICO: As disposições do presente regimento se aplicam a todos os sócios,
indistintamente.

ARTIGO - 2 – Para que possa existir sempre o espírito humanitário entre os


componentes da entidade, fica estabelecido que a Associação deverá:
a) Incentivar entre os componentes a ajuda mútua;
b) Promover à assistência a família dos patrulheiros (as) no que for
possível;
c) Incentivar o Esporte, o Lazer, a Cultura, a Música e a Liderança;
d) Incentivo a formação e participação religiosa;

ARTIGO – 3 – A Associação deverá realizar acompanhamento escolar, através


de visitas periódicas às escolas, tendo seus dados referentes ao rendimento
escolar anotados em formulário individual.

§ 1º - Será destinado diariamente, 01 (uma) hora no mínimo para que o patrulheiro (a)

possa desenvolver suas atividades escolares.

ARTIGO – 4 – Para encaminhamento ao mercado de trabalho dos adolescentes


deverá ser observado, com rigor, a legislação pertinente, em hipótese alguma, se
descumprirá a legislação, cabendo responsabilidade àquele que assim proceder.

ARTIGO – 5 – Os materiais de escritório, esportivo, de limpeza e alimentos,


deverão ser acondicionados em almoxarifado próprio.

ARTIGO – 6 – Todo e qualquer evento em que patrulheiros estiverem


participando em nome da Associação, deverá ter acompanhamento de algum
Monitor, Instrutor ou Coordenador.

ARTIGO – 7 – Os patrulheiros que forem encontrados com alterações de


qualquer natureza, estando em serviço ou não, sofrerá as sanções previstas no
Regulamento Disciplinar.

44
CAPITULO II

DA UTILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO:

ARTIGO - 8 - A Diretoria será responsável pelos bens patrimoniais da


Associação.
I. O Presidente o Tesoureiro e o deverão assinar para o Conselho Fiscal
Inventário Anual dos bens da Associação.
II. Ao final de cada mandato o Conselho Fiscal conferirá os bens e
providenciará outro recibo, a ser assinado pela nova Diretoria;

§ ÚNICO - Caso seja constatado alguma irregularidade na gestão dos bens, o


Conselho Fiscal fará relatório e o entregará Assembléia Geral;

III. A Associação não se responsabilizará por obrigações contraídas por


sócios, sem a expressa autorização da Diretoria;

ARTIGO – 9 – Os danos causados ao patrimônio da corporação deverão ser


reparados por quem os causou num prazo de 48 (quarenta e oito) horas.

ARTIGO – 10 – Deverá ser organizado Escalas de Serviços para guarda e


conservação do patrimônio da Associação.

CAPITULO III

SEÇÃO II

DO CONSELHO FISCAL, DIRETORIA E ASSEMBLÉIA GERAL

DO CONSELHO FISCAL :

ARTIGO - 12 — O Conselho Fiscal é o órgão que superintenderá todos os


negócios e serviços da Associação , e que, como delegado da Assembléia Geral,
terá autoridade e poder para resolver e deliberar sobre todos os assuntos que não
sejam de competência especial da Assembléia Geral.

§ Primeiro – O mandato do Conselho Fiscal será coincidido com o mandato da


Diretoria.

§ Segundo - Em caso de vacância , o mandato será assumido pelos respectivos


suplentes, até o seu término.

ARTIGO – 13 — O Conselho Fiscal reunir-se-á, ordinariamente de três em três


meses, em local para onde for convocado, para deliberar sobre a execução
orçamentária da Associação, e extraordinariamente, sempre que convocado pelo
45
seu Presidente, podendo decidir com a presença mínima de 60 % dos
conselheiros.

ARTIGO - 14 — São atribuições do Conselho Fiscal :


I. Superintender e supervisionar toda a administração da Associação ;
II. Eleger seu Presidente, Secretário e Relator;
III. Emitir parecer prévio sobre proposta de reforma estatutária e alienação ou
exoneração de imóveis da Associação ;
IV. Julgar os recursos interpostos contra atos da Diretoria;
V. Decidir sobre os casos omissos deste Estatuto e que não se compreendam
na competência estrita da Assembléia Geral;
VI. Autorizar a aquisição de bens imóveis para A Associação , bem como o
aluguel dos mesmos a terceiros;
VII. Apreciar e deliberar sobre o orçamento anual, a ser proposto pela Diretoria
podendo aprovar modificações;
VIII. Apreciar e deliberar sobre as contas anuais da Diretoria;
XII. Acompanhar a execução do orçamento da Associação ;
XIII. Convocar Assembléia Geral para eleger novos integrantes da
Diretoria, em caso da renúncia coletiva de todos os seus membros, pelo
período remanescente do mandato, convocação que deverá ser editada no
prazo máximo de 30 (trinta) dias a partir da renúncia, cabendo ao
Conselho designar, dentre seus membros, uma Junta Diretiva provisória
para atender aos negócios da Associação no período de vacância;
XIV. Convocar Assembléia Geral para eleger os membros da Diretoria nos
casos de vagas isoladas, em qualquer tempo do mandato, para o
remanescente do mesmo;
XV. Fiscalizar os atos administrativos da Diretoria;
XVI. Conferir ao término do mandato da Diretoria os bens e a prestação de
contas da Associação , para que sejam entregue relatório à nova diretoria.
XVII. Designar por ocasião término de mandato, Comissão Eleitoral composta
de 03 (três) membros, sócios em dia com suas obrigações, para conduzir
os trabalhos do pleito e submete-los a aprovação em Assembléia Geral.

ARTIGO - 15 — O Conselheiro, que porventura integre qualquer função


executiva da Associação deverá licenciar-se do Conselho Fiscal, assumindo em
seu lugar o seu suplente.

§ ÚNICO – Ao deixar de responder por atividade executiva da Associação, o


Conselheiro poderá desfazer-se de sua licença, retomando as suas atribuições de
Conselheiro.

ARTIGO - 16 - O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente a cada 04 (quatro)


meses e, extraordinariamente , sempre que necessário.

ARTIGO – 17 - Todos os relatórios , bem como aprovação de balanços e


prestação de contas do Conselho Diretor da APMRB, dar-se-á através de
aprovação por votos da maioria dos Conselheiros, bem como pedido de
convocação de Assembléia Geral.
46
ARTIGO - 18 - Indicações, requerimentos e sugestões ao Conselho Diretor da
APMRB, também deverão ser aprovadas por maioria simples dos votos do
Conselho Fiscal.

DA DIRETORIA:

ARTIGO - 19 - A Diretoria da APMRB, será constituída de um Presidente , um


Vice-Presidente, um Primeiro Secretário, um Segundo Secretário, um Primeiro
Tesoureiro e um Segundo Tesoureiro.

ARTIGO - 20 - Compete à Diretoria :


I – Elaborar e executar o programa anual de atividades ;
II – Elaborar e apresentar à Assembléia Geral, o relatório anual ;
III – Entrosar-se com as instituições públicas e privadas para mútua colaboração
em atividades de seu interesse comum;
IV – contratar e demitir funcionários;
V – Reunir-se ordinariamente pelo menos uma vez por bimestre , e
extraordinariamente , a critério de seu Presidente;
VI – Divulgar entre os associados os balancetes de receitas e despesas
devidamente aprovadas pelo Conselho Fiscal.
V – Elaborar, Aprovar e Publicar Regulamentos Específicos para
a) Composição e Utilização dos Uniformes;
b) Controle e organização dos Patrulheiros e dos Serviços Gerais;
c) Controle Disciplinar dos Patrulheiros;
d) Promoção Hierárquica dos Patrulheiros;
e) Formação e Ensino dos Patrulheiros
f) Procedimentos Cerimoniais e de Formaturas;

ARTIGO - 21 - Compete ao Presidente:


I – Representar oficial, extra-oficial, judicial e extra-judicialmente;
II – Cumprir e fazer cumprir este Estatuto e Regimento Interno;
III – Presidir a Assembléia Geral ;
IV – Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
V – Autorizar os pagamentos de despesas da Associação, visando os respectivos
comprovantes ;
VI – Assinar junto ao Secretário da Associação as correspondências.
VII – Assinar junto com o Tesoureiro, cheques, ordens de pagamento e demais
documentos financeiros.

47
ARTIGO - 22 - Compete ao Vice- Presidente :
I – Substituir o Presidente em caso de vacância ou impedimentos;
II – assumir o mandato em caso de vacância até seu término;
III – Prestar de modo geral a sua colaboração com o Presidente;
IV – assinar documentos , portarias na ausência do Presidente.

ARTIGO – 23 - Compete ao Primeiro Secretário :


I – Secretariar as reuniões da Diretoria e Assembléia Geral e redigir atas;
II – Publicar todas as notícias das atividades da Associação;
III – encarregar-se das correspondências ;
IV – Representar o Presidente e Vice- Presidente em seus impedimentos ou
ausências.

ARTIGO – 24 - Compete ao Segundo Secretário:


I – substituir o Primeiro Secretário em caos de faltas ou impedimentos;
II – Assumir o mandato em caso de vacância até o seu término;
III – Prestar de modo geral a sua colaboração ao Primeiro Secretário .

ARTIGO - 25 - Compete ao Primeiro Tesoureiro:


I – Arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas , auxílio e
donativos , mantendo em dia a escrituração ;
II – Pagar as contas autorizadas pelo presidente ;
III – Apresentar o relatório de receitas e despesas , sempre que forem solicitadas ;
IV – Apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembléia Geral;
V – Apresentar semestralmente e o balancete ao Conselho Fiscal;
VI – Conservar sob a sua guarda e responsabilidade , os documentos relativos à
Tesouraria;
VII – manter todo o numerário em estabelecimento de crédito.

ARTIGO – 26 - Compete ao Segundo Tesoureiro :


I – Substituir o Primeiro em sua falta ou impedimentos;
II – Assumir o mandato em caso de vacância, até seu término;
III – Prestar de modo geral, a sua colaboração com o Primeiro Tesoureiro.

CAPITULO V

SEÇÃO III

48
DOS ASSOCIADOS:

ARTIGO – 27 – Os adolescentes cadastrados na Associação, seu pais ou


responsáveis desde que tutores legais, Diretores e Coordenadores são
considerados sócios colaboradores da Associação de Patrulheiros Mirins de Rio
Brilhante.

§ 1 – O título de Sócio Benemérito, é outorgado pela Diretoria ofertar e


homologado pela Assembléia Geral, às pessoas físicas ou jurídicas, em
reconhecimento aos relevantes serviços prestados a Associação, durante um
período mínimo de 01 (um) ano.

§ 2 – Os sócios colaboradores e beneméritos, gozam de todas as prerrogativas de


associado, excetuando-se o item V do art. 11º do Estatuto.

ARTIGO - 28 - Os adolescentes serão admitidos na Associação, após serem


devidamente cadastrados na mesma, como autorização dos pais responsáveis, de
acordo com o número de vagas anuais estabelecidas, em edital, pela Diretoria.
§ 1º - São condições para ingresso na Corporação:
a) Possuir idade entre 14 anos e 16 anos;
b) Estar devidamente matriculado em unidade escolar;
§ 2º - Quando o número de adolescentes cadastrados ultrapassarem o limite de
vagas, a seleção se dará através de:
a) Exame Intelectual
b) Entrevista Sócio-Econômica da Família

§ 3º - Os adolescentes permanecerão na Associação até completarem 18(dezoito)


anos, quando então serão desligados automaticamente.

ARTIGO - 29 - Os Adolescentes serão uniformizados e calçados de acordo com


modelos adotados pela Diretoria.

§ 1º. - Por ocasião de desligamento dos patrulheiros (as) deverá ser entregue todo
uniforme e identificação, visando evitar uso indevido do mesmo e acarretar
problemas para a Associação.

§ 2º- Todos os Monitores, Instrutores e Coordenadores e Diretores deverão


possuir conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, cabendo
afastamento àquele que o desrespeitar.

CAPITULO V
49
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS:

Disposições Gerais

ARTIGO - 30 - As atividades da Diretoria Executivos e Conselheiros Fiscais,


serão realizadas de forma voluntária, sem bônus ou ônus, a Associação.

ARTIGO - 31 - O Diretor ou Conselheiro poderá ser licenciado:


I – Por motivo de saúde, devidamente comprovado;
II – Para tratar de interesses particulares, desde que o período de licença não seja
superior a (180) cento e oitenta dias por ano.
III – As licenças deverão ser solicitadas através de Ofício, ao Presidente da
entidade e ao Conselho Fiscal , transcrita em ata de Reunião da Diretoria não se
fazendo necessário Assembléia Geral para discutir e votar.

ARTIGO - 32 - Perderá o mandato o diretor ou Conselheiro que :


I – Infringir comprovadamente o Estatuto ou Regimento Interno da Associação,
em Assembléia Geral ;
II – Cujo procedimento declarado, por Assembléia Geral incompatível com o
decoro de Diretor ou Conselheiro;
III – Deixar de comparecer a 60 % das reuniões da Diretoria ou Assembléias
Gerais.
ARTIGO - 33 - Para concorrer a um cargo na Diretoria Executiva e Conselho
Fiscal, deve-se preencher os seguintes requisitos :
I – Ser sócio efetivo da entidade;
II - Ter no mínimo 02 (dois) anos de experiência comprovada no trabalho com a
criança e o adolescente;
III – Conhecer as diretrizes do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente;
IV – Apresentar atestado de idoneidade;
V – Ser maior de 21 (vinte e um) anos de idade.

ARTIGO - 34 - Os adolescentes serão uniformizados e calçados de acordo com


o modelo adotado pela Diretoria.

ARTIGO - 35 - Todas as normas regulamentares, transferência, promoções de


patrulheiros (as) Mirins, e demais atos administrativos, deverão ser baixadas
portarias internas pelo Presidente, assinado com o Coordenador, ou Diretor
responsável.

50
ARTIGO - 36 - O Presente Regimento poderá ser reformulado a qualquer
tempo, por decisão em Assembléia Geral especialmente destinada para este fim,
e entrará em vigor na data de sua publicação.

51
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

RD
REGULAMENTO DICIPLINAR

TITULO - I
52
PARTE GERAL

Capítulo 1 CAPÍTULO I – DAS RESPONSABILIDADES


Artigo 1. Para fins disciplinares, ficam sujeitos a o presente regulamento,
todos os Patrulheiros Mirins alistados nesta
Instituição.

Artigo 2. A disciplina é o exato cumprimento dos deveres de cada


Patrulheiro Mirim em todos os escalões de comando
e que confere progressivamente, autoridade desde o
menor ao maior posto ou graduação, culminando o
Presidente da Associação.

Artigo 3. São Manifestações essenciais da disciplina dos Patrulheiros:


1. A obediência pronta às ordens dos chefes.
2. Rigorosa Observância às prescrições regulamentares.
3. Emprego de todas as energias em benefícios da Instituição.
4. Correção de atitudes.
5. Lealdade a Entidade.
6. Respeito autoridades, a os mais velhos, ao próximo e as
organizações sociais, quaisquer que sejam elas,
desde legais.
7. Dedicação e responsabilidade no cumprimento das ordens
superiores.
8. Colaboração espontânea à disciplina coletiva e a eficiência da
Instituição.

Artigo 4. As ordens devem ser prontamente executadas, cabendo inteira


responsabilidade à autoridade da Instituição que as
determinar.
§ Único - Quando a ordem parecer obscura, compete ao subordinado solicitar
os esclarecimentos necessários no ato de receber.

Artigo 5. A civilidade é parte integrante da educação do Patrulheiro Mirim,


importa ao superior tratar aos subordinados em geral,
e aos recrutas, em particular, com interesse e
benevolência. Por sua vez, o subordinado, é obrigado
a todas as provas de respeito e deferência para com
seus superiores.

Artigo 6. O princípio de subordinação rege todos os graus de Hierarquia


Funcional na seguinte conformidade:

1. Superior é aquele que possui graduação mais elevada quanto aos


subordinados.
2. Em igualdade de graduação, é considerado superior aquele que
contar com maior Antigüidade.
53
Artigo 7. Ainda não se tratando de serviço, deve o Patrulheiro, obediência
aos seus superiores. Todo membro da Diretoria,
Auxiliar ou Graduado que encontre um Patrulheiro
subordinado na prática de ato irregular, é obrigado a
adverti-lo quando esse chegue a constituir
transgressão. No caso de transgressão, o fato deve
ser levado ao conhecimento da autoridade
competente, para os efeitos regulamentares.

Artigo 8. A camaradagem torna-se indispensável à formação e ao convívio


do Patrulheiro Mirim, cumprindo existir as melhores
relações sociais entre si e suas famílias.

CAPÍTULO II
DAS TRANSGRESSÕES DISCIPLINARES

Artigo 9. Transgressão Disciplinar é toda violação elementar e simples do


dever a ser cumprido pelo Patrulheiro Mirim,
participante da vida ativa da Instituição.
§ Único - São transgressões todas as ações ou omissões especificadas na
parte especial deste Regulamento.
1. As ações ou omissões ali não especificadas, mas que atentem
contra o decoro, preceitos de subordinação,
sentimentos de honra, regras e ordens de serviços
estabelecidos pela instituição, sociedade ou
prescritas por autoridades competentes, devem ser
levadas em conta.

SECÇÃO I
DA CLASSIFICAÇÃO

Artigo 10. As Transgressões Disciplinares no presente Regulamento serão


classificadas em 03 (três) graus:
1. LEVE: tem como punição uma repreensão.
2. MÉDIA: tem como punição uma advertência por
escrito.

54
3. GRAVE: tem como punição suspensão da patente para oficiais e
graduados, e suspensão das funções para praças a
reincidência aplicará exclusão.

§ Único - Leva-se em conta o fim educativo da Instituição e a personalidade da


Criança ou adolescente. A intenção de praticá-las é
que deve ser medida judiciosamente para a aplicação
da pena correspondente.

Artigo 11. A punição é necessária e eficaz quando resulta em beneficio do


punido, de seus camaradas e do fortalecimento dos
fins visados pela Instituição.

CAPÍTULO III
DAS CAUSAS E CIRCUNSTÂNCIAS QUE INFLUEM NO JULGAMENTO

Artigo 12. Influem no julgamento das transgressões:

§ 1º - causas da justificação:
A - Ignorância plenamente comprovada, quando não atento contra os
fins Institucionais.
B - Motivo de força maior, justificado e comprovado.
C - Ter sido cometida a transgressão na prática de ato meritório no
interesse da Instituição.
D - Ter sido cometida a transgressão em legitima defesa própria ou
de outros.
E - Ter sido cometida em obediência à ordem superior.
§ 2º - Circunstâncias atenuantes:
A - Bom Comportamento.
B - Bons Serviços Prestados.
C - Relevâncias de atos pretéritos executados na Instituição.
D - Falta de prática ou experiência.
E - Legítima defesa.
F - Cometido a transgressão a fim de evitar maior mal.
§ 3º - Circunstâncias agravantes:
A - Mau comportamento.
B - Prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões.
C - Reincidência.
D - Envolvimento de dois ou mais Patrulheiros.
E - Prática de transgressão nos atos de serviços.
F - Prática de transgressão em presença de camarada ou em
público.
§ 4º - A Justificativa exime a pena.

CAPÍTULO IV

55
DAS PENAS DISCIPLINARES

Artigo 13. São penalidades disciplinares:


Grau - 1 Repreensão.
Grau - 2 Advertência.
Grau - 3 Suspensão
Grau - 4 Exclusão.

SECÇÃO I
DA GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS PENAS

Artigo 14. As penas disciplinares obedecem à gradação abaixo, e serão


executadas na localidade da Sede da Instituição ou
em locais provenientes do deslocamento temporário
dos Patrulheiros Mirins quando se tratar dos itens I e
II, e nos itens III e IV deverá ser observado o Artigo
22º, letras “D” e “E” e Artigo 34º.
1. Repreensão – Aplicado durante a aula, instrução ou por qualquer
serviço mal feito por desatenção. Sua duração não
pode se exceder de 50 minutos, e tem por finalidade
ressaltar perante os demais Patrulheiros, a falta
cometida.
2. Advertência:
A - Verbal
I Pessoal, em caráter particular.
II No círculo dos pares.
III Em presença da diretoria reunida
B - Escrita, que constará dos assentamentos.
3. Suspensão.
A - Em caráter temporário.
B - Em caráter definitivo.
4. Exclusão.
A - Em caráter pessoal
B - Com conhecimento da tropa formada

§ 1º - As punições constantes dos itens II da letra B ao


item IV, vêm constatar dos assentamentos do
punido e fica a critério da Diretoria, levá-las ao
conhecimento da tropa formada através do Boletim
Interno.

§ 2º - O Patrulheiro excluído poderá reingressar nas


fileiras da Patrulha Mirim, 1 (um) ano após a
exclusão, a critério da Diretoria.
A - Deverá a Diretoria ao analisar o pedido de reinclusão, verificar a
opinião do comandante no ato da reintegração, que

56
poderá acatar ou não, mediante a aprovação de 2/3
de seus membros.
B - O Patrulheiro Mirim que solicitar desligamento por motivos
pessoais ou de investigação no que se refere a
alterações, só poderá reintegrar o quadro de
patrulheiros mediante ao parecer favorável no
Conselho de Oficiais desta entidade. Onde deverá
ser reavaliado seu passado e transmitir a nota do
Conselho para conhecimento da Diretoria.

Artigo 15. O Comandante Geral da Patrulha Mirim de Rio


Brilhante tem autoridade para delegar poderes aos
seus auxiliares imediatos para efeito de aplicação
da pena constante do item I do artigo 14º.
SECÇÃO II
DA COMPETÊNCIA PARA APLICAÇÃO DAS PENAS

Artigo 16. As punições constantes do Artigo 13º são de competência dos


membros da diretoria e coordenação.

Artigo 17. As punições de suspensão, exclusão são da competência da


Diretoria na pessoa do presidente.

Artigo 18. Na aplicação da pena deve ser apreciada a


gravidade da falta e as circunstancias agravantes e
atenuantes.
§ Único - Ocorrendo ser a falta do Patrulheiro, menor que as conseqüências
atenuantes, aplicarem-se á pena prevista no artigo
13º.

Artigo 19. A punição deve ser aplicada com justiça e


imparcialidade. É necessário firmar ao espírito do
Patrulheiro a noção exata do certo e errado, sem
sombra de dúvida ou incerteza da falta cometida.

Artigo 20. Fica a critério de a Diretoria publicar a pena


disciplinar no Boletim Interno, quando tratar-se do
item II, letra A do Artigo 14º, mencionando a
transgressão cometida em termos precisos e
sintéticos, com o Artigo incidido, sem quaisquer
comentários ofensivos ou alusões pessoais.

§ Único - O patrulheiro terá como folha de corretivo, o próprio Boletim Interno,


tendo sua ficha individual como referência. Nela
será anotada logo que escrita no Boletim Interno à
letra, item, Artigo, data da transgressão e o nº. do
B.I., que publicou a punição, quando se tratar do
item II, letra B e dos itens III e IV do Artigo 14º.

Artigo 21. Na aplicação de penas serão rigorosamente


observados os seguintes preceitos:
57
1. A pena deverá ser proporcional à gravidade e natureza da falta,
dentro dos seguintes limites:
A - Considerando a personalidade em formação da criança a primeira
falta é sempre punida no máximo com repreensão.
Para efeito de aplicação da pena, três
agravantes em uma mesma falta, equivale a uma
nova falta.
B - A reincidência aumenta o grau 2 da pena do artigo 13º.

C- O Patrulheiro Mirim reincidido na mesma


falta 3 vezes será advertido, e se cometer mais 03
(três) faltas do mesmo código será excluído, e o
comandante geral da Patrulha Mirim procederá
conforme o Artigo 17º.

Artigo 22. Considera-se reincidência genérica qualquer falta


cometida e constante de assentamentos;
reincidência especifica é a enquadrada no mesmo
número de outras já punidas e dispostas no Artigo
34º.

SECÇÃO III
DA ANULAÇÃO, RELEVAÇÃO, ATENUAÇÃO E AGRAVAÇÃO

Artigo 23. O aplicador da pena pode anular, relevar, atenuar e


agravar as punições impostas quando tiverem
conhecimento de comprovada injustiça ou
ilegalidade na sua aplicação.
Artigo 24. No caso de relevantes serviços prestados à
Instituição ou sociedade em geral, a Diretoria pela
aprovação de 2/3 de seus membros, pode relevar ou
anular no prazo de 03 (três) meses as punições
impostas a qualquer Patrulheiro.

Artigo 25. Ao Presidente da Patrulha Mirim, vice-presidente e


Comandante Geral, cabe acompanhar os efeitos da
pena produzidos no transgressor quanto à saúde,
seu estado moral e financeiro, a fim de propor a sua
relevação se achar necessário.

Artigo 26. A pena que consta no Artigo 14º, item III, letra A,
pode ser relevada por motivos de datas nacionais ou
especiais desde que, já cumprida pela metade.
58
Artigo 27. A faculdade de anular a pena (Artigo 23º) à partir da
data de sua aplicação, será exercida sem prazo
fixado.

Artigo 28. A agravação, atenuação e relevação das penas


disciplinares constarão dos assentamentos do
transgressor; da anulação, porém nenhuma
referência se fará nos aludidos assentamentos,
devendo a nota ser cancelada.

CAPÍTULO V
DO COMPORTAMENTO

Artigo 29. Para fins disciplinares e demais efeitos, o


comportamento do Patrulheiro Mirim é classificado
em:
A - Excepcional comportamento, quando no período de 02 (dois)
anos de efetivo serviço, não haja sofrido qualquer
punição.
B - Ótimo comportamento, quando no período de 01(um) ano não
haja sofrido qualquer punição.
C - Bom comportamento, quando no período de 01 (um) ano não haja
sofrido mais de 02 (duas) punições escritas.
D - Mau comportamento, quando no período de 01 (um) ano, haja
sofrido mais de três punições.
Insuficiente comportamento, quando no período de
seis meses, haja sofrido mais de 04 (quatro)
punições por escrito.
§ único Ao patrulheiro que apresentar o comportamento
insuficiente deverá ser aplicado a pena
prevista no artigo 13º, item 4.
Artigo 30. Para efeito da classificação de comportamento, será
considerado o ano currículo, observando-se as
avaliações mensais do patrulheiro e os seus
assentamentos.

Artigo 31. O Patrulheiro a ser alistado na Entidade ingressa no


Bom comportamento.
§ Único - O ex-patruheiro para ser reincluído às fileiras da Patrulha Mirim, terá
o mesmo, por ocasião de sua baixa, ter saído no
mínimo com classificação de bom comportamento.

TITULO II

PARTE ESPECIAL

CAPITULO I – DAS ESPÉCIES DE TRANSGRESSÕES


59
Artigo 32. Transgressões Disciplinares, é toda violação do
dever especifico do Patrulheiro Mirim na sua
manifestação elementar simples.
§ Único - São transgressões:
Todas as ações e omissões contrarias a
disciplina específicas no presente capítulo.
1. Todas as ações ou omissões não especificadas no Regulamento
possíveis, porém de punições, por contrariarem as
regras éticas e sociais.

2. Nos casos em que o fato seja de:


A. Natureza desonrosa ou ofensiva a dignidade de Patrulheiro Mirim.
B. Atentatória a instituição.

Artigo 33. As ações ou omissões não especificadas no presente


Regulamento serão punidas de conformidade com o
Artigo 14º. item 2 letra A.

Artigo 34. As transgressões a que se refere o § único do Artigo 32º, são:

1. Faltar com a verdade .(classificado no artigo 10º item 3)

2. Utilizar-se no anonimato. (art.10º item 2)

3. Concorrer para discórdia ou desarmonia ou cultivar inimizades


entre os Patrulheiros e Patrulheiras Mirins.(art.10º item 3)

4. Deixar de exercer autoridade compatível com seu posto ou


graduação.(art. 10º item 2)
5. Não levar falta ou irregularidade que presenciar, ou de que tiver
ciência e não lhe couber reprimir, ao conhecimento de autoridade
competente, no mais curto prazo.(art.10º item 2)

6. Deixar de cumprir normas regulamentares na esfera de suas


atribuições. (art.10º item 3)

7. Apresentar ofícios sem seguir as normas e preceitos


regulamentares em termos desrespeitosos com argumentos
falsos ou de má fé, ou mesmo sem justa causa ou razão. (art.10
item 2)

8. Recorrer à Presidência, sem antes esgotar todos os outros


recursos existentes.(art.10º item 1)
9. Deixar de comunicar o superior a execução da ordem recebida
tão logo seja possível.(art.10º item 1)

10. Retardar por negligência a execução de qualquer ordem.(art.10º


item 2)

60
11. Aconselhar ou concorrer para não seja cumprida qualquer ordem
do superior, ou para retardar a sua execução.(art.10º item 2)

12. Simular doenças para esquivar-se ao cumprimento de qualquer


dever.(art.10º item 2)

13. Deixar de comunicar a tempo ao superior em possibilidade de


comparecer a Associação ou qualquer ato de serviço para que
tenha sido escalado ou que deva assistir.(art.10º item 2)

14. Trabalhar mal intencionalmente ou por falta de atenção em


qualquer serviço ou instrução.(art.10º item 2)

15. Deixar de providenciar a tempo por negligência, medidas contra


qualquer irregularidade que venha tomar conhecimento.(art.10º
item 2)

16. Faltar ou chegar atrasado a qualquer ato de serviço em que deva


tomar parte ou assistir.(art.10º item 3)

17. Abandonar serviço que tenha sido designado.(art.10º item 2)

18. Representar a Associação a qualquer ato, sem que esteja


devidamente autorizado, ou ainda que autorizado representar de
forma negligente ou imprudente.(art.10º item 2)

19. Contrair dívidas ou assumir compromissos superiores a suas


possibilidades, que comprometam o bom nome da entidade .
(art.10º item 1)

20. Ter pouco aseio próprio, ou coletivo em qualquer circunstância.


(art.10º item 1)

21. Portar-se sem compostura em lugar público.(art.10º item 1

22. Freqüentar lugares incompatíveis com o decoro da sociedade ou


da Associação.(art.10º item 1)

23. Espalhar boatos ou noticias tendenciosas.(art.10º item 2)

24. Tomar parte, fardado, de manifestações de natureza política


partidária.(art.10º item 1)
25. Permitir, tolerar ou praticar atos contrários à apresentação correta
dos símbolos nacionais.(art.10º item 2)

26. Conversar ou fazer ruídos em ocasiões, lugares ou horas


impróprias.(art.10º item 1)

61
27. Comparecer a qualquer solenidade ou reunião militar, com
uniforme diferente ao marcado.(art.10º item 1)

28. Tomar parte em jogos proibidos, ou jogar a dinheiro nos


permitidos.(art.10º item 2)

29. Desconsiderar ou desrespeitar o superior.(art.10º item 2)

30. Apresentar-se em qualquer situação mal uniformizado, ou com o


uniforme alterado.(art.10º item 1)

31. Desrespeitar regras de trânsito.(art.10º item 1)

32. Deixar de portar a IDPM, estando ou não fardado.(art.10º


item

33. Deixar de cumprimentar o superior fardado ou não, contando que


o conheça.(art.10º item 2)

34. Deixar de quando estiver sentado, oferecer lugares ao superior.


(art.10º item 1)

35. Censurar atos de Superior, ou procurar desconsiderá-lo entre


militares ou civis.(art.10º item 3)

36. Relacionamento amoroso entre patrulheiros e patrulheiras sem


devida autorização expressa da diretoria e dos responsáveis
legais.(art.10º item 3)

37. Ofender, provocar ou desafiar com atos ou palavras o superior ou


o subordinado.(art.10º item 3)

38. Ter em seu poder ou introduzir na Associação bebidas alcoólicas.


(art.10º item 2)

39. Dar entrevista a imprensa sem a devida permissão da Diretoria.


(art.10º item 1)

40. Usar insígnia diferente ao seu posto ou graduação.(art.10º item 2)

41. Denegrir ou difamar a imagem da Associação intencionalmente.


(art.10º item 3).

42. Depredar o patrimônio da Associação ou utilizá-lo de maneira


imprudente ou negligente.(art.10º item 2)

43. Deixar de apresentar ao comandante imediato ou coordenador no


final de sua licença, férias ou afastamento. (Art. 10º item 2)

62
44. Adulterar, falsificar documentos oficiais em beneficio próprio ou
coletivo. (Art. 10º Item 3)

CAPITULO II – DAS RECOMPENSAS

Artigo 35. Além das outras a serem previstas pela Entidade, constituem
recompensas:
A - Elogio;
B - Cancelamento de punição;
C - Participação em trabalhos particularmente agradáveis.
D - Designação para excursões;

E - Distribuição de prêmios e citações no final de um ano e instrução;


F - Recebimento a cada 02 (dois) anos de Patrulha Mirim e que não
haja sofrido qualquer punição, do certificado Mérito
Mirim de disciplina, que será doada pela Entidade
em solenidade com a tropa formada;
G - Entrega de Certificado de Honra ao Mérito.

§ Único - O Certificado a que se refere a letra G, supra, será oferecido ao


Patrulheiro de ótimo comportamento, ao deixar a
Entidade por motivos de mudança ou ter atingido a
idade limite previstos nos Estatutos.

Artigo 36. A entrega de Certificado de Honra ao Mérito realizará na data de


desligamento do patrulheiro..

Artigo 37. São competentes para concessão de recompensas:


A - O Comandante da Patrulha Mirim e a Diretoria, nos casos das
letras A,C e D do Artigo 35º.
B - A Diretoria, nos casos das letras B, F e G às seguintes do citado
Artigo.

Artigo 38. O Cancelamento da punição de que trata a letra B do Artigo 35º,


só poderá ser feito atendendo aos bons serviços
prestados pelo interessado, comprovados pelos
assentamentos (B.I) ficando a critério do aplicador,
após avaliação do ano curricular, a contar da data
da última pena na conformidade do Artigo 30º.

63
TITULO III

PARTE ADICIONAL

CAPÍTULO I – DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Artigo 39. O Presente Regulamento entrará em vigor na data de sua


aprovação em ata pela Diretoria, e competente
transcrição em livro próprio a título experimental e
pelo prazo de 01 (um) ano, onde o qual, será tido
como aprovado automática e definitivamente, se
nenhuma alteração determinada pela prática, lhe for
introduzida pela diretoria.

Rio Brilhante – MS, Agosto de 2008.

64
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

RUI
REGULAMENTO DE UNIFORMES INTERNO

2008

65
CAPÍTULO I
Das Disposições Gerais
Art. 1º O presente Regulamento contém as prescrições sobre os uniformes da
Associação de Patrulheiros Mirins de Rio Brilhante peças complementares,
insígnias, distintivos e condecorações, regulando sua posse, composição, uso
e descrição geral.
Parágrafo único. Os anexos a este Regulamento tratam da descrição das
peças integrantes dos uniformes e das peças complementares.
Art. 2º O uso correto dos uniformes é fator primordial na boa apresentação
individual e coletiva do patrulheiro, contribuindo para o fortalecimento da
disciplina e do bom conceito da Instituição perante a opinião pública.
Art. 3º Constitui obrigação de todo patrulheiro zelar por seus uniformes, pela
correta apresentação de seus subordinados e dos que lhe são de menor
hierarquia.
Parágrafo único. O zelo e o capricho do patrulheiro com as peças do uniforme
são uma demonstração de respeito e amor à farda que veste e, mais do que
isto externam o seu ânimo profissional e o seu entusiasmo com a carreira de
patrulheiro, sendo importante observar a limpeza, a manutenção do brilho nos
metais, o polimento dos calçados e a apresentação dos vincos verticais nas
peças de fardamento, como é sugerido nas figuras deste Regulamento.
Art. 4º Os uniformes de que trata o presente Regulamento constitui privilégio
absoluto Associação de Patrulheiros Mirins de Rio Brilhante.
§ 1º É expressamente proibido o uso de uniformes e peças complementares
por pessoas não autorizadas.
§ 2º É expressamente proibido o uso, por qualquer pessoa, de peças de
uniformes junto com trajes civis.
Art. 5º É proibido alterar as características dos uniformes, bem como sobrepor,
aos mesmos, peças, insígnias ou distintivos, não previstos neste Regulamento.
Parágrafo único. É admitido o uso de:
I - crachá de identificação, quando exigido pela segurança orgânica, no âmbito
do órgão considerado;
II - telefone celular com capa preta, preso ao cinto, no lado esquerdo, exceto
nos uniformes
F – 3, F – 4 e F – 5 durante formatura e treinamento físico;
Art. 6º Os patrulheiros que comparecerem fardados a solenidades militares e a
atos sociais devem fazê-lo com o mesmo uniforme.
§ 1º A designação do uniforme para solenidades ou atos sociais é da
competência do Coordenador (Presidente), em correspondência, quando for o
caso, com o traje previsto para o civil ou com o uniforme determinado por outra
Força Singular responsável pela solenidade ou ato.
§ 2º Em solenidade interna, cabe ao coordenador (Presidente) fixar o uniforme
da cerimônia, em entendimento com o escalão superior no caso de
participação deste na solenidade.
§ 3º Cabe a Diretoria e Coordenação regular o uso dos uniformes desportivos
não previstos neste Regulamento.
Art. 7º Qualquer modificação de detalhe, alteração de matéria-prima ou criação
de uniforme, bem como, modificação ou extinção de insígnias ou distintivos, só

66
podem ser feitas mediante autorização do presidente da entidade através de
portaria que deverá ser anexada a este regulamento.
Seção l
Dos Uniformes
Art. 8º. A presente Seção trata da classificação, da posse, da composição e do
uso dos uniformes utilizados pelos patrulheiros mirins.
Art. 9º. Os
uniformes
utilizados pelos
patrulheiros são os
seguintes:
F – 5 (Gala);

a) posse obrigatória para Oficial e facultativa para Subtenente e Sargento;


b) composição:
1. quepe azul;
2. túnica azul marinho;
3. camisa cinza;
4. gravata vertical azul;
5. calça azul marinho (Masculino) Feminino: (Saia Azul);
6. cinto de náilon preto com fivela cromada;
7. meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia calça);
8. sapato preto;
c) uso em reuniões, solenidades ou atos sociais quando for exigido traje
passeio completo aos civis;

F – 4 (Passeio);

a) posse obrigatória para Oficial e graduado facultativo para soldados;


b) composição:
1. boina ou quepe azul conforme seja determinado;
2. camisa cinza de manga comprida;
3. gravata azul marinho;
4. calça azul marinho (Masculino) Feminino: (Saia Azul Marinho);
5. cinto de náilon preto com fivela cromada;
6. meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia calça);
7. sapato preto;
c) uso:

67
1. em atividades internas da corporação, desfiles cívicos e prestação de serviço
em empresas conveniadas ou quando determinado;

F – 1 (Serviço)

a) posse:
1. obrigatória para Oficial e praça;
b) composição:
1. boina ou gorro azul;
2. Gandola azul Celeste;
3. camiseta meia-manga branca;
4. calça azul petróleo;
5. cinto de náilon preto com fivela cromada;
6. meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia
Branca);
7. sapato preto;
Acessórios:
- Caderneta;
- Caneta azul (Modelo Bic);
- Fiel Branco;
c) uso em atividades internas da corporação, atividades externas,
apresentações individuais ou coletivas e, quando determinado, em solenidades
e atos sociais em que seja permitido traje esporte aos civis;
F – 2 (Instrução);
a) posse obrigatória para Oficial e Praça;
b) composição:
1. gorro Azul;
2. camiseta meia-manga branca;
3. calça jeans azul;
4. cinto de náilon preto com fivela cromada;
5. Tênis ou sapato preto;
c) uso em instrução, serviço interno e atividades diárias;
F – 3 (Educação Física)

a) posse obrigatória para Oficial e Praça;


b) composição:
1. camiseta regata branca (Masculino) Feminino
(camiseta meia-manga branca);
2. calção para treinamento físico;
3. meia preta;
4. tênis preto;
c) uso:
1. treinamento físico militar;
2. atividades internas da corporação;

Dos Uniformes Especiais


Art. 10º O presente Capítulo trata da classificação, da posse, da composição e
do uso dos uniformes especiais, destinados às atividades funcionais.
68
Art. 11º Os uniformes especiais são classificados da seguinte forma:
I – Uniforme do agente de trânsito;
II - Uniforme do agente de Saúde;
III - Uniforme do Fiscal;
IV - Uniforme da guarda bandeira;
XI - Uniforme de Taifeiro;

Uniforme do Agente de Trânsito ( FT- 4 ).


Composição:
1. Gorro Branco;
2. Gandola azul Celeste;
3. Camiseta meia-manga (Azul);
4. Calça azul petróleo;
5. Cinto de náilon branco com fivela cromada;
6. Meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
7. Sapato ou coturno preto;

Uso em atividades internas da Associação, atividades externas, apresentações


individuais ou coletivas e, quando determinado;
Acessórios:

- Fiel Branco com apito;


- Cinto de guarnição branco;
- Colete refletivo;
- Caneta azul;
- Bloco de anotações.

Uniforme do Agente de Trânsito ( D - 2 T ).


1. Gorro Branco;
2. Camiseta meia-manga Azul;
3. Calça azul petróleo;
4. Cinto de náilon branco com fivela cromada;
5. Meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
6. Sapato ou coturno preto;

Uso em atividades internas da Associação, atividades externas, apresentações


individuais ou coletivas e, quando determinado;
Acessórios:
- Cinto de guarnição branco;
- Colete refletivo;
- Caneta azul;
- Bloco de anotações.

Do Uniforme do Agente de Saúde ( FS - 4 ).


Composição:
1. Bibico Azul ou Boina;
2. Gandola Branca ou Jaleco;
3. Camiseta meia-manga branca;
4. Calça azul petróleo;
5. Cinto de náilon preto com fivela cromada;
69
6. Meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
7. Sapato;
c) uso em atividades internas da Associação, atividades externas,
apresentações individuais ou coletivas e, quando determinado;
Acessórios:
- Fiel Branco;
- Caneta Vermelha;
- Bloco de anotações.
Uniforme do Fiscal;
1. Boina preta;
2. Gandola Azul;
3. Camiseta meia-manga preta;
4. Calça azul petróleo;
5. Cinto de náilon preto com fivela cromada;
6. Meia preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
7. Sapato;
c) Uso em atividades internas da corporação, atividades externas,
apresentações individuais ou coletivas e, quando determinado;
Acessórios:
- Fiel preto;
- Caneta preta;
- Bloco de anotações;
- Braçal Preto.

Uniforme do Fiscal ( D 2 F );
1. Boina preta;
2. Camiseta meia-manga preta;
3. Calça azul petróleo;
4. Cinto de náilon preto com fivela cromada;
5. Meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
6. Sapato;
Uso em atividades internas da corporação, apresentações individuais ou
coletivas e, quando determinado;
Acessórios:

- Caneta preta;
- Bloco de anotações;

Uniforme Guarda Bandeira.


1. Bibico Azul ou Boina;
2. Gandola de manga longa Azul Celeste;
3. camiseta meia-manga branca;
4. calça azul petróleo;
5. cinto de náilon preto com fivela cromada;
6. meia de náilon preta;
70
7. Coturno com cadarço branco;
c) uso em atividades internas da Associação, atividades externas,
apresentações individuais ou coletivas e, quando determinado;
Acessórios:
- Fiel Branco;
- Caneta azul;
- Bloco de anotações;
- Cachecol branco;
- Luva Branca.

Uniforme de Taifeiro:

1. Gorro Azul;
2. Jaleco Branco;
3. camiseta meia-manga branca;
4. calça azul petróleo;
5. cinto de náilon preto com fivela cromada;
6. meia de náilon preta (Masculino) Feminino (Meia Branca);
7. sapato;
c) uso em atividades internas da Associação, atividades de rancho.

Seção II
Dos acessórios
Art. 12º - É considerado como acessório, toda peça sobressalente utilizada no
uniforme.
Art. 13º – Da plaqueta de identificação (Tarjeta):

a) a posse da
plaqueta de identificação é obrigatória para todos os patrulheiros;
b) Aos alunos matriculados no CFSD é obrigatório o uso de crachá de
identificação no uniforme de instrução;

c) o uso da plaqueta de identificação é obrigatório de acordo com as seguintes


prescrições:
1. na pestana do bolso direito, ao centro, tangenciando a segunda costura, das
gandolas dos uniformes F-4, F-1, FS-4 e FT-4 e na altura do peito do lado
direito, acima do distintivo da Escola de Formação no F-4 e da gandola meia-
manga dos uniformes F-1, FT-4 e FS-4 respectivamente;
c) quando determinado, será usada na pestana do bolso superior direito da
túnica do F-5 e em local equivalente de outras peças de fardamento;
Art. 14º – Do Fiel:

a) a posse do fiel é obrigatória em serviço e formatura salvo quando


autorizado a sua não utilização;
b) b) o uso do fiel é obrigatório de acordo com as seguintes prescrições:
1. No ombro o direito, da gandola dos uniformes, F-1, FS-4 e FT-4.
2. Em formaturas e solenidades cívicas;
3. Em serviço de trânsito.
71
Art. 15º – Do Braçal:
a) a posse do braçal é obrigatória aos fiscais salvo quando autorizado a sua
não utilização;
b) o uso do braçal é obrigatório de acordo com as seguintes prescrições:
1. No ombro o direito, da gandola dos uniformes, F-1.
2. Em formaturas e solenidades cívicas;
3. Em serviço ostensivo e de trânsito.

c) É vetado o uso do braçal por patrulheiros não integrantes do Pelotão de


fiscalização.

Art. 16º - Do Cinto de Guarnição:


a) a posse do cinto de guarnição é facultativa aos patrulheiros, salvo quando o
serviço desempenhado necessite de sua utilização;
b) o uso do Cinto de guarnição é regido com as seguintes prescrições:
1 No caso de serviço em que seu uso seja essencial.
2 Em formaturas e solenidades cívicas;
3 Em serviço ostensivo e de trânsito.
c) É vetado o uso cinto de guarnição por patrulheiros fora das situações acima
citados
Seção III
Das Insígnias, Condecorações e Brevês.
Art. 17º - O presente artigo trata das prescrições relativas às insígnias usadas
nos uniformes básicos dos patrulheiros e nos uniformes especiais e nas peças
complementares.
Parágrafo único. Para o uso das insígnias nos uniformes femininos, será
observada a correspondência com as prescrições estabelecidas para os
uniformes masculinos.
Art. 18º- As insígnias em vigor são as seguintes:
I - De Oficial Superior;
II - De Oficial Intermediário e Oficial Subalterno;
III - de Subtenente;
IV - De Sargento;
V - de Cabo;
VI - de Taifeiro.

Art. 19º. A composição, o uso e a descrição das insígnias de Oficial Superior,


Oficial Intermediário e Oficial Subalterno obedecem às seguintes prescrições:

I - composição:

a) Coronel: três estrelas radiadas, em linha;


b) Tenente-Coronel: duas estrelas, radiadas, e uma simples, em linha;
c) Major: uma estrela radiada, e duas simples, em linha;
d) Capitão: três estrelas, simples, em linha;
e) 1º Tenente: duas estrelas, simples, em linha;
f) 2º Tenente: uma estrela, simples;
g) Aspirante-a-Oficial: uma estrela simples vasada;

II - podem ser bordadas ou metálicas;

72
III - as prescrições relativas às insígnias bordadas são as seguintes:
a) Uso: nas ombreiras do uniforme F-5, F-1, FT-4 e FS-4 ;

B) Descrição:

1. Oficial Superior: estrela de cinco pontas, radiada por linha amarelo ouro, com
27 mm de diâmetro, bordada com linha de cor azul marinho e para o F-5
bordada com linha branca;

2. Oficial Intermediário e Oficial Subalterno: estrela de cinco pontas, com 27


mm de diâmetro, bordada com linha de cor azul marinho e para o F-5 bordada
com linha branca;

3. Aspirante-a-Oficial: contorno de uma estrela de cinco pontas, com 27 mm de


diâmetro, bordada com linha de cor azul marinho e para o F-5 bordada com
linha branca;

IV - as prescrições relativas às insígnias metálicas são as seguintes:

a) podem ser em miniatura;

b) as insígnias metálicas em miniatura são usadas na ponta da gola, do lado


esquerdo, da túnica F-5, da camisa cinza manga comprida F-4;

c) Os quadros de serviço em uma única peça, em relevo;

Art. 20º. O uso e a descrição da insígnia de Subtenente obedecem às


seguintes prescrições:

I - descrição geral: um triangulo vazado;


II - pode ser metálica ou bordada;
III - as prescrições relativas à insígnia bordada são as seguintes:

a) é usada nas ombreiras dos uniformes F-5, F-1, FT-4 e FS-4 ;


b) descrição: um losango vazado, na cor azul marinho e para o F-5 bordada
com linha branca;

IV - as prescrições relativas à insígnia metálica são as seguintes:


a) pode ser em miniatura;
b) insígnia metálica em miniatura:

1. as insígnias metálicas em miniatura são usadas na ponta da gola, do lado


esquerdo, da túnica F-5, da camisa cinza manga comprida F-4;

Art. 21º. O uso e a descrição das insígnias de Sargento obedecem às


seguintes prescrições:

a) 1º Sargento: cinco divisas formando dois conjuntos, um superior, de três, e


outro inferior, de duas;
b) 2º Sargento: quatro divisas, formando dois conjuntos, um superior, de três, e
outro inferior de uma;
c) 3º Sargento: três divisas;

I - as insígnias de sargento podem ser bordadas ou metálicas;


73
a) as prescrições relativas às insígnias bordadas são as seguintes:
1. uso: no terço superior de ambas as mangas dos uniformes F-1, FS-4 , FT-4;
Art. 22º – Das Medalhas:
a) a disposição das medalhas, usadas no peito, obedece à seguinte ordem de
precedência:
1. Ordem do Mérito
2. Excepcional Conduta;
3. Bons Serviços;
4. Mérito Intelectual;
5. Mérito Profissional;
6. 3 Anos de Bons Serviços;
7. 4 Anos de Bons Serviços;

b) nos uniformes abertos e com bolso, observam-se as seguintes prescrições:


1. no caso de ser usada fileira única, a parte inferior da fileira deve tangenciar a
parte inferior da pestana do bolso superior esquerdo;
2. havendo mais de uma fileira, a última tem a colocação citada acima (caso de
uma única fileira) e as demais dispõem-se de forma que se tenham sempre as
medalhas dispostas em ordem decrescente de cima para baixo;

Art. 23º Das Barretas:

a) a disposição das barretas obedecerá as seguintes prescrições:


1. a barreta solitária deve ficar centralizada, 2mm acima do bolso superior
esquerdo;
2. o conjunto de duas barretas deve ser colocado de forma semelhante à
barreta solitária;
3. devem ser dispostas em precedência idêntica à estabelecida para as
medalhas;
4. devem ser organizadas em fileiras de três colunas, até Seis barretas;

74
5. quando for o caso, podem ficar superpostas à gola da túnica sem, contudo
sem prendê-la.

Art. 24º Dos Brevês:

a) a disposição dos brevês obedecerá as seguintes prescrições:


1. o Brevê solitário deve ficar centralizado, 5cm acima do bolso superior direito.
2. o conjunto de dois brevês deve ser colocado centralizado, 5cm acima do
bolso superior direito;
3. devem ser dispostos conforme precedência;
4. devem ser organizadas em fileiras de duas colunas, até quatro brevês.
5. quando for o caso, podem ficar superpostas à gola da túnica sem, contudo
sem prendê-la.

Art. 25º Do Distintivo de Braço:

I - Usado pelo patrulheiro qualificado em determinada área ou lotado em


Unidade / Sub Unidade;
II - Compõe-se de uma faixa semicircular com 120mm de comprimento e 30mm
de largura (raio igual a 80mm), bordado;
III - Os distintivos devem ser aplicados na parte superior da manga esquerda
por meio de velcro na cor preta / Branco para o agente de saúde, 10mm abaixo
da costura.
IV – Será tolerado o uso de no Maximo dois distintivos de braço.

Parágrafo único: Em caso de utilização de dois distintivos os mesmos devem


ser espaçados a 10 mm.

Dos Distintivos Vigentes:


- Gabinete da Presidência (Gab Pres)
- Comando Geral; (CGPAM)
- 1º Seção;
- 2º Seção;
- 3º Seção;
- 4º Seção;
- Companhia de Comunicações (Cia Com);
- Pelotão de comando e serviço (Pel C Sv);
- Pelotão Apresentações Especiais (Pelapes)
- Pelotão Informação (Pel Info)

- Companhia Logística (Cia Log);


- Pelotão de Suprimento (Pel Sup);
- Seção de Comando e Apoio Sec Cmdo Ap);
- Pelotão de Manutenção(Pel Mnt).

- Companhia de Trânsito(Cia Tran);


75
- Pelotão de Planejamento Tático(Pel Tat);
- Pelotão de Balizadores (PBLZ);
- Pelotão de Fiscalização de Trânsito (PFT)

- Pelotão Especial Fiscalização (PEF);


- Grupo de Operação Especial (GOE);
- Grupo Segurança (Gp Seg);
- Grupo de Busca e Reconhecimento (Gp B Rec);
- Seção de Ensino (Sec Ens).

- Pelotão de Saúde (Pel Sau);


- Seção de Socorro e resgate;
- Seção de Patrimônio e instrução;
- Seção de serviços e praticas operacional;

Art. 26º Da Bandeira do Município:

I – Utilizada por todos os patrulheiros nos uniformes F-1, FT- 4 e FS - 4;


II - Compõe-se de um retângulo com 6 cm de comprimento e 4 cm de largura,
bordado;
III - Os distintivos devem ser aplicados na parte superior da manga direita por
meio de velcro na cor preta / Branco para o agente de saúde, 20mm abaixo da
costura.

Art. 27º Dos distintivos de Bolso;

I – Utilizado pelos patrulheiros oriundos de escolas, academias de formação e


quadros complementares;
II – Aplicados sobre um suporte de couro corrugado na cor preta, pendurados
ao botão por baixo da pestana do bolso esquerdo da túnica F-5, da camisa
cinza F-4;
III - somente poderá ser usado um distintivo, da ultima unidade de ensino cujo
patrulheiro é egresso de acordo com as seguintes prescrições:

76
a) Sobre o macho do bolso superior direito da túnica do uniforme F-5,
do bolso direito da camisa Cinza do uniforme F-4;
b) Sobre a costura vertical do lado direito, na altura do primeiro botão,
de cima para baixo, da túnica do uniforme F-5 femininos;
IV – Dos distintivos Vigentes:
a) Distintivo de Escola de formação;
b) Distintivo de Academia de Formação;
c) Distintivo de Quadro Complementar de Praças;
d) Distintivo de Quadro Complementar de Oficiais.

Art. 28º Das Plaquetas de Identificação de Cursos:


A +

A +

A +
I – Utilizado pelos patrulheiros em curso em escolas e academias de formação;
II – As mesmas deverão ser utilizadas 5 mm acima do bolso direito;
III – Das plaquetas de Cursos Vigentes:
a) Curso de Formação de Oficiais (Fundo Azul com Letras Brancas);
b) Curso de Formação de Sargentos (Fundo Amarelo com Letras
Pretas);
c) Curso de formação de Cabos (Fundo Vermelho com Letras Brancas).

Art. 29º Dos Brevês:

I - Utilizado pelos patrulheiros concludentes de curso em escolas e academias


de formação em primeiro lugar;
II - Utilizado pelos patrulheiros concludentes de acampamento de instrução
Bivaque I e Bivaque II;
III - Dos brevês de Cursos Vigentes:
- Prêmio Patrulheiro Mirim;
- Brevê de Bivaque I;
- Brevê de Bivaque II.
77
Parágrafo Único: O patrulheiro que obtiver a primeira colocação em mais de um
curso poderá identificá-lo no brevê.

Art. 30 – Do Corte de Cabelo

I – É obrigação de todo patrulheiro mirim zelar por sua apresentação pessoal.


II – O modelo de corte de cabelo para o efetivo masculino é o militar, nos
números Dois do lado e 3 em cima;
III – Para o efetivo feminino o cabelo deverá estar trançado;
IV – Nos Uniformes F-5 e F-4 feminino o penteado a ser utilizado é o coqui;
V – É vetado o uso por parte do patrulheiro de barba, costeleta, topete e tintura;
VI – Os patrulheiros que desrespeitarem as prescrições serão punidos
conforme o regulamento disciplinar.
Art. 31 – Dos Casos Omissos.

Parágrafo 1º - É proibido o uso nos uniformes de patrulha mirim de correntes,


anéis, piercing, pulseiras, tornozelheira, gargantilhas, fones de ouvido de
qualquer natureza, entre outros não descritos neste regulamento.

Parágrafo 2º - Será permitido o uso de aliança, desde que seja comprovado o


compromisso;

Parágrafo 3º - Os casos omissos serão julgados pela Diretoria e Coordenação


conforme o Item V do Art. 20 do Regimento Interno.

78
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

RP
REGULAMENTO DE PROMOÇÕES

2008

79
CAPITULO I

I – DAS FINALIDADES

Art. 2º - O Presente regulamento tem por finalidade regulamentar as


promoções de Patrulheiros (as) Mirins da Associação de Patrulheiros
Mirins de Rio Brilhante, bem como o acesso às graduações e postos
existentes na Patrulha Mirim.

Art. 3º - A promoção é um ato administrativo e tem como finalidade


básica o preenchimento seletivo das vagas pertinentes ao grau
hierárquico superior, com base nos efetivos fixados através de portaria e
vagas existentes.

Art. 4º - O acesso na hierarquia da Patrulha Mirim, fundamentado


principalmente no valor moral, profissional, e do histórico escolar; é,
portanto seletivo, gradual e sucessivo e será feito mediante promoções,
de conformidade com o presente regulamento, e portarias e normas em
vigor.

Art. 5° A fim de permitir acesso gradual e sucessivo, o planejamento


para a carreira dos Oficiais e graduados deve assegurar fluxo regular e
equilibrado, para a carreira dos Patrulheiros (as) Mirins regularmente em
dia com suas obrigações institucionais.
§ 1º - O Planejamento da carreira dos oficiais e das praças é atribuição
do Comandante Geral através da 1º Seção, 3º Seção, e Coordenador
Orientador competente.

CAPITULO II
II - DA HIERARQUIA

Art. 6º - Hierarquia é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes,


dentro da estrutura da Patrulha Mirim. A ordenação se faz por postos ou
graduações; dentro de um mesmo posto ou graduação se faz pela
antiguidade no posto ou na graduação. O respeito à hierarquia
consubstanciado no espírito de acatamento à seqüência de autoridade.
§ 1º - Posto é o grau hierárquico do Oficial, conferido por ato
administrativo da Diretoria da APMRB, ou do Presidente da instituição.
§ 2º - Graduação é o grau hierárquico da praça, conferido pelo
Comandante Geral e Diretoria, ou autoridade competente.
Art. 7º - A Hierarquia entre os Patrulheiros (as), através de postos ou
graduações, visa dar responsabilidade aos adolescentes através de
funções dentro da instituição e promover o seu desenvolvimento pessoal
e intelectual.

80
Art. 8º - Os patentes existentes na APMRB, são como segue tendo
precedência uns para com os outros respectivamente;
Oficiais Superiores: Coronel, Tenente Coronel, Major.
Oficial Intermediário: Capitão;
Oficiais Subalternos: 1º Tenente e 2º Tenente;
Praça Especial: Aspirante-a-Oficial;
Praças: Sub Tenente, 1º Sargento, 2º Sargento, 3º Sargento, Cabo,
Soldado.
CAPÍTULO III
III - DOS IMPEDIMENTOS

Art. 9º - A Diretoria, Comandante Geral, ou Coordenador responsável


ficam impedidos de realizar promoções de Patrulheiros (as) que não
satisfaçam as seguintes exigências:
Parágrafo Primeiro: Todas as exigências deverão ser observadas sob
pena de nulidade das promoções realizadas.
a) – Classificação no mínimo no comportamento “Bom”;
b) - Aproveitamento em curso de habilitação ao desempenho dos cargos
próprios da graduação, ou do Oficialato;
c) – Não estar respondendo SIPM, até a data da promoção;
d) – Não ter sofrido punição de natureza; Média ou Grave, nos últimos 02
(dois ) meses de serviço ativo;
e) – Não estar de licença, ou licença especial, nem dela ter se
apresentado em menos de 02 (dois) meses.
f) – Não estar em Curso de Formação ministrado pelo Departamento de
Ensino, ou órgão competente;
g) – Ter sido reprovado em ano letivo escolar anterior
ÚNICO: Até a data da promoção apresente as últimas notas escolares.

CAPITULO IV
IV - DA CONDIÇÃO
Art. 10º - Condição é o conjunto de requisitos essenciais, ou exigências
para o Patrulheiro (a) Mirim, estar apto a ser promovido.
Art. 11º - Em cada posto, ou graduação é necessário que o Patrulheiro
(a) satisfaça os seguintes requisitos essenciais:
§ 1º Interstício é o período mínimo de serviço em cada posto,
necessário para que o oficial, ou graduado adquira os conhecimentos e a
experiência desejáveis para o desempenho das funções e dos cargos na
Patrulha Mirim, este período compreende o de 02 meses.
§ 2º Conceito moral é o requisito essencial que resulta da avaliação
do caráter, e de sua conduta disciplinar, à luz das obrigações e deveres
do Patrulheiro (a) Mirim e como cidadão de bem.

81
§ 3º Freqüência, tenha presença satisfatória em escalas de
serviços, formaturas, eventos de lazer, cultura, esporte; e
comparecimento espontâneo na Associação.
§ 4º Apresentação pessoal e do Uniforme em conformidade com os
padrões estabelecidos pelo RUI – Regulamento de Uniformes Internos.

V - DOS CRITÉRIOS DE PROMOÇÃO


SEÇÃO I

Art. 12° As promoções são efetuadas pelos critérios de:


I - Antigüidade;
II – Merecimento;
III – Tempo de Serviço Ativo;
IV – Conclusão de Curso de Formação;
V – Extrema necessidade do serviço;
VI – Preterição.
Art. 13º - ANTIGUIDADE: é aquela destinada aos Patrulheiros (as) que
na sua graduação ou posto, à estiver ocupando a mais tempo do que os
seus pares, e contar com no mínimo 02 (dois) meses na respectiva
graduação ou posto.
Art. 14° - A promoção por Antigüidade baseia-se na precedência
hierárquica de um graduado ou oficial sobre os demais pares.
Parágrafo Primeiro: A antiguidade em cada posto ou graduação é
contatada a partir da data de assinatura do ato da respectiva promoção,
nomeação, declaração ou incorporação.
Parágrafo Segundo: No caso do parágrafo anterior, havendo empate, a
antiguidade será estabelecida:

a) Pela antiguidade no posto ou graduação anterior;


b) Merecimento Intelectual resultante da Academia para Oficiais e
número de matrícula para praças.
c) O de mais idade.

Art. 15º - MERECIMENTO: é aquela destinada aos Patrulheiros (as) que


no desempenho do seu cargo ou função, esteja em dia com suas
obrigações de patrulheiro (a) mirim, tendo assim notável destaque em
relação aos pares.
Art. 16° - A promoção por merecimento baseia-se no conjunto de
qualidades e atributos que distinguem o graduado ou oficial entre seus
pares e que, uma vez valorizado em documentos hábeis, passa a
traduzir sua capacidade de ascender hierarquicamente.
Art. 17º - TEMPO DE SERVIÇO: é computado durante toda a carreira do
Patrulheiro (a), é tenha no mínimo 01 (um) ano, de bons serviços
prestados a APMRB, contato da data de incorporação.

82
Parágrafo Primeiro: - Só poderá ser promovido por este critério o
Patrulheiro (a) que esteja nos últimos 03 (meses) até da data de
completar 18 (anos) de idade.
Parágrafo Segundo - O Patrulheiro (a) Mirim poderá protocolar ofício de
solicitação, na 3º Seção, ou Comando Geral, dentro do prazo
estabelecido no parágrafo primeiro.
Parágrafo Terceiro: A promoção de que trata este caput é uma forma da
Diretoria e Comando Geral da Entidade, mostrar sua gratidão ao
Patrulheiro (a) Mirim que durante todo o seu tempo de serviço ativo,
contribuiu para o desenvolvimento da entidade e desempenhou
relevantes serviços.
Parágrafo Quarto: A promoção por tempo de serviço, independe do
número de vagas existentes para ser realizados, uma vez satisfeitos os
requisitos necessários.
Art. 18º - POR CONCLUSÃO DE CURSO DE FORMAÇÃO: os
patrulheiros (as) egressos da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças ou Academia de Formação de Oficiais, que concluírem curso de
formação reconhecido pela Associação de Patrulheiros Mirins de Rio
Brilhante conforme segue:
Parágrafo Primeiro: Os concludentes do CFC – Curso de Formação de
Cabos, serão promovidos a graduação de Cabo Mirim.
Parágrafo Segundo: Os concludentes do CFS – Curso de Formação de
Sargentos serão promovidos a graduação de 3º Sargento Mirim.
Parágrafo Terceiro: Os concludentes do CFO – Curso de Formação de
Oficiais, serão declarados Aspirante-a-Oficial.
Parágrafo Quarto: A promoção do Aspirante-a-Oficial Mirim, ao primeiro
posto, bem como o estágio é regulada pelo Regulamento do Estágio
Complementar de Instrução – ECI.
Art. 19º - Extrema Necessidade de Serviço: é a promoção feita em
caráter de urgência, com objetivo de suprir necessidade da Associação,
de pessoal apto à realizar uma função especifica.
Parágrafo Primeiro: A Presente promoção deve obedecer a intervalo
mínimo de 10 (dez) dias, e deve ser devidamente comprovada e
declarada, através de Portaria.
Parágrafo Segundo: É considerada extrema necessidade do serviço:
a) – Falta de Oficial ou Graduado em posto adequado para a função
onde se apresenta a vaga.
b) – Incapacidade dos Oficiais ou Graduados existentes para o exercício
da função, em virtude de desvio de conduta ou falta de habilidade
técnico-profissional.
c) – Vaga resultante de designação do Oficial ou Graduado ocupante da
outra função.

83
VI - DAS PROMOÇÕES POR CURSO DE APERFEÇOAMENTO
SEÇÃO II
Art. 20º - Os Patrulheiros (as) Mirins, concludentes de Cursos de
Aperfeiçoamento, estarão em condições de serem promovidos de acordo
com o disposto neste regulamento, caso haja vaga não cabe a Diretoria
da APMRB, obrigatoriedade de promoção a final do Curso.
Art. 21º - Os 2º Sargentos Mirins, possuidores do CAS – Curso de
Aperfeiçoamento de Sargentos, estarão aptos a serem promovidos a
graduação de 1º Sargento Mirim.
Art. 22º - O Capitão Mirim, possuidor do CAO – Curso de
Aperfeiçoamento de Oficiais, estará apto a ser promovido ao posto de
Major Mirim.
Art. 23 – Para a promoção do ocupante do posto de Tenente Coronel
Mirim, ao posto de Coronel é necessário os seguintes requisitos:
a) Teste de Conhecimentos específicos;
b) Estar no mínimo no 2º Ano do ensino médio;
c) Apresentar no mínimo de 03 certificados de cursos realizados.
VII – DAS PROMOÇÕES POR PRETERIÇÃO
SEÇÃO III
Art. 24 - A promoção em ressarcimento de preterição é realizada após
ser reconhecido, ao graduado ou Oficial preterido, o direito à promoção
que lhe caberia, como se houvesse sido promovido, na época devida.
Parágrafo Primeiro: A promoção deverá ser feita através de portaria
com data retroativa.
Parágrafo Segundo: A promoção por preterição é extraordinária e
independem de vagas.
Art. 25 – O Oficial ou Graduado Mirim, que se julgar prejudicado em seu
Direito à promoção, deverá protocolar recurso junto 3 Seção.

Parágrafo Primeiro: A promoção prevista no caput deste artigo é


efetuada, após analise do Recurso fundamentado, sendo o graduado ou
oficial colocado na escala hierárquica como se houvesse sido promovido,
na época devida, pelo princípio em que ora é feita a sua promoção.
Parágrafo Segundo: A promoção em ressarcimento de preterição
deverá conter:
§ 1° Na informação sobre o requerente, documento anexo ao
requerimento do recorrente, deve constar a data do Boletim Interno que
publicou o recebimento do documento oficial que transcreveu o ato que o
interessado julga prejudicá-lo.

Art. 26 - O graduado é ressarcido da preterição, desde que comprovado


o seu direito à promoção, quando:
I - tiver solução favorável a recurso interposto;
II – for considerado justo os argumentos apresentado no recurso;

84
III - for absolvido, ou tiver SIPM, arquivada;
IV – Comprovar o seu merecimento.
CAPITULO V
VIII - DA CARREIRA DA PRAÇA
Art. 27 – A Carreira do patrulheiro Mirim, é estabelecida observando o
nível de conhecimento e conduta e é pautada pelo limite imposto na qual
foi iniciado.
Art. 28 – Os patrulheiros (as) mirins na graduação de Cabo Mirim,
promovidos por merecimento poderão galgar até a graduação de 2º
Sargento.
Parágrafo Único: Ao alcançar a graduação de 3º Sargento o mesmo
passa a fazer parte do Quadro Complementar de Sargentos (QCS).
Art. 29 – Os patrulheiros (as) mirins na graduação de Cabo, egressos do
Curso de Formação de Cabos, poderão galgar até o posto de Sub
Tenente Mirim.
Parágrafo Único: Ao alcançar o posto de 3º Sargento, o mesmo passa a
fazer parte do Quadro Auxiliar de Sargentos (QAS).
Art. 30 – Os patrulheiros (as) mirins na graduação de 3º Sargento,
egressos do Curso de Formação de Sargentos poderão chegar até o
posto de Capitão.
Parágrafo Primeiro: Ao atingir a graduação de 2º Sargento, torna-se
obrigatório a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos –
CAS para ascensão, profissional.
Parágrafo Segundo: Ao atingir o posto de 2º Tenente, o patrulheiro (a)
mirim, passa a integrar o quadro de oficiais administrativos.
CAPITULO - VI
IX - DA CARREIRA DO OFICIAL
Art. 31 – Os alunos (as) declarados Aspirantes-a-Oficial Mirins, estão sob a
legislação do ECI – Regulamento do Estágio Complementar de Instrução.
Art. 32 – Os Aspirantes-a-Oficial Mirins, aplica-se a esse disposto, apenas o
que lhe forem pertinente.
Art. 33 - Os alunos declarados Aspirantes-a-Oficial ou nomeados oficiais no ato
de conclusão dos respectivos cursos de formação constituem, na ordem do
merecimento intelectual, obtido em suas qualificações profissionais, seus
Quadros ou Serviços, uma turma de formação de oficiais.

§ 1º O oficial ou aspirante-a-oficial que, na turma de formação respectiva, for o


último classificado, assinala o fim de turma.

§ 2º O oficial que ultrapassar hierarquicamente um de outra turma passará a


pertencer à turma do ultrapassado.

§ 3º O deslocamento do último componente de uma turma de formação por


melhoria ou perda de suas posições hierárquicas, decorrentes de causas
legais, acarretará, para o oficial que o anteceda imediatamente na turma, a
ocupação do fim da turma.

85
Art. 34 – O Posto de 2º Tenente Mirim constitui o primeiro posto da carreira do
oficial.

Art. 35 – Ao atingir o posto de Capitão, o oficial deverá possuir o CAO – Curso


de Aperfeiçoamento de Oficiais, conforme portaria 136/2004 de 06/12/2004,
como requisito básico à promoção de Major Mirim.

Parágrafo Primeiro: O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais o habilitará a


exercer funções de comando e estado maior e demais funções inerentes as
funções de oficiais superiores.

Parágrafo Segundo: Os possuidores do CAO poderão galgar o posto de


Coronel Mirim, patente máxima dentro da hierarquia da Patrulha Mirim.

Parágrafo Terceiro: Os Tenentes Coronéis Mirins, poderão realizar o Curso de


Extensão em Comando e Planejamento Estratégico, e os seus possuidores
terão privilegio para as vagas existentes ao posto de Coronel Mirim.

Art. 36 – O cargo de Comandante Geral Mirim, é exclusivo, e de livre escolha


do Presidente da Associação de Patrulheiros Mirins de Rio Brilhante, e constitui
na sua ordem um grau hierárquico sendo o seu ocupante, possuidor de
precedência sobre os demais pares.

CAPITULO – VII

X – DA COMISSÃO DE PROMOÇÃO E AVALIAÇÃO

Art. 37 – A Comissão de Promoção e Avaliação, utilizando-se da presente


prescrição regulamentar tem por objetivo:

a – Realizar a Avaliação dos Patrulheiros (as), constantes na lista de


promoção;
b – Deliberar sobre recursos apresentados por Patrulheiros (as) Mirins;
c – Conferir se todas as promoções estão de acordo com o presente
regulamento;
d – Emitir relatório com pareceres favoráveis a serem homologados pela
Presidência;
e – Realizarem julgamento de matérias encaminhadas pelo Presidente.

Art. 38 – O Relatório elaborado pela CPA, será enviado ao Presidente da


APMRB, que homologará o seu resultado.

Art. 39 – Os Membros da Comissão de Promoção e Avaliação serão


nomeados através de Portaria do Gabinete da Presidência.

Parágrafo Primeiro: A CPA – Comissão de Promoção e Avaliação será criada


para tarefa específica ou de caráter permanente.

Art. 40 – As decisões da CPA – Comissão de Promoção e Avaliação, caberão


recurso ao Gabinete da Presidência como última instância, devendo a mesma
estar devidamente protocolada na 3º Seção da Patrulha Mirim.

Art. 41 – Os relatórios emitidos através de plenária, da CPA – Comissão de


Promoção e Avaliação, não constitui se obrigatoriedade para promoções de
Patrulheiros Mirins, caso a mesma não seja convocada para esse fim.
86
CAPITULO – IIX
XI – DAS PRESCRIÇÕES

Art. 42 – É o esgotamento de prazo concedido por força deste


regulamento ou perda da ação atribuída ao direito de ressarcimento de
promoção, que fica desprotegido, em função do não uso dela durante o
prazo estabelecido (caducidade, decadência).

Parágrafo Primeiro: Após os prazos estabelecidos nestes capitulo


presume-se a desistência de verificação ao direito de promoção.

Art. 43 – prescreve em:

a – 30 (trinta) dias as promoções por ressarcimento de preteritação,


contados a partir da data em que a promoção deveria acontecer;
b – 03 (três) meses, para alunos (as) reprovados em Cursos de
Formação, comprovarem erroneidade ou dolo;
c – 10 (Dez) dias finais, antes da data de completar 18 (Dezoito) anos de
idade, para requerer promoção por tempo de serviço;
d – 06 (Seis) meses para qualquer caso que tenha sido identificado, e
requerido através de recurso, não constantes nas alineas A, B, C deste
caput.

Parágrafo Primeiro: Após os 06 (Seis) meses constantes na Alínea “D” do


artigo 43, será considerado Direito Adquirido.

Art. 44 – Os Critérios de Merecimento e Antiguidade serão considerados


neste capitulo, ressarcimento de preteritação, e obedecem ao disposto no
caput. 43 Alínea

CAPITULO IX

XII – DAS VAGAS

Art. 45º - A fim de manter a renovação, o equilíbrio e a regularidade de acesso


nos diferentes postos e graduações, haverá bimestralmente e obrigatoriamente
um número fixado de vagas à promoção para conhecimento de todos (as)
Patrulheiros (as) em condições de concorre-las.
Art. 46º - O Planejamento das vagas existentes é atribuição do Comandante
Geral Mirim, com a assessoria da 1º Seção, 3º Seção, com o devido
acompanhamento da Diretoria Executiva.
Art. 47º - As promoções podem ser feitas em qualquer proporção, e quantidade
imediatamente inferior à daquelas já ocupadas no momento da promoção, não
podendo ser exatamente iguais, ou ultrapassar ao número ocupado no
momento.
Art. 48 – Deverá ser considerada como equação, para contagem de vagas em
aberto, a necessidade da APMRB de Patrulheiros naqueles postos ou
graduações.
Art. 49º - As frações que resultarem, das proporções já aplicadas para efeito
de promoção, terão preferência nas próximas vagas abertas.

87
Art. 50º – As vagas são consideradas abertas quando o que ocuparem postos
imediatamente superior, o daquele que concorre às vagas se encontrarem nos
seguintes casos:
I – na data de assinatura de promoção;
II – Licença ou Licença Especial;
III – Inativo;
IV – Suspenso ou impedido;
V – Baixo rendimento, ou incapacidade de liderança;
VI – Baixa;
VII – Exclusão a bem da disciplina.
Art. 51 – O Patrulheiro (a) Mirim, que se encontrar de Férias (CLT), não será
considerado, como vaga em aberto.

CAPITULO – X

XIII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 52 – Todas as promoções realizadas não observadas as presentes


prescrições regulamentares serão consideradas nulas.

Art. 53 – É dever do Comandante Geral Mirim, manter em dia a relação do


pessoal existente a fim de realizar consultas de; quantidade de efetivo, conduta
para as promoções.

Art. 54 – O Comandante Geral Mirim, poderá fazer as recomendações de


promoções de Patrulheiros (as) Mirins, que julgar pertinente ao disposto neste
regulamento.

Art. 55 – É dever da Diretoria da APMRB, deferir ou indeferir os


encaminhamentos do Comando Geral Mirim, justificando sua decisão.

CAPITULO – XI

XIV – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 56 – A Diretoria da Associação de Patrulheiros Mirins de Rio Brilhante,


obedecidas às prescrições deste Regulamento, poderá baixar normas
complementares, que venha a satisfazer as necessidades de sua execução, ou
que forem omissas ao presente regulamento.

Art. 57 - Os Casos omissos a este regulamento, serão resolvidos pela


Comissão de Promoção e Avaliação – CPA.

Art. 58 – É ultima instância para solução de controvérsias a este regulamento o


Presidente da Associação de Patrulheiros Mirins de Rio Brilhante.

Art. 59 – Este regulamento de promoções só poderá ser alterado, parcialmente


ou totalmente, em 01 (ano) após a sua publicação.

Parágrafo Único: Também poderá ser alterado sempre nos meses de


Dezembro de cada ano, independente de seu aniversário.

88
Art. 60 – Este regulamento, entrará em vigor na data de sua publicação.

Agosto de 2008.

Maria de Lourdes Nunes Pimentel Borges Silveira


Presidenta

89
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
ASSOCIAÇÃO DE PATRULHEIROS MIRINS
RIO BRILHANTE

HINOS E CANÇÕES

Hino Nacional
90
Composição: Poema: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

Parte 1

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas


De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade


Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido


De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,


És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,


Pátria amada,
Brasil!

Parte 2

Deitado eternamente em berço esplêndido,


Ao som do mar e à luz do céu profundo,
91
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida


Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo


O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,


Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,


Pátria amada,
Brasil!

Hino Mato Grosso do Sul

92
Composição: Jorge Antonio Siufi e Otávio Gonçalves
Gomes

Os celeiros de farturas,
Sob um céu de puro azul,
Reforçaram em Mato Grosso do Sul
Uma gente audaz.
Tuas matas e teus campos,
O esplendor do Pantanal,
E teus rios são tão ricos
Que não há igual.
A pujança e a grandeza
de fertilidades mil, ..... Estribilho
São o orgulho e a certeza
Do futuro do Brasil.
Moldurados pelas serras,
Campos grandes: Vacaria,
Rememoram desbravadores,
Heróis, tanta galhardia!
Vespasiano, Camisão
E o tenente Antonio João,
Guaicurus, Ricardo Frando,
Glória e tradição!
A pujança e a grandeza
De fertilidades mil, ..... Estribilho
São o orgulho e a certeza
Do futuro do Brasil.

Canção do Expedicionário

93
Composição: Guilherme de Almeida

94
Capítulo 2 Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,


Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,


Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
95
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,


Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte


Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Por mais terras que eu percorra,


Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
96
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Canção Fibra de Herói

97
Composição: Poema: Teófilo de Barros Filho

Se a Pátria querida for envolvida


Pelo inimigo, na paz ou na guerra
Defende a terra
Contra o perigo

Com ânimo forte se for preciso


Enfrento a morte
Afronta se lava com fibra de herói
De gente brava

Bandeira do Brasil
Ninguém te manchará
Teu povo varonil
Isso não consentirá

Bandeira idolatrada
Altiva a tremular
Onde a liberdade
É mais uma estrela
A brilhar

CANÇÕES

-01-
98
Faço parte de uma tropa, que tem fibra e moral, disciplina elevada, tropa
operacional.

-02-

Cães de guerra preparar, preparar para saltar salto livre comandar e na


selva se infiltrar.
Você pode até tentar, tentar me capturar, mas no caminho vou deixar
brinquedinhos pra você, estacas pange vou armar pra você se arrebentar,
e gargalhadas eu vou dar HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ.

-03-

Lá em casa é diferente você pode ir lá pra ver,


Meu cachorro é comando o meu gato é PQD,

Lá em casa é diferente você pode ir lá provar,


O meu pai dorme em sentido,
Minha mãe em descansar,
No quintal de minha casa não se varre com vassoura, varre com ponta de
sabre e rajada de metralhadora.
A alvorada lá de casa na precisa de corneteiro minha irmã pega o petardo
e estoura no banheiro.

-04-
Bicho danado para encher o nosso saco,
É o cabo, é o cabo.
Bicho danado pra gostar de acampamento,
É o sargento, é o sargento.
Bicho danado pra tirar o couro da gente,
É o tenente, é o tenente.
Bicho danado pra gostar de punição,
É o capitão, é o capitão.
Bicho danado pra gostar do quartel,
É o coronel, é o coronel.
Bicho danado que o maioral,
É o General, é o general.

-05-

Fraco é a vovozinha a turma aqui é pra valer,


a gente corre o dia inteiro e não se cansa de correr.

-06-

Já passei por muito charco, poça d’água e lamaçal, mas a minha


companhia é muito operacional.

-07-

99
Eu conheço uma mulher que tem um metro de altura, pesa 120 quilos não
tem carne só gordura, nunca vi coisa mais feia do que essa criatura, já
ganhou 200 prêmios em concurso de feiúra.

-08-

Eu vou correndo, vou correndo vou enchendo meu pulmão o coração bate
contente diz que é bom, diz que é bom.

-09-
Eu tenho uma mania que já é uma tradição de nunca desistir, de não cair
ao chão
O que faço pouca gente quer fazer a fome, o frio é grande e o sono é pra
valer.
Uniforme azulado, pouca água no cantil
A mochila bem pesada louva alto meu Brasil.

-10-

Eu queria estar agora lá na mesa de um barzinho tomando uma coca-cola


e um sorvete geladinho.
Mas como tudo nesta vida é pra dar força e moral faço essa corridinha,
que engrandece o combatente.

-11-

Tomara que chova uma chuva bem fininha, e molhe a cama dela ela
passe para minha, tomara que chova amanhã o dia inteiro, e molhe o meu
sogro aquele velho cachaceiro, tomara que chova uma chuva bem gelada
e molhe a minha sogra aquela velha desgraçada.

-12-

Sai urubu sai de cima do telhado, quem mexe com mirim tem que ter
muito cuidado.

-13-

Se voce pensa que é esperto largatixa é muito


mais ela sobe na parede coisa que voce não faz.

-14-

Corridinha mixuruca que não dá nem pra cansar,


Se eu for nesse passinho volta ao mundo eu vou dar, vou até o amazonas
vou trazer ela de lá vou aprender a dança da chuva vou ensinar índio a
ralar.

-15-
100
Ordem unida é bom de se treinar marchar o dia todo até padronizar
sentido e descansar vocês vão executar e se não padronizar flexão vamos
pagar.

-16-

Carro forte é pra andar gasolina é pra queimar no curso de formação eu


vou ralar para um bom soldado me tornar.

-17-

Olha só quem vai passando com moral e vibração é o corpo de alunos o


melhor na ralação.

-18-

Olé mulher rendeira olé mulher renda,


Tu me ensina a fazer renda, que eu te ensino a ralar a noite é minha
amiga a lua minha companheira nesse solo que tu pisa eu patrulhei a
noite inteira.

-19-

1,2,3,4 Ser mirim é um barato.


4,3,2,1 Mas não é pra qualquer um.

-20-

Tem ágüem cansado aí?


Não senhor aqui não tem cansaço nem tão pouca podridão aqui só tem
soldados do curso de formação.

-21-

Fui convidado pro uma festa de pára-quedista o MS que me convidou, lá

tinha até equipe precursora, salto enganchado foi o que mais rolou, a luz

vermelha apaga num segundo e a luz verde é só emoção.

-22-

Quando vim para o quartel não tinha disposição era mole que nem geléia
e não tinha vibração. E na patrulha incorporei e um bom soldado me
tornei.
-23-

Pare para ver, pare para olhar, pare para ver a patrulha passar, ela é
tropa de elite, ela bota pra quebrar, para quebrar.
101
-24-

Fraco é a vovozinha a turma aqui é pra valer a gente corre o dia inteiro e
não se cansa de correr.
-25-

Mariazinha bonitinha, filha do doutor Joaquim não namora mocorongo só


patrulheiro mirim.

-26-

Romeu cadê sua Julieta esta ali é só olhar para direita.

-27-

Deita e rola e deixa rolar soldado sem poeira é transgressão disciplinar.

-28-

Se vocês pensam que é brincadeira quando falamos o que passamos,


mas só estamos nessa carcaça pra saber o que serei, serei um soldado
aldas.

-29-

Você tem que conhecer a companhia,


Você tem que conhecer o pelotão.
Você tem que carregar pedra pesada com essa cabeça raspada para
deixar de ser babão.

-30-

A Companhia no terreno vai lançar tropa de soldado pra missão não


charfundar.
A companhia no terreno já lançou tropa de soldado a missão não
charfundou.
-31-

Hoje eu acordei com vontade de correr.

Por isso eu vou pra rua pra correr até morrer.


Hoje eu acordei com a vontade de ralar.
Por isso eu vou pra rua pra correr e me sujar.

-32-

Senti um dia em meu coração uma estranha e forte emoção de ir a luta e


cumprir minha missão. E lá do alto todos vão dizer a companhia me
orgulho de você.

-33-

102
Será que você gostou da gandola que eu comprei, parece de combate,
mas foi na vert que eu comprei. Pra combinar com minha boina azul e no
e no peito o brêve.

-34-

Hei você o que esta olhando!


Não se assuste é a Companhia que esta passando.
Ela é tropa de Elite ela bota pra quebrar.

-35-

Quando era pequeno minha mãe dizia.


Meu filho você vai pra melhor Companhia.
Agora que cresci mamãe tinha razão sou intendente de alma e coração.
-36-

A tropa avança enquanto o bicho berra, é deus no céu soldado aqui na


terra.
-37-

O radio não quer funcionar...


A Cia Com não vai chegar lá!
O PEF quer cumprir missão...
Mas sem equipamento ele não vai não!
O Pel Sau tem que socorrer...
Mas sem medicamento não a muito que fazer!
A Cia Tran tem que balizar...
Mas a lanterna não quer funcionar!
Então, então a Cia Log é a solução.

-38-

Eu vou lá eu vou lá, vou buscar maracujá eu fui lá e já voltei e maracujá


não encontrei.
-39-

Hei voe que esta me olhando eu não gosto de você se continuar me


olhando vou ai pegar você.

-40-

Onça pintada quem foi que te pintou?


Foi um soldado louco, louco como eu sou!
Onça pintada que tanto me orgulha, tu és estandarte da minha patrulha.
-41-

Olha a onça dele no chapéu, olha que essa onça é o seu troféu.
Olha que essa onça não é fácil de se tem se rala e se sofre pra valer.
-42-

103
Quebra, quebra guariroba!
Quero ver quebrar.
Quebra lá que eu quebro cá!
Quero ver quebrar.
Essa noite não dormi só pensando em ti!
Vou para de te amar pra poder dormi.

-43-

Sou Cia Log e me orgulho disso!!!


Não vim pra patrulha pra testar o meu radinho...
E nem buscar guerreiro no meio do atoleiro...
Não vim pra patrulha pra mexer com o Band Aid...
Sou o guerreiro que apóia a missão...
Sou Cia Log a melhor da Guarnição!!!
-44-
Quando o frio for intenso...
Ou calor for de rachar...
Não se esqueça um só momento que seu lema é apoiar.

-45-
Minha mãe me bateria... Se eu fosse de outra Cia.
Seria uma perdição... Pertencer ao pelotão.
Pura acoaxambração... Ser de fiscalização.
Pois eu sou da Cia Log a melhor da guarnição.

-46-
Quando era pequeno minha mãe dizia...
Meu filho você vai pra melhor Cia.
Agora que cresci... mamãe tinha razão...
Sou Cia Log de alma e coração.

-47-
Muro de concreto não vou te derrubar...
Pois sou intendente e o portão eu vou usar.

-48-
treme terra, treme terra...
treme terra quando eu passo...
por que sou da Cia Log sou guerreiro sou aço!!!

-49-

Ual!!!!!!! Mas que legal!!!!!!!!!!!


A Cia Log é tropa operacional.

-50-

Se da Cia Log querem ser...


Ouçam bem o que eu vou dizer!!!
Ousar, lutar, querem e vencer!!!
Nosso lema há de ser.

104
-51-

quando o frio for intenso!!!


Ou calor for de rachar!!!
Não se esqueça um só momento
Que seu lema é apoiar.
-52-

menininha bonitinha que trabalha lá no centro...


não da bola pro soldado...
Só da bola pro sargento...
Menininha bonitinha do dentinho cariado não da bola pro tenente só da
bola pra soldado!!!
-53-

não sou do PEF


nem tão pouco do Pel Sau.
Sou Cia Log que tem muito mais moral.

-54-

E quem é que vem chegando e mais parece um furacão.


É a Cia Log a melhor da guarnição.

-54-
Coca cola pro tenente
e pro sargento guaraná
pro aluno que é bisonho
água quente e olhe lá.

-55-

Que barulho é esse que parece um furacão...


é a Cia Log entrando em ação!!!
Prevendo e provendo em qualquer situação.

-56-

How sai da frente! How sai da frente!


Que a Cia Log quem passar
Se você não sair da frente esmagado vai ficar!!!

-57-

hei patrulheiro qual é sua missão?


Estoca, controla a distribuição...
Não pergunte do que somos capazes de-nos a missão!!!

-58-

Atenção, atenção sentinelas do portão!!!


Vem chegando, vem chegando!!!
105
A melhor da guarnição!!!
É a Cia Log que tem fibra e moral disciplina elevada muito.
-59-

Tem gente que critica por que não sabe fazer!!!


Tem gente que admira e para até pra ver!!!
Pra você que me critica vem fazer o que eu faço!!!
No meio do caminho vai cair pelo cansaço!!!
Pra você que me admira e pra até pra ver!!!
Eu dou meu obrigado e exibo meu brevê!!!

-60-
O diabo disse que a terra era um mel...
Ele não veio mas mandou o coronel.
O diabo disse que a terra era um pão...
Ele não veio mas mandou o capitão.
O diabo disse que a terra era quente...
Ele não veio mas mandou o tenente.
O diabo disse que a terra era um tormento...
Ele não veio mas mandou o sargento.
O diabo disse que a terra é do diabo...
Ele não veio mas mandou o cabo.
O diabo disse que a terra não é sua...
Ela é do soldado e da sua patrulha!!!!
-61-

Um dia o intendente ouviu do boina preta!!!


A sua alteração vai pra minha caderneta...
Ai foi muito soco porrada e ponta pé...
Aí o boina preta viu quem ele é...
1, 2... Suprir!!!
3, 4 ... Transportar!!!
-62-

Da aonde você é, e da Cia Log ?


R: Não , Não senhor , não senhor , não senhor.
Da aonde você é, e da Cia Com?
R: Não , Não senhor , não senhor, não senhor.
Da aonde você é, e da Cia Tran?
R: Não , Não senhor , não senhor, não senhor.
Da aonde você é, e da PEF ?
R: Não , Não senhor , não senhor, não senhor.
Da aonde você é, e da PSAU?
R: Não , Não senhor , não senhor, não senhor.
Da aonde você é, e da PelAmb?
R: Não , Não senhor , não senhor, não senhor.
Da aonde você é, e da Guarda Bandeira?
R: Sim , sim senhor, sim senhor.
Aqui não tem cansaço nem tão poca podridão , aqui só tem a Guarda a
melhor da Corporação.

-63-

Ordem Unida não e pra qualquer um de 100 só sobra de 10 e de 10 só


sobra 1.
106
-62-

Guarda bandeira qual e sua missão ?


R: marcha o dia inteiro e paga flexão.
Guarda Bandeira o que q você faz ?
R: Eu fasso coisa que ninguém mas faz.
Guarda Bandeira que tanto me orgulha.
Tues a força de minha bravura.
Guarda bandeira de fibra e moral.
R: tropa operacional.

-63-
Rabada de jacaré
Não como frito não
Sou querreiro do amazonas e só como escorpião
Não cozinho em panela coisa
De Mauriçao.

-64-

O Brasil lanço um mício.


Cuba também que lança.
Cuba lança, Cuba lança.
Cuba lança sem parar.

-65-
Se pra ir lá e pra representar.
chama qualquer um que ele vai tentar fazer.
Mas, se e pra ir la e pra regaçar.
chama a guarda que ela bota pra quebrar.

-66-
Faca brilha cavera sorrir.
Eu não tenho medo de ti.
Qualquer pau e pau não mulera.
A guarda e faca na caveira.

-67-
E esse pelotão ?
Ataca, massacra e impõe seu valor não tem medo da morte e o inimigo
impõe terror não somos da mirim e nosso lema e vibração estamos
sempre junto pra cumprir qualquer missão.

-68-
Minha mãe olhe para mim
A mirim me fez assim
Um guerreiro bem valente
Bem melhor que muita gente.

-69-
107
Se você pensa que e esperto
Urubu e muito mas
Ele caga voando
Coisa que você não faz.

-70-
Um dia andei , andei , andei
Deitei , deitei ,deitei
Sonhei , sonhei , sonhei
Que andei , andei ,andei

-71-

Essa Guarda vai encarar ?


R . Há! Há! Há!
Essa Guarda vai humilhar?
R. Há! Há! Há!
Essa Guarda vai Massacrar?
R. Há! Há! Há!
Essa Guarda vai fazer?
Correr,Correr e marchar sem temer, Força da Guarda guerreira elite do
Brasil.

108

Você também pode gostar