Você está na página 1de 4

Alunos: Guilherme Bertipalha Vieira 20256; Lucas José da Costa Torres 20057; Lucas

Novaes Viana 20265.

Teorias Sistêmicas

Parte do segundo capitulo trás os critérios o pensamento sistemático, O primeiro


critério, e o mais geral, é a mudança das partes para o todo, Outro critério-chave do
pensamento sistêmico é sua capacidade de deslocar a própria atenção de um lado
para o outro entre níveis sistêmicos, Por outro lado, também temos de reconhecer
que, em geral, diferentes níveis sistêmicos representam níveis de diferente
complexidade, Desse modo, o pensamento sistêmico é pensamento "contextual"; e,
uma vez que explicar coisas considerando o seu contexto significa explicá-las
considerando o seu meio ambiente, também podemos dizer que todo pensamento
sistêmico é pensamento ambientalista.

Ainda trazendo informações sobre o novo pensamento sistemático, No novo


pensamento sistêmico, a metáfora do conhecimento como um edifício está sendo
substituída pela da rede. Para a maioria dos cientistas, essa visão do conhecimento
como uma rede sem fundamentos firmes é extremamente perturbadora, e hoje, de
modo algum é aceita, apesar da ideia ser , do conhecimento como uma rede
encontrará, sem dúvida, aceitação crescente. Quando essa abordagem é aplicada à
ciência como um todo, ela implica o fato de que a física não pode mais ser vista como
o nível mais fundamental da ciência

De fato, é isso o que acontece quando nos referimos a objetos em nosso meio
ambiente, essa nova abordagem da ciência levanta de imediato uma importante
questão. Se tudo está conectado com tudo o mais, como se pode esperar entender
algo? Ainda se tem o pensamento processual, na ciência sistêmica, toda estrutura é
vista como a manifestação de processos subjacentes. O pensamento sistêmico é
sempre pensamento processual, naturalmente, assim como o pensamento contextual,
o pensamento processual também teve seus precursores, até mesmo na Antiguidade
grega.

Ademais, no segundo capitulo temos informações sobre a "tectologia"uma teoria


sistêmica de igual sofisticação e alcance, a qual, infelizmente, ainda é, em grande
medida, desconhecida fora da Rússia e tem como o objetivo esclarecer e generalizar os
princípios de organização de todas as estruturas vivas e não-vivas, A tectologia foi a
primeira tentativa na história da ciência para chegar a uma formulação sistemática dos
princípios de organização que operam em sistemas vivos e não-vivos.

Por ultimo, mas não menos importante se tem a Teoria Geral dos Sistemas,
basicamente A teoria geral de sistemas não busca solucionar problemas ou tentar
soluções práticas, mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar
condições de aplicação na realidade empírica. Os pressupostos básicos da teoria geral
de sistemas são:

 Existe uma nítida tendência para a integração entre as ciências naturais e


sociais;
 Essa integração parece orientar-se rumo a uma teoria dos sistemas;
 Essa teoria de sistemas pode ser uma maneira mais abrangente de estudar
os campos não físicos do conhecimento científico, especialmente
as ciências sociais;
 Essa teoria de sistemas, ao desenvolver princípios unificadores que
atravessam verticalmente os universos particulares das diversas ciências
envolvidas, aproxima-nos do objetivo da unidade da ciência;
 Isso pode levar a uma integração muito necessária da educação científica.

A teoria geral de sistemas não busca solucionar problemas ou tentar soluções práticas,
mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar condições de
aplicação na realidade empírica. Os pressupostos básicos da teoria geral de sistemas
são:

 Existe uma nítida tendência para a integração entre as ciências naturais e


sociais;
 Essa integração parece orientar-se rumo a uma teoria dos sistemas;
 Essa teoria de sistemas pode ser uma maneira mais abrangente de estudar
os campos não físicos do conhecimento científico, especialmente
as ciências sociais;
 Essa teoria de sistemas, ao desenvolver princípios unificadores que
atravessam verticalmente os universos particulares das diversas ciências
envolvidas, aproxima-nos do objetivo da unidade da ciência;
 Isso pode levar a uma integração muito necessária da educação científica.

Traz a ideia de que a mudança do paradigma mecanicista para o ecológico é


algo muito mais complexo do que imaginamos. Pois, esta mudança se deu através de
vários movimentos e correntes de cientistas das mais diversas áreas de atuação como
biologia, química, filosofia, biologia e etc. Assim, uma teoria derrubava a outra,
gerando uma progressão aos poucos em forma de balanços pendulares.

Depreende-se do texto lido que o grande ponto a ser debatido é a questão do


funcionamento dos seres vivos. Primeiramente, René descartes criou o método do
pensamento analítico, em que o comportamento do todo era entendido a partir do
funcionamento das suas partes. Porém, os biólogos organísmicos se opondo a redução
da biologia dos seres à física e à química, afirmam que existe o ingrediente adicional
que é o entendimento da “organização” ou “relações organizadoras” dos seres vivos.

Assim, passou-se a discutir o sistema como um todo integrado cujas


propriedades essenciais surgem dessas relações organizadoras entre suas partes, de
forma que a compreensão de um fenômeno dependia do contexto do todo maior.
“Todo” este, que detém uma complexidade organizada em hierarquias de
complexidades.

Neste passo, a visão sistêmica entende que as propriedades essenciais de um


organismo, ou sistema vivo, são propriedades do todo, sendo assim, nenhuma das
partes a possui. Ou seja, as propriedades das partes podem ser entendidas apenas a
partir da organização do todo, do contexto em sua amplitude.

Mais adiante, a psicologia de Gestalt aborda que o todo é mais do que a soma
de suas partes. E assim, por último, a ecologia entende por dar sentido ao nome do
livro, estabelecendo que a teia da vida consiste em redes dentro de redes.

No terceiro capítulo o autor faz um breve sumário sobre as teorias do


pensamento sistêmico, estabelecendo critérios principais desse pensamento, os quais
são interdependentes. O primeiro deles é que os sistemas vivos são totalidades
integradas, cujas propriedades essenciais não podem ser reduzidas às de partes
menores. Outro critério desse pensamento é a capacidade de deslocar a própria
atenção de um lado para o outro em níveis sistêmicos. O autor destaca sobre o velho e
o novo paradigma, ressaltando suas diferenças e a importância significativa do avanço,
em termos científicos, do novo paradigma, uma vez que o velho baseava-se na certeza
do conhecimento científico, ao contrário do novo que é reconhecido que todas as
concepções e todas as teorias científicas são limitadas e aproximadas e a ciência nunca
pode fornecer uma compreensão completa e definitiva, já que avança por meio de
respostas provisórias até uma série de questões cada vez mais sutis, que se
aprofundam cada vez mais na essência dos fenômenos naturais.

Ainda no capitulo três da parte dois, o autor aborda sobre as concepções de


Bertalanffy de um sistema aberto e de uma teoria geral dos sistemas, a qual trouxe
importante relevância ao pensamento sistêmico como um movimento científico.

Você também pode gostar