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Curso EFA B3

Manual

Tecnologias da Informação
e Comunicação
TIC 3A

Operar, em segurança, equipamento tecnológico, designadamente o computador

Critérios de evidência a avaliar:


1. Opera equipamento tecnológico diversificado: câmara de vídeo, videogravador,
televisão…
2. Reconhece os factores de risco e as precauções a tomar quando se trabalha com
equipamento tecnológico…
3. Distingue diferentes tipos de computadores (PC, portátil) ao nível do preço, tipo de
utilização…
4. Abre, redimensiona e fecha uma janela do ambiente de trabalho.
5. Configura no computador hora, data, propriedades do monitor, fundo e protecção do
ecrã, ...
6. Cria um atalho para um ficheiro e muda o nome;
7. Usa acessórios do sistema operativo: calculadora; jogos; Paint;
8. Reconhece as formas de propagação dos vírus informáticos e seus perigos;
9. Activa um programa anti-vírus e suas opções de segurança.
INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

Informática
A palavra Informática provém da junção das palavras Informação e Automática e
significa Tratamento ou processamento da informação utilizando meios
automáticos, nomeadamente o computador.
O computador é um conjunto de dispositivos electrónicos capazes de aceitar dados e
instruções, executar essas instruções para processar os dados e apresentar os resultados.

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)


 Processos de tratamento, controlo e comunicação da informação, através de
meios electrónicos, nomeadamente, computadores ou sistemas informáticos.

Informação
 Dados: conjunto de “informação em bruto”, factos, valores numéricos. Por si só
têm pouca utilidade.
 Processamento (ou tratamento): conjunto de operações lógicas e aritméticas
que são aplicadas, de forma automática, sobre os dados, com o auxílio de
equipamentos informáticos.
 Informação: conjunto de resultados que são obtidos após um processamento.

DADOS

Processamento
INFORMAÇÃO

CONHECIMENTO

Informação Digital
 Toda a informação a que podemos aceder através do computador chama-se
Informação Digital.
 O computador não entende os símbolos por nós utilizados, assim, tem que os
traduzir e codificar para uma linguagem própria, composta por dois símbolos: 0
e1
 A esta linguagem damos o nome de código binário e com base nela o
computador transforma e codifica toda a informação.

Unidades de Informação
 Bit – A unidade mínima de informação, com a qual funcionam os sistemas
informáticos. A sua designação resulta da contracção dos termos ingleses
“binary” e “digit” (digito binário).
 Byte – conjunto de 8 bits, sendo a unidade utilizada como base de quantificação
da informação.
Múltiplos
1 Byte = 8 bits
1 KB (Kilobyte) = 210 B = 1024 bytes
1 MB (Megabyte) = 210 KB = 1024 KB
1 GB (Gigabyte) = 210 MB = 1024 MB
1 TB (Terabyte) = 210 GB = 1024 GB
Estrutura e funcionamento de um sistema informático

Hardware - Todos os dispositivos físicos que constituem um sistema informático.


Representa a parte física do sistema.
Software - Programas – conjunto de instruções – que fazem a gestão e controlam o
hardware, para que o computador possa funcionar correctamente. Representa a parte
lógica de um Sistema Informático.
Estrutura Básica do Sistema Informático (Esquema de Von Neumann)

Dispositivos CPU – Unidade Dispositivos


de Central de de
Entrada (input) Processamento Saída (output)

Memórias

Dispositivos de
Armazenamento
Secundário

1. Os dados são introduzidos no sistema através dos dispositivos de entrada


2. Em seguida são enviados para a unidade central de processamento
3. A informação (dados processados) é enviada para os periféricos de saída

 Um computador recolhe, processa, armazena e disponibiliza dados/informação.


 O hardware é responsável por:
o Entrada de dados (input) - Recepção dos dados a serem processados
o Processamento - Manipulação dos dados de forma a obter informação
o Armazenamento - Armazenamento de informação para posterior reutilização
e transporte
o Saída de informação (output) - Visualização e obtenção da informação
produzida

Entrada (Input)
 Os dispositivos de entrada (input) permitem ao utilizador comunicar com o
computador e podem ser usados para recolher informação e emitir comandos.
Ex: O teclado, o rato e o scanner são exemplos de dispositivos de input.

Processamento
 A Unidade Central de Processamento (CPU) é o processador (chip) principal de
um computador, o seu «cérebro».
 É a unidade fundamental de todo o sistema e é considerada a componente mais
complexa, determinando o funcionamento do computador e com
responsabilidade no seu desempenho.
 Processa instruções, efectua cálculos e gere o fluxo da informação, recorrendo
aos seguintes componentes, que compõe a estrutura da CPU:
o Unidade de Controlo (UC) – determina e controla as operações a efectuar. É
responsável pela correcta indicação das instruções a executar, pela
leitura/escrita da memória e pelo controlo dos diversos dispositivos do
computador.
o Unidade Aritmética e Lógica (UAL) – responsável pela execução das
operações aritméticas (adição, subtracção) e lógicas (e / ou).
o Registos – componentes que armazenam (memória) dados com que a UAL
efectua operações.
 O CPU comunica com os dispositivos de entrada, disponibilização e
armazenamento de modo a desempenhar as tarefas requeridas, permitindo a
circulação dos dados a processar.

Memória Principal
A memória principal engloba a memória RAM e a memória ROM.
 RAM (Random Access Memory):
o Memória de acesso aleatório, onde se podem realizar tanto operações
de escrita como de leitura de dados.
o Memória volátil, isto é, o seu conteúdo é apagado sempre que se desliga
o computador.
 O computador executa os programas e armazena a informação, através desta
memória. Os programas e os dados são introduzidos e guardados nesta memória,
temporariamente. Quando falamos em capacidade de memória de um
computador, referimo-nos ao total de memória RAM.

 ROM (Read Only Memory):


o Memória só de leitura. São memórias cujo conteúdo estático não pode
ser alterado pelo computador, servindo unicamente para leitura. É uma
memória não volátil, ou seja, o seu conteúdo é mantido,
independentemente do computador estar ou não ligado.
o É considerada um livro de instruções. O sistema básico de entrada/saída
(BIOS) é guardado em ROM para que possa ser executado quando o
computador é ligado.

Memória Secundária (Armazenamento)


 Quando se cria um ficheiro, o computador armazena-o na memória temporária.
Se pretendemos guardar esse documento para utilização futura, devemos guardá-
lo no disco rígido, CD ou numa pen (memórias secundárias).
 Se não o guardar, o documento perder-se-á se houver uma falha de corrente ou
quando desligar o computador. Um dispositivo de armazenamento lê e guarda
informação. O computador usa a informação para executar tarefas.

Saída (Output)
 Os dispositivos de saída (output) permitem que o computador comunique com o
utilizador e que os dados processados (informação) sejam transmitidos para o
exterior
 Os dispositivos mostram a informação no ecrã, criam cópias impressas ou geram
som. Ex: O monitor, a impressora e as colunas

Dispositivos mistos ou de entrada e saída (input/output)


 Dispositivos que permitem entrada e saída de informação do computador. Tanto
permitem efectuar a entrada como a saída de dados. Ex: Modem, Placa de Rede
Classificação dos periféricos segundo as suas funções de I/O
Input Output Input/Output
 Teclado  Monitor  Placas de rede
 Rato  Projectores de vídeo  Modems
 Scanners ou e de imagens de
(digitalizadores de computadores
imagens)  Impressoras
 Dispositivos de leitura  Plotters
óptica (caneta óptica,
leitor de códigos de
barras)
Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

Software
Software de Sistema - São todos os programas responsáveis pelo funcionamento do
computador e pela gestão de todo o seu hardware (Sistema Operativo)

Software de Aplicação - É representado pelo conjunto de programas que permitem ao


computador executar tarefas práticas e úteis para o dia-a-dia do utilizador. Estes
programas são normalmente designados por aplicações.

Software de Sistema
 Sistema Operativo (SO) - conjunto de programas fundamentais que permitem que o
computador funcione e comunique com o exterior.
 Funções:
 Gerir as trocas de dados e informações entre o processador, os vários
componentes e os periféricos;
 Permite optimizar a instalação e configuração de periféricos;
 Faz a gestão da memória
 Faz a gestão dos periféricos
Sistema Operativo
 Tipos de interface com o utilizador:
 Linha de Comandos (Unix, MS-DOS)
 Interface Gráfica ou Ambiente Gráfico (Windows, Linux, MacOS)
Ambiente de Trabalho (Desktop)

Área de Trabalho
Local onde se
Ícones encontram os ícones
Símbolos de
programas
atalhos,
ficheiros, Barra de Tarefas
pastas e Contém alguns
programas ícones de atalhos e
de identificação de
programas activos

Barra de Tarefas

Programas Abertos
Botão Iniciar
Nomes de todos os programas que
Acesso à janela de
estão a ser usados e cujas janelas
programas estão minimizadas

Ícones de acesso rápido Área de Aviso


Acesso automático ao Ícones que representam os
programa que representam programas que estão na
memória

Configurar a Barra de tarefas


Colocar o cursor sobre a Barra de tarefas, clicar no botão direito do rato e seleccionar a
opção Propriedades. Nesta opção seleccionar o separador Barra de tarefas e Activar
(ü)as opções pretendidas.

Pastas, Ficheiros e Atalhos


 Ficheiro (file):
 É o elemento base da organização da informação num computador.
 Toda a informação armazenada num computador, ou mais especificamente nos
seus dispositivos de armazenamento, é organizada em ficheiros.
 Cada ficheiro tem um identificador, ou seja o nome pelo qual é conhecido.
 Directoria/Pasta (folder):
 Como um “dossier”, onde se podem guardar diversos ficheiros.
 Cada pasta pode conter outras pastas.
 Atalho (shortcut):
 Forma mais rápida de chegar a programas, ficheiros, pastas, periféricos…

Janelas

   Barra de Título
  Barra de Menus

 Barra de Ferramentas Padrão



 Barra de Endereços

 Botão de Minimizar Janela

 Botão de Maximizar Janela

 Botão de Fechar Janela

 Barra do Explorador

  Barra de Deslocamento
Horizontal
 Barra de Deslocamento
 Vertical
Sobreposição e movimentação de janelas

 Para alterar a janela activa, basta clicar com o rato sobre a nova janela;
 Para mudar uma janela de local, basta clicar com o rato na barra de título e
arrastá-la para o local de destino;
 Para mudar o tamanho de uma janela coloque o rato nos lados ou topo ou fundo
e quando se alterar a forma do ponteiro, arraste.

Menus

Clique no Menu Iniciar ( ) para aceder ao painel de opções constituído

por um conjunto de programas e atalhos. Pode visualizar, do lado direito, as opções


de Ajuda e suporte e as Caixas de diálogo, na opção Executar.
Na primeira opção surge o Centro de ajuda e suporte onde pode obter ajuda sobre
determinado procedimento que desconheça ou sobre o qual tenha alguma dúvida e
consultar os tópicos que surgem ou pode escrever o tópico sobre o qual pretende
algum esclarecimento e procurar, obtendo assim as informações necessárias para
efectuar a tarefa desejada.

Se recorrer à caixa de diálogo Executar pode indicar o nome do programa ou ficheiro


que deseja abrir e clicar no OK.

Pode recorrer à Caixa de Diálogo Executar para abrir diversos programas. Na tabela
seguinte são indicados os programas e o respectivo nome a inserir na linha:

Ícone Programa Executar Menu Função


Iniciar –> Todos os Permite escrever notas e
Programas –> pequenos textos com
Bloco de Notas NOTEPAD
Acessórios formatações muito
simples
Iniciar –> Todos os Permite efectuar
Calculadora CALC Programas –> cálculos aritméticos e
Acessórios científicos
Iniciar –> Todos os Elaborar textos com
Wordpad WORDPAD Programas –> formatações simples e
Acessórios inserir imagens
Iniciar –> Todos os Permite efectuar/editar
Programas –> desenhos que depois
Paint MSPAINT
Acessórios podem ser usados
noutros programas
Iniciar –> Todos os Desfragmenta os
Programas –> volumes para que o
Desfragmentado
DFRG.MSC Acessórios -> computador trabalhe
r de disco
Ferramentas do com maior rapidez e
Sistema eficácia.
Iniciar –> Todos os
Programas –> Arquiva dados para os
Cópia de
NTBACKUP Acessórios -> proteger de perdas
segurança
Ferramentas do acidentais.
Sistema
Iniciar –> Todos os
Programas –>
Limpeza de Limpa ficheiros
CLEANMGR Acessórios ->
disco desnecessários em disco.
Ferramentas do
Sistema
Iniciar –> Todos os Gestor de arquivos e
Explorador do
EXPLORER Programas –> pastas do sistema
Windows
Acessórios Windows.

Barra de
Ferramentas Pasta

Estrutura
hierárquica de
pastas e
subpastas

Sinal (+) indica


que a pasta contém Ficheiro
subpastas

As vistas permitem visualizar ficheiros e pastas de formas diferentes

Comandos sobre pastas e ficheiros


Funções do Botão Direito do rato:
 Mudar o nome;
 Eliminar;

 Cortar / Copiar / Colar


 Criar Atalho
 Compactar

 Analisar com Antivírus


 Criar pastas/atalhos/ficheiros

Quer através do botão esquerdo quer através do botão direito do rato podemos mover
pastas e ficheiros, arrastando-os. Com o botão esquerdo mudamos os objectos de local,
com o botão direito surgem-nos 3 opções: Copiar, Mover ou Criar Atalho.

 Criar pastas:
 Explorador do Windows
o Clicar no local onde queremos a pasta
o Menu Ficheiro - Novo – Pasta
o Digitar o nome da pasta e premir Enter
 Ambiente de Trabalho
o Clicar numa zona livre
o Opção Novo – Pasta
o Digitar o nome da pasta e premir Enter

 Abrir pastas e/ou ficheiros:


 Explorador do Windows
 Posicionar o cursor/rato sobre o objecto
 Faz duplo clique no botão esquerdo do rato ou botão direito e opções
Abrir / Explorar
Pasta aberta Conteúdo da pasta
aberta

 Mover pastas e ficheiros:


 Seleccionar o objecto (pasta, ficheiro ou atalho)
 Arrastar com o botão esquerdo sempre a carregar e largar no local desejado

Recuperar pastas e ficheiros:


Abrir a Reciclagem
Seleccionar o objecto a recuperar
Premir o botão direito do rato e seleccionar a opção Restaurar ou escolher a opção no
Painel de tarefas, do lado esquerdo.

Localizar pastas e ficheiros:


No Menu Iniciar escolher a opção Procurar e indicar as diversas opções de procura,
como sejam o tipo de ficheiros, o local, a data de criação, o tamanho e depois de
definidas as opções, clicar em Procurar.

Painel de controlo
O Painel de Controlo é constituído por ferramentas especializadas que são utilizadas
para alterar o aspecto e o comportamento do Windows, nomeadamente personalizar o
aspecto e funcionalidade do computador, adicionar ou remover programas e configurar
ligações de rede e contas de utilizadores. Aceder através do Menu Iniciar, clicar em
Painel de Controlo e escolher a categoria pretendida. Se abrir o Painel de Controlo e não
vir o item que pretende, clique em Mudar para a vista clássica, no painel do lado
esquerdo.

Acessórios

Bloco de notas
Editor de texto simples. Permite-nos criar
documentos de texto (.txt) e formatar o tipo e
tamanho da letra. Apenas apresenta barra de menus.

Paint
Software utilizado para a criação de desenhos
simples e também para a edição de imagens.
Socorra-se da barra de ferramentas para desenhar,
apagar, colorir um desenho ou inserir texto. Utilize
os menus para:
- Guardar (Ficheiro);
- Seleccionar, copiar, colar, cortar (Editar);
- Empregar algumas tarefas como sejam inverter,
rodar, esticar ou escolher área de desenho (Imagem)

Wordpad
Utiliza-se para edição de textos, com
a possibilidade de atribuir alguma
formatação. Recorrendo à barra de
ferramentas pode escolher o tipo e
tamanho da letra, assim como a cor
ou o estilo e o alinhamento do texto.
Pode também inserir a data/hora.
Utilize os menus para complementar
algumas tarefas:
- Guardar (Ficheiro);
- Copiar, colar , seleccionar (Editar)
- Formatar

Calculadora
É possível utilizar a Calculadora em vista
Padrão para efectuar cálculos simples ou
em vista Científica para efectuar cálculos
científicos e estatísticos avançados.

Utilitários

Desfragmentador
A fragmentação ocorre quando
ficheiros do disco rígido são
constantemente modificados, fazendo
com que eles sejam armazenados “em
pedaços” (fragmentos), o que leva a
que a leitura e gravação dos mesmos
seja muito mais lenta do que se ele
estivesse armazenado num único
“pedaço”.

Limpeza do Disco

Pode utilizar a Limpeza do Disco para


libertar espaço no disco rígido
removendo ficheiros temporários da
Internet, removendo componentes e
programas instalados que já não são
utilizados e esvaziando a Reciclagem.
Cópia de Segurança

O utilitário de Backup (cópia de segurança) no Windows é útil para proteger os dados contra
a perda acidental. Pode usar o Backup para copiar os dados do seu disco rígido e arquivá-los
noutro disco, pen, na rede ou noutro sistema. Se o seu disco rígido for apagado ou
danificado, poderá recuperar os dados facilmente, da cópia arquivada.

Firewall

Barreira que ajuda a manter o computador mais


seguro. Uma firewall restringe as informações
que chegam ao computador provenientes de
outros computadores, dando-lhe maior controlo
sobre os dados existentes no seu computador e
criando uma linha de defesa contra pessoas ou
programas que tentem aceder ao computador sem
serem solicitados.

Compactador

Programa que permite reduzir o tamanho de um ficheiro/pasta. As pastas comprimidas


utilizam menos espaço na unidade e podem ser transferidas mais rapidamente para
outros computadores.

- Winrar

- Winzip
Antivírus

Programa utilizado para proteger o sistema. Os programas antivírus pesquisam a


existência de vírus nas mensagens de correio electrónico e outros ficheiros existentes
no computador. Se detectar um vírus, o programa antivírus coloca-o em quarentena ou
elimina-o antes que danifique o computador e os ficheiros.
TIC 3B

Utilizar uma aplicação de folhas de cálculo

Critérios de evidência a avaliar:


1. Cria uma nova folha de cálculo;
2. Insere números e texto em células e formata-os;
3. Adiciona limites, cores e padrões;
4. Utiliza fórmulas lógicas e aritméticas numa célula;
5. Utiliza diferentes formas de notação;
6. Apresenta os números de uma célula em percentagem;
7. Importa para a folha uma imagem, ou texto;
8. Cria diferentes estilos de gráfico para analisar informação e modifica-os;
9. Exporta uma folha de cálculo ou gráfico;
10. Utiliza uma lista como uma base de dados;
11. Usa as funções de base de dados para gerir e analisar os dados de uma lista;
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

FOLHA DE CÁLCULO

Botões que pertencem às barra de comandos, só utilizadas na ferramenta Excel:

Somar automaticamente células Unir e centrar o texto nas células

Inserir função (fórmula) Casas decimais

Ordenar as células Barra de fórmulas

Estrutura da Folha de Cálculo

 Folha de cálculo:
 Colunas – representadas por letras
 Linhas – representadas por n.º
 Células – intersecção linhas/colunas
Formador:
21
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

 Célula:
 Representada por um endereço ou referência (B3 – linha 3 / coluna B)
 Intervalo de células – A3:A9 ou C2:F4 (definido pelos :)

Trabalhar com folhas

 Seleccionar células adjacentes:


 Pressione o botão esquerdo e arrastar o rato
 Carregar em SHIFT e clicar na primeira e na última célula

 Seleccionar células não-adjacentes:


 Pressione o botão esquerdo do rato e seleccione as células enquanto carrega no CTRL

 Seleccionar linhas e colunas:


 Com o rato clicar no cabeçalho da linha ou coluna que deseja seleccionar

 Seleccionar folhas adjacentes:


 Clicar na primeira folha
 Pressione SHIFT e clique na última folha

 Seleccionar folhas não-adjacentes:


 Clicar na primeira folha
 Pressione CTRL e clique nas folhas

 Inserir folhas:
 Seleccione a folha onde pretende inserir a nova folha
 Menu Inserir, opção Folha de cálculo ou
 Botão direito do rato
 Apagar folhas:

Formador:
22
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

 Seleccione a folha
 Menu Editar, opção Eliminar folha ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

 Atribuir nome às folhas:


 Seleccione a folha
 Menu Formatar, opção Folha, Mudar o nome ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

 Operadores – sinais utilizados nas fórmulas que indicam a operação a realizar:


 Operadores aritméticos – indicam as operações aritméticas mais usuais
 Operadores comparativos ou relacionais – permitem efectuar comparações
entre valores
 O sinal igual (=) é o sinal indicativo de fórmula e insere-se na célula onde
desejamos colocar o resultado

Fórmulas

Operadores aritméticos:

Operadores comparativos ou relacionais:

Formador:
23
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

Tipos de endereços ou referências:

 Relativas – readaptam-se às novas posições para onde são copiados


 Absolutas – mantém fixa a posição da célula
 Mistas – apenas se fixa ou a coluna ou a linha, deixando a outra relativa

 Endereços ou referências relativas:


 Na célula D3 está a fórmula =B2*2
 Se copiar a fórmula para a célula D5, ela muda para B4*2

 Endereços ou referências absolutas:


 Digita-se um cifrão ($) antes das coordenadas da linha e da coluna
 Para a fórmula se manter igual apesar de copiada para outra célula =$B$2*2

 Endereços ou referências mistas:


 Utilizamos o cifrão ($) ou só na linha ou só na coluna

 A forma mais fácil de introduzir referências é pressionar a tecla F4

Utilizar funções

Formador:
24
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

 Argumentos – valores que se atribuem a uma função e com os quais ela executa as
operações
 Resultados – valores gerados pela função
 Sintaxe – todos os caracteres utilizados na função
 Sinal igual (=) – coloca-se antes da função na célula onde queremos os resultados
 Parêntesis () – indicam onde começam e acabam os argumentos

 Inserir funções (3 formas):


 Digitar a função pelo teclado

 Utilizar o botão Inserir função

 Menu Inserir, opção Função


 Seleccionar Categoria da função
 Seleccionar nome da função
 Seguinte
 Colocar os argumentos
 Terminar

Algumas funções do Excel

- Soma – Calcula o total de uma série de células


=SOMA(CÉLULAS)

- Produto – Multiplica todos os números fornecidos como argumentos e devolve o


produto
=PRODUTO(CÉLULAS)

- Média – Devolve a média (média aritmética) dos argumentos.


=MÉDIA(CÉLULAS)

Formador:
25
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

- Arredondar – Arredonda um número (Núm) até uma quantidade específica de dígitos


(Núm_dígitos).
=ARRED(núm;núm_dígitos)
Exemplo: =ARRED(2,15; 1) - arredonda 2,15 para uma casa decimal (2,2)
- Máximo – Devolve o valor máximo de um conjunto de valores (até 30 valores).
=MÁXIMO(CÉLULAS)

- Mínimo – Devolve o menor número num conjunto de valores (até 30 valores).


=MÍNIMO(CÉLULAS)

- Contar – Calcula o número de células que contêm números e calcula os números de


uma lista de argumentos.
=CONTAR(CÉLULAS)

- Contar.se – Calcula o número de células num intervalo que corresponde aos critérios
determinados.
=CONTAR.SE(células;critérios)
Exemplo: =CONTAR.SE(A4:A12;”<40”)

- Se – Devolve um valor se uma condição especificada for avaliada como


VERDADEIRO e outro valor se for avaliada como FALSO. Utiliza-se para
efectuar testes condicionais sobre valores e fórmulas.
=SE(teste_lógico; valor_se_verdadeiro; valor_se_falso)
Exemplo: =SE(A4>=10;”Aprovado”;”Reprovado”)

- Potência – Devolve o resultado de um número elevado a uma potência.


=POTÊNCIA(núm;potência)
Exemplo: =POTÊNCIA(5;2) - 5 ao quadrado.

- Agora – Devolve o número de série da data e hora actuais.


=AGORA( )

Formador:
26
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

- Int – Arredonda um número por defeito até ao número inteiro mais próximo.
= INT(núm)
Exemplo: =INT(8,9) - arredonda 8,9 por defeito (8)

Formatar dados:

 Seleccionar a célula
 Menu Formatar
 Opção Células ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

Linhas e colunas

 Largura das colunas:


 Seleccionar as colunas
 Menu Formatar
 Opção Coluna
 Comando Largura

 Ou utilizar o rato:
 O ponteiro entre cabeçalhos até aparecer uma cruz com uma seta para a direita
e outra para a esquerda e arrastar

Formador:
27
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

 Para as linhas procede-se da mesma forma apenas altera o Comando para Linha

Formatos automáticos

 Formatação automática – o Excel possui formatos pré-definidos incorporados:


 Seleccionar as células
 Menu Formatar
 Comando Formatação automática

Nomes de intervalos

 Criar nomes para intervalos de células:


 Seleccione o intervalo de células
 Menu Inserir
 Comando Nome
 Definir nome

Referência externa

 Criar fórmulas que vinculem folhas ou livros:


 Torna-se necessário inserir o nome da folha ou livro, seguido de ponto de
exclamação:
ex: =SOMA(FOLHA2!C3:C9)
=SOMA([Práticas.XLS]FOLHA1!C5:C8)

Gráficos
Os gráficos são visualmente atraentes facilitando as comparações, os padrões e as
tendências dos dados. Por exemplo, em vez de analisar diferentes colunas de números

Formador:
28
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3B

de uma folha de cálculo, poderá visualizar rapidamente os aumentos ou diminuições das


vendas por trimestre ou comparar as vendas reais com as vendas estimadas.

É possível criar um gráfico na própria folha ou como um objecto incorporado numa


folha de cálculo. É também possível publicar um gráfico numa página Web. Para criar
um gráfico, é preciso introduzir na folha de cálculo os dados necessários ao gráfico.
Depois, seleccione esses dados e utilize o Assistente de gráficos para executar os
passos do processo de escolha do tipo de gráfico e das várias opções de gráfico, ou
utilize a barra de ferramentas Gráfico para criar um gráfico básico, que pode ser
formatado posteriormente.
1. Seleccione as células com os dados que deseja utilizar no gráfico.

2. Clique em Assistente de Gráficos


3. Siga as instruções do Assistente de Gráficos.

Criar um gráfico básico que possa personalizar posteriormente.


1. Active a barra de ferramentas Gráfico. Para ver a barra de ferramentas
Gráfico, aponte para Barras de ferramentas no menu Ver e, em
seguida, clique em Gráfico.
2. Seleccione as células com os dados que deseja utilizar no gráfico.

3. Clique em Tipo de gráfico

Formador:
29
Bruno Cerqueira
TIC 3C

Utilizar um programa de processamento de texto e de apresentação de informação

Critérios de evidência a avaliar:


1. Cria um documento, insere texto, imagens e tabelas e formata-os;
2. Insere números de página, cabeçalho e notas de rodapé, num documento;
3. Insere texto automático num documento;
4. Formata o documento em colunas;
5. Abre um programa de apresentação;
6. Cria uma nova apresentação;
7. Adiciona texto e imagem à apresentação;
8. Utiliza as ferramentas de cortar, copiar e colar texto ou imagem;
9. Insere um duplicado do diapositivo e altera o seu conteúdo;
10. Adiciona efeitos de animação e transição aos diapositivos;
11. Realiza uma apresentação.
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3C

PROCESSADOR DE TEXTO

Edição de Texto
O processamento de texto engloba, para além da inserção de texto, todas as acções que
vão permitir obter o documento final com o aspecto pretendido. Entre estas operações
encontram-se a movimentação no documento, a selecção e correcção de texto e a
movimentação e cópia de texto.
O rato permite a realização da maioria das acções que podem ser efectuadas no Word.
O aspecto do ponteiro do rato varia com o tipo de situações encontradas. Na
Figura 1 encontram-se os diferentes aspectos que o ponteiro pode tomar.

Figura 1 - Aspectos do ponteiro do rato

Inserção de texto
A inserção de texto é realizada através do teclado no ponto de inserção. À medida que
o texto é inserido, o Word adiciona linhas automaticamente de acordo com as
necessidades. Assim, apenas se deve pressionar a tecla ENTER para iniciar um novo
parágrafo, ou para criar uma linha em branco.
O alinhamento do texto na página deve ser efectuado com o comando de formatação,
sem recorrer à inserção de espaços em branco.

Movimentação no documento
A “navegação” num documento pode ser feita com recurso às setas existentes no

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teclado, através do movimento do rato ou utilizando combinações de teclas.


A utilização das setas apenas permite a movimentação caracter a caracter (na horizontal)
ou linha a linha (na vertical).
As teclas HOME e END permitem a movimentação do ponto de inserção na linha em
que este se encontra. Ao premir a tecla HOME, o ponto de inserção desloca-se para o
início da linha. No caso de ser premida a tecla END, o ponto de inserção desloca-se para
o fim da linha.
Nas situações em que sejam necessários movimentos de maior amplitude, pode utilizar-
se o rato nas barras de deslizamento ou as teclas PAGE UP e PAGE DOWN. Para ver as
partes do documento que não estão visíveis no ecrã actual devem movimentar-se as
barras de deslizamento no sentido pretendido. As teclas PAGE UP e PAGE DOWN
permitem o deslocamento ao longo do documento nos sentidos ascendente e
descendente, respectivamente. Estas teclas movimentam um ecrã de cada vez.
Em qualquer ponto do documento é possível ir directamente para o início ou para o fim.
Ao premir as teclas CTRL+HOME simultaneamente leva-se o ponto de inserção para o
início do documento, e premindo as teclas CTRL+END, desloca-se o ponto de inserção
para o fim do documento.

Selecção de texto
A realização de uma ou mais operações sobre uma determinada área de texto requer a
selecção prévia dessa área. A área seleccionada vai aparecer em negativo, ou seja, com
letras brancas em fundo preto.

Seleccionar uma área de texto


Utilizando o rato:
1. Colocar o ponteiro do rato no início da área a seleccionar.
2. Pressionar o botão esquerdo do rato.
3. Arrastar o ponteiro do rato até ao final da área a seleccionar.

Utilizando o teclado:
1. Colocar o cursor no início da área a seleccionar.

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2. Mantendo a tecla SHIFT carregada, mover o cursor até ao final da área a


seleccionar recorrendo às setas existentes no teclado.

Seleccionar uma palavra


1. Colocar o ponteiro do rato sobre a palavra.
2. Premir duas vezes o botão esquerdo do rato.

Seleccionar uma linha


1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.
2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, apontar para parágrafo pretendido.
3. Premir uma vez o botão esquerdo do rato.

Seleccionar um parágrafo
1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.
2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, apontar para parágrafo pretendido.
3. Premir duas vezes o botão esquerdo do rato.

Seleccionar o documento
1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.
2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, premir três vezes o botão esquerdo
do rato.

Para cancelar uma selecção, pressionar qualquer uma das setas do teclado, ou pressionar
o botão esquerdo do rato em qualquer parte do documento.

Correcção de texto
Para corrigir os erros que ocorrem durante a inserção de texto podem ser utilizadas as
técnicas seguintes:
 Se o erro ocorreu nos últimos caracteres introduzidos, pode utilizar-se a tecla
BACKSPACE.
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 Se for necessário apagar um bloco de texto, deve começar por seleccionar o


texto a eliminar. Depois, pode utilizar um dos métodos seguintes.
o Pressionar a tecla BACKSPACE ou DELETE.
o Seleccionar a opção Limpar do menu Editar.
 Se pretender substituir texto, seleccione o texto a substituir e digite o novo texto.
A tecla BACKSPACE apaga o carácter que se encontra imediatamente antes do
ponto de inserção. A tecla DELETE apaga o carácter que se encontra
imediatamente depois do ponto de inserção.

Copiar e mover texto


Existem múltiplas circunstâncias em que é necessário copiar ou mover texto. As
operações de cópia e movimentação de texto funcionam de modos muito semelhantes,
devendo seguir os passos descritos de seguida. A única diferença entre estes comandos é
o facto da operação de movimentação apagar o texto seleccionado da posição inicial,
enquanto que a operação cópia não altera o texto original.
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.
2. Escolher a opção Copiar/Cortar do menu Editar.
3. Colocar o ponteiro do rato na nova posição onde se pretende colocar o texto.
4. Escolher a opção Colar do menu Editar.

Como resultado das operações de cópia ou de corte o Word armazena na área de


transferência o texto seleccionado. Quando o comando para colar é executado, o Word
vai ler a última informação que foi colocada na área de transferência e escreve-a na
posição em que se encontra o ponto de inserção.
Em alternativa à utilização do menu Editar, podem realizar-se os mesmos comandos
recorrendo à barra de ferramentas.
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.

1.1. Para copiar, “clicar” no ícone

1.2. Para mover, “clicar” no ícone

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2. Colocar o ponteiro do rato na nova posição onde se pretende colocar o texto e

“clicar” no ícone
O rato também permite fazer operações de cópia e de movimentação através de
arrastamento. Para utilizar a técnica de arrastamento deve:
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.
2. Colocar o cursor no lado direito do bloco seleccionado, de modo a que tenha o
aspecto de uma seta orientada para a esquerda.
2.1. Para copiar o bloco de texto, premir a tecla CTRL ao mesmo tempo que
se mantém botão esquerdo do rato pressionado e arrastar o bloco de texto até
ao destino.
2.2. Para mover o bloco de texto, manter o botão esquerdo do rato
pressionado e arrastar o bloco de texto até ao destino.

Procurar e substituir blocos de texto


À medida que a dimensão dos documentos aumenta, torna-se mais difícil efectuar
alterações. Para auxiliar na revisão de documentos, existem duas opções no menu
Editar que permitem encontrar todas as ocorrências de um determinado bloco de texto e
proceder à sua substituição por um novo bloco de texto.
O comando Localizar permite encontrar todas as ocorrências do texto indicado pelo
utilizador. Para procurar as ocorrências de um bloco de texto deve seguir-se o
procedimento seguinte:
1. Escolher a opção Localizar do menu Editar.
2. Na janela de diálogo equivalente à da Figura 2:
2.1. Inserir bloco de texto a procurar no campo Localizar.
2.2. Seleccionar as opções pretendidas:
 Maiúsculas-minúsculas - Para procurar apenas as palavras escritas com o
mesmo padrão de letras maiúsculas ou minúsculas.
 Apenas palavras inteiras - Para procurar apenas palavras completas, e não a
sequência de caracteres pertencentes a outras palavras.
 Usar caracteres universais - Para procurar palavras recorrendo à utilização de
caracteres universais.

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3. Pressione o botão Localizar seguinte com o botão esquerdo do rato para iniciar a
pesquisa.

Figura 2 - Janela Localizar

Se já executou o comando Localizar numa sessão de trabalho, o texto que procurou por
último aparece na caixa Localizar. Se expandir esta caixa pode visualizar os blocos de
texto procurados anteriormente nessa sessão.
O comando Localizar permite estreitar a pesquisa, na medida em que possibilita a
procura de texto com um determinado formato. Assim, expandindo a caixa Formato
pode pesquisar-se texto que satisfaça os tipos de formatação seguintes:
 Tipo de letra.
 Características de parágrafo e tabulação.
 Idioma.
 Moldura.
 Estilo.
 Iluminação.

O comando Localizar também possibilita a pesquisa de marcas especiais, como


exemplo, marcas de parágrafo, espaços em branco ou quebras de secção. Para activar
esta opção deve seleccionar a caixa Especial, escolhendo depois o tipo de pesquisa
especial pretendido
Quando o Word termina a pesquisa, informa o utilizador através de uma janela. Para sair
desta janela deve premir o botão OK com o botão esquerdo do rato, ou carregar na tecla
ENTER.
O comando Substituir permite substituir todas as ocorrências de um determinado bloco

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de texto por outro bloco indicado pelo utilizador. A janela de diálogo deste comando é
semelhante à do comando Localizar, contendo no entanto o texto que deverá substituir
o anterior.

Figura 3 - Janela Substituir

1. Escolher a opção Substituir do menu Editar.


2. Na janela de diálogo:
2.1. Inserir bloco de texto a substituir no campo Localizar.
2.2. Seleccionar as opções de pesquisa pretendidas
2.3. Inserir bloco de texto novo no campo Substituir por.
3. Na caixa Procurar escolha Tudo se pretender que a pesquisa seja efectuada em
todo o documento, Para baixo se desejar que seja realizada a partir da posição do
cursor no sentido descendente, ou Para cima para uma pesquisa em sentido
ascendente.
4. Se pretender efectuar as substituições uma a uma, pressione o botão Localizar
seguinte para pesquisar a próxima ocorrência do texto e depois o botão Substituir
para realizar a substituição. Se não desejar realizar uma dada substituição pressione
apenas o botão Localizar seguinte.
5. Se pretender fazer todas as substituições de uma só vez pressione o botão Substituir
tudo.
O comando Substituir permite a substituição dos formatos utilizados num dado bloco

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de texto. Para isso, deve indicar o texto original na caixa Localizar e a formatação
desejada na caixa Substituir por. O acesso às formatações é através da caixa Formato.

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Formatação de Texto

Formatação de caracteres
Através do menu Formatar e da opção Tipo de letra é possível formatar os caracteres
de um documento). As características que podem ser seleccionadas são o tipo, o estilo, o
tamanho e a cor dos caracteres. Para além destes, é possível definir caracteres em
posição superior ou inferior à linha, com sombra e destaques. A opção Tipo de letra
também permite ajustar o espaço entre caracteres e a posição que os caracteres ocupam
na linha.

Figura 4 - Janela de formatação do Tipo de letra

As operações de formatação de caracteres também podem ser realizadas através da barra


de ferramentas de formatação (figura 5).

Figura 5 - Barra de ferramentas de formatação

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Formatação de parágrafos
O avanço de parágrafos pode ser realizado de acordo com as convenções seguidas pelo
utilizador e segundo as necessidades de formatação de cada documento. Para fazer o
avanço de parágrafo pode recorrer-se à régua existente na parte superior do documento
ou então à opção Parágrafo do menu Formatar. Um parágrafo pode ter apenas a
primeira linha com avanço à esquerda, todas as linhas com excepção da primeira, ou
então todas as linhas deslocadas para a direita. Estas formatações podem ser realizadas
deslocando para a direita os símbolos localizados do lado esquerdo da régua. O
triângulo invertido que está na parte superior da régua permite a indentação da primeira
linha do parágrafo; o triângulo que se encontra na parte inferior da régua possibilita a
indentação de todas as linhas excepto a primeira e o rectângulo situado no fundo da
régua desloca todo o parágrafo para a direita (Figura 6).

Figura 6 - Formatar parágrafos

Um parágrafo também pode ter um avanço do lado direito. Para tal, deve ser utilizado o
triângulo que se encontra do lado direito da régua.

Os passos a seguir para efectuar o avanço de um parágrafo através da régua são:


1. Seleccionar o parágrafo a avançar.
2. Arrastar a marca apropriada da régua para a direita, se pretender fazer
indentação à esquerda, ou arrastar a marca de avanço à direita para a esquerda,
no caso de desejar fazer indentação à direita.
3. Largar a marca na distância pretendida.

Para fazer estes avanços de parágrafo através do menu Formatar (figura 7):
1. Seleccionar o parágrafo a avançar.
2. Escolher a opção Parágrafo do menu Formatar.

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3. Indicar a dimensão do avanço à esquerda e/ou à direita.


4. Na caixa Especial pode escolher o tipo de avanço para o parágrafo, tendo em
atenção que o avanço por defeito, avança de igual modo todas as linhas do
parágrafo:
4.1. Avanço apenas da primeira linha.
4.2. Avanço de todas as linhas excepto a primeira.
5. Para terminar, pressionar a tecla OK.

Figura 7 - Janela do menu Formatar parágrafo

A formatação de parágrafos também permite definir o espaço que existe antes e depois
de cada parágrafo, a distância entre as linhas do parágrafo e o alinhamento. Para realizar
estas formatações deve:
1. Seleccionar o parágrafo a formatar.
2. Escolher a opção Parágrafo do menu Formatar.
3. Para definir os espaços verticais antes e depois de cada parágrafo:
Na caixa Antes indicar o número de pontos a deixar antes do parágrafo.
Na caixa Depois indicar o número de pontos a deixar depois do parágrafo.
4. Para definir o espaçamento entre linhas, escolher o tipo pretendido na caixa Esp.
entre linhas ou recorrendo ao ícone
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4.1. Espaçamento simples.


4.2. Espaçamento de 1,5.
4.3. Espaçamento duplo.
4.4. Espaçamento exacto.
5. Na caixa Alinhamento seleccionar o alinhamento à esquerda, ao centro, à direita ou
justificado (alinhado de ambos os lados).
6. Para terminar, pressionar a tecla OK.

O alinhamento do parágrafo também pode ser efectuado recorrendo aos ícones da barra
de formatação:

Listas Automáticas
O Word realiza a construção automática de listas. Estas listas podem ser numeradas ou
com marcas. O modo mais simples de construir uma lista é “clicar” num dos ícones
correspondentes e escrever o texto de cada parágrafo. Ao passar para o
parágrafo seguinte (carregando na tecla ENTER), o Word coloca automaticamente o
número ou marca predefinido.

Figura 8 - Janelas do menu Marcas e numeração

Se a numeração ou marca utilizadas não corresponderem à necessidade do utilizador,


podem ser alteradas. Para tal, devem seguir-se as fases:
1. Iniciar uma lista carregando no ícone correspondente.
2. Seleccionar a opção Marcas e numeração do menu Formatar.

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3. Escolher um formato com base nos exemplos apresentados.


4. Se não for encontrado um formato adequado, pressionar o botão Personalizar e
proceder à escolha da marca ou numeração apropriados.
5. Premir o botão OK.

O Word também permite a construção automática de listas de vários níveis. Para aceder
a esta formatação deve seleccionar-se a opção Numeração destacada na janela de
formatação de listas. Para navegar entre os diferentes níveis de uma lista pode utilizar a
tecla TAB ou os ícones

Texto em colunas
O Word possibilita a apresentação de texto em colunas. Para transformar um bloco de
texto em colunas deve proceder da maneira seguinte:
1. Seleccionar o bloco de texto.
2. Escolher a opção Colunas do menu Formatar (Figura 9).
3. Do conjunto de predefinições, “clicar” no formato desejado. Alternativamente, pode
indicar-se o Número de colunas na caixa correspondente.
4. Se necessário, dimensionar a Largura de cada coluna.
5. Activando a caixa correspondente à Linha entre colunas, será desenhada uma linha
vertical entre as colunas.
6. Premir o botão OK.

Figura 9 - Janela do menu Colunas

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Em alternativa à utilização do menu Formatar, pode recorrer à barra de ferramentas


padrão, “clicar” no ícone e arrastar o rato até estar seleccionado o número necessário de
colunas.

Criação de Tabelas
A apresentação final de um documento depende do modo como a informação está
organizada. A utilização de tabelas é uma forma de atingir uma apresentação cuidada e
sistematizada.
Uma tabela é constituída por linhas e colunas. O espaço de intercepção entre uma linha
e uma coluna é designado por célula.

Figura 10 - Estrutura de uma tabela

Inserir uma tabela


Para inserir uma tabela deve seguir as fases:

1. Escolher a opção Inserir Tabela do menu Tabela (Figura 11)


2. Indicar o número de colunas e de linhas desejado.
3. Para aplicar um formato de tabela predefinido pressionar o botão Formatação
Automática e escolher o tipo de formato pretendido. Ter em atenção que se pode
optar por não aplicar algumas formatações (por exemplo, tipo de letra) do modelo
utilizado.
4. Pressionar a tecla OK

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Figura 11 - Janela do menu Inserir tabela

Também é possível inserir uma tabela através do ícone de inserção de tabela existente
na barra de formatação padrão. Para tal, deve pressionar o ícone de inserção de tabela e
arrastar o rato até estar seleccionado o número de linhas e de colunas necessário.

Seleccionar elementos de uma tabela


Para realizar operações sobre uma tabela, é necessário seleccionar alguns dos seus
elementos.

Seleccionar uma célula


1. Colocar o cursor do lado esquerdo da célula a seleccionar.
2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta orientada para a
direita.

Seleccionar uma linha


1. Colocar o cursor na linha a seleccionar.
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2. Escolher a opção Seleccionar linha do menu Tabela.


Ou
1. Posicionar o cursor no lado esquerdo da tabela, ao nível da linha a seleccionar.
2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta orientada para a
direita.

Seleccionar uma coluna


1. Colocar o cursor na coluna a seleccionar.
2. Escolher a opção Seleccionar coluna do menu Tabela.
Ou
1. Posicionar o cursor na parte superior à tabela, sobre a coluna a seleccionar.
2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta orientada para baixo.

Seleccionar uma tabela


1. Colocar o cursor em qualquer célula da tabela.
2. Escolher a opção Seleccionar tabela do menu Tabela.

Para seleccionar toda a tabela com o cursor pode seleccionar a primeira linha e arrastar
o rato até todas as linhas estarem seleccionadas. Pode seguir um processo análogo, mas
seleccionando a primeira coluna. Também é possível seleccionar toda a tabela, clicando
no símbolo que aparece sobre o canto superior esquerdo da tabela.

Dimensionar uma tabela


Inicialmente, a tabela é criada com colunas de largura automática e linhas cuja altura se
ajusta ao texto. Existem dois modos de alterar as dimensões das linhas e das colunas:
recorrendo ao menu Tabela e recorrendo ao rato sobre os limites das linhas e colunas.

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PROGRAMA DE APRESENTAÇÕES

Introdução

Microsoft PowerPoint é uma aplicação que permite criar e visualizar de forma muito
simples e rápida apresentações multimédia. O programa tem por principal finalidade a
apresentação de diapositivos utilizando para isso o monitor do computador ou outro
equipamento que possibilite a projecção dos mesmos.
As apresentações podem ser construídas, através de uma sequência de diapositivos com
transições variadas, recorrendo a imagens, som, movimento, vídeo e texto.

Características
As principais características deste programa são:
 Criar apresentações e guardá-las num suporte de armazenamento (disco, pen,
etc.)
 Modificar, em qualquer altura, a apresentação
 Formatar uma apresentação com diferentes textos, imagens, sons, etc.
 Enriquecer uma apresentação através da introdução de efeitos de animação de
texto e objectos, etc.
 Incluir, na apresentação, efeitos de transição entre os vários diapositivos
 Difundir uma apresentação na Internet
 Criar páginas Web

Estrutura
Para iniciar o PowerPoint, clique sobre o botão . Aceda a Todos os programas e

depois a Microsoft Office. Abra a aplicação PowerPoint. Pode igualmente escrever


POWERPNT na caixa de diálogo Executar…

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Imagem 1 – Estrutura da aplicação MS PowerPoint


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Figura 12 – Estrutura da aplicação

Legenda:
1- Barra de título 6 - Diapositivo activo / Área de trabalho
2- Botões Minimizar, Maximizar e Fechar 7 - Números do diapositivo activo e total
3- Barra de menus 8 - Painel de Tarefas
4- Barra de ferramentas Padrão 9 - Área de notas
5- Miniaturas dos diapositivos 10 - Acesso rápido às várias vistas

Vistas
Vistas são diferentes modos de visualização para trabalhar na apresentação (Figura 1 /
ponto 10). Existem diferentes vistas, que podemos mudar, fazendo clique sobre os
botões na parte inferior esquerda da janela do PowerPoint:
 Normal (diapositivos /destaques);
 Organização de diapositivos;
 Apresentação a partir do diapositivo actual.

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Vista Normal: o Painel de Destaques (Figura 1 / ponto 5) – O painel de destaques


mostra o texto da apresentação sem gráficos.
Vista Normal: o Painel de Diapositivos (Figura 1 / ponto 5) – Este painel mostra o
aspecto dos diapositivos, em pequena escala. Ajuda a navegar na apresentação,
enquanto se está a criar/alterar diapositivos.
Normal (Figura 1 / ponto 6) – Adicionar imagens, texto, gráficos e outros objectos ao
diapositivo na área de trabalho. Utiliza-se a barra de deslocamento para passar de um
diapositivo para outro.
Organização de Diapositivos – Esta vista mostra miniaturas de todos os diapositivos da
apresentação. Seleccione um ou mais diapositivos e reorganize-os, arrastando e
largando-os na posição desejada.
Apresentação de Diapositivos - Utilize a vista de apresentação de diapositivos para pré-
visualizar e ensaiar a apresentação e para a executar electronicamente perante uma
audiência. A apresentação será executada em modo de ecrã inteiro com todas as suas
animações e transições. Avance para o próximo diapositivo fazendo clique com o rato,
ou utilize as teclas do cursor para avançar ou recuar.

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Criar Apresentação

Criar uma apresentação no Microsoft PowerPoint implica começar com uma estrutura
básica; adicionar novos diapositivos e conteúdo; escolher esquemas (Figura 2);
modificar a estrutura de diapositivo, se desejar, alterando o esquema de cores (Figura 3)
ou aplicando modelos de apresentações (Figura 4) diferentes e criar efeitos como, por
exemplo, transições animadas entre diapositivos. As informações abaixo centram-se nas
opções disponíveis quando é iniciado o processo.
O painel de tarefas Nova apresentação do PowerPoint permite iniciar de várias
maneiras a criação de uma apresentação. Estas incluem:
 Em branco – Comece com diapositivos que têm a estrutura mais simples e
nenhuma cor aplicada.
 Apresentação existente – Baseie a nova apresentação numa que tenha
elaborado anteriormente. Este comando cria uma cópia de uma apresentação
existente para que possa fazer alterações de estrutura ou de conteúdo para a nova
apresentação.
 Modelo de apresentação – Baseie a apresentação num modelo do PowerPoint
que já tenha um conceito de estrutura, tipos de letra e esquema de cores. Além
dos modelos que são incluídos com o PowerPoint, pode utilizar um que tenha
criado.
 Modelos com conteúdo sugerido – Utilize o Assistente de conteúdo
automático para aplicar um modelo de apresentação que inclua sugestões para o
texto nos diapositivos. Em seguida, escreva o texto que deseja.
 Um modelo num Web site – Crie uma apresentação utilizando um modelo
localizado num Web site.
 Um modelo na Microsoft.com – Escolha entre os modelos adicionais do
PowerPoint na galeria de modelos do Microsoft Office. Estes estão organizados
de acordo com o tipo de apresentação.

Sempre que se inicia uma apresentação, o esquema de diapositivos surge no painel de


tarefas (Figura 3).

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Figura 13 – Esquema de diapositivos

Figura 14 – Esquema de cores

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Figura 15 – Modelo de apresentação

Menu Inserir
O menu Inserir é um dos mais utilizados para criar apresentações, juntamente com os
menus Formatar e Apresentações.

Figura 16 – Opções do Menu Inserir

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Inserir Diapositivo / Duplicado do diapositivo


Para inserir um novo diapositivo, execute qualquer um dos seguintes passos:
1. No menu Inserir escolha a opção desejada (Novo diapositivo /duplicado…)

2. Na barra de ferramentas Formatação, clique em .


3. Com o ponto de inserção no separador Destaques ou Diapositivos, prima Enter.

Inserir Número / Data e hora


Podemos utilizar o Menu Inserir para adicionar estes marcadores a cada um dos
diapositivos ou a toda uma apresentação.
Para adicionar a data e a hora ou o número do diapositivo em qualquer lugar do
diapositivo, basta posicionar o ponto de inserção no marcador de posição ou na caixa de
texto a que se deseja adicionar a data e hora ou o número do diapositivo.
Para adicionar um número de diapositivo ou a data e hora a cada diapositivo, no menu
Ver, clique em Cabeçalho e rodapé e, em seguida, seleccione as opções apropriadas
(Figura 6). O número do diapositivo, a data e a hora ocupam marcadores de posição
predefinidos no diapositivo. Pode alterar a posição dos marcadores no modelo global
de diapositivos.

Figura 17 – Opções do Cabeçalho e rodapé

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Inserir Imagem
A opção de inserir Imagem abre um conjunto de opções:

Insere uma imagem do ClipArt.

Insere uma imagem de um ficheiro localizado no nosso computador.

Permite a digitalização e/ou captura de imagens,


seguida de inserção das mesmas no PowerPoint.

Permite a criação automática de álbuns de fotografias, após


selecção ou captura das mesmas

Permite a inserção de formas automáticas da Barra de


Ferramentas de desenho (Figura 6)

Permite a criação de títulos utilizando o WordArt

Permite a criação e formatação de organigramas

Figura 18 – Formas Automáticas

Inserir Filmes e sons


Permite a inserção de filmes e sons. Apresenta diversas opções de acordo com a origem
do elemento multimédia que se pretende inserir:

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Nestes casos, tal como na opção Imagem, deve indicar-se o caminho


para o ficheiro que se pretende inserir. Após ter seleccionado o ficheiro e ter clicado no
OK, o utilizador deve optar de acordo com o comportamento que espera do elemento
multimédia:

Figura 19 – Comportamento do elemento multimédia

É aconselhável ver a apresentação no sentido de verificar se o elemento multimédia


ficou inserido de forma correcta, ou clicar sobre o mesmo na Vista normal. No caso de
filmes com resoluções elevadas, ou determinados formatos, a aplicação poderá
reproduzir estes elementos de forma incorrecta. Como alternativa o utilizador poderá
criar hiperligações para estes ficheiros (menu Inserir – Hiperligação). Nestas situações
a reprodução não é automática, devendo o utilizador “clicar” sobre o elemento, no
decorrer da apresentação, para desencadear a sua reprodução.
A área de visualização dos vídeos pode ser dimensionada e colocada na posição mais
adequada. Estes procedimentos são realizados tal como se tratassem de elementos de
desenho ou imagem.

Nestas duas opções a aplicação abre o ClipArt onde podem ser


encontrados e inseridos diversos elementos áudio e vídeo.

Permite associar à apresentação, a reprodução automática


de uma faixa de música de um CD de áudio que tem de estar introduzido no leitor de
CD/DVD.

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Figura 20 – Opções para reproduzir faixa de áudio

Esta opção implica a gravação de uma narração que é incorporada na


apresentação.

Figura 21 – Opção para gravar som

Inserir outras opções


Hiperligação: Possibilita concretizar hiperligações a outros ficheiros, a páginas web e a
endereços de correio electrónico. Para fazer uma hiperligação a palavra ou imagem em
que queremos a hiperligação, tem que estar seleccionada (Figura 12).

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Figura 22 – Opções de hiperligações

Diagramas: Permite a criação e formatação de diagramas.


Tabelas: Permite a criação e formatação de tabelas.
Objecto: Permite ligar ou integrar objectos/ficheiros no PowerPoint

Figura 23 – Opções de inserir objecto

Formatar diapositivo

Para formatar um diapositivo ou toda uma apresentação, pode recorrer às barras de


ferramentas ou ao menu Formatar e às suas diversas opções. Nesses termos, o
Microsoft PowerPoint inclui modelos de apresentação (Figura 4) que podem ser
aplicados de forma a enriquecer uma apresentação, em termos de cores, tipo de letra,
marcas e numeração ou fundos. Existem também esquemas de cores (Figura 3). Um
esquema de cores consiste em oito cores utilizadas na estrutura do diapositivo – cores
para o fundo, texto e linhas, sombreados, texto do título, preenchimentos, acentos e

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hiperligações. O esquema de cores da apresentação é determinado pelo modelo de


apresentação que é aplicado.

Figura 24 – Opções do menu Formatar

Esquemas
Esquema refere-se à forma como os objectos são dispostos no diapositivo. Um
esquema contém marcadores de posição, que por sua vez mantêm texto como, por
exemplo, títulos e listas com marcas e conteúdo de diapositivo como, por exemplo,
tabelas, gráficos, imagens, formas e ClipArt. Cada vez que adiciona um novo
diapositivo, pode escolher um esquema no painel de tarefas Esquema do diapositivo
(Figura 3). Os esquemas possuem uma gama completa de configurações (também pode
escolher um esquema em branco).

Modelos de apresentação / esquemas de cores


O Microsoft PowerPoint inclui modelos de apresentação que podem ser aplicados de
forma a dar à apresentação um aspecto profissional.
Pode pré-visualizar e aplicar um modelo de apresentação através do painel de tarefas
Estrutura de diapositivos. O modelo pode ser aplicado em todos os diapositivos ou em
diapositivos que estejam seleccionados e pode aplicar vários tipos de modelos de
apresentação numa única apresentação.
Quando aplica um modelo de apresentação, é adicionado um modelo global de
diapositivos a esse modelo na apresentação. Se aplicar um modelo diferente a todos os

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diapositivos, o modelo global de diapositivos antigo é substituído pelo modelo global do


novo modelo.

Pode guardar uma apresentação que tenha criado como um novo modelo de
apresentação e que está disponível no painel de tarefas Estrutura de diapositivos.

Um esquema de cores consiste em oito cores utilizadas na estrutura do diapositivo -


cores para o fundo, texto e linhas, sombreados, texto do título, preenchimentos, acentos
e hiperligações. O esquema de cores da apresentação é determinado pelo modelo de
apresentação que é aplicado. Pode visualizar o esquema de cores de um diapositivo
seleccionando o diapositivo e, em seguida, apresentando o painel de tarefas Estrutura
de diapositivos – Esquema de cores. O esquema de cores do diapositivo seleccionado
aparece seleccionado no painel de tarefas.

1 - Cores para o texto do título e corpo do texto


2 - Cores para o fundo, preenchimentos e sombras
3 - Cores para as hiperligações, preenchimentos e marcas

O modelo de apresentação inclui um esquema de cores predefinido e esquemas de cores


adicionais de onde pode escolher, todos concebidos para esse modelo. A predefinição
ou apresentação em " branco" no Microsoft PowerPoint também contém esquemas de
cores.

Barra de Desenho
Podemos inserir diferentes objectos numa apresentação, recorrendo a esta barra de
ferramentas

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Figura 25 - Barra de desenho

Modelo global de diapositivos


O modelo global de diapositivos é um elemento do modelo de apresentação que
armazena as informações sobre o modelo, incluindo os estilos de tipos de letra,
tamanhos e posições do marcador de posição, estrutura do fundo e esquemas de cores.
O objectivo do modelo global de diapositivos é permitir que efectue uma alteração
global - como, por exemplo, mudar o estilo do tipo de letra - e permitir que essa
alteração se reflicta em todos os diapositivos da apresentação.
Normalmente utiliza-se o modelo global de diapositivos para efectuar o seguinte:
 Alterar o tipo de letra ou marcas
 Inserir arte – como, por exemplo, um logótipo - que deseja que apareça em
vários diapositivos
 Alterar posições, tamanho e formatação do marcador de posição
Para visualizar o modelo global de diapositivos, mostra a vista de modelo global. Pode
efectuar as alterações ao modelo global de diapositivos da mesma maneira que altera
um diapositivo qualquer, exceptuando que apenas se pode alterar o estilo do texto do
modelo global; o texto actual dos diapositivos, como, por exemplo, títulos e listas, deve
ser escrito no diapositivo em vista normal. Quando altera o modelo global de
diapositivos, as alterações efectuadas a cada diapositivo são mantidas.
No menu Ver, escolha Modelos globais e faça clique sobre Modelo global de
diapositivos.

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Apresentações
Para enriquecer uma apresentação podemos recorrer a este menu e às suas diversas
opções.

Figura 26 – Opções do menu Apresentações

Este menu disponibiliza diversas ferramentas, das quais se destacam:

Animações pré-definidas que são aplicadas ao(s)


diapositivo(s).

Figura 27 – Esquemas de animação

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Permite fazer uma animação personalizada dos


objectos. Seleccionamos o objecto e indicamos qual o efeito a adicionar (Figura 18).
Podemos depois definir as opções para o efeito escolhido, seleccionando no painel de
tarefas (Figura 19).

Figura 28 – Animação personalizada

Figura 29 – Opções do efeito

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Introduz o movimento de entrada e o de saída dos


diapositivos.
Recorra novamente às opções que surgem no painel de tarefas (Figura 20) e aplique a
transição aos diapositivos desejados.

Os botões de acção são elementos


do que permitem definir diferentes acções para os diapositivos na apresentação. Desde a
simples movimentação entre diapositivos até à abertura de programas, criando um efeito
de beleza e de sincronização.

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Figura 30 - Transição entre diapositivos

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Guardar Apresentação

Aceda ao menu Ficheiro e guarde a sua apresentação como Página Web (HTML) e
publique-a na Web para aqueles que não puderam estar presentes na apresentação. Os
seus colegas podem ver a apresentação na Web, utilizando um Browser (ex.: Internet
Explorer). Abra os ficheiros HTML no PowerPoint para os actualizar ou alterar sempre
que necessitar.
Pode guardar a sua apresentação como

ppt – permite que sejam feitas alterações posteriormente à sua gravação


(modo criação)

pps – não permite que sejam feitas alterações posteriormente à sua gravação
(modo visualização)

Imprimir Apresentação
Para imprimir uma apresentação pode escolher as opções: Diapositivos, folhetos,
páginas de notas ou vista de destaques. A opção Folhetos permite-lhe escolher o número
de diapositivos que pode imprimir por página.
Imprima as suas notas para depois se referir a elas enquanto fala ou para fornecer mais
informações sobre o conteúdo do diapositivo. Pré-visualize a impressão das páginas de
notas, a partir da opção do menu Ver.

Figura 31 – Impressão

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Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3C

Regras de Criação de Diapositivos

Pontos a Observar

Texto:
 Seis palavras por linha
 3 a 5 pontos-chave
 10 linhas no máximo
 Título
 Tamanho de letra 24, no mínimo

Tipos de Letra:
 Times New Roman é conservador
 Comic Sans MS para mensagens mais informais
 Serif Fonts (Times New Roman e Georgia) em grandes quantidades de texto
 Sans Serif Fonts (Arial e Verdana) em títulos
 Verdana Georgia e Tahoma para projecções
 Negrito e Itálico dão ênfase
 Não utilizar mais de 3 tipos de letra

Atenção:
 As palavras-chave são indispensáveis
 Conter ideias estruturadas
 Sintetizar a informação
 Deve motivar/despertar interesse
 Qualidade da apresentação (som, texto, imagem e movimento)

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TIC 3D

Usar a Internet para obter, transmitir e publicar informação

Critérios de evidência a avaliar:


1. Identifica os elementos necessários para ligar um computador à internet;
2. Compara as ofertas dos diferentes fornecedores de serviços;
3. Identifica e interpreta vocabulário específico usado na Internet ;
4. Inicia um programa de navegação (browser) na Web e abre um endereço da Net;
5. Reconhece as funções das barras de navegação: barras de ferramentas, barra de
estado, ...;
6. Pesquisa em diferentes motores de busca, utilizando ou não palavra-chave;
7. Cria uma caixa de correio pessoal e organiza um livro de endereços;
8. Lê, apaga e envia mensagens, com ou sem ficheiro anexo;
9. Identifica os cuidados a ter, relativamente a vírus informáticos, no recebimento de
ficheiros anexos
10. Utiliza informação recebida via Internet, noutros suportes;
11. Identifica as regras de utilização das salas de conversação;
12. Escolhe uma alcunha (nickname) e entra numa sala de conversação;
13. Identifica as vantagens e desvantagens deste tipo de serviço;
14. Cria um site com uma aplicação de apresentações (MSPublisher ou (MSFrontPage);
15. Modifica o design e esquema de cores (no caso do Publisher);
16. Insere links, texto, imagens próprias… e pré-visualiza-as num programa de
navegação;
17. Usa uma aplicação FTP para fazer uploads para um servidor público.
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INTERNET

Esta frase demonstra de uma forma simples a complexidade da Internet.


Tal como a selva, a Internet tem regras, tem características próprias onde existem os
“Predadores” e as “Presas” e sobretudo é muito vasta. Ao longo da sua “caminhada” é
possível encontrar algumas armadilhas ou situações mais perigosas, embora se possa sempre
ir pela via mais fácil.

A Internet é um Mundo, o
Mundo de Hoje e do Amanhã...

O que é a Internet?

Em poucas palavras, a Internet, é uma Rede


Informática à escala mundial composta por
muitos milhares de computadores ligados
entre si. Através da rede telefónica cada um
controla os seus computadores e a
informação que pretendem divulgar.

Origens

A Internet começou como experiência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, nos
anos 60, para ajudar cientistas e pesquisadores de locais bem dispersos a trabalharem juntos
compartilhando escassos e caros computadores e seus arquivos. Essa meta exigia a criação de
um grupo de redes interligadas que actuariam como um todo coordenado.

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Unidade de Competência: 3D

A Guerra Fria gerou interesse numa rede “à prova de bomba”. Se parte da rede fosse
destruída, os dados ainda assim trafegariam até ao seu destino com a ajuda das partes
remanescentes. Na resultante Internet (ou, inter - rede), a responsabilidade de traçar a rota das
mensagens foi distribuída entre toda a rede, em vez de ficar centralizada numa só localização.
Em grande parte, a Internet, já com mais de 2 décadas de existência, tem aumentado a sua
popularidade devido ao uso de browsers.

Evolução
A partir de quatro computadores em 1969 o governo dos Estados Unidos, através do
Advanced Research Projects Agency “ARPA”, lançou uma rede de longa distância conhecida
por “Arpanet” tendo como objectivo a interligação de computadores utilizados em centros de
investigação com fins militares, continuando a crescer lentamente nos anos 70, por razões de
segurança ainda era controlada pelos militares e inacessível aos outros sectores.
Em meados dos anos 80, com o aparecimento dos novos protocolos da comunicação a
“Arpanet” deixou de ser estritamente militar dividindo-se em “Milnet” (Rede Militar) e
redes académicas, actualmente conhecida por Internet.
No final da década de 80 a Internet já ultrapassava os cem mil utilizadores.
É nos anos 90 que a Internet inicia a sua verdadeira expansão contando com 39 milhões de
utilizadores de correio electrónico e 26 milhões de utilizadores do conjunto de serviços da
Internet ligados a 9 milhões e meio de computadores.

Redes - O que são?


Uma rede é um sistema de comunicação que permite ligar vários computadores entre si.
Numa rede, existe sempre um Servidor que controla e coordena toda a rede, podendo conter a
informação necessária para o bom funcionamento da mesma, e existem os Clientes que são
todos os computadores ligados ao Servidor.

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Unidade de Competência: 3D

Tipos de Rede
Os principais tipos de rede são:

Lan (Local Area Network)


É uma ligação entre computadores.
Estes encontram-se no mesmo edifício
ou em edifícios adjacentes. Estamos
neste caso perante uma rede local.

Man (Metropolitan Area Network)


Rede de área metropolitana composta
por um sistema que interliga várias
redes locais, normalmente dentro dos
limites de uma mesma cidade.

Wan (Wide Area Network)


Um sistema mais vasto que estabelece
a ligação entre redes locais e redes de
área metropolitana, dentro de um
mesmo país, entre países e mesmo
entre continentes, vindo daí a sua
designação de “Imensa área de
trabalho”.

Internet/ Intranet

A Internet é uma rede de milhares de computadores ligados entre si. Para definirmos
Intranet, podemos basear-nos nessa definição, embora tenha algumas diferenças... A Intranet
pertence a uma organização, empresa, ou universidade, a qual cria a sua rede privada interna
ou entre as suas várias filiais. Esta funciona única e exclusivamente para funcionários da
organização com a respectiva autorização da mesma, que fornece um nome de utilizador e
uma palavra-passe (password).
O conteúdo de uma Intranet varia consoante o tipo de organização podendo existir Intranets
comerciais, informativas, de lazer, etc..

Equipamento necessário

Para acedermos à Internet necessitamos fundamentalmente de três peças de equipamento:


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Unidade de Competência: 3D

 Um Computador
 Um Modem
 Placa de Rede

Trata-se de um periférico que converte o sinal digital fornecido por um computador,


para analógico, é também o Modem, que realiza a operação inversa, convertendo os
sinais analógicos recebidos por telefone em sinais digitais.
Quanto mais rápido for o Modem maior é a velocidade de transferência de dados
para a rede ou desta para o seu computador, isto significa que serão menores as suas
contas telefónicas.

 Uma ligação à rede telefónica


Necessitará apenas de uma tomada apropriada junto ao computador à qual se irá
ligar o Modem.

Aceder à Internet
Existem várias formas de aceder à Internet: Clicando no ícone que se encontra no ambiente de
trabalho, ou através do botão Iniciar, optando-se pelos Programas e em seguida pelo ícone do
Programa Internet Explorer.
Ao longo do tempo foram sendo utilizadas várias formas de acesso à Internet. Algumas delas
(como o acesso por Correio Electrónico), hoje, apenas se justificam em circunstâncias muito
especiais.

Formas que permitem o acesso ao conjunto de serviços da Internet

Correio Electrónico
Tudo o que é necessário, para trocar mensagens com uma “Máquina da Internet”, é dispor de
software de correio electrónico e o hardware necessário. O que é muito limitado, visto que só
permite a troca de mensagens.
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Unidade de Competência: 3D

Acesso por Login ou dial-up


O computador funciona com um simples terminal de um computador remoto. A ligação é feita
sobre linha telefónica. Limitado às aplicações existentes no computador remoto, não permite
utilizar aplicações com recursos gráficos.

ACESSO PROXY: SLIP E PPP


É do tipo de acesso por Login, mas permite a utilização de todos os serviços e aplicações, tal
como numa ligação directa.

ACESSO DIRECTO
O “verdadeiro” acesso à Internet, geralmente feito através de linhas dedicadas (ou no mínimo
RDIS), utilizado sobretudo pelas organizações.
A escolha da forma de acesso e do fornecedor de serviço deve Ter em conta, para além dos
custos, os seguintes aspectos:
Tipo de acesso – Individual
- Organizacional
Frequência de utilização
- Ocasional
- Frequente
- Constante
Volume de tráfego: Quantidade de informação que irá circular
Resumidamente, a forma de acesso para os utilizadores será do tipo SLIP/PPP e para as
organizações será, preferencialmente, e se os custos forem suportáveis, um acesso directo.

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Protocolos da Internet

Sistema de Protocolos da Internet

Tal como os humanos usam a linguagem para comunicarem entre si, também os
computadores necessitam de uma linguagem. A esta linguagem dá-se o nome de
Protocolo.
Por vezes a transferência de informação é deturpada, e torna-se necessário algo para que
isso não aconteça. A Internet usa dois protocolos fundamentais: O TCP (Transmission
Control Protocol) e o IP (Internet Protocol) que funcionam sempre em conjunto. O
TCP/IP tem como função controlar a Internet, verificando o modo como os dados são
transferidos entre os computadores. A informação que é transmitida através da Internet
é dividida em pacotes e cada pacote transporta, para além da informação propriamente
dita, o endereço do computador de origem e do computador de destino. O Protocolo IP é
responsável pelo encaminhamento do tráfego ao longo das redes até atingir o destino.
Isto é semelhante ao Sistema Postal: colocamos uma carta na caixa do correio e
esperamos que chegue ao destino. Cada computador ligado à Internet, tem que possuir,
por este facto, um endereço IP (quando um utilizador doméstico se liga à Internet,
recebe automaticamente um endereço IP que lhe é atribuído pelo INTERNET
SERVICE PROVIDER).
Ao longo da rede, os pacotes de informação são encaminhados, por meio de routers. O
caminho seguido por cada pacote é independente do seguido por outros pacotes. Pode
assim acontecer que, devido a acidentes de percurso, um pacote chegue ao seu destino
depois de outros que tinham sido expedidos posteriormente. O Protocolo IP não pode
garantir a boa ordem de chegada dos vários pacotes de informação.
É a este nível que se mostra necessária a intervenção de uma outra
camada de Software: a camada que
contém o protocolo TCP. A este
compete reagrupar os pacotes de
informação, reorganizando-os, se
necessário, de acordo com a sua ordem

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Unidade de Competência: 3D

original e tentando manter a comunicação livre de erros que eventualmente possam


aparecer, certificando-se que toda a informação seja mantida tal qual foi enviada. No
entanto, as tarefas necessárias a uma boa comunicação não acabam a este nível. Por
exemplo, na World Wide Web, a transferência de “páginas” de informação é feita em
obediência ao protocolo designado pela sigla HTTP (Hiper Text Transport Protocol).
Outro dos protocolos utilizados na transferência de ficheiros é o FTP. Este tem como
objectivo auxiliar o bom funcionamento dessa mesma transferência. Este protocolo
permite transferir ficheiros ASCII e binários de computadores remotos para o seu
computador e vice-versa, tornando-se numa poderosa ferramenta de trabalho. O
utilizador só se apercebe da existência destes diversos protocolos, se eventualmente
observar estas siglas nos endereços afixados na caixa de endereços do I E.

Navegação

WWW
O World Wide Web é uma grande teia de informação multimédia em hipertexto. O
hipertexto significa que se pode escolher uma palavra destacada numa determinada
página e obter assim uma outra página de informação relativa. As páginas podem conter
texto, imagem, som, animação, etc.. O WWW é uma gigantesca base de dados,
acessível de uma forma muito atraente e intuitiva.

URL (Uniforms Resourse Locator): Cada recurso existente na WWW é referenciado


por um URL que constitui o seu endereço na Internet. O URL é composto por várias
partes:

Comunicação: O protocolo utilizado para a transferência de informação na Web é o


Hiper Text Transfer Protocol designado pela sigla HTTP. O endereço de um ficheiro
na Web deverá começar pois pela sigla HTTP.

A localização do Domínio: A segunda parte de um URL define a localização que


identifica um servidor. A atribuição de nomes baseia-se num sistema hierárquico
designado por Domain Name System. No topo, existem dois tipos de domínios:
Genéricos e Países.

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Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3D

Os Países são identificados por letras que sugerem o nome do país.

Caminho ou Path: Se o ficheiro está localizado numa estrutura de directórios, o


caminho é utilizado para indicar a pasta onde o ficheiro está localizado.

Considera-se o seguinte exemplo:

O ficheiro XYZ.html reside em companhiax.com mas está localizado na pasta ghi. A indicação do domínio e
do caminho para o ficheiro será feita do seguinte modo:
Companhiax.com/ghi/xyz.html

Browser
Os Browsers são programas cliente, isto é, programas através dos quais um computador
cliente pode explorar recursos na Internet. Inicialmente os Browsers foram criados
tendo como objectivo fundamental explorar os recursos de servidores da WWW.
Todavia, hoje eles são programas praticamente universais, permitindo aceder à
generalidade dos recursos existentes na rede.
Para muitas tarefas, as funcionalidades básicas do Browser são complementadas com
programas adicionais designados por plug-ins e helper applications.

Hipertexto
As páginas da WWW encontram-se armazenadas em computadores que funcionam
como Web Servers. Essas páginas incluem um conjunto de códigos que determinam a
sua formatação.
Esses códigos fazem parte da linguagem HTML (Hiper Text Markup Language).
Os Browsers possuem a capacidade para interpretar esses códigos, transformando-os em
páginas com texto formatado, incluindo toda uma série de grafismos.
Para além do aspecto gráfico que os códigos HTML permitem incluir nas páginas da
WWW, a característica que transforma essas páginas em documentos de hipertexto é a
possibilidade de incluir Links ligando uma parcela de texto ou um gráfico, a um outro
recurso na Web. O sistema funciona do modo que adiante se descreve: o criador de uma
página HTML decide que uma determinada palavra, frase ou gráfico deve permitir o
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Curso: Geriatria - Código 76203
Área de Competência-chave: TIC
Unidade de Competência: 3D

acesso a um outro recurso, por exemplo, uma outra página, situada no mesmo servidor
ou num outro servidor, em qualquer ponto da Web. Nalguns casos, em páginas muito
longas, alguns links remetem para determinados marcadores (bookmarks) dentro dessa
página. Estes, utilizando um código apropriado associam a um elemento (palavra, frase
ou gráfico) o endereço URL do recurso pretendido.
Quando a página é lida por um Browser, o seu aspecto mostra ao utilizador que se trata
de um link. Se pretender seguir esse link o utilizador tem apenas que executar um clique
sobre essa palavra ou objecto gráfico.
O Browser encarrega-se automaticamente de localizar e carregar para o
computador - cliente o recurso pretendido. A nova página pode ter outros links, que
conduzem a outras páginas e a novos links. A possibilidade de “pular” de página para
página, através destas hiperligações é na gíria designada por “surfar” ou “navegar” na
Internet.

Formador:
77
Bruno Cerqueira