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FUCAP - FACULDADE DE CAPIVARI

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

Nome: Simone das Graças Gonsalves

CAPIVARI DE BAIXO - SC, JUNHO 2021


Nome: Simone das Graças Gonsalves

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

Relatório de estágio supervisionado de Educação Especial (300


horas) do curso de Licenciatura em Pedagogia da Faculdade de
Capivari – FUCAP, sob a orientação da Prof. Ágatha
Nascimento dos Santos Camilo.

CAPIVARI DE BAIXO - SC, JUNHO 2021


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO......................................................................
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA........................................
3. CASE......................................................................................
4. PALESTRAS.........................................................................
4.1 1ª PALESTRA .......................................................................
4.2 2ª PALESTRA........................................................................
4.3 3ª PALESTRA........................................................................
5. CONCLUSÃO.......................................................................
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA................................................

1. INTRODUÇÃO

O estágio em educação especial, foi realizado em período de pandemia por conta da covid 19.

O presente estágio conta com o total de 300 horas, sendo estas, distribuídas entre pesquisas
bibliográficas, estudo de caso, participações e relatórios de palestras.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Inclusão do autista

Autismo, um transtorno do neorodesenvolvimento, que causa alterações de comportamento,


dificuldades em comunicação, de se expressar, interagir,

[...] Os autistas não se interessam pelos outras pessoas, dispensam o contato humano,
apresentam também dificuldades no desenvolvimento de outras habilidades sociais,
principalmente na linguagem verbal e na corpórea [...]. A pessoa com autismo poderá; as vezes
aparecer com um choro sem controle ou pode dar gargalhadas, sorrisos aparentemente sem
causa. (FACION, 2005, p. 31 – 32).

A educação inclusiva é uma prática inovadora que está enfatizando a qualidade de ensino para
todos os alunos, exigindo que a escola se modernize e que os professores aperfeiçoem suas
práticas pedagógicas. É um paradigma que desafia o educador a aprender mais sobre a
diversidade humana a fim de compreender os diferentes modos de cada ser humano ser,
pensar, sentir e agir. (ROSA, 2005.p.12).

(Mello, 2007, p. 16). Descreve o autismo como:

Um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes da idade muito


precoce, tipicamente antes dos três anos de idade, com impacto múltiplo e variável em áreas
nobres do desenvolvimento humano como as áreas de comunicação, interação social,
aprendizado e capacidade de adaptação.
3. CASE

Com dois anos e seis meses de idade, Larissa foi diagnosticada com autismo moderado.

Aos sete anos de idade frequenta a 1º série no período vespertino na escola pública e duas
vezes por semana frequenta A P A E, onde recebem atendimentos de profissionais
especializados, como, Terapeuta Ocupacional, Fonoaudiólogo e psicólogo.

A família, pai, mãe e irmão dez anos mais velho que Larissa, tiveram muitas dificuldades em
aprender lidar com a autista.

Na escola Larissa é uma criança que fica nos cantos de cabeça baixa brincando sozinha, pois
não gosta de se socializar, gosta de pintar desenhos e assistir o desenho da Frozen.

A professora 2, auxilia a autista, procurando seguir uma rotina, mas aos poucos colocando
alguns obstáculos, e realizando maneiras de fazer a aluna interagir e se comunicar, pois a
mesma apresenta muitas dificuldades em se comunicar, realizar atividades e em interagir com
os coleguinhas.

Uma dessas formas, além do lúdico, é a musicalização, que na maioria das vezes, o resultado é
positivo na interação, principalmente se a música for de seu conhecimento.

Tem dias que a criança, não quer colaborar com nada, fica irritada, chora tipo manha, fica
batendo a mão na mesa, joga o que tem o seu redor, e até faz xixi na calça. Geralmente é por
não querer fazer algo que lhe é imposto, ou por não ganhar algo que quer naquele momento.
1ºPalestra

Aprendizagem socioemocional no contexto escolar.

Palestrante: Patrícia Costa Arlaque.

No dia 07/05/2021 através do Google Met foi realizada a palestra com o objetivo
de mostrar os sentimentos, emoções e aprendizagem sociemocional.

Sentimentos e emoções, que são alegria, tristeza, raiva, calma, repudio, ou seja,
moções que influenciam e alteram vários fatores do estado físico, sentimentos
que podem passar despercebidos.

Aprendizagem socioemocional na escola, a criança se encontra em situações


desafiadoras o programa sociomoecional tem o papel de auxiliar a criança a
executar tarefas com competência, produtividade, a lidar consigo mesma e com
os outros afetivamente.

O lúdico é uma das maneiras mais eficaz, que ajuda a criança a se desenvolver
positivamente seus sentimentos e emoções, tais como, empatia, coragem, ou seja,
além poder ampliar suas habilidades ou até mesmo adquirir outras, a criança
aprende a lidar melhor com as situações e a se comunicar de maneira mais clara.
2ºPALESTRA

Transtorno do Espectro Autismo.

Palestrante: Cristina kelleter borges Inhaia.

No dia 25/05/2021, través do google-met foi realizada a palestra sobre TEA


(Transtorno de Espectro Autismo), um transtorno do neorodesenvolvimento.

A pessoa diagnosticada com Autismo, pode vir a ter algumas funções


neorologicas não desenvolvidos, ou ter essas funções em atraso, pode vir a não
desenvolver suas habilidades ou desenvolver um pouco mais tarde.

HÁ três tipos de Autismo:

*leve- se enquadra no TEA, mais tem capacidade de manter comunicação


realizar atividades diárias, entre outras atividades.

*Moderada- dificuldades de comunicação, alteração comportamentais e

dificuldade na interação social.

*Grave é mais intenso e severo que o moderado, necessita de atenção e cuidados


integrais.
No contexto de diversidade e variedade, pode ser percebido algumas
características do autista, que estão relacionados em dois grandes grupos.

*Interação social, quem entra, as questões inter-relacionais, a linguagem, falta de


interesse, dificuldades em aproximação afetiva, demonstração de sentimentos.

*Outra característica é Interesses restritos e repetitivos, esses padrões são tanto


quanto objetos, quanto com a comunicação, o sujeito que tem uma fala
estereodipada, robotizada, por repetir sempre a mesma fala, essas falas não tem a
função em comunicação social.

1ºParticipante questionou sobre quem faz o diagnóstico.

O diagnóstico, além dos responsáveis pelo Autista, o pedagogo tem um


importante papel em fornecer informações observadas em ambiente escolar. Pois
a escola é um ambiente onde há diversidades e variedades, o pedagogo consegue
ver as dificuldades e habilidades, e assim poder fazer uma avaliação junto à
escola e aos responsáveis, para encaminhar para os profissionais especializados
como Psicólogo, Fonoadiologo, e assim ao médico que irá diagnosticar o CID.

2º Participante; relatou ter um primo autista que quando pequeno foi


dignosticado com quadro leve, falava, andava, mais não correspondia quando
tentavam se comunicar com ele, mais hoje com 10 anos de idade foi
diagnosticado com um nível severo.

3º Participante; diz ter filho Autista que até aos 3 anos de idade era agressivo, e
hoje com 7 nos de idade é uma criança calma.

A palestrante Cristina diz, que pode haver alterações de níveis, por várias
questões, junto ao Autismo há comorbidades que podem causar essas mudanças
de níveis, acompanhamentos não adequados podem fazer o autista regredir,
convivência em ambiente hostil pode ser um gatilho que desencadeia outros
gênis que causam essas alterações.
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