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MINISTÉRIO IBD

Tema: `Josafá, um exemplo a ser seguido – II Crônicas 20:31-32


"E Josafá reinou sobre Judá; era da idade de trinta e cinco anos quando começou a reinar e
vinte e cinco anos reinou em Jerusalém; e o nome de sua mãe era Azuba, filha de Sili. E
andou no caminho de Asa, seu pai, e não se desviou dele, fazendo o que era reto aos olhos do
Senhor."
 O Rei Josafá era um descendente do rei Davi.
 Ele foi o rei de Judá na época em que Israel estava dividido em dois reinos. Josafá foi temente a
Deus, mas cometeu alguns erros ao longo de sua vida.
 No tempo de Josafá Israel estava dividido em dois reinos separados: Israel, a norte, e Judá, a Sul.
 Os descendentes de Davi reinavam sobre Judá. Josafá herdou o trono de seu pai Asa, outro rei temente a
Deus, descendente direto de Davi, e reinou durante 25 anos.

Introdução
 Hoje nós vamos meditar no II Crônicas 20:1-22
 Onde Josafá e toda a nação de Judá estavam em grande aperto.
 O Rei Josafá e todo o povo esteve diante de situação de medo, insegurança e desespero, quando se viu
diante dos exércitos moabitas e Amonitas.
 Apesar disso, ele buscou em Deus a saída e saiu vitorioso.

 Nesses dias que precedem o fim dos tempos, os exércitos inimigos se levantam contra a Igreja e
procurando obter vitórias, levando muitos cristãos para situações semelhantes à de Josafá.
 É provável que estejam sofrendo esses ataques do inimigo (opressão, medo e insegurança), justamente
no momento em que procuram acertar suas vidas com o Senhor.

As quatro atitudes de Josafá para vencer a crise


1. Ele reconheceu a sua situação e foi buscar socorro no Senhor. Vers. 1-6
 A verdade é que há momentos em que até rei tem medo, até crente, cheio do poder, tem medo! É um
erro grave não confessar isso diante do Senhor, pois pode sinalizar uma espiritualidade falsa. Confessar
a Deus e buscar a solução é uma coisa, viver em função do medo é outra.  

 Como filhos do Deus vivo, não podemos ser paralisados e vencidos pelo medo. Nossos medos, ao
contrário, devem nos levar a buscar mais ao Senhor, e jamais fugir dele ou da batalha, como⁸ muitos
fazem, abandonando o Senhor, a fé, a Igreja, os amigos. Isaias 41:10

  Toda crise deve nos levar à confissão, à busca do Senhor, à permanência com o povo de Deus. É
preciso parar de murmurar, de reclamar da situação. A solução vem quando nos ajuntamos para buscar
no Senhor a saída e a vitória. Na hora da crise é necessário o ajuntamento da família, da célula e do
discipulado em jejum e oração diante do Deus de poder e das maravilhas.

2. Ele trouxe à memória as alianças e as promessas de Deus. Vers. 7-13 


 A questão não era se Deus tinha se esquecido ou não das Suas palavras, porque isto é impossível (a
única coisa de que Deus se esquece é dos nossos pecados confessados e arrependidos).
 Confessar as alianças e promessas de Deus é para que nos lembremos que Ele tem compromisso
conosco e é absolutamente fiel, o que nos fortalece na fé e na esperança. Êxodo 34:10

 A confissão sistemática das alianças e promessas de Deus tem pelo menos dois efeitos tremendos:
a. enchem os céus sobre as nossas cabeças com as sementes de vitória, tirando nossos olhos
das circunstâncias e do inimigo, voltando-os para o Senhor.
b. são decretos proféticos contra as crises, porque se tornam palavras de ordem contra a voz
do inimigo, neutralizando o caos que toda crise quer instalar. 

3. Ele se colocou na posição certa. Vers. 14-17 


 Como é bom saber que o Senhor cuida de nós e toma para si as nossas batalhas.
 Estando com o Senhor, as “nossas” batalhas não são nossas, são dEle.
 Diz o texto bíblico que eles estavam em jejum, oração, quebrantamento e confissão.
 Deus nunca deixa de nos responder; o problema é que às vezes não estamos na posição de ouvi-lo.

 Precisamos nos colocar na posição diante do Senhor, com jejuns, orações e confissões sinceras.
Colossenses 3:17

 Tais coisas nos “limpam” espiritualmente e nos habilitam quanto a ouvirmos a direção de Deus para
nossas vidas em muitas situações.
 É preciso tempos de jejum e orações específicos em família e nas Igrejas, para que o Deus de
maravilhas seja glorificado no meio das adversidades. 

4. Ele adorou, obedeceu e provou a vitória. Vers. 18-22 


 Não basta saber quem o Senhor é e nem o que Ele pode fazer. É preciso agir! Tomar uma atitude de fé,
atitude de vencedor no Senhor! 
 Se o Senhor já falou, só nos resta obedecer, isto é, por em prática Seus conselhos e assumir uma atitude
de louvor e adoração. Obediência assim mostra que descansamos n ‘Ele, em plena crise, porque
sabemos que a nossa vitória é certa. 
 Até porque adoração, obediência e fé andam de mãos dadas e são garantia de vitória para os santos de
Deus.
 Quantos estão dispostos a dedicar tempo com seus joelhos no chão e buscar à Deus em oração?
Salmos 63:3-4

 Josafá compreendeu que diante de uma grande multidão contra ele não tinha alternativa a não ser a de
buscar à Deus em jejum e oração. Porque a força que está em nós não vem de mim e nem de você, mas
vem do Senhor.

Conclusão
 Não está aguentando a luta irmão(ã)? Não tem mais forças? Faça como Josafá, coloque os seus olhos no
Senhor. Salmos 121:1-2
“Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem
do Senhor que fez o céu e a terra.”

 Quando Josafá faz isso, o Espírito Santo de Deus por meio do profeta diz: “Não temais, nem vos
assusteis por causa dessa grande multidão que vem contra ti, porque a peleja não é vossa, mas de Deus.
Amanhã descerão até a ladeira de Ziz e lá ao encontrá-los não precisarão fazer nada, porque o
salvamento virá do Senhor.” 
 Saiba de uma coisa meu irmão e minha irmã, se você está passando por uma grande luta, ela não é sua,
mas sim, de Deus, do Senhor Eterno sobre nossa vida. 
 O resultado das atitudes de Josafá foi que os Moabitas e os Amonitas mataram-se uns aos outros e mais
uma vez Deus foi fiel a um povo que o buscou. 

Pr. Rodrigo Lima

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