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Nome: Paula Nicolly Correa | Turma: 301 | Disciplina: História

Antissemitismo
Ao longo da história, o antissemitismo continuou mostrando a sua face horrenda. Ele surgiu
primeiramente sob pretextos religiosos na Idade Média e, depois, apareceu na forma de
nacionalismo a partir do século XIX, antes de assumir uma pretensão científica na ideologia
nazista. Desde a captura de Jerusalém pelo imperador Tito em 70 d.C., desde a dispersão dos
judeus, principalmente ao longo da bacia do Mediterrâneo, quando eram vendidos como
escravos em quantidades tão grandes que os preços de mercado (para usar um termo
econômico moderno) despencaram no Império Romano – a condição dos judeus por dois
milênios, especialmente na Europa, nunca deixou de envolver a exclusão, o sofrimento e a
perseguição. Desde aquele longínquo período romano, existem três formas de antissemitismo.
Um deles é o antissemitismo religioso ao nacionalista e racial, ele vem desde o Édito de Milão,
do imperador Constantino, que reconheceu o cristianismo como religião oficial no ano de 313, o
antissemitismo sempre se alimentou do ódio ao “deicídio judeu”, ao povo que matou Jesus
Cristo. Ao longo de períodos de perseguição e massacres, se oferecia aos judeus a
possibilidade de escapar da morte ou do exílio por meio da conversão forçada. O fato de os
judeus terem assumido de forma bastante natural suas responsabilidades e de terem ocupado
posições eminentes nas esferas política, econômica e financeira, os tornava, face à menor
crise nacional, traidores em potencial, sempre a serviço de uma mítica “conspiração judaica
internacional” imaginada pelos antissemitas. Ele então se tornou racial: os judeus foram
definidos como uma “raça” de origens orientais misteriosas, que não poderia ser assimilada
pelos povos entre os quais se estabeleceram, especialmente aqueles que alegavam pertencer
a uma raça ariana superior, que se sentiam ameaçados de degeneração pela presença entre
eles de judeus, com seus inúmeros defeitos. Outra foi Reconhecimento da cidadania judaica,
assim, na forma de proibições, confinamentos a guetos, emblemas em roupas, como se fossem
animais perigosos, os judeus aparecem, na longa história da humanidade, como uma espécie
maldita. No dia em que foi votada a cidadania dos judeus, ao final da Assembleia Constituinte,
Dauphine, irmã de Luís XVI, escreveu estas palavras a uma prima da família real austríaca dos
Habsburgo, em Viena: “A Assembleia atingiu o ápice de sua loucura e tornou os judeus
cidadãos”. Esse antissemitismo raivoso está na origem das leis raciais do Terceiro Reich,
adotadas em Nuremberg em 1935, cujo propósito, devo lembrar, era a “proteção do sangue
alemão e da honra alemã”, supostamente maculadas pela presença dos judeus. E a última foi
uma abundância de lições, do qual emergiram inúmeros gênios da arte, do pensamento e da
pesquisa científica, tenha sido o mentor, o organizador e o perpetrador das perseguições mais
terríveis contra os judeus que já mancharam a história da Europa. Na Europa, não havia países
em que o amor à cultura, a paixão pela arte, especialmente pela música, e pela pesquisa
científica tinham maior prestígio do que na Alemanha, ao final da República de Weimar.
Discípulos do Iluminismo, através de todos os sofrimentos, no progresso da humanidade por
meio dos benefícios de uma educação esclarecida e de instituições justas fundamentadas na
filosofia dos direitos humanos, devemos renunciar à luta pelo progresso, sempre tão
necessário. Antissionismo: O Terceiro Reich caiu, seu fundador cometeu suicídio, seus
principais algozes foram enforcados ou sumiram. A imensidão do genocídio judaico na Europa
foi descoberta, o que deu origem a um movimento poderoso, na recém-criada Organização das
Nações Unidas, a favor da criação de um Estado judaico. Criação de um Estado judaico na
Palestina, e veio de uma decisão das Nações Unidas, a Resolução 181(II) da ONU de 29 de
novembro de 1947, não foi aceita por todos. O antissionismo, em suas camadas mais
profundas, não é nada além da expressão contemporânea do antissemitismo, ou seja, do ódio
aos judeus. O novo campo de batalha: O antissemitismo atual não se apresenta da mesma
maneira daquele da época de Constantino. Enquanto o conflito Israel-Palestina continuar, o
ódio aos judeus, muito além do Oriente Médio, vai continuar a inflamar alguns muçulmanos,
especialmente os mais jovens, inspirados pela internet e pela propaganda apelativa das
imagens violentas que nos sãos familiares. Uma expressão horrenda de antissemitismo, essa
imagem atravessa os tempos, lembrando-nos dos Einsatzgruppen (os esquadrões da morte da
SS, de 1939 a 1945) soltos nos guetos do Leste Europeu. Ação pela paz civil: Finalmente, eu
gostaria de apontar, e de destacar enfaticamente, uma coisa que diz respeito à ação pela paz
civil. É a importância do papel. Para alguns, do papel fraternal dos representantes da
comunidade muçulmana que denunciam esses crimes. Tenho como visão essas ações como
inumanas, por desde de muito tempo atrás, os judeus sofrem com isso, claro que erraram, mas
não mereciam esse ódio todo, muitos inocentes foram mortos, ainda mais por conta de Hitler,
sendo que todos são humanos. Essas guerras que acontecem na atualidade, só faz com que
esse ódio volte, e passe de geração em geração, sendo que o mundo todo está em paz.
Questões 1) Antissemitismo é o preconceito concentrado contra qualquer pessoa de origem
semita, o que inclui preconceito contra árabes, assírios, judeus etc. O termo, no entanto, possui
uma utilização muito mais vinculada ao preconceito (étnico, religioso ou cultural) cometido
contra os judeus. 2) Ao longo da História, o antissemitismo manifestou-se de diversas
maneiras, impondo uma perseguição muito grande às populações judias. As questões
envolvendo a perseguição aos judeus variam de acordo com o contexto histórico. Muitos
historiadores afirmam que tal perseguição durante o período medieval é entendida muito mais a
partir de um aspecto religioso. O antissemitismo moderno surgiu basicamente no começo do
século XIX no continente europeu, e suas causas estão relacionadas a questões políticas e
econômicas.

Campos de concentração
Na 2° Guerra mundial, existiam campos de concentrações em muitas partes da Alemanha,
com muitos prisioneiros, e quem tentava fugir era morto por diversas formas, quem ficava
também era morto, não necessariamente eram judeus e sim muitas partes do mundo como
russos, etc... Nessas prisões tinham poucas comidas, vivinha em celas com pessoas com
pragas e doenças contagiosas, cada campo de concentração era mais morto, de várias formas
e jeitos horrorosos, que ninguém deveria passar, eles empilhavam corpos mortos. Com todos
esses fatores Hitler ficou conhecido com um dos piores ditadores de toda história, ele matou
muita gente, fazendo horrores, mas mesmo assim muitos o seguiam e o idolatravam. Não tem
como entender a cabeça dele, tudo aquilo para ele era normal, era o certo, eu não consigo
entender como alguém assim era seguido.