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FACI – FACULDADE IDEAL

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, ENGENHARIA MECÂNICA E


ELETRICA.

CEZAR AUGUSTO RODRIGUES DA FONSECA JUNIOR


MARCELO BARBOSA FARIAS
FABIANO MOREIRA FREITAS
GRACIELI
ROZÉLIO LUCENA CORREA

AS NORMAS TÉCNICAS DO DESENHO

Belém - PA, 2016


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CEZAR AUGUSTO RODRIGUES DA FONSECA JUNIOR
MARCELO BARBOSA FARIAS
FABIANO MOREIRA FREITAS
GRACIELI
ROZÉLIO LUCENA CORREA

1.1.1.1.1 AS NORMAS TÉCNICAS DO DESENHO

Trabalho apresentado como requisito parcial para


obtenção de aprovação na disciplina Desenho
Técnico, no Curso de Engenharia Civil, Mecânica
e Elétrica, na FACI Devry de Belém.

Prof.ª Anna Cristina Resque Lopes da Silva

Belém - PA, 2016


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1.1.1.1.2 RESUMO

A padronização ou normalização do desenho técnico tem como objetivo


uniformizar o desenho por meio de um conjunto de regras ou recomendações que
regulamentam a execução e a leitura de um desenho técnico, permitindo reproduzir
várias vezes um determinado procedimento em diferentes áreas, com poucas
possibilidades de erros.
Assim, têm-se como benefícios da normalização:
- A melhoria na comunicação entre fabricante e cliente;
- A redução no tempo de projeto, no custo da produção e do produto final;
- A melhoria da qualidade do produto;
- A utilização adequada dos recursos (equipamentos, materiais e mão de
obra);
- A uniformização da produção;
- A facilitação do treinamento da mão de obra, melhorando seu nível técnico;
- A possibilidade de registro do conhecimento tecnológico;
- Melhorar o processo de contratação e venda de tecnologia;
- Redução do consumo de materiais e do desperdício;
- Padronização de equipamentos e componentes;
- Redução da variedade de produtos;
- Fornecimento de procedimentos para cálculos e projetos;
- Aumento de produtividade;
- Melhoria da qualidade;
- Controle de processos;

Palavras-chave: Trabalho acadêmico. Desenho Técnico. Normas Técnicas. ABNT.


NBRs.
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO (SEÇÃO PRIMÁRIA).......................................................................4


2 DESENVOLVIMENTO (SEÇÃO PRIMÁRIA)...........................................................5
2.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA...........................................................................................5
2.1.1 Seção terciária....................................................................................................5
2.2 SEÇÃO SECUNDÁRIA...........................................................................................5
2.3 SEÇÃO SECUNDÁRIA...........................................................................................5
2.4 SEÇÃO SECUNDÁRIA...........................................................................................5
3 CONCLUSÃO (SEÇÃO PRIMÁRIA)........................................................................6
REFERÊNCIAS.............................................................................................................7

APÊNDICE A – Título do apêndice............................................................................8

ANEXO A – Título do anexo.......................................................................................9


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1 INTRODUÇÃO

Há várias instituições, nacionais e internacionais, que definem e produzem


normas sobre diversos assuntos. Como exemplo tem-se a organização européia ISO
(International Organization for Standardization), a americana ANSI (American
National Standards Institute) e a brasileira ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas).
A ABNT é responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base
necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro e é a representante oficial no
Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO, IEC (International Eletrotechnical
Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Pan-
americana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação Mercosul de Normalização).
O conjunto de normas brasileiras que regem o desenho técnico abrange
questões referentes a representação de desenho, tais como: formatos de papel,
representação de desenho, linhas e suas espessuras, escala, caligrafia técnica,
cotas, legendas, dobramento de folhas, dentre outros.
Para cada um destes temas há uma NBR específica que fixa as regras
referentes à cada assunto.

2 NORMALIZAÇÃO

No Brasil há uma série de normas, as NBRs, que estão de acordo com a ISSO
(International Organization for Standardization) regem a linguagem do desenho
técnico em seus mais diversos parâmetros:

• NBR 10647 – Norma geral de Desenho Técnico;


• NBR 10068 – Layout e dimensões da folha de desenho;
• NBR 10582 – Conteúdo da folha para desenho técnico;
• NBR 8402 – Definição da caligrafia técnica em desenhos;
• NBR 8403 – Aplicação de linhas para a execução de desenho técnico;
• NBR 13142 – Dobramento da folha;
• NBR 8196 – Emprego da escala em desenho técnico;
• NBR 10126 – Emprego de cotas em desenho técnico;
• NBR 6492 – Representação de projetos arquitetônicos.
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2.1 NBR 10647/1989 - Desenho Técnico – Norma Técnico

2.1.1.Objetivo
Esta norma define os termos empregados em desenho técnico.

2.2.2. Definições
Os desenhos técnicos se classificam segundo os critérios seguintes:

a) Quanto ao aspecto geométrico


• Desenho Projetivo: abrange aqueles desenhos, cujo objetivo é a demonstração da forma e
das medidas proporcionais dos objetos. É representada por meio de vistas ortográficas e
perspectivas.
• Desenho Não Projetivo: compreendem os gráficos e diagramas resultantes de cálculos
algébricos. Este tipo de desenho não representa nenhuma importância direta para esta
disciplina.

b) Quanto ao grau de elaboração


• Esboço
• Desenho preliminar
• Desenho definitivo

c) Quanto ao grau de pormenorização com que descreve o objeto representado


• Detalhe

• Desenho de conjunto

d) Quanto ao modo de obtenção


• Original
• Reprodução
 cópia
 ampliação
 Redução
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2.2 NBR 10647/1989 - Desenho Técnico – Norma Técnico


2.2.1 Objetivo

1.2 SEÇÃO SECUNDÁRIA

2 CONCLUSÃO (SEÇÃO PRIMÁRIA)

Nesta seção são descritas claramente as conclusões retiradas das


discussões e dos experimentos realizados no decorrer da pesquisa, e finalizada a
parte textual do trabalho.
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2.1.1.1REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10719:


apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro, 1989. 9 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724:


informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro,
2005. 9 p.

Não devem ser referenciadas fontes

bibliográficas que não foram citadas no texto.


Caso haja conveniência de referenciar
material bibliográfico sem alusão explícita no
texto, isto deve ser feito na seqüência das
referências, sob o título “Bibliografia
recomendada”.

As referências são alinhadas somente à


margem esquerda do texto, digitadas em
espaço simples e separadas entre si por dois
espaços simples. Além disso, devem estar em
ordem alfabética, por autor.

2.1.1.2 APÊNDICE A – Título do apêndice

Apêndices são textos ou documentos


elaborados pelo autor do trabalho em
questão, a fim de complementar a
argumentação. Os apêndices devem ser
identificados através de letras maiúsculas
consecutivas e seus respectivos títulos, como
no exemplo acima.
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2.1.1.3ANEXO A – Título do anexo

Anexos são textos ou documentos não


elaborados pelo autor do trabalho em
questão, porém servem para fundamentação,
comprovação e/ou ilustração. Os anexos

devem ser identificados através de letras


maiúsculas consecutivas e seus respectivos
títulos, como no exemplo acima.

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