Você está na página 1de 13

Índice

1. Introdução............................................................................................................................2
2. Dificuldades de acesso a serviços de saúde param diagnóstico de tuberculose em
municípios do Brasil...................................................................................................................3
2.1. Objectivo:............................................................................................................................3
2.2. O impasse da clínica da saúde.............................................................................................4
2.3. História do AIDS.................................................................................................................7
2.4. Os anos 60 e 70s..................................................................................................................7
1981.........................................................................................................................................8
1982.........................................................................................................................................8
1983-4.....................................................................................................................................8
1985-87...................................................................................................................................9
1988-89...................................................................................................................................9
Os anos 90...............................................................................................................................9
2.5. Os sintomas de HIV / SIDA são:.......................................................................................10
2.6. Dor de cabeça e garganta ……………………………………………………………...12
2.7. Pneumonia ........................................................................................................................12
2.8. Sintomas e fases da aids....................................................................................................13
3. Conclusão..........................................................................................................................14
3.1. Bibliografia........................................................................................................................15
2

1. Introdução

Neste trabalho irei abordar e desenvolver os seguintes assuntos referencial: Dificuldades


de acesso a serviços de saúde param diagnóstico de tuberculose em municípios do
Brasil.  Objectivo: O impasse da clínica da saúde; História do AIDS; Os sintomas de
HIV / SIDA; Febres-persistentes; Infecções fúngicas e Sintomas e fases da aids.

No primeiro caso, buscou-se recuperar os conceitos de comprometimento, limitação,


incapacidade e desvantagem, agora revestidos de uma certa positividade sob a forma de
função, habilidade, capacidade e desempenho.

2.
3

2. Dificuldades de acesso a serviços de saúde param diagnóstico de


tuberculose em municípios do Brasil. 
2.1. Objectivo: 
Avaliar as dificuldades de acesso pára diagnóstico da tuberculose nos serviços de saúde
no Brasil. 
Métodos: 
Estudo realizado em 2007 com pacientes com tuberculose, atendidos na rede de atenção
básica nos municípios de Ribeirão Preto (SP), São José do Rio Preto (SP), Itaboraí (RJ),
Campina Grande (PB) e Feira de Santana (BA). Utilizou-se o instrumento "Primary
Care Acesamente Tool," adaptado para atenção à tuberculose.
O diagnóstico de tuberculose nos serviços foi avaliado por meio da análise factorial
de correspondência múltipla. 
Resultados:
 O acesso ao diagnóstico foi representado pelas dimensões "locomoção ao serviço de
saúde" e "serviço de atendimento" no plano factorial. Os pacientes dos municípios
Ribeirão Preto e Itaboraí foram associados às condições mais favoráveis à dimensão
"locomoção" e os de Campina Grande e Feira de Santana as menos favoráveis.
Ribeirão Preto apresentou condições mais favoráveis para a dimensão "serviço de
atendimento" seguido dos municípios Itaboraí, Feira de Santana e Campina Grande. São
José do Rio Preto apresentou condições menos favoráveis que os outros municípios para
as dimensões "locomoção" e "serviço de atendimento". 
 A análise factorial permitiu visualizar conjuntamente as características organizacionais
dos serviços de atenção à tuberculose. A descentralização das acções para o programa
de saúde da família e ambulatório parece não apresentar desempenho satisfatório para o
acesso ao diagnóstico de tuberculose, pois a forma de organização dos serviços não foi
factor determinante para garantia de acesso ao diagnóstico precoce da doença.

2.2. O impasse da clínica da saúde


Pelos motivos que passo a expor nesta seção, considero que não há qualquer base
lógica para uma definição negativa da Saúde, tanto no nível individual quanto no
colectivo, mesmo em suas versões aparentemente mais avançadas e completas.
Analisemos essa questão primeiro em relação ao nível individual, o que mais uma vez
nos leva a revisitar as relações entre a Clínica e a Epidemiologia.
4

Com vistas a uma formalização preliminar da Saúde no nível individual, devemos


considerar as seguintes proposições:
(a) “Nem todos os sujeitos sadios acham-se isentos de doença.”
(b) “Nem todos os isentos de doença são sadios.”
Na prática clínica e na vida cotidiana, identificamos com frequência indivíduos activos,
social e profissionalmente produtivos, sem sinais de comprometimento, limitação
funcional ou sofrimento, auto e hetero-reconhecidos como sadios, que no entanto são
portadores de doenças ou sofrem de agravos, sequelas e incapacidades parciais,
mostrando-se muitas vezes profusamente sintomáticos.
Outros, ao contrário, encontram-se infectados, apresentam comprometimentos,
incapacidades, limitações e sofrimentos sem qualquer evidência clínica de doença.
Além da mera presença ou ausência de patologia ou lesão, precisamos também
considerar a questão do grau de 8 Rev. Brás.
Epidemio. Vol. 3, Nº 1-3, 2000 O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia?
Almeida Filho, N. Severidade das doenças e complicações resultantes, com
repercussões sobre a qualidade de vida dos sujeitos. Em uma perspectiva rigorosamente
clínica, portanto, a Saúde não é o oposto lógico da doença e, por isso, não poderá de
modo algum ser definida como “ausência de doença”.
Como corolário, tem-se que os estados individuais de saúde não são excludentes vis há
vis a ocorrência de doença.
Creio que nesse aspecto podemos mesmo parafrasear Caetano Veloso, constatando que
“de perto ninguém é sadio”.
Ou ainda, recorrendo a Canguilhem,22 devemos admitir que o oposto lógico da
patologia não será de modo algum a Saúde. Partamos do princípio de que a Saúde pode
ser tomada como um atributo individual e, como tal, vulnerável a processos de
mensuração.
Seria necessário, então, identificar os elementos constitutivos e daí os sinais e sintomas
da “síndrome saúde”, a fim de verificar a presença, ausência, nível ou grau de
pertinência dos indivíduos perante um constructo empírico definido de modo
sistemático e estável.
Trata-se evidentemente de uma proposta de tratamento simétrico do problema geral da
identificação de casos de doença na pesquisa epidemiológica convencional, com a
ressalva de que os sinais e sintomas de “saúde” não podem, nesse caso, expressar mera
ausência de doença.
5

Derivadas inicialmente da definição original da OMS, as primeiras tentativas para tratar


empiricamente essa questão tomaram ao pé-da-letra que a “saúde” seria composta por
três dimensões de bem-estar: físico, mental, social.
Como já dispunham de alguns questionários de detecção de casos em inquéritos de
morbidade psiquiátrica, concentraram-se no aperfeiçoamento destes e na criação de
instrumentos capazes de medir a capacidade física e o bem-estar social.
No primeiro caso, buscou-se recuperar os conceitos de comprometimento, limitação,
incapacidade e desvantagem, agora revestidos de uma certa positividade sob a forma de
função, habilidade, capacidade e desempenho.
No segundo caso, a teoria do suporte social passou a ser considerada como um recurso
chave para a medida da chamada “saúde social” através dos seus componentes
principais: interacções interpessoais e participação social.
Formulações subseqüentes28 subdividiram ou reestruturaram as dimensões da saúde
positiva individual, porém a estratégia inicial permaneceu substantivamente inalterada.
Portanto, para medir directamente o grau de saúde dos indivíduos, de modo similar aos
procedimentos de screening para diagnóstico de doenças, têm-se desenvolvido e testado
instrumentos estruturados e simplificados, capazes de reconhecer os estados de
“completo bem-estar físico, mental e social” dos sujeitos.
Digna de nota é a disponibilidade actual de escalas e inventários com essa finalidade,
apresentando as mais diversas características metodológicas.
Apenas para dar uma ideia dessa extraordinária proliferação, os primeiros guias
sistemáticos desses instrumentos já listavam 71 diferentes tipos de escalas e
questionários para a medida do estado individual de saúde, desde os pioneiros CMI
(Cornell Medical Index) e GHQ (General Health Questionnaire), desenvolvidos
respectivamente nas décadas de 60 e 70, até os contemporâneos euroqol e QWBS
(Quality of Well-Being Scale).
Conforme tive a pretensão de analisar em A Clínica e a Epidemiologia, 10 o aporte
clínico contribui para a abordagem epidemiológica com critérios e operações de
identificação de caso, determinando quem é e quem não é portador de uma dada
patologia ou espécime de uma certa condição, na amostra ou na população estudada.
Por esse motivo, o conceito de Risco constitui uma aproximação de segunda ordem do
fenómeno da doença em populações, em última instância mediada pela Clínica como
definidora da heterogeneidade primária do subconjunto [doentes].
6

Há um consenso em relação à centralidade da noção de ‘doença’ para o discurso


científico e práxico da Clínica.12-22, 31-34 Clareou (1983)34 chega a apontar uma in- 9
Rev. Bras.
Epidemiol. Vol. 3, Nº 1-3, 2000 O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia?
Almeida Filho, N. Capacidade heurística da Clínica em definir os estados fisiológicos
de saúde, salvo como ausência ou negação de doença.
Ora, se a Clínica desenvolve-se como saber justificado pela noção de patologia, incapaz
de reconhecer positivamente a presença ou ocorrência da saúde nos sujeitos individuais,
pouco poderá fazer para colaborar na constituição de uma “epidemiologia da saúde”.
Dessa maneira, o fracasso da Clínica em subsidiar medidas positivas de saúde
individual em princípio inviabilizaria a definição da heterogeneidade primária do
subconjunto [sadios], imprescindível para qualquer abordagem epidemiológica da saúde
colectiva, caso definida de modo rigoroso

2.3. História do AIDS

HIV/AIDS é uma doença relativamente recentemente descoberta. Outras infecções


gostam da malária, praga, lepra, tuberculose, sarampo e a cólera afectou grandes
maiorias da humanidade sobre séculos.

O VIH emergiu no final do século XX. A história cronológica de HIV/AIDS pode ser
esboçada como segue.
7

2.4. Os anos 60 e 70s

Estes são sabidos porque as décadas “silenciosas” porque é provável que o VIH
originado algum dia durante os anos 60 mas era desconhecido ou não relatado. A
propagação começou in 1970 quando a comunidade médica se tornou ciente.
O VIH é pensado para originar em África, onde os seres humanos a travaram dos
chimpanzés. O vírus que afecta os macacos é muito similar ao VIH e é chamado SIV
(vírus de imunodeficiência símio). Esta propagação do vírus aos seres humanos que
seguem o contacto com o sangue contaminado do chimpanzé durante a caça dos
chimpanzés.
O tipo humano de VIH foi limitado Por muitos anos a uma parte remota de África. Com
conexões melhoradas o vírus começou a espalhar no mundo inteiro.
1981
Este ano era importante desde que foi relatado conjuntos ou incidências aumentadas de
duas circunstâncias, de sarcoma de Kaposi (um tipo de cancro) e de carenei de
Pneumocistos a pneumonia (conhecido agora como o jiroveci de Pneumocystis) (PCP)
em New York e em Califórnia.
Estas circunstâncias afectam geralmente velho ou aqueles com sistema imunitário fraco.
Neste caso diversos jovens, se não homens novos saudáveis desenvolveram estas
circunstâncias. Inicialmente era provavelmente uma doença relativa ao estilo de vida
alegre porque os homens eram alegres. 
1982
Este ano a doença foi dada diversos nomes tais como o lymphadenopathy (como ele
causou o inchamento das glândulas de linfa), a síndrome alegre do acordo e para a
imprensa popular, “praga alegre”. Contudo, muitos dos pacientes eram hemofílicos.
Em Julho este ano a doença foi nomeada internacional “síndrome imune adquirido da
deficiência” (AIDS) ou em Francês e em Espanhol, SIDA.
Outros factores tais como a transfusão de sangue relacionaram-se ou a transmissão
relativa gravidez foi notada. Os Grupos de apoio para pacientes de AIDS como a
Confiança de Terrence Higgins começaram.
1983-4
Em 1983, havia uns relatórios do VIH nas fêmeas que sugerem a transmissão sexual. A
introdução do AIDS foi pegada pela Organização Mundial de Saúde (WHO). Um vírus
8

associado similar foi relatado em França e denominou LAV (vírus lymphadenopathy-


associado).
Nos E.U. um vírus relativo ao AIDS foi isolado e denominou HTLV-3 (vírus
lymphotropic De Célula T Humano 3). A condição em África agravou-se.
1985-87
O LAV e HTLV-3 foram mostrados para ser o mesmo vírus em 1985. No mesmo ano
um teste do anticorpo estêve desenvolvido para mostrar se alguém tem o vírus.
A consciência Pública continuada a aumentar e o primeiro exemplo da transmissão do
leite materno foram relatados.
Em 1986, a primeira campanha de sensibilização BRITÂNICA do AIDS do governo
começou e foi chamada “Não ajuda ao AIDS”. O vírus foi chamado vírus de
imunodeficiência humana (HIV).
1986
Igualmente viram a revelação das primeiras drogas anti-HIV chamadas o
azidothymidine (AZT) ou o zidovudine. A droga foi aprovada em 1987.
A Princesa Diana dissipou medos dos AIDS visitando e agitando as mãos com um
paciente de AIDS.
1988-89
1988 Marcaram o 1º de Dezembro, o primeiro Dia Mundial do Sida e em 1989 a
eficácia do zidovudine nos ensaios clínicos foi considerada. Dideoxyinosine (ddi) era a
segunda droga desenvolvida.
Os anos 90
Em 1991 terceira droga para retardar a progressão do AIDS, dideoxycytidine (ddc)
desenvolvido.
1993
Viram a primeira resistência ao Zidovudine pelo VIH.
Em 1994 notou-se que o Zidovudine poderia reduzir o risco de transmissão do vírus da
matriz Seropositiva ao bebê.
Em 1995 o total do mundo de 1 milhão relatou caixas dos AIDS e calculou-as que o
total de 18 milhão adultos de HIV+ e 1,5 milhão crianças de HIV+ estiveram relatados e
o AIDS se transformou a causa de morte principal na classe etária 25-44 nos EUA. Em
1995 um novo tipo de droga é saquinivir chamado aprovado, um inibidor de enzima da
protéase. A Avaliação do número de mortes global do AIDS era 9 milhões.
2000
9

Em 2000, 34,3 milhão casos do VIH no mundo inteiro, com número o maior em África
do Sul, foram calculados. As experimentações Vacinais do VIH começaram em Oxford
em 2000.
Em 2003 em Suazilândia e em Botswana na África Meridional, quase 40% da vacina do
AIDS dos adultos HIV+ falhou. Enfuviride uma droga nova chamada inibidor da fusão
foi aprovado nos EUA.

Em 2005 as empresas farmacêuticas e os fabricantes concordaram fazer drogas anti


virosas genéricas mais baratas disponíveis.

2.5. Os sintomas de HIV / SIDA são:


Febres-persistentes 
Um dos primeiros sinais pode ser uma febre ligeira, até cerca de 38,9ºc. A febre é
muitas vezes acompanhada de outros sintomas leves como fadiga, aumento dos gânglios
linfáticos (formação de ínguas) e dor de garganta. A febre indica uma reacção
inflamatória do organismo respondendo ao VIH que está a tentar replicar-se na corrente
sanguínea. 
Herpes labial ou genital 
Pode ser sinal de que tem HIV ou também pode ser um factor de risco para contrair o
vírus. O herpes pode causar úlceras que facilitam a entrada do HIV no corpo durante as
relações sexuais. E as pessoas que têm HIV tendem a ter surtos de herpes com mais
frequência, porque o vírus enfraquece o sistema imune.
Erupções cutâneas 
As erupções cutâneas podem ocorrer no início da infecção. Podem surgir sob a forma de
furúnculos, com algumas áreas rosa, coceira nos braços e também no tronco. Se as
erupções não são facilmente tratáveis, deve procurar ajuda.
Formigueiro no pé 
O HIV pode causar dormência e formigueiro nas mãos e pés quer no início quer na fase
final da infecção. É designada por neuropatia periférica, que também ocorre em pessoas
com a diabetes não controlada.
Alterações desunhas 
Outro sinal de infecção tardia são alterações nas cores das unhas. Maior espessura,
curvatura, divisão ou descoloração (preto ou linhas castanhas verticais ou horizontais)
são alguns sinais. Muitas vezes, deve-se a infecções por fungos. O sistema imunitário
10

está fraco o que permite infecções mais facilmente.


Rápida perda de Peso 
A perda de peso é um sinal que a doença está mais avançada e pode ser em parte uma
consequência da diarreia agravada.
Gânglios linfáticos inchados 
Muitos dos sintomas da presença do vírus da Sida e da Gripe são os mesmos, como dor
nas articulações e músculos e gânglios linfáticos inchados. Inspeccione as axilas,
virilhas e pescoço.

Suores nocturnos 
Cerca de metade das pessoas têm suores nocturnos durante as fases iniciais da infecção
pelo HIV. Estes podem ser ainda mais comuns depois da infecção generalizada.
Semelhantes ao calor excessivo que as mulheres sentem na menopausa, são difíceis de
ignorar.

Diarreia, náuseas e vómitos 


Entre 30% a 60% das pessoas com HIV têm náuseas a curto prazo, vómitos ou diarreia
nas fases iniciais da transmissão do HIV.

2.6. Dor de cabeça e garganta


Bastante comuns a outras doenças, a dor de cabeça e a dor de garganta se forem
constantes e sem causa aparente podem dever-se a uma infecção pelo vírus da
Sida.
Fadiga 
A resposta inflamatória gerada pelo seu sistema imunitário pode fazê-lo sentir-se
cansado e letárgico.
Menstruação irregular 
Se a doente desenvolver Sida, o risco de ter irregularidades menstruais aumenta.
Essas mudanças, no entanto, têm a ver com a perda de peso e com problemas de
saúde relacionadas com a infecção.

2.7. Pneumonia 
Porque o sistema imunitário está débil, infecções como a pneumonia tornam-se
mais comuns. Outras infecções oportunistas como a toxoplasmose, herpes,
11

fungos podem tornar-se também comuns.

Infecções fúngicas 
·Outra infecção fúngica que é comum em fases posteriores é a provocada pelo fungo
Cândida.
Confusão ou dificuldades de concentração 
Os problemas cognitivos podem ser um sinal de demência relacionado com o HIV, o
que geralmente ocorre tardiamente no curso da doença. Além de confusão e dificuldade
de concentração, a demência relacionada com a Sida também pode envolver problemas
de memória e problemas comportamentais, como raiva ou irritabilidade. Pode até incluir
alterações motoras, tornar-se desajeitado e ter falta de coordenação.
Tosse seca constante 

Quando os antibióticos e inaladores não resolvem o problema pode ser um sinal


suspeito do vírus da Sida, quando conciliado com outros sintomas.

2.8. Sintomas e fases da aids

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a


ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação
do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença.
Esse período vária de 3 a 6 semanas.
E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti -HIV.
Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-
estar.
Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.
A próxima fase é marcada pela forte interacção entre as células de defesa e as
constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o
suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma
equilibrada.
Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.
12

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos


eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a
infecções comuns.
A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 -
glóbulos brancos do sistema imunológico - que chegam a ficar abaixo de 200 unidades
por mm³ de sangue.
Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais
comuns são: febre, diarreia, suores nocturnos e emagrecimento.
A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse
nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais
avançado da doença, a adis.
Quem chega a essa fase, por não saber ou tratamentos indicado pelos médicos, pode
sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de
câncer. Por isso, sempre que você trancar sem camisinha ou passar por alguma outra
situação de risco, aguarde 30 dias (saiba por quê) e faça o teste. Veja onde.

3. Conclusão
No trabalho de procura conclui que. Avaliar as dificuldades de acesso pára diagnóstico
da tuberculose nos serviços de saúde no Brasil. 
Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a
ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação
do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença.
Esse período vária de 3 a 6 semanas.

E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti -HIV.
A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse
nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais
avançado da doença, a adis.

4.
13

3.1. Bibliografia
Keywords : Tuberculose [diagnóstico]; Acesso aos Serviços de Saúde; Assistência à
Saúde [organização & administração]; Eqüidade no Acesso; Programa 
Http://www.nhs.uk/Conditions/HIV/Pages/living-with.aspx

Http://www.bbc.co.uk/health/physical_health/sexual_health/stis_hivaids.shtml
Http://pubs.cpha.ca/PDF/P7/19665.pdf
Http://www.trc-chennai.org/pdf/iavi/1-HIVAIDSFAQ.pdf