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Índice

1. Introdução...........................................................................................................................2
2. Objectivos Específicos da Pesquisa Práticas Pedagógicas...............................................3
2.1. As etapas das práticas pedagógicas são:................................................................................3
2.2. O conhecimento..............................................................................................................3
2.3. Importância do documento normativo para escola.....................................................4
2.4. A Construção de uma Política de Educação Popular para o SUS..............................5
2.5. Retomando a Função Pedagógica do Director na Escola............................................6
2.6. Os principais constrangimentos são:.............................................................................8
2.7. Palavras-Chave:.............................................................................................................8
3. Conclusão............................................................................................................................9
4. Bibliográfica......................................................................................................................10
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1. Introdução

Neste presente trabalho de práticas pedagógicas II irei abordar os seguintes assuntos a


referir; Objectivos Específicos da Pesquisa Práticas Pedagógicas; As etapas das práticas
pedagógicas são; O conhecimento, Importância do documento normativo para escola;
Retomando a Função Pedagógica do Director na Escola. Os principais constrangimentos
são: Palavras-Chave:
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2. Objectivos Específicos da Pesquisa Práticas Pedagógicas

Objectivos específicos da Pequiás "Práticas Pedagógicas de Trabalho com Relações


Étnico raciais na Escola na perspectiva da lei 10.639/03":

a) Identificar e disseminar referências positivas sobre o processo de implementação da


Lei 10.639/03 nas escolas públicas brasileiras, considerando as práticas pedagógicas, a
produção de material didáctico, paradidático, os processos de formação continuada e a
introdução da temática racial como eixo orientador do Projecto Político Pedagógico;

b) Apoiar os esforços de professores (as), gestores (as) de sistemas de ensino e gestores


(as) escolares na busca pela igualdade racial no contexto escolar;

c) Construir referenciais de aplicabilidade da Lei 10.639/03 que possam contribuir para


os processos de gestão pedagógica da diversidade das secretarias e escolas estaduais e
municipais existentes nas diferentes regiões do país.

2.1. As etapas das práticas pedagógicas são:


 Conhecimento da realidade
 Definição e construção da proposta de trabalho
 Vivência da proposta - trabalho pedagógico
 Análise e avaliação do proposto e vivido
 Análise e avaliação do proposto e vivido
2.2. O conhecimento

O conhecimento é um conjunto de informação armazenada por intermédio da


experiência ou da aprendizagem (a posteriori), o através da introspecção (a priori).
No sentido mais lato do termo, trata-se da posse de múltiplos dados interrelacionados
que, por si só, têm um menor valor qualitativo.

O conhecimento deve a sua origem à percepção sensorial, seguindo-se o entendimento e


acabando, por fim, na razão. Diz-se que o conhecimento é uma relação entre um sujeito
e um objecto. O processo do conhecimento envolve quatro elementos: sujeito, objecto,
operação e representação interna (o processo cognoscitivo).
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A ciência considera que, para alcançar o conhecimento, é necessário seguir um método.


O conhecimento científico não só deve ser válido e consistente do ponto de vista lógico,
como também deve ser provado através do método científico ou experimental.
A forma sistemática de criar conhecimento tem duas etapas: a pesquisa básica, durante a
qual se avança na teoria; e a pesquisa aplicada, durante a qual se aplica a informação.
Sempre que o conhecimento se pode transmitir de um sujeito para outro através de uma
comunicação formal, fala-se de conhecimento explícito.
No entanto, se o conhecimento for difícil de comunicar e se se relacionar com
experiencias pessoais ou com modelos mentais, fala-se então de conhecimento
implícito.

2.3. Importância do documento normativo para escola


Documento normativo é um documento que estabelece regras, directrizes ou
características para actividades ou seus resultados.

É um termo genérico que engloba documentos como normas, especificações técnicas,


códigos de prática e regulamentos. Os termos para diferentes tipos de documentos
normativos são definidos considerando o documento e seu conteúdo como uma entidade
única.

2.4. Documentos normativos

O acervo normativo português é o conjunto de documentos normativos, editados pelo


IPQ, enquanto Organismo Nacional de Normalização, que inclui todas as normas
portuguesas, especificações técnicas, relatórios técnicos, guias, pré-normas e acordos
técnicos.

Os Organismos Nacionais de Normalização membros do Comité Europeu de


Normalização (CEN), como é o caso do IPQ, têm a obrigatoriedade de adoptar as
normas europeias conferindo-lhes o estatuto de normas nacionais. Assim, fazem ainda
parte do acervo normativo português os documentos normativos europeus (EN e HD)
adoptados.
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As normas portuguesas e outros documentos normativos portugueses passam pela fase


de inquérito público, com o objectivo de permitir a manifestação de eventuais pontos de
vista distintos dos que foram tidos em conta na elaboração do projecto norma.

A publicação do projecto norma e de outros documentos normativos em inquérito


público é feita em publicação do ONN, devendo as partes interessadas nesta fase fazer
os comentários que considerem importantes e necessários.

2.4. A Construção de uma Política de Educação Popular para o SUS

A Rede de Educação Popular e Saúde, articulando e acompanhando centenas de


experiências de aprofundamento da participação popular nos serviços de saúde, acredita
que a Educação Popular continua sendo um Educação Popular: de uma Prática

Alternativo instrumento metodológico fundamental para uma reorganização mais


radical do SUS, no sentido da construção de uma atenção à saúde integral em que as
pessoas e os grupos sociais assumam maior controle sobre sua saúde e suas vidas, e em
que a racionalidade do modelo biomédico dominante seja transformada no cotidiano de
suas práticas.

Nesse sentido, a Educação Popular não é mais uma actividade a ser implementada nos
serviços, mas uma estratégia de reorientação da totalidade das práticas ali executadas,
na medida em que investe na ampliação da participação que, dinamizada, passa a
questionar e reorientar tudo (Rede de Educação Popular e Saúde, 2003).

O princípio da participação popular costuma ser aceito e defendido por todos; contudo,
tende-se a acreditar que tal princípio se opera quase espontaneamente, uma vez
assegurados legalmente os espaços formais de sua implementação:

O saber, os conselhos e as conferências de saúde. Constatasse, no entanto, que essas


instâncias, por estarem presas às questões gerenciais do sistema, não dão conta de
implementar a participação dos usuários na redefinição da maioria das acções de saúde
executadas no dia-a-dia dos serviços.

Há inúmeros mecanismos de boicote a uma participação mais efectiva dos moradores. E


é no cotidiano das práticas de saúde que o cidadão é desconsiderado, pelo autoritarismo
e pela prepotência do modelo biomédico tradicional que, ao invés de questionar, tem
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reforçado as estruturas geradoras de doença presentes na forma como a vida hoje se


organiza.

É preciso levar a democratização da assistência à microcapilaridade da


operacionalização dos serviços de saúde.

Sem a participação activa dos usuários e seus movimentos na discussão de cada conduta
ali implementada, os novos serviços expandidos não conseguirão se tornar um espaço
de redefinição da vida social e individual em direcção a uma saúde integral

2.5. Retomando a Função Pedagógica do Director na Escola.

O caso norte-americano Mais, talvez, do que qualquer outro país desenvolvido, os


Estados Unidos se viram obrigados a encarar um sistema escolar crescentemente
problemático, com altos índices de não-aprendizagem e com índices de aprendizagem
efectiva abaixo dos verificados em outros países do Primeiro Mundo.

Não se pode atribuir esta situação do sistema público somente aos problemas
supostamente trazidos pelas minorias (negra, hispânica e indígena): o americano médio,
branco, de classe média também apresenta deficiências em sua aprendizagem quando
comparado a populações semelhantes do Japão, principalmente, e de alguns países
europeus.

Ou seja, comparando o nível de conhecimento de alunos de países do Primeiro Mundo,


os Estados Unidos encontram-se em franca desvantagem, com índices inferiores de
performance, principalmente em Ciências. Tal constatação trouxe, necessariamente, um
profundo questionamento do sistema educacional norte-americano e da eficiência de
seus procedimentos pedagógicos.

Daí o movimento reformista que hoje caracteriza a Educação nesse país, reconhecido
por vários segmentos da sociedade como necessário e desejável. Há que se mudar a
Escola, mas em que direcção?
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A Educação nos Estados Unidos caracteriza-se por ser um sistema descentralizado, da


competência dos municípios, que possuem, cada um, seu comité escolar (school board),
constituído por membros eleitos pela comunidade e por um supervisor e um assistente
de supervisão, cargos estes públicos e estaduais.

Muitas decisões são tomadas pelas escolas e aprovadas ou não pelo comité escolar;
outras são de competência exclusiva do comité escolar.

De forma geral, a gerência da Educação é realizada ao nível local. Cada comunidade, no


entanto, encontra suas formas próprias de funcionamento. Sendo indivíduos da
comunidade local, os membros do comité escolar são acompanhados de perto em sua
actuação pelos pais dos alunos.

A actuação dos professores e directores é, igualmente, de uma maneira ou de outra,


acompanhada pela comunidade. Professores e directores não-efectivos dependem
directamente do comité escolar para se manterem no cargo e para, eventualmente, se
efectivarem.

Ao comité escolar cabe a palavra final, também, na escolha do director, que se realiza a
partir de candidaturas espontâneas de elementos qualificados.

A selecção é feita por um comité especialmente constituído para tal fim, formado por
membros do comité escolar, directores de outras escolas, professores e pais de alunos.
Os critérios são estabelecidos localmente e vão depender dos interesses e necessidades
educacionais 119 do momento.

Por exemplo, se um programa especial de alfabetização está sendo implantado,


procura-se um director com experiência em tal programa, com abertura para mudanças,
com experiência em coordenar um grupo de professores em processo de mudança e
assim por diante.

Mais do que conhecimento da burocracia envolvida na função de gerenciador de


Escola, o perfil do director tende a incluir cada vez mais a actuação pedagógica, que se
manifesta ao nível do treinamento contínuo do corpo docente, na reformulação de
propostas pedagógicas e na promoção de um intercâmbio com os pais
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2.6. Os principais constrangimentos são:

A integração das tecnologias digitais no processo de formação de professores, seja na


formação inicial seja na formação contínua, apresenta diversas dificuldades e
constrangimentos, e por sua vez desafios, que temos que enfrentar.

Este estudo tem como objectivo identificar quais as principais dificuldades e


constrangimentos na incorporação pedagógica das tecnologias pelos professores e
elencar alguns dos desafios a ter em linha de conta no seu processo de formação.

Numa abordagem qualitativa e utilizando uma metodologia de estudo de casos


múltiplos com observação participante foi analisada dois processos de formação de
professores desenvolvidos no ano lectivo de 2013/14, um num curso de formação inicial
e outro num projecto de formação contínua de professores.

Pretende-se também fazer a ponte entre os incidentes críticos verificados nos processos
de formação analisados e as linhas gerais de orientação referidas na literatura sobre as
dificuldades e constrangimentos na integração das tecnologias digitais em contexto
educativo.

2.7. Palavras-Chave:

Formação de professores, Tecnologias digitais, Tecnologias de informação e


comunicação
Dificuldades, Constrangimentos e Desafios na Integração das Tecnologias Digitais no
Processo de Formação de Professores / Dificulteis, Constraints and Challenges in
Integration of Digital Technologies in Teacher Training Process (PDF Download
Available).
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3. Conclusão

No trabalho conclui que; Objectivos específicos da Pequiás "Práticas Pedagógicas de


Trabalho com Relações Étnico raciais na Escola na perspectiva da lei 10.639/03":

a) Identificar e disseminar referências positivas sobre o processo de implementação da


Lei 10.639/03 nas escolas públicas brasileiras, considerando as práticas pedagógicas, a
produção de material didáctico, paradidático, os processos de formação continuada e a
introdução da temática racial como eixo orientador do Projecto Político Pedagógico;

b) Apoiar os esforços de professores (as), gestores (as) de sistemas de ensino e gestores


(as) escolares na busca pela igualdade racial no contexto escolar;

c) Construir referenciais de aplicabilidade da Lei 10.639/03 que possam contribuir para


os processos de gestão pedagógica da diversidade das secretarias e escolas estaduais e
municipais existentes nas diferentes regiões do país.
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4. Bibliográfica
https://www.researchgate.net/publication/271013789_Dificuldades_Constrangi
mentos_e_Desafios_na_Integracao_das_Tecnologias_Digitais_no_Processo_de_
Formacao_de_Professores_Difficulties_Constraints_and_Challenges_in_Integra
tion_of_Digital_Technologies_in 20, 2017].

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