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Justiça Federal da 1ª Região

PJe - Processo Judicial Eletrônico

22/09/2020

Número: 1004156-67.2019.4.01.3400
Classe: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Órgão julgador: 6ª Vara Federal Cível da SJDF
Última distribuição : 18/02/2019
Valor da causa: R$ 2.089.585,78
Assuntos: Carta de fiança, CND/Certidão Negativa de Débito
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? NÃO
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Procurador/Terceiro vinculado
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA EDUARDO ROSSI BITELLO (ADVOGADO)
(AUTOR)
UNIAO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL) (RÉU)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
30276 13/08/2020 18:20 Contrarrazões Contrarrazões
3898
30276 13/08/2020 18:20 CONTRARRAZÕES DE EMBARGOS DE Contrarrazões
3900 DECLARAÇÃO - LABOR
30276 13/08/2020 18:19 Contrarrazões Contrarrazões
3897
28686 24/07/2020 18:12 Intimação Intimação
8861
28530 23/07/2020 11:32 Ato ordinatório Ato ordinatório
5985
28486 22/07/2020 17:57 Embargos de declaração Embargos de declaração
0889
28250 20/07/2020 16:02 Intimação Intimação
8349
28250 20/07/2020 16:02 Intimação PFN Intimação PFN
8348
76449 17/07/2020 15:46 Sentença Tipo A Sentença Tipo A
059
75345 08/08/2019 12:32 provas Manifestação
088
75067 05/08/2019 17:06 Intimação PFN Intimação PFN
089
74940 05/08/2019 14:00 Réplica Réplica
054
74940 05/08/2019 14:00 REPLICA.LABOR - 1004156-67.2019.4.01.3400 Réplica
058
70361 17/07/2019 09:55 Certidão Certidão
054
70361 17/07/2019 09:55 1011898-61.2019.4.01.0000(1).pdf Documentos Diversos
055
65852 01/07/2019 13:12 Intimação Intimação
576
65103 27/06/2019 16:02 Decisão Decisão
552
64171 24/06/2019 18:34 Embargos de declaração Embargos de declaração
609
64171 24/06/2019 18:34 Embargos de declaração Embargos de declaração
613
58823 03/06/2019 11:02 Intimação Intimação
053
52357 08/05/2019 14:39 Despacho Despacho
043
48969 23/04/2019 19:00 Contestação Contestação
970
48954 23/04/2019 18:14 Petição intercorrente Petição intercorrente
969
48954 23/04/2019 18:14 1004156-67_2019_4_01_3400 agravo carta de Documentos Diversos
988 fiança_ cautelar antecedente_ suspensão
exigibilidade
48955 23/04/2019 18:14 reportPDF Documentos Diversos
953
38739 07/03/2019 19:32 Intimação Intimação
461
38739 07/03/2019 19:32 Intimação PFN Intimação PFN
460
37813 01/03/2019 16:52 Decisão Decisão
965
36349 22/02/2019 11:20 Emenda à inicial Emenda à inicial
594
36365 22/02/2019 11:20 17 Emenda à inicial Emenda à inicial
004
36365 22/02/2019 11:20 18 RESUMO FOLHA TJ SUL JANEIRO Documento Comprobatório
008
36365 22/02/2019 11:20 19 FOLHA ANALITICA Documento Comprobatório
011
36365 22/02/2019 11:20 20 DEMISSOES TJ SUL Documento Comprobatório
015
36365 22/02/2019 11:20 21 LIQUIDO RESCISOES TJ SUL Documento Comprobatório
017
36365 22/02/2019 11:20 22 Contrato TJRS Documento Comprobatório
021
36365 22/02/2019 11:20 23 Aditivo Contrato - prorrogação Documento Comprobatório
024
36365 22/02/2019 11:20 24 - FIB BALANÇO 2017-ilovepdf-compressed (1) Documento Comprobatório
026
36365 22/02/2019 11:20 25 - DOCUMENTOS FIB Documento Comprobatório
028
36365 22/02/2019 11:20 26 - DECISÕES FIB - CARTA FIANÇA Documento Comprobatório
031
35631 19/02/2019 17:28 Certidão Certidão
475
35509 19/02/2019 14:28 Informação de Prevenção Informação de Prevenção
487
35460 19/02/2019 12:05 Petição intercorrente Petição intercorrente
469
35460 19/02/2019 12:05 15 Petição de juntada - pagamento custas iniciais Petição intercorrente
474
35460 19/02/2019 12:05 16 Comprovante pagamento custas iniciais Documento Comprobatório
475
35330 18/02/2019 18:38 Petição inicial Petição inicial
472
35330 18/02/2019 18:38 1 Inicial Inicial
478
35330 18/02/2019 18:38 2 Procuração Procuração
480
35330 18/02/2019 18:38 3 Contrato Social Documento de Identificação
481
35330 18/02/2019 18:38 4 Certidão Simplificada (Emissão em 14-01-2019) Documento de Identificação
482
35330 18/02/2019 18:38 5 Relatorio Fiscal - 15.02.19 Documento Comprobatório
494
35318 18/02/2019 18:38 6 Relatório Fiscal Complementar Documento Comprobatório
598
35318 18/02/2019 18:38 7 Processo n. 11080404200201849 Documento Comprobatório
599
35318 18/02/2019 18:38 8 Processo n. 11080404201201893 Documento Comprobatório
601
35318 18/02/2019 18:38 9 Processo n. 11080726553201805 Documento Comprobatório
602
35318 18/02/2019 18:38 10 Processo n. 11080726558201820 Documento Comprobatório
606
35318 18/02/2019 18:38 11 Consulta de Ações Ajuizadas - JUSTIÇA Documento Comprobatório
609 FEDERAL RS
35318 18/02/2019 18:38 12 CDA execução suspensa Documento Comprobatório
610
35318 18/02/2019 18:38 13 Carta fiança FIS41272019 Documento Comprobatório
613
Contrarrazões de Embargos de Declaração em anexo.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763898 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205284800000298380561
Número do documento: 20081318205284800000298380561
EXCELENTÍSSIMA SENHORA DOUTORA JUÍZA DE DIREITO DA
6ª VARA FEDERAL CÍVEL DA SJDF

Processo n° 1004156-67.2019.4.01.3400/DF

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA;


já devidamente qualificada nos autos da Ação Ordinária com Pedido de Tutela de Urgência
em epígrafe, que move em face da UNIÃO – FAZENDA NACIONAL, vem, mui
respeitosamente, a presença de Vossa Excelência, por intermédio de seus procuradores,
apresentar CONTRARRAZÕES aos EMBARGOS DECLARATÓRIOS, conforme
segue:

Cuidam-se de Embargos Declaratórios opostos pela parte adversa,


postulando a reforma da r. sentença (através de via inadequada), requerendo (i) a recusa da
carta fiança, por ser ela uma fiança cível comum, (ii) o afastamento dos ônus
sucumbenciais, alegando que não deu causa ao feito, bem como (iii) a correção do valor
da causa.

Nenhum dos argumentos suscitados demonstra motivação jurídica para


oposição de embargos declaratórios, razão pela qual os mesmos encontraram barreira
processual intransponível, não podendo ser sequer conhecidos, quanto mais acolhidos.

A União deixou de ter apresentado o recurso e/ou medida judicial


cabível, e pretende a reforma da decisão através dos referidos Embargos Declaratórios,
motivo pelo qual é imperioso o não conhecimento dos mesmos pela inadequação da via
eleita.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
Conforme é sabido por todos, os Embargos Declaratórios não se
prestam para o fim proposto pela União, que no caso é reformar a decisão que julgou
procedente a ação para fins de acolher a caução ofertada, além de reformar os ônus
sucumbenciais e o próprio valor da causa, mormente quando não aponta qualquer
contradição, omissão ou obscuridade e, muito menos, erro material sanável.

Em que pese o respeito aos embargos apresentados, o pedido da


Fazenda Nacional não se sustenta, pois não está em nenhuma das hipóteses previstas no
Art. 1.022, II, do CPC, notadamente pelo fato de os embargos terem intuito unicamente
reformatório da decisão, que deveria ter sido feito por agravo de instrumento, o que não
ocorreu.

Ou seja, no presente caso, para modificar a decisão proferida não se


fazem cabíveis Embargos de Declaração e sim outros recursos processuais que se
encontram a disposição do Estado para tanto.

Sendo assim, mister sejam desacolhidos os embargos declaratórios


no ponto, por ausência de omissão, obscuridade, contradição ou mesmo erro material,
com relação ao objeto da garantia, muito menos com relação aos ônus e valor da
causa.

E, no que tange ao ponto de mérito – o que, repita-se, não merece


apreciação via embargos declaratórios porquanto já ocorrida a preclusão consumativa –
nenhuma razão assiste ao Embargante, a saber:

DA MANUTENÇÃO DA SENTENÇA com a MANUTENÇÃO DA


CAUÇÃO OFERTADA:

A irretocável sentença entendeu por acolher a garantia prestada por


terceiro, ou seja, FIB BANK GARANTIAS DE FIANÇAS FIDEJUSSÓRIAS S/A, par

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
bem de viabilizar a expedição de Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, o que merece
ser mantido.

Agora a Fazenda Nacional alega que esta seria uma fiança cível comum
e, portanto, não poderia ter sido aceita.

Sem razão.

Olvida a União que a garantia pode ser prestada por terceiros, desde que
devidamente anuída, o que não impede a aceitação da Carta Fiança carreada aos autos, nos
termos que bem assinalou a r. sentença.

Calha esclarecer que não estamos diante de uma execução fiscal, a qual
possui rito próprio, com direito de oferta e resposta.

Ainda assim, se na execução fiscal a ordem de preferência de bens pode


ser relativizada, com maior razão aqui, onde a caução se presta unicamente para permitir
o exercício de um direito: obter CPEN!

De outro bordo, é imperioso traçar que, com o desfecho do pedido de


caução e com o comprovado patrimônio da companhia garantidora, o qual é inúmeras vezes
superior ao débito afiançado, nada impede que a União imediatamente acione o fiador
garantidor para quitar o débito.

Sendo assim, imperiosa a manutenção da sentença, nos exatos termos


em que proferida, mantendo-se a garantia indicada para o fim único e exclusivo de permitir
a expedição de Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, na forma do direito assegurado
no Art. 206 do CTN.

DO ATUAL POSICIONAMENTO DO STJ: SUBSTITUIÇÃO


DA PENHORA DE CRÉDITOS por CARTA FIANÇA

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 3
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
FIDEJUSSÓRIA - AgInt no AgInt nos EDcl no RECURSO
ESPECIAL Nº 1.792.568/SP (2019/0013466-5)

É imperioso para afastar os argumentos da Fazenda Nacional, a


atenção ao posicionamento crescente do Superior Tribunal de Justiça com relação à
garantia aqui ofertada.

Com a devida vênia, em recente decisão proferida pelo Min. Gurgel


de Faria, Relator no AgInt no AgInt nos EDcl no Recurso Especial nº 1.792.568 - SP
(2019/0013466-5), restou assentada a possibilidade de substituição da penhora de
créditos por carta fiança fidejussória. Vejamos excertos do extraídos do voto condutor:

[...]

Assim, ao contrário do que entende a Fazenda Nacional, a


jurisprudência atual do Superior Tribunal de Justiça tem acolhido a possibilidade de
substituição da garantia por carta fiança fidejussória, norteado, justamente, pelo Princípio
da Menor Onerosidade ao devedor.

A aceitação da carta fiança fidejussória está pacificada, também,


perante o Tribunal Regional da 1ª Região, a exemplo da recentíssima decisão proferida em
favor de empresa situada em Porto Alegre/RS, nos autos da Ação Cautelar nº 1035387-
15.2019.4.01.3400/DF, de 31/01/2020:

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 4
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
“Trata-se de ação de Procedimento Comum, com pedido de tutela de
urgência, ajuizada pela NEXXT DISTRIBUIDORA DE
ALIMENTOS E BEBIDAS em face da UNIÃO (FAZENDA
NACIONAL), objetivando “autorize a caução judicial dos débitos
tributários da Autora no montante de R$ 1.067.588,72 (um milhão
sessenta e sete mil quinhentos e oitenta e oito reais e setenta e dois
centavos) por meio da Carta Fiança n.º FIS 42252019, cujo valor
corresponde a 130% (cento e trinta por cento) do valor total dos
débitos, para, com isso, nos termos do artigo 206 do Código
Tributário Nacional, seja expedida a Certidão Positiva de Débitos,
com Efeitos de Negativa.” (f. 19).
...
O risco da demora é evidente em face da possibilidade da Autora vir
a sofrer restrições em sua atividade advindas da existência débitos
não quitados, verbi gratia, a inclusão em cadastros restritivos de
crédito.
...
Razoável, portanto, a aceitação do seguro garantia do valor integral
(f.31), acrescido de 30%, nos termos da lei, para fins de suspensão
da sua exigibilidade do crédito exigido. A medida não gera qualquer
lesão à Ré, uma vez que, ao final da demanda, e se constatada a
legalidade da cobrança, esta disporá dos meios legais para exigir
o quantum devido.
Ademais, o § 2º do art. 835 do CPC equipara o seguro garantia ao
dinheiro, pelo que, deve ser aceita a caução prestada para o fim
pretendido, desde que em valor não inferior ao débito constante da
inicial, acrescido de trinta por cento. Nesse sentido:
...
Ante o exposto, DEFIRO o pedido de tutela de urgência para
determinar à Ré que suspenda os débitos da Autora, resguardando-
se ainda o direito à obtenção da Certidão Positiva de Débitos, com
efeitos de negativa, e abstendo-se de incluir seu nome nos órgãos de
restrição de crédito (SERASA, CADIN, etc)”, face o oferecimento
da garantia, Carta de Fiança FIS42252019 (juntada às ff. 21/22 –
Id 114614862), acrescida de 30%, tal como preceitua o art. 835, § 2º
do CPC.
...
Brasília-DF, 31 de janeiro de 2020.
Edna Márcia Silva Medeiros Ramos - Juíza Federal”

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 5
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
Tendo em vista a aplicação imediata do Princípio da Menor
Onerosidade do devedor nas decisões colacionadas, a r. decisão agravada deve ser
reformada, pois está em confronto com a jurisprudência atual do Superior Tribunal de
Justiça e com diversos outros Tribunais Regionais Federais, e provocará dano
desproporcional à Agravante, conforme amplamente exposto.

DOS ÔNUS SUCUMBENCIAIS:

Novamente a Fazenda Nacional labora sem razão para oposição de


Embargos Declaratórios, pois inexiste qualquer erro, omissão, contradição ou obscuridade
na sentença embargada, principalmente com relação aos honorários de sucumbência nela
fixados.

Beira o absurdo a Fazenda Nacional se opor ao pedido da Autora desde


o início do feito, e ao final descrer que esta, mesmo vencedora, arque com os ônus da
sucumbência.

Se a Autora Contribuinte ajuizou a presente ação foi porque se viu


obrigada, ante à impossibilidade de exercer o direito previsto e sacramentado no Art. 206
do CTN, já que a Fazenda Nacional não executa os débitos e não aceita as garantias
ofertadas.

Existe resistência ao pedido da parte, mais uma razão pela qual os


honorários de sucumbência são plenamente devidos!

Destarte, não prospera o pedido infringente relativo ao afastamento dos


merecidos honorários de sucumbência do signatário, devendo de plano ser rejeitado o
pedido.

DO VALOR DA CAUSA:

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 6
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
Por fim, não prospera o pedido infringente da Fazenda Nacional para
redução do valor da causa ao patamar aleatoriamente proposto de R$ 20.000,00.

Tal fato não demonstra outra coisa, que não sua preocupação em arcar
com os ônus da sucumbência, buscando por vias oblíquas se eximir da responsabilidade
sucumbencial a que foi condenada, a qual se pauta no valor do benefício da ação, sendo
este o valor atribuído à causa.

Destarte, não merece acolhimento os declaratórios no ponto.

Sendo assim, restam rebatidos todos os argumentos trazidos em sede de


Embargos de Declaração, e que somente vêm à agregar maior certeza perante a irretocável
sentença que aceitou a caução do débito, através da garantia prestada, permitindo o
exercício do direito claro e previsto no Art. 206 do CTN.

Ex positis, requer se digne Vossa Excelência acolher a preliminar


suscitada para fins de NÃO CONHECER dos Embargos Declaratórios apresentados, uma
vez que não demonstrada nenhuma situação de omissão, obscuridade ou contradição, já
que interesse da Fazenda Nacional é nitidamente infringente com efeito de jurisdição
recursal, o que não se admite.

Acaso ultrapassada a questão, pugna pelo NÃO ACOLHIMENTO dos


embargos de declaração, uma vez que a sentença não possui qualquer vício em sua
fundamentação, merecendo ser mantida por seus próprios fundamentos.

Nestes termos, pede e espera deferimento.


Porto Alegre, 13 de Agosto de 2020.

Eduardo Rossi Bitello Denise Machado da Rosa


OAB/RS 74.935 OAB/RS 55.931

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:20:53 Num. 302763900 - Pág. 7
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318205306500000298380563
Número do documento: 20081318205306500000298380563
Contrarrazões de Embargos de Declaração em anexo.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 13/08/2020 18:19:36 Num. 302763897 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20081318193653000000298380560
Número do documento: 20081318193653000000298380560
PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe

(ADVOGADO)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

RÉU: UNIAO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

FINALIDADE: Intimar o advogado da parte (LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA


Avenida Polônia, 739, São Geraldo, PORTO ALEGRE - RS - CEP: 90230-110
) acerca do(a) ato ordinatório / despacho / decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe.

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere
no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não
vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores
informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em
http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 24 de julho de 2020.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: LIGIA SOUZA DO REGO - 24/07/2020 18:12:50 Num. 286868861 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072418124968800000282541575
Número do documento: 20072418124968800000282541575
1004156-67.2019.4.01.3400

PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

RÉU: UNIAO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos do art.203, § 4º, do CPC e da Portaria nº 02/2009, da MMª Juíza Titular desta 6ª Vara, faço VISTA À
PARTE AUTORA, pelo prazo legal, em face dos embargos declaratórios.

Brasília, 23/07/2020

P/Diretora de Secretaria - 6ª Vara/SJDF

Assinado eletronicamente por: CLAUDIA NASCIMENTO FERREIRA - 23/07/2020 11:32:19 Num. 285305985 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072311321875800000281057552
Número do documento: 20072311321875800000281057552
EXMO. SENHOR JUIZ FEDERAL

A UNIÃO – FAZENDA NACIONAL, vem à presença de V. Excelência, interpor EMBARGOS DE


DECLARAÇÃO, pelas razões a seguir.

Art. 1.022. Cabem embargos de declaração contra qualquer decisão


judicial para:

I - esclarecer obscuridade ou eliminar contradição;

II - suprir omissão de ponto ou questão sobre o qual devia se


pronunciar o juiz de ofício ou a requerimento;

III - corrigir erro material.

Data vênia Excelência, a sentença contém obscuridade, pois baseada em


premissa fática inexistente, qual seja, que há uma fiança bancária nos autos, explicitando
inclusive a menção da Lei de Execuções Fiscais. Vejamos o que disse a sentença:

“A controvérsia estabelecida nos autos gira em torno da possibilidade


de utilização da carta de fiança bancária para fins de suspensão da
exigibilidade do crédito tributário.

Conquanto o art. 151 do CTN não preveja a caução mediante carta de


fiança como hipótese de suspensão da exigibilidade de crédito
tributário, a Lei nº 6.830/1980, em seu art. 9º, § 3º, equipara a fiança
bancária ao depósito em dinheiro para efeito de penhora no processo
executivo.”

Assinado eletronicamente por: ALUIZIO BORGES DE CARVALHO NETO - 22/07/2020 17:57:40 Num. 284860889 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072217574007100000280554568
Número do documento: 20072217574007100000280554568
Excelência, o documento de id. 35318613 não se presta para garantia,
pois não é uma fiança bancária!

É que a Lei de Execuções Fiscais diz o seguinte:

“Art. 9º - Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de


mora e encargos indicados na Certidão de Dívida Ativa, o executado poderá:

II - oferecer fiança bancária ou seguro garantia;”

Como visto, a Lei de Execuções Fiscais prevê como formas de garantia a


fiança bancária ou seguro garantia.

Ocorre que o documento apresentado não é uma fiança bancária, e sim uma
fiança cível comum, vez que a instituição emissora não é instituição financeira bancária, não
sendo assim considerada pelo Banco Central. A instituição sequer é fiscalizada pelo Banco
Central.

Para fins de reconhecimento da instituição financeira como idônea para


emitir uma fiança bancária, a Portaria PGFN nº 644 de 01/04/2009, que regulamenta a aceitação
de fiança bancária, dispõe o seguinte:

“Art. 2º A carta de fiança bancária deverá conter os seguintes requisitos:

Omissis

§ 2º A carta de fiança bancária deverá ser emitida por instituição financeira


idônea e devidamente autorizada a funcionar no Brasil, nos termos da
legislação própria.

§ 7º A idoneidade a que se refere o § 2º será presumida pela apresentação,


pelo devedor afiançado, da certidão de autorização de funcionamento
emitida eletronicamente pelo Banco Central do Brasil às instituições
financeiras, a qual será aceita até 30 (trinta) dias após sua emissão.”

No caso sob luzes, a autor não apresentou a certidão de autorização de


funcionamento emitida eletronicamente pelo Banco Central do Brasil às instituições financeiras.
Nem poderia, pois a instituição da fiança apresentada nos autos não é uma instituição

Assinado eletronicamente por: ALUIZIO BORGES DE CARVALHO NETO - 22/07/2020 17:57:40 Num. 284860889 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072217574007100000280554568
Número do documento: 20072217574007100000280554568
financeira bancária.

Assim, a fiança apresentada não é admitida pela Lei de Execuções Fiscais,


pois não é uma fiança bancária e sim uma fiança cível comum.

Noutro norte, sobre os honorários advocatícios, não deve ser a União


condenada, em observância estrita ao princípio da causalidade. A parte autora, por sua exclusiva
vontade, optou por querer garantir o crédito tributário antecipadamente. Não pode a União pagar
por isso.

Excelência, ainda com referência aos honorários advocatícios, a parte


autora atribuiu, equivocadamente, à causa, o valor do crédito tributário.

Ocorre que no presente feito não se discute o crédito tributário, mas


apenas a possibilidade de sua garantia antecipada.

Excelência, não custa lembrar que o valor da causa pode ser atribuído de
ofício a qualquer tempo.

Assim, Excelência, o valor da causa deve ser corrigido na sentença para


no máximo R$ 20.000,00, valor esse simbólico, já que não são discutidos valores na presente.
Logo, se mantidos os honorários, devem incidir sobre o novo valor a ser atribuído à causa.

Pelo exposto, requer o provimento dos embargos, para que sejam


apreciadas as questões suscitadas.

Termos em que,

Pede deferimento.

Assinado eletronicamente por: ALUIZIO BORGES DE CARVALHO NETO - 22/07/2020 17:57:40 Num. 284860889 - Pág. 3
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072217574007100000280554568
Número do documento: 20072217574007100000280554568
PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe

(ADVOGADO)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

RÉU: UNIAO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

FINALIDADE: Intimar o advogado da parte (LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA


Avenida Polônia, 739, São Geraldo, PORTO ALEGRE - RS - CEP: 90230-110
) acerca do(a) ato ordinatório / despacho / decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe.

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere
no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não
vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores
informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em
http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 20 de julho de 2020.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: SINARA DE OLIVEIRA DEUS - 20/07/2020 16:02:16 Num. 282508349 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072016021652500000278124123
Número do documento: 20072016021652500000278124123
PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe


(FAZENDA NACIONAL)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

RÉU: UNIAO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

FINALIDADE: Dar ciência dos termos do(a) ato ordinatório/ despacho/ decisão/ sentença proferido(a).

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere no
campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não vincular a
petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores informações, favor
consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-
judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 20 de julho de 2020.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: SINARA DE OLIVEIRA DEUS - 20/07/2020 16:02:16 Num. 282508348 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20072016021637700000278124122
Número do documento: 20072016021637700000278124122
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

SENTENÇA TIPO "A"


PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
Advogado do(a) AUTOR: EDUARDO ROSSI BITELLO - RS74935

RÉU: FAZENDA NACIONAL

Cuida-se de ação ordinária, com pedido de tutela de urgência, ajuizada pela Autora em face da
UNIÃO (FAZENDA NACIONAL) objetivando a suspensão, mediante apresentação de carta de fiança, da
exigibilidade de débitos descritos nos autos, bem assim a expedição de Certidão Positiva com Efeitos de
Negativa e a não inclusão do seu nome no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público
Federal – CADIN.

Instruiu a inicial com documentos.

Custas recolhidas às fls. 247.

O pedido de tutela de urgência foi deferido.

Em sua contestação, a requerida aduziu, preliminarmente, a ausência de interesse processual


(inadequação do rito) e a impossibilidade jurídica do pedido. No mérito, requereu a improcedência do pedido.

Houve réplica.

As partes dispensaram a produção de provas.

É o relatório.

2. FUNDAMENTAÇÃO

Rejeito as preliminares arguidas pela requerida.

Há interesse processual em razão do ajuizamento da ação cautelar, tendo em vista que “é


reconhecido o direito de que o devedor garanta, a qualquer tempo, sua dívida, seja para garantia do juízo em
futura (ainda não ajuizada) Execução Fiscal (por meio de MC Fiscal) ou como garantia dos débitos tributários
cujo valor se discute em ação” (AG 0064995-71.2011.4.01.0000/BA, Rel. Desembargador Federal Luciano
Tolentino Amaral, Sétima Turma, e-DJF1 p.1293 de 27/04/2012). A medida cautelar, nesse sentido, é
perfeitamente cabível.

Quanto à segunda preliminar, aplico o consolidado entendimento jurisprudencial no sentido de


que não há impossibilidade jurídica do pedido se a pretensão veiculada na petição inicial revela, pelo menos

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 17/07/2020 15:46:10 Num. 76449059 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20071715460939300000075724154
Número do documento: 20071715460939300000075724154
em tese, a possibilidade de obtenção de um resultado prático que a parte contrária recusa-se a proporcionar
(TRF 1ª Região, AC 2004.38.01.004267-0/MG, Rel. Desembargador Federal João Batista Moreira, Quinta
Turma, e-DJF1 p.236 de 10/12/2010).

À míngua de fatos e fundamentos que alterem o entendimento esposado na decisão que deferiu
o pedido de liminar, aplico-o a seguir.

Antes disso, porém, anoto que há interesse de agir no prosseguimento da demanda. Embora a
requerente não tenha proposto a ação principal após o deferimento da liminar, a manutenção da medida lhe
assegura a suspensão do crédito tributário e lhe permite discutir o débito quando do ajuizamento da execução
fiscal, a ser proposta pela Fazenda Pública.

A controvérsia estabelecida nos autos gira em torno da possibilidade de utilização da carta de


fiança bancária para fins de suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

Conquanto o art. 151 do CTN não preveja a caução mediante carta de fiança como hipótese de
suspensão da exigibilidade de crédito tributário, a Lei nº 6.830/1980, em seu art. 9º, § 3º, equipara a fiança
bancária ao depósito em dinheiro para efeito de penhora no processo executivo.

Assim, o oferecimento de caução é suficiente para que se afastem os efeitos do inadimplemento


(inscrição no CADIN e negativa de fornecimento de certidão de regularidade fiscal).

Não é possível suspender a exigibilidade do crédito tributário, porque tal impediria o ajuizamento
da execução fiscal, o que autoriza a reforma parcial da decisão liminar.

3. DISPOSITIVO

Pelo exposto, confirmo parcialmente a decisão que deferiu o pedido de tutela e julgo
procedente o pedido para determinar à requerida que se abstenha de incluir o nome da requerente no CADIN
e emita, em seu favor, se requerido, a Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, caso o único óbice à emissão
seja o crédito tributário em discussão nos autos.

Condeno a Ré ao pagamento das custas processuais, em reembolso, e dos honorários


advocatícios, que arbitro nos percentuais mínimos do art. 85, § 3º, do CPC.

Sentença sujeita ao reexame necessário.

Publique-se. Intimem-se.

Oportunamente, arquivem-se os autos.

Brasília, .

(documento datado e assinado eletronicamente)

IVANI SILVA DA LUZ

Juíza Federal titular da 6ª VF/DF

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 17/07/2020 15:46:10 Num. 76449059 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20071715460939300000075724154
Número do documento: 20071715460939300000075724154
Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 17/07/2020 15:46:10 Num. 76449059 - Pág. 3
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=20071715460939300000075724154
Número do documento: 20071715460939300000075724154
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUIZ(ÍZA) FEDERAL DA 6ª VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO
FEDERAL.

A UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL), por sua Procuradora que a presente subscreve, vem,
perante Vossa Excelência, informar que não tem provas a produzir, pelo que, reiterando os termos da contestação,
requer seja o pedido julgado improcedente, com a condenação do Autor nos ônus da sucumbência.

Brasília, 6 de agosto de 2019.

Mariana Fragoso Giorgi

Procuradora da Fazenda Nacional

Assinado eletronicamente por: MARIANA FRAGOSO GIORGI - 08/08/2019 12:32:58 Num. 75345088 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080812325886200000074627177
Número do documento: 19080812325886200000074627177
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe


(FAZENDA NACIONAL)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

RÉU: FAZENDA NACIONAL

FINALIDADE: Dar ciência dos termos do(a) ato ordinatório/ despacho/ decisão/ sentença proferido(a).

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere no
campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não vincular a
petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores informações, favor
consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-
judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 5 de agosto de 2019.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: LIGIA SOUZA DO REGO - 05/08/2019 17:06:33 Num. 75067089 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080517063363500000074352171
Número do documento: 19080517063363500000074352171
Réplica em anexo.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 05/08/2019 14:00:44 Num. 74940054 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080514004407300000074224637
Número do documento: 19080514004407300000074224637
[Digite aqui]

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 6ª VARA FE-


DERAL CÍVEL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Processo nº 1004156-67.2019.4.01.3400

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA.,


pessoa jurídica de direito privado, já qualificada nos autos do processo da Ação Cautelar
de Caução Prévia à Execução Fiscal, vem, respeitosa e tempestivamente, à presença de
Vossa Excelência, por seus procuradores signatários, com fulcro no artigo 437 do CPC
e seguintes, apresentar RÉPLICA à Contestação apresentada pela UNIÃO, reiterando-
se todo o raciocínio trazidos à baila na exordial, pelas razões de fato e de Direito que
passa a expor e, por conseguinte, requerer a total procedência dos pedidos.

A Ré, em sede de Contestação aduz, preliminarmente, ausência de in-


teresse processual, bem como impossibilidade jurídica do pedido, por suposta inadequa-
ção da via eleita. No mérito supõe, em síntese: (i) ausência dos pressupostos de fumus
boni iuris ou da ausência de verossimilhança das alegações, bem como (ii) impossibili-
dade de aceitação da Carta Fiança por suposto desrespeito à ordem legal de nomeação.

Todavia, os argumentos são completamente infundados, conforme será


demonstrado.

II. DAS PRELIMINARES – QUESTÕES JÁ DIRIMIDAS NOS AUTOS:

Quanto às preliminares apontadas, importa lembrar que houve despacho


determinando a emenda da Inicial para fins de promover a ação principal, ocasião em
que a Autora demonstrou que o presente feito tem natureza satisfativa, por vez que é a
1

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 05/08/2019 14:00:44 Num. 74940058 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080514004424000000074224641
Número do documento: 19080514004424000000074224641
[Digite aqui]

única ferramenta disponibilizada aos jurisdicionados para dar vigência à norma do Art.
206, do CTN, pela qual o contribuinte que necessita de CPEN pode se antecipar ao fis-
co, promovendo a garantia dos débitos ainda não executados.

Na r. decisão V. Excelência entendeu por bem determinar a emenda da


inicial, nos termos do art. 303, § 1º, I, do Código de Processo Civil, e a complementação
das custas iniciais, nos termos do art. 14, I, da Lei 9.289/96, sob pena de extinção do
processo. Com a devida vênia, as normas invocadas não se aplicam ao caso dos autos.

O novo Código de Processo Civil aboliu o livro sobre o procedimento


cautelar como espécie autônoma de tutela jurisdicional. Contudo, prevê a concessão da
tutela cautelar em caráter antecedente ou incidental em qualquer procedimento,
desde que presentes os elementos que indiquem a probabilidade do direito e o perigo de
demora da prestação jurisdicional, conforme art. 294, parágrafo único, do Código de
Processo Civil:

Art. 294. A tutela provisória pode fundamentar-se em urgência ou


evidência.
Parágrafo único. A tutela provisória de urgência, cautelar ou anteci-
pada, pode ser concedida em caráter antecedente ou incidental.

Conforme consta na Petição Inicial, o pedido principal destes autos é a


suspensão da exigibilidade dos débitos tributários, bem como a expedição de Certidão
Positiva com Efeitos de Negativa, para manutenção da sua atividade produtiva e a im-
possibilidade de sua inscrição em cadastros de restrição de crédito.

Nesse sentido, a autora ofereceu Carta Fiança Fidejussória para garantir


os débitos tributários antecipadamente ao ajuizamento da Execução Fiscal, e requereu a
tutela provisória de evidência.

No entanto, o art. 303 do Código de Processo Civil, usado como fun-


damento na mencionada decisão, trata do procedimento da tutela antecipada requeri-
da em caráter antecedente. Vejamos:

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 05/08/2019 14:00:44 Num. 74940058 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080514004424000000074224641
Número do documento: 19080514004424000000074224641
[Digite aqui]

Art. 303. Nos casos em que a urgência for contemporânea à proposi-


tura da ação, a petição inicial pode limitar-se ao requerimento da tu-
tela antecipada e à indicação do pedido de tutela final, com a exposi-
ção da lide, do direito que se busca realizar e do perigo de dano ou
do risco ao resultado útil do processo.
§ 1º Concedida a tutela antecipada a que se refere o caput deste arti-
go:
I - o autor deverá aditar a petição inicial, com a complementação
de sua argumentação, a juntada de novos documentos e a con-
firmação do pedido de tutela final, em 15 (quinze) dias ou em ou-
tro prazo maior que o juiz fixar;
(...)
§ 2º Não realizado o aditamento a que se refere o inciso I do § 1º
deste artigo, o processo será extinto sem resolução do mérito.

Ocorre que a Autora não apresentou pedido de tutela antecipada em


caráter antecedente. Embora a caução dos débitos seja antecedente ao ajuizamento da
execução fiscal, ou seja, prévia à ação que será ajuizada pela União, tal fato não se con-
funde com as disposições processuais. A tutela cautelar requerida nestes autos foi
apresentada em conjunto com o pedido principal. Nesse caso, desnecessária a inti-
mação para emenda da inicial, uma vez que não se trata de tutela antecedente.

Da mencionada decisão a Autora interpôs Embargos Declaratórios, que


apesar de não conhecidos, tiveram o efeito de ser a decisão revista, sendo promovido o
seguinte despacho:

Não conheço dos presentes embargos de declaração (ID 64171613),


visto que, como é cediço, os despachos são irrecorríveis.

Em conformidade com os princípios da economia processual e da


cooperação, todavia, acolho os argumentos aduzidos pela embargan-
te para revogar o despacho impugnado.

De fato, houve equívoco deste Juízo ao determinar a emenda da peti-


ção inicial com base no art. 303, § 1º, inciso I, do CPC, porquanto tal
dispositivo refere-se ao procedimento da tutela antecipada requerida
em caráter antecedente, que não foi o procedimento escolhido pela
parte autora.

Na realidade, observa-se dos autos que a parte autora valeu-se do


procedimento da tutela cautelar requerida em caráter antecedente, se-
ja porque esta foi a classificação feita por ela quando do protocolo da
3

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 05/08/2019 14:00:44 Num. 74940058 - Pág. 3
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19080514004424000000074224641
Número do documento: 19080514004424000000074224641
[Digite aqui]

petição inicial, seja porque, desde o advento do novo CPC, não mais
existe o processo cautelar autônomo.

Nota-se, ainda, que o pedido principal da presente tutela cautelar


já foi formulado na inicial, conforme autorizada dada pelo art. 308,
§ 1º, do CPC.

Nesse contexto, o processo em tela há de prosseguir com base no


procedimento comum, embora a pretensão meritória possua evidente
caráter cautelar.

Descabe, por fim, a complementação das custas processuais.

Retifique-se a autuação para alterar a classe judicial para “procedi-


mento comum cível”.

Revogo o despacho ID 52357043.

Intime-se a Autora para apresentar réplica e para especificar e justi-


ficar as provas que pretende produzir em juízo. Prazo: 15 (quinze)
dias.

...

Sendo assim, não há que se falar em ausência de interesse ou carência


de ação, razão pela qual a presente demanda comtempla pleno prosseguimento.

II. DO MÉRITO:

III.I – DA PRESENÇA DOS REQUISITOS AUTORIZADORES DA TUTELA


PRETENDIDA

Ao contrário do suscitado em contestação, a Autora demonstrou os


elementos necessários para evidenciar o binômio autorizador de seu pedido antecipató-
rio, razão pela qual a concessão e futura estabilização da mesma é medida que se impõe,
para bem de permitir a caução do débito com a carta fiança indicada, já que é gritante o
risco da demora, assim com a probabilidade de seu direito à caução.

Observe, portanto, que a Autora ofereceu, em sede de caução, CARTA


FIANÇA de natureza fidejussória, onde demonstrou cabalmente a robusta força patri-

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monial do garantidor, a emissão por prazo indeterminado, a emissão para os débitos es-
pecíficos da presenta ação, e onde além de se comprometer pela atualização da garantia,
o fiador abriu mão do benefício de ordem.

Vale dizer que a carta fiança, por ser fidejussória, não afasta a idonei-
dade e a força patrimonial da garantia, não havendo que se falar em exigências de insti-
tuição financeira ou outra qualquer que não seja afeta ao caso dos autos.

Ainda, quanto ao mecanismo de emissão da carta fiança, este se dá


pelo simples fato de que um terceiro garantidor – Fib Bank Garantia de Fianças Fi-
dejussórias S/A - irá garantir com seu patrimônio, o débito pecuniário do devedor –
LABOR SERVIÇO DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA -, pelo valor delimitado
na fiança, e ainda abrindo mão expressamente do benefício de ordem:

E, quanto o débito a garantir:

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Ou seja, valor superior ao débito executado, demonstrando a suficiên-


cia, emitida por prazo indeterminado e em favor da União.

E a companhia garantidora ainda abriu mão do benefício da ordem pre-


visto no Art. 827, caput, do CC, ou seja, se colocou na frente do próprio executado, na
condição de o primeiro a ser cobrado, a saber:

Destarte, desde o início restou demonstrada a idoneidade do fiador, sua


boa-fé, seu lastro patrimonial e a suficiência da garantia em si, razão pela qual a decisão
recorrida, ao negar o direito de penhora sobra a carta fiança, acabou por ferir de morte
as normas preconizadas nos Artigos 818, 825 e 839, todos do Código Civil.

De outro bordo, atente para o fato de que a Certidão Positiva com Efei-
tos de Negativa é ferramenta indispensável para prosseguir nas suas operações, não po-
dendo perpetuar mais tempo sem que obtenha o direito de expedição da mesma, sob
pena de ter que reduzir postos de trabalhos, ou quem sabe até encerrar suas atividades.

DO FUMUS BONI IURIS:

A Autora demonstrou a presença da fumaça do bom direito, para bem


de ter deferida sua tutela de caráter satisfativo e caucionar seus débitos, sendo que, pela
documentação apresentada, é possível comprovar a veracidade dos fatos, na medida em
que a mesma possui débitos, por seu turno, ainda que inscritos, não foram ajuizados.

Assim, em respeito aos ditames constitucionais, o oferecimento de cau-


ção de bens é perfeitamente cabível. Em suma, plenamente cabível a via processual elei-
ta.

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De outro bordo, pela leitura do art. 206, do Código Tributário Nacional,


constata-se que a garantia do crédito é a essência da norma, regramento jurídico de di-
reito material que permite a expedição da almejada Certidão Positiva de Débitos, com
efeitos Negativa.

De acordo com o referido art. 206, do CTN, conclui-se não haver, em


tese, qualquer óbice para que o contribuinte, antes de iniciada a ação executiva fiscal,
apresente garantia por via cautelar, como é o caso dos autos.

Vale ressaltar que essa antecipação da garantia não se constitui propri-


amente em penhora, que é instituto essencialmente de natureza processual, inexistente
se ainda não há processo de execução. Reveste-se, na verdade, das características de
garantia prestada por quem pretende oferecê-la na forma da lei processual.

Independentemente dessa diferenciação conceitual, à luz da ratio es-


sendi do artigo 206, do CTN, sobressai importante que haja uma garantia idônea ao
cumprimento da obrigação, que autorize a expedição de certidão positiva com efeito
negativo, sendo indiferente seja essa garantia prestada na execução, em via administra-
tiva ou de outra forma.

Como já dito, não pode a Autora, diante da demora ou inércia do Fisco


ver se obstado seu direito de garantir o débito que virá a ser executado, por meio de
caução preparatória de penhora, de modo a favorecer-se do disposto no art. 206, do
CTN.

E, adotando-se uma interpretação que conduza à compatibilidade das


disposições do art. 206, do CTN, e do art. 300 do Novo CPC, com a Constituição e os
seus princípios, aparenta-se perfeitamente possível a liminar em ação cautelar, vir auto-
rizar a emissão da Certidão Negativa de Débitos, com Efeitos de Negativa.

Até porque, como anteriormente mencionado, "nenhum princípio cons-


titucional supera o dos direitos e garantias individuais. E, como garantia dos direitos
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individuais, não há outra maior do que o da proteção judicial". (Min. Carlos Mário Vel-
loso, em voto no Agravo de Instrumento nº 42.023 – Ceará – 3ª Turma do TFR (Revista
de Direito Tributário ano 10, ed. RT, São Paulo, janeiro⁄março⁄86, vol. 35, p. 203)."

E, estando configurado o fumus boni iuris, não há porque não se deter-


minar a estabilização da liminar acertadamente já concedida – e mantida pelo TRF1 -,
conforme decisão já acostada aos autos.

DO PERICULUM IN MORA

Da mesma forma, a Autora demonstrou nos autos o "periculum in mo-


ra", que decorre da impossibilidade de obter a pretendida certidão de regularidade fis-
cal.

No presente caso, este consiste na possibilidade de ter a Autora que su-


portar constantemente prejuízos ante a impossibilidade de faturar e, consequentemente,
receber os serviços que presta, haja vista o seu objeto social que exige a manutenção da
certidão de regularidade fiscal.

Frise-se que a Autora atua há vários anos no mercado, inclusive tem su-
as atividades principais voltadas para certames licitatórios perante a administração pú-
blica, além de atuar prestando serviços para várias empresas renomadas em todo o terri-
tório nacional, com isso gerando renda para uma gama inestimável de famílias, seja de
forma direta, seja de forma indireta.

Sob este prisma foi concedida a tutela antecipada, a qual merece, agora,
sua estabilização, por vez que o TRF1 também entendeu por manter a aceitação da carta
fiança indicada.

É incontestável que a medida liminar apenas mostra-se plenamente efi-


caz quando concedida com a mesma urgência do direito que se pretende resguardar e
que, então, assegure o direito que é objetivado pela Autora, o qual merece ser mantido.
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Sendo assim, ao contrário do sustentado na Contestação de fls., fato é


que a Autora demonstrou os elementos autorizadores do pedido veiculado na presente
demanda, a qual possui natureza satisfativa, não havendo que se falar em outro desfe-
cho, que não a total procedência, com a estabilização da tutela concedida.

DA POSSIBILIDADE DE A GARANTIA PRÉVIA RECAIR SOBRE A CARTA


FIANÇA INDICADA:

No que tange o mérito aduzido na r. Contestação, melhor sorte não so-


corre à União.

Importante, também, colacionar o texto da atualíssima Portaria PGFN


nº 448 de 13 de Maio, de 2019, onde a mesma prevê, expressamente, a aceitação da
garantia fidejussória, a saber:

Art. 23. Para formalização do parcelamento com garantia, o sujeito


passivo deverá realizar o requerimento de parcelamento por meio da
plataforma Regularize, ofertando desde logo a garantia ao parcela-
mento.

§ 1º Para análise da garantia ofertada administrativamente, o reque-


rimento deverá ser instruído com:
...

d) documentação relativa à garantia real ou fidejussória; e


...

§ 2º Para fins de garantia administrativa ao parcelamento de que trata


esta Portaria:
...

II - a garantia fidejussória poderá ser prestada por fiança bancá-


ria, segurogarantia ou fiança pessoal prestada por pessoa física ou
jurídica com capacidade de pagamento compatível com o com-
promisso a ser assumido.

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Não há que se falar em ofensa à ordem de nomeação de bens, por vez


que, no caso concreto, a mesma não se sustenta.

É de se destacar e sempre ter em mente que a garantia aqui prestada,


apesar de ser antecedente à execução, visa a expedição da CPD-EN, sendo que, aca-
so ajuizada a execução fiscal, lá naqueles futuros autos o Estado então exequente pode-
rá questionar a conversão da caução em penhora, ou ainda propor outra garantia. Toda-
via, aqui, e agora, a questão é a aceitação da garantia fidejussória para viabilizar a
expedição de CPD-EN, não havendo que perquirir acerca de ordem de penhora,
pois a mesma pode – e deve – ser relativizada no caso concreto.

Independentemente do desfecho das ações cautelares prévias, a conver-


são das cauções lá existentes em penhora, ou mesmo a nova nomeação dos mesmos
bens em sede de execução fiscal, a questão sempre deverá ser analisada à luz do caso
concreto, sendo perfeitamente correto concluir pela mitigação da ordem de preferência
de bens.

Destarte, utilizar o argumento de ferimento à ordem de preferência de


nomeação de bens do executivo fiscal, como motivo para recusar a garantia prestada em
sede de cautela, nada mais é do que negar vigência ao texto do art. 206, do CTN.

De que ele serviria esta norma, se sempre dependesse da análise da or-


dem de preferência?

Repita-se que, a conversão da caução em penhora não é fato obrigató-


rio, razão pela qual inexiste prejuízo ao Ente Público em aceitar em garantia, através de
ação antecedente, os bens que o contribuinte possui disponíveis, para oportunizar o di-
reito à Certidão de Regularidade Fiscal.

Ou seja, a ordem estabelecida no artigo 11 da Lei de Execuções Fiscais,


não é absoluta, e não devendo ser empecilho à caução prévia em sede de ação cau-
telar, uma vez que o bem ofertado garante a integralidade do débito, prevê sua atualiza-

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ção de acordo com o mesmo, e o garantidor ainda abre mão do benefício de ordem, caso
transite em julgado uma futura execução fiscal.

E, quanto a probabilidade do direito aqui buscado, e a possibilidade de


a caução recair sobre carta fiança fidejussória, traz-se à colação o teor da decisão profe-
rida pela Vigésima Quarta Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais, de
05/11/2018:

Ação Cautelar nº 0041126-81.2018.4.01.3800


Requerente: EPC Engenharia Projeto e Consultoria S/A
Requerida: União
Trata-se de Ação Cautelar ajuizada por EPC ENGENHARIA PRO-
JETO CONSULTORIA em face da União, objetivando a suspensão,
mediante oferta de valores de R$ 9.460.975,37 (nove milhões qua-
trocentos e sessenta mil novecentos e setenta e cinco reais e trinta a
sete centavos) e R$ 2.020.245,84 (dois milhões, vinte mil, duzentos e
quarenta e cinco centavos e oitenta centavos), referentes aos Proces-
sos Administrativos nº 10680.401158/2017-00, (...) .
...
Não se desconhece que, no processo de execução, os depósitos e
aplicações em instituições financeiras são considerados bens prefe-
renciais na penhora, equiparando-se a dinheiro em espécie, e que é
prescindível o exaurimento por parte do credor de diligências em
busca de bens do devedor para se autorizar a penhora on-line.
Entretanto, quando o devedor, se adiantando a qualquer iniciati-
va do credor, espontaneamente oferece em garantia a carta fian-
ça, é possível relativizar a ordem de penhora, devendo o Juízo,
ponderando os elementos da causa, apreciar a idoneidade do bem
oferecido pelo devedor e sopesar a conveniência de acolhê-lo.
Na presente hipótese, a Carta de Fiança apresentada às fls. 610v/611,
foi emitida em valor suficiente para satisfação dos créditos tributá-
rios indicados na petição inicial (R$ 12.299.267,98 – doze milhões,
duzentos e noventa mil, duzentos e sessenta e sete reis e noventa e
oito centavos).
...
Quanto à idoneidade da instituição emissora da carta fiança, ca-
be registrar que, nos autos do Agravo de Instrumento nº 003065-
09.2017.4.01.0000, a Desembargadora Federal Ângela Catão deferiu
o pedido de substituição de caução em espécie por carta de fiança
emitida pela mesma empresa, qual seja, a FIB-BANK Garantia
de Fiança Fidejussória S/A, tendo constatado trata-se de “institui-
ção idônea e detentora de recursos mais do que suficientes à efeti-
vação do encargo legal assumido, conforme informações públicas
relativas à FIB-BANK”. Confira-se:
...
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Em face do exposto: 1 – Defiro a tutela cautelar para determinar a


expedição da CPD-EN, (...)

Por oportuno, cumpre informar que a decisão acima foi recentemente RA-
TIFICADA pelo juízo, em 08/02/2019, porquanto desproveu os embargos declaratórios
impetrados pela União. Vejamos:

...
Importante destacar, ainda, que não há nos autos nenhuma cir-
cunstância concreta e contundente que impeça a aceitação da ga-
rantia ofertada. Ademais, novas garantia complementares poderão
ser feitas ulteriormente, no curso do processo, já tendo a autora, in-
clusive, oferecido bem imóvel com essa finalidade.

Outrossim, a menção feita à decisão proferida no Agravo de Instru-


mento nº 0030654-09.2017.4.01.0000 teve unicamente o objetivo de
ressaltar o fato de que esse tipo de garantia vem sendo aceito em
sede de Execução Fiscal e que a idoneidade da empresa emissora
já foi reconhecida em decisão proferida em segunda instância.
...
Pelo exposto, julgo improcedentes os embargos de declaração.
Belo Horizonte, 8 de fevereiro de 2019.

No mesmo sentido, a aceitação da carta fiança fidejussória da companhia


FIB, deferida em 13/12/2018, pela 20ª Vara Federal Cível da SJMG, nos autos do da Tutela
Cautelar Antecedente n. 1015256-17.2018.4.01.3800:

(...) Para caucionar os débitos tributários a autora oferece garantia fi-


dejussória consistente na Carta Fiança n. 41052018, emitida pelo
FIB BANK Garantia de Fianças Fidejussória S/A, no valor de
R$640.700,00, como autoriza o art. 9º da Lei 6.830/80. Destaca que
a Companhia FIB Bank é sociedade anônima de capital fechado, que
tem por objeto social a prestação de serviços de fiança, garantia fide-
jussória para terceiros. O cumprimento das obrigações é garantido
por meio dos ativos que compõem seu patrimônio, nos termos dos
arts. 818 a 839 do CC. Ressalta ainda que a inscrição junto ao Bacen
faz-se desnecessária, vez que não se trata de instituição financeira.
Aduz que poderá haver longo transcurso de prazo entre a não homo-
logação dos débitos e o oferecimento de bens à penhora, e que não
pode ficar desprovida da certidão de situação fiscal.
...
1. Pelo exposto, defiro a liminar para acolher a prestação de cau-
ção fidejussória consubstanciada na Carta de Fiança nº
FIS41052018 (fls. 89-90; ID 24781505), assegurando à autora a
emissão de certidão positiva de débitos com efeitos de negativa -
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CPD-EN, salvo se existirem outros débitos ou fatos impeditivos,


além dos arrolados no Relatório de Situação Fiscal às fls. 47/48 (ID
24787474).

E, por derradeiro, liminar deferida em processo idêntico ao presente,


em 02/08/2019:

PROCESSO: 1020959-28.2019.4.01.3400
CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)
AUTOR: TRANSPORTES RODOSOUZA LTDA - EPP
Advogado do(a) AUTOR: EDUARDO ROSSI BITELLO - RS74935
RÉU: FAZENDA NACIONAL

DECISÃO

Trata-se de ação ordinária proposta pela Transportadora Rodosouza


LTDA – EPP contra a União (Fazenda Nacional) objetivando, em
sede de tutela provisória, o reconhecimento da caução judicial apre-
sentada para garantia dos débitos tributários, por meio da Carta de
Fiança Fidejussória nº FIS 41882019, no valor de R$ 130.000,00 (id.
73585579), a fim que de seja expedida Certidão de Regularidade
Fiscal e obstada a inclusão de seu nome no CADIN.

É o relatório.

Decido.

Consta nos autos a Carta Fiança nº FIS 41882019, emitida por


FIB BANK GARANTIA DE FIANÇAS FIDEJUSSÓRIA S/A, no
valor de R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), emitida por prazo
indeterminado, com o objetivo de garantir o juízo, id. 73585579.
Segundo consta no inciso II do artigo 9º da Lei 6.830/1980, a garan-
tia da execução pode ser realizada por meio de fiança bancária. Des-
ta feita, enquanto não promovida a execução fiscal, também é facul-
tado ao devedor a possibilidade de utilização desse instituto como
meio de caução para fins de expedição de Certidão Positiva com
Efeitos de Negativa, desde que no valor integral da dívida.

Nesse sentido, segue jurisprudência do TRF/1ª Região abaixo cola-


cionada:
...
Desta feita, impõe-se o deferimento da tutela de urgência requerida,
para que seja ordenado à ré expedir Certidão de Regularidade Fiscal,
em razão da fiança fidejussória apresentada como garantia judicial,
forma esta eleita pela parte autora.

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Diante do exposto, DEFIRO A TUTELA DE URGÊNCIA para


determinar à União (Fazenda Nacional) a expedição de Certidão de
Regularidade Fiscal (CPD-EM), bem como que se abstenha de pro-
mover a inscrição do débito no cadastro de inadimplentes, no CA-
DIN e na Dívida Ativa da União, em razão da caução apresentada,
até a decisão final da presente ação.

Intime-se a União (Fazenda Nacional) para imediato cumprimento


da presente decisão.

Intimem-se. Após, cite-se.

FREDERICO BOTELHO DE BARROS VIANA


Juiz Federal Substituto da 4ª VF/DF

De outro bordo, o risco é de DANOS IRREMEDIÁVEIS em desfavor


da Autora, pois representará inegável redução de suas atividades, as quais necessitam,
impreterivelmente, de certidão de regularidade fiscal, havendo risco de termos aqui ine-
gáveis reflexos sociais, porquanto a empresa será obrigada a reduzir postos de trabalho e
inclusive de operações, reduzindo receita e arrecadação, o que não se espera.

Sendo assim, restam combatidos todos os argumentos trazidos em Con-


testação, valendo esclarecer, ainda, que os elementos de prova estão todos nos autos.

IV. DOS PEDIDOS:


ISSO POSTO, requer o recebimento da presente réplica, requerendo,
desde já, o não conhecimento das preliminares suscitadas pela União e, no mérito, o
afastamento dos argumentos trazidos pela União, ocasião em que reitera o pedido de
total procedência dos pedidos formulados na inicial da presente ação, com a conde-
nação da parte ré ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, com
fulcro no artigo 85 do CPC;
Nestes termos, pede e espera deferimento.
Porto Alegre, 05 de Agosto de 2019.

Eduardo Rossi Bitello


OAB/RS 74.935

14

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Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

PROCESSO Nº 1004156-67.2019.4.01.3400

CERTIDÃO

Nesta data, junto cópia da Decisão proferido no Agravo de Instrumento.

BRASÍLIA, 17 de julho de 2019.

SINARA DE OLIVEIRA DEUS

Servidor

Assinado eletronicamente por: SINARA DE OLIVEIRA DEUS - 17/07/2019 09:55:03 Num. 70361054 - Pág. 1
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Número do documento: 19071709550310200000069685637
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Número do documento: 19071709550330700000069685638

      

   


 
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Assinado eletronicamente por: SINARA DE OLIVEIRA DEUS - 17/07/2019 09:55:03 Num. 70361055 - Pág. 4
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19071709550330700000069685638
Número do documento: 19071709550330700000069685638
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe

(ADVOGADO)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

FINALIDADE: Intimar o advogado da parte (LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA - Avenida
Polônia, 739, São Geraldo, PORTO ALEGRE - RS - CEP: 90230-110) acerca do(a) ato ordinatório / despacho /
decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe.

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere
no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não
vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores
informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em
http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 1 de julho de 2019.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: CECILIA MARIA DE MENEZES EVARISTO - 01/07/2019 13:12:24 Num. 65852576 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19070113122394500000065213138
Número do documento: 19070113122394500000065213138
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

DECISÃO

Não conheço dos presentes embargos de declaração (ID 64171613), visto que, como é cediço,
os despachos são irrecorríveis.

Em conformidade com os princípios da economia processual e da cooperação, todavia, acolho os


argumentos aduzidos pela embargante para revogar o despacho impugnado.

De fato, houve equívoco deste Juízo ao determinar a emenda da petição inicial com base no art.
303, § 1º, inciso I, do CPC, porquanto tal dispositivo refere-se ao procedimento da tutela
antecipada requerida em caráter antecedente, que não foi o procedimento escolhido pela parte
autora.

Na realidade, observa-se dos autos que a parte autora valeu-se do procedimento da tutela
cautelar requerida em caráter antecedente, seja porque esta foi a classificação feita por ela
quando do protocolo da petição inicial, seja porque, desde o advento do novo CPC, não mais
existe o processo cautelar autônomo.

Nota-se, ainda, que o pedido principal da presente tutela cautelar já foi formulado na inicial,
conforme autorizada dada pelo art. 308, § 1º, do CPC.

Nesse contexto, o processo em tela há de prosseguir com base no procedimento comum, embora
a pretensão meritória possua evidente caráter cautelar.

Descabe, por fim, a complementação das custas processuais.

Retifique-se a autuação para alterar a classe judicial para “procedimento comum cível”.

Revogo o despacho ID 52357043.

Intime-se a Autora para apresentar réplica e para especificar e justificar as provas que pretende
produzir em juízo. Prazo: 15 (quinze) dias.

Após, intime-se a Ré para especificar e justificar as provas que pretende produzir em juízo.
Prazo: 15 (quinze) dias.

Não havendo requerimento de provas, voltem os autos conclusos para sentença.

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 27/06/2019 16:02:05 Num. 65103552 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19062713433405200000064457656
Número do documento: 19062713433405200000064457656
Brasília, 27 de junho de 2019.

(assinatura digital)

IVANI SILVA DA LUZ

Juíza Federal Titular da 6.ª Vara/DF

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 27/06/2019 16:02:05 Num. 65103552 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19062713433405200000064457656
Número do documento: 19062713433405200000064457656
Em pdf.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 24/06/2019 18:34:16 Num. 64171609 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19062418341605200000063545692
Número do documento: 19062418341605200000063545692
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 6ª VARA
FEDERAL CÍVEL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Ação Cautelar de Caução


Processo n° 1004156-67.2019.4.01.3400

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA;


já qualificada nos autos da Ação Cautelar em epígrafe que move em face da UNIÃO
FEDERAL – FAZENDA NACIONAL, vem, respeitosamente, por seu procurador
signatário, opor EMBARGOS DECLARATÓRIOS, com fulcro no Art. 1.022, III, do
CPC, em face da r. decisão proferida (52357043), o que faz pelas razões de fato e de direito
que seguem:

Na r. decisão V. Excelência entendeu por bem determinar a emenda


da inicial, nos termos do art. 303, § 1º, I, do Código de Processo Civil, e a complementação
das custas iniciais, nos termos do art. 14, I, da Lei 9.289/96, sob pena de extinção do
processo. Com a devida vênia, as normas invocadas não se aplicam ao caso dos autos.

O novo Código de Processo Civil aboliu o livro sobre o


procedimento cautelar como espécie autônoma de tutela jurisdicional. Contudo, prevê a
concessão da tutela cautelar em caráter antecedente ou incidental em qualquer
procedimento, desde que presentes os elementos que indiquem a probabilidade do direito
e o perigo de demora da prestação jurisdicional, conforme art. 294, parágrafo único, do
Código de Processo Civil:
Art. 294. A tutela provisória pode fundamentar-se em urgência
ou evidência.
Parágrafo único. A tutela provisória de urgência, cautelar ou
antecipada, pode ser concedida em caráter antecedente ou
incidental.

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Conforme consta na Petição Inicial, o pedido principal destes autos
é a suspensão da exigibilidade dos débitos tributários, bem como a expedição de Certidão
Positiva com Efeitos de Negativa para manutenção da sua atividade produtiva e a
impossibilidade de sua inscrição em cadastros de restrição de crédito.

Nesse sentido, a autora ofereceu Carta Fiança Fidejussória para


garantir os débitos tributários antecipadamente ao ajuizamento da Execução Fiscal, e
requereu a tutela provisória de evidência.

No entanto, o art. 303 do Código de Processo Civil, usado como


fundamento na decisão, trata do procedimento da tutela antecipada requerida em caráter
antecedente. Vejamos:

Art. 303. Nos casos em que a urgência for contemporânea à


propositura da ação, a petição inicial pode limitar-se ao
requerimento da tutela antecipada e à indicação do pedido de
tutela final, com a exposição da lide, do direito que se busca
realizar e do perigo de dano ou do risco ao resultado útil do
processo.
§ 1º Concedida a tutela antecipada a que se refere o caput deste
artigo:
I - o autor deverá aditar a petição inicial, com a
complementação de sua argumentação, a juntada de novos
documentos e a confirmação do pedido de tutela final, em
15 (quinze) dias ou em outro prazo maior que o juiz fixar;
(...)
§ 2º Não realizado o aditamento a que se refere o inciso I
do § 1º deste artigo, o processo será extinto sem resolução
do mérito.
[grifo nosso]

Ocorre que a Autora não apresentou pedido de tutela antecipada


em caráter antecedente. Embora a caução dos débitos seja antecedente ao ajuizamento da
execução fiscal, ou seja, prévia à ação que será ajuizada pela União, tal fato não se
confunde com as disposições processuais. A tutela cautelar requerida nestes autos foi
apresentada em conjunto com o pedido principal. Nesse caso, desnecessária a intimação
para emenda da inicial, uma vez que não se trata de tutela antecedente.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 24/06/2019 18:34:16 Num. 64171613 - Pág. 2
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No tocante à complementação das custas iniciais com fundamento
no artigo 14, inciso I, da Lei 9.289/96, do mesmo modo, não se aplica ao caso. O dispositivo
assim determina:
Art. 14. O pagamento das custas e contribuições devidas nos
feitos e nos recursos que se processam nos próprios autos
efetua-se da forma seguinte:
I - o autor ou requerente pagará metade das custas e
contribuições tabeladas, por ocasião da distribuição do
feito, ou, não havendo distribuição, logo após o despacho da
inicial;

A parte Autora efetuou o recolhimento das custas iniciais, conforme


determina o supracitado artigo. Há certidão nos autos que indica que as custas foram
recolhidas de acordo com a Tabela de Custas Judiciais da Justiça Federal, nesse sentido:

Além disso, a Portaria nº 7672502, que dispõe sobre normas gerais


para pagamento de custas judiciais, porte de remessa e retorno dos autos no âmbito da
Justiça Federal da 1ª Região, estabelece que nos processos cautelares será exigido 50% dos
valores informados para as ações cíveis em geral, isso é, 0,5% do valor da causa,
exatamente como consta na mencionada certidão. Vejamos:

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De acordo com o artigo 14, inciso II, da Lei 9.289/96, bem como nos
termos da Portaria nº 7672502 do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a outra metade
das custas somente será exigida quando da interposição do recurso.

Desse modo, a parte Autora não vê razão para a complementação das


custas iniciais neste momento processual, conforme exigido pelo Juízo na r. decisão,
primeiro porque efetuou o recolhimento das custas iniciais na oportunidade em que ajuizou
a ação, segundo porque o valor das custas corresponde à Tabela de Custas Judiciais da
Justiça Federal.

DIANTE DO EXPOSTO, a parte Autora requer o acolhimento dos


presentes embargos declaratórios para esclarecer a obscuridade, sanar o erro apontado e
desde já, requer que o juízo retifique o pedido para (i) a determinação de emenda à inicial
e (ii) a determinação de complementação do recolhimento das custas iniciais, nos
termos da fundamentação. Contudo, caso não seja esse o posicionamento adotado pelo
Juízo, desde já, por precaução, requer seja oportunizado prazo para emendar a inicial e
recolher a complementação das custas.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Porto Alegre, 24 de junho de 2019.

EDUARDO ROSSI BITELLO


OAB/RS 74.935

DENISE MACHADO DA ROSA LAURA PINTO FERREIRA


OAB/RS 55.931 OAB/RS 101.878

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 24/06/2019 18:34:16 Num. 64171613 - Pág. 4
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Número do documento: 19062418341618500000063545696
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe

(ADVOGADO)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

FINALIDADE: Intimar o advogado da parte (LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA - Avenida
Polônia, 739, São Geraldo, PORTO ALEGRE - RS - CEP: 90230-110) acerca do(a) ato ordinatório / despacho /
decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe.

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere
no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não
vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores
informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em
http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 3 de junho de 2019.

(assinado digitalmente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: CECILIA MARIA DE MENEZES EVARISTO - 03/06/2019 11:02:03 Num. 58823053 - Pág. 1
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Número do documento: 19060311020299300000058273636
1004156-67.2019.4.01.3400

TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)

REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

DESPACHO

Intime-se a parte autora para, no prazo de 15 (quinze) dias, emendar a inicial nos termos do
art.303, § 1º, I, do CPC. Deve, também, realizar o complemento das custas iniciais, nos termos do
art. 14, I, da Lei 9.289/96, sob pena de extinção.

Brasília/DF, 08/05/2019

(assinado eletronicamente)

IVANI SILVA DA LUZ

Juíza Federal Titular da 6ª Vara /SJDF

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 08/05/2019 14:39:27 Num. 52357043 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19050813040610100000051889035
Número do documento: 19050813040610100000051889035
PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL

PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL NO DISTRITO FEDERAL

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Processo nº 1004156-67.2019.4.01.3400

A UNIÃO FEDERAL (Fazenda Nacional) por seu Procurador in fine assinado, nos autos do processo de
número em epígrafe, vem, à presença de Vossa Excelência, tempestivamente, com fulcro nos artigos 188, 297 e 300 do
Código de Processo Civil, apresentar sua CONTESTAÇÃO aos pedidos formulados na inicial, pelos fundamentos de
fato e de direito a seguir aduzidos.

DOS FATOS

Trata-se de ação cautelar visando à obtenção, mediante oferta de fiança bancária, a suspensão da
exigibilidade de seus débitos, bem como a expedição de certidão positiva com efeitos de negativa, bem como que não
seja incluída no CADIN.

Sua pretensão não merece prosperar.

DA CARÊNCIA DE AÇÃO POR AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL – NECESSIDADE DE EXTINÇÃO DO


PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO

O interesse de agir apresenta-se como uma das condições para que se possa legitimamente exigir no
Estado Democrático de Direito o provimento jurisdicional.

Essa condição – interesse de agir - expressa-se na necessidade e adequação da tutela jurisdicional


solicitada. E aqui cabe os ensinamentos da Professora ADA PELEGRINI GRINOVER:

Assinado eletronicamente por: PAULO RENATO GONZALEZ NARDELLI - 23/04/2019 19:00:16 Num. 48969970 - Pág. 1
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Número do documento: 19042319001676200000048530553
“Repousa a NECESSIDADE da tutela jurisdicional na IMPOSSIBILIDADE de obter a satisfação do
alegado direito SEM A INTERCESSÃO DO ESTADO” (Teoria Geral do Processo.13ª ed. revista e atualizada. São
Paulo: Malheiros, 1997. p. 261).

No caso concreto, a autora, apelada, pretende, em sede de ação cautelar, garantir crédito passível de
execução e que não é objeto de contestação judicial. Ocorre que nesse particular, carece a autora de interesse de agir,
face à ausência de adequação do pedido ao instrumento veiculador, qual seja a ação cautelar.

Isso porque pretende garantir o crédito tributário mediante o oferecimento de caução. Porém, a cautelar
não é instrumento adequado para concretização da garantia do crédito regularmente constituído.

O art. 9o da Lei n.º 6.830/80, dispõe acerca da nomeação de bens à penhora, garantindo a execução.
Mas não há dispositivo na aludida lei que possibilite o oferecimento de tal garantia em sede de cautelar.

Nesse sentido, corroborando o entendimento da União tem-se a seguinte decisão:

PREVIDENCIÁRIO. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO. AÇÃO CAUTELAR


INOMINADA PARA OFERECIMENTO DE PENHORA. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. HONORÁRIOS DE ADVOGADO.

1. Admite-se excepcionalmente o fornecimento da CND quando garantido o


débito por depósito no montante integral da dívida.

2. Pretendendo a empresa suspender a exigibilidade do crédito tributário, o


meio legal previsto é o depósito do seu valor integral e em dinheiro, nos termos do art. 150, do
CTN e da Súmula 112 do STJ.

3. A prestação de caução e/ou penhora é previsto na Lei 6.830/90 (art. 9º)


em garantia a execução, SENDO CABÍVEL NA EXECUÇÃO FISCAL e NÃO EM AÇÃO
CAUTELAR antecedente à ação anulatória de débito.

4. Os honorários de advogado devem ser fixados ex vi do § 4º do art. 20 do


CPC, em valor razoável.

5. Apelação provida, em parte, para reduzir os honorários de advogado de


20% para 10% sobre o valor da causa.(AC: IF BUF9>1996 96.01.37287.3- :ELSE 96.01.37287-
3 :ENDIF /MG ; APELAÇÃO CIVEL Relator JUIZ MÁRIO CÉSAR RIBEIRO (299 ) Relator
Convocado JUIZA SELENE MARIA DE ALMEIDA (CONV.) (2991) Órgão Julgador QUARTA
TURMA Publicação DJ 18 /06 /1999 P.294) Data Decisão 16 /04 /1999

CRÉDITO TRIBUTARIO - CAUÇÃO REAL - SUSPENSÃO - DEPOSITO


INTEGRAL - SUMULA N. 112 DO STJ. O QUE SUSPENDE A EXIGIBILIDADE DO CREDITO
TRIBUTARIO E O DEPOSITO INTEGRAL E EM DINHEIRO (SUMULA N. 112 DO STJ).

ENTENDO, NO ENTANTO, QUE A PARTE TEM O DIREITO DE FAZER O


DEPOSITO DA IMPORTANCIA CORRESPONDENTE AO CREDITO TRIBUTARIO PARA

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SUSPENDER A EXIGIBILIDADE E PODE FAZE-LO EM MEDIDA CAUTELAR.

RECURSO IMPROVIDO.( RESP 149052/CE ; RECURSO ESPECIAL


(1997/0066306-0) Fonte DJ DATA:02/03/1998 PG:00032 Relator(a) Min. GARCIA VIEIRA
(1082) Data da Decisão 20/11/1997 Órgão Julgador T1 - PRIMEIRA TURMA)

Resulta desse modo, que inexistindo uma das condições da ação – o interesse de agir – necessária se
faz a extinção do processo, sem julgamento do mérito, nos termos do art. 267 do CPC.

DA IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO – DAS DISPOSIÇÕES DOS ARTS. 295, I, PARÁGRAFO ÚNICO, III E
806 DO CPC – DA INÉPCIA DA PETIÇÃO INICIAL, POR CONTEMPLAR PEDIDO IMPOSSÍVEL – DOS LIMITES DO
PODER DE CAUTELA DO JUIZ

Da análise da inicial, vê-se que a Autora pretende valer-se poder de cautela do juiz para a procedência
da ação.

Ocorre que, ao se aceitar o manejo de demanda antecedente à execução fiscal, fundada em dispositivos
do processo cautelar e que não questiona a legitimidade do débito por parte de quem não será a autora no processo
principal (execução fiscal), restam violados os arts. 295, I e parágrafo único, III e 806 do CPC, de seguinte teor:

“Art. 295. A petição inicial será indeferida: (Redação dada pela Lei nº
5.925, de 1º.10.1973)

I - quando for inepta; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

Parágrafo único. Considera-se inepta a petição inicial quando: (Redação


dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

III - o pedido for juridicamente impossível; (Redação dada pela Lei nº


5.925, de 1º.10.1973)

Art. 806. Cabe à parte propor a ação, no prazo de 30 (trinta) dias, contados
da data da efetivação da medida cautelar, quando esta for concedida em procedimento
preparatório.”

No intuito de evidenciar a impossibilidade jurídica do pedido, bem como a ausência de interesse


processual, basta que se atente ao fato de que a presente demanda , tal como apresentada, constitui ação do réu
(futuro executado) acauteladora dos interesses do autor (exeqüente/União -Fazenda Nacional), o que é
inadmissível, se considerado apenas o interesse processual enquanto condição da ação.

Ademais, ainda que houvesse respaldo no ordenamento para o manejo de ação preparatória de execução
fiscal visando a resguardar os interesses da outra parte, o que se admite apenas a título de argumentação, é certo que a
pretensão formulada não encontra respaldo no direito material tributário.

Nessa seara, o pedido é impossível porque há norma explicitando de forma taxativa as condições para a
suspensão da exigibilidade do crédito tributário e as hipóteses em que é possível a expedição de certidão positiva com
efeito de negativa, as quais aplicam-se à matéria em questão (vide arts. 151 e 206 do CTN)

E ainda, sobre tal dispositivo incide outra limitação à aplicação da lei ao caso concreto, qual seja o

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disposto no art. 111 do CTN:

Art. 111 – “Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre:

I – suspensão ou exclusão do crédito tributário.”

E, no que tange à expedição de certidão negativa de débito, dispõe o art. 206 do CTN:

Art. 206 – “Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de


que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que
tenha sido efetivada a penhora ou cuja exigibilidade esteja suspensa”.

Cabe ainda ressaltar que tal dispositivo acerca da certidão positiva, com efeito de negativa, não se
restringe à dívida ativa tributária. E, como se depreende da leitura, ele remete à aplicação do art. 151, nos moldes da
defesa da Fazenda Pública à dívida ativa tributária.

Art. 38 - A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em


execução, na forma desta Lei, salvo as hipóteses de mandado de segurança, ação de
repetição do indébito ou ação anulatória do ato declarativo da dívida, esta precedida do
depósito preparatório do valor do débito, monetariamente corrigido e acrescido dos
juros e multa de mora e demais encargos.”

Acerca da interpretação e integração da legislação tributária, há que se observar as disposições do


capítulo IV do CTN:

Art. 107 – A legislação tributária será interpretada conforme o disposto


neste capítulo.”

Assim, excelência não caberia a aplicação do art. 108 do CTN, in verbis:

Art. 108 - Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para


aplicar a legislação tributária utilizará sucessivamente, na ordem indicada:

I – analogia;

II – os princípios gerais de direito tributário;

III – princípios gerais de direito público;

IV – a equidade.”

Não caberia aplicação do artigo supracitado posto inexistir lacuna na lei. Os dispositivos da lei são
expressos para que se possa obter a certidão positiva com efeito negativa:

1) exigibilidade do crédito suspensa, nos termos do art. 151 do CTN – que

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não é o caso dos autos.

2) Penhora efetivada em curso de cobrança executiva – também não


reflete a realidade dos autos – cautelar.

No caso concreto, a dívida já está vencida. Não obstante, o contribuinte não ajuizou qualquer ação, dentre
as previstas no art. 38 da Lei 6.830/80 (mandado de segurança, ação anulatória) acompanhada do depósito do montante
integral e tampouco conta com liminar em qualquer tipo de demanda judicial questionadora da dívida. Não havendo,
igualmente, penhora, necessário que se reconheça não estar configurada, no caso, qualquer situação dentre as
previstas no art. 206 como autorizadora da expedição da pretendida certidão.

Nessas condições, necessário que se reconheça a legitimidade da negativa da expedição da certidão


positiva com efeitos de negativa e da inscrição do nome da parte autora no CADIN.

Destaque-se que a oferta de caução ou fiança não se confunde com penhora, instituto dotado de
critérios, formalidades e garantias próprias, para a qual é imprescindível estar em curso a ação executiva, de modo que não
podem ser aceitos os bens ofertados para efeito de suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

Destaque-se, ademais, que ainda quando em curso a execução fiscal, talvez nem assim a fiança bancária
ofertada poderia ser aceita para efeito de penhora, tendo em vista QUE NÃO SE CONFUNDE COM DINHEIRO e porque
há necessidade de obediência à ordem legal prevista no art. 11 da Lei 6.830/80, sob pena de “ter-se por ineficaz a
nomeação” (art. 656, I, do CPC)

E, quanto ao entendimento de que a demora na propositura da execução fiscal causa dano ao contribuinte,
válida a transcrição do seguinte trecho do voto do Ministro Teori Albino Zavascki proferido no julgamento do RESP.
700.917/RS, 1ª Turma, unânime, DJ de 19/10/2006, que, aliás, expressa a orientação do mencionado órgão fracionário do
STJ quanto à questão:

3. Ora, a "ação cautelar" aqui em exame nada mais representa, com a devida vênia,
que um subterfúgio em fraude à lei. Se o contribuinte entende que não é devedor de certo tributo
lançado pelo Fisco, não está obrigado a ficar aguardando a execução fiscal para, mediante
embargos, alegar a ilicitude da exação. Não é apenas por embargos que ele pode produzir sua
defesa. O sistema lhe oferece muitos modos, que independem de oferta de qualquer garantia,
para desde logo se livrar da exigência: o mandado de segurança, a ação declaratória de
nulidade, a ação desconstitutiva. Em qualquer destas demandas poderá, inclusive, obter liminar
que suspenda a exigibilidade do crédito (e, conseqüentemente, permita a expedição de certidão
negativa), bastando para tanto que convença o juiz de que há relevância em seu direito.
Portanto, é falaciosa a idéia de que o Fisco causa "dano" ao contribuinte se houver demora em
ajuizar a execução, o que levaria à conclusão, também absurda, de que o contribuinte tem o
"direito" de ser executado pelo Fisco. Essas idéias, que permeiam os fundamentos da presente ação
cautelar, servem para esconder o real motivo que subjaz à demanda, que é a criação artificiosa de uma
nova hipótese de expedição de certidão negativa suspensão: a do oferecimento de garantia, fora da
execução, representada por qualquer outro bem penhorável que não aquela que a lei exige: o depósito
em dinheiro. Induvidosamente, o mecanismo da ação cautelar, nas circunstâncias como aqui utilizada e
pelas conseqüências dela decorrentes, representa iniciativa em fraude aos art. 151 e 206 do CTN e ao

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art. 38 da Lei 6.830/80, afrontosa à jurisprudência, inclusive sumulada, antes referida, que consagra (a)
a exaustividade das hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário e (b), no que se refere
a garantia, a de que só pode ser representada por depósito integral e em dinheiro do tributo
questionado, jamais por outro bem.

4. Por outro lado, não se pode equiparar o oferecimento de caução, pelo devedor, à
constituição da penhora, na execução fiscal. A penhora está cercada de formalidades próprias, que
acobertam o crédito com garantia de higidez jurídica não alcançável pela simples caução. Entre tais
formalidades anota-se: (a) a observância obrigatória da ordem prevista no art. 11 da Lei 6.830/80, em
que figura, em primeiro lugar, a penhora de dinheiro; (b) a submissão da indicação do bem ao controle
da parte contrária e à decisão do juiz; c) o depósito judicial do dinheiro ou a remoção do bem
penhorado, com a nomeação de fiel depositário; (d) a avaliação do bem, o reforço ou a substituição da
penhora, com a finalidade de averiguar a sua suficiência e adequação da garantia à satisfação do débito
com todos os seus acessórios. É a penhora assim realizada que enseja embargos, com efeito
suspensivo da execução (CPC, art. 739, 1º). Ora, a utilização da via da "ação cautelar", com a
finalidade a que aparentemente se propõe, constitui notória aberração processual.
Aparentemente se trata de uma espécie de medida de "produção antecipada de penhora", que serviria
para "acautelar" os interesses não do autor, mas sim do réu.

Tratar-se-ia, aparentemente, de uma cautelar preparatória ou antecedente de uma ação


principal que seria, ou que será, ou que deverá ser proposta não pelo autor da cautelar, mas sim contra
ele. Não é difícil imaginar-se a perplexidade que causaria essa espécie de medida, a se considerar que
seu objetivo é o que aparenta ser. Teria o réu da cautelar o dever de ajuizar a ação principal? Em
que prazo? Sob que conseqüências? Seria o ajuizamento da ação, nesse caso, não um direito
constitucional, mas sim um dever legal imposto ao credor, que lhe tolheria a possibilidade de adotar
outras formas para cobrança de seu crédito? Em verdade, o objetivo desta estranha "ação cautelar" não
é o que aparenta ser. Com ela não se busca acautelar direito algum, muito menos do credor, até
porque seria absurdo supor que o devedor pudesse ter tal espécie de preocupação. O que com
ela se busca, em realidade, é a obtenção, por via transversa, de uma medida de caráter nitidamente
satisfativo de um interesse do devedor: o de obter uma certidão negativa que, pelas vias legais normais,
não obteria, já que o débito fiscal existe, não está contestado, não está com sua exigibilidade suspensa
e não está garantido na forma exigida por lei.

5. O cuidado do legislador ao fixar exaustivamente as hipóteses de suspensão da


exigibilidade de tributos e de cercar de adequadas garantias a expedição de certidões negativas, ou de
positivas com efeito de negativa, tem razão de ser que vai além do resguardo dos interesses do Fisco.
Busca-se dar segurança ao sistema como um todo, inclusive aos negócios jurídicos que terceiros,
particulares, possam vir a celebrar com os devedores de tributo. A indevida ou gratuita expedição de
certidão fiscal poderá comprometer gravemente a segurança dessas relações jurídicas, assumidas na
crença da seriedade e da fidelidade da certidão, risco esse a que estarão sujeitos, não propriamente o
Fisco – cujos créditos, apesar de a certidão negativa sugerir o contrário, continuarão existindo, íntegros,
inabalados e, mais ainda, garantidos com privilégios e preferências sobre os dos demais credores –,
mas os terceiros que, assumindo compromissos na confiança da fé pública que a certidão negativa

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deve inspirar, poderão vir a ter sua confiança futuramente fraudada, por ter sido atestado, por certidão
oficial, como verdadeiro um fato que não era verdadeiro. Para evitar esse tipo de ocorrência é que o
legislador foi cuidadoso e parcimonioso ao fixar as hipóteses de suspensão da exigibilidade de tributos,
que inibem sua cobrança e permitem a expedição de certidões negativas. Nessas circunstâncias,
expedir certidão, sem rígidas garantias, atenta contra a segurança das relações jurídicas, especialmente
quando o devedor não contesta a legitimidade do crédito tributário pendente. Essa também é a razão
que sustenta o acerto da orientação jurisprudencial segundo a qual é exaustivo o rol previsto no art. 151
do CTN, vedado ao intérprete alargar as hipóteses nele previstas.”

O acórdão restou assim ementado:

TRIBUTÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO FISCAL. EXPEDIÇÃO


MEDIANTE OFERTA DE GARANTIA, NÃO CONSISTENTE EM DINHEIRO, EM AÇÃO CAUTELAR.
INVIABILIDADE. FRAUDE AOS ARTS. 151 E 206 DO CTN E AO ART. 38 DA LEI 6.830/80.

1. Nos termos do art. 206 do CTN, pendente débito tributário, somente é viável a expedição de certidão
positiva com efeito de

negativa nos casos em que (a) o débito não está vencido, (b) a exigibilidade do crédito tributário está
suspensa ou (c) o débito é objeto de execução judicial em que a penhora tenha sido efetivada.

2. Entre as hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário previstas, de forma exaustiva,


no art. 151 do CTN, e que legitimam a expedição da certidão, duas se relacionam a créditos tributários
objeto de questionamento em juízo: (a) depósito em dinheiro do montante integral do tributo
questionado (inciso II), e (b) concessão de liminar em mandado de segurança (inciso IV) ou de
antecipação de tutela em outra espécie de ação (inciso V).

3. As medidas antecipatórias, em tais casos, supõem (a) que o contribuinte tome a iniciativa da
demanda judicial (mandado de

segurança ou ação declaratória ou desconstitutiva) e (b) que demonstre não apenas o risco de dano,
mas sobretudo a relevância do seu direito, ou seja, a notória ilegitimidade da exigência fiscal.

4. "O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro"
(súmula 112/STJ). Embora não seja condição para o ajuizamento de demanda judicial pelo contribuinte,
o depósito em dinheiro foi também erigido por lei como requisito de garantia indispensável para inibir a
execução do crédito pela Fazenda (art. 38 da Lei 6.830/80).

5. Os embargos à execução não são a única forma de defesa dos

interesses do contribuinte perante o Fisco. O sistema lhe oferece

outros modos, que independem de oferta de qualquer garantia, para desde logo se livrar de exigências

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fiscais ilegítimas: o mandado de segurança, a ação declaratória de nulidade, a ação desconstitutiva. Em
qualquer destas demandas poderá o devedor, inclusive, obter liminar que suspenda a exigibilidade do
crédito (e, conseqüentemente, permita a expedição de certidão), bastando para tanto que convença o
juiz de que há relevância em seu direito. Se, entretanto, optar por outorga de garantia, há de fazê-lo
pelo modo exigido pelo legislador: o depósito integral em dinheiro do valor do tributo questionado.

6. É falaciosa, destarte, a idéia de que o Fisco causa "dano" ao contribuinte se houver demora em
ajuizar a execução, ou a de que o contribuinte tem o "direito" de ser executado pelo Fisco. A ação
cautelar baseada em tais fundamentos esconde o seu real motivo, que é o de criar nova e artificiosa
condição para obter a expedição de certidão negativa de um débito tributário cuja exigibilidade não foi
suspensa nem está garantido na forma exigida por lei. A medida, portanto, opera em fraude aos arts.
151 e 206 do CTN e ao art. 38 da Lei 6.830/80.

7. Por outro lado, não se pode equiparar o oferecimento de caução, pelo devedor, à constituição da
penhora, na execução fiscal. A penhora está cercada de formalidades próprias, que acobertam o crédito
com garantia de higidez jurídica não alcançável pela simples caução de um bem da livre escolha do
devedor, nomeadamente: (a) a observância obrigatória da ordem prevista no art. 11 da Lei 6.830/80, em
que figura, em primeiro lugar, a penhora de dinheiro; (b) a submissão da indicação do bem ao controle
da parte contrária e

à decisão do juiz; (c) o depósito judicial do dinheiro ou a remoção do bem penhorado, com a nomeação
de fiel depositário; (d) a avaliação do bem, o reforço ou a substituição da penhora, com a finalidade de
averiguar a sua suficiência e adequação da garantia à satisfação do débito com todos os seus
acessórios.

8. O cuidado do legislador ao fixar exaustivamente as hipóteses de suspensão da exigibilidade de


tributos e de cercar de adequadas garantias a expedição de certidões negativas (ou positivas com efeito
de negativas), tem razão de ser que vai além do resguardo dos interesses do Fisco. Busca-se dar
segurança ao sistema como um todo, inclusive aos negócios jurídicos que terceiros, particulares,
possam vir a celebrar com os devedores de tributo. A indevida ou gratuita expedição da certidão fiscal
poderá comprometer gravemente a segurança dessas relações jurídicas, assumidas na crença da
seriedade e da fidelidade da certidão. É risco a que estarão sujeitos, não propriamente o Fisco – cujos
créditos, apesar de a certidão negativa sugerir o contrário, continuarão existindo, íntegros, inabalados e,
mais ainda, garantidos com privilégios e preferências sobre os dos demais credores –, mas os terceiros
que, assumindo compromissos na confiança da fé pública que a certidão negativa deve inspirar,
poderão vir a ter sua confiança futuramente fraudada, por ter sido atestado, por certidão oficial, como
verdadeiro um fato que não era verdadeiro. Nessas circunstâncias, expedir certidão, sem rígidas
garantias, atenta contra a segurança das relações jurídicas, especialmente quando o devedor não
contesta a legitimidade do crédito tributário pendente.

9. A utilização da via da "ação cautelar", com a finalidade a que

aparentemente se propõe, constitui evidente anomalia processual. É uma espécie de medida de


"produção antecipada de penhora", que serviria para "acautelar" os interesses, não do autor, mas sim

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do réu. Tratar-se-ia, assim, de cautelar preparatória ou antecedente de uma ação principal a ser
proposta, não pelo autor da cautelar, mas sim contra ele. O ajuizamento da "ação principal", pelo réu da
cautelar, seria, portanto, não o exercício de seu direito constitucional de acesso ao Judiciário, mas sim
um dever legal do credor, que lhe tolheria a possibilidade de adotar outras formas para cobrança de seu
crédito.

10. Em verdade, o objetivo dessa estranha "ação cautelar" não é o que aparenta ser. O que com ela se
busca não é medida cautelar, e sim, por via transversa, medida de caráter nitidamente satisfativo de um
interesse do devedor: o de obter uma certidão negativa que, pelas vias legais normais, não obteria, já
que o débito fiscal existe, não está contestado, não está com sua exigibilidade suspensa e não está
garantido na forma exigida por lei.

11. Recurso especial provido.”

Também corroborando o entendimento Fazendário, citamos os seguintes julgados:

TRIBUTÁRIO. CERTIDÃO POSITIVA COM EFEITO DE NEGATIVA.


ENUMERAÇÃO TAXATIVA DAS HIPÓTESES. CTN, ART. 206. INEXISTÊNCIA DE LACUNA
NORMATIVA. CTN, ART. 108.

I. O elenco das hipóteses autorizadas da expedição de certidão positiva, com


efeito de negativa, previsto no art. 206 do CTN, tem caráter exaustivo.

II. O art. 206 do CTN abrange não somente situação relativa a crédito já
executado (quando garantido por penhora), mas também hipótese relativa a crédito vencido e
não executado (cuja exigibilidade esteja suspensa).

III. À míngua de lacuna normativa, afasta-se a aplicação do art. 108, I, do CTN.

IV. Recurso e remessa oficial providos.

(AMS 96.01.54928-5 /BA ; APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA


Relator JUIZ HILTON QUEIROZ (328 ) Relator Convocado JUIZA VERA CARLA CRUZ
(CONV.) (3281 ) Órgão Julgador QUARTA TURMA Publicação DJ 26/05/2000 P.235 Data
Decisão 31 /03 /2000

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CAUTELAR. LIMINAR. CONCESSÃO. AGRAVO


DE INSTRUMENTO. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO.
GARANTIA REAL. IMPOSSIBILIDADE.

1. A caução de imóvel, oferecida via processo cautelar, não autoriza a


expedição de certidão positiva com efeitos de negativa, por não se enquadrar a hipótese em
nenhuma daquelas situações previstas no artigo 206, do Código Tributário Nacional.

2. Somente a garantia do depósito do montante integral do débito, em dinheiro,

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é capaz de suspender a exigibilidade do crédito tributário, inibindo a ação fiscal. (AG
1999.01.00.031647-6/MG; AGRAVO DE INSTRUMENTO, Relator JUIZ MÁRIO CÉSAR
RIBEIRO (299) Órgão Julgador QUARTA TURMA Publicação DJ 04/06/2001 P.217)

Data Decisão 26 /04 /2000

"PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. CAUTELAR. SUSPENSÃO DA


EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO FISCAL SEM O RESPECTIVO DEPÓSITO. PODER GERAL
DE CAUTELA. LIMITES.

Um dos limites a adstringir o poder geral de cautela do magistrado está em


que havendo um dispositivo legal específico, prevendo determinada medida com feição
cautelar para conter uma ameaçadora lesão a direito, não se há de deferir exigências contidas
naquela medida específica. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário reclama, na
forma do disposto no art. 141, CTN, a observância das hipóteses previstas no art. 151 do
mesmo diploma legal. Recurso desprovido por unanimidade" (STJ, 1ª t., Resp 34596-93/sp,
Rel. Min. César Asfor Rocha, j. 29.11.1993, DJU 07.02.1994, p. 1.138)

Diante do exposto, Excelência, restando demonstrada a impossibilidade do pedido autoral, por expressa
vedação da lei, pede-se a extinção do processo, nos estritos termos do art. 267 do CPC.

III- DOS PRESSUPOSTOS DE PROCEDÊNCIA DO PEDIDO CAUTELAR OU NECESSÁRIOS À


ANTECIPAÇÃO DE TUTELA.

São requisitos essenciais para a concessão do pedido cautelar o periculum in mora e o fumus boni iuris,
sendo imprescindíveis ao deferimento da tutela, antecipada, caso assim se entenda, a verossimilhança das alegações e
o risco de dano irreparável ou de difícil reparação.

No caso concreto, é certo não estarem presentes os requisitos necessários à concessão da liminar em
qualquer dos dois procedimentos. Por esse motivo, a tutela concedida deve ser reconsiderada, com a presente ação
sendo julgada improcedente..

- DA INEXISTÊNCIA DE FUMUS BONI IURIS OU DA AUSÊNCIA DE VEROSSIMILHANÇA DA


ALEGAÇÃO

Pretende a Autora a suspensão da exigibilidade do crédito tributário, mediante o oferecimento de fiança


bancária como caução.

Contudo, o direito não alberga a pretensão autoral, conforme já demonstrado, e, em se tratando de


cognição sumária, tal pretensão não há que prosperar eis que inexistente o provável direito do autor. Aos argumentos já
suscitados no que se caracterizou a pretensão como impossível, acresçam-se os seguintes:

IV- DOS REQUISITOS PARA GARANTIR O CRÉDITO CONSTITUÍDO.

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Em verdade, como se vê, a Autora pretende garantir a dívida, mediante o oferecimento de bem que não
obedece a ordem legal de penhora do art. 11 da Lei de Execução Fiscal.

A cautelar não acessória à demanda que questiona a validade da dívida não é instrumento adequado
para concretização da garantia do crédito em questão. Como já dito, o sujeito passivo pode antecipar-se ao procedimento
fazendário. Mas, para tanto, seria necessário que se suspendesse o crédito regularmente constituído, seja efetivando o
depósito integral de seu montante, seja obtendo liminar em ação judicial questionadora do débito ou mediante recurso
administrativo. Contudo, nunca oferecendo bens à penhora, em sede de demanda cautelar ou “ordinária com pedido
cautelar”, conforme pretendido pela autora.

A vigente Constituição Federal prescreve, in verbis:

Art.146. Cabe à lei complementar:

III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária,


especialmente sobre:

b) obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;

A Medida Cautelar de Caução prevista no art. 827 do Código de Processo Civil jamais pode ser
aplicada como instrumento processual capaz de subverter a legislação que dispõe sobre execução fiscal, pois não está
em jogo a legitimidade de um crédito qualquer, mas a exigibilidade de crédito tributário, cuja disciplina, repita-se, está
reservada à lei complementar, o que exclui para a hipótese a aplicabilidade do Diploma Processual Civil, formal e
materialmente lei ordinária.

A suspensão do crédito tributário, e o conseqüente fornecimento de Certidão Negativa de Débito, só


pode ser judicialmente requerida, nos termos do Código Tributário Nacional, mediante o depósito integral e em dinheiro,
nos termos do art. 151 do CTN, que assim dispõe:
“Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:
I – moratória;
II – o depósito do seu montante integral;
III – as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo
tributário administrativo;
IV – a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
V – a concessão de medida liminar ou tutela antecipada, em outras espécies de
ação judicial;

VI – o parcelamento.”

Como se não bastassem estes óbices impostos pelo Código Tributário Nacional em matéria de
exigibilidade de crédito tributário, a pretensão da Autora esbarra em outros dispositivos de direito processual tributário e
direito processual civil.

Assim, a prestação de caução e/ou penhora é prevista na Lei 6.830/90 (art. 9º) em garantia à execução,

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sendo cabível na execução fiscal e não em ação cautelar antecedente à ação anulatória de débito ou outra ação
respectiva, como futuro embargos. O art. 9º da LEF, assim reza:

“Art. 9º. Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de mora
e encargos indicados na Certidão da Dívida Ativa, o executado poderá:

I – efetuar depósito em dinheiro, à ordem do juízo em estabelecimento oficial


de crédito, que assegure atualização monetária;

II – oferecer fiança bancária;

III – nomear bens à penhora, observada a ordem do art. 11; ou

IV – indicar à penhora bens oferecidos por terceiros e aceitos pela Fazenda


Pública.”

(....)

Desta feita, sob pena de afronto aos dispositivos legais supramencionados, não é possível a aceitação
de ação cautelar para fins de oferecimento de bem como caução com o intuito de se suspender a exigibilidade do
crédito tributário e obter Certidão Negativa de Débito – CND.

Haverá, caso prospere mantida a sentença, uma total subversão da ordem estabelecida na lei de
execuções fiscais como acima demonstrado.

DA IMPOSSIBILIDADE DE ACEITE DA FIANÇA – DO DESRESPEITO À ORDEM LEGAL – DO RISCO DE


INADIMPLEMENTO, COM PREJUÍZO À TODA A COLETIVIDADE

Não bastasse a impossibilidade jurídica do pedido, além dos óbices processuais narrados, é certo que a
garantia ofertada não pode ser acatada como se depósito do montante integral se tratasse.

Quanto ao ponto, a Fazenda Nacional faz as seguintes ponderações:

1º) a apresentação de carta de fiança não está elencada no artigo 151 do CTN como uma das hipóteses
capazes de ensejar a suspensão do crédito tributário;

2º) a fiança bancária não tem a mesma liquidez do dinheiro, sendo, portanto, contrária à pretensão da
União, devendo ser considerado, ainda, que o depósito do montante integral é convertido em renda após o trânsito em
julgado, quando vitoriosa a Fazenda Pública, nos termos da Lei 9.703/98, que em seu artigo 1º assim estabelece:

Art. 1º. Os depósitos judiciais e extrajudiciais, em dinheiro, de valores referentes a tributos e

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contribuições federais, inclusive seus acessórios, administrados pela Secretaria da Receita Federal do
Ministério da Fazenda, serão efetuados na Caixa Econômica Federal, mediante Documento de
Arrecadação de Receitas Federais – DARF, específico para essa finalidade.

........................................................................................................

§ 3º Mediante ordem da autoridade judicial ou, no caso de depósito extrajudicial, da


autoridade administrativa competente, o valor do depósito, após o encerramento da lide ou do processo
litigioso, será:

I - devolvido ao depositante pela Caixa Econômica Federal, no prazo máximo de vinte e


quatro horas, quando a sentença lhe for favorável ou na proporção em que o for, acrescido de juros, na
forma estabelecida pelo § 4o do art. 39 da Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e alterações
posteriores; ou

II. transformado em pagamento definitivo, proporcionalmente à exigência do


correspondente tributo ou contribuição, inclusive seus acessórios, quando se tratar de sentença ou
decisão favorável à Fazenda Nacional.

........................................................................................................

Com efeito, o art. 11 da Lei nº 6.830/80 estabelece ordem para a penhora e o arresto destinados à
garantia da execução fiscal, constando do inciso I o dinheiro. Tal preceito é reprisado pelo art. 655, inciso I, do CPC.
Isto decorre do fato de que o dinheiro é o bem de maior liqüidez e, portanto, o mais adequado para garantir a
execução de crédito líquido e certo da Fazenda Nacional.

De outro lado, o art. 656, inciso I, do CPC, estatui que será ineficaz a nomeação de bens à penhora
se não obedecida a ordem legal acima referida.

Outrossim, cumpre, também, argumentar com as disposições dos arts. 612 e 646 do Código de
Processo Civil que enunciam o princípio da maior utilidade da execução para o credor, nos seguintes termos:

“Art. 612. Ressalvado o caso de insolvência do devedor, em que tem lugar o concurso universal (art.
751, III), realiza-se a execução no interesse do credor, que adquire, pela penhora, o direito de preferência sobre os bens
penhorados”.

“Art. 646. A execução por quantia certa tem por objeto expropriar bens do devedor, a fim de satisfazer o
direito do credor”.

Ora, quando se trata de execução da Fazenda Pública, sua frustração assume o caráter de extrema
onerosidade, em prejuízo de toda a sociedade.

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3º) Cumpre lembrar, que o art. 835 do Código Civil permite que o banco fiador possa “(...)
exonerar-se da fiança que tiver assinado sem limitação de tempo, sempre que lhe convier (...)”[1]. Por princípio
de direito civil, a fiança é benéfica e deve ser interpretada restritivamente. Assim, somente a fiança concedida com
limitação de tempo e acompanhada da renúncia pelo banco fiador do direito de se exonerar da fiança em questão teria a
força necessária para garantir a execução até o trânsito em julgado da ação se vencedor o afiançado, ou até a efetiva
liquidação da dívida, se vencedora a Fazenda Nacional.

E, no intuito de evidenciar que a fiança bancária não equivale à dinheiro, o seguinte precedente do STJ:

REsp 801550 / RJ
RECURSO ESPECIAL
2005/0200140-3
Relator(a)
Ministro JOSÉ DELGADO (1105)
Órgão Julgador
T1 - PRIMEIRA TURMA
Data do Julgamento
09/05/2006
Data da Publicação/Fonte
DJ 08.06.2006 p. 142
Ementa
TRIBUTÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. OMISSÃO NO ACÓRDÃO RECORRIDO.
INEXISTÊNCIA. EXECUÇÃO FISCAL. SUBSTITUIÇÃO DA PENHORA PELO EXECUTADO. DEPÓSITO EM
DINHEIRO. POR FIANÇA BANCÁRIA. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTE.
1. Tratam os autos de agravo de instrumento interposto por CIMENTO MAUÁ S/A, em sede de
execução fiscal, contra decisão que indeferiu o pedido de substituição da penhora que recaiu sobre o saldo da conta
de depósito judicial por fiança bancária. Indeferido pedido de antecipação da tutela recursal. Foi interposto agravo
interno pela executada, e o acórdão proferido pelo Tribunal a quo, por unanimidade, negou-lhe provimento, sob o
fundamento de que a substituição da penhora é uma faculdade oferecida ao devedor, mas que não pode ser exercida
em prejuízo do exeqüente, sendo incabível substituir a garantia consubstanciada no depósito em dinheiro pela
fiança bancária, que tem menor liquidez. Além disso, aduziu que a agravante não comprovou a existência de situação
emergencial a justificar a liberação dos valores bloqueados. Opostos embargos de declaração buscando o
prequestionamento do art. 620 do CPC, estes foram rejeitados. Recurso especial, aponta, preliminarmente, a violação
dos artigos 165, 458 e 535, II, do CPC, sustentando que houve negativa de prestação jurisdicional no julgamento dos
embargos de declaração. No mérito, alega, além da divergência jurisprudencial, violação do artigo 15, I, da Lei nº
6.830/80, sustentando que na referida norma da LEF não há nenhuma distinção ou preferência entre o "depósito em
dinheiro" e a "fiança bancária", sendo possível ao executado escolher entre qualquer das duas opções que a lei lhe
faculta. Aduz também que houve concordância tácita da União, que não se manifestou contra o pedido de substituição
da penhora. Contra-razões da União. Juízo positivo de admissibilidade.
2. Merece ser repelida a tese de omissão pelo Tribunal a quo. Analisando-se os fundamentos
desenvolvidos no aresto objurgado, percebe-se a apreciação de todos os pontos relevantes ao deslinde da causa,
sendo desnecessária a indicação Expressa do dispositivo legal aventado nos aclaratórios. Os fundamentos, nos quais
se suporta a decisão a quo, são claros e nítidos. O que aconteceu, na verdade, é que não foi a questão decidida
conforme planejava a parte agravante, mas, sim, com a aplicação de entendimento diverso.
3. Entre os bens penhoráveis, o dinheiro prefere a todos os demais na ordem legal estabelecida
no artigo 11 da Lei de Execuções Fiscais, sendo incabível a pretensão de substituição deste por fiança
bancária. O poder de substituição conferido ao devedor pelo inciso I do art. 15 da Lei em questão é bastante
restrito, e só pode ser exercido de forma a melhorar a liquidez da garantia em prol da exeqüente, não sendo
possível aplicação do referido dispositivo com vistas a substituir uma garantia privilegiada por expressa
disposição legal, e líquida por excelência, por uma menos benéfica ao credor. Precedente: REsp nº 19497/SP;
Rel. Min. PEÇANHA MARTINS,
DJ de 19.06.1995.
4. Recurso especial não-provido.

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Evidenciado que a garantia ofertada, em caso de execução, não poderia ser aleatoriamente dada em
penhora, certo é que não pode ser aceita como caução anterior à execução fiscal para efeito de expedição da certidão
prevista no art. 206 do CTN.

Ressalta-se, por fim, como imperiosa e urgente, a intervenção desse Egrégio Tribunal.

REQUERIMENTO

Ante o exposto, pugna a União pela improcedência de todos os pedidos formulados na inicial,
condenando-se a parte Autora na totalidade das custas processuais e honorários advocatícios.

Pugna pela produção de todas as provas em direito admitidas, caso necessário.

Nestes termos,

Perde Deferimento

PAULO RENATO GONZÁLEZ NARDELLI

Procurador da Fazenda Nacional

[1] Art. 835 do CC, primeira parte.

Assinado eletronicamente por: PAULO RENATO GONZALEZ NARDELLI - 23/04/2019 19:00:16 Num. 48969970 - Pág. 15
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Número do documento: 19042319001676200000048530553
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO
DISTRITO FEDERAL

PROCESSO Nº. 1004156-67_2019_4_01_3400

A UNIÃO FEDERAL (Fazenda Nacional), pelo Procurador que esta subscreve, vem,
à presença de Vossa Excelência, requerer, em cumprimento ao disposto no artigo 1.018 do Novo
Código de Processo Civil (NCPC), a juntada da inclusa cópia do recurso de Agravo de
Instrumento interposto contra a decisão que suspendeu a exigibilidade do crédito objeto do
presente processo.

Por fim, requer, diante das razões expostas no recurso, se digne Vossa Excelência
a reconsiderar a decisão ora atacada, nos termos do artigo 1.018, §1° do CPC.

Nestes termos, pede deferimento.

Brasília, 23 de abril de 2019.

PAULO RENATO GONZÁLEZ NARDELLI

Procurador da Fazenda Nacional

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Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Procuradoria Regional da Fazenda Nacional da 1ª Região
Procuradoria da Fazenda Nacional no Distrito Federal

EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) DESEMBARGADOR (A)


FEDERAL PRESIDENTE (A) DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL
FEDERAL DA 1ª REGIÃO

PROCESSO Nº: 1004156-67.2019.4.01.3400

AGRAVANTE: UNIÃO (FAZENDA NACIONAL)

A UNIÃO (FAZENDA NACIONAL), por seu representante infra-


assinado, vem à presença de Vossa Excelência, com a finalidade de na
conformidade dos artigos 1.015 e 1.019/NCPC, interpor.

AGRAVO DE INSTRUMENTO COM PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO,

contra a r. decisão proferida nos autos em epígrafe, que concedeu a tutela de


urgência, requerendo, após obedecidas as formalidades de estilo, seja o
presente recurso distribuído a uma das Turmas desse Colendo Tribunal.

Atendendo ao disposto nos arts. 1.016, inciso IV, e 1.017, incisos


I e III, ambos do NCPC, informa a Agravante, a seguir, os nomes e endereços
completos dos advogados constantes do processo:

ENDEREÇOS DOS ADVOGADOS

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Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Procuradoria Regional da Fazenda Nacional da 1ª Região
Procuradoria da Fazenda Nacional no Distrito Federal

Dados do patrono da agravante:

Paulo Renato González Nardelli, Procurador da Fazenda


Nacional, com endereço na Procuradoria da Fazenda Nacional no Distrito
Federal, situada na SAUN, Quadra 5, Lote “C”, Torre D, Centro Empresarial
CNC, 3º andar, Brasília - DF.

Dados do patrono da agravada constam da procuração em


anexo.

PEÇAS TRASLADADAS:

No mais, em cumprimento ao disposto no art. 1017 do CPC, a


agravante informa que o presente Agravo é instruído com cópia dos seguintes
elementos dos autos, suficientes para perfeito entendimento da controvérsia:

· petição inicial;
· procuração
· decisão agravada;
· certidão de intimação da decisão agravada.
· demais documentos necessários ao deslinde da controvérsia.

Deixa a Agravante de juntar a procuração conferida ao


Procurador da Fazenda Nacional signatário, haja vista decorrer de lei sua
representação judicial em relação à UNIÃO.

Igualmente não apresenta o comprovante do pagamento das


custas tendo em vista a isenção concedida à FAZENDA NACIONAL pela Lei
9.289/96.

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Da mesma forma, deixa de apresentar as peças que


acompanham o presente agravo com autenticação, devido ao disposto no
artigo 24 da Lei nº 10.522, de 19 de julho de 2002, que exime as pessoas
jurídicas de direito público da referida autenticação. Referidas peças dizem
respeito à integra dos autos da execução fiscal onde os atos processuais são
manifestados.

Assim, requer a UNIÃO o regular processamento deste recurso,


na forma da lei, sendo-lhe deferida a antecipação da tutela recursal
pleiteada, devendo, ao final, ser reformada a r. decisão agravada.

Termos em que,
Pede deferimento.

Brasília, 23 de abril de 2019.

PAULO RENATO GONZÁLEZ NARDELLI


Procurador da Fazenda Nacional

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RAZÕES DO AGRAVO

EGRÉGIO TRIBUNAL.

COLENDA TURMA.

DO CABIMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO

Deve-se consignar que a decisão agravada está apta a causar à


agravante lesão grave e de difícil reparação, sendo, portanto, cabível a
interposição de agravo de instrumento.
A lesão grave e de difícil reparação está consubstanciada no fato
de que a ordem judicial concedida determinou a suspensão da exigibilidade
dos créditos tributários em contrariedade ao disposto no art. 151 do CTN
e, ainda, em sede de Tutela Cautelar Antecedente ajuizada pela autora.
Posto isso, pleiteia-se o conhecimento do recurso de Agravo de
Instrumento e a atribuição de efeito suspensivo, uma vez que prosseguimento
regular do feito, antes do julgamento deste recurso pela instância superior,
acarretará LESÃO IRREPARÁVEL À ORDEM PÚBLICA, violando a lei e a
Constituição Federal, somente evidenciando a verdadeira INVERSÃO DE
VALORES que tem ocorrido nas questões de natureza fiscal.

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BREVE SÍNTESE DOS FATOS


A Autora entrou com a presente ação cautelar visando obter a
tutela de urgência para, mediante o oferecimento de fiança bancária,
suspender a exigibilidade dos débitos descritos nos autos, bem como
determinar que a ré proceda à expedição de certidão de regularidade fiscal e e
por fim determinado que não seja inscrito o nome da autora no CADIN.

O nobre magistrado de primeira instância, equivocadamente e em


afronta ao Código Tributário Nacional (art. 151) admitiu a fiança bancária
ofertada pelo contribuinte , deferindo o pedido de tutela de urgência para,
mediante o oferecimento de fiança bancária nos moldes do art. 9º, II, da Lei nº
6.830/80, suspender a exigibilidade dos débitos discutidos nos autos, assim
como para determinar que a Ré abstenha-se de inscrever seu nome na dívida
ativa ou em qualquer outro registro que impeça a obtenção de certidão de
regularidade fiscal, em razão do não recolhimento de tal débito.

Contra esta decisão que se interpõe o presente agravo, não


merecendo prosperar sua pretensão, conforme será demonstrado a seguir.

DAS RAZÕES DO PEDIDO DE REFORMA DA DECISÃO

AUSÊNCIA DE PRESSUPOSTO PROCESSUAL - INADEQUAÇÃO DA VIA


ELEITA

A ação cautelar apresenta um caráter eminentemente


instrumental, tendo como objeto garantir a eficácia e utilidade da prestação jurisdicional
a ser efetivada na ação principal, nada mais. Requerer tutela cautelar objetivando coisa

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diversa é providência estranha à natureza dessa ação, o que não se admite no


procedimento acautelatório.

Ora, se a medida cautelar tem por escopo garantir a utilidade e


eficácia da prestação jurisdicional a ser efetivada na ação principal, preservando o
próprio processo de que sempre dependente, indaga-se: há, no caso em tela, alguma
possibilidade, a mais remota possível, de que a tutela definitiva seja ineficaz? Sem a
propositura da ação cautelar o Autor corre o risco de obter, no processo principal, uma
sentença inútil? Respostas negativas se impõem.

O interesse de agir na ação cautelar mostra-se presente quando há


necessidade de obter-se um provimento jurisdicional para garantir a eficácia e a
utilidade da tutela definitiva. Quando, sem a medida preventiva, há a possibilidade de
ser ineficaz a tutela do processo principal, o que causaria um dano ao autor, surgindo,
daí, a necessidade da medida acautelatória.

No caso em tela, não ficou demonstrado qualquer fato capaz de


tornar o provimento jurisdicional definitivo inútil, sendo evidente a falta de interesse à
tutela cautelar, o que não foi devidamente analisado pelo magistrado de primeira
instância.

Não resta claro qual bem jurídico será preservado, visto que o
Agravante tenta obter liminar para a suspensão da exigibilidade de seus débitos e
expedição de certidão positiva com efeito de negativa.

Assim, a via processual adequada seria uma ação ordinária com


pedido de tutela antecipada, nunca uma ação cautelar.

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Dessa forma, a liminar não poderia ser concedida, violando o


parágrafo terceiro do artigo 1º da lei n. 8.437/92, in verbis:

Art. 1° Não será cabível medida liminar contra atos do Poder Público, no
procedimento cautelar ou em quaisquer outras ações de natureza cautelar
ou preventiva, toda vez que providência semelhante não puder ser
concedida em ações de mandado de segurança, em virtude de vedação
legal.
(...)
§ 3° - Não será cabível medida liminar que esgote, no todo ou em
qualquer parte, o objeto da ação. (grifos aditados)

O pedido inicial reveste-se das características de verdadeira tutela


antecipada, com cunho satisfativo, o que não é possível, tendo em vista apenas o caráter
preparatório das ações cautelares.

Isto posto, requer a UNIÃO (FAZENDA NACIONAL) que V. Exa.


reconheça o Autor carecedor da tutela cautelar, com a extinção do processo sem
julgamento do mérito, com fulcro no art. 267, VI, do CPC, reconsiderando a tutela
cautelar concedida.

MÉRITO: DOS PRESSUPOSTOS DE PROCEDÊNCIA DO PEDIDO


CAUTELAR

São requisitos essenciais para a concessão do pedido cautelar o periculum


in mora e o fumus boni iuris.

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Segundo o Professor VICENTE GRECO FILHO, a doutrina diverge


quanto à qualificação destes pressupostos, como concernente ao interesse processual
(condição da ação) ou concernente ao mérito.

Porém, o renomado autor entende “que são requisitos ou pressupostos de


procedência do pedido ou da pretensão cautelar e, portanto, concernentes ao MÉRITO
CAUTELAR. Se um deles estiver ausente, a pretensão de proteção será
improcedente”. (Direito Processual Civil Brasileiro, V.3. São Paulo: Saraiva, 1997. p.
153).

DA INEXISTÊNCIA DE FUMUS BONI IURIS EM FAVOR DA AUTORA,


QUANDO DA TUTELA CONCEDIDA EM PRIMEIRA INSTÂNCIA

O fumus boni iuris expressa-se como a possibilidade de existência do


direito invocado pelo autor, justificando a proteção do seu direito, ainda que hipotético.

No mérito cautelar, pretende o Agravante a suspensão da


exigibilidade do crédito tributário (com a apresentação de mera carta de fiança,
que não se equipara ao depósito integral amparado legalmente) e consequente
expedição da certidão positiva com efeito de negativa, alegando que os débitos
tributários contra ele constituídos são indevidos.

Contudo, o Direito não alberga a pretensão autoral, posto que, em se


tratando de cognição sumária, tal pretensão não há que prosperar eis que inexistente o
provável direito do autor.
A ação cautelar não é instrumento adequado para concretização
da garantia do contrato mencionado pelo autor.

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A Medida Cautelar de Caução prevista no art. 827 do Código de


Processo Civil jamais pode ser aplicada como instrumento processual capaz de
subverter a legislação tributária, pois não está em jogo a legitimidade de um crédito
qualquer, mas a exigibilidade de crédito tributário, cuja disciplina, repita-se, está
reservada à lei complementar, o que exclui para a hipótese a aplicabilidade do Diploma
Processual Civil, formal e materialmente lei ordinária.

A suspensão do crédito tributário e o conseqüente fornecimento de


certidão positiva com efeito de negativa só podem ser judicialmente requeridos, nos
termos do Código Tributário Nacional, mediante o depósito integral e em dinheiro do
seu valor. Nesse sentido, vejamos o que dispõe o artigo 151 do CTN, abaixo transcrito:

Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:


I – moratória;
II – o depósito do seu montante integral;
III – as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do
processo tributário administrativo;
IV – a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
V – a concessão de medida liminar ou tutela antecipada, em outras
espécies de ação judicial;
VI – o parcelamento. (grifos aditados)

Ora, o nobre magistrado inovou ao deferir a tutela cautelar uma vez que,
além da via eleita pelo contribuinte se revelar equivocada, não se pode admitir a
suspensão do referido crédito tributário, a menos que haja o depósito INTEGRAL E EM
DINHEIRO, do valor da dívida.

Desta feita, sob pena de afronto aos dispositivos legais


supramencionados, não é possível a aceitação de ação cautelar para os fins desejados

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pelo contribuinte, com o intuito de se suspender a exigibilidade do crédito tributário e


obter certidão positiva com efeito de negativa de débito.

Haverá, caso prospere a parte autora, uma total subversão da ordem legal
estabelecida no ordenamento jurídico pátrio.

Nesse sentido, corroborando o entendimento da União, o Eg. STJ


pacificou o entendimento segundo o qual é inviável a utilização da Ação Cautelar, com
o oferecimento de caução, a fim de obter Certidão Negativa de Débito. Confira-se:

Resp 846797 / RS; RECURSO ESPECIAL 2006/0098330-7


Relator(a) MIN. TEORI ALBINO ZAVASCKI (1124)
Órgão Julgador: T1 - PRIMEIRA TURMA
Data do Julgamento 17/08/2006
Data da Publicação/Fonte DJ 31.08.2006 p. 287
TRIBUTÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. CERTIDÃO NEGATIVA DE
DÉBITO FISCAL. EXPEDIÇÃO MEDIANTE OFERTA DE
GARANTIA, NÃO CONSISTENTE EM DINHEIRO, EM AÇÃO
CAUTELAR. INVIABILIDADE. FRAUDE AOS ARTS. 151 E 206 DO
CTN E AO ART. 38 DA LEI 6.830/80.
1. Nos termos do art. 206 do CTN, pendente débito tributário, somente é
viável a expedição de certidão positiva com efeito de negativa nos casos
em que (a) o débito não está vencido, (b) a exigibilidade do crédito
tributário está suspensa ou (c) o débito é objeto de execução judicial em
que a penhora tenha sido efetivada.
2. O oferecimento, por via de ação cautelar e a título de "antecipação de
penhora", de caução representada por bem móvel ou imóvel não se
enquadra em qualquer das hipóteses de suspensão da exigibilidade do
crédito tributário previstas no art. 151 do CTN. Dentre as hipóteses,

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previstas de modo exaustivo no referido dispositivo, as que se relacionam


a créditos tributários objeto de questionamento em juízo são apenas: (a) o
depósito em dinheiro do montante integral do tributo questionado (inciso
II), e (b) a concessão de liminar em mandado de segurança (inciso IV) ou
de antecipação de tutela em outra espécie de ação (inciso V).
3. As medidas antecipatórias, em tais casos, supõem (a) que o
contribuinte tome a iniciativa da demanda judicial (mandado de
segurança ou ação declaratória ou desconstitutiva) e (b) que demonstre
não apenas o risco de dano, mas, sobretudo, a relevância do seu direito,
ou seja, a notória ilegitimidade da exigência fiscal.
4. "O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se
for integral e em dinheiro" (súmula 112/STJ). Embora não seja condição
para o ajuizamento de demanda judicial pelo contribuinte, o depósito em
dinheiro foi também erigido por lei como requisito de garantia
indispensável para inibir a execução do crédito pela Fazenda (art. 38 da
Lei 6.830/80).
5. Os embargos à execução não são a única forma de defesa dos
interesses do contribuinte perante o Fisco. O sistema lhe oferece outros
modos, que independem de oferta de qualquer garantia, para desde logo
se livrar de exigências fiscais ilegítimas: o mandado de segurança, a ação
declaratória de nulidade, a ação desconstitutiva. Em qualquer destas
demandas poderá o devedor, inclusive, obter liminar que suspenda a
exigibilidade do crédito (e, conseqüentemente, permita a expedição de
certidão), bastando para tanto que convença o juiz de que há relevância
em seu direito. Se, entretanto, optar por outorga de garantia, há de fazê-lo
pelo modo exigido pelo legislador: o depósito integral em dinheiro do
valor do tributo questionado.
6. Não há falar, assim, em dano ao contribuinte no caso de demora do
ajuizamento da execução, ou a de que ele tem o "direito" de ser

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executado pelo Fisco. A ação cautelar baseada em tais fundamentos


esconde o seu real motivo, que é o de criar nova e artificiosa condição
para obter a expedição de certidão negativa de um débito tributário cuja
exigibilidade não foi suspensa nem está garantido na forma exigida por
lei. A medida, portanto, opera em fraude aos arts. 151 e 206 do CTN e ao
art. 38 da Lei 6.830/80.
7. Por outro lado, não se pode equiparar o oferecimento de caução, pelo
devedor, à constituição da penhora, na execução fiscal. A penhora está
cercada de formalidades próprias, que acobertam o crédito com garantia
de higidez jurídica não alcançável pela simples caução de um bem da
livre escolha do devedor, nomeadamente: (a) a observância obrigatória
da ordem prevista no art. 11 da Lei 6.830/80, em que figura, em
primeiro lugar, a penhora de dinheiro; (b) a submissão da indicação do
bem ao controle da parte contrária e à decisão do juiz; (c) o depósito
judicial do dinheiro ou a remoção do bem penhorado, com a nomeação
de fiel depositário; (d) a avaliação do bem, o reforço ou a substituição da
penhora, com a finalidade de averiguar a sua suficiência e adequação da
garantia à satisfação do débito com todos os seus acessórios.
8. A utilização da via da "ação cautelar", com a finalidade a que
aparentemente se propõe, constitui evidente anomalia processual. É
uma espécie de medida de "produção antecipada de penhora", que
serviria para "acautelar" os interesses, não do autor, mas sim do
réu. Tratar-se-ia, assim, de cautelar preparatória ou antecedente de
uma ação principal a ser proposta, não pelo autor da cautelar, mas
sim contra ele. O ajuizamento da "ação principal", pelo réu da
cautelar, seria, portanto, não o exercício de seu direito constitucional
de acesso ao Judiciário, mas sim um dever legal do credor, que lhe
tolheria a possibilidade de adotar outras formas para cobrança de
seu crédito.

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9. Em verdade, o objetivo dessa estranha "ação cautelar" não é o que


aparenta ser. O que com ela se busca não é medida cautelar e sim,
por via transversa, medida de caráter nitidamente satisfativo de um
interesse do devedor: o de obter uma certidão negativa que, pelas
vias legais normais, não obteria, já que o débito fiscal existe, não está
contestado, não está com sua exigibilidade suspensa e não está
garantido na forma exigida por lei. Precedentes: RESP 545.533/RS, 1ª
T., Min. José Delgado, DJ de 1º.08.2005; RESP 650.701, 1ª T., Rel. Min.
Luiz Fux, Relatora para acórdão Minª. Denise Arruda, DJ de 21.10.2005
e RESP 710.153/RS, 1ª T., Min. Francisco Falcão, DJ de 03.10.2005.
10. Recurso especial a que se dá provimento. (Grifos aditados)

Assim, oportuno frisar que a suspensão da exigibilidade do crédito


tributário, com o consequente fornecimento de certidão de regularidade, só pode ser
judicialmente requerida, nos termos do Código Tributário Nacional, mediante o
depósito integral e em dinheiro do seu valor.

Os tribunais pátrios têm se manifestado pela negativa de


expedição de certidões de regularidade em casos como o dos autos, sob
a justificativa de que apenas o recolhimento integral do débito em espécie
suspende a exigibilidade do crédito, conforme ementas abaixo
transcritas:

PREVIDENCIÁRIO. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO. AÇÃO


CAUTELAR INOMINADA PARA OFERECIMENTO DE PENHORA.
SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO.
HONORÁRIOS DE ADVOGADO.
1. Admite-se excepcionalmente o fornecimento da CND quando
garantido o débito por depósito no montante integral da dívida.

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2. Pretendendo a empresa suspender a exigibilidade do crédito tributário,


o meio legal previsto é o depósito do seu valor integral e em dinheiro,
nos termos do art. 150, do CTN e da Súmula 112 do STJ.
3. A prestação de caução e/ou penhora é previsto na Lei 6.830/90 (art. 9º)
em garantia a execução, SENDO CABÍVEL NA EXECUÇÃO FISCAL
e NÃO EM AÇÃO CAUTELAR antecedente à ação anulatória de débito.
4. Os honorários de advogado devem ser fixados ex vi do § 4º do art. 20
do CPC, em valor razoável.
5. Apelação provida, em parte, para reduzir os honorários de advogado
de 20% para 10% sobre o valor da causa. (AC 96.01.37287.3 e
96.01.37287-3/MG; APELAÇÃO CIVEL; Relator JUIZ MÁRIO
CÉSAR RIBEIRO; Relator Convocado JUIZA SELENE MARIA DE
ALMEIDA; Órgão Julgador QUARTA TURMA; Publicação DJ
18/06/1999; P. 294; Data Decisão: 16/04/1999). (Grifos aditados)

CRÉDITO TRIBUTÁRIO - CAUÇÃO REAL - SUSPENSÃO -


DEPÓSITO INTEGRAL - SÚMULA N. 112 DO STJ. O QUE
SUSPENDE A EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO E
O DEPÓSITO INTEGRAL E EM DINHEIRO (SÚMULA N. 112
DO STJ).
Entendo, no entanto, que a parte tem o direito de fazer o depósito da
importância correspondente ao crédito tributário para suspender a
exigibilidade e pode fazê-lo em medida cautelar.
Recurso improvido. (RESP 149052/CE; RECURSO ESPECIAL
(1997/0066306-0); Fonte DJ DATA: 02/03/1998; PG:00032; Relator(a)
Min. GARCIA VIEIRA; Data da Decisão: 20/11/1997; Órgão Julgador:
T1 - PRIMEIRA TURMA) (Grifos aditados)

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TRIBUTÁRIO. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO


TRIBUTÁRIO.
1. A suspensão da exigibilidade de crédito tributário só pode ocorrer nos
exatos limites postos no art. 151 do CTN, onde não consta a
possibilidade de tal ocorrer por via de fiança bancária, nem pelo uso do
poder geral de cautela do juiz.
2. As normas do CTN, de modo geral e, especialmente, o art. 151, têm
natureza de lei complementar; em consequência, exercem hierarquia
sobre o poder geral de cautela outorgado ao juiz pelo Código de Processo
Civil.
3. Recurso especial provido, por unanimidade (STJ, 1ª T., REsp 100031-
96/AL, rel. Min. José Delgado, j. 10.10.1996, DJU 18.11.1996, p.
44.852) (Grifos aditados)

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CAUTELAR. LIMINAR. CONCESSÃO.


AGRAVO DE INSTRUMENTO. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE
DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO. GARANTIA REAL.
IMPOSSIBILIDADE. 1. A caução de imóvel, oferecida via processo
cautelar, não autoriza a expedição de certidão positiva com efeitos de
negativa, por não se enquadrar a hipótese em nenhuma daquelas situações
previstas no artigo 206, do Código Tributário Nacional. 2. Somente a
garantia do depósito do montante integral do débito, em dinheiro, é capaz
de suspender a exigibilidade do crédito tributário, inibindo a ação fiscal.
TRF - PRIMEIRA REGIÃO. AG - AGRAVO DE INSTRUMENTO –
01000316476. Processo: 199901000316476/MG. Órgão Julgador:
QUARTA TURMA. Data da decisão: 26/04/2000. DJ DATA: 04/06/2001
PAGINA: 217. (grifos aditados)

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No que tange à expedição de certidão de regularidade (positiva com


efeito de negativa), dispõe o art. 206 do CTN:

Art. 206 – Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão


de que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de
cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora ou cuja
exigibilidade esteja suspensa.

São 03 (três), por conseguinte, as hipóteses de fornecimento de certidão


de regularidade fiscal (positiva com efeito de negativa):

a) existência de créditos não vencidos;


b) existência de créditos em curso de cobrança executiva em que tenha
sido efetivada a penhora;
c) existência de créditos com exigibilidade suspensa.

Ao manter-se a decisão exarada, estaria o nobre magistrado, com todas


as vênias, indevidamente atuando como legislador positivo (adotando hipótese de
fornecimento de certidão não prevista em lei). Neste sentido, o STF condena com
veemência a figura do “magistrado-legislador”:

“O STF COMO LEGISLADOR NEGATIVO: A ação direta de


inconstitucionalidade não pode ser utilizada com o objetivo de
transformar o Supremo Tribunal Federal, indevidamente, em legislador
positivo, eis que o poder de inovar o sistema normativo, em caráter
inaugural, constitui função típica da instituição parlamentar. Não se
revela lícito pretender, em sede de controle normativo abstrato, que o
Supremo Tribunal Federal, a partir da supressão seletiva de fragmentos
do discurso normativo inscrito no ato estatal impugnado, proceda à

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virtual criação de outra regra legal, substancialmente divorciada do


conteúdo material que lhe deu o próprio legislador.” (Min. CELSO DE
MELLO. ADInMC 1.063-DF). “Não há inconstitucionalidade na
concessão de regime mais benigno, no cumprimento de pena, apenas
inicialmente fechado, para o crime de tortura. E se inconstitucionalidade
houvesse, nem por isso seria dado ao Poder Judiciário, a pretexto de
isonomia, estender tal benefício aos demais crimes hediondos, pois
estaria agindo desse modo, como legislador positivo (e não negativo),
usurpando, assim, a competência do Poder Legislativo, que fez sua opçao
política.” (Min. SYDNEY SANCHES. HC 76.371-SP). “Os magistrados
e Tribunais - que não dispõem de função legislativa - não podem
conceder, ainda que sob fundamento de isonomia, o beneficio da
exclusão do crédito tributário em favor daqueles a quem o legislador,
com apoio em critérios impessoais, racionais e objetivos, não quis
contemplar com a vantagem da isenção. Entendimento diverso, que
reconhecesse aos magistrados essa anômala função jurídica, equivaleria,
em ultima analise, a converter o Poder Judiciário em inadmissível
legislador positivo, condição institucional esta que lhe recusou a
própria Lei Fundamental do Estado”. (Min. CELSO DE MELLO.
AGRAG-138344 / DF).

O entendimento da Fazenda Nacional é corroborado pela jurisprudência:

TRIBUTÁRIO. CERTIDÃO POSITIVA COM EFEITO DE


NEGATIVA. ENUMERAÇÃO TAXATIVA DAS HIPÓTESES. CTN,
ART. 206. INEXISTÊNCIA DE LACUNA NORMATIVA. CTN, ART.
108.

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I. O elenco das hipóteses autorizadas da expedição de certidão


positiva, com efeito de negativa, previsto no art. 206 do CTN, tem
caráter exaustivo.
II. O art. 206 do CTN abrange não somente situação relativa a crédito já
executado (quando garantido por penhora), mas também hipótese relativa
a crédito vencido e não executado (cuja exigibilidade esteja suspensa).
III. À míngua de lacuna normativa, afasta-se a aplicação do art. 108, I, do
CTN.
IV. Recurso e remessa oficial providos.
(AMS 96.01.54928-5/BA; APELAÇÃO EM MANDADO DE
SEGURANÇA; Relator JUIZ HILTON QUEIROZ; Relator Convocado
JUIZA VERA CARLA CRUZ; Órgão Julgador: QUARTA TURMA;
Publicação: DJ 26/05/2000; P. 235; Data Decisão: 31/03/2000. (Grifos
aditados)

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CAUTELAR. LIMINAR.


CONCESSÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. SUSPENSÃO DA
EXIGIBILIDADE DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO. GARANTIA REAL.
IMPOSSIBILIDADE.
1. A caução de imóvel, oferecida via processo cautelar, não autoriza a
expedição de certidão positiva com efeitos de negativa, por não se
enquadrar a hipótese em nenhuma daquelas situações previstas no
artigo 206, do Código Tributário Nacional.
2. Somente a garantia do depósito do montante integral do débito, em
dinheiro, é capaz de suspender a exigibilidade do crédito tributário,
inibindo a ação fiscal. (AG 1999.01.00.031647-6/MG; AGRAVO DE
INSTRUMENTO, Relator JUIZ MÁRIO CÉSAR RIBEIRO (299) Órgão
Julgador QUARTA TURMA Publicação DJ 04/06/2001 P.217 Data
Decisão 26/04/2000. (Grifos aditados)

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Por fim, impende ressaltar que o atributo específico de presunção de


legitimidade dos atos administrativos impede a formação, no caso em tela, em sede de
cognição sumária, do fumus boni iuris, tão indispensável ao êxito da pretensão
formulada.

Nesse sentido, cabe citar as lições da Professora MARIA SYLVIA DI


PIETRO:
“Embora se fale em presunção de legitimidade ou de veracidade como se
fossem expressões com o mesmo significado, as duas podem ser
desdobradas, por abrangerem situações diferentes. A presunção de
legitimidade diz respeito à conformidade do ato com a lei; em
decorrência desse atributo, presume-se, até prova em contrário, que
os atos administrativos foram emitidos com observância da lei.
A presunção de veracidade diz respeito aos fatos em decorrência desse
atributo, presumem-se verdadeiros os fatos alegados pela Administração.
Assim ocorre com relação às certidões, atestados, declarações,
informações por ela fornecidos, todos dotados de fé pública.” (Direito
Administrativo. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1995. p.164) (grifos
aditados)

Com efeito, o crédito constituído, por originário de ato ou procedimento


administrativo plenamente vinculado e obediente ao princípio da mais estrita legalidade,
nasce sob a presunção de legítimo e com a possibilidade de cobrança e execução direta,
sem a necessidade de anterior formação de título executivo judicial. Tal se verifica pela
presunção de legitimidade que o acompanha e pela liquidez e certeza que lhes são
inerentes, razão pela qual não pode a execução fiscal ser suspensa ou a própria
exigibilidade do crédito em sede de ação cautelar, sem o anterior depósito integral da
quantia devida.

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Até que se prove em contrário, deve prevalecer o atributo de presunção


de legitimidade do ato administrativo, o que demandaria como conseqüência o ônus da
prova por parte do autor, encargo do qual não se desincumbiu a contento, a ponto de
infirmar o lançamento tributário.

Corroborando o entendimento de que meras alegações não são ávidas a


elidir a presunção de legitimidade de que goza o crédito tributário, tem-se as seguintes
decisões do Egrégio Tribunal Regional da 1ª Região:

AC 94.01.29801-7 /GO ; APELAÇÃO CIVEL Relator JUIZ OSMAR


TOGNOLO (221 ) Relator Convocado JUIZA SÔNIA DINIZ VIANA
(CONV.) (2211) Órgão Julgador TERCEIRA TURMA Publicação DJ 29
/10 /1999 P.181 Ementa
PREVIDENCIÁRIO. CONTRIBUIÇÕES. EMPRESA DE
CONSTRUÇÃO CIVIL. AFERIÇÃO INDIRETA. MÃO-DE-OBRA.
POSSIBILIDADE.
1. Não houve desprezo pela escrita da Apelante, mas verificou-se que o
valor declarado na escrita regular despendido com a mão-de-obra não é o
suficiente para a conclusão das obras em questão. São de meridiana
clareza os motivos do fiscal previdenciário elencados nos relatórios
fiscais anexados às Notificações Fiscais de Lançamento de Débito.
2. Constatando a fiscalização do INSS que não há comprovação regular
do custo real da mão-de-obra na documentação apresentada pela
Apelante relativa às obras realizadas, o montante dos salários pagos pela
execução das obras de construção civil pode ser obtido mediante cálculo
do valor da mão-de-obra empregada apurado por aferição indireta, de
acordo com a área construída, nos termos do art. 141, §§ 2º e 3º do
Decreto n. 89.312/84.

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3. As notificações fiscais de lançamento de débito impugnada


possuem presunção relativa de veracidade, que admite prova no
sentido contrário. No entanto, o ônus da prova em contrário cabe à
Apelante, que não se desincumbiu do mesmo. A Apelante não trouxe
aos autos elementos de prova suficientes para elidir a presunção de
veracidade das referidas notificações. Ficou na simples alegação.
4. A capitulação incompleta não inutiliza o auto de infração quando os
fatos estiverem devidamente narrados, já que o autuado se defende dos
fatos e não da autuação.
5. Apelação desprovida.
Data Decisão 24 /06 /1999 (grifos aditados)

APELAÇÃO CIVEL 95.01.18812-4 /MG; Relator JUIZ EUSTAQUIO


SILVEIRA; Relator Convocado JUIZ REYNALDO SOARES DA
FONSECA; Órgão Julgador TERCEIRA TURMA Publicação DJ 31 /01
/2001 P.51
TRIBUTÁRIO. PROCESSO CIVIL. IMPOSTO DE RENDA.
ARBITRAMENTO. OMISSÃO DE RECEITA (ACRÉSCIMO
PATRIMONIAL NÃO JUSTIFICADO). VERBA HONORÁRIA.
SÚMULAS 168, DO EXTINTO TFR, E 42, DO TRF/1ª REGIÃO.
1. "O auto de infração fiscal goza de presunção de veracidade,
somente ilidida por prova inequívoca em sentido contrário. O
lançamento por omissão de receita (construção de imóvel por preço
irreal) não pode ser infirmado por declarações de particulares (art.
368 - CPC)." (AC nº 93.01.35077-7/MG, Relator Juiz Olindo Menezes,
DJU/II de 20/03/1998).
2. Na hipótese vertente, restou constatado, através de arbitramento
realizado com base em tabela do SINDUSCON, com validade em todo o
Estado (Lei nº 4.591/64), que os valores declarados, a título de imposto

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de renda, não correspondem aos quantitativos efetivamente gastos para a


construção dos imóveis em exame, o que gerou, em conseqüência, uma
variação patrimonial a descoberto (omissão de receita).
3. Autuação que, de resto, encontra-se amparada em prova pericial
idônea.
4. Exclusão da verba honorária, em face da diretriz pretoriana contida nas
Súmulas nºs 168, do extinto TFR, e 42, desta Corte.
5. Apelação provida, em parte.
Data Decisão 15 /12 /2000 (grifos aditados)

DA IMPOSSIBILIDADE DA CARTA DE FIANÇA SUSPENDER A


EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

Ao contrário do que afirmam os autores, a situação fática NÃO se


enquandra nas hipóteses elencadas no art. 151, do Código Tributário Nacional
– CTN.
Com efeito, o art. 151, do CTN dispõe que:

Art. 151 - Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:


I - moratória;
II - o depósito do seu montante integral;
III - as reclamações e os recursos, nos termos das leis
reguladoras do processo tributário administrativo;
IV - a concessão de medida liminar em mandado de
segurança.
V- a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada,
em outras espécies de ação judicial;
VI - o parcelamento.

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Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o


cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação
principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes.

Neste rol taxativo, vê-se que não se enquadra o seguro garantia.


Aliás, é pacífica a jurisprudência do E. STJ (em recentíssima decisão)
contrariamente à suspensão da exigibilidade do crédito mediante caução,
inclusive a carta de fiança e o seguro garantia. Confira-se:

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO


INTERNO NO PEDIDO DE TUTELA PROVISÓRIA. CÓDIGO DE
PROCESSO CIVIL DE 2015. APLICABILIDADE. DEPÓSITO
JUDICIAL. ART. 151, II, DO CTN. SUSPENSÃO DA
EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. SUBSTITUIÇÃO POR
SEGURO GARANTIA. INVIABILIDADE. MOVIMENTAÇÃO DOS
VALORES DEPOSITADOS EM JUÍZO. IMPOSSIBILIDADE ANTES
DO TRÂNSITO EM JULGADO DA DEMANDA À QUAL
VINCULADOS. FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA NÃO
DEMONSTRADOS. ARGUMENTOS INSUFICIENTES PARA
DESCONSTITUIR A DECISÃO ATACADA.
I - Consoante o decidido pelo Plenário desta Corte na
sessão realizada em 09.03.2016, o regime recursal será
determinado pela data da publicação do provimento jurisdicional
impugnado. Aplica-se o Código de Processo Civil de 2015.
II - É pacífica a orientação do Superior Tribunal de
Justiça quanto à inviabilidade de equiparação do seguro
garantia ou da fiança bancária ao depósito judicial em dinheiro
e integral para efeito de suspensão de exigibilidade do crédito
tributário.

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III - A 1ª Seção desta Corte tem entendimento


consolidado segundo o qual a movimentação de valores
judicialmente depositados, em atendimento ao disposto no art. 151,
II, do CTN, fica condicionada ao trânsito em julgado da demanda à
qual vinculados.
IV - Ausência de demonstração, em juízo de cognição
sumária, do invocado periculum in mora.
V - O Agravante não apresenta, no agravo, argumentos
suficientes para desconstituir a decisão recorrida.
VI - Agravo Interno improvido. (AgInt no TP 178/SP, Rel.
Ministra REGINA HELENA COSTA, PRIMEIRA TURMA, julgado
em 13/06/2017, DJe 21/06/2017) (grifei)

Aliás, determinam os arts. 111, inciso I, e 141, do CTN, que a


interpretação nas hipóteses de suspensão de exigibilidade de crédito tributário
seja literal.
Sim, a carta de fiança não é equiparável ao depósito em
dinheiro para fins de suspensão da exigibilidade do crédito tributário,
ante a literalidade do art. 151 do Código Tributário Nacional e o teor da
Súmula 112/STJ. Nesse sentido: REsp 1.156.668/DF, 1ª Seção, Rel. Min.
Luiz Fux, DJe de 10.12.2010, SUBMETIDO AO REGIME DO ART. 543-C DO
CPC:

“Cinge-se a controvérsia à possibilidade de suspensão da


exigibilidade do crédito tributário mediante prestação de caução nos
autos de medida cautelar preparatória de ação anulatória, tendo sido
alegado que a fiança bancária seria figura similar, com os mesmos
efeitos práticos, do depósito do montante integral (art. 151, II, do
CTN).

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Deveras, a matéria não é nova nesta Corte Superior,


devendo-se destacar duas situações absolutamente distintas:
a) pretensão de expedição da certidão positiva do débito, com
efeito de negativa, mediante a prestação de caução, em medida
cautelar, anteriormente ao ajuizamento da execução fiscal; b)
pretensão de suspensão da exigibilidade do crédito tributário,
nos termos do art. 151, do CTN.
Quanto à primeira situação, a Seção de Direito Público do
STJ, sob o regime insculpido no art. 543-C, do CPC, firmou o
entendimento de ser possível ao contribuinte, após o vencimento da
sua obrigação e antes da execução, garantir o juízo de forma
antecipada, para o fim de obter certidão positiva com efeito de
negativa, em aresto cuja ementa restou assim vazada:
PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO
ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART. 543-C,
DO CPC. AÇÃO CAUTELAR PARA ASSEGURAR A EXPEDIÇÃO
DE CERTIDÃO POSITIVA COM EFEITOS DE NEGATIVA.
POSSIBILIDADE. INSUFICIÊNCIA DA CAUÇÃO.
IMPOSSIBILIDADE.
(...)
(REsp 1123669/RS, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA
SEÇÃO, julgado em 09/12/2009, DJe 01/02/2010)
Com efeito, o entendimento é diverso no tocante à
possibilidade de suspensão da exigibilidade do crédito
tributário, cujas hipóteses encontram-se taxativamente
elencadas no art. 151, do CTN, que deve ser interpretado
literalmente:
"Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:
I - moratória;

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Procuradoria Regional da Fazenda Nacional da 1ª Região
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II - o depósito do seu montante integral;


III - as reclamações e os recursos, nos termos das leis
reguladoras do processo tributário administrativo;
IV - a concessão de medida liminar em mandado de
segurança.
V – a concessão de medida liminar ou de tutela
antecipada, em outras espécies de ação judicial; (Incluído pela Lcp
nº 104, de 10.1.2001)
VI – o parcelamento."
Destarte, a prestação de caução, mediante o
oferecimento de fiança bancária, ainda que no montante
integral do valor devido, não se encontra encartada nas
hipóteses elencadas no art. 151 do CTN, não ostentando o
efeito de suspender a exigibilidade do crédito tributário, mas
apenas de garantir o débito exequendo, em equiparação ou
antecipação à penhora, com o escopo precípuo de obter a
expedição de Certidão Positiva com Efeitos de Negativa.
Deveras, A FIANÇA BANCÁRIA NÃO É EQUIPARÁVEL
AO DEPÓSITO INTEGRAL DO MONTANTE DA EXAÇÃO PARA
FINS DE SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO
TRIBUTÁRIO, ante a taxatividade do art. 151 do CTN e o teor do
Enunciado Sumular n. 112 desta Corte, cujos precedentes são de
clareza hialina:
PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTARIO. MANDADO DE
SEGURANÇA. SUSPENSÃO CAUTELAR DA EXIGIBILIDADE DO
CREDITO TRIBUTARIO. DEPOSITO EM TDAS OU FIANÇA
BANCARIA. IMPOSSIBILIDADE. RECURSO DESPROVIDO.
CONSOANTE PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS
DESTA CORTE, A SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO CREDITO

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TRIBUTARIO, SO E ADMISSIVEL, MEDIANTE DEPOSITO


INTEGRAL EM DINHEIRO, NOS TERMOS DO DISPOSTO NOS
ARTIGOS 151, DO CTN, E PAR. 4. DA LEI N. 6.830/70. RECURSO
DESPROVIDO, POR UNANIMIDADE.
(RMS 1269/AM, Rel. Ministro DEMÓCRITO REINALDO,
PRIMEIRA TURMA, julgado em 18/10/1993, DJ 08/11/1993)
(...)
Ad argumentandum tantum, faz-se mister destacar
algumas peculiaridades do instituto da fiança que demonstram, de
forma inequívoca, a impossibilidade de sua equiparação ao
depósito, tais como a alegação do benefício de ordem e a
desoneração do encargo assumido mediante manifestação unilateral
de vontade do fiador, nos termos dos arts. 827 e 835 do Código
Civil, verbis:
"Art. 827. O fiador demandado pelo pagamento da dívida
tem direito a exigir, até a contestação da lide, que sejam primeiro
executados os bens do devedor. "
"Art. 835. O fiador poderá exonerar-se da fiança que tiver
assinado sem limitação de tempo, sempre que lhe convier, ficando
obrigado por todos os efeitos da fiança, durante sessenta dias após
a notificação do credor."
(...)
O Tribunal a quo, perpetuou o equívoco do juízo singular,
confirmando a concessão da liminar, para suspender a exigibilidade
do crédito tributário e para determinar a expedição de Certidão
Positiva com Efeitos de Negativa, mediante apresentação de fiança
bancária, ao entendimento de que o art. 9º, §3º, da Lei n. 6.830/80
não estabeleceria qualquer distinção entre o depósito em dinheiro e
a fiança bancária, apta a garantir o crédito tributário.”

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Ademais, ainda que a pretensão da agravada seja a suspensão da


exigibilidade do crédito tributário apenas para fins de obtenção da certidão de
regularidade fiscal, o pedido encontra óbice no precedente acima citado.

Assim, em tese, cabível apenas a Emissão da Certidão Positiva


com Efeito de Negativa em razão da garantia do débito, e nunca a suspensão
da sua exigibilidade.

Nesse sentido:

“Fls. 600-09: Indefiro a substituição do depósito em dinheiro


por seguro garantia requerida pela autora/apelante. Oferecido esse
depósito integral e em dinheiro para suspender a exigibilidade do crédito
tributário, ele não pode ser substituído até o julgamento da apelação.
O Superior Tribuna de Justiça, no REsp 1.260.192/ES, r.
Campbell, 2ª Turma em 01.12.2011, decidiu que:
...
1. A Primeira Seção, ao julgar o REsp 945.037/AM, decidiu
pela impossibilidade de movimentação dos depósitos judiciais de tributos
antes do trânsito em julgado do processo a que se encontram vinculados
(DJe de 3.8.2009).
2. O seguro garantia judicial, assim como a fiança
bancária, não é equiparável ao depósito em dinheiro para fins de
suspensão da exigibilidade do crédito tributário, ante a taxatividade
do art. 151 do CTN e o teor da Súmula 112/STJ. Nesse sentido: REsp
1.156.668/DF, 1ª Seção, Rel. Min. Luiz Fux, DJe de 10.12.2010,
submetido ao regime do art. 543-C do CPC.

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3. Como bem observou o juiz da primeira instância, revela-se


inaplicável, in casu (para suspender a própria exigibilidade do crédito
tributário), o disposto no § 2º do art. 656 do CPC, invocado para arrimar
a pretensão de substituição do depósito em dinheiro por seguro garantia
judicial, porquanto não se trata de simples requerimento de
substituição de penhora nos autos de lide executiva, mas sim de
pedido formulado em ação anulatória de débito fiscal.
Pelo mesmo motivo de não se tratar de processo de
execução, é inaplicável ao caso o art. 620 do CPC.
Publicar. Decorrido o prazo de 05 dias, fazer conclusão para
julgamento da apelação de fls. 570-85.” (Processo n. 0031337-
59.2012.4.01.3900, Relator DESEMBARGADOR FEDERAL NOVÉLY
VILANOVA. Data Decisão: 17/05/2017. Publicação 23/05/2017)

AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO ANULATÓRIA - TUTELA


DE URGÊNCIA - SEGURO GARANTIA - SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE
DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO - DESCABIMENTO - ART. 151, II, CTN- ROL
TAXATIVO - CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL - POSSIBILIDADE -
RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1.O deferimento da tutela de
urgência, pelo Juízo a quo, teve como fundamento a apresentação do seguro
garantia como caução, como defende a agravante, de modo que a suspensão
da exigibilidade do crédito tributário não se alicerçou no art. 151, V, CTN, como
acredita a agravada. 2.O depósito do montante integral como forma de
suspender a exigibilidade do crédito tributário, nos termos do art. 151, II, do
Código Tributário Nacional, tem o condão de assegurar ao contribuinte o direito
de discuti-lo, sem que se submeta a atos executórios, bem como sua inscrição
em cadastro de inadimplentes ou recusa de expedição de certidão de
regularidade fiscal. Na esteira da disposição legal, foi editada a súmula 112
do STJ que assim prescreve: "Súmula 112 - "o depósito somente
suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em

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dinheiro." 3.O texto da Súmula 112 não deixa dúvidas de que o depósito
tem que ser em dinheiro, de modo que a ele não equivale o oferecimento
de caução ou outra forma de garantia. Essas outras formas de garantia,
que não o depósito em dinheiro do montante integral, não estão arroladas
como causa de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. 4.O
entendimento sobre a matéria parece uníssono no Superior Tribunal de
Justiça, tanto que submetido às peculiaridades do art. 543-C, CPC/73, no
sentido de que, facultado ao contribuinte, antes da propositura da
execução fiscal, o oferecimento de garantia (na hipótese fiança bancária )
com o fito de obter a expedição de certidão de regularidade fiscal, não
implica a suspensão da exigibilidade do crédito, posto que o art. 151, CTN
é taxativo ao arrolar as hipóteses competentes para a suspensão da
exigibilidade do crédito tributário, bem como tendo em vista o disposto
na Súmula 112 da mesma Corte. 5.Cabível a possibilidade de aceitação da
carta fiança, como forma de autorizar a expedição de certidão de
regularidade fiscal, nos termos do art. 206, CTN, mas não como hipótese
de suspensão da exigibilidade do crédito, possibilitando, desta forma, a
propositura da execução fiscal. 6.Agravo de instrumento parcialmente
provido. (AI 00145943820164030000, DESEMBARGADOR FEDERAL NERY
JUNIOR, TRF3 - TERCEIRA TURMA, e-DJF3 Judicial 1 DATA:02/06/2017
FONTE_REPUBLICACAO:.) (grifei)

Assim, a hipótese em comento é idêntica àquela que foi objeto de


julgamento pelo STJ e demais Tribunais, já que se pretende que Carta de
Fiança bancária seja suficiente para suspender a exigibilidade do crédito
tributário em discussão em ação anulatória.
Portando, depreende-se que a Carta de Fiança não corresponde a
uma das hipóteses listadas no art. 151 do CTN, não havendo cogitar da
suspensão da exigibilidade do crédito tributário, cuja interpretação, como visto,
é restritiva (art. 111, I, do CTN).

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Nesse diapasão, o STJ, por meio do enunciado da Súmula 112,


fixou o entendimento de que "o depósito somente suspende a exigibilidade do
crédito tributário se for integral e em dinheiro".
Conclui-se, portanto, que o oferecimento da Carta de Fiança não
constitui causa expressa para suspensão da exigibilidade do crédito tributário,
consoante simples leitura do artigo 151 do CTN e maciça jurisprudência pátria.

DO PEDIDO
Ante todo o exposto, requer a União:

a) A intimação do agravado, para, querendo, responder;


b) seja o presente agravo recebido na forma instrumental e
concedido efeito suspensivo, conforme art. 1.019, I, do Novo Código de
Processo Civil, reformando-se a decisão ora impugnada.
c) caso seja concedido o efeito suspensivo, seja dada ciência ao
juízo a quo;
Termos em que,
Pede deferimento.
Brasília, 23 de abril de 2019.

PAULO RENATO GONZÁLEZ NARDELLI


Procurador da Fazenda Nacional

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Número do documento: 19042318140105300000048518071
Justiça Federal da 1ª Região
Tribunal (2º grau) e Turmas Recursais e Regional dos Juizados
Comprovante de protocolo

Processo
Número do processo: 1011898-61.2019.4.01.0000
Órgão julgador: Gab. 24 - DESEMBARGADOR FEDERAL MARCOS AUGUSTO DE SOUSA
Órgão julgador
Colegiado: 8ª Turma
Jurisdição: Tribunal Regional Federal da 1ª Região
Classe: AGRAVO DE INSTRUMENTO (202)
Assunto principal: CND/Certidão Negativa de Débito
Valor da causa: R$ 2.089.585,78
Medida de urgência: Sim
Partes: FAZENDA NACIONAL (00.394.460/0160-64)
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA (05.797.330/0001-73)

Audiência

Documentos protocolados Tipo Tamanho (KB)


Petição inicial Petição inicial 160,23
2 Procuração.pdf Documentos Diversos 54,53

Assuntos Lei
DIREITO TRIBUTÁRIO/Crédito Tributário/Suspensão da Exigibilidade/Carta de fiança CTN
DIREITO TRIBUTÁRIO/Crédito Tributário/CND/Certidão Negativa de Débito CTN

ASSISTENTE ASSISTENTE
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO
FAZENDA NACIONAL
LTDA

Distribuído em: 23/04/2019 18:09


Protocolado por: PAULO RENATO GONZALEZ NARDELLI

Assinado eletronicamente por: PAULO RENATO GONZALEZ NARDELLI - 23/04/2019 18:14:01 Num. 48955953 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19042318140114600000048519536
Número do documento: 19042318140114600000048519536
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe

(ADVOGADO)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

FINALIDADE: Intimar o advogado da parte (LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA


Avenida Polônia, 739, São Geraldo, PORTO ALEGRE - RS - CEP: 90230-110
) acerca do(a) ato ordinatório / despacho / decisão id 37813965 / sentença proferido(a) nos autos do processo
em epígrafe.

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere
no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não
vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores
informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em
http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 7 de março de 2019.

(assinado eletronicamente)

Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: ALTINA TAVARES CAVALCANTE LUJAN ALBERCA - 07/03/2019 19:32:18 Num. 38739461 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19030719321866700000038480577
Número do documento: 19030719321866700000038480577
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

INTIMAÇÃO VIA SISTEMA PJe


(FAZENDA NACIONAL)

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

FINALIDADE: Dar ciência dos termos do(a) ato ordinatório/ despacho/ decisão id 37813965/ sentença
proferido(a).

OBSERVAÇÃO 1: DA COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DOS ATOS PROCESSUAIS (art. 5º, § 3º, da Lei n. 11.419/06:
A consulta referida nos §§ 1o e 2o deste artigo deverá ser feita em até 10 (dez) dias corridos contados da data
do envio da intimação, sob pena de considerar-se a intimação automaticamente realizada na data do término
desse prazo).

OBSERVAÇÃO 2: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere no
campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não vincular a
petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores informações, favor
consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-
judicial-eletronico/pje/tutoriais.

BRASÍLIA, 7 de março de 2019.

(assinado eletronicamente)
Diretor(a) de Secretaria do(a) 6ª Vara Federal Cível da SJDF

Assinado eletronicamente por: ALTINA TAVARES CAVALCANTE LUJAN ALBERCA - 07/03/2019 19:32:18 Num. 38739460 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19030719321859000000038480576
Número do documento: 19030719321859000000038480576
Seção Judiciária do Distrito Federal
6ª Vara Federal Cível da SJDF

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
Advogado do(a) REQUERENTE: EDUARDO ROSSI BITELLO - RS74935

REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

DECISÃO

A Autora pretende obter a tutela de urgência para, mediante o oferecimento de fiança


bancária, suspender a exigibilidade dos débitos descritos nos autos, bem como
determinar que a ré proceda à expedição de certidão de regularidade fiscal e e por fim
determinado que não seja inscrito o nome da autora no CADIN.
Decido.
A concessão da tutela de urgência exige a presença simultânea de elementos que
evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano, a teor do art. 300, caput, do
NCPC.
Em juízo de cognição sumária, vislumbro a presença de ambos os requisitos.
À míngua de um instrumento processual apto a amparar os administrados na hipótese
em que a administração ainda não deduziu sua pretensão executiva e que seja menos
oneroso que o depósito do montante integral do tributo, o princípio da inafastabilidade
do Poder Judiciário recomenda que se processe o pleito de antecipação da garantia
como supedâneo para a suspensão da exigibilidade do crédito.
Tratando-se de antecipação da futura penhora a ser efetuada no corpo da execução
fiscal, a oferta da garantia deve observar todas as balizas previstas na Lei nº 6.830/80
para que seja reputada idônea.
A fiança bancária está prevista como meio de garantia da execução fiscal, nos termos
do art. 9º, II, da Lei nº 6.830/1980.
Art. 9º - Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de mora e
encargos indicados na Certidão de Dívida Ativa, o executado poderá:
(...)
II - oferecer fiança bancária ou seguro garantia;

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 01/03/2019 16:52:56 Num. 37813965 - Pág. 1
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O risco de perigo de dano existe porque as sanções já se tornaram exigíveis, o que
impõe à parte autora todas as graves consequências do inadimplemento.
Ante o exposto, defiro o pedido de tutela de urgência para, mediante o oferecimento
de fiança bancária nos moldes do art. 9º, II, da Lei nº 6.830/80, suspender a
exigibilidade dos débitos discutidos nos autos, assim como para determinar que a Ré
abstenha-se de inscrever seu nome na dívida ativa ou em qualquer outro registro que
impeça a obtenção de certidão de regularidade fiscal, em razão do não recolhimento
de tal débito.
Deixo de designar audiência de conciliação e mediação em virtude de o direito
discutido nestes autos não admitir autocomposição (art. 334, §4º, II, do NCPC).
Publique-se. Intime-se.

Brasília, 1º de março de 2019.


(assinatura digital)
IVANI SILVA DA LUZ
Juíza Federal Titular da 6ª Vara/DF

Assinado eletronicamente por: IVANI SILVA DA LUZ - 01/03/2019 16:52:56 Num. 37813965 - Pág. 2
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Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36349594 - Pág. 1
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Número do documento: 19022211201040500000036111220
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA FEDERAL CIVEL
DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Processo n.º 1004156-67.2019.4.01.3400

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO


LTDA., já qualificada nos autos da Ação Cautelar em epígrafe que move em face da
UNIÃO - FAZENDA NACIONAL, por seus procuradores, vem, respeitosamente, à
presença de Vossa Excelência, apresentar EMENDA À INICIAL, com fundamento no art.
329, inciso I, do Código de Processo Civil, para que sejam inclusas na exordial as razões de
fato e de direito a seguir expostas.

A Autora presta serviços para entidades públicas, sendo a


certidão de regularidade fiscal requisito essencial para a manutenção dos contratos,
como também o pagamento das respectivas notas de empenho!

O contrato em anexo desde já demonstra esta situação, razão


pela qual destacamos a cláusula 11.10:

Conforme amplamente discorrido, a mesma está


impossibilitada de obter Certidão Negativa de Débito, em razão de débitos tributários sobre
os quais a parte Ré permanece inerte quanto ao ajuizamento da competente Execução fiscal.
Frisa-se que a inatividade da Ré tolhe a possibilidade de garantia do crédito através da
penhora na execução e, assim, coloca a Autora na iminência de sofrer grave prejuízo e
de difícil reparação, como fundamentado na exordial.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365004 - Pág. 1
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Número do documento: 19022211201057800000036120630
Isso porque possui compromissos inadiáveis que somente
poderão ser cumpridos se estiver com a pretendida certidão de regularidade fiscal, já que
presta serviços perante tribunais, conforme se comprova pelas inclusas folhas de
pagamento.

O não pagamento da folha de salário de demais obrigações,


juntamente com a não apresentação de certidão de regularidade fiscal, ou ainda a
existência de cadastro no CADIN, são motivos para rescisão do contrato perante o
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, conforme cópia em anexo, cuja cláusula 6ª prevê:

Excelência, além das obrigações acima, que dependem da


pretendida certidão, a Autora ainda possui obrigação direta perante o contrato, no que tange
à prestação da garantia, a qual também se dá por meio de instituição financeira, e que
somente é mantida se a empresa não estiver inscrita no CADIN, e possuir CPEN. Vejamos,
com destaque, a cláusula oitava:

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Observe, novamente, a cláusula que veda o pagamento do
empenho, em caso de existir pendências:

Os demais documentos também demonstram que a Autora


possui compromissos de ordem trabalhistas que precisam ser cumpridos, mas que ficarão
engessados se a mesma não receber os pagamentos pelos entes públicos – notas de empenho
relativa aos contratos com entes públicos -, ou ainda necessite buscar numerário perante o
mercado financeiro.

A Autora não pode ficar na expectativa do ajuizamento da


competente execução fiscal para garantia de seus débitos, porquanto necessita
IMEDIATAMENTE de certidão de regularidade fiscal para manter suas operações,
conforme demonstrado, razão pela qual está oferecendo garantia idônea como caução
antecipada.

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DA GARANTIA FIDEJUSSÓRIA

Conforme referido, a aceitação da garantia para fins de


obter CPD-EN não tem o condão de vincular a execução fiscal e, por isso, pode ser
relativizada, a fim de proporcionar o pleno exercício do direito previsto no Art. 206,
do CTN.

A aceitação da carta fiança fidejussória da companhia


FIB, deferida em 13/12/2018, pela 20ª Vara Federal Cível da SJMG, nos autos do da Tutela
Cautelar Antecedente n. 1015256-17.2018.4.01.3800:

(...) Para caucionar os débitos tributários a autora oferece


garantia fidejussória consistente na Carta Fiança n.
41052018, emitida pelo FIB BANK Garantia de Fianças
Fidejussória S/A, no valor de R$640.700,00, como
autoriza o art. 9º da Lei 6.830/80. Destaca que a Companhia
FIB Bank é sociedade anônima de capital fechado, que tem
por objeto social a prestação de serviços de fiança, garantia
fidejussória para terceiros. O cumprimento das obrigações
é garantido por meio dos ativos que compõem seu
patrimônio, nos termos dos arts. 818 a 839 do CC. Ressalta
ainda que a inscrição junto ao Bacen faz-se desnecessária,
vez que não se trata de instituição financeira. Aduz que
poderá haver longo transcurso de prazo entre a não
homologação dos débitos e o oferecimento de bens à
penhora, e que não pode ficar desprovida da certidão de
situação fiscal.
...
1. Pelo exposto, defiro a liminar para acolher a prestação
de caução fidejussória consubstanciada na Carta de
Fiança nº FIS41052018 (fls. 89-90; ID 24781505),
assegurando à autora a emissão de certidão positiva de
débitos com efeitos de negativa - CPD-EN, salvo se
existirem outros débitos ou fatos impeditivos, além dos
arrolados no Relatório de Situação Fiscal às fls. 47/48 (ID
24787474).

Ainda quanto à aceitação da carta fiança fidejussória, é


importante demonstrar que a mesma é perfeitamente aceita, conforme demonstra a
atualíssima decisão emanada da Vigésima Quarta Vara Federal da Seção Judiciária de

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Minas Gerais, de 05/11/2018, onde a garantia foi plenamente aceita para fins e garantir
débitos federais, e emitir Certidão Positiva com Efeitos de Negativa. Vejamos as principais
passagens da decisão:

Ação Cautelar nº 0041126-81.2018.4.01.3800


Requerente: EPC Engenharia Projeto e Consultoria S/A
Requerida: União
Data da Decisão – 05/11/2018
Decisão:
Trata-se de Ação Cautelar ajuizada por EPC
ENGENHARIA PROJETO CONSULTORIA em face da
União, objetivando a suspensão, mediante oferta de valores
de R$ 9.460.975,37 (nove milhões quatrocentos e sessenta
mil novecentos e setenta e cinco reais e trinta a sete
centavos) e R$ 2.020.245,84 (dois milhões, vinte mil,
duzentos e quarenta e cinco centavos e oitenta centavos),
referentes aos Processos Administrativos nº
10680.401158/2017-00, (...) .
...
Não se desconhece que, no processo de execução, os
depósitos e aplicações em instituições financeiras são
considerados bens preferenciais na penhora, equiparando-
se a dinheiro em espécie, e que é prescindível o exaurimento
por parte do credor de diligências em busca de bens do
devedor para se autorizar a penhora on-line.

Entretanto, quando o devedor, se adiantando a qualquer


iniciativa do credor, espontaneamente oferece em
garantia a carta fiança, é possível relativizar a ordem de
penhora, devendo o Juízo, ponderando os elementos da
causa, apreciar a idoneidade do bem oferecido pelo devedor
e sopesar a conveniência de acolhê-lo.

Na presente hipótese, a Carta de Fiança apresentada às fls.


610v/611, foi emitida em valor suficiente para satisfação
dos créditos tributários indicados na petição inicial (R$
12.299.267,98 – doze milhões, duzentos e noventa mil,
duzentos e sessenta e sete reis e noventa e oito centavos).
...
Quanto à idoneidade da instituição emissora da carta
fiança, cabe registrar que, nos autos do Agravo de
Instrumento nº 003065-09.2017.4.01.0000, a
Desembargadora Federal Ângela Catão deferiu o pedido de
substituição de caução em espécie por carta de fiança
emitida pela mesma empresa, qual seja, a FIB-BANK
Garantia de Fiança Fidejussória S/A, tendo constatado
trata-se de “instituição idônea e detentora de recursos

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mais do que suficientes à efetivação do encargo legal
assumido, conforme informações públicas relativas à
FIB-BANK”. Confira-se:
...
Em face do exposto:
1 – Defiro a tutela cautelar para determinar a
expedição da CPD-EN, (...)Grifamos.

Por oportuno, cumpre informar que a decisão acima foi recentemente


RATIFICADA pelo juízo, porquanto desproveu os embargos declaratórios impetrados pela
União. Vejamos:
...
Importante destacar, ainda, que não há nos autos nenhuma
circunstância concreta e contundente que impeça a
aceitação da garantia ofertada. Ademais, novas garantia
complementares poderão ser feitas ulteriormente, no curso
do processo, já tendo a autora, inclusive, oferecido bem
imóvel com essa finalidade.

Outrossim, a menção feita à decisão proferida no Agravo de


Instrumento nº 0030654-09.2017.4.01.0000 teve
unicamente o objetivo de ressaltar o fato de que esse tipo
de garantia vem sendo aceito em sede de Execução
Fiscal e que a idoneidade da empresa emissora já foi
reconhecida em decisão proferida em segunda instância.
...
Pelo exposto, julgo improcedentes os embargos de
declaração.
Belo Horizonte, 8 de fevereiro de 2019.

Observe, Excelência, que no caso acima, idêntico ao


presente, a carta fiança fidejussória que foi aceita para garantia de débitos tributários e
assegurar a expedição de CPD-EN, valendo destacar os principais elementos, ou seja, (i) a
garantia é de natureza fidejussória, (ii) a ordem de preferência de penhora foi relativizada,
porquanto o contribuinte se adiantou ao Fisco, e (iii) o garantidor emitente, mesmo destes
autos, foi reconhecido como instituição idônea e com recursos suficientes para suprir a
garantia prestada!

Ademais, o Código Civil determina expressamente que:

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Art. 825. Quando alguém houver de oferecer fiador, o
credor não pode ser obrigado a aceitá-lo se não for
pessoa idônea, domiciliada no município onde tenha
de prestar a fiança, e não possua bens suficientes para
cumprir a obrigação.

No presente caso, a carta de fiança é ofertada por pessoa


idônea, que possui bens suficientes para cumprir com a obrigação assumida.

E o fiador FIB Bank possui patrimônio infinitamente


superior ao débito que está sendo caucionado, e já se comprometeu com o mesmo, através
da Carta Fiança apresentada em favor da Autora, onde constam expressamente os números
dos débitos a garantir, e o valor pelo qual a FIB Bank está se comprometendo.

Ademais, o último balanço patrimonial da companhia


garantidora demonstra que a mesma possui um ativo patrimonial em 2017 de nada menos,
do que R$ 8.708.332.236,92 (oito BILHÕES, setecentos e oito MILHÕES, duzentos e trinta
e seis mil reais e noventa e dois centavos):

Por fim, vale dizer que a carta fiança, por ser fidejussória,
não afasta a idoneidade e a força patrimonial da garantia, não havendo que se falar em
exigências de instituição financeira ou outra qualquer que não seja afeta ao caso dos autos.

Ainda, quanto ao mecanismo de emissão da carta fiança,


este se dá pelo simples fato de que um terceiro garantidor – Fib Bank Garantia de Fianças
Fidejussórias S/A - irá garantir com seu patrimônio, o débito pecuniário do devedor –
LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA -, pelo valor delimitado
na fiança.

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Conforme amplamente discorrido, a Companhia FIB-
BANK é uma sociedade anônima, de capital fechado, que tem por objeto social prestar
serviços de fianças, garantias fidejussórias, para terceiros, nos exatos termos do Código
Civil Brasileiro, operando como Companhia Fidejussória que viabiliza garantias aos
clientes que necessitam de apoio para participação em negócios, estruturação de
empreendimentos ou execução de operações, nos mais diversos segmentos e ramos de
atuação.

No exercício de seu objeto social, a Companhia FIB-


BANK garante o cumprimento das obrigações e compromissos contratuais firmados por
seus clientes perante terceiros, por meio de fiança fidejussória, com base nos ativos que
compõem o seu patrimônio, em concordância com o previsto nos artigos 818 a 839 da Lei
10.406/2002 - Código Civil Brasileiro.

A Companhia possui o regular registro perante os órgãos


da administração pública, estando inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas da
República Federativa do Brasil sob o n.º 23.706.333/0001-36:

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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201057800000036120630
Número do documento: 19022211201057800000036120630
Por sua vez, os seus atos societários encontram-se
registrados na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o NIRE 35300494351.

Regularmente inscrita no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do


Município de Barueri sob o n.º 4.84380-7.

Como ponderado, a Companhia FIB-BANK não está


cadastrada junto ao Banco Central do Brasil. Contudo, é desnecessária esta autorização para
funcionamento, na medida que não se trata de instituição financeira, mas, sim, de um fundo
garantidor de crédito, que atua com a oferta de garantias fidejussórias.

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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201057800000036120630
Número do documento: 19022211201057800000036120630
Portanto, pode-se verificar que a Companhia FIB-BANK
se encontra regularmente cadastrada e registrada em todos os órgãos da administração
pública, indispensáveis para o regular exercício de suas atividades.

Por fim, salutar trazer à colação a decisão proferida pelo


Douto Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre/RS, proferida dia 04/12/2018,
nos autos da Ação Cautelar nº 9066927-97.2018.8.21.0001, onde analisando a aceitação
da Carta Fiança Fidejussória emitida pela mesma companha garantidora – FIB -, acatou a
garantia, autorizando a expedição da pretendida Certidão Positiva com Efeitos de Negativa,
nos seguintes termos:

...
Inicialmente, ressalto que a caução dos débitos é uma
garantia provisória, a qual poderá ser substituída na
execução fiscal, nos termos do art. 15 da Lei n. 6830/80.
Com razão o ERGS quando alega que a garantia ofertada
não é carta fiança e nem seguro garantia, pois, na verdade,
trata-se de uma garantia fidejussória, onde o FIB BANK é
o fiador. Portanto, embora a garantia ofertada não se
enquadra nos artigos 9º e 11 da Lei n. 6830/80, este juízo
tem aceitado diversos outros tipos de bens em caução
(estoque rotativo e bens móveis, etc), razão pela qual não
vislumbro óbice no acolhimento da garantia
fidejussória, principalmente diante da comprovação de
que o fiador possui ativos suficientes para assegurar o
pagamento dos débitos afiançados (fl. 52).
Assim, possível o recebimento da fiança representada
pela apólice nº FIS40772018, do Fib Bank Garantias
S.A., com vencimento indeterminado, no valor R$
358.142,25, montante que atende o principal e eventuais
despesas processuais.
Dessa forma, ante a idoneidade da garantia ofertada, defiro
a tutela de urgência para determinar ao réu que se
abstenha de impor à autora restrições quanto à
expedição de CPD-EN, bem como de inscrevê-la no
CADIN, SERASA e SPC, em relação aos débitos nº
42034850, 42043689, 42038812, 42050138, 42152135,
42162181, 42156564 e 42168889 (referente ao ICMS dos
meses de 09 e 10/2018). Oficie-se à SE-FAZ. Comunique-
se a aceitação à seguradora.
...

10

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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201057800000036120630
Número do documento: 19022211201057800000036120630
Sendo assim, diante da demonstrada possibilidade de
relativização da ordem de nomeação de bens, para fins de aceitação da garantia fidejussória
dada com o objetivo de assegurar o exercício do direito de obter certidão de regularidade
fiscal, diante da comprovada idoneidade da companhia garantidora, e de sua robusta
força patrimonial e da desnecessidade de regulamentação pelo Banco Central, é que se
clama pela aceitação da garantia prestada, porquanto os prejuízos alcançados pela
Recorrente podem se tornar irreversíveis neste final de ano.

Nesse sentido, Excelência, a fim de demonstrar a urgência da


concessão da tutela provisória requerida, em razão do risco de dano iminente e irreparável,
ressalta que necessita realizar operações de crédito perante Instituições Financeiras para o
desenvolvimento de suas atividades empresariais e, como é sabido, tais Instituições exigem
a Certidão Negativa de Débitos, ou a Certidão Positiva com Efeitos de Negativa.

A demora na concessão da tutela colocará em risco não só o


desenvolvimento das atividades da empresa, mas também comprometerá o pagamento em
dia da folha dos seus empregados. Assim, para comprovar a dimensão dos custos
despendidos com salários e rescisões mensalmente, bem como informar a quantidade de
funcionários envolvidos nessa operação, colaciona aos autos os demonstrativos que seguem
anexos.

Por derradeiro, impera transcrever as decisões a seguir,


emanadas de diversos tribunais e instâncias, acatando a carta fiança fidejussória como
garantia antecipada, para fins de exercer o direito líquido e certo de obter CPEN.

Vejamos a decisão proferida pelo Douto Juízo da 6ª Vara da


Fazenda Pública de Porto Alegre/RS, em 04/12/2018, nos autos da Ação Cautelar nº
9066927-97.2018.8.21.0001:

(...)
Inicialmente, ressalto que a caução dos débitos é uma
garantia provisória, a qual poderá ser substituída na execução
fiscal, nos termos do art. 15 da Lei n. 6830/80. Com razão o

11

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Número do documento: 19022211201057800000036120630
ERGS quando alega que a garantia ofertada não é carta fiança
e nem seguro garantia, pois, na verdade, trata-se de uma
garantia fidejussória, onde o FIB BANK é o fiador.
Portanto, embora a garantia ofertada não se enquadra nos
artigos 9º e 11 da Lei n. 6830/80, este juízo tem aceitado
diversos outros tipos de bens em caução (estoque rotativo e
bens móveis, etc), razão pela qual não vislumbro óbice no
acolhimento da garantia fidejussória, principalmente diante
da comprovação de que o fiador possui ativos suficientes para
assegurar o pagamento dos débitos afiançados (fl. 52).
Assim, possível o recebimento da fiança representada pela
apólice nº FIS40772018, do Fib Bank Garantias S.A., com
vencimento indeterminado, no valor R$ 358.142,25, montante
que atende o principal e eventuais despesas processuais. Dessa
forma, ante a idoneidade da garantia ofertada, defiro a
tutela de urgência para determinar ao réu que se abstenha de
impor à autora restrições quanto à expedição de CPD-EN,
bem como de inscrevê-la no CADIN, SERASA e SPC, em
relação aos débitos nº 42034850, 42043689, 42038812,
42050138, 42152135, 42162181, 42156564 e 42168889
(referente ao ICMS dos meses de 09 e 10/2018). Oficie-se à
SE-FAZ. Comunique-se a aceitação à seguradora.

No mesmo sentido quanto à aceitação da garantia fidejussória para


fins de viabilizar o direito de obter CPDEN, temos a decisão proferida em 13/12/2018, pelo
juízo da 20ª Vara Federal Cível da SJMG, nos autos do processo n. 1015256-
17.2018.4.01.3800:

DECISÃO
LOC MASTER – LOCADORA DE EQUIPAMENTOS
EIRELI, qualificada nestes autos, propôs, em desfavor da
(Fazenda Nacional), ação com UNIÃO FEDERAL pedido de
tutela cautelar antecipada de urgência, pleiteando o
oferecimento de caução consistente em carta de fiança, com
vistas à obtenção de certidão positiva de débito com efeitos de
negativa - CPD-EN, relativamente aos débitos apontados na
inicial – processos administrativos n. 13804.721.649/2018-91,
13804.721.967/2018-52, 15504.726.704/2018-40.
(...)
Para caucionar os débitos tributários a autora oferece garantia
fidejussória consistente na Carta Fiança n. 41052018,
emitida pelo FIB BANK Garantia de Fianças Fidejussória
S/A, no valor de R$640.700,00, como autoriza o art. 9º da Lei
6.830/80. Destaca que a Companhia FIB Bank é sociedade
anônima de capital fechado, que tem por objeto social a
prestação de serviços de fiança, garantia fidejussória para

12

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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201057800000036120630
Número do documento: 19022211201057800000036120630
terceiros. O cumprimento das obrigações é garantido por meio
dos ativos que compõem seu patrimônio, nos termos dos arts.
818 a 839 do CC. Ressalta ainda que a inscrição junto ao
Bacen faz-se desnecessária, vez que não se trata de
instituição financeira. Aduz que poderá haver longo
transcurso de prazo entre a não homologação dos débitos e o
oferecimento de bens à penhora, e que não pode ficar
desprovida da certidão de situação fiscal.
(...)
Na presente ação, cinge-se a controvérsia ao oferecimento de
garantia fidejussória com vistas à obtenção de certidão de
regularidade fiscal.
Vislumbro, à primeira vista, a presença de elementos que
evidenciam a probabilidade do direito da autora.
Afigura-se cabível a caução pretendida, com o fito de
antecipar o efeito de penhora atinente ao preenchimento dos
pressupostos previstos no art. 206 do CTN[1], naquelas
situações em que o contribuinte tem contra si lançado crédito
tributário ainda não incrustado em execução fiscal. Mediante
caução, antecipam-se os efeitos que seriam obtidos ou com a
formalização da penhora no executivo fiscal ou com a decisão
administrativa homologatória da compensação, de modo a
viabilizar a extração da certidão positiva de débitos com
efeitos de negativa.
(...)
Para que seja viável o caucionamento do crédito tributário para
emissão da CPD-EN, é imprescindível que a garantia seja
idônea e suficiente à quitação do débito, conforme orienta a
Portaria PGFN 164/2014.
O débito em questão alcança o montante de R$493.593,81
(quatrocentos e noventa e três reais, quinhentos e noventa e
três reais e oitenta e um centavos), conforme planilha
colacionada às fls. 47-48 (ID 24787474), em valores
atualizados até 03.12.2018. Por sua vez, ofertou a autora, em
garantia, caução fidejussória consistente em carta de
fiança acostada à fl. 89 (ID 24781505). O valor da garantia é
de R$641.000,00 (seiscentos e quarenta e um mil reais),
suficiente para garantir a dívida tributária, e o vencimento
da carta de fiança é indeterminado. Há previsão de
reajustamento do valor da garantia conforme variação da taxa
SELIC.
(...)
1. Pelo exposto, defiro a liminar para acolher a prestação
de caução fidejussória consubstanciada na Carta de Fiança nº
FIS41052018 (fls. 89-90; ID 24781505), assegurando à autora
a emissão de certidão positiva de débitos com efeitos de
negativa - CPD-EN, salvo se existirem outros débitos ou fatos
impeditivos, além dos arrolados no Relatório de Situação
Fiscal às fls. 47/48 (ID 24787474).

13

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De se destacar, ainda, que a garantia aqui prestada, apesar de ser
antecedente à execução, visa a expedição da CPD-EN, sendo que, acaso ajuizada a
execução fiscal, lá naqueles futuros autos o Estado exequente poderá questionar a
conversão da caução em penhora, ou ainda propor outra garantia. Todavia, aqui, e
agora, a questão é a aceitação da garantia fidejussória para viabilizar a expedição de CPD-
EN, não havendo que perquirir acerca de ordem de penhora, pois a mesma pode – e deve
– ser relativizada no caso concreto.

Portanto, diante do manifesto direito da parte Autora,


consubstanciado em julgamento de caso repetitivo, entende-se coesa a concessão da Tutela
de Evidência, com amparo no artigo 311, inciso II, do Novo Código de Processo Civil.

PEDIDOS:

Em face do exposto, requer:

a) Seja aceita a EMENDA À INICIAL, para fins


complementar os fatos narrados, demonstrando que a
Autora possui contrato de prestação de serviços com
entes públicos – cópias em anexo -, pelos quais necessita
apresentar certidão de regularidade fiscal, fatos este que
somente corroboram a já demonstrada urgência na
concessão da medida, assim como a probabilidade do
direito buscado;

b) Requer, por fim, a juntada dos inclusos


documentos relativos à companhia garantidora,
demonstrando sua idoneidade e seu robusto lastro
patrimonial, assim como a juntada das inclusas decisões
onde as garantias por ele prestada vem sendo aceitas para
fins de expedição de Certidão Positiva com Efeitos de
Negativa;

c) Por fim, reitera o pedido de concessão da tutela


antecipada, tendo em vista que a garantia ofertada é
idônea, muito superior ao débito, e sua oferta se justifica

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puramente para dar vigência ao exercício do direito de
obter CPD-EN, nos termos do Art. 206/CTN, tendo em
vista que até o momento não constam execuções fiscais
ajuizadas.

Termos em que pede deferimento.


Porto Alegre, 22 de Fevereiro de 2019.

EDUARDO ROSSI BITELLO


OAB/RS 74.935

15

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Número do documento: 19022211201057800000036120630
DATA CEMPRO Folha: 1
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Resumo - Mensal 21/02/2019 16:38
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.

Centro de Custo: 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL

RESUMO Centro de Custo: 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL


Cód Descrição dos Eventos Referência PROVENTOS DESCONTOS
15 Salário Mensal 60U 59.125,20
53 Gratificações 394,16$ 394,16
5058 Insalubridade s/ Piso 492,58U 26.014,80
5204 Dif VA Dissidio 963,60
230 Vale Alimentação 4.195,80
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salá 46$ 2.719,98
901 % Desconto INSS 480$ 6.842,72

TOTA IS 86.497,76 13.758,50


LÍQUIDO 72.739,26
Trab.Proc. Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 60 85.534,16 6.842,72 85.534,16 6.842,74 85.534,16 85.534,16

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Número do documento: 19022211201064800000036120634
DATA CEMPRO Folha: 2
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Resumo - Mensal 21/02/2019 16:38
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.

RESUMO DO PERÍODO
Cód Descrição dos Eventos Referência PROVENTOS DESCONTOS

15 Salário Mensal 60U 59.125,20


53 Gratificações 394,16$ 394,16
5058 Insalubridade s/ Piso 492,58U 26.014,80
5204 Dif VA Dissidio 963,60
230 Vale Alimentação 4.195,80
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salá 46U 2.719,98
901 % Desconto INSS 480% 6.842,72

TOTA IS 86.497,76 13.758,50


LÍQUIDO 72.739,26
Trab.Proc. Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 60 85.534,16 6.842,72 85.534,16 6.842,74 85.534,16 85.534,16

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365008 - Pág. 2
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Número do documento: 19022211201064800000036120634
DATA CEMPRO Folha: 1
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

Centro de Custo: 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL

1826/1826 ALINE DA SILVA JAHNKE PIS: 20081904392


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 02/04/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1583/1583 ANA BEATRIS MARQUETTE SA PIS: 20422268458
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1577/1577 ANA TAINARA FLORES GONCALVES PIS: 14775575275
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:2
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1555/1555 ANGELA CORREA SILVEIRA PIS: 12816978704
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 2
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1565/1565 ARLETE COSTA DOS SANTOS PIS: 12671297671


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1542/1542 BETINA DOS NAVEGANTES DUTRA GUILHERME PIS: 16039865785
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1576/1576 CARMEN DENIZ DA SILVEIRA CARVALHO PIS: 12169153758
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1553/1553 CENI OLIVEIRA MARAGALHONI PIS: 16626387201
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1581/1581 CLAIR DA SILVA DUARTE PIS: 12338070196

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 3
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:


Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1566/1566 CLAUDIA SANTOS RIBEIRO PIS: 12309600875
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1586/1586 CLAUDIA SIMONE MENEZES CORREA PIS: 16186334636
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1562/1562 CLEIA DE QUEVEDO FIGUEIRA PIS: 12337870520
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1580/1580 CLENI SCHWALM PIS: 12334064159

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 3
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 4
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:


Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1564/1564 CRISTIANE PORTO DA MOTTA PIS: 12860970713
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1561/1561 CRISTIANE ROSA PEREIRA PIS: 16447390720
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1551/1551 DANUBIA RODRIGUES PIS: 12850699685
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1842/1842 DEIVIDI JULIO MACHADO GONCALVES PIS: 16122722139

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 5
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:


Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 02/04/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1541/1541 DENISE SILVEIRA LEITE PIS: 16034312311
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1571/1571 EVONIZE TEREZINHA DIERSMANN PEREIRA PIS: 12877989692
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1768/1768 IGOR LEONARDO HENNES VIEIRA PIS: 16244843194
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 30/01/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1559/1559 IVANIR HOLZ PIS: 12510460929

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 6
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:


Cargo/Função: 14 - Supervisor Operacional CBO: 410105 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
53 Gratificações 21 197,08 $ 197,08
5058 Insalubridade s/ Piso 21 433,58 U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 129,28
*TOTA IS 1.632,14 258,34
** L Í Q U I D O 1.373,80
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.616,08 129,28 1.616,08 129,29 1.616,08 1.616,08
1544/1544 JANAINA DUTRA GUILHERME PIS: 16210917292
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1857/1857 JOCELAINE DIAS DA ROSA PIS: 20156929648
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 11/05/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1578/1578 JORGINA DA SILVA LUCAS PIS: 16189152806
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 6
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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 7
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1856/1856 JOSE ANTONIO NUNES ALVES PIS: 12014285839


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 02/05/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1587/1587 JUCIANE DE JESUS DA SILVA PIS: 12634038692
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1535/1535 LOIRACI DE FREITAS CARDOSO PIS: 12443074988
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1914/1914 LUCIA ELENA SOUZA DA ROSA PIS: 12608114670
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 18/05/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 7
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 8
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1554/1554 LUCIA HELENA DE OLIVEIRA DA SILVA PIS: 12304550438


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1736/1736 LUIS RONALDO DOS SANTOS SOUZA PIS: 12434888048
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 14 - Supervisor Operacional CBO: 410105 Dt.Adm.: 01/12/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


53 Gratificações 21 197,08 $ 197,08
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 129,28
*TOTA IS 1.632,14 199,21
** L Í Q U I D O 1.432,93
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.616,08 129,28 1.616,08 129,29 1.616,08 1.616,08
2176/2176 MARIA CAROLINA FREDES PALTIAN PIS: 15262674651
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 05/10/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1590/1590 MARIA DA GRACA OLIVEIRA FREITAS PIS: 12465624344
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 9
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1543/1543 MARIA LEDA DE MOURA MACHADO PIS: 12874635717


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1568/1568 MARIBEL MEIRELLES SOARES PIS: 13039556702
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1550/1550 MARILENA BARTZ PIS: 10861233937
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1849/1849 MARINILDA TAVARES GOMES PIS: 12511282854
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 24/04/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 10
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1557/1557 NISILEI PEREIRA DE AVILA MARTINS PIS: 20685026552


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1585/1585 OLGA SILVEIRA PEREIRA ARTIGAS PIS: 12815479674
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1537/1537 ORAIDE GARCIA PIS: 12465446365
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1588/1588 PATRICE MADRUGA FARIAS PIS: 12931744672
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 10
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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 11
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1592/1592 PATRICIA FONTOURA DA SILVA DE ANTONI PIS: 13122875704


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1573/1573 REJANE CARVALHO METZGER PIS: 12932752709
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1549/1549 RITA DE CASSIA PEREIRA SANCHES PIS: 20154247191
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 2 S.Fam.:2

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
2150/2150 ROBERTA DA SILVA MARTINS PIS: 12851073690
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 16/08/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 11
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 12
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1584/1584 ROSANE MARIA SEMEDO LOPES PIS: 16538909923


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1579/1579 ROSELAINE LUZ ALMEIDA PIS: 12385428549
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1569/1569 ROSIMERI APARECIDA VASCONCELOS DA SILVA PIS: 13113589702
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1575/1575 SANDRA HELENA BOTELHO TAJES PIS: 20062681804
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

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Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 13
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1582/1582 SANDRA MARA SILVA DA SILVA PIS: 12244965467


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1539/1539 SHEILA DA SILVA BARBOZA PIS: 12931745679
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
2197/2197 SILVANA GARCIA MOREIRA PIS: 20365174356
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1572/1572 SIMONE GUIMARAES FREITAS PIS: 16553820423
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

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DATA CEMPRO Folha: 14
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1546/1546 SIMONE MARISA CORREA LEMOS PIS: 12436912604


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1589/1589 TANIA MARA AGUIRRE CAMARGO PIS: 16544490033
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1838/1838 TANIA REGINA GARCIA BARBOSA PIS: 20221294265
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 02/04/2018 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1540/1540 TERESINHA DE JESUS BRUM DUTRA PIS: 20426518378
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 14
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 15
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

1594/1594 TERESINHA DO CARMO DE LIMA PIS: 17024146484


C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1547/1547 URUBATA BRAYER TEIXEIRA PIS: 12674829690
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1538/1538 VALQUIRIA VIANA AMARO PIS: 12276728533
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 1 S.Fam.:1

15 Salário Mensal 21 1U 985,42


5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 183,45
** L Í Q U I D O 1.251,61
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00
1570/1570 VOLMAR ARAUJO DA SILVA PIS: 10757368287
C/Custo: 21 - TRIBUNAL DE Departamento: 228 - TRIBUNAL DE JUS Setor: Seção:
Cargo/Função: 34 - Servente de limpeza II CBO: 514320 Dt.Adm.: 01/11/2017 Dt.Resc.: Depend.: IRF: 0 S.Fam.:0
15 Salário Mensal 21 1U 985,42
5058 Insalubridade s/ Piso 21 1U 433,58
5204 Dif VA Dissidio 21 16,06
230 Vale Alimentação 21 69,93
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salário 21 1U 59,13
901 % Desconto INSS 21 8% 113,52
*TOTA IS 1.435,06 242,58
** L Í Q U I D O 1.192,48
Salário Base Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 985,42 /M 1.419,00 113,52 1.419,00 113,52 1.419,00 1.419,00

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 15
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 16
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Folha Analítica - Mensal 04/02/2019 10:02
LABOR LTDA
Período: 01/01/2019 à 31/01/2019
Tipos proc.: Salário
Nº da Folha: 0 - Todas
Quebras: Centro de Custo
Filtro Por: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Empreg.,Autôn.,Estag.
Cód/Contr. Nome do Trabalhador C/C Referência PROVENTOS DESCONTOS

RESUMO Centro de Custo: 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL


Cód Descrição dos Eventos Referência PROVENTOS DESCONTOS
15 Salário Mensal 60U 59.125,20
53 Gratificações 394,16$ 394,16
5058 Insalubridade s/ Piso 492,58U 26.014,80
5204 Dif VA Dissidio 963,60
230 Vale Alimentação 4.195,80
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salá 46$ 2.719,98
901 % Desconto INSS 480$ 6.842,72

TOTA IS 86.497,76 13.758,50


LÍQUIDO 72.739,26
Trab.Proc. Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 60 85.534,16 6.842,72 85.534,16 6.842,74 85.534,16 85.534,16

RESUMO DO PERÍODO
Cód Descrição dos Eventos Referência PROVENTOS DESCONTOS
15 Salário Mensal 60U 59.125,20
53 Gratificações 394,16$ 394,16
5058 Insalubridade s/ Piso 492,58U 26.014,80
5204 Dif VA Dissidio 963,60
230 Vale Alimentação 4.195,80
240 Vale Transporte ou % Desconto VT s/ Salá 46U 2.719,98
901 % Desconto INSS 480% 6.842,72

TOTA IS 86.497,76 13.758,50


LÍQUIDO 72.739,26
Trab.Proc. Base INSS INSS Desc. Base FGTS FGTS do Mês Base IRF Base PIS
Nesta Folha 60 85.534,16 6.842,72 85.534,16 6.842,74 85.534,16 85.534,16

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365011 - Pág. 16
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201068500000036120637
Número do documento: 19022211201068500000036120637
DATA CEMPRO Folha: 1
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Listagem de Trabalhador Resumida 21/02/2019 16:37
Período: 01/02/2019 até 28/02/2019 LABOR LTDA
C entro de C usto: TRIBU N A L DE JU S TIÇ A RE G IA O S U L | Tipo Trabalhador: Todos

Responsável: DIONISMAR KONIG DA SILVA CPF: 828.615.280-87 RG:


Cód./C. Ponto Nome Cargo/Função Admissão Rescisão
1826/1826 ALINE DA SILVA JAHNKE Servente de limpeza II 02/04/2018 07/02/2019
1583/1583 ANA BEATRIS MARQUETTE SA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1577/1577 ANA TAINARA FLORES GONCALVES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1555/1555 ANGELA CORREA SILVEIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1565/1565 ARLETE COSTA DOS SANTOS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1542/1542 BETINA DOS NAVEGANTES DUTRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1576/1576 CARMEN DENIZ DA SILVEIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1553/1553 CENI OLIVEIRA MARAGALHONI Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1581/1581 CLAIR DA SILVA DUARTE Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1566/1566 CLAUDIA SANTOS RIBEIRO Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1586/1586 CLAUDIA SIMONE MENEZES CORREA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1562/1562 CLEIA DE QUEVEDO FIGUEIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1580/1580 CLENI SCHWALM Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1564/1564 CRISTIANE PORTO DA MOTTA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1561/1561 CRISTIANE ROSA PEREIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1551/1551 DANUBIA RODRIGUES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1842/1842 DEIVIDI JULIO MACHADO Servente de limpeza II 02/04/2018 07/02/2019
1541/1541 DENISE SILVEIRA LEITE Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1571/1571 EVONIZE TEREZINHA DIERSMANN Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1768/1768 IGOR LEONARDO HENNES VIEIRA Servente de limpeza II 30/01/2018 10/02/2019
1559/1559 IVANIR HOLZ Supervisor Operacional 01/11/2017 10/02/2019
1544/1544 JANAINA DUTRA GUILHERME Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1857/1857 JOCELAINE DIAS DA ROSA Servente de limpeza II 11/05/2018 07/02/2019
1578/1578 JORGINA DA SILVA LUCAS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1856/1856 JOSE ANTONIO NUNES ALVES Servente de limpeza II 02/05/2018 07/02/2019
1587/1587 JUCIANE DE JESUS DA SILVA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1535/1535 LOIRACI DE FREITAS CARDOSO Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1914/1914 LUCIA ELENA SOUZA DA ROSA Servente de limpeza II 18/05/2018 07/02/2019
1554/1554 LUCIA HELENA DE OLIVEIRA DA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019

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Número do documento: 19022211201073200000036120641
DATA CEMPRO Folha: 2
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Listagem de Trabalhador Resumida 21/02/2019 16:37
Período: 01/02/2019 até 28/02/2019 LABOR LTDA
C entro de C usto: TRIBU N A L DE JU S TIÇ A RE G IA O S U L | Tipo Trabalhador: Todos

Cód./C. Ponto Nome Cargo/Função Admissão Rescisão


2176/2176 MARIA CAROLINA FREDES PALTIAN Servente de limpeza II 05/10/2018 07/02/2019
1590/1590 MARIA DA GRACA OLIVEIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1543/1543 MARIA LEDA DE MOURA MACHADO Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1568/1568 MARIBEL MEIRELLES SOARES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1550/1550 MARILENA BARTZ Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1849/1849 MARINILDA TAVARES GOMES Servente de limpeza II 24/04/2018 07/02/2019
1557/1557 NISILEI PEREIRA DE AVILA MARTINS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1585/1585 OLGA SILVEIRA PEREIRA ARTIGAS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1537/1537 ORAIDE GARCIA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1588/1588 PATRICE MADRUGA FARIAS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1592/1592 PATRICIA FONTOURA DA SILVA DE Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1573/1573 REJANE CARVALHO METZGER Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1549/1549 RITA DE CASSIA PEREIRA SANCHES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
2150/2150 ROBERTA DA SILVA MARTINS Servente de limpeza II 16/08/2018 07/02/2019
1584/1584 ROSANE MARIA SEMEDO LOPES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1579/1579 ROSELAINE LUZ ALMEIDA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1569/1569 ROSIMERI APARECIDA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1575/1575 SANDRA HELENA BOTELHO TAJES Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1582/1582 SANDRA MARA SILVA DA SILVA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1539/1539 SHEILA DA SILVA BARBOZA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
2197/2197 SILVANA GARCIA MOREIRA Servente de limpeza II 01/11/2018 07/02/2019
1572/1572 SIMONE GUIMARAES FREITAS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1546/1546 SIMONE MARISA CORREA LEMOS Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1589/1589 TANIA MARA AGUIRRE CAMARGO Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1838/1838 TANIA REGINA GARCIA BARBOSA Servente de limpeza II 02/04/2018 07/02/2019
1540/1540 TERESINHA DE JESUS BRUM DUTRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1594/1594 TERESINHA DO CARMO DE LIMA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1547/1547 URUBATA BRAYER TEIXEIRA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1538/1538 VALQUIRIA VIANA AMARO Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019
1570/1570 VOLMAR ARAUJO DA SILVA Servente de limpeza II 01/11/2017 10/02/2019

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DATA CEMPRO Folha: 3
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Listagem de Trabalhador Resumida 21/02/2019 16:37
Período: 01/02/2019 até 28/02/2019 LABOR LTDA
C entro de C usto: TRIBU N A L DE JU S TIÇ A RE G IA O S U L | Tipo Trabalhador: Todos

Cód./C. Ponto Nome Cargo/Função Admissão Rescisão


Total de Trabalhadores Listados 59

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Número do documento: 19022211201073200000036120641
DATA CEMPRO Folha: 1
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Relação de Líquidos 21/02/2019 16:36
Período: 01/02/2019 à 28/02/2019 LABOR LTDA

Tipos proc.: Rescisão


Filtro: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Todos

Cód/Contr. Nome do Trabalhador CPF Tomador C.Custo Banco Agência Conta Líquido

1826/1826 ALINE DA SILVA JAHNKE 019.343.740-67 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511243909 1.997,73
1583/1583 ANA BEATRIS MARQUETTE SA 489.923.130-04 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0860-0 3520516800 2.908,95
1577/1577 ANA TAINARA FLORES GONCALVES 034.997.970-70 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0918-39 3523342609 2.930,82
1555/1555 ANGELA CORREA SILVEIRA 011.480.900-37 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521617600 2.908,95
1565/1565 ARLETE COSTA DOS SANTOS 486.535.350-04 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 104 0460-0 013 - 58738 2.908,95
1542/1542 BETINA DOS NAVEGANTES DUTRA 529.752.400-82 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518742102 2.908,95
1576/1576 CARMEN DENIZ DA SILVEIRA CARVALHO 567.665.640-91 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0115-0 3502599107 2.908,95
1553/1553 CENI OLIVEIRA MARAGALHONI 524.082.050-34 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521619700 2.908,95
1581/1581 CLAIR DA SILVA DUARTE 708.290.800-82 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0770-0 3985025806 2.908,95
1566/1566 CLAUDIA SANTOS RIBEIRO 580.802.600-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0160-0 3519761704 2.908,95
1586/1586 CLAUDIA SIMONE MENEZES CORREA 008.870.520-02 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0136-0 3503405101 2.908,95
1562/1562 CLEIA DE QUEVEDO FIGUEIRA 571.819.260-04 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511113304 2.908,95
1580/1580 CLENI SCHWALM 545.257.480-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0419-0 3502929808 2.908,95
1564/1564 CRISTIANE PORTO DA MOTTA 012.083.270-46 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0169-34 3508654703 2.908,95
1561/1561 CRISTIANE ROSA PEREIRA 011.166.770-40 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511123008 2.908,95
1551/1551 DANUBIA RODRIGUES 680.716.390-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521614105 2.908,95
1842/1842 DEIVIDI JULIO MACHADO GONCALVES 008.460.220-10 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511181806 1.997,73
1541/1541 DENISE SILVEIRA LEITE 616.041.600-63 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518742706 2.908,95
1571/1571 EVONIZE TEREZINHA DIERSMANN 002.222.540-41 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0590-0 3510867909 2.908,95
1768/1768 IGOR LEONARDO HENNES VIEIRA 043.488.270-44 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0918-39 3523341106 2.446,88
1559/1559 IVANIR HOLZ 910.981.140-00 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511113606 2.969,39
1544/1544 JANAINA DUTRA GUILHERME 018.612.020-67 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518741904 2.919,88
1857/1857 JOCELAINE DIAS DA ROSA 003.636.600-54 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3914359609 1.840,06
1578/1578 JORGINA DA SILVA LUCAS 922.780.600-82 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0760-90 3502577804 2.908,95
1856/1856 JOSE ANTONIO NUNES ALVES 401.246.570-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511213600 1.832,41
1587/1587 JUCIANE DE JESUS DA SILVA 010.379.520-06 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0690-0 3501831606 2.919,88
1535/1535 LOIRACI DE FREITAS CARDOSO 643.387.700-15 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0167-72 3505113108 2.908,95
1914/1914 LUCIA ELENA SOUZA DA ROSA 006.412.420-77 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511229507 1.832,41
1554/1554 LUCIA HELENA DE OLIVEIRA DA SILVA 539.994.010-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511122806 2.908,95
2176/2176 MARIA CAROLINA FREDES PALTIAN 044.281.060-17 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0870-68 3507006805 1.044,08
1590/1590 MARIA DA GRACA OLIVEIRA FREITAS 451.290.530-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521615500 2.908,95
1543/1543 MARIA LEDA DE MOURA MACHADO 021.552.410-11 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518742900 2.919,88
1568/1568 MARIBEL MEIRELLES SOARES 004.300.910-79 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0160-0 35191150104 2.919,88
1550/1550 MARILENA BARTZ 338.419.690-20 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511122303 2.908,95
1849/1849 MARINILDA TAVARES GOMES 881.577.170-00 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511190104 1.832,41
1557/1557 NISILEI PEREIRA DE AVILA MARTINS 016.031.120-90 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521611408 2.908,95

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:10 Num. 36365017 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201077500000036120643
Número do documento: 19022211201077500000036120643
DATA CEMPRO Folha: 2
1 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
WinDP - V: 6.21C Relação de Líquidos 21/02/2019 16:36
Período: 01/02/2019 à 28/02/2019 LABOR LTDA

Tipos proc.: Rescisão


Filtro: Centro de Custo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REGIAO SUL | Tipo Trabalhador: Todos

Cód/Contr. Nome do Trabalhador CPF Tomador C.Custo Banco Agência Conta Líquido
1585/1585 OLGA SILVEIRA PEREIRA ARTIGAS 759.013.660-34 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0167-72 3503944304 2.908,95
1537/1537 ORAIDE GARCIA 683.699.800-15 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518741807 2.908,95
1588/1588 PATRICE MADRUGA FARIAS 583.830.770-68 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0775-77 3508445906 2.908,95
1592/1592 PATRICIA FONTOURA DA SILVA DE 034.093.800-51 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0136-0 3503503502 2.908,95
1573/1573 REJANE CARVALHO METZGER 767.245.570-20 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0235-23 3985025105 2.919,88
1549/1549 RITA DE CASSIA PEREIRA SANCHES 009.700.370-07 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511122907 2.930,82
2150/2150 ROBERTA DA SILVA MARTINS 013.045.970-40 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 1059-53 3920038103 1.359,41
1584/1584 ROSANE MARIA SEMEDO LOPES 682.134.410-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0870-68 3507965906 2.908,95
1579/1579 ROSELAINE LUZ ALMEIDA 929.178.790-68 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0400-0 3504655209 2.908,95
1569/1569 ROSIMERI APARECIDA VASCONCELOS DA 600.914.790-53 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0160-0 3518906601 2.908,95
1575/1575 SANDRA HELENA BOTELHO TAJES 686.649.660-87 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0115-0 3985251105 2.908,95
1582/1582 SANDRA MARA SILVA DA SILVA 463.074.000-72 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0400-0 3504655101 2.908,95
1539/1539 SHEILA DA SILVA BARBOZA 010.376.450-06 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0330-14 3518650100 2.908,95
2197/2197 SILVANA GARCIA MOREIRA 885.336.890-04 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0590-0 3511215301 894,06
1572/1572 SIMONE GUIMARAES FREITAS 016.934.750-81 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0235-23 3504082705 2.908,95
1546/1546 SIMONE MARISA CORREA LEMOS 571.839.880-15 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511243506 2.908,95
1589/1589 TANIA MARA AGUIRRE CAMARGO 585.936.080-00 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0640-0 3585008704 2.908,95
1838/1838 TANIA REGINA GARCIA BARBOSA 457.714.990-72 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0470-0 3520206100 1.990,08
1540/1540 TERESINHA DE JESUS BRUM DUTRA 529.743.670-20 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 104 0497-9 013 - 348444 2.908,95
1594/1594 TERESINHA DO CARMO DE LIMA 501.924.000-10 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0949-86 3501060506 2.919,88
1547/1547 URUBATA BRAYER TEIXEIRA 962.832.380-68 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0772-0 3511123903 2.908,95
1538/1538 VALQUIRIA VIANA AMARO 739.382.380-20 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0357-0 3521612609 2.919,88
1570/1570 VOLMAR ARAUJO DA SILVA 235.290.590-72 113 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 21 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA 41 0160-0 3519780306 2.908,95

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

FICHA CADASTRAL COMPLETA

NESTA FICHA CADASTRAL COMPLETA, AS INFORMAÇÕES DOS QUADROS “EMPRESA”, “CAPITAL”, “ENDEREÇO”, “OBJETO SOCIAL” E
“TITULAR/SÓCIOS/DIRETORIA” REFEREM-SE À SITUAÇÃO DA EMPRESA NO MOMENTO DE SUA CONSTITUIÇÃO OU AO SEU PRIMEIRO
REGISTRO CADASTRADO NO SISTEMA INFORMATIZADO.

A SEGUIR, SÃO INFORMADOS OS EXTRATOS DOS ARQUIVAMENTOS POSTERIORMENTE REALIZADOS, SE HOUVER.

A AUTENTICIDADE DESTA FICHA CADASTRAL COMPLETA PODERÁ SER CONSULTADA NO SITE WWW.JUCESPONLINE.SP.GOV.BR, MEDIANTE
O CÓDIGO DE AUTENTICIDADE INFORMADO AO FINAL DESTE DOCUMENTO.

PARA EMPRESAS CONSTITUÍDAS ANTES DE 1.992, OS ARQUIVAMENTOS ANTERIORES A ESTA DATA DEVEM SER CONSULTADOS NA FICHA
DE BREVE RELATO (FBR).

EMPRESA

FIB BANK - GARANTIA DE FIANCAS FIDEJUSSORIAS S.A.

TIPO: SOCIEDADE POR AÇÕES

NIRE MATRIZ DATA DA CONSTITUIÇÃO EMISSÃO

35300494351 10/08/2016 07/12/2016 10:48:07

INÍCIO DE ATIVIDADE CNPJ INSCRIÇÃO ESTADUAL

16/11/2015 23.706.333/0001-36

CAPITAL

R$ 10.000.000.000,00 (DEZ BILHÕES DE REAIS)

ENDEREÇO

LOGRADOURO: AVENIDA IBIRAPUERA NÚMERO: 2144

BAIRRO: INDIANOPOLIS COMPLEMENTO: 7 AD, CJ. 72

MUNICÍPIO: SAO PAULO CEP: 04028-001 UF: SP

OBJETO SOCIAL

ATIVIDADES DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL, EXCETO CONSULTORIA TÉCNICA ESPECÍFICA


OUTRAS SOCIEDADES DE PARTICIPAÇÃO, EXCETO HOLDINGS

TITULAR / SÓCIOS / DIRETORIA

RENAN FERREIRA ANISIO, NACIONALIDADE BRASILEIRA, CPF: 323.814.408-10, RG/RNE: 337270089 - SP, RESIDENTE À AVENIDA IBIRAPUERA,
2144, 7 AD, CJ. 72, INDIANOPOLIS, SAO PAULO - SP, CEP 04028-001, NA SITUAÇÃO DE DIRETOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO, COM
TÉRMINO DE MANDATO EM 17/02/2018.

WAGNER AMILCAR POTENZA, NACIONALIDADE BRASILEIRA, CPF: 698.791.508-30, RG/RNE: 49633508 - SP, RESIDENTE À AVENIDA
IBIRAPUERA, 2144, 7 AD, CJ. 72, INDIANOPOLIS, SAO PAULO - SP, CEP 04028-001, NA SITUAÇÃO DE DIRETOR PRESIDENTE, COM TÉRMINO
DE MANDATO EM 17/02/2018.

ARQUIVAMENTOS

Documento Gratuito Página 1 de 2


Proibida a Comercialização

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SESSÃO: 10/08/2016

TRANSFORMADA DE NIRE 35229547281.

FIM DAS INFORMAÇÕES PARA NIRE: 35300494351


DATA DA ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO DA BASE DE DADOS: 06/12/2016

Ficha Cadastral Completa certificada para SABRINA SILVEIRA LUZZI:71256130125


[ Autenticidade: 79545896 ] - Junta Comercial do Estado de São Paulo - www.jucesponline.sp.gov.br

Documento Gratuito NIRE: 35300494351 Página 2 de 2


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Justiça Federal da 1ª Região
PJe - Processo Judicial Eletrônico

14/12/2018

Número: 1015256-17.2018.4.01.3800
Classe: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE
Órgão julgador: 20ª Vara Federal Cível da SJMG
Última distribuição : 11/12/2018
Valor da causa: R$ 640.700,00
Assuntos: CND/Certidão Negativa de Débito
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? NÃO
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Procurador/Terceiro vinculado
LOC MASTER - LOCADORA DE EQUIPAMENTOS EIRELI LUIZ CARLOS DE ANDRADE LOPES (ADVOGADO)
(REQUERENTE)
FAZENDA NACIONAL (REQUERIDO)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
25150 13/12/2018 07:20 Decisão Decisão
483

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:11 Num. 36365031 - Pág. 1
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Número do documento: 19022211201158900000036120657
Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais
20ª Vara Federal Cível da SJMG

PROCESSO: 1015256-17.2018.4.01.3800
CLASSE: TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE (12134)
REQUERENTE: LOC MASTER - LOCADORA DE EQUIPAMENTOS EIRELI
Advogado do(a) REQUERENTE: LUIZ CARLOS DE ANDRADE LOPES - SP240052 REQUERIDO: FAZENDA NACIONAL

DECISÃO

LOC MASTER – LOCADORA DE EQUIPAMENTOS EIRELI, qualificada nestes


autos, propôs, em desfavor da UNIÃO FEDERAL (Fazenda Nacional), ação com pedido de tutela
cautelar antecipada de urgência, pleiteando o oferecimento de caução consistente em carta de
fiança, com vistas à obtenção de certidão positiva de débito com efeitos de negativa - CPD-EN,
relativamente aos débitos apontados na inicial – processos administrativos n.
13804.721.649/2018-91, 13804.721.967/2018-52, 15504.726.704/2018-40.

Relatou a autora, em suma, que tem por objeto social atividades relacionadas à
locação de máquinas e equipamentos para construção, montagem e desmontagem de andaimes,
aluguel de andaimes e manutenção de máquinas; atividade que exige a manutenção do atestado
de regularidade fiscal, mediante Certidão de Débitos relativos a créditos tributários federais e à
Dívida Ativa da União, vez que as empresas com quem contrata são sujeitas a auditoria fiscal, sob
pena de rescisão dos referidos contratos. Em virtude do iminente vencimento da atual CND, em
18.12.2018, optou por ajuizar esta ação, com pedido cautelar. Afirma que as pendências com a
fazenda dizem respeito a “pedidos de liquidação com créditos requeridos por meio de
compensação e outros que apreciados deixou a SRFB de encaminhá-los para a PGFN”. Informa
que o passivo tributário é de R$493.593,81 e acosta o relatório de situação fiscal.

Salienta que não pretende discutir o objeto dos débitos que são objeto de
inconsistência e explica que se trata de compensação ainda não homologada pela SRFB. Alega
que apresentou pedido de extinção de créditos tributários por compensação com créditos de
precatórios, a teor do art. 2º da EC 62/2006 e art. 30, §§1º e 2º da Lei 12.431/2011, adquiridos

Assinado eletronicamente por: ROBSON DE MAGALHAES PEREIRA - 13/12/2018 07:20:28 Num. 25150483 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje-web/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=18121307202838100000025004552
Número do documento: 18121307202838100000025004552

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:11 Num. 36365031 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19022211201158900000036120657
Número do documento: 19022211201158900000036120657
conforme Escritura Pública de Sub-Rogação de direitos creditórios, de 25.04.2018, pelo Cartório
de Notas do Município de Abadiânia/GO, no montante de R$400.000,00, oriundo de Reclamação
Trabalhista contra a União, transitada em julgado.

Sustenta que há perigo de dano, vez que a não emissão da CND/CPD-EM impede
obtenção de financiamentos e participação em procedimentos licitatórios.

Para caucionar os débitos tributários a autora oferece garantia fidejussória


consistente na Carta Fiança n. 41052018, emitida pelo FIB BANK Garantia de Fianças
Fidejussória S/A, no valor de R$640.700,00, como autoriza o art. 9º da Lei 6.830/80. Destaca que
a Companhia FIB Bank é sociedade anônima de capital fechado, que tem por objeto social a
prestação de serviços de fiança, garantia fidejussória para terceiros. O cumprimento das
obrigações é garantido por meio dos ativos que compõem seu patrimônio, nos termos dos arts.
818 a 839 do CC. Ressalta ainda que a inscrição junto ao Bacen faz-se desnecessária, vez que
não se trata de instituição financeira. Aduz que poderá haver longo transcurso de prazo entre a
não homologação dos débitos e o oferecimento de bens à penhora, e que não pode ficar
desprovida da certidão de situação fiscal.

Pede, ao final, seja julgado procedente o pedido “com a confirmação da medida


liminar, mediante a consumação da caução dos débitos da Autora indicados acima, por meio da
carta fiança fidejussória, com a manutenção da Certidão Positiva de Débitos, com Efeito de
Negativa, o que impede a inscrição de seu nome no Cadastro Informativo de Créditos não
quitados do setor Público Federal – CADIN”.

Com a inicial, vieram aos autos a procuração e documentos.

É o relatório. Passo a decidir.

Cuida-se de ação regularmente processada, via da qual pretende a autora a


admissão de caução fidejussória (carta de fiança), de valor suficiente à garantia dos créditos
tributários que lhe são imputados, cuja compensação com precatórios cedidos por terceiro foi
administrativamente requerida e está sob análise da Receita Federal, com vistas à obtenção de
certidão positiva de débito com efeitos de negativa - CPD-EN.

Advirta-se, inicialmente, que a discussão relativa à legitimidade da compensação


realizada pela autora, para quitação de créditos tributários próprios com créditos de precatórios
adquiridos de terceiros, mediante sub-rogação e conforme contrato lavrado em cartório, deve ser
realizada no âmbito da ação declaratória ou de eventuais embargos à execução, local propício
para o questionamento da materialidade do crédito tributário.

Na presente ação, cinge-se a controvérsia ao oferecimento de garantia fidejussória


com vistas à obtenção de certidão de regularidade fiscal.

Assinado eletronicamente por: ROBSON DE MAGALHAES PEREIRA - 13/12/2018 07:20:28 Num. 25150483 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje-web/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=18121307202838100000025004552
Número do documento: 18121307202838100000025004552

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:11 Num. 36365031 - Pág. 3
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Número do documento: 19022211201158900000036120657
Vislumbro, à primeira vista, a presença de elementos que evidenciam a
probabilidade do direito da autora.

Afigura-se cabível a caução pretendida, com o fito de antecipar o efeito de penhora


atinente ao preenchimento dos pressupostos previstos no art. 206 do CTN[1], naquelas situações
em que o contribuinte tem contra si lançado crédito tributário ainda não incrustado em execução
fiscal. Mediante caução, antecipam-se os efeitos que seriam obtidos ou com a formalização da
penhora no executivo fiscal ou com a decisão administrativa homologatória da compensação, de
modo a viabilizar a extração da certidão positiva de débitos com efeitos de negativa.

Entrementes, não se presta a caução para suspender a exigibilidade dos créditos


tributários, eis que não há previsão da hipótese dentre as elencadas no art. 151 do CTN, cujo rol é
exaustivo. A providência está restrita a garantir o crédito formalizado, à semelhança da penhora na
execução fiscal, permitindo a concessão da certidão de regularidade fiscal nos moldes do art. 206
do CTN.

Para que seja viável o caucionamento do crédito tributário para emissão da CPD-EN,
é imprescindível que a garantia seja idônea e suficiente à quitação do débito, conforme orienta a
Portaria PGFN 164/2014.

O débito em questão alcança o montante de R$493.593,81 (quatrocentos e


noventa e três reais, quinhentos e noventa e três reais e oitenta e um centavos), conforme
planilha colacionada às fls. 47-48 (ID 24787474), em valores atualizados até 03.12.2018.

Por sua vez, ofertou a autora, em garantia, caução fidejussória consistente em carta
de fiança acostada à fl. 89 (ID 24781505). O valor da garantia é de R$641.000,00 (seiscentos e
quarenta e um mil reais), suficiente para garantir a dívida tributária, e o vencimento da carta de
fiança é indeterminado. Há previsão de reajustamento do valor da garantia conforme variação da
taxa SELIC.

O STJ manifestou entendimento no sentido de que a carta de fiança bancária, por


não corresponder ao depósito do montante integral do tributo, não suspende a exigibilidade do
crédito tributário (STJ, EDcl no AREsp 173.841/PE, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES,
PRIMEIRA TURMA, julgado em 01/10/2013, DJe 14/10/2013 e REsp 1.215.750/RS, Rel. Ministra
ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 14/05/2013, DJe 20/05/201), é o que se deduz
do Enunciado n. 112 de sua Súmula[2].

O posicionamento foi referendado pelo STJ em sede do recurso repetitivo, Tema n.


378, Órgão Julgador: Primeira Seção, referente ao Resp 1156668/DF, anotando, na oportunidade,
que não é possível substituir o depósito do montante integral por fiança bancária para suspensão
da exigibilidade do crédito tributário:

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Número do documento: 19022211201158900000036120657
A fiança bancária não é equiparável ao depósito integral do débito exequendo para fins de
suspensão da exigibilidade do crédito tributário, ante a taxatividade do art. 151 do CTN e o
teor do Enunciado Sumular n. 112 desta Corte.

Nesse diapasão, a fiança apresentada é admissível, contudo apenas com finalidade


de afastar óbice à emissão da certidão positiva com efeitos de negativa, e para evitar a inscrição
do nome do devedor no CADIN.

A propósito do tema trago à colação os seguintes acórdãos do Superior Tribunal de


Justiça e dos Tribunais Regionais, inclusive o da 1ª Região:

..EMEN: TRIBUTÁRIO. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO TRIBUTO. CARTA


DE FIANÇA BANCÁRIA. IMPOSSIBILIDADE DE EQUIPARAÇÃO A DINHEIRO
PARA ESSE EFEITO. RECURSO REPETITIVO. 1. "A fiança bancária não é
equiparável ao depósito integral do débito exequendo para fins de suspensão da
exigibilidade do crédito tributário, ante a taxatividade do art. 151 do CTN e o teor do
Enunciado Sumular n. 112 desta Corte (...)" (REsp 1.156.668/DF, Rel. Ministro Luiz
Fux, Primeira Seção, DJe 10/12/2010, submetido ao regime do art. 543-C do
CPC/1973). 2. Ao contrário do que sustenta o recorrido, a leitura do acórdão
impugnado revela que a suspensão da exigibilidade do crédito tributário decorreu
da aceitação da carta de fiança, e não do reconhecimento de requisitos que
poderiam fundamentar a antecipação de tutela. 3. Recurso Especial provido. (STJ,
Resp 1652754, acórdão 2017.00.18816-2, Relator Herman Benjamin, Órgão Julgador
Segunda Turma, publ. DJE em 19.04.2017)

EMEN: PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO


AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO FISCAL. SUSPENSÃO DA
EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. INEXISTÊNCIA DE EQUIPARAÇÃO
DA FIANÇA BANCÁRIA AO DEPÓSITO DO MONTANTE INTEGRAL DO TRIBUTO
DEVIDO. RECURSO ESPECIAL REPETITIVO 1.156.668/DF. NECESSIDADE DE
GARANTIA E ANÁLISE DO JUIZ ACERCA DA RELEVÂNCIA DA ARGUMENTAÇÃO
E DA OCORRÊNCIA DE GRAVE DANO DE DIFÍCIL E INCERTA REPARAÇÃO.
RECURSO ESPECIAL REPETITIVO 1.272.827/PE. 1. O STJ, no julgamento do
Recurso Especial Repetitivo 1.156.668/DF (Rel. Min. Luiz Fux, DJe 10/12/2010),
firmou posicionamento no viés de que a fiança bancária não é equiparável ao
depósito integral do débito exequendo, para fins de suspensão da exigibilidade do
crédito tributário, ante a taxatividade do art. 151 do CTN e do enunciado da Súmula
112/STJ. 2. Este Tribunal Superior, no julgamento do Recurso Especial Repetitivo
1.272.827/PE (Rel. Min. Mauro Campbell Marques, DJe 31/05/2013), assentou
entendimento na linha de que, para atribuição de efeitos suspensivos aos embargos
do devedor, não basta a apresentação de garantia, é imperiosa a verificação pelo juiz
da relevância da fundamentação (fumus boni iuris) e do perigo de dano irreparável ou
de difícil reparação (periculum in mora). 3. Logo, a carta de fiança bancária oferecida
no bojo de ação anulatória de crédito tributário, por si só, não é capaz de suspender

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a exigibilidade do crédito, tampouco, da execução fiscal (§1º do art. 585 do CPC). 4.
Agravo regimental não provido. (STJ, AGARESP 2013.03.30181-9; Rel. Benedito
Gonçalves, Órgão Julgador Primeira Turma, publ. DJe 07.04.2014)

DIREITO ADMINISTRATIVO. TERMOS DE CONSTATAÇÃO LANÇADOS PELA


FAZENDA NACIONAL EM FACE DE OPERAÇÃO ENVOLVENDO A ASSUNÇÃO
PELO UNIBANCO DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS BANCÁRIAS DO BANCO
NACIONAL S/A. ANÁLISE DA LEGALIDADE. INIDONEIDADE DA CARTA DE
FIANÇA PARA A SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO
NÃO INSCRITO EM DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO. 1. No que toca às perdas com
renegociação (Termo de Constatação de fls. 61/67 do PA), a prova pericial, ao
responder à quesitação ofertada pela União Federal, foi enfática ao afirmar que os
documentos foram apresentados em Juízo parcialmente, chamando aos autos
aqueles de maior repercussão, mas que todos os documentos foram examinados,
dando por adequado o direito exercido pelo apelante. 2. Não procede a alegação de
negativa de jurisdição em relação à dedutibilidade das perdas no recebimento de
créditos com garantia (Termo de Constatação de fls. 77/81 do PA). Manifestada
renúncia ao direito sobre o qual se funda a ação, o Juízo de primeiro grau não
poderia mesmo se manifestar sobre o tema, e sequer há possibilidade de se agitar a
matéria em sede de apelação. A situação da empresa há de ser levada à
administração fazendária em relação aos valores já objeto de parcelamento. 3. A
autuação decorrente do entendimento de que o preço total contratado refere-se à
aquisição do fundo de comércio e o ágio na aquisição de investimentos que foram
tratados pela instituição apelante como Ativo Diferido (Termo de Constatação de fls.
227/266 do PA), deve ser anulada. O próprio Fisco reconheceu que após a
intervenção o nome comercial, o logotipo ou insígnia e a marca do Banco Nacional
(elementos do Fundo Comercial ou Estabelecimento Comercial), perderam qualquer
valor econômico, e que o parecerista da COSIT tinha inteiro conhecimento do
negócio praticado, aliás com a interferência do Bacen. 4. No que se refere à provisão
de devedores duvidosos (Termo de Constatação de fls. 124/138 do PA), não se
desincumbindo o autor de provar as alegações trazidas com a inicial, deve ser
mantida a exigência fiscal na sua integralidade. 5. A apresentação de fiança
bancária, de fato, não suspende a exigibilidade de crédito tributário, eis que não
figura no rol do art. 151, CTN. Na hipótese dos autos, contudo, o que foi deferido pelo
r. Juizo "a quo" foi unicamente a concessão de tutela para que, considerando a
fiança bancária apresentada, os débitos sobre os quais foi reconhecida a exigência
tributaria não se constituísse em óbice à obtenção pela instituição financeira de
certidão positiva com efeitos de negativa e em decorrência não viesse a recorrente a
ter seu nome inscrito no Cadin. Nada mais foi afirmado em relação à suspensão da
exigibilidade do crédito tributário. 6. Apelação do autor parcialmente provida.
Apelação da ré e reexame necessário desprovidos. (TRF3, acórdão
0018434-07.2007.4.03.6100, Quarta Turma, REl. Des. Federal Marli Ferreira, publ.
e-DJF3 em 26.10.2018)

Trata-se de recurso de agravo de instrumento, interposto pela UNIÃO com pedido de


efeito ativo, para reforma de decisão de Juiz que, em ação cautelar inominada,
deferira oferecimento de Carta de Fiança Bancária. Alega a Agravante que, em
síntese, que a carta de fiança ofertada não atende aos requisitos legais. A decisão
foi proferida nos seguintes termos, verbis: BRASKEM S.A, qualificada nos autos da

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presente Ação Cautelar Inominada apresentou Cartas de Fiança Bancária para
Garantia de Execução Fiscal proposta pela UNIÃO na capital do Estado, conforme
documentação de fls. 321,326 e 327, cartas de fiança emitidas pelo Banco do Brasil
S.A., em 31 de makio de 2013, data em que não havia Execução proposta contra a
requerente. A magistrada que presidia determinou a ouvida da Fazenda Nacional,
que por sua vez não aceitou as garantias bancárias apresentadas, tendo
manifestado-se pelo o depósito em dinheiro para discussão dos débitos fiscais. As
garantias bancárias juntadas aos autos pela requerente BRASKEM S.A.,
apresentam-se formalmente aptas para a produção de seus efeitos legais conforme
jurisprudência sobre a matéria, para fins de garantia em execuções fiscais pelo
conforme decisão já prolatada nos autos em epígrafe em dezembro de 2010, cujas
as garantias perderam as validade e desta forma as garantia foram renovadas pela
requerente nos autos nos termos e nas mesmas condições com a emissão na
condição de garantidor, o Banco do Brasil S.A. Em razão do exposto, concluir que a
documentação bancária apresentada nos autos por BRASKEM S.A apresentam-se
aptas a garantia dos créditos tributários em discussão devidamente descrita nos
autos em epígrafe. Proceda-se o desentranhamento das garantias bancárias como
requerido em fls. 348, com as devidas formalidades de praxe, sendo que, as
garantias aceitas nesta decisão deverão ser remetidas para a Vara competente da
Justiça Federal na Comarca de Salvador. Intime-se a Fazenda Nacional para
conhecimento nãos termos da presente decisão os procuradores da empresa
requerente na forma da lei. Após o cumprimento autos conclusos para o
prosseguimento da presente Ação Cautelar. Com efeito, a Lei nº 6.830/80, art. 9º, §
3º, equipara a fiança bancária ao depósito em dinheiro para efeito de penhora no
processo executivo, e que o efeito da caução é o mesmo da penhora se ajuizada
Execução Fiscal, afigurando-se-me lídima a suspensão da exigibilidade do crédito
tributário em razão de caução por meio de Carta de Fiança Bancária de valor
superior ao da dívida e com prazo de validade indeterminado. Nesse sentido: ¿
TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL - AÇÃO CAUTELAR - SUSPENSÃO DA
EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO - GARANTIA IDÔNEA E SUFICIENTE
- LIMINAR DEFERIDA - AGRAVO DE INSTRUMENTO - CARTA DE FIANÇA
BANCÁRIA COM PRAZO DE VALIDADE INDETERMINADO - CÓDIGO
TRIBUTÁRIO NACIONAL, ART. 151; LEI COMPLEMENTAR Nº 104/2001 -
EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITO COM EFEITOS DE NEGATIVA
- POSSIBILIDADE. a) Agravo de Instrumento em Ação Cautelar. b) Decisão de
origem - Liminar deferida. 1 - Embora o art. 151 do Código Tributário Nacional não
preveja a caução como uma das formas de suspensão da exigibilidade de crédito
tributário, não há ilegalidade na medida, uma vez que, após o advento da Lei
Complementar nº 104/2001, que alterou o Código Tributário Nacional, é admissível
a suspensão de crédito tributário por meio de concessão de liminar ou Mandado de
Segurança, ou Ação Cautelar, ou antecipação dos efeitos da tutela em Ações
Ordinárias. 2 - Considerando que a Lei nº 6.830/80, art. 9º, § 3º, equipara a fiança
bancária ao depósito em dinheiro para efeito de penhora no processo executivo, e
que o efeito da caução é o mesmo da penhora se ajuizada Execução Fiscal, lídima a
suspensão da exigibilidade do crédito tributário em razão de caução por meio de
Carta de Fiança Bancária de valor superior ao da dívida e com prazo de validade
indeterminado. 3 - Não merece acolhida a irresignação da Agravante, uma vez que a
decisão agravada está em sintonia com o entendimento jurisprudencial sobre a
matéria. 4 - Agravo de Instrumento denegado. 5 - Decisão confirmada.¿ (AG nº
2009.01.00.019806-4/DF - Rel. Des. Federal Catão Alves - Sétima Turma - Unânime
- e-DJF1 09/9/2011 - pág.792.) (Grifei.) Ante o exposto, nego provimento ao agravo

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de instrumento. Publique-se. Intimem-se. Brasília, 6 de março de 2018.
Desembargador Federal JOSÉ AMILCAR MACHADO

(TRF1, AI 0069320-21.2013.4.01.0000, DESEMBARGADOR FEDERAL JOSÉ


AMILCAR MACHADO, e-DJF1 26/03/2018)

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AÇÃO ANULATÓRIA. CAUÇÃO. BEM


IMÓVEL. EXPEDIÇÃO DE CPD-EN. POSSÍBILIDADE. ART. 543-C, § 7º, II, DO
CPC. SUSPENSÃO DA EXIGILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO.
IMPOSSIBILIDADE. 1. No julgamento do REsp 1156668/DF, realizado na sistemática
dos recursos repetitivos, o STJ decidiu que a prestação de caução, mediante o
oferecimento de fiança bancária, ainda que no montante integral do valor devido, não
ostenta o efeito de suspender a exigibilidade do crédito tributário, mas apenas de
garantir o débito exequendo, em equiparação ou antecipação à penhora, com o
escopo precípuo de viabilizar a expedição de Certidão Positiva com Efeitos de
Negativa e a oposição de embargos. 2. Incabível a suspensão da exigibilidade do
crédito tributário, uma vez que ausentes as hipóteses previstas no art. 151 do CTN;
entretanto, nos termos da orientação firmada pelo STJ, possível a expedição de
CPD-EN em favor do contribuinte. 3. Para a obtenção de CPD-EN, os bens
oferecidos em caução devem ser suficientes para a garantia do crédito tributário. 4.
Agravo de instrumento a que se dá parcial provimento.A Turma, por unanimidade,
deu parcial provimento ao agravo de instrumento.

(AG 0042377-59.2016.4.01.0000, DESEMBARGADORA FEDERAL MARIA DO


CARMO CARDOSO, TRF1 - OITAVA TURMA, e-DJF1 DATA:10/02/2017 PAGINA:.)

Sublinhe-se, por derradeiro, que o perigo de dano sobressai, na espécie, da


impossibilidade de o contribuinte participar de licitações, de se valer de Regimes Especiais de
Tributação, de contratar com o Poder Público e de obter empréstimos bancários, por não ostentar
a certidão vindicada, ocasionando-lhe prejuízos que poderão abalar seu equilíbrio financeiro e
colocar em risco a sua saúde empresarial.

No que tange à via processual, o autor requereu o processamento inicial desta ação
conforme prescrito no art. 305/303 do CPC. Contudo, da leitura da petição inicial, verifico que os
fatos e fundamentos de direito foram integramente descritos, sendo inclusive formulado o pedido
de mérito, não se justificando o processamento da ação por meio desta via de conhecimento
provisório da lide. Assim, em corolário aos princípios da celeridade e economia processual, a
petição inicial deve ser recebida pelo procedimento comum, com pedido de tutela de urgência com
fulcro no art. 300 do CPC.

1. Pelo exposto, defiro a liminar para acolher a prestação de caução fidejussória


consubstanciada na Carta de Fiança nº FIS41052018 (fls. 89-90; ID 24781505), assegurando à
autora a emissão de certidão positiva de débitos com efeitos de negativa - CPD-EN, salvo se
existirem outros débitos ou fatos impeditivos, além dos arrolados no Relatório de Situação Fiscal
às fls. 47/48 (ID 24787474).

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Número do documento: 19022211201158900000036120657
2. Recebo a petição inicial pelo procedimento comum previsto nos arts. 319 e ss.
do CPC.

3. Deixo de designar audiência de conciliação, haja vista manifestação contrária


da União mediante Ofício nº 000099/GAB/PFN/MG/2016, e c/c com o §4º, II, do art. 334 do NCPC.

4. Cite-se a parte ré para, querendo, contestar no prazo legal. Na oportunidade


deverá a parte ré dizer, motivadamente, se e quais provas pretende produzir.

5. Determino que a parte ré, quando da apresentação da peça contestatória, traga


aos autos todo e qualquer documento que possua, legível, relativo ao objeto do presente litígio.

6. Apresentada a contestação, caso haja alegação de quaisquer das matérias


enumeradas no art. 337 do NCPC e de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito,
intime-se a parte autora para que se manifeste, oportunidade em que deverá dizer,
motivadamente, se e quais provas pretende produzir.

7. O impulso necessário ao cumprimento desta decisão deverá ser dado pelos


próprios servidores, na forma do art. 203, § 4º, do NCPC.

Belo Horizonte, 13 de dezembro de 2018.

ROBSON DE MAGALHÃES PEREIRA


Juiz Federal Substituto da 20ª Vara/SJMG

carta fiança.CPD-EN.art. 303.defere mas recebe como proc ord.1015256.17.2018/val

[1] Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de
créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja
exigibilidade esteja suspensa.

[2] O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro.

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Número do documento: 19022211201158900000036120657
Juízo: 6ª Vara da Fazenda Pública - Porto Alegre
Processo: 9049200-28.2018.8.21.0001
Tipo de Ação: DIREITO PROCESSUAL CIVIL E DO TRABALHO :: Liminar
Autor: FORNECEDORA LAJEADENSE DE MATERIAL ÓPTICO LTDA - EPP
Réu: Estado do Rio Grande do Sul
Local e Data: Porto Alegre, 19 de fevereiro de 2019

SENTENÇA
Vistos.

Trata-se de ação cautelar de caução prévia à execução fiscal ajuizada por FORNECEDORA
LAJEADENSE DE MATERIAL ÓPTICO LTDA - EPP através da qual, em sede de tutela de
evidência, pretende a expedição da CPD-EN, bem como a não inscrição no CADIN,
SERASA e SPC. Oferta a carta fiança nº FIS40522018, no valor de R$ 124.104,04, como
caução aos débitos nº 4157963 (R$ 23.610,95), 41757971 (R$ 16.637,28) e 41757955 (R$
54.582,96). Apresenta documentos.

A tutela de urgência foi deferida (fls. 42/43).

Citado e intimado da decisão que deferiu a tutela, o Estado opôs embargos de


declaração, alegando (I) a inadequação do valor atribuído à causa; (II) a impossibilidade de
ser aceita a garantia em razão da possibilidade das execuções fiscais serem ajuizadas em
comarcas distintas; e (III) a ocorrência de erro material na identificação do número
dos débitos na decisão recorrida. Em análise aos embargos opostos (decisões de fls. 83/84 e
100), a insurgência foi parcialmente acolhida para que fossem corrigidos os erros materiais
apontados.

Opostos novos embargos, o Estado ressuscitou a inadequação do valor atribuído à causa e


arguiu a impossibilidade de ser aceita a carta fiança emitida pela empresa FIB BANK, por
não se tratar a emitente de instituição financeira devidamente registrada junto ao Banco
Central. Estes embargos foram desacolhidos conforme decisão de fls. 159/160.

O Ministério Público declinou de intervir no feito.

É o breve relatório.
Decido.

De início, destaco que, pelos motivos alinhados na petição de fls. 170/171, o Estado deixou
de apresentar contestação nestes autos, manifestando, no entanto, ao longo da instrução,
por meio de embargos de declaração, a sua irresignação com o valor atribuído à causa e
com a garantia prestada. Neste contexto, a despeito da correção da forma processual
utilizada, passo ao exame das questões suscitadas.

Quanto ao valor da causa, note-se que a presente ação objetiva apenas o caucionamento do
crédito tributário, e não a sua anulação, o que afasta a necessidade de que o valor da causa
seja idêntico ao do débito, sendo que, conforme entendimento que venho manifestando junto
ao 1º Juizado, nos procedimentos cautelares o valor da causa deve representar, no mínimo,
1% (um por cento) do valor do débito a que se pretende caucionar.

Assinado eletronicamente por Maria Elisa Schilling Cunha


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Assim, considerando que 1% do montante do débito é inferior ao valor de alçada, deve ser
este utilizado. Portanto, determino a retificação do valor da causa, devendo constar o valor
de alçada.

Por outro lado, em relação à idoneidade da garantia fidejussória emitida pela empresa FIB
BANK (fiadora), ressalto que, embora esta não se enquadre na norma constante dos artigos
9º e 11 da Lei n. 6.830/80, este juízo tem aceitado diversos outros tipos de bens em caução
(estoque rotativo e bens móveis, etc), razão pela qual não vislumbro óbice no acolhimento da
garantia fidejussória, principalmente diante da comprovação de que o fiador possui ativos
suficientes para assegurar o pagamento dos débitos afiançados.

Assim, possível o recebimento da fiança representada pela apólice nº FIS40522018, do Fib


Bank Garantias S.A., com vencimento indeterminado, no valor R$ 124.104,04, montante
que atende o principal e eventuais despesas processuais.

Isso posto, determino a retificação do valor da causa, nos termos da fundamentação supra, e
julgo procedente a ação, para reconhecer o direito da requerente em garantir,
antecipadamente, os débitos nº 4157963 (R$ 23.610,95), 41757971 (R$ 16.637,28) e
41757955 (R$ 54.582,96) e determinar a expedição de CPD-EN, tornando definitiva a tutela
de urgência concedida às fls. 42/43.

Em face da sucumbência, condeno o réu ao pagamento das custas processuais, e


honorários advocatícios, que fixo em 10% sobre o valor da causa, nos termos do art. 85, §
3º, I, do CPC. O valor será atualizado monetariamente pelo IPCA-E a contar da data da
sentença, e acrescidos de juros de mora de 0,5% ao mês a partir do trânsito em julgado da
presente decisão.

P.R.I.

Interposto recurso de apelação, intime-se o recorrido para contrarrazões. Com a juntada, ou


decorrido o prazo, remetam-se os autos ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do
Sul, em atendimento ao art. 1010, §3º do CPC.

Porto Alegre, 19 de fevereiro de 2019

Dra. Maria Elisa Schilling Cunha - Juíza de Direito

Rua Manoelito de Ornellas, 50 - Praia de Belas - Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 90110-160 - (51)
3210-6500

Assinado eletronicamente por Maria Elisa Schilling Cunha


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TRIBUNAL DE JUSTIÇA

DOCUMENTO ASSINADO POR DATA


MARIA ELISA SCHILLING CUNHA 19/02/2019 14h42min

Este é um documento eletrônico assinado digitalmente conforme Lei Federal


nº 11.419/2006 de 19/12/2006, art. 1º, parágrafo 2º, inciso III.

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Número do documento: 19022211201158900000036120657
Juízo: 6ª Vara da Fazenda Pública - Porto Alegre
Processo: 9002492-80.2019.8.21.0001
Tipo de Ação: DIREITO PROCESSUAL CIVIL E DO TRABALHO :: Liminar
Autor: FORNECEDORA LAJEADENSE DE MATERIAL ÓPTICO LTDA - EPP
Réu: Estado do Rio Grande do Sul
Local e Data: Porto Alegre, 24 de janeiro de 2019

DECISÃO
Vistos.

Trata-se de ação cautelar de caução prévia à execução fiscal ajuizada por FORNECEDORA
LAJEADENSE DE MATERIAL ÓPTICO LTDA - EPP através da qual, em sede de tutela de
evidência, pretende a expedição da CPD-EN, bem como a não inscrição no CADIN,
SERASA e SPC. Oferta a fiança nº FIS41202019, no valor de R$ 489.220,48, como caução
aos débitos nº 42345073, 42536995, 42554799, 42354323, 42537100, 42565286, 42349249,
42537053, 42559316, 42360889, 42537231 e 42572835 (referente ao ICMS dos meses de
11 e 12/2018), que totalizam a quantia de R$ 376.323,45. Informa que os demais débitos
constantes no relatório fiscal encontram-se caucionados em outras 19 ações cautelares.
Apresenta documentos.

É o breve relatório.
Decido.

Recebo a inicial como tutela provisória antecipada requerida em caráter antecedente, nos
termos do art. 304 do CPC, com possibilidade de estabilização, haja vista que a única
finalidade desta ação é antecipar os efeitos da penhora, através da caução, a fim de obter a
CPD-EN e suspender a inscrição no CADIN.
Dito isso, entendo que estão presentes para o deferimento da tutela de urgência pretendida,
quais sejam: o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo e a probabilidade do
direito (art. 300, caput, do CPC).
Inicialmente, ressalto que a caução dos débitos é uma garantia provisória, a qual poderá ser
substituída na execução fiscal, nos termos do art. 15 da Lei n. 6830/80.
Embora a garantia ofertada não se enquadra nos artigos 9º e 11 da Lei n. 6830/80, este juízo
tem aceitado diversos outros tipos de bens em caução (estoque rotativo e bens móveis, etc),
razão pela qual não vislumbro óbice no acolhimento da garantia fidejussória, principalmente
diante da comprovação de que o fiador possui ativos suficientes para assegurar o
pagamento dos débitos afiançados (fl. 53).
Assim, possível o recebimento da fiança representada pela apólice nº FIS41202019, do Fib
Bank Garantias S.A., com vencimento indeterminado, no valor R$ 489.220,48, montante
que atende o principal e eventuais despesas processuais.
Dessa forma, ante a idoneidade da garantia ofertada, defiro a tutela de urgência para
determinar ao réu que se abstenha de impor à autora restrições quanto à expedição de
CPD-EN, bem como de inscrevê-la no CADIN, SERASA e SPC, em relação aos débitos nº
42345073, 42536995, 42554799, 42354323, 42537100, 42565286, 42349249, 42537053,
42559316, 42360889, 42537231 e 42572835 (referente ao ICMS dos meses de 11 e
12/2018).
Oficie-se à SEFAZ.
Comunique-se a aceitação à fiadora.

Assinado eletronicamente por Rio Grande Do Sul Poder Judiciario


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Número do documento: 19022211201158900000036120657
Expeça-se mandado de intimação ao réu, tendo em vista a possibilidade de estabilização da
tutela antecipada, sendo que, inexistindo a interposição de recurso, o processo será extinto,
nos termos do art. 304 do CPC. Havendo interposição de recurso, voltem conclusos para
definição acerca da citação.

Porto Alegre, 24 de janeiro de 2019

Dra. Maria Elisa Schilling Cunha - Juíza de Direito

Rua Manoelito de Ornellas, 50 - Praia de Belas - Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 90110-160 - (51)
3210-6500

Assinado eletronicamente por Rio Grande Do Sul Poder Judiciario


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TRIBUNAL DE JUSTIÇA

DOCUMENTO ASSINADO POR DATA


RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIARIO 24/01/2019 17h22min

Este é um documento eletrônico assinado digitalmente conforme Lei Federal


nº 11.419/2006 de 19/12/2006, art. 1º, parágrafo 2º, inciso III.

Para conferência do conteúdo deste documento, acesse, na internet, o


endereço https://www.tjrs.jus.br/verificadocs e digite o seguinte

www.tjrs.jus.br número verificador: 0000685936416

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Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 22/02/2019 11:20:11 Num. 36365031 - Pág. 30
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Número do documento: 19022211201158900000036120657
SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL
6ª Vara Federal Cível da SJDF

1004156-67.2019.4.01.3400

CERTIDÃO

CERTIFICO e dou fé que as custas iniciais foram recolhidas de acordo com a Tabela de
Custas Judiciais da Justiça Federal (0,5%).

Brasília, 19/02/2019

Altina Tavares Cavalcante Luján Alberca


Diretora de Secretaria da 6ª Vara

Assinado eletronicamente por: ALTINA TAVARES CAVALCANTE LUJAN ALBERCA - 19/02/2019 17:28:57 Num. 35631475 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021917285767800000035404546
Número do documento: 19021917285767800000035404546
Seção Judiciária do Distrito Federal
Distribuição

PROCESSO: 1004156-67.2019.4.01.3400

INFORMAÇÃO DE PREVENÇÃO

NEGATIVA

A Seção de Análise de Prevenção (Seape) da Seção Judiciária do Distrito Federal informa que, após análise do relatório
de prevenção gerado automaticamente pelo sistema PJe e pesquisa nos demais sistemas eletrônicos da Justiça Federal
da 1ª Região, não foram identificados processos possivelmente preventos ao processo 1004156-67.2019.4.01.3400.

À consideração superior de Vossa Excelência.

BRASÍLIA, 19 de fevereiro de 2019.

(assinado eletronicamente)
Servidor

Assinado eletronicamente por: FRANCISCO JAILSON DOS SANTOS - 19/02/2019 14:28:52 Num. 35509487 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021914261584400000035289050
Número do documento: 19021914261584400000035289050
Segue em pdf.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 19/02/2019 12:05:50 Num. 35460469 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021912055000100000035227096
Número do documento: 19021912055000100000035227096
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA FEDERAL CIVEL
DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Processo n.º 1004156-67.2019.4.01.3400


Objeto: petição de juntada

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO


LTDA., já qualificada nos autos da Ação Cautelar em epígrafe que move em face da
UNIÃO - FAZENDA NACIONAL, por seus procuradores, vem, respeitosamente, à
presença de Vossa Excelência, colacionar aos autos o comprovante de recolhimento das
custas iniciais.

ISSO POSTO, requer a juntada do documento anexo e reitera


o pedido de concessão da Tutela Provisória de Evidência, para que seja determinada a
suspensão da exigibilidade dos débitos caucionados, bem como autorizar a expedição de
Certidão Negativa com efeito de Positiva, no prazo de 24hs, além da determinação para que
não seja inscrito o nome da empresa Autora no Cadastro Informativo de Débitos não
Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN, com base no art. 311, inciso II, do
Código de Processo Civil e nos termos da fundamentação da peça inicial.

Termos em que pede deferimento.


Porto Alegre, 19 de Fevereiro de 2019.

EDUARDO ROSSI BITELLO


OAB/RS 74.935

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 19/02/2019 12:05:50 Num. 35460474 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021912055008200000035227101
Número do documento: 19021912055008200000035227101
Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 19/02/2019 12:05:50 Num. 35460475 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021912055013900000035227102
Número do documento: 19021912055013900000035227102
18/02/2019 https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru_novosite/gerarHTML.asp?tb=I
Gerado a partir de http://portal.trf1.jus.br/Processos/CalculoDeCustas/gru.php

SR. CONTRIBUINTE: ESTA GUIA NÃO PODERÁ SER LIQUIDADA COM CHEQUE
Código de Recolhimento 18740-2
MINISTÉRIO DA FAZENDA
Número do Processo
SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL
Guia de Recolhimento da União Competência 02/2019
GRU JUDICIAL
Vencimento 28/02/2019

Nome do Contribuinte / Recolhedor : CNPJ ou CPF do Contribuinte 05.797.330/0001-73


LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA
Nome da Unidade Favorecida:
UG / Gestão 090023 / 00001
JUSTICA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU - DF
Nome do Requerente / Autor: LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E (=) Valor do Principal 478,84
CONSERVAÇÃO LTDA
CNPJ/CPF do Requerente / Autor: 05.797.330/0001-73 (-) Desconto/Abatimento
Seção Judiciária: Vara: Classe: (-) Outras deduções

Base de Cálculo: (+) Mora / Multa

Instruções: As informações inseridas nessa guia são de exclusiva responsabilidade


do contribuinte, que deverá, em caso de dúvidas, consultar a Unidade Favorecida (+) Juros / Encargos
dos recursos.

SR. CAIXA: NÃO RECEBER EM CHEQUE (+) Outros Acréscimos


Pagamento Exclusivo na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil
S/A (=) Valor Total 478,84
[STNF3BBDBD3C20D5D5E90494D05B4367F93]

85800000004-6 78840280187-1 40001432057-1 97330000173-0

SR. CONTRIBUINTE: ESTA GUIA NÃO PODERÁ SER LIQUIDADA COM CHEQUE
Código de Recolhimento 18740-2
MINISTÉRIO DA FAZENDA
Número do Processo
SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL
Guia de Recolhimento da União Competência 02/2019
GRU JUDICIAL
Vencimento 28/02/2019

Nome do Contribuinte / Recolhedor: CNPJ ou CPF do Contribuinte 05.797.330/0001-73


LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA
Nome da Unidade Favorecida: UG / Gestão 090023 / 00001
JUSTICA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU - DF
Nome do Requerente / Autor: LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E (=) Valor do Principal 478,84
CONSERVAÇÃO LTDA
CNPJ/CPF do Requerente / Autor: 05.797.330/0001-73 (-) Desconto/Abatimento
Seção Judiciária: Vara: Classe: (-) Outras deduções

Base de Cálculo: (+) Mora / Multa

Instruções: As informações inseridas nessa guia são de exclusiva responsabilidade


do contribuinte, que deverá, em caso de dúvidas, consultar a Unidade Favorecida (+) Juros / Encargos
dos recursos.

SR. CAIXA: NÃO RECEBER EM CHEQUE (+) Outros Acréscimos


Pagamento Exclusivo na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil
S/A
[STNF3BBDBD3C20D5D5E90494D05B4367F93] (=) Valor Total 478,84

85800000004-6 78840280187-1 40001432057-1 97330000173-0

https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru_novosite/gerarHTML.asp?tb=I 1/1

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 19/02/2019 12:05:50 Num. 35460475 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021912055013900000035227102
Número do documento: 19021912055013900000035227102
Segue anexo.

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:51 Num. 35330472 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365189600000035103103
Número do documento: 19021818365189600000035103103
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE FEDERAL DA M. M. _ VARA
FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO


LTDA., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº 05.797.330/0001-
73, com sede na Avenida Polônia, numeral 739, no Bairro São Geraldo, na cidade de
Porto Alegre/RS, CEP 90230-110, devidamente representada por seu procurador
Eduardo Rossi Bitello, OAB/RS nº 74.935, com escritório profissional sito na Avenida
Manoelitto de Ornellas, nº 55, conjunto 704, Bairro Praia de Belas, Porto Alegre/RS
(instrumento anexo), que recebe intimações, vêm respeitosamente perante Vossa
Excelência, ajuizar a presente:

AÇÃO CAUTELAR

DE CAUÇÃO PRÉVIA À EXECUÇÃO FISCAL


com pedido de Tutela de Evidência com fulcro no Artigo 311 do Novo Código de Processo Civil

em face da UNIÃO FEDERAL – FAZENDA NACIONAL, que


deverá ser citada na pessoa da Procuradora Seccional da Fazenda Nacional em
Brasília/DF, com endereço na SAUN, Quadra 5, Lote C – 7º Andar, Torre D, Centro
Empresarial CNC, 5 - Asa Norte, Brasília/DF, CEP 70040-250, pelos fatos, motivos e
fundamentos que passa a expor:

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I - DOS FATOS
A Autora é pessoa jurídica de direito privado, onde exerce ativi-
dades empresariais, tendo com sua atividade econômica principal a prestação de serviços
de limpeza em prédios e em domicílios.

Por conseguinte, para o desenvolvimento de suas atividades, a Autora


é obrigada a extrair certidões negativas de débito exigidas para a maioria dos seus atos
mercantis; bem como não pode estar inscrita no Cadastro Informativo de Débitos não
Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN.

Ainda, apesar de a Autora possuir débitos tributários, caso este que a


impossibilita de obter Certidão Negativa de Débito, a parte Ré até o presente momento não
ajuizou a competente Execução Fiscal, a qual permitiria que a Autora firmasse termo de
penhora, o qual conforme disposto no artigo 206 do Código Tributário Nacional, autoriza
a emissão de Certidão Positiva de Débitos com Efeitos de Negativa.

Portanto, em razão da inércia da parte Ré, a Autora encontra-se na


iminência de sofrer prejuízos graves e de difícil reparação, consubstanciados na
impossibilidade de realizar suas atividades mercantis, bem como de obter créditos junto às
instituições financeiras.

Conforme Relatório de Situação Fiscal emitido pelo Ministério da


Fazenda, a Autora possui os seguintes débitos fiscais:

• Débitos na Receita Federal:


TRIBUTO COMPETÊNCIA VENCIMENTO VALOR ORIGINAL SALDO DEVEDOR
6912 - PIS junho/18 25/07/2018 R$1.559,77 R$1.559,77
6912 - PIS julho/18 24/08/2018 R$2.210,45 $2.210,45
6912 - PIS agosto/18 25/09/2018 R$1.415,94 R$1.415,94
6912 - PIS setembro/18 25/10/2018 R$2.430,02 R$2.430,02
6912 - PIS outubro/18 23/11/2018 R$1.718,38 R$1.718,38
6912 - PIS novembro/18 24/12/2018 R$702,01 R$702,01
6912 - PIS dezembro/18 25/01/2019 R$2.477,58 R$2.477,58
5856 - COFINS junho/18 25/07/2018 R$7.144,83 R$7.144,83
5856 - COFINS julho/18 24/08/2018 R$10.136,44 R$10.136,44
5856 - COFINS agosto/18 25/09/2018 R$6.503,36 R$6.503,36
5856 - COFINS setembro/18 25/10/2018 R$11.146,43 R$11.146,43
5856 - COFINS outubro/18 23/11/2018 R$7.869,65 R$7.869,65
5856 - COFINS novembro/18 24/12/2018 R$3.187,19 R$3.187,19
5856 - COFINS dezembro/18 25/01/2019 R$11.367,77 R$11.367,77
TOTAL: R$69.869,82

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• Processos Fiscais junto à Receita Federal:

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Total: R$ 219.511,72

• Débitos junto à Procuradoria da Fazenda Nacional


INSCRIÇÃO PROCESSO SITUAÇÃO VALOR CONSOLIDADO
00 5 16 006239-09 46218 009621/2015-07 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 2.434,51
00 5 16 006264-10 46218 010982/2015-98 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 2.434,51
00 5 16 006265-09 46218 010983/2015-32 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 4.869,03
00 5 16 006266-81 46218 010986/2015-76 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 5.766,56
00 5 16 006267-62 46218 010987/2015-11 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 4.942,74
00 5 16 006268-43 46218 010988/2015-65 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 53.546,64
00 5 16 006280-30 46218 012086/2015-63 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 2.434,51
00 5 16 007272-83 46218 010984/2015-87 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 5.429,65
00 5 17 000410-57 46218 011738/2016-23 ATIVA AJUIZADA R$ 5.326,87
00 5 17 001305-80 46218 014407/2016-45 ATIVA AJUIZADA R$ 16.879,08
00 5 17 001559-07 46218 014406/2016-09 ATIVA AJUIZADA R$ 11.026,60
00 5 17 004235-02 46218 002271/2017-10 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 1.147,71
00 5 17 004789-00 46218 005848/2017-37 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 2.527,96
00 5 18 001065-50 46218 012825/2017-89 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 3.018,99
00 5 18 001876-14 46218 014943/2017-21 ATIVA A SER AJUIZADA R$ 1.194,97
00 5 18 005701-59 46218 017156/2017-31 ATIVA EM COBRANÇA R$ 28.059,18

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00 5 18 005702-30 46218 017157/2017-86 ATIVA EM COBRANÇA R$ 28.569,34
00 5 18 005703-10 46218 017158/2017-21 ATIVA EM COBRANÇA R$ 10.713,49
00 5 18 005704-00 46218 017159/2017-75 ATIVA EM COBRANÇA R$ 1.206,12
00 5 18 005705-82 46218 017160/2017-08 ATIVA EM COBRANÇA R$ 28.569,34
00 5 18 005706-63 46218 017161/2017-44 ATIVA EM COBRANÇA R$ 18.366,00
00 5 18 005707-44 46218 017162/2017-99 ATIVA EM COBRANÇA R$ 1.530,48
00 5 18 005708-25 46218 017163/2017-33 ATIVA EM COBRANÇA R$ 27.804,09
00 5 18 005709-06 46218 017164/2017-88 ATIVA EM COBRANÇA R$ 1.206,12
00 5 18 006072-57 46218 002725/2018-25 ATIVA EM COBRANÇA R$ 139.992,06
TOTAL: R$ 408.996,55

• Débitos Federais Previdenciários:


INSCRIÇÃO VALOR
15.044.310-2 R$ 678.011,58
14.430.026-5 R$ 261.790,42
TOTAL R$ 939.802,00

• Débitos Federais de divergência GFIP x GPS:


COMPETÊNCIA FPAS RUBRICA VALOR
04/2017 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 10.635,87
10/2017 515 Previdência R$ 465,90
515 Outras entidades R$ 87,00
07/2018 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 79.825,53
08/2018 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 77.000,00
09/2018 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 70.701,06
10/2018 515 Previdência R$ 759,93
515 Outras entidades R$ 70.930,40
11/2018 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 71.000,00
12/2018 515 Previdência R$ 0,00
515 Outras entidades R$ 70.000,00
TOTAL: R$ 451.405,69

Desta forma, o valor devido a ser aqui caucionado totaliza o


montante de R$ 2.089.585,78 (dois milhões, oitenta e nove mil, quinhentos e oitenta e

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cinco reais e setenta e oito centavos).

Ainda, cabe frisar que, embora conste no relatório fiscal que as


inscrições nº 00.5.17.000410-57, 00.5.17.001305-80 e 00.5.17.001559-07 junto à
Procuradoria da Fazenda Nacional estão em situação “ativa ajuizada”, conforme consulta
processual anexa, existe apenas uma Execução Fiscal ajuizada em face da Autora (nº
5030532-64.2017.404.7100, referente às inscrições nº 45.463.104-9 e 45.463.103-0), que
se encontra suspensa em razão do parcelamento administrativo do débito.

Por conseguinte, por não haver nenhuma Execução Fiscal ajuizada


pela Ré sobre as inscrições que constam no Relatório Fiscal, a Autora vem requerer o
caucionamento do presente débito, para que futuramente quando for ajuizada a devida
Execução, converta-se a caução em penhora e oportunize a discussão do débito em sede
de Embargos a Execução.

Diante do exposto, vem a Autora oferecer nos autos caução através


de Carta Fiança n.º FIS41272019, no valor R$ 2.838.972,24 (dois mihões, oitocentos
e trinta e oito mil, novecentos e setenta e dois reais e vinte e quatro centavos),
conforme documentação anexa, valor este suficiente e superior ao valor do débito em
aberto e que se pretende caucionar, com o escopo precípuo de viabilizar a expedição de
Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, a suspensão da exigiblidade dos débitos, bem
como a não inscrição no Cadastro Informativo de Débitos não Quitados de Órgãos e
Entidades Federais – CADIN.

II - DO DIREITO

Primeiramente, cabe dispor que a pretensão da Autora em garantir o


juízo, antecipadamente, após o vencimento da obrigação e antes da Execução Fiscal já é
entendimento pacificado pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ, conforme a tese no
Tema 237 (Recurso Repetitivo), de que assim dispõe: “É possível ao contribuinte, após o
vencimento da sua obrigação e antes da execução, garantir o juízo de forma antecipada,
para o fim de obter certidão positiva com efeito de negativa”.

Outrossim, o artigo 301 do Novo Código de Processo Civil, prevê a


possibilidade de tutela de urgência de natureza cautelar, destinada a prestação de caução.

Desta forma, vislumbra-se que a Autora preenche, perfeitamente, os

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requisitos para a prestação de caução, eis que uma vez formalizada a penhora do bem
oferecido em garantia, passa a ter direito à obtenção de certidão positiva com efeitos de
negativa, na forma do art. 206 do CTN, bem como não pode restar inscrita no Cadastro
Informativo de Débitos não Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN.

Ainda, importante salientar que o procedimento adotado pela


Autora, deveria ser o de aguardar a interposição da Execução Fiscal por parte da Ré,
podendo assim, apresentar bens à penhora e sua inconformidade quanto à cobrança do
tributo.

No entanto, o ingresso da demanda executiva é ato privativo da


Autoridade Fiscal que, até o presente momento, não foi exercido. Sendo assim, a Autora
não teve outra alternativa, a não ser interpor a presente ação, pois sem a possibilidade de
garantir o crédito fiscal, através da penhora na execução fiscal, não tem direito à obtenção
da certidão positiva com efeitos de negativa, conforme previsão do art. 206 do CTN.

Portanto, apresenta a Autora o seu direito subjetivo de buscar a


prestação jurisdicional, para o fim de que seja autorizada a prestação de caução, na forma
de penhora, proporcionando, assim, a expedição de Certidão Positiva de Débitos Fiscais
com efeitos de Negativa, conforme enunciado prescritivo contido no art. 206 do CTN,
bem como a sua não inscrição no Cadastro Informativo de Débitos não Quitados de Órgãos
e Entidades Federais – CADIN e a determinação da suspensão da exigibilidade dos débitos
caucionados.

Nesse sentido, cabe transcrever julgamento do Tribunal Regional


Federal da 1ª Região. Vejamos:

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. AÇÃO


CAUTELAR. MANUTENÇÃO DO RITO.
OFERECIMENTO DE CAUÇÃO PARA FINS DE
EXPEDIÇÃO DE CPD-EN E EXCLUSÃO DO CADIN:
POSSIBILIDADE. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. 1. Deve
ser mantido o rito desta ação como originalmente proposta
(Ação Cautelar), considerando que a Fazenda Pública já havia
sido citada e ofertado defesa, sendo indispensável à expressa
concordância da ré acerca da conversão do rito e da alteração
dos pedidos, o que não ocorreu nos presentes autos. 2. O STJ,
ao julgar o REsp 1123669/RS sob o rito do art. 543-C do
CPC/1973 (Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA
SEÇÃO, julgado em 09/12/2009, DJe 01/02/2010),

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entendeu ser possível o ajuizamento de medida cautelar
com oferecimento de garantia para fins de expedição de
CPD-EN. 3. Sentença anulada com o retorno dos autos à
Instância de origem para prosseguimento quanto ao pedido e
oferecimento de bens à caução com vistas à expedição de
Certidão Negativa de Débitos ou Certidão Positiva com
Efeitos de Negativa. 4. Apelação parcialmente provida.
(TRF1, AC 0003082-38.2005.4.01.3900, OITAVA TURMA,
Relator DESEMBARGADOR FEDERAL MARCOS
AUGUSTO DE SOUSA, e-DJF1 13/09/2018).

Contudo, como já mencionado, é assegurado ao Contribuinte antes


de ajuizada a Execução Fiscal, garantir os respectivos créditos tributários vencidos
mediante o oferecimento de caução idônea, a qual se equipara à penhora que será
eventualmente efetuada naqueles autos. Podendo assim, gozar do benefício contido no
artigo 206 CTN, fazendo jus à Certidão Positiva de Débitos Fiscais com Efeitos de
Negativa.

Por fim, cabe mencionar o julgamento do Recurso Especial


submetido ao rito do artigo 543-C, de lavra do Ministro Relator Luiz Fux, que se refere ao
presente caso. O acórdão restou assim ementado:

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ES-


PECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART.
543-C, DO CPC. AÇÃO CAUTELAR PARA AS-
SEGURAR A EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO POSITIVA
COM EFEITOS DE NEGATIVA. POSSIBILIDADE. IN-
SUFICIÊNCIA DA CAUÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. 1.
O contribuinte pode, após o vencimento da sua obrigação e
antes da execução, garantir o juízo de forma antecipada, para
o fim de obter certidão positiva com efeito de negati- va.
(Precedentes: EDcl no AgRg no REsp 1057365/RS, Rel.
Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em
04/08/2009, DJe 02/09/2009; EDcl nos EREsp 710.153/RS,
Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, PRIMEIRA
SEÇÃO, julgado em 23/09/2009, DJe 01/10/2009; REsp
1075360/RS, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL
MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 04/06/2009,
DJe 23/06/2009; AgRg no REsp 898.412/RS, Rel. Ministro
HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em
18/12/2008, DJe 13/02/2009; REsp 870.566/RS, Rel. Ministra
DENISE ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, julgado em
18/12/2008, DJe 11/02/2009; REsp 746.789/BA, Rel.
Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA
TURMA, julgado em 18/11/2008, DJe 24/11/2008; EREsp
574107/PR, Relator Ministro JOÃO OTÁVIO DE

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NORONHA DJ 07.05.2007) 2. Dispõe o artigo 206 do CTN
que: "tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a
certidão de que conste a existência de créditos não vencidos,
em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada
a pe- nhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa." A caução
oferecida pelo contribuinte, antes da propositura da execu-
ção fiscal é equiparável à penhora antecipada e viabiliza a
certidão pretendida, desde que prestada em valor suficien- te
à garantia do juízo. 3. É viável a antecipação dos efeitos que
seriam obtidos com a penhora no executivo fiscal, através de
caução de eficácia semelhante. A percorrer-se entendimento
diverso, o contribuinte que contra si tenha ajuizada ação de
execução fiscal ostenta condição mais fa- vorável do que
aquele contra o qual o Fisco não se voltou judicialmente
ainda.
4. Deveras, não pode ser imputado ao contribuinte solvente,
isto é, aquele em condições de oferecer bens suficientes à
garantia da dívida, prejuízo pela demora do Fisco em ajuizar
a execução fiscal para a co- brança do débito tributário.
Raciocínio inverso implicaria em que o contribuinte que
contra si tenha ajuizada ação de execução fiscal ostenta
condição mais favorável do que aquele contra o qual o Fisco
ainda não se voltou judicial- mente. 5. Mutatis mutandis o
mecanismo assemelha-se ao previsto no revogado art. 570 do
CPC, por força do qual era lícito ao devedor iniciar a
execução. Isso porque as obrigações, como vínculos pessoais,
nasceram para serem extintas pelo cumprimento,
diferentemente dos direitos re- ais que visam à perpetuação da
situação jurídica nele edificadas.
6. Outrossim, instigada a Fazenda pela caução oferecida, pode
ela iniciar a execução, convertendo-se a garantia prestada por
iniciativa do contribuinte na famige- rada penhora que
autoriza a expedição da certidão. 7. In casu, verifica-se que a
cautelar restou extinta sem resolu- ção de mérito, impedindo
a expedição do documento de regularidade fiscal, não por
haver controvérsia relativa à possibilidade de garantia do
juízo de forma antecipada, mas em virtude da insuficiência
dos bens oferecidos em caução, consoante dessume-se da
seguinte passagem do voto condutor do aresto recorrido, in
verbis: "No caso dos autos, por intermédio da análise dos
documentos acosta- dos, depreende-se que os débitos a
impedir a certidão de regularidade fiscal perfazem um
montante de R$ 51.802,64, sendo ofertados em garantia pela
autora chapas de MDF adquiridas para revenda, às quais
atribuiu o valor de R$ 72.893,00. Todavia, muito embora as
alegações da parte autora sejam no sentido de que o valor do
bem ofe- recido é superior ao crédito tributário, entendo que
o bem oferecido como caução carece da idoneidade necessária
para aceitação como garantia, uma vez que se trata de bem de

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difícil alienação.
8. Destarte, para infirmar os funda- mentos do aresto
recorrido, é imprescindível o revolvimento de matéria fático-
probatória, o que resta defeso a esta Corte Superior, em face
do óbice erigido pela Súmula 07 do STJ.
9. Por idêntico fundamento, resta inteditada, a este Tribunal
Superior, a análise da questão de ordem sus- citada pela
recorrente, consoante infere-se do voto condu- tor do acórdão
recorrido, litteris: "Prefacialmente, não me- rece prosperar a
alegação da apelante de que é nula a sen- tença, porquanto não
foi observada a relação de dependên- cia com o processo de
nº 2007.71.00.007754-8. Sem razão a autora. Os objetos da
ação cautelar e da ação ordinária em questão são diferentes.
Na ação cautelar a demanda li- mita-se à possibilidade ou não
de oferecer bens em caução de dívida tributária para fins de
obtenção de CND, não se adentrando a discussão do débito
em si, já que tal desbor- daria dos limites do procedimento
cautelar. Ademais, há que se observar que a sentença
corretamente julgou extinto o presente feito, sem julgamento
de mérito, em relação ao pedido que ultrapassou os limites
objetivos de conheci- mento da causa próprios do
procedimento cautelar." 10. Recurso Especial parcialmente
conhecido e, nesta parte, desprovido. Acórdão submetido ao
regime do art. 543-C do CPC e da Resolução STJ 08/2008.
(REsp 1123669/RS, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA
SEÇÃO, julgado em 09/12/2009, DJe 01/02/2010).

Diante do exposto, restou claramente demonstrada a fundamentação


jurídica necessária para provimento da presente ação, bem como que a autorização da
prestação de caução em nada prejudicará a Ré, ao contrário lhe favorecerá, na medida que
obterá antecipadamente a garantia de seu crédito. E por fim, que a presente ação cautelar
é autônoma, sendo desnecessário o ingresso de posterior ação principal, se exaurindo por
si mesma.

III – DA CAUÇÃO

A Autora oferece na presente ação Carta Fiança n.º FIS41272019,


no valor R$ 2.838.972,24 (dois mihões, oitocentos e trinta e oito mil, novecentos e
setenta e dois reais e vinte e quatro centavos), para caucionar os débitos em aberto junto
à Receita Federal e à Procuradoria da Fazenda Nacional, que totalizam o valor de R$
2.089.585,78 (dois milhões, oitenta e nove mil, quinhentos e oitenta e cinco reais e
setenta e oito centavos). Em anexo segue os documentos que comprovam a sua
idoneidade para o fim a que se destina, estando prevista nos artigos 9º e 15 da Lei 6.830/80,
in verbis:

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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365204600000035103109
Número do documento: 19021818365204600000035103109
Art. 9º - Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros
e multa de mora e encargos indicados na Certidão de Dívida
Ativa, o executado poderá:
(...)
II - oferecer fiança bancária; (...)
§ 2º - Juntar-se-á aos autos a prova do depósito, da fiança
bancária ou da penhora dos bens do executado ou de ter-
ceiros.
§ 3º - A garantia da execução, por meio de depósito em
dinheiro ou fiança bancária, produz os mesmos efeitos da
penhora.
(...)
§ 5º - A fiança bancária prevista no inciso II obedecerá às
condições pré-estabelecidas pelo Conselho Monetário
Nacional.
(...)
Art. 15 - Em qualquer fase do processo, será deferida pelo
Juiz:
I - ao executado, a substituição da penhora por depósito em
dinheiro ou fiança bancária; e
II - à Fazenda Pública, a substituição dos bens penhora- dos
por outros, independentemente da ordem enumerada no
artigo 11, bem como o reforço da penhora insuficiente.

Outrossim, a ordem estabelecida no artigo 11 da Lei de Execuções


Fiscais, não é absoluta, não devendo ser empecilho à nomeação, uma vez que o bem
ofertado garante a satisfação do crédito ao Réu e causa menor onerosidade a Autora.

Nesse sentido, cabe mencionar alguns julgamentos dos Tribunais


Regionais Federais da 1ª e 3ª Região respectivamente. Vejamos:

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. AÇÃO CAUTE-


LAR. PRESTAÇÃO DE CAUÇÃO IDÔNEA: FIAN- ÇA
BANCÁRIA. NÃO AJUIZAMENTO DA EXECU- ÇÃO.
CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITOS COM EFEITOS DE
NEGATIVA. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. CADIN. POSSIBILIDADE. 1.
Em ação cautelar, o oferecimento de caução idônea como
garantia do débito para assegurar o juízo de execução fiscal
ainda não ajuizada torna admissí- vel a suspensão da
exigibilidade e autoriza a expedição da Certidão Positiva de
Débitos com Efeitos de Negativa pela Fazenda Nacional, nos
termos do art. 206 do CTN. 2. É possível a transferência da
garantia (fiança bancária) prestada na ação cautelar em favor
da ação principal, efe- tivando os efeitos inerentes à penhora.

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
3. Apelação, re- messa oficial e agravo regimental a que se
nega provimen- to. (TRF da 1ª Região, AC
200736000020215, 8ª Turma, Relª Desª Maria do Carmo
Cardoso, e-DJF1 07/06/2013).

AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGRAVO REGI-


MENTAL - LEI 11.187/2005 - PRESTAÇÃO DE
CAUÇÃO - SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO
CRÉDITO - ACÓRDÃO DO TCU - EXECUÇÃO EX-
TRAJUDICIAL - LEF - CTN - NÃO APLICAÇÃO - ART.
23, III, b, LEI 8.443/92 - ART. 71, § 3º, CF - ART. 585, § 1º,
CPC - CADIN - ART. 7º, I, LEI 10.522/2002 -AGRAVO
PROVIDO.
1. Preliminarmente, não se conhe- ce do agravo regimental,
tendo em vista a as alterações trazidas pela Lei nº 11.187/2005
ao Código de Processo Civil. 2. Discute-se, no presente
recurso, a possibilidade de oferecimento de caução (carta de
fiança bancária, Seguro-Garantia ou Letras do Tesouro
Nacional ou do Banco Central do Brasil) como forma de
suspender a exigibilida- de do crédito e evitar a inclusão dos
nomes dos agravantes em cadastros de proteção ao crédito. 3.
De acordo com o art. 23, III, 'b', Lei nº 8.443/92 (Lei Orgânica
do Tribunal de Contas da União), 'a decisão definitiva será
formalizada nos termos estabelecidos no Regimento Interno,
por acór- dão, cuja publicação no Diário Oficial da União
constitui- rá (...) no caso de contas regulares com ressalva,
certifica- do de quitação com determinação, no caso de contas
irre- gulares (...) título executivo bastante para cobrança
judici- al da dívida decorrente do débito ou da multa, se não
reco- lhida no prazo pelo responsável'. Da mesma forma o dis-
posto no art. 71, § 3º, CF: 'As decisões do Tribunal de que
resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de títu- lo
executivo'. 4. Dispensada a inscrição em Dívida Ativa, não se
submetendo o título em questão à execução fiscal, regida pela
Lei nº 6.830/80, mas à execução prevista no próprio Estatuto
Processual. 5. A hipótese também não se subsume aos ditames
do Código Tributário Nacional, por- quanto, como supra
mencionado, não comporta o débito natureza tributária. 6. A
mera propositura da ação anulató- ria pelos ora agravantes não
tem o condão de obstar a promoção da execução (art. 585, §
1º, CPC).
7. Os autores ofereceram caução, como forma de garantia à
própria exe- cução, que, até o momento, não se tem notícia de
sua pro- positura. 8. Garantido o débito, enquanto se discute,
nos autos principais, a existência da dívida, necessária a sus-
pensão dos atos constritivos, não constituído tal medida em
prejuízo à exeqüente, posto que, como dito no início, a dívida
encontra-se garantida.
9. Quanto à inscrição no CADIN, dispõe o art. 7º, I, Lei nº

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
10.522/2002: 'Será sus- penso o registro no Cadin quando o
devedor comprove que (...) tenha ajuizado ação, com o
objetivo de discutir a natureza da obrigação ou o seu valor,
com o oferecimento de garantia idônea e suficiente ao Juízo,
na forma da lei'. 10. Cabível a suspensão também do registro
no cadastro de inadimplentes, tendo em vista o oferecimento
de garan- tia idônea, nos termos do art. 7º, I, Lei nº
10.522/2002. 11.
Agravo regimental não conhecido e agravo de instrumento
provido. (TRF da 3ª Região, AI 00260341220084030000, 3ª
Turma, Rel. Des. Nery Junior, e-DJF3 15/07/2013).

Ainda, cabe mencionar que o oferecimento de Carta Bancária está


previsto no artigo 848, parágrafo único do Novo Código de Processo Civil. Vejamos:

“Art. 848. Parágrafo único. - A penhora pode ser substituída


por fiança bancária ou por seguro garantia judicial, em valor
não inferior ao do débito constante da inicial, acrescido de
trinta por cento.”

Diante do exposto, deverá ser aceita a Carta Fiança ofertada pela


Autora, uma vez que foi comprovada a idoneidade da caução, bem como o seu valor é
expressivamentes superior aos valores a serem aqui caucionados. Ainda, a parte Autora
ressalta que existe entendimento jurisprudencial pacificado que corrobora para a aceitação,
conforme restou demonstrado acima.

IV – DA SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DOS DÉBITOS

De acordo com o que disciplina o artigo 151, inciso V, do Código


Tributário Nacional é possível a suspensão da exigibilidade do crédito tributário via
media liminar ou tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial. Vejamos:

“Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributá- rio:


V- a concessão de medida liminar ou de tutela antecipa- da,
em outras espécies de ação judicial; (Incluído pela Lcp nº
104, de 10.1.2001).”

Assim, a Autora requer com a presente ação, a suspensão da exi-


gibilidade dos débitos caucionados, uma vez que, é viável a antecipação dos efeitos que
seriam obtidos com a penhora na execução fiscal, através de ação cautelar, suspendendo-
se a exigibilidade do crédito tributário.

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
Ainda, a despeito da denominação da presente ação consistir em
ação cautelar e do procedimento seguido (ação autônoma), a pretensão aqui se caracteriza
na antecipação dos efeitos da penhora da Execução Fiscal, se enquadrando, portanto, a
hipótese prevista no artigo 151, inciso V, do Código Tributário Nacional.

Neste sentido, é o entendimento o Egrégio Superior Tribunal de


Justiça. Vejamos:

TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO


REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. SUSPENSÃO DE
EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO.
LIMINAR. AÇÃO CAUTELAR. CABIMENTO. ART. 151,
V, DO CTN.
1- A partir da edição da Lei Complementar nº 104, de 10
de janeiro de 2001, ao artigo 151 do Código Tribu- tário
Nacional foi acrescentado o inciso V, que autoriza a
suspensão da exigibilidade do crédito tributário via
medida liminar ou tutela antecipada, em outras espé- cies
de ação judicial. Precedentes: REsp nº 524.962/SC, Rel. Min.
LUIZ FUX, DJ de 15/03/2004; REsp nº 575.867/CE, Rel.
Min. TEORI ALBINO ZAVASCKI, DJ de 25/02/2004; AGA
nº 517.989/DF, Rel. Min. JOSÉ DELGADO, DJ de
15/12/2003; AGREsp nº 228.792/CE,
de minha relatoria, DJ de 30/06/2003 e REsp nº 153.633/SP,
Rel. Min. FRANCIULLI NETTO, DJ de 01/07/2002.
2- Por não se tratar de deferimento de compensação, mas de
mera suspensão da exigibilidade do crédito tributário, não se
aplica a Súmula nº 212 deste Tribunal, segundo a qual "a
compensação de créditos tributários não pode ser deferida por
medida liminar", nem o artigo 170-A do CTN, com a redação
conferida pela LC nº 104/2001, se- gundo o qual "é vedada a
compensação mediante o apro- veitamento de tributo, objeto
de contestação judicial pelo sujeito passivo, antes do trânsito
em julgado da respectiva decisão judicial".
3- Agravo regimental improvido.
(AgRg no REsp 663.894/CE, Rel. Min. Francisco Falcão,
Primeira Turma, DJ 23/5/2005). (grifei).

"PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO


ESPECIAL. ADMISSIBILIDADE.
PREQUESTIONAMENTO. AÇÃO CAUTELAR PARA
ASSEGURAR A EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO POSITIVA
COM EFEITOS DE NEGATIVA.
1. Ausente o prequestionamento do disposi- tivo legal
apontado, inviável o processamento do Recurso Especial.
2. Não pode ser imputado ao contribuinte sol- vente, isto

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é, aquele em condições de oferecer bens suficientes à
garantia da dívida, prejuízo pela demora do Fisco em
ajuizar a execução fiscal para a cobrança do débito
tributário. 3. É viável a antecipação dos efeitos que seriam
obtidos com a penhora no executivo fiscal, através de ação
cautelar, suspendendo-se a exigibilida- de do crédito
tributário. Do contrário, o contribuinte que contra si tenha
ajuizada ação de execução fiscal ostenta condição mais
favorável do que aquele contra o qual o Fisco não se voltou
judicialmente ainda. Precedente. 4. Recurso Especial não
conhecido" (REsp nº 524.962/SC, Relator Ministro LUIZ
FUX, DJ de 15/03/2004, p. 00167). (grifei).

TRIBUTÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO


CAUTELAR. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. 1. Apesar da denominação
"ação cautelar" e do procedimento adotado (ação
autônoma), a pretensão deduzida é tipicamente
antecipatória dos efeitos da sentença da ação principal.
Em tese, assim, a hipótese se enquadra no art. 151, V, do
CTN. 2. Imper- tinentes, por não se tratar de deferimento de
compensação, mas de mera suspensão da exigibilidade do
crédito, as ale- gações relativas à inaplicabilidade ao caso
concreto do que dispõe a Súmula 212/STJ — "a compensação
de créditos tributários não pode ser deferida por medida
liminar", bem como à vedação introduzida pela Lei
Complementar 104/2001 — "é vedada a compensação
mediante o apro- veitamento de tributo, objeto de contestação
judicial pelo sujeito passivo, antes do trânsito em julgado da
respectiva decisão judicial". 3. Recurso especial improvido"
(REsp nº 575.867/CE, Relator Ministro TEORI ALBINO
ZAVAS- CKI, DJ de 25/02/2004, p. 00121). (grifei).

TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO RE-


GIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. SUSPENSÃO DE
EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LIMI-
NAR. AÇÃO CAUTELAR. CABIMENTO. ART. 151, V,
DO CTN. I - A liminar em processo cautelar suspende a
exigibilidade do crédito tributário sem ofensa ao art. 151,
do CTN. II - Entendimento jurisprudencial que foi
convertido em norma legal pela EC nº 104/2001 que aditou
essa hipótese ao art. 151, do CTN, acrescentan- do o inciso
V ("a concessão de medida liminar ou de tutela
antecipada, em outras espécies de ação judici- al"). (REsp
411.396/SC, Relator Ministro José Delgado, DJ 06/05/2002,
Pág. 261) III - Precedentes. IV - Agravo regimental
improvido" (AGREsp nº 228.792/CE, de minha relatoria, DJ
de 30/06/2003). (grifei).

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
PROCESSO CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPE-
CIAL. ARTIGO 105, INCISO III, ALÍNEAS 'A' E 'C', DA
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. LIMINAR
CONCEDIDA. INAUDITA Documento: 1404238 -
Despacho / Decisão - Site certificado - DJ: 14/10/2004 Página
3 de 4 Superior Tribunal de Justiça ALTERA PARTE. ART.
151, V, DO CTN. IUS SUPERVENIENS. INEXI-
GIBILIDADE DO DEPÓSITO INTEGRAL DO CRÉDI- TO
TRIBUTÁRIO. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONA-
MENTO ACERCA DA INCLUSÃO DE CORREÇÃO
MONETÁRIA E JUROS NO VALOR INTEGRAL. DI-
VERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL SUPERADA.
No caso excepcional dos autos, mostra-se cabível o deferi-
mento da liminar pelo magistrado, sem a audiência das partes,
porquanto 'justifica-se a concessão de medida limi- nar
inaudita altera parte, ainda quando ausente a possibili- dade
de o promovido frustrar a sua eficácia, desde que a demora de
sua concessão possa importar em prejuízo, mesmo que
parcial, para o promovente' (ROMS 335/CE, Rel. Min. Cesar
Asfor Rocha, RSTJ 47/517). A Lei Complementar n. 104,
de 10 de janeiro de 2001, ao alterar o inciso V do artigo
151 do Código Tributário Nacional, passou a indicar como
causa de suspensão da exigibili- dade do crédito tributário
a concessão de medida limi- nar em outras espécies de
ação judicial, afastando a tese restritiva, segundo a qual
somente a medida liminar em mandado de segurança
produziria tal efeito. Inci- dência do ius superveniens à
espécie. A teor do disposto no artigo 151, incisos VI e V,
do Código Tributário Nacional, independentemente do
depósito do crédito tri- butário, é cabível a concessão da
liminar, se presentes os seus pressupostos, com a
conseqüente suspensão da exigibilidade do crédito
tributário. Precedentes. Au- sência de prequestionamento
da questão de que o de- pósito do montante integral do
crédito tributário, ao qual alude o inciso II do artigo 151
do Código Tributá- rio Nacional, deve compreender juros
e correção mo- netária. Divergência jurisprudencial
superada. Recurso especial não conhecido" (REsp nº
153.633/SP, Relator Ministro FRANCIULLI NETTO, DJ
01/07/2002, p. 00272). (grifei).

Portanto, deve ser determinada a suspensão da exigibilidade dos


débitos aqui caucionados, pois diante do exposto, fica clara a possibilidade jurídica do
pedido.

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V – DA TUTELA DE EVIDÊNCIA

O Novo Código de Processo Civil dispõe em seus artigos 294 e 311,


que a tutela provisória pode ser concedida desde que vislumbrada a urgência ou a
evidência do direito do Autor. Vejamos:

Art. 294. A tutela provisória pode fundamentar-se em ur-


gência ou evidência.
(...)
Art. 311. A tutela da evidência será concedida, indepen-
dentemente da demonstração de perigo de dano ou de ris- co
ao resultado útil do processo, quando:
I - ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o
manifesto propósito protelatório da parte;
II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas
documentalmente e houver tese firmada em julgamento de
casos repetitivos ou em súmula vinculante;
III - se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova
documental adequada do contrato de depósito, caso em que
será decretada a ordem de entrega do objeto custodi- ado,
sob cominação de multa;
IV - a petição inicial for instruída com prova documental
suficiente dos fatos constitutivos do direito do autor, a que o
réu não oponha prova capaz de gerar dúvida razoável.
Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o juiz
poderá decidir liminarmente.

Outrossim, tendo em vista que a parte Autora no desenvolvimento


de suas atividades é obrigada a extrair certidões negativas de débito exigidas para a maioria
dos seus atos mercantis, bem como não pode estar inscrita no Cadastro Informativo de
Débitos não Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN.

Por conseguinte, a inércia da parte Ré em ajuizar a Execução Fiscal,


impedindo, com isso, que a Autora providencie na penhora de bens suficientes para
garantir o crédito fiscal, afastando, desta forma, a possibilidade da expedição de certidão
positiva com efeitos de negativa.

Assim, persistindo o impedimento à obtenção da Certidão Positiva


com efeitos de Negativa e a inclusão do nome da Autora no CADIN, estará fadada a
diminuir consideravelmente a prestação de seus serviços, com risco de até mesmo paralisar
as suas atividades, posto que grande parte dos tomadores de seus serviços exigem para
fins de contratação e pagamento, a comprovação da regularidade fiscal.

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
Portanto, apresenta a Autora o seu direito subjetivo de buscar a
prestação jurisdicional, para o fim de que seja autorizada a prestação de caução, na forma
de penhora, proporcionando, assim, a expedição de Certidão Positiva de Débitos Fiscais
com efeitos de Negativa, conforme enunciado prescritivo contido no art. 206 do CTN,
bem como a sua não inscrição no Cadastro Informativo de Débitos não Quitados de Órgãos
e Entidades Federais – CADIN.

Destarte, resta aqui demonstrar que as alegações aqui explanadas se


consubstanciam em entendimento pacificado do Superior Tribunal de Justiça – STJ,
através de recurso repetitivo. Vejamos:

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ES-


PECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART.
543-C, DO CPC. AÇÃO CAUTELAR PARA ASSEGURAR A
EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO POSITIVA COM EFEI- TOS
DE NEGATIVA. POSSIBILIDADE. INSUFICIÊNCIA DA
CAUÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. 1. O contribuinte po- de,
após o vencimento da sua obrigação e antes da execu- ção,
garantir o juízo de forma antecipada, para o fim de obter
certidão positiva com efeito de negativa . (Preceden- tes:
EDcl no AgRg no REsp 1057365/RS, Rel. Ministro LUIZ
FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 04/08/2009, DJe
02/09/2009; EDcl nos EREsp 710.153/RS, Rel. Minis- tro
HERMAN BENJAMIN, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em
23/09/2009, DJe Poder Judiciário Tribunal Regional Federal
da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério
Fialho Moreira REOAC 556960-SE 0005294-
82.2011.4.05.8500 01/10/2009; REsp 1075360/RS, Rel.
Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA
TURMA, julgado em 04/06/2009, DJe 23/06/2009; AgRg no
REsp 898.412/RS, Rel. Ministro HUMBERTO MAR- TINS,
SEGUNDA TURMA, julgado em 18/12/2008, DJe
13/02/2009; REsp 870.566/RS, Rel. Ministra DENISE
ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 18/12/2008,
DJe 11/02/2009; REsp 746.789/BA, Rel. Ministro TEORI
ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA TURMA, julgado em
18/11/2008, DJe 24/11/2008; EREsp 574107/PR, Relator
Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA DJ 07.05.2007)

Sendo assim, sendo o direito da Autora manifesto e consubstan-


ciado em julgamento de caso repetitivo, entende-se coesa a concessão da Tutela de
Evidência, com amparo no artigo 311 do Novo Código de Processo Civil.

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Por fim, sendo o direito da Autora manifesto e consubstanciado em
julgamento de casos repetitivos conforme restou demonstrado acima, não há razão para o
não deferimento da Tutela de Evidência, uma vez que não há justificativa para a Autora
aguardar até o tramite final do processo para ter seu direito efetivado, devendo ser
autorizada a expedição de Certidão Negativa com efeito de Positiva, bem como ser
determinado que não seja inscrito seu nome no Cadastro Informativo de Débitos não
Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN.

VI - DO PEDIDO
Diante de toda a matéria arguida, requer digne-se Vossa Excelência:

a) Receber a presente ação com todos os documentos que


lhe acompanham, determinando o seu processamento pelo
rito estabelecido em lei;

b) Preliminarmente, seja DEFERIDA A TUTELA DE


EVIDÊNCIA para que seja determinada a suspensão da
exigibilidade dos débitos caucionados, bem como
autorizar a expedição de Certidão Negativa com efeito de
Positiva, no prazo de 24hs, bem como a determinação
para que não seja inscrito o nome da empresa Autora no
Cadastro Informativo de Débitos não Quitados de Órgãos
e Entidades Federais – CADIN;

c) Determinar a citação da União Federal – Fazenda


Nacional, na pessoa de seu procurador, localizado no
endereço informado no preâmbulo da presente, para que no
prazo legal, conteste a presente ação;

d) Julgar procedente a presente demanda, confirmando o


pedido cautelar, para que seja aceita a garantia antecipada
oferecida pela Autora para assim ser determinada a
suspensão da exigibilidade dos débitos caucionados, bem
como seja expedida Certidão Positiva com efeito de
Negativa para manutenção da sua atividade produtiva, e
por fim determinado que não seja inscrito o nome da
empresa Autora no Cadastro Informativo de Débitos não

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN, con-
forme todas as razões expostas na presente exordial;

e) Ainda, requer a produção de todos os meios de prova em


direito admitidos, em especial a prova documental e
pericial;

f) Condenar a União Federal – Fazenda Nacional ao


pagamento das custas e demais despesas processuais, bem
como aos honorários advocatícios sucumbenciais na forma
da lei.

g) Prequestionar os dispositivos legais invocados na presente


missiva, sob pena de afronta ao Artigo 1.022, incisos I e II,
do NCPC;

h) Determinar que as publicações sejam realizadas em nome


dos signatários, sob pena de nulidade processual.

Para efeitos fiscais dá-se ao presente o valor de R$ 2.089.585,78 (dois


milhões, oitenta e nove mil, quinhentos e oitenta e cinco reais e setenta e oito
centavos).

Nestes termos, pede e espera deferimento.


Porto Alegre, 18 de Fevereiro de 2019.

Eduardo Rossi Bitello


OAB/RS 74.935

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Número do documento: 19021818365204600000035103109
Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330480 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365219600000035103111
Número do documento: 19021818365219600000035103111
Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Nº DO PROTOCOLO (Uso da Junta Comercial)
Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa
Departamento de Registro Empresarial e Integração
Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia

NIRE (da sede ou filial, quando a Código da Natureza Nº de Matrícula do Agente


sede for em outra UF) Jurídica Auxiliar do Comércio

43207585631 2062
1 - REQUERIMENTO
ILMO(A). SR.(A) PRESIDENTE DA Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul
Nome: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
(da Empresa ou do Agente Auxiliar do Comércio)
Nº FCN/REMP

requer a V.Sª o deferimento do seguinte ato:

Nº DE CÓDIGO CÓDIGO DO
VIAS DO ATO EVENTO QTDE DESCRIÇÃO DO ATO / EVENTO
RS2201701117646
1 002 ALTERACAO
051 1 CONSOLIDACAO DE CONTRATO/ESTATUTO
2244 1 ALTERACAO DE ATIVIDADES ECONOMICAS (PRINCIPAL E SECUNDARIAS)
2247 1 ALTERACAO DE CAPITAL SOCIAL
2015 1 ALTERACAO DE OBJETO SOCIAL

PORTO ALEGRE Representante Legal da Empresa / Agente Auxiliar do Comércio:


Local Nome: __________________________________________
Assinatura: ______________________________________
22 Novembro 2017 Telefone de Contato: ______________________________
Data

2 - USO DA JUNTA COMERCIAL


DECISÃO SINGULAR DECISÃO COLEGIADA
Nome(s) Empresarial(ais) igual(ais) ou semelhante(s):
SIM SIM Processo em Ordem
À decisão
_____________________________________ _____________________________________
_____________________________________ _____________________________________
_____________________________________ _____________________________________ ___/___/_____
_____________________________________ _____________________________________ Data

_____________________________________ _____________________________________
____________________
NÃO ___/___/_____ ____________________ NÃO ___/___/_____ ____________________ Responsável
Data Responsável Data Responsável

DECISÃO SINGULAR
2ª Exigência 3ª Exigência 4ª Exigência 5ª Exigência
Processo em vigência. (Vide despacho em folha anexa)
Processo deferido. Publique-se e arquive-se.
Processo indeferido. Publique-se.

___/___/_____ __________________
Data Responsável
DECISÃO COLEGIADA
2ª Exigência 3ª Exigência 4ª Exigência 5ª Exigência
Processo em vigência. (Vide despacho em folha anexa)
Processo deferido. Publique-se e arquive-se.
Processo indeferido. Publique-se.

___/___/_____ ____________________ ____________________ ____________________


Data Vogal Vogal Vogal

Presidente da ______ Turma

OBSERVAÇÕES

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
autenticada digitalmente e assinada em 23/11/2017 por Cleverton Signor – Secretário-Geral.
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Número do documento: 19021818365228900000035103112
JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E SERVIÇOS
DO RIO GRANDE DO SUL
Registro Digital

Capa de Processo

Número do Número do Processo Módulo Data


17/345.769-0 RS2201701117646 21/11/2017

CPF Nome
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT

Página 1 de 1

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
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Número do documento: 19021818365228900000035103112
LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA
CNPJ 05.797.330/0001-73 | NIRE 43207585631
6ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO

DIONISMAR KÖNIG DA SILVA, brasileiro, solteiro, maior, nascido em 29/09/1985,


empresário, residente e domiciliado na Av. Willy Eugênio Fleck nº 1500, Apto 176, Bloco
B, Bairro Sarandi, CEP 91150-180 em Porto Alegre/RS, com cédula de identidade civil
expedida pela SSP/RS nº 4089687471 e inscrito no CPF sob nº 828.615.280-87, e;

DIEGO BIRCKEGT, brasileiro, solteiro, maior, nascido em 12/05/1986, empresário, residente e


domiciliado na Rua Taurus nº 126, Bairro Estância Velha, CEP 92031-080 em Canoas/RS,
com cédula de identidade civil expedida pela SJS/RS nº 3075210116 e inscrito no CPF
sob nº 834.079.360-87;

Únicos sócios da sociedade limitada que gira sob a denominação social de LABOR
SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA, com sede em Porto Alegre/RS, na Rua
Buarque de Macedo nº 947, Bairro São Geraldo, CEP 90230-250, inscrita no CNPJ sob nº
05.797.330/0001-73, com seu instrumento constitutivo arquivado na Junta Comercial do Rio
Grande do Sul sob NIRE 43207585631, resolvem reformular e consolidar o seu Contrato Social,
conforme as seguintes cláusulas e condições:

CLÁUSULA 1ª - A sociedade passa a ter por objeto social a prestação de serviços de mão de obra
nas áreas de asseio, conservação e limpeza de prédios comerciais, residenciais e industriais,
prestação de recrutamento e seleção de pessoal, incluindo avaliação psicológica e laudos
psicológicos, gestão empresarial, consultoria comercial na área de licitações públicas em todo
território nacional, recolhimento de lixos urbanos, jardinagem, ascensoristas, copeiras,
motoristas, porteiros, orientadores, telefonistas, executivos, secretárias, assessoria na área de
recursos humanos, comercial, orientação na condução de contratos públicos e privados,
operacional e logística, auxiliares de escritório, cozinheiros, digitadores, recepcionistas, serviços
de carga, descarga e movimentação de mercadorias, malotes de documentos, serviços de
pesquisa e coleta de dados, serviços de auxiliar de transporte aéreo, serviços de controle de
acesso, serviços de almoxarife e auxiliar de almoxarife, serviços de manutenção predial, limpeza
urbana, capina, roçada, limpeza de áreas externas, serviços de vigia, conforme os CNAE’s abaixo
relacionados:
ATIVIDADE CNAE FISCAL
Limpeza em prédios e em domicílios; 8121-4/00

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
autenticada digitalmente e assinada em 23/11/2017 por Cleverton Signor – Secretário-Geral.
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http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365228900000035103112
Número do documento: 19021818365228900000035103112
Locação de mão-de-obra temporária; 7820-5/00
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais; 8111-7/00
Outras atividades de serviços prestados principalmente as empresas não 8299-7/99
especificadas anteriormente;
Coleta de resíduos não perigosos 3811-4/00
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 8129-0/00
Atividades de vigilância e segurança privada 8011-1/01

CLÁUSULA 2ª - O capital social que era de R$ 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil) reais,
divididos em 350.000 (trezentos e cinquenta mil) quotas de R$ 1,00 (um real) cada, passa a ser
de R$ 500.000,00 (quinhentos mil) reais, divididos em 100 (cem) quotas de R$ 5.000,00 (cinco
mil reais) cada, com a integralização em moeda corrente nacional de R$ 150.000,00 (cento e
cinquenta mil reais) na proporção de cada sócio, ficando assim distribuído entre eles:
SÓCIO QUOTAS VALOR – R$ PERCENTUAL – %
DIONISMAR KÖNIG DA SILVA 60 R$ 300.000,00 60%
DIEGO BIRCKEGT 40 R$ 200.000,00 40%
TOTAL 100 R$ 500.000,00 100%

CLÁUSULA 3ª - Devido às modificações acima processadas, os sócios resolvem consolidar o seu


contrato social que passa a vigorar com a redação seguinte:

LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA


CNPJ 05.797.330/0001-73 | NIRE 43207585631
CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL

CAPÍTULO I - DO NOME EMPRESARIAL, SEDE, OBJETO E PRAZO DE DURAÇÃO

CLÁUSULA PRIMEIRA - A sociedade gira sob a denominação social de LABOR SERVIÇOS DE


ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA, na condição de Sociedade Empresária Limitada, regendo-se
por este instrumento e pelas disposições legais aplicáveis.

CLÁUSULA SEGUNDA - A sociedade tem por objeto social a prestação de serviços de mão de obra
nas áreas de asseio, conservação e limpeza de prédios comerciais, residenciais e industriais,
prestação de recrutamento e seleção de pessoal, incluindo avaliação psicológica e laudos
psicológicos, gestão empresarial, consultoria comercial na área de licitações públicas em todo
território nacional, recolhimento de lixos urbanos, jardinagem, ascensoristas, copeiras,

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


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Número do documento: 19021818365228900000035103112
motoristas, porteiros, orientadores, telefonistas, executivos, secretárias, assessoria na área de
recursos humanos, comercial, orientação na condução de contratos públicos e privados,
operacional e logística, auxiliares de escritório, cozinheiros, digitadores, recepcionistas, serviços
de carga, descarga e movimentação de mercadorias, malotes de documentos, serviços de
pesquisa e coleta de dados, serviços de auxiliar de transporte aéreo, serviços de controle de
acesso, serviços de almoxarife e auxiliar de almoxarife, serviços de manutenção predial, limpeza
urbana, capina, roçada, limpeza de áreas externas, serviços de vigia, conforme os CNAE’s abaixo
relacionados:
ATIVIDADE CNAE FISCAL
Limpeza em prédios e em domicílios; 8121-4/00
Locação de mão-de-obra temporária; 7820-5/00
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais; 8111-7/00
Outras atividades de serviços prestados principalmente as empresas não 8299-7/99
especificadas anteriormente;
Coleta de resíduos não perigosos 3811-4/00
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 8129-0/00
Atividades de vigilância e segurança privada 8011-1/01

CLÁUSULA TERCEIRA - A sociedade tem sua sede na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio
Grande do Sul, na Av. Polônia nº 739, Bairro São Geraldo, CEP 90230-110.

CLÁUSULA QUARTA - A sociedade tem prazo de duração por tempo indeterminado, tendo iniciado
suas atividades em 5 de Maio de 2003.

CAPÍTULO II - DO CAPITAL E DA RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS

CLÁUSULA QUINTA - O capital social é de R$ 500.000,00 (quinhentos mil) reais, divididos em 100
(cem) quotas de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) cada, totalmente integralizado neste ato pelos
sócios em moeda corrente nacional, ficando assim distribuído entre eles:
SÓCIO QUOTAS VALOR – R$ PERCENTUAL – %
DIONISMAR KÖNIG DA SILVA 60 R$ 300.000,00 60%
DIEGO BIRCKEGT 40 R$ 200.000,00 40%
TOTAL 100 R$ 500.000,00 100%

CLÁUSULA SEXTA - A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas
todos respondem solidariamente pela integralização do capital social.

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CAPÍTULO III - DA ADMINISTRAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE

CLÁUSULA SÉTIMA - A administração da sociedade será exercida pelo sócio DIONISMAR


KÖNIG DA SILVA, isoladamente, o qual terá amplos e gerais poderes para o desempenho de
suas funções, estando impedido, entretanto, de usar o nome ou em nome da sociedade para
pratica de atos contrários ou diferentes do objetivo social.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - O administrador fará jus à remuneração em dinheiro, moeda corrente
nacional, fixada pela maioria do capital social, sendo que é facultado ao administrador o direito
de renúncia, por escrito, ao direito de receber mensalmente a remuneração a que faz jus, a
título de pró-labore.
PARÁGRAFO SEGUNDO - Para a posse e o exercício de suas funções o administrador está
dispensado de prestar caução à sociedade.
PARÁGRAFO TERCEIRO - O administrador eleito fica investido no seu respectivo cargo, a partir da
data da assinatura deste Contrato Social, e nesta condição, exercerá todas as suas funções e
atribuições, até posterior deliberação.

CLÁUSULA OITAVA - O administrador está investido de poderes para:


a) Praticar todos e quaisquer atos de gestão por mais especiais que sejam;
b) Representar a sociedade ativa e passivamente, em qualquer ato judicial ou extrajudicial;
c) Realizar todos os atos e celebrar todos os contratos que se relacionem com o fim e que se
enquadrem no objeto da sociedade;
d) Transgredir, desistir, renunciar direitos da sociedade;
e) Abrir e ou encerrar contas credoras e ou devedoras junto a instituições financeiras, assinar ou
endossar cheques, duplicatas, ordens de pagamento ou qualquer outro documento da
sociedade;
f) Contrair obrigações e empréstimos, fixando cláusulas, condições e valor com ou sem garantia
de hipoteca, penhor, caução e alienação em relação a bens imóveis, móveis, máquinas,
aparelhos, matérias primas, mercadorias, sejam estes bens integrantes do ativo fixo ou não;
g) Alienar a propriedade de bens móveis e imóveis;
h) Alienar a propriedade de ações ou quotas sociais, das sociedades que é ou venha a ser,
acionista ou quotista.

CLÁUSULA NONA - O sócio administrador pode nomear procuradores para prática de atos
mencionados no mandato.

CAPÍTULO IV - DAS DELIBERAÇÕES SOCIAIS

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CLÁUSULA DÉCIMA - Para as deliberações sociais de que trata o Art. 1.071 do Código Civil, o
“quórum” será de pelo menos 60% (sessenta por cento) do capital social, sendo que, cada uma
das quotas sociais em que se divide o valor total do capital social, devidamente subscrito e
integralizado, dará direito a 01 (um) voto nas deliberações sociais.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Quaisquer alterações no Contrato Social original desta sociedade
LABOR SERVIÇOS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO LTDA, dependerá da aprovação do “quórum”
previsto no Art. 10º.

CAPÍTULO V - DAS QUOTAS SOCIAIS

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - As quotas sociais representativas do capital social da sociedade


são indivisíveis, e neste sentido, não poderão ser transferidas ou cedidas a terceiros, sem o
prévio consentimento dos sócios que, na data do evento, representem no mínimo ¾ (três
quartos) do capital social da sociedade, devendo este assentimento ser formalizado no próprio
instrumento de cessão.
PARÁGRAFO ÚNICO - Será ineficaz em relação à sociedade, a cessão ou transferência de quotas
feitas com inobservância ao caput deste artigo.

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - A cessão ou transferência, total ou parcial, das quotas sociais
representativas do capital social desta sociedade, seja por venda, permuta, alienação, doação ou
qualquer ato inter vivos, oneroso ou não, que resulte na transmissão da propriedade, obrigará o
sócio ofertante a conceder, expressamente e por escrito, um prazo total de, no mínimo, 60
(sessenta) dias, para o exercício do direito de preferência em igualdade de condições e preço
para sua aquisição.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Fica assegurado a qualquer dos sócios, o direito previsto no caput deste
artigo, pelo período de 30 (trinta) dias. Caso haja interesse de mais de um sócio, as quotas
ofertadas serão divididas na proporção de sua participação no capital social na data do evento.
PARÁGRAFO SEGUNDO - Decorrido o prazo no Parágrafo primeiro deste artigo, e, não havendo
interesse de nenhum dos sócios nas quotas sociais ofertadas, no todo ou em parte, a opção de
compra nos 30 (trinta) dias seguintes, caberá a própria sociedade.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Não havendo interesse na aquisição das quotas ofertadas e respeitados
os direitos de preferência aqui estabelecidos, no todo ou em parte, a cessão ou transferência
poderá ser efetuada a terceiros, independentemente de anuência dos demais sócios.
PARÁGRAFO QUARTO - A transmissão das quotas sociais desta sociedade, que se realizar entre
quem já seja sócio e seus respectivos descendentes em linha reta, mediante doação em

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


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pág. 7/23

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Número do documento: 19021818365228900000035103112
adiantamento de legítima e/ou compra e venda realizada entre ascendentes e descendentes,
ficam excepcionalmente excluídas das regras de preferência estipuladas no caput deste artigo.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - A morte ou declaração de incapacidade de qualquer quotista, não


dissolverá a sociedade que continuará com os sócios remanescentes e sucessores, salvo se não
quiserem ou não puderem permanecer na sociedade, caso em que disso darão por escrito,
ciência inequívoca aos sócios remanescentes, dentro de 60 (sessenta) dias contados do evento.
PARÁGRAFO ÚNICO - Na hipótese dos sucessores não permanecerem na sociedade, os haveres
do quotista extinto ou do sócio falecido serão apurados e pagos de acordo com as mesmas
normas estabelecidas no Art. 15º deste instrumento jurídico societário.

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - O sócio que desejar se retirar da sociedade deverá comunicar por
escrito aos demais sócios essa vontade.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Dentro de 60 (sessenta) dias subsequentes ao recebimento desta
comunicação, será levantado um balanço extraordinário, o qual deverá ficar encerrado dentro de
90 (noventa) dias, sendo que o patrimônio líquido será apurado segundo os valores contábeis
escriturais.
PARÁGRAFO SEGUNDO - O sócio retirante receberá em pagamento de suas quotas sociais o
resultado da divisão do patrimônio líquido pelo número de quotas sociais nas quais se divide o
capital nominal, multiplicando-se esse resultado pelo número de quotas sociais possuídas pelo
sócio retirante. O pagamento será efetuado em 36 (trinta e seis) prestações mensais,
consecutivas e iguais, sem juros, vencendo-se a primeira prestação em 60 (sessenta) dias após
o encerramento do balanço extraordinário antes citado.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Em caráter excepcional, fica assegurado aos sócios desta sociedade que
representem, na data do evento, ¾ (três quartos) do valor total do seu capital social,
pagamento em menor prazo ao sócio retirante, bem como, alternativamente, em bens e direito
integrantes do ativo da própria sociedade, suscetíveis de avaliação em dinheiro.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - Em caso de liquidação ou dissolução, previsto em Lei ou neste


Contrato Social, sempre decidido por sócios que representem no mínimo ¾ (três quartos) do
capital social, nomear-se-á, em assembleia especifica para este fim, o liquidante, determinando
seus poderes, funções e remuneração. Em tal hipótese, solvido o passivo, o ativo líquido será
dividido entre os sócios, na proporção do valor realizado de suas quotas.

CAPÍTULO VI - DAS REUNIÕES DOS SÓCIOS

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CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - As reuniões, ordinárias, dos sócios, serão realizadas anualmente, até
quatro meses após o encerramento do exercício social, para os fins previstos no Art. 1.078 da
Lei 10.406/2002, e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais o exigirem.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Nas reuniões de sócios desta sociedade, os sócios poderão vir a serem
representados por outro sócio ou advogado, mediante outorga de mandato com especificação
dos poderes e dos atos autorizados, devendo referido instrumento ser levado a registro,
juntamente com a respectiva ata ou alteração contratual.
PARÁGRAFO SEGUNDO - Em relação a convocação, composição da mesa e funcionamento, aplica-
se às reuniões as normas contidas nos Artigos 1.072 a 1.075 do Código Civil Brasileiro.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Independentemente das formalidades previstas em Lei, serão
consideradas regulares as reuniões a que comparecerem a totalidade dos sócios desta
sociedade, ou também, se por escrito, declararem-se cientes do local, data, hora e ordem do
dia, razão pela qual, ficam, neste caso, dispensadas as formalidades de convocação previstas em
Lei.

CAPÍTULO VII - DO EXERCÍCIO SOCIAL

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - O exercício social coincidirá com o ano civil, sendo que depois de
feitas as convenientes amortizações e provisões, o lucro líquido terá o destino que for deliberado
pela maioria do capital social.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Por deliberação da maioria do capital social, poderão ser levantados, ao
longo do exercício social, balancetes intermediários a fim de distribuição antecipada de lucro,
sempre sem prejuízo do valor total do capital social.
PARÁGRAFO SEGUNDO - Ao término de cada exercício social, em 31 de dezembro, o
administrador prestará Contas justificadas de sua administração, procedendo à elaboração do
inventário, do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico, cabendo aos sócios, na
proporção de suas quotas, os lucros ou perdas apuradas.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Como regra geral, os sócios desta sociedade, sem distinção, participarão
dos lucros e das perdas, na proporção de suas respectivas quotas sociais, sendo, contudo,
admitido a distribuição desproporcional de lucros que seja aprovada pela unanimidade dos
sócios em reunião extraordinária convocada especificamente para este fim e respeitado o
previsto no Art. 17º deste Contrato Social.

CAPÍTULO VIII - DAS DÚVIDAS SOCIAIS OU OMISSÕES CONTRATUAIS

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - As dúvidas sociais ou omissões do presente instrumento de Contrato


Social, das futuras alterações contratuais, e quando for o caso, das atas de reuniões dos sócios,

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serão resolvidas, sucessivamente, em reunião, na forma do disposto no Art. 17º, de acordo com
o que dispõe o Art. 1.052 do Código Civil, e ainda se necessário, no que for aplicável pela Lei
das Sociedades Anônimas.

CAPÍTULO IX - DO FORO

CLÁUSULA VIGÉSIMA - Os sócios elegem para todas as questões oriundas deste contrato social,
eleger o foro da cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, para conhecer e julgar
todas as questões que envolverem este instrumento de Contrato Social, com a renúncia
expressa de qualquer outro, por mais especial que seja.

CAPÍTULO X - DAS DECLARAÇÕES ESPECIAIS DOS SÓCIOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - Os sócios subscritores deste instrumento jurídico societário,


neste ato, de sua livre e espontânea vontade, declaram, cada um por si, sua total aceitação com
todos os termos, artigos e condições contidos no presente Contrato Social, que foi por eles
unanimemente aprovado, razão pela qual, em reconhecimento da verdade, livre de coação e/ou
constrangimentos, ao final, firmam o presente para que produza seus jurídicos e legais efeitos.

CAPÍTULO XI- DA DECLARAÇÃO DE DESIMPEDIMENTO

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - O administrador declara, sob as penas da lei, que não está
impedido de exercer a administração da sociedade, por lei especial, ou em virtude de
condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que
temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou
suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro
nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé publica,
ou a propriedade.

E por estarem, assim, justos e contratados, assinam o presente contrato para que
produza efeitos legais.

Porto Alegre/RS, 08 de novembro de 2017.

Dionismar König da Silva

Diego Birckegt

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Registro Digital

Documento Principal

Número do Número do Processo Módulo Data


17/345.769-0 RS2201701117646 21/11/2017

CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA

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Registro Digital

Anexo

Número do Número do Processo Módulo Data


17/345.769-0 RS2201701117646 21/11/2017

CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA

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Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


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JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E SERVIÇOS
DO RIO GRANDE DO SUL
Registro Digital

Anexo

Número do Número do Processo Módulo Data


17/345.769-0 RS2201701117646 21/11/2017

CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA

Página 1 de 1

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Número do documento: 19021818365228900000035103112
JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E SERVIÇOS
DO RIO GRANDE DO SUL
Registro Digital

Anexo

Número do Número do Processo Módulo Data


17/345.769-0 RS2201701117646 21/11/2017

CPF Nome
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT

Página 1 de 1

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
autenticada digitalmente e assinada em 23/11/2017 por Cleverton Signor – Secretário-Geral.
pág. 21/23

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330481 - Pág. 21
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365228900000035103112
Número do documento: 19021818365228900000035103112
TERMO DE AUTENTICAÇÃO - REGISTRO DIGITAL
Certifico que o ato, assinado digitalmente, da empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E
CONSERVACAO LTDA, de nire 4320758563-1 e protocolado sob o número 17/345.769-0 em 21/11/2017,
encontra-se registrado na Junta Comercial sob o número 4534928, em 23/11/2017. O ato foi deferido
digitalmente pelo examinador Paulo Isidoro Moreira Pimentel.
Assina o registro, mediante certificado digital, o Secretário-Geral, Cleverton Signor. Para sua validação,
deverá ser acessado o sitio eletrônico do Portal de Serviços / Validar Documentos (http://
portalservicos.jucisrs.rs.gov.br/Portal/pages/imagemProcesso/viaUnica.jsf) e informar o número de
protocolo e chave de segurança.
Capa de Processo
Assinante(s)
CPF Nome
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
Documento Principal
Assinante(s)
CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
Anexo
Assinante(s)
CPF Nome
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
Anexo
Assinante(s)
CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA

Anexo
Assinante(s)
CPF Nome
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA

Porto Alegre. Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Cleverton Signor:592.682.630-68 Página 1 de 1

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
autenticada digitalmente e assinada em 23/11/2017 por Cleverton Signor – Secretário-Geral.
pág. 22/23

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330481 - Pág. 22
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365228900000035103112
Número do documento: 19021818365228900000035103112
JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E
SERVIÇOS DO RIO GRANDE DO SUL
Registro Digital

O ato foi deferido e assinado digitalmente por :

CPF Nome

761.357.130-00 PAULO ISIDORO MOREIRA PIMENTEL


592.682.630-68 CLEVERTON SIGNOR

Porto Alegre. Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul


Certifico registro sob o nº 4534928 em 23/11/2017 da Empresa LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA, Nire 43207585631 e
protocolo 173457690 - 21/11/2017. Autenticação: C8AEE8169972E116255C16FBE9DC78A746CD2376. Cleverton Signor - Secretário-Geral. Para
validar este documento, acesse http://jucisrs.rs.gov.br e informe nº do protocolo 17/345.769-0 e o código de segurança PsL6 Esta cópia foi
autenticada digitalmente e assinada em 23/11/2017 por Cleverton Signor – Secretário-Geral.
pág. 23/23

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330481 - Pág. 23
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365228900000035103112
Número do documento: 19021818365228900000035103112
Certidão Simplificada
Certificamos que as informações abaixo constam dos documentos arquivados nesta Junta Comercial e são
vigentes na data de sua expedição.
Nome Empresarial: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
Natureza Jurídica: SOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA
Número de Identificação do CNPJ Data de Arquivamento do Ato Data de Início de Atividade
Registro de Empresas - NIRE Constitutivo
4320758563-1 05.797.330/0001-73 25/07/2003 05/05/2003
Endereço Completo:
AVENIDA POLONIA 739 - BAIRRO SAO GERALDO CEP 90230-110 - PORTO ALEGRE/RS
Objeto Social:
PRESTACAO DE SERVICOS DE MAO DE OBRA NAS AREAS DE ASSEIO, CONSERVACAO E LIMPEZA DE PREDIOS
COMERCIAIS, RESIDENCIAIS E INDUSTRIAIS, PRESTACAO DE RECRUTAMENTO E SELECAO DE PESSOAL, INCLUINDO
AVALIACAO PSICOLOGICA E LAUDOS PSICOLOGICOS, GESTAO EMPRESARIAL, CONSULTORIA COMERCIAL NA AREA DE
LICITACOES PUBLICAS EM TODO TERRITORIO NACIONAL, RECOLHIMENTO DE LIXOS URBANOS, JARDINAGEM,
ASCENSORISTAS, COPEIRAS, MOTORISTAS, PORTEIROS, ORIENTADORES, TELEFONISTAS, EXECUTIVOS, SECRETARIAS,
ASSESSORIA NA AREA DE RECURSOS HUMANOS, COMERCIAL, ORIENTACAO NA CONDUCAO DE CONTRATOS PUBLICOS E
PRIVADOS, OPERACIONAL E LOGISTICA, AUXILIARES DE ESCRITORIO, COZINHEIROS, DIGITADORES, RECEPCIONISTAS,
SERVICOS DE CARGA, DESCARGA E MOVIMENTACAO DE MERCADORIAS, MALOTES DE DOCUMENTOS, SERVICOS DE
PESQUISA E COLETA DE DADOS, SERVICOS DE AUXILIAR DE TRANSPORTE AEREO, SERVICOS DE CONTROLE DE
ACESSO, SERVICOS DE ALMOXARIFE E AUXILIAR DE ALMOXARIFE, SERVICOS DE MANUTENCAO PREDIAL, LIMPEZA
URBANA, CAPINA, ROCADA, LIMPEZA DE AREAS EXTERNAS, SERVICOS DE VIGIA
Capital Social: R$ 500.000,00 Microempresa ou Prazo de Duração
QUINHENTOS MIL REAIS Empresa de Pequeno
Porte
Capital Integralizado: R$ 500.000,00 INDETERMINADO
QUINHENTOS MIL REAIS NÃO
(Lei Complementar
nº123/06)
Sócio(s)/Administrador(es)
CPF/NIRE Nome Térm. Mandato Participação Função
834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT xxxxxxx R$ 200.000,00 SOCIO
828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA xxxxxxx R$ 300.000,00 SÓCIO /
ADMINISTRADOR
Status: CADASTRADA Situação: ATIVA
Último Arquivamento: 23/11/2017 Número: 4534928
Ato 002 - ALTERACAO
Evento(s) 2244 - ALTERACAO DE ATIVIDADES ECONOMICAS (PRINCIPAL E SECUNDARIAS)
2247 - ALTERACAO DE CAPITAL SOCIAL
2015 - ALTERACAO DE OBJETO SOCIAL
2003 - ALTERACAO DE SOCIO/ADMINISTRADOR
051 - CONSOLIDACAO DE CONTRATO/ESTATUTO

Empresa(s) Antecessora(s)
Nome Anterior Nire Número Aprovação UF Tipo Movimentação
LABOR COOPERATIVA DE ASSEIO E 4340008832-6 43207585631 xx TRANSFORMACAO
CONSERVACAO LTDA
COOPROMOM COOPERATIVA DE PRODUCAO E 4340008832-6 3262853 xx ALTERAÇÃO DE NOME
MONTAGEM LTDA EMPRESARIAL

Certidão Simplificada Digital emitida pela JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E SERVIÇOS DO RIO GRANDE DO SUL e certificada
digitalmente. Se desejar confirmar a autenticidade desta certidão, acesse o site da JUCISRS (http://jucisrs.rs.gov.br) e clique em validar
certidão. A certidão pode ser validada de duas formas:
1) Validação por envio de arquivo (upload)
2) Validação visual (digite o nº C190000038860 e visualize a certidão)
Página 1 de 2
19/015.963-4

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330482 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365264300000035103113
Número do documento: 19021818365264300000035103113
Certidão Simplificada
Certificamos que as informações abaixo constam dos documentos arquivados nesta Junta Comercial e são
vigentes na data de sua expedição.
Nome Empresarial: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
Natureza Jurídica: SOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA
Filial(ais) nesta Unidade da Federação ou fora dela
Nire CNPJ Endereço
NADA MAIS#

Porto Alegre, 14 de Janeiro de 2019 14:37

Certidão Simplificada Digital emitida pela JUNTA COMERCIAL, INDUSTRIAL E SERVIÇOS DO RIO GRANDE DO SUL e certificada
digitalmente. Se desejar confirmar a autenticidade desta certidão, acesse o site da JUCISRS (http://jucisrs.rs.gov.br) e clique em validar
certidão. A certidão pode ser validada de duas formas:
1) Validação por envio de arquivo (upload)
2) Validação visual (digite o nº C190000038860 e visualize a certidão)
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19/015.963-4

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330482 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365264300000035103113
Número do documento: 19021818365264300000035103113
MINISTÉRIO DA FAZENDA Emissão em: 15/02/2019 17:32:01
SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Por meio do e-CAC
PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL CPF do Certificado: 008.025.460-80
Página 1 de 2.

Relatório de Situação Fiscal


CNPJ: 05.797.330 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

Informações Cadastrais da Matriz - CNPJ: 05.797.330/0001-73


UA de Domicílio: DRF PORTO ALEGRE-RS Código da UA: 10.101.00
Endereço: AV POLONIA 739
Bairro: SAO GERALDO
Município: PORTO ALEGRE CEP: 90230-110 UF: RS
Data de Abertura da Empresa: 25/07/2003
Situação no CNPJ: ATIVA
Responsável: 828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
Porte da Empresa: DEMAIS
Natureza Jurídica: 206-2 SOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA
CNAE Principal: 8121-4/00 - Limpeza em prédios e em domicílios
.
Sócios e Administradores
CPF: 828.615.280-87 DIONISMAR KONIG DA SILVA
SOCIO ADMINISTRADOR-REGULAR % Capital Social: 60,00
CPF: 834.079.360-87 DIEGO BIRCKEGT
SOCIO-REGULAR % Capital Social: 40,00
______________________________________________________________________________________________________
Débitos/Pendências na Receita Federal
Conta Corrente
CNPJ 05.797.330/0001-73
6912 - PIS
Ext. PA/Ex Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor
01 06/2018 25/07/2018 1.559,77 1.559,77
01 07/2018 24/08/2018 2.210,45 2.210,45
01 08/2018 25/09/2018 1.415,94 1.415,94
01 09/2018 25/10/2018 2.430,02 2.430,02
01 10/2018 23/11/2018 1.718,38 1.718,38
01 11/2018 24/12/2018 702,01 702,01
01 12/2018 25/01/2019 2.477,58 2.477,58
5856 - COFINS
Ext. PA/Ex Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor
01 06/2018 25/07/2018 7.144,83 7.144,83
01 07/2018 24/08/2018 10.136,44 10.136,44
01 08/2018 25/09/2018 6.503,36 6.503,36
01 09/2018 25/10/2018 11.146,43 11.146,43
01 10/2018 23/11/2018 7.869,65 7.869,65
01 11/2018 24/12/2018 3.187,19 3.187,19
01 12/2018 25/01/2019 11.367,77 11.367,77
Processos Fiscais
CNPJ 05.797.330/0001-73
Processo Situação
11080.404.200/2018-49 DEVEDOR

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330494 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365272600000035103125
Número do documento: 19021818365272600000035103125
MINISTÉRIO DA FAZENDA Emissão em: 15/02/2019 17:32:01
SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Por meio do e-CAC
PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL CPF do Certificado: 008.025.460-80
Página 2 de 2.

Relatório de Situação Fiscal


CNPJ: 05.797.330 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

11080.404.201/2018-93 DEVEDOR
11080.726.553/2018-05 DEVEDOR
11080.726.558/2018-20 DEVEDOR
Outras Pendências
Consulte o Relatório Complementar de Situação Fiscal para detalhamento das pendências/exigibilidades
suspensas.
______________________________________________________________________________________________________
Débitos/Pendências na Procuradoria da Fazenda Nacional
Inscrições
CNPJ 05.797.330/0001-73
Inscrição Situação
00.5.16.006239-09 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006264-10 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006265-09 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006266-81 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006267-62 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006268-43 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.006280-30 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.16.007272-83 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.17.000410-57 ATIVA AJUIZADA
00.5.17.001305-80 ATIVA AJUIZADA
00.5.17.001559-07 ATIVA AJUIZADA
00.5.17.004235-02 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.17.004789-00 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.18.001065-50 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.18.001876-14 ATIVA A SER AJUIZADA
00.5.18.005701-59 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005702-30 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005703-10 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005704-00 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005705-82 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005706-63 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005707-44 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005708-25 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.005709-06 ATIVA EM COBRANCA
00.5.18.006072-57 ATIVA EM COBRANCA
Outras Inscrições
Consulte o Relatório Complementar de Situação Fiscal para detalhamento das pendências/exigibilidades
suspensas.
.
______________________________________________________________________________________________________
Final do Relatório

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35330494 - Pág. 2
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365272600000035103125
Número do documento: 19021818365272600000035103125
MINISTÉRIO DA FAZENDA Emissão em: 18/02/2019 14:35:03
PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA Por meio do e-CAC
SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Página 1

Relatório Complementar de Situação Fiscal


CNPJ: 05.797.330 - LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA

CNPJ: 05.797.330/0001-73

Divergência de GFIP x GPS(Valor declarado menos o recolhido, por rubrica e FPAS)


Competência FPAS Situação Rubrica Valor
04/2017 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 10.635,87
10/2017 515 FPG Previdência 465,90
515 FPG Outras Entidades 87,00
07/2018 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 79.825,53
08/2018 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 77.000,00
09/2018 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 70.701,06
10/2018 515 FPG Previdência 759,93
515 FPG Outras Entidades 70.930,40
11/2018 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 71.000,00
12/2018 515 FPG Previdência 0,00
515 FPG Outras Entidades 70.000,00

Débito em cobrança - PGFN


Nº do débito Fase Descrição
144300265 534 PRE AJUIZAMENTO / DISTRIBUICAO (ELETRONICO/AUTOMATICO)
150443102 534 PRE AJUIZAMENTO / DISTRIBUICAO (ELETRONICO/AUTOMATICO)
FINAL DE RELATÓRIO

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35318598 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365278500000035102079
Número do documento: 19021818365278500000035102079
18/02/2019

18/02/2019
Extrato de Processo - Situação Fiscal do Contribuinte - e-CAC

Contribuinte: 05.797.330/0001-73 Processo: 11080.404.200/2018-49


Situação: DEVEDOR
Localização: SETOR PROC ELETRONICO REFIS DRF POA RS

Informações
Rec. PA/Ex. Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor
Complementares
Notificação de lançamento:
3624-03 01/08/2016 23/03/2017 3.300,38 2.828,90
7443054049780

Selecionar todos os débitos Emitir Darf

1/1

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:52 Num. 35318599 - Pág. 1
http://pje1g.trf1.jus.br:80/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=19021818365283200000035102080
Número do documento: 19021818365283200000035102080
18/02/2019

18/02/2019
Extrato de Processo - Situação Fiscal do Contribuinte - e-CAC

Contribuinte: 05.797.330/0001-73 Processo: 11080.404.201/2018-93


Situação: DEVEDOR
Localização: SETOR PROC ELETRONICO REFIS DRF POA RS

Rec. PA/Ex. Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor


6912-01 12/2017 25/01/2018 2.269,27 1.862,12
6912-01 01/2018 23/02/2018 1.045,40 1.045,40
6912-01 02/2018 23/03/2018 1.445,93 1.445,93
6912-01 03/2018 25/04/2018 1.830,36 1.830,36
6912-01 04/2018 25/05/2018 1.497,56 1.497,56
6912-01 05/2018 25/06/2018 1.782,91 1.782,91
5856-01 12/2017 25/01/2018 10.401,61 9.655,48
5856-01 01/2018 23/02/2018 4.773,71 4.773,71
5856-01 02/2018 23/03/2018 6.622,41 6.622,41
5856-01 03/2018 25/04/2018 8.392,21 8.392,21
5856-01 04/2018 25/05/2018 6.860,68 6.860,68
5856-01 05/2018 25/06/2018 8.174,99 8.174,99

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18/02/2019

18/02/2019
Extrato de Processo - Situação Fiscal do Contribuinte - e-CAC

Contribuinte: 05.797.330/0001-73 Processo: 11080.726.553/2018-05


Situação: DEVEDOR
Localização: SERV CONTROLE ACOMP TRIBUTARIO-DRFPOA-RS

Rec. PA/Ex. Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor


6912-01 01/2017 24/02/2017 1.185,70 937,61
6912-01 02/2017 24/03/2017 1.230,76 1.230,76
6912-01 03/2017 25/04/2017 1.237,11 1.237,11
6912-01 06/2017 25/07/2017 1.078,33 1.078,33
6912-01 07/2017 25/08/2017 1.442,75 1.442,75
6912-01 08/2017 25/09/2017 1.154,12 1.154,12
6912-01 09/2017 25/10/2017 2.429,24 2.429,24
6912-01 10/2017 24/11/2017 1.147,99 1.147,99
6912-01 11/2017 22/12/2017 1.187,89 1.187,89
5856-01 01/2017 24/02/2017 5.453,43 5.062,33
5856-01 02/2017 24/03/2017 5.660,79 5.660,79
5856-01 03/2017 25/04/2017 5.689,64 5.689,64
5856-01 06/2017 25/07/2017 4.949,76 4.949,76
5856-01 07/2017 25/08/2017 6.606,53 6.606,53
5856-01 08/2017 25/09/2017 5.279,67 5.279,67
5856-01 09/2017 25/10/2017 11.148,82 11.148,82
5856-01 10/2017 24/11/2017 5.251,71 5.251,71
5856-01 11/2017 22/12/2017 5.435,54 5.435,54
6773-01 2016 31/03/2017 61.595,32 55.435,81

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18/02/2019

18/02/2019
Extrato de Processo - Situação Fiscal do Contribuinte - e-CAC

Contribuinte: 05.797.330/0001-73 Processo: 11080.726.558/2018-20


Situação: DEVEDOR
Localização: SERV CONTROLE ACOMP TRIBUTARIO-DRFPOA-RS

Rec. PA/Ex. Dt.Vcto Valor Original Saldo Devedor


6912-01 09/2016 25/10/2016 1.165,27 302,11
6912-01 10/2016 25/11/2016 1.338,25 1.338,25
6912-01 11/2016 23/12/2016 1.191,47 1.191,47
6912-01 04/2017 25/05/2017 671,98 671,98
6912-01 05/2017 23/06/2017 1.393,37 1.393,37
5856-01 05/2016 24/06/2016 4.296,29 14,52
5856-01 07/2016 25/08/2016 3.357,17 3.357,17
5856-01 08/2016 23/09/2016 4.126,06 4.126,06
5856-01 09/2016 25/10/2016 5.358,87 5.358,87
5856-01 10/2016 25/11/2016 6.155,80 6.155,80
5856-01 11/2016 23/12/2016 5.486,18 5.486,18
5856-01 04/2017 25/05/2017 4.560,69 4.560,69
5856-01 05/2017 23/06/2017 6.416,19 6.416,19

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18/02/2019 :: eproc - - Consulta Processual ::

Seção Judiciária do Rio Grande do Sul - EDUARDO Pesquisa 1 2 3


ROSSI BITTELO (RS074935)

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Advogado
Consulta Classe Processual:
Processual
Custas
Processuais Exibir Baixados:

Depósitos
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Laudos Lista de Processos (4 registros):


Técnicos Nº Processo Juízo Autor Réu Classe Último
Judicial Evento
Mensagens LABOR - 21/09/2017
COOPERATIVA 18:38:03 -
Painel do 5030532- UNIÃO - FAZENDA EXECUÇÃO
RSPOA16F DE ASSEIO E PETIÇÃO
64.2017.404.7100 NACIONAL FISCAL
Advogado CONSERVACAO PROTOCOLADA
LTDA. JUNTADA
Paradas do LABOR - 26/09/2018
Sistema 5044303- CAIXA ECONÔMICA
COOPERATIVA 10:20:05 -
RSPOA02S DE ASSEIO E MONITÓRIA PETIÇÃO
Petição Inicial 75.2018.404.7100 FEDERAL - CEF
CONSERVACAO PROTOCOLADA
LTDA. JUNTADA
Petição/Movimentação
30/01/2019
LABOR -
Relatórios COOPERATIVA
15:03:30 -
EXECUÇÃO DE Recebido o
5050969- CAIXA ECONÔMICA DE ASSEIO E
Substabelecimento 92.2018.404.7100
RSPOA01F
FEDERAL - CEF CONSERVACAO
TÍTULO mandado para
EXTRAJUDICIAL cumprimento
LTDA.
Tabelas e outros
pelo oficial de
Básicas justiça
Reitor - 14/02/2019
Temas 5001011- LABOR - COOPERATIVA UNIVERSIDADE
MANDADO DE
09:12:06 -
Repetitivos e 73.2019.404.7110
RSPEL02S DE ASSEIO E FEDERAL DE
SEGURANÇA
PETIÇÃO
CONSERVACAO LTDA. PELOTAS - PROTOCOLADA
com UFPEL - Pelotas JUNTADA
Repercussão
Geral
Tutorial
Usuários

https://eproc.jfrs.jus.br//eprocV2/controlador.php?acao=pesquisa_processo_doc_parte&hash=3ace6d2013a0e66112a625c491623222 1/1

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Número do documento: 19021818365303200000035102090
*120170073373*
120170073373

UNIAO FEDERAL MINISTERIO DA FAZENDA


DISCRIMINATIVO DE CREDITO INSCRITO - SINTETICO POR COMPETENCIA
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Origem:19.200.800 Tramitacao:19.200.800
Credito: 45.463.104-9
Processo Administrativo - Originario: 454631049
Devedor: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
Endereco: R BUARQUE DE MACEDO 947
Bairro : SAO GERALDO Munic.: PORTO ALEGRE
UF : RS CEP : 90230-250
Fase Atual: 534 em 10/06/2017
Doc.: DCGB - DCG BATCH
----------------------------------------------------------------------
(**) TOTAL (*) ORIGINARIO (**) ATUALIZADO
Compet. Moeda(*) (**) JUROS (**) MULTA MORA
--/---- -------------- --------.---,-- --------.---,-- --------.---,--
13/2013 REAL 6.746,40 4.167,79 4.167,79
1.745,05 833,56
----------------------------------------------------------------------
Total do Credito 6.746,40 4.167,79
1.745,05 833,56

Sobre o valor total incide encargos legais previsto no Decreto-Lei No.


1.025/69,alterado pelo Decreto-Lei No. 1.645/78, e custas processuais.
** Valores atualizados para 06/2017 em REAL c/multa ajuizam.
Ufir de conversao: 0,9108 F.0001 (final)

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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

UNIAO FEDERAL MINISTERIO DA FAZENDA


DISCRIMINATIVO DE CREDITO INSCRITO - SINTETICO POR COMPETENCIA
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Origem:19.200.800 Tramitacao:19.200.800
Credito: 45.463.103-0
Processo Administrativo - Originario: 454631030
Devedor: LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
Endereco: R BUARQUE DE MACEDO 947
Bairro : SAO GERALDO Munic.: PORTO ALEGRE
UF : RS CEP : 90230-250
Fase Atual: 534 em 10/06/2017
Doc.: DCGB - DCG BATCH
----------------------------------------------------------------------
(**) TOTAL (*) ORIGINARIO (**) ATUALIZADO
Compet. Moeda(*) (**) JUROS (**) MULTA MORA
--/---- -------------- --------.---,-- --------.---,-- --------.---,--
13/2013 REAL 27.450,78 16.958,53 16.958,53
7.100,54 3.391,71
----------------------------------------------------------------------
Total do Credito 27.450,78 16.958,53
7.100,54 3.391,71

Sobre o valor total incide encargos legais previsto no Decreto-Lei No.


1.025/69,alterado pelo Decreto-Lei No. 1.645/78, e custas processuais.
** Valores atualizados para 06/2017 em REAL c/multa ajuizam.
Ufir de conversao: 0,9108 F.0001 (final)

Assinado eletronicamente por: EDUARDO ROSSI BITELLO - 18/02/2019 18:36:53 Num. 35318610 - Pág. 2
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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

Certifico que do registroda divida ativa da Uniao consta a ins-


cricao da divida cujo os dados sao os seguintes:

----------------------------------------------------------------------
P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/253 04/07/2014 454631049 45.463.104-9
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
Endereco Telefone
R BUARQUE DE MACEDO 947
CEP Bairro Municipio UF
90230-250 SAO GERALDO PORTO ALEGRE RS
Identificacao
CGC: 05.797.330/0001-73
----------------------------------------------------------------------
Periodo da Divida Valor Originario Moeda
13/2013 a 13/2013 4.167,79 REAL
----------------------------------------------------------------------
Documento Original DCGB - DCG BATCH
Orgao de Origem 19.001.010 Calculo 10/06/2017
----------------------------------------------------------------------
Princ.Atualizado Juros Multa Valor Total
4.167,79 1.745,05 833,56 6.746,40
----------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
041.00
ATRIBUICAO DE COMPETENCIA PARA FISCALIZAR, ARRECADAR E
COBRAR
041.02 desde 01/11/2004
PERIODO DE 11/2004 A 12/2004 MP N. 222, DE 04.10.2004,
ARTIGOS 1. E 3., POSTERIORMENTE CONVERTIDA NA LEI N.
11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.256,
DE 27.10.2004, ANEXO I, ART. 18, I. PERIODO DE 01/2005 A
02/2005 MP N. 222, DE 04.10.2004, ARTIGOS 1. E 3.,
CONVERTIDA NA LEI N. 11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E
3.; DECRETO N. 5.256, DE 27.10.2004, ANEXO I, ART. 18, I.
PERIODO DE 03/2005 A 05/2005 LEI N. 11.098, DE 13.01.2005,
ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.256, DE 27.10.2004, ANEXO I,
----------------------------------------------------------------------

-------------------------------------------------- ------------
RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0001
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

----------------------------------------------------------------------
P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/253 04/07/2014 454631049 45.463.104-9
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
041.02 desde 01/11/2004
ART. 18, I; DECRETO N. 5.403, DE 28.03.2005, ANEXO I, ART.
15, I. PERIODO DE 06/2005 A 14.08.2005 LEI N. 11.098, DE
13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.403, DE
28.03.2005, ANEXO I, ART. 15, I; DECRETO N. 5.469, DE
15.06.2005, ANEXO I, ART. 18, I. A PARTIR DE 15.08.2005
MP N. 258, DE 21.07.2005, ART. 3., CAPUT E PARAGRAFO 1.,
ART. 10 E INCISO I DO ART. 12. A PARTIR DE 19.11.2005
LEI N. 11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N.
5.469, DE 15.06.2005, ANEXO I, ART. 18, I. A PARTIR DE
02.05.2007 LEI N. 11.457, DE 16.03.07, ARTS. 2 E 3.
089.00
GFIP - GUIA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMACOES A
PREVIDENCIA SOCIAL
089.04 desde 01/12/2008
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 32, IV (ACRESCENTADO PELA
MP N. 1.596-14/97, COM REDACAO DA MP N. 449, DE
03.12.2008, CONVERTIDA NA LEI N. 11.941, DE 27.05.2009) E
ART. 33 (COM A REDACAO DA LEI N. 10.256, DE 09.07.2001E
ALTERACAO DA MP N. 449, DE 03.12.08, CONVERTIDA NA LEI N.
11.941, DE 27.05.09), PARAGRAFO 7. (ACRESCENTADO PELA MP N.
1.596-14/97, CONVERTIDA NA LEI N. 9.528, DE 10.12.97,
ALTERADA PELA MP N. 449, DE 03.12.08, CONVERTIDA NA LEI N.
11.941, DE 2705.09) REDACAO); DECRETO N. 2.803, DE
20.10.98; REGULAMENTO DA PREVIDENCIA SOCIAL - RPS, APROVADO
PELO DECRETO N. 3.048, DE 06.05.99, ART. 225, IV,
PARAGRAFOS 1., 2., 3. E 4. E ART. 245, CAPUT E PARAGRAFO
1.;
100.00
CONTRIBUICAO DOS SEGURADOS (EMPREGADOS, TRABALHADORES
TEMPORARIOS E AVULSOS)
----------------------------------------------------------------------

-------------------------------------------------- ------------
RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0002
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

----------------------------------------------------------------------
P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/253 04/07/2014 454631049 45.463.104-9
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
100.15 desde 01/12/1999
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 20 (COM A REDACAO DADA PELA
LEI N. 9.032, DE 28.04.95, ALTERADA POSTERIORMENTE PELA
LEI N. 9.129, DE 20.11.95), COMBINADO COM OS ARTIGOS 12, I
(COM AS ALTERACOES DA LEI N. 8.647, DE 13.04.93, DA LEI
N. 9.506, DE 30.10.97 E DA LEI N. 9.876, DE 26/11/99) E
ART. 28, I E PARAGRAFOS (COM A REDACAO DADA PELA LEI N.
9.528, DE 10.12.97); LEI N. 8.620, DE 05.01.93, ART. 7.,
PARAGRAFO 2.; LEI N. 9.311, DE 24.10.96, ART. 17, II; LEI
N. 9.317, DE 05.12.96, ART. 3., PARAGRAFO 2., "H";
REGULAMENTO DA PREVIDENCIA SOCIAL - RPS, APROVADO PELO
DECRETO N. 3.048, DE 06.05.99, ART. 9., I, "G" (ALINEA
ACRESCENTADA PELO DECRETO N. 3.265, DE 29.11.99),
PARAGRAFO 1. A 7., ART. 198, ART. 214, I, PARAGRAFOS 1. A
15, ART. 216, I, "A"(ALTERADO PELO DECRETO N. 4.729, DE
09.06.03) E "B" (ALTERACAO DO DECRETO N. 6.722, DE
20.12.08), PARAGRAFOS 1. A 6., ARTIGOS 217 E 218.
600.00
CORRECAO MONETARIA
600.08 desde 01/01/1995
LEI N. 8.981, DE 20.01.95, ART. 6.. REGULAMENTO DA
ORGANIZACAO E DO CUSTEIO DA SEGURIDADE SOCIAL-ROCSS,
APROVADO PELO DECRETO N. 356, DE 07.12.91, COM A NOVA
REDACAO DADA PELO DECRETO N. 612, DE 21.07.92 E ALTERACOES
POSTERIORES, ART. 39, PARAGRAFO 5., RENUMERADO PARA
PARAGRAFO 9., PELO ART. 1. DO DECRETO N. 738 DE 28.01.93,
E PARAGRAFO 10 (ACRESCENTADO PELO DECRETO N. 738, DE
28.01.93); REGULAMENTO DA ORGANIZACAO E DO CUSTEIO DA
SEGURIDADE SOCIAL-ROCSS, APROVADO PELO DECRETO N. 2.173,
DE 05.03.97, ART. 58, I. VALORES ORIGINARIOS EM REAL E SEM
ATUALIZACAO
601.00
ACRESCIMOS LEGAIS - MULTA
----------------------------------------------------------------------

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RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0003
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

----------------------------------------------------------------------
P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/253 04/07/2014 454631049 45.463.104-9
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
601.10 desde 01/12/2008
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 35, (COMBINADO COM O ART.
61 DA LEI N. 9.430, DE 27.12.96) COM REDACAO DA MP N. 449
DE 04.12.2008, CONVERTIDA NA LEI N. 11.941, DE
27.05.2009.CALCULO DA MULTA: PARA PAGAMENTO DE OBRIGACAO
VENCIDA, NAO INCLUIDA EM AUTO-DE-INFRACAO: 0,33%, POR DIA
DE ATRASO, CALCULADA A PARTIR DO PRIMEIRO DIA SUBSEQUENTE
AO DO VENCIMENTO DO PRAZO PREVISTO PARA O PAGAMENTO DA
CONTRIBUICAO ATE O DIA EM QUE OCORRER O SEU PAGAMENTO,
LIMITADO A 20%.
602.00
ACRESCIMOS LEGAIS - JUROS
602.08 desde 01/12/2008
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 35, COMBINADO COM O ART. 61
DA LEI N. 9.430, DE 27.12.96, COM REDACAO DA MP N. 449, DE
04.12.2008, CONVERTIDA NA LEI N. 11.941, DE 27.05.2009.
CALCULO DOS JUROS: JUROS CALCULADOS SOBRE O VALOR
ORIGINARIO, MEDIANTE A APLICACAO DOS SEGUINTES
PERCENTUAIS: A) TAXA MEDIA MENSAL DE CAPTACAO DO TESOURO
NACIONAL RELATIVA A DIVIDA MOBILIARIA FEDERAL / TAXA
REFERENCIAL DO SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDACAO E DE
CUSTODIA - SELIC, A PARTIR DO PRIMEIRO DIA DO MES
SUBSEQUENTE AO VENCIMENTO DO PRAZO ATE O MES ANTERIOR AO DO
PAGAMENTO B) 1% (UM POR CENTO) NO MES DO PAGAMENTO.
700.00
ENCARGO LEGAL DE 20% (VINTE POR CENTO)
700.01 desde 01/05/2007
DECRETO-LEI N. 1.025/69, ART. 1; DECRETO-LEI N. 1.645/78,
ART. 3; LEI 7.799/89, ART. 64, PARAGRAFO 2 E LEI N.
8.383/91, ART. 57, PARAGRAFO 2.
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RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0004
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

----------------------------------------------------------------------
P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/253 04/07/2014 454631049 45.463.104-9
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
800.00
PRAZO E OBRIGACAO DE RECOLHIMENTO - EMPRESAS EM GERAL
800.11 desde 01/10/2008
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 30, I (COM A ALTERACAO DA
LEI N. 8.620, DE 05.01.93, DA LEI N. 9.876, DE 26.11.99,
DA MP N. 351, DE 22.01.07, CONVERTIDA NA LEI N. 11.488, DE
25.06.07 E DA MP N. 447, DE 14.11.08, CONVERTIDA NA LEI N.
11.933, DE 28.04.2009); LEI N. 8.620, DE 05.01.93, ART. 7.,
PARAGRAFOS 1. E 2.; LEI N. 10.666, DE 08.05.03, ART. 4.,
PARAGRAFO 1., COMBINADO COM O ART. 15; REGULAMENTO DA
PREVIDENCIA SOCIAL, APROVADO PELO DECRETO N. 3.048, DE
06.05.99, ART. 216, I, "B" E PARAGRAFOS 1. AO 6., COM AS
ALTERACOES DO DECRETO N. 3.265, DE 29.11.99.
----------------------------------------------------------------------

E para que se possa proceder a cobranca em acao propria, nos


termos da Lei No. 6830 de 22/09/80, art 20. e seus paragrafos e demais
dispositivos legais em vigor, foi extraida a presente certidao.
Sobre o valor total incide encargos legais previsto no Decreto-
Lei No. 1.025/69,alterado pelo Decreto-Lei No. 1.645/78, e custas pro-
cessuais.

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RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0005
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (final)

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*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

Certifico que do registroda divida ativa da Uniao consta a ins-


cricao da divida cujo os dados sao os seguintes:

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P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/252 04/07/2014 454631030 45.463.103-0
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
Endereco Telefone
R BUARQUE DE MACEDO 947
CEP Bairro Municipio UF
90230-250 SAO GERALDO PORTO ALEGRE RS
Identificacao
CGC: 05.797.330/0001-73
----------------------------------------------------------------------
Periodo da Divida Valor Originario Moeda
13/2013 a 13/2013 16.958,53 REAL
----------------------------------------------------------------------
Documento Original DCGB - DCG BATCH
Orgao de Origem 19.001.010 Calculo 10/06/2017
----------------------------------------------------------------------
Princ.Atualizado Juros Multa Valor Total
16.958,53 7.100,54 3.391,71 27.450,78
----------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
041.00
ATRIBUICAO DE COMPETENCIA PARA FISCALIZAR, ARRECADAR E
COBRAR
041.02 desde 01/11/2004
PERIODO DE 11/2004 A 12/2004 MP N. 222, DE 04.10.2004,
ARTIGOS 1. E 3., POSTERIORMENTE CONVERTIDA NA LEI N.
11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.256,
DE 27.10.2004, ANEXO I, ART. 18, I. PERIODO DE 01/2005 A
02/2005 MP N. 222, DE 04.10.2004, ARTIGOS 1. E 3.,
CONVERTIDA NA LEI N. 11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E
3.; DECRETO N. 5.256, DE 27.10.2004, ANEXO I, ART. 18, I.
PERIODO DE 03/2005 A 05/2005 LEI N. 11.098, DE 13.01.2005,
ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.256, DE 27.10.2004, ANEXO I,
----------------------------------------------------------------------

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RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0001
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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Número do documento: 19021818365308500000035102091
*120170073373*
120170073373

C E R T I D A O D E D I V I D A A T I V A ( C D A )

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P G F N Livro/ Data de Processo Administrativo Nm.Inscricao
de Origem Folha Inscricao Original Desmembrado Divida Ativa
19.200.800 0099/252 04/07/2014 454631030 45.463.103-0
----------------------------------------------------------------------
Devedor
LABOR SERVICOS DE ASSEIO E CONSERVACAO LTDA
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
F.Legal Periodo Descricao / Embasamento Legal
----------------------------------------------------------------------
041.02 desde 01/11/2004
ART. 18, I; DECRETO N. 5.403, DE 28.03.2005, ANEXO I, ART.
15, I. PERIODO DE 06/2005 A 14.08.2005 LEI N. 11.098, DE
13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N. 5.403, DE
28.03.2005, ANEXO I, ART. 15, I; DECRETO N. 5.469, DE
15.06.2005, ANEXO I, ART. 18, I. A PARTIR DE 15.08.2005
MP N. 258, DE 21.07.2005, ART. 3., CAPUT E PARAGRAFO 1.,
ART. 10 E INCISO I DO ART. 12. A PARTIR DE 19.11.2005
LEI N. 11.098, DE 13.01.2005, ARTIGOS 1. E 3.; DECRETO N.
5.469, DE 15.06.2005, ANEXO I, ART. 18, I. A PARTIR DE
02.05.2007 LEI N. 11.457, DE 16.03.07, ARTS. 2 E 3.
089.00
GFIP - GUIA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMACOES A
PREVIDENCIA SOCIAL
089.04 desde 01/12/2008
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 32, IV (ACRESCENTADO PELA
MP N. 1.596-14/97, COM REDACAO DA MP N. 449, DE
03.12.2008, CONVERTIDA NA LEI N. 11.941, DE 27.05.2009) E
ART. 33 (COM A REDACAO DA LEI N. 10.256, DE 09.07.2001E
ALTERACAO DA MP N. 449, DE 03.12.08, CONVERTIDA NA LEI N.
11.941, DE 27.05.09), PARAGRAFO 7. (ACRESCENTADO PELA MP N.
1.596-14/97, CONVERTIDA NA LEI N. 9.528, DE 10.12.97,
ALTERADA PELA MP N. 449, DE 03.12.08, CONVERTIDA NA LEI N.
11.941, DE 2705.09) REDACAO); DECRETO N. 2.803, DE
20.10.98; REGULAMENTO DA PREVIDENCIA SOCIAL - RPS, APROVADO
PELO DECRETO N. 3.048, DE 06.05.99, ART. 225, IV,
PARAGRAFOS 1., 2., 3. E 4. E ART. 245, CAPUT E PARAGRAFO
1.;
200.00
CONTRIBUICAO DA EMPRESA SOBRE A REMUNERACAO DE EMPREGADOS
200.08 desde 01/12/1999
LEI N. 8.212, DE 24.07.91, ART. 22, I (COM A REDACAO DADA
----------------------------------------------------------------------

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RAFAEL DIAS DEGANI MAT- 1063526 F.0002
DATA: 10/06/2017 LOCAL: PORTO ALEGRE (continua)

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120170073373