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ISBN-10: 3-598-21500-2 | 1 EDIÇÃO | TIRAGEM 1000 | SÃO PAULO – BRASIL
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HYPE EDIÇÕES & PUBLICAÇÕES | DIAGRAMAÇÃO: LUCAS BRANCO
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SUMÁRIO

PREFÁCIO 03

INTRODUÇÃO 04

ÁFRICA 05

AMÉRICA 14

ÁSIA 34

EUROPA 69

OCEANIA 117

VIAGENS EXTRAS 123

ANTÁRTIDA 124

TOP 10 PAÍSES QUE JÁ VISITAMOS 129

PLANEJAMENTO 130
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PREFÁCIO
Nós acreditamos profundamente que a estrada nos dá tudo que precisamos, desde pequenos
aprendizados culturais, oportunidades de crescimento pessoal e profissional, até inteligência
emocional, e entre tantas experiências, descobrimos novas pessoas, novos amigos, uma nova
família, a família que a estrada nos dá. Rafa e Lídia são amigos que a estrada para o Japão
nos deu, com histórias únicas e países suficientes para mais do que uma vida inteira.

Este livro são várias coisas ao mesmo tempo. Em primeiro lugar, é um guia genuíno para as
visitas e locais do malaviajante, é a representação dessas histórias únicas, que ajuda o leitor
visualizar através das fotos de cada destino, como se ajustar ao ambiente e se preparar para
sua viagem dizendo como ir, quanto vai custar, como se divertir, e o que fazer na chegada ao
cobiçado destino.

A vida é muito curta para viver sempre no mesmo lugar, o momento que estamos vivendo na
história nos reforça isso, pelo menos é isso o que vários livros vem sugerindo. Este livro nos
inspira a esse movimento, desperta uma inquietude ao ver que existe tanto ainda para ser ex-
plorado, e de que o mundo é muito grande pra quem sempre olha de fora, e ao mesmo muito
pequeno pra quem tem objetivos audaciosos.
Nos 100 países você poderá se deleitar em conhecer para escolher, evitando escolhas erradas,
experiências de planejamento desorganizado e imigrações com sufoco, acima de tudo ganha-
rá uma dose de inspiração para descobrir novos destinos.

Este livro é sobre como a informação molda e muda nossa percepção sobre o mundo. O relato
de cada país nos mostra como o mundo é tão grande, e o quanto cada cultura se difere uma
da outra; é menos sobre definir as respostas corretas de cada lugar, e mais sobre entender
como cada lugar pode ressignificar quem somos. Através das experiências vividas pelo Rafael
e Lídia, a imersão na cultura de cada país e o retrato sincero de suas visitas em cada país re-
força outra crença nossa: O mundo é muito melhor do que vemos nos jornais.

Para terminar, precisamos dizer que este livro é um guia para tornar as viagens mais interes-
santes, sugerindo países pouco visitados pelos turistas e também um incentivo para descobrir
novos lugares.

No objetivo de conhecer o mundo, esse livro te conduz a um belo caminho, de aprendizados,


descobertas e também em ver que o mundo é muito grande, mas esta ao alcance daqueles
que tiverem como objetivo conquista-lo país por país.

Romulo & Mirella


TRAVEL AND SHARE
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INTRODUÇÃO
No século XVII, um viajante otomano, Evliya Celebi, inspirou-se em um sonho para embarcar
em uma jornada pelo Império Otomano. Ele viajou por toda a Europa e Norte da África e es-
creveu extensivamente sobre suas aventuras em Seyahatname “Livro das Viagens”. Alguns
séculos depois, nós queremos compartilhar nossas viagens com vocês.
Viajar é algo surreal, onde você pode experimentar as maravilhas produzidas pelo Criador, ter
aventuras épicas, conhecer novas pessoas e fazer amigos para a vida toda.
Cada um de nós temos nossa própria interpretação de como é a melhor forma de viajar, tenho
certeza de que podemos concordar que viajar nos permite escapar das formalidades cotidia-
nas, dores de cabeça, rotinas e nos dá uma sensação de aprendizado, as viagens nos ofere-
cem uma faísca de aventura, maravilha e descoberta que o nosso dia-a-dia parece encobrir.
Estamos aqui para te mostrar, que você pode viajar para qualquer lugar do mundo com pou-
cos recursos, você pode se divertir em um país onde você não conhece ninguém e ter expe-
riências que mudam vidas, você pode viajar com quem você ama e ter uma experiência de
relacionamento, e você pode criar uma ligação ao longo da vida com seus filhos através das
memórias compartilhadas de viagens.
Para ser claro, criamos um estilo de vida de viagem por mais de oito anos. Nós fizemos isso
acontecer com um desejo intenso e colocando um pé na frente do outro, colocamos viagens
como algo relevante, entendemos que é necessário ser prudente e sereno quanto ao planeja-
mento de vida, entretanto, analisamos que era possível viajar pelo mundo sem deixar de fazer
o que amamos e somos vocacionados em nosso próprio país. Com isso, resolvemos nos tornar
verdadeiros jornalistas de viagens, desde nossa primeira viagem, relatamos tudo para que
hoje esse livro pudesse chegar em suas mãos.
Escritores de viagens e jornalistas de viagens não são a mesma coisa. Eles se diferem em iden-
tidade, propósito e método. O escritor de viagens olha no espelho; o jornalista de viagens olha
pela janela. O escritor de viagens atende ao setor de viagens; o jornalista de viagens serve ao
público. O escritor de viagens é subsidiado; o jornalista de viagens paga seu próprio caminho.
Este livro foi feito para servir você que ama viagens e quer conhecer um pouco do mundo que
conhecemos ao longo de oito anos, viajando pelos “sete” continentes deste planeta.
A maioria das pessoas pensam que somos ricos porque viajamos por mais de 100 países em
oito anos. O que eles não percebem é que, descobrimos segredos de como encontrar passa-
gens de baixo custo e como economizar dinheiro suficiente para viajar.
Meu trabalho pagava R$1500 quando fizemos o primeiro roteiro, para Argentina e Uruguai, e
R$1900 quando fizemos nosso segundo roteiro, para Israel, Grécia, Egito, Turquia e Estados
Unidos, nesta época a Lídia não trabalhava, apenas estudava.
Resolvemos tratar o viajar, não somente como um estilo de vida, mas um estilo de propósito,
que torna a viagem um ingrediente não negociável. Isso significa economizar para uma gran-
de viagem ou apenas por algumas semanas do ano, o importante é abrir espaço em sua vida
para continuar viajando.
Antes de começar os relatos de todos os países, queremos dizer que ao final deste livro, você
terá acesso sobre como pode planejar melhor suas viagens e a lista, TOP 10, de países que
mais gostamos.

Agradecemos a Deus por ser criador de todas as coisas, um ao outro por fazer da vida uma
longa viagem, aos nossos pais e irmãos que nos apoiam em cada viagem, ao nosso tio David
e o amigo Paulista, as empresas Seguros Promo e Passagens Promo, e a todos os seguidores
sonhadores que nos incentivam a continuar viajando e trilhando sobre as aventuras da terra.
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ÁFRICA
A África é o terceiro continente mais extenso com cerca
de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3%
da área total da terra firme do planeta. É o segundo conti-
nente mais populoso da Terra com cerca de um bilhão de
pessoas, representando cerca de um sétimo da população
mundial, e 54 países independentes.

Área: 30.370.000 km2


População: 1,216 bilhão (2016)
Vizinhos: Ásia, Europa, América e Antártica
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ÁFRICA DO SUL | SAFÁRI EM BAIXO CUSTO

Ir para um safári na África sempre foi um sonho de infância para nós. Sempre imaginamos que é algo
impossível, o tipo de experiência proibitiva e cara que você economiza a vida toda para realizá-la.
Mas, não é! E esse é o ponto principal desse relato.
Depois que fizemos uma viagem à África do Sul, muitas pessoas nos perguntaram quanto custava o
safári.

Espero que nossa experiência inspire você a ir e torne o seu planejamento de safári um pouco mais
fácil. Veja como planejar um safári de orçamento do Parque Nacional Kruger.
Os primeiros turistas visitaram o Kruger em 1927 e, hoje, o parque é, provavelmente, o destino de
safári mais conhecido e melhor estabelecido da África do Sul. Com 19.485 quilômetros quadrados, é
uma das maiores reservas de caça da África e abrange duas províncias sul-africanas: Mpumalanga e
Limpopo. O Kruger compartilha fronteiras com Moçambique e Zimbábue.

Chegar lá via estrada ou voo


É algo em torno de quatro a seis horas da capital sul-africana, Joanesburgo, dependendo de qual
dos portões do parque você entrará. Se você reservar um safári de empresas em Joanesburgo, eles
providenciarão o transporte terrestre de ida e volta, de sua acomodação, mas esse tem um custo um
pouco salgado.
Há duas opções: reserve um pacote turístico ou alugue um carro e dirija-se ao Kruger. Se é a sua
primeira vez no safari, no caso combinamos as situações. Alugamos um carro, dirigimos 4h30 em
excelentes estradas até a Crocodille border e ficamos em um lodge ótimo, chamado Elephant walk
Retreat, no qual você consegue ver os elefantes do Kruger da janela da sua cabana.
Essa viagem tinha um toque especial, pois, levamos a mãe da Lídia após sua luta contra o câncer,
para que ela pudesse aproveitar conosco as maravilhas africanas. O custo do aluguel do carro ficou
em R$110 a diária. Gastamos R$50,00 de pedágio para ir e voltar, já a diária do lodge ficou R$300,
não incluía café da manhã. Nós o tomamos no próprio safári.
Conseguimos um sunset drive (nascer do sol), embora fosse alta temporada. Conseguimos o veículo
de safári de nove lugares, praticamente para nós, então, você deve imaginar o quanto gostamos.
Nosso guia Udum era uma atração à parte: uma enciclopédia de conhecimento sobre animais e plan-
tas. Era impressionante porque na estrada nós continuamos vendo veículos semelhantes lotados de
turistas. Aproveitamos muito!

Viemos para ver os animais, mas aprendemos diversas coisas com Udum: sobre a cultura e a política
sul-africana, sobre a caça ilegal em Moçambique, sobre a conservação de animais, sobre a ética das
reservas de caça e onde mais visitar na África.
Um Kruger National Park Safari não tem que ser obrigatoriamente caro para ser incrível. Vendo os
animais de perto, comportando-se como eles fazem em seu habitat natural, é totalmente diferente de
vê-los em um zoológico. Foi um das coisas que mais nos chamou a atenção no nosso tempo na África
do Sul.

Após nosso excelente tempo na região do safári, voltamos para Joanesburgo para conhecer um pouco
da triste história da segregação racial no Apartheid Museum. O Museu do Apartheid ilustra a ascen-
são e queda da era de segregação e opressão na África do Sul e é uma necessidade de conhecimento de
mundo absoluta e absurda. Ele usa uma ampla variedade de mídias para fornecer uma visão assus-
tadora da arquitetura e implementação do sistema do apartheid, bem como histórias inspiradoras da
luta pela democracia. É inestimável na compreensão das desigualdades e tensões que ainda existem
hoje. Localizado 8 km ao sul do centro da cidade, ao lado da rodovia M1.

Espero que vocês preparem as bagagens e visitem a incrível África do Sul.


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EGITO | MERGULHO NO MAR VERMELHO

Taba é uma pequena cidade de fronteira, situada na ponta mais setentrional do Golfo de Aqaba no
sul de Sinai. Israel conquistou a Península do Sinai. É uma cidade pitoresca com praias fascinantes,
que, em tempos antigos, era uma passagem na rota de caravanas para o Forte de Aqaba, no caminho
para Jordânia e a Arábia. No tempo moderno, é mais conhecida como o último pedaço de terra que
foi devolvido ao Egito após a ocupação israelense de Sinai.

A FRONTEIRA EILAT - TABA (NO SUL)


A fronteira Eilat - Taba (Israel X Egito) é uma caminhada de 1,5km com vários pontos de checagem,
carros israelenses não podem entrar no Egito. Deixamos nosso carro alugado do lado Israelense
em um estacionamento próximo da praia do mar vermelho em Eilat. Guardas com AK47 fazem a
segurança e te encaram muito. A Lídia precisou ir ao banheiro e um guarda ficou bem irritado de
me ver esperando-a parado na passagem. Logo que chegamos em TABA, achávamos que tínhamos
que pegar um táxi para irmos ao hotel. Besteira nossa! Fomos roubados pela taxista que deu um nó
na nossa cabeça com a confusão de troca de moeda israelense e egípcia. Dava para ir a pé ao hotel
(1km), mas eles nos cobraram uns R$50,00. O custo para atravessar a fronteira a pé era de: LE 46.00/
Egyptian Pounds = $14 (Entrar no Egito) + NIS 101 / Israeli Shekel = $33.00 (Sair de Israel).
O litoral de Taba no Sul de Sinai é o mais lindo, com águas cristalinas e cores entre o azul turquesa
e o azul escuro, sem esquecer as paisagens de montanhas com praias douradas. A comunidade da
estância de Taba Heights está situada a cerca de 20 km (12 milhas) a sul de Taba. Taba possui vá-
rios grandes hotéis, incluindo The Hyatt Regency, Marriott, Intercontinental e Sofitel. É, também,
uma área significativa de mergulho, onde existem vários cursos para ensinar a mergulhar e muitas
pessoas praticando o mergulho.

É só sair de óculos de natação que você já vê uma infinidade de corais e vida marinha, vale muito a
pena, mas fiquei um pouco com medo quando vi peixes grandes e bem alternativos, como enguias.
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MARROCOS | MARRAKECH ATÉ AIT BEN HODDOU PASSANDO PELA CORDILHEIRA DO ATLAS

Voamos para Marrocos de Madrid,um voo baratíssimo, mas quase que imediatamente, sentimos
como se tivéssemos chegado em um mundo completamente novo. Foi a nossa segunda viagem ao
norte da África, Marraquexe foi surpreendente no início. Em poucos minutos, estávamos perdidos na
Medina de Marraquexe, os sons e os cheiros nos envolviam. Quando, finalmente, encontramos nosso
hotel, tentamos compensar a falta de planejamento e juntar uma lista de coisas que queríamos ver
na cidade, antes de termos que seguir em frente.
Marraquexe é uma cidade que tira todo seu senso de direção e, onde quer que você olhe, há um calei-
doscópio de cor. Há tantas coisas para fazer em Marraquexe, é uma verdadeira enxurrada de ativida-
des, mas, também, é fácil relaxar e observar tudo acontecer nos muitos oásis sombreados da cidade.
Aqui, estão 5 coisas para NÃO PERDER:
1. Henna e Harira: vá com o fluxo em Djemaa
el Fna;
2. Passe o caminho através dos souks;
3. Banhar-se em um Hammam;
4. Jardim Majorelle;
5. Palácio Bahia.

Marrocos nos pegou desprevenidos com a elegan-


te cidade de Marraquexe e sua forte vitalidade.
No entanto, Ait Ben haddou nos impressionou
mais à sua maneira. Ait Benhaddou, localizada no
Marrocos Sudeste, foi reconhecida pela UNESCO
como patrimônio mundial desde 1987, o mesmo
ano em que The Living Daylights foi lmado lá. A
aldeia também foi cenário de lmes famosos como
Príncipe de Pérsia, Star Wars e Gladiator, e a sé-
rie Game of Thrones.

Visitamos o kasbha Ait Ben Haddou e Talout para


uma viagem de um dia de carro. Cerca de 30 km
de Ouarzazate, Ait Benhaddou, aninhado nas
montanhas do Alto Atlas, é um dos lugares mais
atraentes do Marrocos. A vila encanta visitantes
internacionais com edifícios seguindo um estilo
especial chamado Ksar. Ksar refere-se a um grupo
de casas feitas pelo solo e cercadas por altos mu-
ros, que é considerado o espaço de vida tradicional
dos habitantes locais no deserto do Saara. Subir
as cordilheiras do
Atlas muito nos agra-
dou. Vimos neve e ti-
ramos fotos surreais.
Na volta noturna, vi-
mos um dos céus mais
estrelados de nossas
vidas.
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MOÇAMBIQUE | SIMPLICIDADE

Antes de chegar, nós não tínhamos ideia do que esperar desse local pouco visitado da África Austral.
Ficamos, portanto, cheios de receio. Não tínhamos experiência em viajar pela África e a perspectiva
de dar os primeiros passos na região era intimidante.
Especialmente porque quando começamos a pesquisar na internet ´´viagens em Moçambique``, rapi-
damente percebemos a pequena quantidade de blogueiros de viagem que foram para Moçambique, a
pouca quantidade de relatórios de viagens e como, se você se aventurar em blogs, encontrará dezenas
de pessoas anunciando o quanto é inseguro. Porém, arrumamos nossas malas e fomos mesmo assim,
porque uma das nossas coisas favoritas para fazer quando viajamos: é quebrar a percepção e, muitas
vezes, o preconceito acerca de um lugar.
Infelizmente, boa parte do que lemos era real. Assim que chegamos à fronteira, tentaram nos en-
ganar com visto, falamos para os guardas, que efetuaram prisões na nossa frente em uma situação
completamente constrangedora e que já deixou a Lídia cheia de medo, afinal, viajar pela África em
alguns países e lugares é preciso de muita coragem estabelecida previamente e sabedoria.

Então, por que nós fomos? Bem, princi-


palmente, porque já tínhamos pago pelos
nossos voos para visitar o Kruger e es-
távamos a 12km do país. Mas, também,
porque adoramos mostrar a realidade
de lugares ao redor do mundo. E, entre
as histórias de horror que encontramos
online, havia tantos relatos ofegantes de
viagens de mudança de vida em um belo
país cheio de habitantes acolhedores,
que de fato eles são: gostam de conversar
o bom português – sim, eles falam por-
tuguês como nós, mas queriam também
tirar fotos conosco, porém, outros nos pe-
diam dinheiro para poder fotografá-los.
Lídia encontrou uma mãe com a qual
pôde conversar um pouco sobre mater-
nidade. Ela acredita que a mulher não
amamentava por ser portadora de AIDS,
doença que ataca não somente Moçambi-
que, mas muitos países africanos como
sua vizinha Suazilândia.
Moçambique é, na verdade, muito maior
do que parece nos mapas. O litoral, por
exemplo, tem mais de 2500km de com-
primento, o que é aproximadamente o
mesmo comprimento que a costa leste
dos EUA, ou de São Paulo até Maceió de
carro.
Gostaríamos de encorajar todos vocês a
viajarem por Moçambique.
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SUAZILÂNDIA | MONTANHAS E O INCRÍVEL MOGI BOUTIQUE HOTEL

Quando saímos do Kruger National Park, o sol estava precipitadamente caindo sobre as colinas ver-
des. Nossa mente estava preocupada com a sensação de estarmos prestes a cruzar outra fronteira
internacional e logo estaríamos na Suazilândia.
O posto de fronteira chegou de repente, uma barricada modesta com um escritório, para sair da Áfri-
ca do Sul, adjacente a ele. As formalidades levaram apenas alguns instantes e depois de apresentar
um passe de portão recém obtido para um grupo de policiais em pé conversando, dirigimo-nos para
um breve trecho de “terra de ninguém” entre as duas nações. Chegamos a outro portão e a um peque-
no prédio de concreto à direita. No interior, fomos carimbados na Suazilândia, pagamos um imposto
rodoviário de 50 ZAR (~ $ 5) e estávamos na estrada novamente.
A África do Sul tem áreas de extrema pobreza, mas a travessia para a Suazilândia parecia uma pas-
sagem para outro mundo. Um mercado à beira da estrada oferecia produtos frescos, mas, além disso,
vímos terras agrícolas e estruturas habitacionais muito modestas, muitas sem portas ou janelas, na
estrada encontramos mercados artesanais e restaurantes.

Quando chegamos no hotel, ficamos maravi-


lhados. Encostado em uma grande montanha
de Mbabane (capital), o boutique-hotel parecia
um cantinho exótico com uma sensação de que
você é um dos poucos humanos na face da ter-
ra que experimentará uma vista daquela, em
um país com menos de 1 milhão de habitantes.
O Mogi Boutique Hotel é um exclusivo e luxu-
oso boutique hotel no coração de Ezulwini, na
Suazilândia. Cada quarto tem uma cama kin-
g-size extra comprida, uma casa de banho pri-
vativa e está decorado com mobiliário de luxo.
O hotel está idealmente localizado apenas a
poucos passos de atrações turísticas, centros
comerciais e reservas de caça, mas longe o su-
ficiente para descansar nos jardins tranquilos
e ouvir o cantar dos pássaros.
Recomendamos uma viagem à Suazilândia,
dirigimos pela metade do país. É um lugar pe-
queno com pessoas amáveis e vale a pena uma
visita.
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SUDÃO DO SUL | GUERRA

A nação mais jovem do mundo, estabelecida em 2011, este país pobre falhou antes mesmo de come-
çar. Há uma guerra civil em curso no Sudão do Sul, bem como a fome e um monte de coisas horríveis.
E chegamos por lá apenas para visitar. Que esquisito, não?

Tudo ficou tão real assim que desembarcamos no aeroporto de Juba e vimos a frota de aviões do Pro-
grama Mundial de Alimentos, e do programa de militares da ONU. Estes eram aviões gigantes de
carga usados para sobrevoar áreas de fome e literalmente derrubar comida do céu.

Mas o que era mais insano era o próprio aeroporto. Instalada sob tendas e lonas parecidas com bedu-
ínos. O aeroporto improvisado estava extremamente lotado para uma área tão pequena. Todo mun-
do estava tão perto para conseguir uma aprovação de ausência de febre comprovando que você não
tinha nenhuma suspeita de EBOLA. O controle de imigração e passaporte era apenas um contêiner
com janelas. E não havia correia transportadora para coleta de bagagem.

Olhando para tudo que passamos, foi uma experiência única de se ter passado, mas no aeroporto, foi
muito estressante por algumas razões: a principal delas sendo, você simplesmente não saber o que
esperar. Governos como o Sudão do Sul são tão primitivos e francamente sombrios. Eles simplesmen-
te não têm “turistas” lá, então nos destacávamos como um cisne negro.

Havia muita coisa que queríamos fotografar e sempre que passávamos por uma cena digna de uma
foto, fazíamos uma foto mental. Isso nos matou por não poder documentar em nossa câmera.

Juba é uma das mais novas capitais do mundo. Tornou-se a capital do Sudão do Sul quando essa
nação foi declarada independente em 9 de julho de 2011. Juba, localizada no Rio Nilo Branco, é a
maior cidade do Sudão do Sul

Apesar de seu status como uma nova capital, Juba tem uma longa história. Evidências arqueológicas
mostram que a área foi habitada desde 3000 aC. Em 1862, o Egito estabeleceu um posto militar pró-
ximo à atual Juba, que servia como limite sul do controle daquela nação sobre o Sudão.

Quando Juba oficialmente se tornou a capital do Sudão do Sul, foi uma cidade devastada por mais de
meio século de guerra civil e grande parte de sua infraestrutura foi destruída durante esses conflitos.
Além disso, as diferenças internas entre facções rivais do governo, particularmente sobre o controle
das receitas do petróleo, colocaram a cidade e o país em uma guerra civil novamente.

As únicas cenas para se visitar são a cultura do povo, o rio Nilo branco, a Catedral de Santa Teresa
e a Catedral de todos os santos.

Essa da foto é a Abobah, uma mulher simpática que conhecemos na capital do Sudão do Sul , ficamos
imaginando o quanto de lutas essa mulher já passou, por onde íamos ela nos cercava mesmo sem
falar nossa língua. Em um local onde muita ajuda humanitária se faz necessária, vimos militares dos
EUA, Europa, Ásia, Austrália e no meio de tanta confusão, guerra, Ebola, existe Abobah uma mulher
que tem alegrias e tristezas, mas que muitas vezes foi lhe roubado o direito de sonhar! Que possamos
lutar para que as mulheres possam sonhar e ter a liberdade de realizar.
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AMÉRICA
América é o continente localizado no hemisfério ociden-
tal e que se estende, no sentido norte-sul, desde o oceano
Ártico até o cabo Horn, ao longo de cerca de 15 mil quilô-
metros. O seu extremo oriental insular encontra-se na Gro-
enlândia, o Nordostrundingen, enquanto o ocidental locali-
za-se nas Aleutas.

Área: 42.550.000 km2


População: 1,002 bilhão (2016)
Vizinhos: África, Europa, Ásia e Antártida
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ARGENTINA | VIAGEM NA TERRA DOS HERMANOS

O nosso primeiro roteiro como casal foi para Buenos Aires. Fomos com um casal de amigos (Carol &
Tércio) e foi muito bacana. Passamos 7 dias por lá e conhecemos todos os pontos turísticos, nos hos-
pedamos em um hotel próximo à Rua Florida. Essa rua é a principal e ficar próximo a ela permite-o
economizar com transporte, pois, é possível andar muito por lá. Nela, têm as famosas alpargatas
argentinas, chocolates milkas em várias lojinhas de doces que ficam abertas 24 horas. Nessa rua
tem, também, muitos locais que oferecem os passeios para conhecer alguns pontos turísticos. Com-
pramos dois passeios, um para conhecer o Zoo de Luján, e o bus tour, para conhecer toda a cidade.
Esse ônibus é bem chato, pois, pegamos um sem ser aberto e a moça falava muito, então, dormimos
em algumas partes.
Paramos no estádio do Boca Juniors, passamos pela “floraris” (uma flor gigante de metal), descemos
no Caminito onde ficam as casinhas coloridas, é um dos pontos turísticos mais conhecidos. Achamos
bem legal e lá comemos algumas empanadas argentinas. São deliciosas! Na argentina, não se pode
deixar de comer empanadas, doce de leite, bife de chorizo e conhecer todas as diversidades de choco-
lates milkas.
O café Tortonni é muito famoso. Fomos até o local, a comida não é nada de muito surpreendente,
mas a arquitetura é bonita e a noite funciona tango no subsolo. Você pode ir pela manhã e comprar
os ingressos para ir à noite.
O Zoológico de Luján é muito comentado nas redes sociais por maus tratos e etc. Quando você vai
até o zoológico antes de entrar tem toda uma explicação de como funcionam os cuidados e o trabalho
lá dentro. Eles informam que os animais são criados junto com cachorros e isso permite que eles se
tornam dóceis. Realmente nos deparamos com a cena de cachorros brincando com filhotes de leão.
Não sabemos se realmente procede ou se existe algum maltrato, na dúvida melhor não ir.
Conhecemos, também, San Isidro. Vale muito a pena, pois San Isidro é uma das cidades da Argenti-
na que fazem parte da província de Buenos Aires, localizada a vinte quilômetros da Capital; tem fácil
acesso por trem, carro, ônibus e até barco.
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BAHAMAS | O QUE FAZER EM NASSAU?

Visitamos duas ilhas de Bahamas: Princess Cays e Nassau!


Paramos lá, pois os ventos em Grand Turks and Caicos estavam muito fortes, e o cruzeiro não iria
conseguir ancorar. Uma pena, pois era nosso destino mais desejado! No entanto, fomos surpreendi-
dos por uma pequena ilha chamada Princess Cays.
Princess Cays é uma estância turística no extremo sul da ilha de Eleuthera, Bahamas. É proprieda-
de da Princess Cruises, que o utilizam como um porto de escala de cruzeiros no Caribe.
Já em Nassau, fuja da agitação de ilha turística e se presenteie com um maravilhoso dia de praia
na Ilha Blue Lagoon, conhecida oficialmente como Salt Cay. Suba a bordo em bote na próxima Ilha
Paradise e faça um cruzeiro através do porto histórico de Nassau, desembarcando na Ilha Blue La-
goon. Pise na areia branca e macia, nade nas reluzentes águas da lagoa ou balance livremente em
uma rede. Observe os golfinhos e leões marinhos dentro do parque marinho e use os vestiários da
ilha, boias e área de jogos. Quando chegar a hora de comer, saboreie um delicioso almoço grelhado
com bebidas de frutas, limonada. O lugar é um espetáculo e, até hoje, nenhuma praia que estivemos
foi tão linda quanto essa, nem mesmo na Austrália!
Na praia, estávamos a Lídia e eu, sozinhos no paraíso!
Aproveitamos e nadamos com o Golfinho pela bagatela de $ 180 dólares (o real estava 2,80 nesta
época). Foi um passeio incrível, apaixonante.

Ponto de partida:
Excursão saindo do Terminal de balsa da Ilha Paradise.
Duração: 8 horas.
Detalhes sobre retorno: Última balsa da Ilha Blue Lagoon sai às 18h.

Visite ainda o Straw Market, um mercado de cacarecos, souvernirs, arte e “tudo aquilo que você
precisa” para comprar suas lembrancinhas de Bahamas, não esquece de negociar um pouquinho o
preço! Logo atrás do mercado é a sessão de embarque e desembarque da ferry boats para Paradise
Island/Atlantis.
Conheça esse pedacinho de mundo e desfrute das maravilhas do caribe em Bahamas, um dos melho-
res passeios que já fizemos na vida.
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BOLÍVIA | UM PASSEIO POR SANTA CRUZ

Quando pensamos na Bolívia, no sentido de viajar, em relação ao deserto de sal, ou no Lago Titi-
caca, ou em mulheres de chapéu-coco, pensamos também em altas montanhas cobertas de neve,
ou pedalando por uma estrada chamada de morte. Então, quando planejamos uma visita ao país, é
compreensível que não pensemos necessariamente, ou sejamos atraídos a descobrir, uma cidade que
realmente não captura esse estereótipo da Bolívia, que nos é apresentado em cartões postais e livros
de viagens. A divergência de Santa Cruz, em relação às vilas e cidades do altiplano, fica clara desde
suas primeiras horas: há menos moradores indígenas, uma vida menos caótica nas ruas, semáforos e
travessias de pedestres por todos os lados, grandes cadeias de restaurantes em estilo americano con-
centraram-se em atrair, principalmente, as pessoas que vivem lá e não turistas, além de um número
crescente de ‘experiências de shoppings centers’! A arquitetura de alguns subúrbios que visitamos
era como qualquer cidade do mundo com paredes fechadas, parques de diversão locais e postos de
gasolina.

Santa Cruz oferece uma diversidade e um estilo de vida que não é realmente visível em outros luga-
res da Bolívia. A pobreza, claro, ainda existe. Em uma das cidades que mais crescem no mundo, re-
sidindo em uma das nações mais pobres da América do Sul - isso não deve ser uma grande surpresa.
Muitos vêm para Santa Cruz da zona rural circundante, na esperança de trabalho e perspectivas de
uma vida melhor. E, como sempre, nem todos terão sucesso.
Agora, você sabe por que Santa Cruz não é, necessariamente, a mais ‘boliviana’ das cidades da Bolí-
via, provavelmente, você está se perguntando se vale a pena ver?
Bem, nossa opinião sin-
cera é que há uma razão
pela qual a maioria dos
mochileiros não visi-
tam esta parte leste da
Bolívia. A localização a
leste de Santa Cruz sig-
nifica que não é neces-
sariamente uma adição
natural à maioria dos
itinerários e, a menos
que o Brasil seja seu
próximo porto de escala
(via ônibus noturno ou
trem), não é o mais fácil
para conexões de ônibus
para o seu próximo des-
tino. Isso, juntamente
com a falta de atrações
conhecidas, não incenti-
va as pessoas a planejar
uma visita a cidade que
possui ótimas cafeterias
e restaurantes. Impor-
tante ressaltar que, a
maioria dos lugares não
aceitam cartão de crédi-
to! É importante trocar o
dinheiro!
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BRASIL | LUA DE MEL EM BÚZIOS

Quando casamos, queríamos viajar para fora do país, mas, imagina se extravia a mala, imagina se
temos problema no voo. Viagens internacionais são complexas e exigem muita atenção! Nós quería-
mos um tempo de descanso aliado às belezas naturais do nosso país. Pesquisamos muito e descobri-
mos o passeio de Búzios e o Arraial do Cabo.

Entre as incríveis praias brasileiras, Búzios tem um lugar especial como um dos spas mais sofisti-
cados e de renome internacional. Até os anos sessenta, quando a atriz francesa Brigitte Bardot o
tornou conhecido em todo o mundo, Armação do Búzios era uma pequena vila de pescadores. Hoje,
esse encanto singular não está perdido, mas foi combinado com hotéis de luxo e boutiques, restau-
rantes gourmet e uma vida noturna vibrante e tradição cultural. Visitar Búzios é uma experiência
privilegiada onde o prazer é revelado a cada passo.

Apenas duas horas do Rio de Janeiro, Búzios é uma península que abriga cerca de vinte praias di-
ferentes. Sua geografia variada dá um caráter único para cada praia: águas calmas, ondas fortes,
rochas e vegetação. Há praias para todos os gostos, desde paisagens semi desertas, a trechos do li-
toral cheios de diversão. Surfistas e as águas de mergulho claras são grandes opções para o esporte,
enquanto as famílias podem desfrutar de piscinas naturais quentes.

Turismo em Búzios não é dependente das estações, se o sol permite o calor constante ao longo do ano.
Divirta-se entre surfistas na Praia de Geribá, nade na água transparente do João Fernandez, faça
um passeio de barco a partir de Praia da Armação e um a pé através da encantadora Rua das Pedras
para provar os sabores típicos do Rio.

Ficamos no incrível Rio Búzios Boutique Spa, de frente para a Praia de João Fernandes, na mais
exclusiva localização de Búzios, possui um belíssimo design arquitetônico que mistura o rústico e o
moderno. O Hotel dispõe de 30 confortáveis apartamentos equipados com TVs 40” LCD, cofre digital,
fechadura eletrônica e frigobar. Quartos com jacuzzi e mezanino estão disponíveis.
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CANADÁ | CITYPASS EM TORONTO

Visitamos Toronto em um stopover em direção a Israel, passagens que pagamos apenas R$1.100,00
reais por pessoa, ida e volta, com as taxas pelo @passagensimperdiveis, em uma incrível promoção.
Toronto é a maior cidade do Canadá e, em geral, a quarta maior cidade (em população) da América
do Norte. Há algo para todos lá e, definitivamente, vale a pena parar ao viajar para o Canadá.
Estes são alguns dos bairros mais populares de Toronto: Downtown Yonge, Queen Street West, York-
ville, Chinatown, Kenginston Market, Greek Town, Little Italy, Koreatown, Harbourfront, West
Queen West, Gay Village, King West, Anexo, Entertainment District e Financial District.
Se você preferir fazer um passeio a pé do Distillery District, há uma divertida excursão de 1 hora,
disponível no Viator também. Basta dirigir-se a Viator e digitar Toronto para encontrar passeios
disponíveis.
Lá, optamos por comprar o CityPass, um pacote que te dá direito a visitar o que tem de melhor na
cidade por um preço bem legal, se comparado com a ida individual em cada lugar. Vamos a uma
melhor explicação.

Como faço para comprar Toronto CityPass?


Você pode comprar Toronto CityPass em
qualquer uma das atrações participantes
em Toronto ou comprá-lo de forma online.
Se você comprar Toronto CityPass online,
os folhetos podem ser enviados para você
ou você pode imprimir um voucher antes
da sua viagem.

Quanto dinheiro posso economizar com To-


ronto CityPass?
Uma pessoa economizaria quase 50% na
admissão das seis principais atrações in-
cluídas no livreto CityPass. Mesmo que
você use apenas três ou quatro das admis-
sões (dependendo de quais), você ainda
pode economizar dinheiro comprando o To-
ronto CityPass.

Quais atrações estão incluídas no Toronto


CityPass?
CityPass realmente inclui as maiores atra-
ções de Toronto:
CN Tower: um bilhete Ride Experience,
que inclui Look Out, nível de piso de vi-
dro e sua escolha do filme The Height of
Excellence ou um passeio de cinema em
movimento.
Casa Loméz: admissão geral, guia de áudio
e filme
O Museu Real de Ontário: admissão geral
Zoológico de Toronto: admissão geral
Hall of Fame do Hóquei: admissão geral
Tirando o Zoo estivemos em todos esses
acima.
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CHILE | O QUE FAZER EM SANTIAGO?

Chile foi a nossa primeira viagem internacional, um destino a 3 horas de avião de São Paulo, que une
aventura, compras, passeios históricos com um povo extremamente educado e receptivo.
Surpreendente, cosmopolita, enérgica, sofisticada, Santiago é uma cidade de correntes culturais, com
festas, museus expansivos e restaurantes de alto nível.
Pegamos um voo TAM para Santiago e ficamos em um hotel localizado próximo do Parque Arauco,
um excelente shopping moderno. Santiago é um lugar maravilhoso para passear, e cada bairro tem
o seu sabor único e tom.
Com uma economia crescente, cena de artes renovada e abundância de excentricidade, Santiago é
uma cidade da velha-guarda na cúspide de um renascimento moderno.

SKI EL COLORADO
Centro de Esqui El Colorado, devido às suas características de proximidade com a capital, oferece
um serviço de conveniência e pistas para todos os tipos de práticas, tornou-se o ideal para a família
e juventude durante cada temporada de inverno. Situado na colina El Colorado, com uma altura
máxima de 3.333 metros e uma queda vertical de 903 metros, recebe quedas de neves abundantes e
curtas com uma média de 5 metros, precipitações de neve em um ano normal.
De Santiago, a apenas 39 quilômetros é o centro de esqui El Colorado, localizado na Cordilheira
dos Andes, você dirige cerca de uma hora por estrada asfaltada. No Colorado, todos os serviços que
complementam um dia espetacular de esqui são centralizados em um edifício moderno e confortável.
Santiago ainda possui passeios em museus, passeios históricos dos seus antepassados e uma cultura
muito rica diante da culinária. Foi nosso primeiro país e não nos decepcionamos em começar por ele!
Aproveite o CHILE!
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COLÔMBIA | BOGOTÁ É SÃO PAULO?

Em direção às Ilhas de Galápagos, fizemos uma parada em Bogotá. Como era aniversário da Lídia,
fomos direto para o Krispy Kreme do centro de Bogotá, nosso doughnut favorito em todo o mundo, e,
infelizmente, não tem no BRASIL!
Tirando as lindas montanhas das Cordilheiras dos Andes, que margeiam toda o fim da cidade e o
centro histórico, a cidade em si lembra muito São Paulo capital, aliás, dos países que visitamos, esta
foi a capital que mais lembrou a cidade onde vivemos.
A Colômbia tem a reputação de ser um dos países mais caros da América do Sul. Conhecemos muitas
pessoas que não viajam para a Colômbia devido à sua reputação absurda, mas não achamos isto,
nem com táxi, nem com comida.
Um almoço vale cerca de 6.000 pesos colombianos (≈ 2 dólares), em um restaurante popular, mas
pode ir até 10 dólares se você pedir um prato especial.
Os táxis são quase sempre com taxímetro, uma corrida mínima é de 5.000 pesos (≈ 2 dólares). Se for
uma longa viagem, não deve custar mais de 25.000 (≈ 8 dólares). Os táxis na Colômbia geralmente
têm um taxímetro que indica o valor da corrida.
Não trocamos pesos, tentamos sobreviver na cidade com dólares, deu muito errado, pois, quase per-
demos o voo para o Equador, pois, não passam cartão!
DICA: troque sempre por pesos enquanto estiver na Colômbia.

É SEGURO VIAJAR PELA COLÔMBIA?


A resposta curta é: sim.
No entanto, vale a pena lembrar que, até
2002, a Colômbia sofreu uma guerra em
que as Forças Armadas Revolucionárias
da Colômbia (FARC, grupos insurgentes
esquerdistas) controlavam uma grande
parte do país através de uma brutal luta
com o Governo e os grupos paramilitares
de direita. Embora hoje o risco de violência
relacionada à guerrilha seja mínima, tan-
to as FARC quanto os paramilitares conti-
nuam a controlar certas áreas do país.
Comer na Colômbia é barato. Nos merca-
dos ou restaurantes, onde os locais almo-
çam e jantam, estão disponíveis por 4.000
a 8.000. O menu é conhecido como “comida
comum” e inclui um copo de suco natural,
uma sopa de entrada e uma bandeja de ar-
roz, feijão, um corte de carne para escolher
e uma salada simbólica. A maioria dos al-
bergues tem uma cozinha, então você tam-
bém pode comprar em supermercados e
cozinhar.
Como qualquer capital que se vangloria,
Bogotá é o epicentro cultural do país. É
uma cidade cheia de eventos, em que qua-
se todas as semanas há concertos gratui-
tos de todo tipo de música, exposições e
festivais. É, também, uma cidade cheia de
história.
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CUBA | BELEZAS ALÉM DA FALÊNCIA

Amamos viajar para Cuba. Achamos que logo aquele esquema todo politizado irá acabar. Raul Cas-
tro liberou internet em casa em 2016 com a morte de seu irmão, gerando uma certa consciência na
nação de que eles passaram a se sentir enganados, e descobriram que Cuba faliu quando a URSS
ruiu.
Viajamos para lá em uma promoção de 20 mil milhas pela Avianca e valeu muito a pena conhecer
esse cantinho do mundo. Ficamos em Havana e visitamos as belezas praianas de Veradero, viajando
em um táxi Ford da década de 50 (2 horas de viagem).
Em Havana, uma cultura artística próspera transforma as influências africanas, espanholas e ame-
ricanas em uma identidade nacional distinta. Tentativa de criatividade, desenvoltura e natureza
amigável dos cubanos apesar das dificuldades econômicas. Considere os pontos de uma sociedade
empenhada em fornecer educação e cuidados de saúde a todos os cidadãos e ver uma economia bem
controlada enfrentar desafios e oportunidades à medida que os empreendedores emergem, no entan-
to, isso não tem funcionado tão bem como nos ideais.
Além de seu legado cultural, Cuba tem uma riqueza de recursos naturais, incluindo as colinas de cal-
cário distintivas conhecidas como mogotes, recifes de corais intocados, milhas de praias, dois locais
do Patrimônio Natural da UNESCO (Parque Nacional Alejandro de Humboldt e Parque Nacional
Desembarco del Granma) e um Site Ramsar (Zapata), entre outros.
Ao preparar e planejar uma viagem à Cuba, é importante pensar sobre o seu orçamento, os preços em
Cuba e sobre como você vai pagar por coisas em torno dessa incrível nação insular. Como a internet
e WI-FI são escassos e é sempre um incômodo para encontrar e usar, você deve ter suas finanças e
seu orçamento resolvidos de antemão.
Não é tão fácil verificar o seu saldo bancário online e lidar com a aquisição de moeda como em outros
países.
O QUE FAZER EM HAVANA:
1. El Capitolio
2. Plaza de la Catedral
3. Plaza de la Revolution
4. Museo de la Revolución
5. Paseo del Prado (Paseo del Marti)
6. Havana Club Rum Museum
7. Pegue um táxi anos 50 e vá para Veradero
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EQUADOR | GALÁPAGOS E SUAS IGUANAS

As Ilhas Galápagos foram descobertas pelo bispo do Panamá em 1535. Elas estão localizadas no
Equador, apenas a 600 milhas da costa do Equador. Charles Darwin estudou as espécies lá em 1835,
o que levou à sua teoria da evolução. Os locais foram nomeados o primeiro Patrimônio Mundial da
UNESCO em 1978 e, posteriormente, foi adicionado também o status de Biosfera e Reserva Mari-
nha. Em 2007, a UNESCO colocou Galápagos na lista ameaçada devido a espécies invasoras, sobre-
pesca e turismo descontrolado, no entanto, isso foi removido em 2010, depois que esses problemas
foram abordados. Existem 18 ilhas principais, mas apenas 5 delas são habitadas com uma população
total de cerca de 25 mil pessoas.
Enquanto a maioria dos turistas que vão à Galápagos com um programa de cruzeiro, houve razões
pelas quais escolhemos uma viagem terrestre, a principal delas foi garimpar a viagem ida e volta
por 18 mil milhas para os dois em uma mega promoção da Avianca LifeMiles. Como não tínhamos
as milhas, acabamos comprando cada 1.000 milhas por 30 dólares, ficando um total de US$540 para
o casal.

BAIA DE TORTUGA
A passagem para a praia é de cerca de 1 hora de dura-
ção caminhando e gostamos de todos os lagartos por
lá, os machos são muito territoriais e vão perseguir os
outros e as fêmeas têm uma garganta vermelha bri-
lhante. O cacto de Opuntia ao longo da trilha é tão in-
crível, é o único cacto no mundo que cresce como uma
árvore com casca e só é encontrado em Galápagos.
Estávamos deslumbrados pela praia que encontra-
mos depois da nossa longa caminhada. Apenas espe-
tacular! Areia branca e macia, iguanas andando na
praia, caranguejos fantasmas que aparecem fora dos
buracos na areia, mangueiras, tartarugas marinhas
rolando nas ondas. No extremo oposto, havia uma la-
goa calma para nadar e a maré era tão baixa que era
extremamente rasa, um longo caminho para fora.
Até tubarão o Rafael viu e tremeu na base, mas era
filhotinho.
Adoramos ficar na cidade de Puerto Ayora e aprecia-
mos as galerias de arte, lojas e restaurantes locais.
Tem uma “rua dos restaurantes” escondida na cidade
fora da estrada principal. As seis da tarde a rua está
fechada e todos os restaurantes puxam suas mesas e
cadeiras acesas para a rua, com cordas de luzes aci-
ma delas, é um ambiente encantador. Eles acabam
vendendo frutos do mar da captura do dia, incluindo
aquelas grandes lagostas. Tudo cheira tão bem e as
mesas se enchem rapidamente. Têm pessoas da Ho-
landa, Bélgica, Israel e de todo o mundo, os temperos
e comida são arrasadores. Alguns restaurantes não
passam cartão, então, é importante fazer a troca de
dinheiro. Faça um cálculo médio de gastos por dia,
assim, você terá uma quantidade aproximada de di-
nheiro que irá consumir nos dias que estiver por Ga-
lápagos.
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ESTADOS UNIDOS | AJUDANDO MORADORES DE RUA NA CALIFÓRNIA?

Teen Mission é um programa de treinamento missionário que visa o preparo de jovens e adolescen-
tes para servir projetos sociais e cristãos com suas vidas. O objetivo é capacitá-los em três frentes:
bíblica, social e prática. Assim, eles aprofundarão o seu relacionamento com Deus e desenvolverão as
ferramentas necessárias para assumirem um de ajudar o próximo.
O projeto é ir com os jovens até Felton (próximo a São Francisco) e oferecer, a quem necessitar, uma
refeição, uma palavra amiga, oração; visitar creches, asilos, casa de recuperação, etc.
Até 2017 lideramos viagens do Teen Mission, e já tivemos a oportunidade de ir até a Califórnia
por seis vezes, todas elas com intuito de ajudar, mas, aqui, daremos dicas dos poucos passeios que
fizemos: SKY HIGH JUMP SAN JOSE-CA; HENRY COWELLS PARK - FELTON-CA; ALCATRAZ -
SAN FRANCISCO-CA. Já estivemos em oito estados americanos em onze viagens para lá, para nós,
somente Estados Unidos daria conteúdo para um livro.

MISSÃO
Passamos 3 dias na YWAM trabalhando ($ 50 por noite cada) com os moradores de rua, 4 dias servin-
do em um acampamento, 2 dias em instituições de doação de comida e roupas, 3 dias na igreja local
para ajudar no culto e com as crianças, e 1 dia na escola dando aulas de geografia e teatro.
Você ainda pode ir até sacramento no Six Flags Animal Kingdom, vale muito a pena e é um parque
tipo Beto Carreiro (só que melhor).
Aproveite para dirigir na Highway 1 - estrada linda que liga LA a San Francisco. Nela paramos no
lindo aquário de Monterey, fomos de carro até o Sul por várias vezes. No Sul, indicamos passeios
como Bervelly Hills, calçada da fama e os incríveis parques de diversões.

SUGIRO COMER:
Krispy Kreme - o melhor doughnut do mundo; Five Guys - Hambúrguer californiano de primeira
In In Out - Hamburgueria concorrente do Five Guys; Shake Shack - para fechar indicações de ham-
búrguer; Taco Bell - comida mexicana baratinha.
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GUIANA | MÃO INGLESA & COMPRAS

Lethem é uma cidade fronteiriça entre o Brasil e a Guiana. Devido à sua proximidade, existe uma
rica mistura de culturas: portuguesas, ameríndias e guianesas. Lethem é a capital da região nove e
um centro que liga muitas das aldeias vizinhas a Georgetown. Lethem oferece a oportunidade de fu-
gir da vida comum nas cidades. O ambiente traz uma sensação de deserto misturado com uma pitada
de instalações modernas. Você poderá acessar a Internet, assistir televisão a cabo e usar seu telefone
celular. Mas, o que é mais intrigante é a oportunidade de experimentar a natureza no seu melhor.
Com acesso às Montanhas Kunuku, Savana Rupununi, Bon Fin e Boa Vista (Brasil), uma série de
quedas de água na área, rios, lagos, etc., as atividades são limitadas apenas à sua imaginação.
Um fenômeno mais recente foi visto como uma explosão de chineses na cidade. Você encontrará
praticamente qualquer tipo de pessoa em Lethem. Os brasileiros da cidade vizinha de Bon Fin e
Boa Vista frequentam Lethem para fazer compras. Os ameríndios das aldeias vizinhas encontram
trabalho e conduzem outras atividades econômicas na cidade. Muitos guianenses montam negócios
em Lethem. Um dado curioso é que passando a fronteira você precisa ficar atento, pois, as estradas
tornam-se mão inglesa.
Você pode encontrar uma variedade de lojas em Lethem. A maioria das lojas é de propriedade de
chineses e brasileiros. Você pode encontrar qualquer coisa, pinos, pneus de carros e roupas em geral.
Na Guiana você pode encontrar um monte de cachoeiras, Kaieteur cai é apenas um em mais de 276.
Algumas horas de táxi de Lethem você pode visitar Kumucai e as quedas Moco-Moco. Ambas as atra-
ções podem ser muito gratificantes.
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HONDURAS | O QUE FAZER EM ROATÁN?

Roatán é um dos lugares mais populares em Honduras, ideal para aqueles que procuram as férias
tropicais perfeitas. Há voos para Roatán da Itália, Canadá e Estados Unidos. A língua principal fa-
lada é o Inglês. A ilha de Roatán é carregada de praias de areia branca e cercado por recifes de coral,
que tornam o mergulho um paraíso para o snorkeling. Esta ilha do Caribe é a mais desenvolvida
das Ilhas Bay de Honduras, assim, viajar para Roatán é fácil. Há um serviço de ferry de passageiros
diariamente no Galaxy Onda, de La Ceiba a Roatán.
Chegamos na ilha devido a parada no nosso Costa Cruzeiros, que partiu de Miami, foram 11 dias
rodando pelas ilhas caribenhas.
A linha da costa de Roatán tem praias de areia branca proeminentes e florestas do mangrove que
cercam a ilha. A combinação é quase perfeita e oferece o melhor de todos os três mundos, praias tro-
picais, tais como o de West Bay é considerada a melhor praia da América Central e um dos melhores
do mundo; os piers oferecem algumas das melhores vistas de frente para o mar na ilha e os mangue-
zais oferecem uma visão para as zonas húmidas tropicais do Caribe e América Central.
A maioria das comunidades de ilhas têm nomes em inglês. Isto é devido ao fato de que as ilhas eram
parte do Império Britânico até que eles foram cedidos para o país de Honduras, em 1859 - 1860, como
parte do Tratado de Comayagua. Desde que os colonos originais eram britânicos das Ilhas Cayman,
eles nomearam as diferentes comunidades com nomes em inglês, que persistem até hoje.
No Leste, você vai encontrar as mais autênticas vilas do Caribe para serem vistas na ilha. Oakridge,
Calabash Bight, Jonesville são apenas alguns dos tesouros escondidos que você vai descobrir nesta
área. Muitos deles estão fora da estrada principal e exigem um pouco de esforço para chegar, mas,
se você estiver procurando por um ambiente agradável no Caribe, pessoas amigáveis, inglês sendo
falado e um ambiente mais autêntico e natural, este é o seu lado da ilha!
APROVEITE HONDURAS! Pagamos apenas $7 para sair de barco e fazer snorkeling. Os preços lá
são ótimos.
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ILHAS CAYMAN | O QUE FAZER EM GEORGETOWN?

Chegamos de cruzeiro à capital das Ilhas Cayman (George Town), para uma experiência surreal de
nadar com arraias selvagens a 45 minutos da ilha de barco em um bolsão de areia no meio do oceano.

A maior das Ilhas Cayman, Grand Cayman é famosa pela sua Seven Mile Beach, a popular Stingray
City (Cidade das Arraias) e seu excelente mergulho. Tanto a natureza como a história são preserva-
das debaixo d’água com uma coleção de naufrágios facilmente vistos.
As Ilhas Cayman são um grupo de ilhas no Caribe Sea aproximadamente 90 milhas ao sul de Cuba.
Grand Cayman é de longe o maior, o mais populoso e o mais visitado ponto. Little Cayman e Cayman
Brac, em conjunto referidas como as Ilhas Irmãs, são remotas, rurais e escassamente povoadas. A
grande maioria dos visitantes chegam de cruzeiro para passar o dia em George Town ou fazer ativi-
dades em outros lugares em Grand Cayman. O mergulho é excelente, bom como as areias brancas,
águas azul-turquesa e hotéis exclusivos de Seven Mile Beach. As Ilhas Cayman funcionam como um
Território Britânico de Ultramar autônomo. George Town é a capital e com apenas 20.000 pessoas, é
o maior assentamento nas ilhas.

NADANDO COM AS ARRAIAS


Stingray City é a atração mais popular de
Grand Cayman para snorkellers e não nada-
dores. Aproveite esta experiência única de to-
car e alimentar uma arraia, juntamente com
mergulho entre magníficos recifes de corais e
coloridos peixes tropicais.
O Stingray City Sandbar é um lugar diverti-
do e é adequado para todos. Você pode estar
cercado por mais de duas dúzias de “arraias
mansas” do Atlântico Sul que gostam da com-
panhia de seres humanos. As arraias nadam
livremente com os seres humanos em apenas
três metros de água, na área rasa de Sandbar.
Pagamos $ 30 por cabeça para este passeio
incrível, que inclui ida e volta com bebidas e
nadar com as arraias e visita aos corais. As
arraias de cerca de 1m sobem em suas costas
para uma massagem. Há os ferrões, que, se-
gundo os guias, não são mortais. Na hora de
dar lulas na boca delas, solte-as quando elas
estiverem vindo buscar, caso contrário, seu
dedo será triturado.
Incluído na viagem, Stingray City será uma
parada para os recifes de coral famosos mun-
diais de Grand Cayman. Ali você vai nadar
entre belos peixes tropicais e ver as cores vi-
brantes de nossos recifes de corais.
Na viagem de barco, é possível ver as casas
dos artistas hollywoodianos como Stallone e
Tom Cruise.
Visite as Ilhas Cayman e desfrute da estrutu-
ra de primeiro mundo com um visual caribe-
nho de tirar o fôlego.
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JAMAICA | O QUE FAZER EM OCHO RIOS?

Só chegamos até a Jamaica devido a um cruzeiro de 11 dias pela Costa Cruzeiros, partindo de Miami
e parando em 6 ilhas de 5 países diferentes. Nestas paradas, o barco ancorava cedinho e só ia embora
de noite, sendo possível, então, aproveitar o que tinha de melhor em cada país como o México, Hon-
duras, as Ilhas Cayman, as Bahamas e a Jamaica. Pagamos R$1.300,00 no Cruzeiros all inclusive
pela comida de cada um e mais R$1.000,00 ida e volta, São Paulo-Miami, para cada, totalizando
R$2.300,00. Foi um dos passeios mais baratos que já tivemos a oportunidade de fazer.

OCHO RIOS
De requintadas praças de luxo, repletas de marcas de classe mundial, para barracas e lojas tradi-
cionais, onde se pode descobrir todos os tipos de lembranças encantadoras, Ocho Rios é um sonho de
praias e cachoeiras.
Chegando na Jamaica, pegamos um táxi com um senhor que amava Bob Marley e que cantava suas
músicas no decorrer do trajeto. Conhecemos algumas cachoeiras lindíssimas. Nessa cachoeira, há
um custo para entrar de 15 dólares. E, se quiser, pode alugar os sapatos para não derrapar, (alugue
os sapatos se não quiser parar em um hospital jamaicano, as pedras das cachoeiras escorregam mui-
to). Ele nos levou até a Blue Hole.
Blue Hole Jamaica, também conhecida como Irie Blue Hole ou o Secret Falls, está localizado nas co-
linas da Jamaica, na fronteira das paróquias de St. Ann e St. Mary, a cerca de 25 minutos da cidade
de Ocho Rios.
O Blue Hole foi classificado pelo tripadvisor como a principal atração em Ocho Rios e deve estar de-
finitivamente na sua lista de coisas para fazer em Ocho Rios quando for visitar. Há muitos passeios
para o buraco azul saindo do porto.
Uma praia com águas cristalinas onde bolinhos de maconha eram vendidos em todos os lugares. Não
imaginávamos que era tanto, mas, assim como vendem água e suflair nos semáforos de São Paulo,
se vende bolinhos de maconha também na rua. O curioso é que fumar maconha no país é proibido.
Dividimos os custos do táxi com alguns amigos que fizemos na viagem e nos divertimos muito. Um
povo sorridente e que vive com pouco. Mas, o pouco se torna muito e tudo ao ver todas aquelas praias.
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MÉXICO | O QUE FAZER EM COZUMEL?

Cozumel, famosa por ter o segundo maior recife de barreira do mundo. Saímos no porto San Miguel
de Cozumel e exploramos as ruas da encantadora cidade de San Miguel e nos dirigimos à costa
oriental da ilha, famosa por suas paradisíacas praias. Uma grande variedade de passeios e outras
experiências são oferecidas em Cozumel, incluindo mergulho, aventuras, natação com golfinhos ou
snorkelling no Great Mayan Reef. Além disso, você tem a oportunidade de ir pescar ou relaxar em
um dos parques da ilha.
Pagamos $10 para entrar na área privada dos hotéis e curtir as mais belas praias desta incrível ilha,
que chegamos através do Costa Cruise que fizemos saindo de Miami..
Para alugar carro, os preços variam bastante, mas, em média, uma Scooter sai por 30 dólares o dia.
Os carros são a partir de 60 dólares, mas, o preço varia conforme o modelo. Os carros mais comuns
são do tipo Corsa, Fusca Conversível e Jeep Wrangler. Fique atento as taxas, serviços e seguro co-
brado!
Nossa sugestão é que divida o seu tour entre o Roteiro de Mergulho e o Roteiro de Praias. Quem
pretende visitar um dos parques, guarde pelo menos meio período para conseguir desfrutar de todas
as opções que são oferecidas. Com certeza, Cozumel com seu ar rústico ficou guardado como um dos
lugares no Caribe que voltaríamos novamente.
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PARAGUAI | O QUE FAZER NA TRÍPLICE FRONTEIRA?

Tivemos a oportunidade de estar no Paraguai três vezes, duas em Pedro Juan Caballero e uma em
Ciudad del Este e vamos compartilhar um pouco da experiência.

2x em PEDRO JUAN CABALLERO


Já ouviu falar no Shopping China?! Não?! Bem, você está perdendo tempo, meu amigo! Esse lugar
é o paraíso das COMPRAS, esta era a frase a ser falada entre os anos de 2009 a 2011, quando o
dólar estava uma pechincha! Principalmente, no quesito eletrônicos! Quem não conhecia, tinha que
conhecer! Mas, hoje em dia, não vale uma viagem só para compras, pois, o que se gasta com gasolina
e pedágio já equivale comprar em São Paulo. Quando estiver planejando sua viagem para Bonito ou
Dourados, não deixe de reservar pelo menos um dia para dar uma passadinha em Pedro Juan Cabal-
lero no Paraguai! Você não vai se arrepender! Nós estivemos lá devido às duas visitas que fizemos à
Missão indígena Caiuá, que cuida e ajuda índios de diversas etnias na região, que é considerada a
reserva indígena mais populosa do Brasil.

CIUDAD DEL ESTE


O melhor da cidade são as cidades ao lado, Foz do Iguaçu no Brasil e Puerto Iguázu na Argentina.
Ciudad del Este é um verdadeiro caos, o ideal é entrar a pé, pois, o trânsito é de matar, o calor e a
sujeira assustam, hotéis lá, nem pensar.

TENHA CUIDADO
Você deverá ficar atento na hora de comprar qual-
quer produto, principalmente, eletrônicos. Na
hora de comprar nossa câmera, nos ofereceram
várias outras câmeras de outras marcas, que cla-
ramente eram falsificadas.
Para chegar até Ciudad del Este para compras,
você terá que passar pela Receita Federal Brasi-
leira, atravessar a Ponte Internacional da Amiza-
de, que liga os dois países e atravessar a aduana
paraguaia.
Para atravessar a fronteira, recomendamos que
você reserve um transporte de confiança para evi-
tar problemas. Você pode atravessar a fronteira a
pé, de táxi, de ônibus ou com alguma agência de
turismo local.

VALE A PENA COMPRAR?


Não vale a pena uma viagem de compras se você
mora fora do Paraná, mas, visite Foz e Puerto
Iguazu e aproveite para dar uma passadinha na
muvuca para tentar garimpar algo.
Obviamente que estas duas cidades não represen-
tam um país. Normalmente, cidades portuárias
ou de fronteira não representam mesmo. O Para-
guai merece ser respeitado, tem belezas naturais e
ruínas Jesuítas que entram no topo dos destinos
turísticos deste pobre país.
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PERU | CAMINHOS ANDINOS

Uma das regiões menos conhecidas no Peru é Tacna. Tacna é o departamento mais ao sul do Peru e
faz fronteira com o Chile. É conhecido por seu clima ameno no deserto e variados monumentos espa-
lhados por toda parte. A cidade de Tacna, que é a capital do departamento, tem vários monumentos
nacionais dedicados a soldados e mártires. É uma cidade comercial que tem muito a oferecer para os
turistas.
Enquanto a maioria dos turistas ficam em torno de Lima, Cusco e outros pontos turísticos. Tacna é
um destino alternativo que certamente irá atrair aqueles que gostam de explorar destinos inusita-
dos. A melhor época para visitar Tacna é em agosto, quando acontece a Semana de Tacna, de 25 de
agosto a 30 de agosto. O festival patriótico tem uma série de eventos que podem ser de interesse para
o viajante mais exigente.
A Praça Tacna Armas, no bairro de San Martin, abriga vários monumentos, edifícios históricos e
um espaço público repleto de lugares interessantes para visitar e assistir. A forte cultura católica da
região pode ser experimentada durante as festividades da Igreja e as festas locais.

Preços para cruzar a frontei-


ra:
1 - Ônibus noturno de Are-
quipa-Ica | 60s./$20/£12 | 13
horas
2 - Ônibus de Tacna-Arequi-
pa | 20s./$6.5/684 | 5 horas
3 - Autocarro de Tacna-Are-
quipa, incluindo fronteira |
custo: 12s / $ 4 / £ 2,5 | 1,5
horas

Certamente, Tacna é um dos


destinos menos conhecidos
no Peru, mas merece a aten-
ção daqueles que gostam de
experimentar o novo e inex-
plorado. Quando você visita o
Peru, certifique-se de explo-
rar também os destinos me-
nos conhecidos. Eles detêm
multidões de tesouros turísti-
cos que estão esperando para
serem explorados.
34

URUGUAI | MESTRADO FORA DO BRASIL

A primeira vez que visitamos o Uruguai foi pela vizinha Argentina, não foi por acaso que os portu-
gueses fundaram sua cidade mais meridional exatamente ali: Colonia del Sacramento é o ponto mais
próximo de Buenos Aires na outra margem do Rio da Prata. A rota é operada em vários horários por
barcos (buques) de três empresas. A Buquebus é a mais tradicional.
Têm buques rápidos (1h de travessia) e lentos (3h) e, por isso, oferece mais horários; todos os buques
carregam carros. Há, também, buques rápidos a Montevidéu (3h).
1. A Colonia Express é seu concorrente mais tradicional. Só opera com buques rápidos e não carrega
carros. O serviço, porém, é bastante instável. A companhia costuma cancelar operações de última
hora. Fomos por esta, pois, gostamos de pagar barato!
2. A Seacat tem catamarãs compactos e rápidos e não carrega carros.
3. Colônia é uma cidadezinha colonial à beira d’água, fundada por portugueses, patrimônio da Unes-
co, povoada por pousadas, ‘restaurantizinhos’ e galerias... Se estiver em Buenos Aires ou Montevideo
não deixe de ir!

O que fazer em Colônia?


Caminhar, fotografar, tomar um café ou uma taça de vinho ao sol. Comprando apenas um ingresso
pode-se visitar todos os museus da cidade. Isto é, desde que não haja uma turma de escolares dentro,
quando então pede-se ao turista para esperar. Alugamos um carrinho de golfe e conhecemos a cidade
toda.

Mestrado no Uruguai?
Sim, você ouviu certo! Mestrado no Uruguai.
Devido ao seu modelo modular de ensino, fiz aplicação para um mestrado em educação na Univer-
sidad de La Empresa que possui três polos: um no centro de Montevidéu, um no bairro de Pocitos e
outro em Colônia. O estudante tem que ir ao Uruguai 5 vezes para 4 módulos de 13 dias cada e, mais
uma vez, para defender sua dissertação. O programa é lecionado por alguns docentes brasileiros das
Federais e da PUC, mas a grande maioria são uruguaios. A troca cultural e filosófica faz valer o cur-
so, que precisa ser apresentado conforme as normas da CAPES para que seja convalidado no prazo
de 180 dias após seu término no Brasil.
O mês de julho, geralmen-
te, faz mais frio devido às
baixas temperaturas que
chegam aos 2 graus, mas
o doce de leite, as parrillas
uruguaias e o estilo euro-
peu da cidade de Montevi-
déu fazem valer a estadia
para os estudos.
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VENEZUELA | GASOLINA R$1

Santa Elena de Uairen é uma pequena cidade no sul da Venezuela, na fronteira com o Brasil, de onde
os caminhantes partem rumo ao Monte Roraima. Se você estiver viajando sozinho, tente se juntar a
um grupo que já exista para fazer uma caminhada até o Monte Roraima.
Gostamos muito da nossa visita à Santa Elena. É uma cidade onde muitas coisas parecem acontecer
ao mesmo tempo. Brasileiros vão buscar gasolina, garimpeiros vendem suas descobertas, turistas
planejam suas caminhadas até o Parque Nacional Gran Sabana. Em junho de 2018, estava bem
caótico, brasileiros expulsando venezuelanos de Pacaraima. Pagamos cerca de R$ 1,00 em cada litro
de gasolina, enchemos o tanque e foi o suficiente para voltar à Boa Vista, capital de Roraima. Não
fomos subornados, como normalmente é relatado pelos turistas, pois, entramos com carro alugado no
país e não tivemos problema algum.
Santa Elena é uma cidade pequena e colorida, com ruas animadas, nas quais você pode encontrar
boas barracas arepas. Perfeito para reabastecer depois de uma viagem ao ar livre. Se durante a sua
viagem à Venezuela você quiser fazer uma caminhada até o Monte Roraima, você precisa ir a Santa
Elena. Outros passeios incluem belas cachoeiras, como Jasper Creek, Agua Fria e Puerta del Cielo.
Fomos até os mercados da Venezuela e nos entristecemos de ver tantas preteleiras vazias e poucas
variedades de alimentos e produtos. Trocamos uma nota de 2,00 reais e vimos o quanto o dinheiro
deles está desvalorizado e o quanto as pessoas estão sofrendo com essa crise atual.
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ÁSIA
A Ásia é o maior dos continentes, tanto em área como em
população. Abrange um terço das partes sólidas da super-
fície da Terra e é responsável por abrigar quase três quin-
tos da população mundial.

Área: 44.580.000 km2


População: 4,463 bilhões (2016)
Vizinhos: Europa, África, Oceania e América do Norte
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AFEGANISTÃO | PERIGO

Um lugar que os brasileiros são avisados a não visitar é sem dúvida o Afeganistão, devastado pela
guerra, pode ser um país difícil de se viver. Infelizmente, também está lidando com um problema de
drogas, com mais de 1,6 milhão de habitantes (5,2% do total) população adulta considerada viciada
em heroína, segundo as Nações Unidas.
De todos os países que visitamos no Oriente Médio, Afeganistão, Iêmen e Síria são os que mais nos
preocupamos.
Antes de nossa viagem, havíamos questionado se todo o risco valeria a pena. Mas no final da visita
fomos abençoados com algumas das experiências mais originais que viajantes poderiam ter na Terra.
Viajamos oito longas horas de carro em estradas montanhosas, sinuosas e com muita chuva para
chegar nas Crateras de Zulfiqar, uma das regiões menos populosas do Afeganistão, e com baixo ín-
dice de terrorismo.
Fotografamos as montanhas, lindas
montanhas, Zulfikar é um espaço de
terra na borda de Harirud juntamen-
te com uma grande chapada na qual
possui um rio sazonal corrente no
vale, é a abertura das fronteiras do
Irã, Afeganistão e Turcomenistão, um
cenário único.
Ocorreu-nos uma abordagem militar
questionando o que estávamos fazen-
do naquela região, que não recebe
turistas e tão pouco estrangeiros por
qualquer outra razão, tentamos ex-
plicar, entretanto, foi nosso motoris-
ta que falava Pachto e nos livrou de
complicações.

A lição que podemos dar sobre o Afe-


ganistão é que não devemos olhar
para este povo com preconceitos, povo
sofrido e que possui uma parcela mí-
nima da população ao terrorismo,
precisam de ajuda mesmo morando
em um país com cenários paradisía-
cos.
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ARMÊNIA | INDO DE CARRO PARA O PRIMEIRO PAÍS CRISTÃO DA HISTÓRIA!

Visitamos a Armênia com um carro alugado na vizinha Geórgia e é bem simples passar com carro
alugado na fronteira, complicado é entrar no Arzeibaijão, que acabamos deixando para um próximo
roteiro.
Na descida de carro da Geórgia para Armênia, vimos belezas incríveis e cenários maravilhosos.
O país, relativamente pobre, tem cenários de agricultura em todo o caminho montanhoso.
Tem que pagar uma taxa de seguro do carro quando se entra na Armênia. Nós acabamos não pagan-
do, mas, o ideal é pagar para ficar em paz com batidas, já que o seguro é válido apenas para o país
em que o carro foi alugado.
Nosso objetivo era visitar as cidades Sanahin e Haghpat, seus respectivos monastérios, patrimônios
da humanidade, por serem antigos e ocuparem o topo das montanhas armênias do Norte.
Sobre o carro alugado, em alguns momentos sentimos as estradas ruins e difícil o acesso ao monas-
tério, porém, valeu a pena. É uma região muito montanhosa e diferente de todos os lugares que já
fomos. Um local cheio de história, gente simples e mosteiros únicos. Baixar o google maps é uma
super dica, pois, a internet é carrissima, portanto, para conseguir andar é preciso o gps baixado. A
religião predominante na Armenia é o cristianismo.
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BANGLADESH | E O SEU LINDO CÉU

Bangladesh é raramente considerado um destino turístico. O que as pessoas sabem sobre este país,
geralmente, vem das notícias: enchentes, ciclones, conflitos políticos, tragédias em fábricas de rou-
pas. “Foi estigmatizado”, diz um local. “Nunca ouvimos notícias positivas”.
Partimos de Siliguri às 7h da manhã, para entrar em Bangladesh às 8h por Banglabandha, mas,
não era possível, pois, a fronteira só abria às 9h. Pois bem, surgiu, então, o sentimento brasileiro,
conversamos muito com os guardas, explicamos quem nós éramos, porque estávamos ali e porque
queríamos tanto entrar mais cedo em Bangladesh, tudo isso com tradutor indiano nos ajudando. Fi-
nalmente, o guarda disse não. Não me dei, porém, por convencido e pedi para chamar seu superior.
Após ele chamar, expliquei novamente a situação, e ele nos deixou entrar. Juntamente com Quir-
guistão e Bielorússia, tornou-se um dos países mais complicados que já atravessamos na fronteira.
Com a praia mais longa do mundo e o maior mangue, Bangladesh tem muito o que se gabar: seu am-
biente natural é muito mais diversificado e dramático do que a maioria das pessoas. Acrescente um
fascinante patrimônio arquitetônico à mistura e você terá muitas razões para fazer as malas para
uma viagem a este belo país.
Os Sundarbans remotos, a maior floresta de mangue do mundo, cobrem uma vasta área do sudoeste
de Bangladesh. Seus muitos rios de água doce se fundem com a água salgada da Baía de Bengala,
permitindo o florescimento de um ecossistema espetacularmente diversificado. É um lugar de beleza
surreal: muitas vezes envolta em névoa, em grande parte desabitada, selvagem e pantanosa. Você
pode avistar javalis, cervos malhados, golfinhos do Ganges, macacos, répteis e - se você tiver muita
sorte - um tigre de Bengala. Algumas centenas desses magníficos animais vivem nos Sundarbans.
Bangladesh é um país que não possui uma boa estrutura para turistas fora de seus resorts, mas, se
você é um aventureiro como nós, então, indicamos fazer uma visita neste asiático pouco conhecido.
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BUTÃO | O PAÍS MAIS FELIZ?

A menos que você seja de alguns países selecionados, como a Índia, viajar para o Butão é caro e não
é nada fácil. No entanto, a rica cultura, o cenário intocado e o ar fresco da montanha fazem com que
valha a pena. O número de pessoas que visitam o Butão está aumentando a cada ano, refletindo o
crescente interesse no país como um destino turístico.
O governo do Butão é reservado para permitir visitantes no país. Viagens independentes para o
Butão estão se abrindo, mas, não é algo que o governo incentive. Geralmente, os visitantes do Butão
devem ser turistas ou convidados do governo. As únicas outras opções para visitar o país são receber
um convite de “um cidadão de alguma posição” ou uma organização voluntária.
Com exceção dos portadores de passaportes da Índia, Bangladesh e Maldivas, todos os turistas de-
vem viajar em um pacote pré-planejado, pré-pago, guiado ou programa de viagem personalizado.
Para outros portadores de passaporte, os vistos custam US$ 40, por dia, no país. Os vistos devem
ser aplicados e pagos antecipadamente, de operadores turísticos registrados (não de embaixadas), ao
mesmo tempo que reservam o restante de sua viagem. Você deve tentar organizar sua viagem, pelo
menos, 90 dias antes para ter tempo e todas as formalidades serem cumpridas.
Os vistos são processados através de um sistema on-line pelos operadores turísticos e são aprovados
pelo Conselho de Turismo do Butão, uma vez que o pagamento integral do custo da viagem tenha
sido recebido. Os turistas recebem uma carta de autorização de visto, a ser apresentada na imigração
na chegada ao aeroporto. O visto é, então, carimbado no passaporte.

O Butão está mudando rapidamente com uma grande quantidade de obras acontecendo, particu-
larmente, em Thimphu e Paro. Como resultado, esses lugares já começaram a perder seu charme e
autenticidade. Para você que está pensando em visitar o Butão: quanto antes, melhor!
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CAMBOJA | CASINOS E SORRISOS

Localizado a 48 km da cidade provincial de Svay Rieng, é a fronteira internacional com o Vietnã. O


posto de controle de Bavet é a principal passagem de fronteira internacional para pessoas que viajam
entre Phnom Penh e a cidade de Ho Chi Minh. As principais atrações de Avet são dois cassinos que
ficam a uma curta distância a pé da fronteira. Estes casinos são muito populares entre os estrangei-
ros que atravessam a fronteira e a galera fuma muito dentro do cassino, parece até que entramos
em um forno. Há também um mercado, o Psar Nat, onde as mercadorias são transferidas entre o
Camboja e o Vietnã.
O transporte usual que passa por este ponto de passagem são, especialmente, os ônibus e vans li-
cenciados, ambos operadores cambojanos e vietnamitas, atendendo a rota Phnom Penh para Saigon.
A empresa escolhida pela Cambodian Bus é a Camboja Asia Travel Co. e a empresa de escolha da VN
é a Mai Linh. Mas, existem outras.
O Visa-on-Arrival cambojano está disponível em Bavet e é rápido e fácil, basta preencher um peque-
no formulário de solicitação, fornece um tipo de passaporte/visto atual e tamanho de foto, no valor de
US $ 20. E é tudo feito na hora.
A tarifa de ônibus usando o Mekong Express é de aproximadamente US $ 12/13, dependendo do
preço do combustível predominante. A jornada leva quase 3 horas, mas, está ficando mais curta à
medida que as obras no Camboja avançam.
A viagem começou cedo, uma manhã no final de novembro em Ho Chi Min e envolveu uma viagem
de 3 horas até a fronteira cambojana em Bavet onde a Prestige Duty Free tem uma de suas lojas de
fronteira.
O Sudeste Asiático tem estado firmemente na “trilha dos mochileiros” por anos, graças à sua ótima
comida, culturas diversas e preços econômicos. E enquanto a Tailândia é, geralmente, o primeiro
país que os viajantes pensam quando consideram visitar esta parte impressionante do mundo, o
vizinho Camboja cresceu em popularidade nos últimos anos. Visite e você verá por quê.
Mesmo sendo um país pequeno, a história do Camboja é rica e seus locais são únicos. Você poderia
facilmente passar semanas explorando isso.
Nossa experiência pelo Camboja nos ensinou que podemos ser felizes com tão pouco.
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CAZAQUISTÃO | O PAÍS COLORIDO

Durante nossa viagem ao Cazaquistão, passamos um tempo na região de Almaty e ficamos impres-
sionados com a cidade e a incrível natureza que a cercava. Foi muito diferente da cidade de Korday,
no Cazaquistão, mas, gostamos de ver o contraste.
Nós nos instalamos em um hotel amigável e confortável, usamos isto como nossa base para explorar
todas as coisas para fazer em Almaty. A cidade não é muito grande, então, nós conhecemos tudo.

Almaty está próximo da fronteira do Quirguistão e há ônibus e táxis compartilhados de Bishkek (ca-
pital do Quirguistão), que levam cerca de 6 a 7 horas. E foi assim que chegamos na cidade, com uma
van compartilhada com outros três quirgues.

PARQUE PANFILOV E CATEDRAL ZENKOV


Esta é a atração mais conhecida em Almaty. O parque é um memorial para os soldados de Almaty
que morreram na Segunda Guerra Mundial. A peça central do parque é a deslumbrante Zenkov Ca-
thdral, que é feita inteiramente de madeira, incluindo as unhas! A entrada na igreja é gratuita. Em
um dia ensolarado é ocupado com os locais aproveitando.
Medeu é a maior pista de patinação no gelo do mundo e é um lugar movimentado durante todo o
ano. Pode ser facilmente alcançado de táxi ou ônibus, que sai do lado oposto do Hotel Cazaquistão.
No verão, a pista está fechada, mas, a área ao redor é ótima para fazer caminhadas e sair da cidade
durante o dia. As gôndolas também vão desde logo abaixo da pista até os campos de esqui.
Como viajantes, estamos sempre à procu-
ra de comida deliciosa, autêntica e acessí-
vel. Nós realmente apreciamos a mistura
de cozinha asiática e russa em Almaty de
bolinhos e macarrão para blini e borsch.
Nós frequentamos restaurantes de estilo
cantina. Comemos comidas maravilhosas
e carne de cavalo muito saborosa.
Almaty está localizada em uma parte lou-
camente bela do país. Dentro de algumas
horas você pode esquiar, caminhar em um
canyon ou desfrutar de vistas deslumbran-
tes do lago. Há muitas coisas para fazer
em Almaty e a região circundante vale a
pena explorar pelo menos por uma semana
ou duas. Em março, o tempo estava frio,
mas, confortável. Seria ótimo voltar no ve-
rão, quando tudo é um pouco mais verde!
Se você está indo para Almaty e tiver algu-
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CHINA | GRANDE MURALHA E PEQUIM

Visitamos a China quando estávamos em direção a Osaka e Kyoto. Infelizmente, conhecemos apenas
a cidade de Pequim, que é incrivelmente organizada, pois, possui tecnologia, bugigangas e muita
história envolvida. Ela é a cidade mais populosa do planeta com pelo menos 20 milhões de pessoas.
Pequim está cheia de coisas para fazer. Você poderia passar semanas explorando as diferentes atra-
ções da cidade, se perder nos hutongs e provar os pratos locais. Com poucos dias na capital chinesa,
queríamos ver e experimentar o máximo que pudéssemos.
A Grande Muralha é o símbolo da civilização chinesa e se estende por uma impressionante marca
de 8,850 quilômetros. Foi construído desde o século III a.C até o século XVII d.C. para proteger o
império chinês contra intrusões estrangeiras. É a maior estrutura militar do mundo e, obviamente,
é imperdível ao se visitar a China.
Uma viagem a Pequim é uma oportunidade para ver o quão grande e diferente é o nosso mundo. É fá-
cil contratar uma empresa de turismo para ajudá-lo em torno dos passeios difíceis ou você pode fazer
o que muitos fizeram antes e produzir uma aventura ao seu próprio ritmo, como nós fizemos. Todas
as atrações acima custariam menos de US $90. Menos de 100 dólares para ver a Grande Muralha, a
Cidade Proibida, o Templo do Céu e dois jantares de Pato em Pequim! Faça um favor e pegue o metrô
(todos os sinais estão em inglês e custam 2 RMB por passeio), coma em restaurantes estranhos e
exóticos, conheça novas pessoas e, o mais importante, seja seu próprio guia turístico, mas, carregue
um tradutor off-line no celular, pois, nós sofremos muito, já que ninguém fala o bendito inglês.
Há os majestosos edifícios imperiais, perfeitamente preservados em ouro e sangue vermelho, com-
partilhando a mesma calçada com obras-primas soviéticas destinadas a intimidar.
Nos anos anteriores e posteriores das Olimpíadas de Pequim 2008, surgiram maravilhas modernas
de vidro e cromo. Tudo faz da cidade de Pequim um estudo em superlativos; a grande escala da cida-
de planejando uma campanha para manchetes.
Até neve vimos em Pequim! O táxi e as comidas são mais ou menos com mesmo custo de São Paulo.
Esperávamos bem menos da China e fomos positivamente surpreendidos.
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CORÉIA DO SUL | O QUE FAZER EM SEUL?

Seul é uma daquelas cidades onde os edifícios de arranha-céus altos se fundem com estradas de dez
pistas enquanto mercados culturais arvoram a cidade ao redor do rio Han. Intensa e modesta. Se
você já esteve em Seul antes, você concordaria que esta cidade pode ser conhecida como uma “Tóquio
calma”.
Seul é rico em contradições, dores do passado e compradores, muitos e muitos compradores. Você
também vai se deparar com cristãos devotos pelo ônibus que vão orar em algumas das maiores igre-
jas do mundo. Profundamente religiosa, a Coréia do Sul tem sido muito influenciada pela presença
militar americana, a tensão de ter a Coréia do Norte como vizinha, o legado da horrível ocupação
japonesa e uma corrida louca em direção a uma prosperidade extraordinária nos últimos 30 anos.
Vívidos, espontâneos e realmente enérgicos, as pessoas da Coréia sabem se divertir e depois se
sentem culpadas. Não é coincidência que os coreanos sejam conhecidos entre os asiáticos como “os
italianos da Ásia”.
Esta cidade é uma mistura eclética do estranho e maravilhoso e, enquanto há arranha-céus suficien-
tes, existem também tantas narrativas culturais em Seul.
Estávamos vindo da quente e abafada Filipinas e encontramos uma Coréia com ótimo tempo e um
visual e organização de impressionar. O país todo é do tamanho de Santa Catarina e tem empresas
que ganharam o mundo: uma potência!
Aqui vão algumas dicas do que você pode Cavernas Gwangmyeong é o maior parque de caver-
fazer em Seul: nas temático com variadas coisas culturais e artísti-
1. JARDIM SECRETO CHANGDEOK- cas, criado em uma mina de ouro, onde ouro, prata
GUNG e bronze foram extraídos. Os visitantes podem ex-
2. NAMSANGOL HANOK VILLAGE perimentar o vinho na caverna do vinho, além da
3. MERCADO DE GWANGJANG Cave Aqua World, Gold Falls, Gold Road, Gold Pa-
4. PALÁCIO GYEONBOKGUNG lace, Terror Experience, Cave Underground Lake,
6. SEONYUDO PARK Underground Lake, a maior escultura de dragão da
7. PARQUE GUDEURAE nação, luzes LED e outras instalações adicionando
8. HANEUL SKY PARK mais Diversão para a visita. Além disso, o Black Li-
9. GWANGMYEONG (AMAMOS ESSA ght Performance é realizado todos os fins de semana.
CAVERNA) veja abaixo Ficamos estagnados com o quão legal eles deixaram
10. FAZENDA BORINARA HAGWON algo que era só um grande buraco na terra.
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EMIRADOS ÁRABES | O QUE FAZER? NO PARAÍSO DO ORIENTE

Conseguimos chegar até Dubai devido a uma promoção incrível que conseguimos pelo aplicativo
“Passagens Imperdíveis” com o seguinte trecho: BRASIL - EUA - HOLANDA - EMIRADOS ÁRABES
- EUA – BRASIL, por R$750, ida e volta, com taxas incluídas pela Delta Airlines. Essa foi, sem dúvi-
das, a melhor promoção que já pegamos. Quando programamos nossa viagem para Dubai, tínhamos
uma visão de um lugar todo deserto e cheio de pessoas com burca. Lotado de pessoas com burca,
realmente acertamos, agora já o deserto deu lugar a construções premiadas da arquitetura mundial.

SOBRE DUBAI
Dubai é uma cidade incrível, com uma tecnologia e arquitetura surpreendente. Desde o aeroporto,
já sabíamos como seria. O pior foi que saímos da Índia e fomos para Dubai, então, tivemos um cho-
que de desigualdade social que mexeu conosco. Pensamos: muita gente com tanto e tanta gente sem
nada. Foi interessante em uma só viagem nos depararmos com ambas realidades. O que também
reparamos ao andar em São Paulo ou em qualquer outra cidade, mas Índia X Dubai foi um caso es-
pecífico nesse tipo de comparação.

O QUE FAZER?
Dubai Mall e Burj Khalifa
O que mais achamos incrível foi o complexo que compreende o Dubai Mall e o Burj Khalifa, um sho-
pping gigante (é o maior do planeta), com temas e vários ambientes. Existem lojas de tudo e valores
que somente os shakes conseguem pagar. Em alguns momentos do dia, existe um espetáculo com fon-
tes em frente o maior prédio do mundo. Confessamos que nos emocionamos! Uma mistura de luzes,
águas e música. É de arrepiar! Ficamos ali parados e assistimos ao mesmo espetáculo duas vezes.
As praias são bem bonitas e a cidade muito estruturada, vale o passeio de metrô e ônibus (e, sim, os
pontos de ônibus têm ar condicionado).
Burj Al Arab
Estávamos procurando um ângulo para tirar foto com o Burj. E nenhuma foto estava muito legal. En-
tão, entramos em um prédio que estava aparentemente sendo um local público, chamado Jumeirah!
Entramos e estava acontecendo um congresso. Nos misturamos em meio ao povo (achando que esta-
va funcionando esse disfarce, mas, éramos os únicos sem burca e roupa branca com faixa vermelha
na cabeça. Acho que não funcionou nosso disfarce, mas, continuamos ali. Quando saímos na sacada
da recepção, nos deparamos com o melhor ângulo de todos os tempos para a foto que tanto queríamos
para o @malaviajante: era o hotel Jumeirah el Nieseen, com diárias de R$2500. Valeu a pena ter
conhecido, mesmo que somente para tirar a foto.

O QUE COMER?
Em Dubai, você pode comer o que quiser, o Dubai Mall possui restaurantes de todo o planeta.
Conhecemos uma hamburgueria muito gostosa e que entrou no nosso top five burgers. Shack shake
tem um suco de limão delicioso, uma batata maravilhosa e um hambúrguer de suspirar, comemos
também no krispy Kreme, nosso dunuts predileto do mundo e amamos o café da manhã bem servido
em mesas típicas do hotel. (Lá, hotel e comidas são um pouco salgados, diria que fica entre o custo do
Brasil e Europa) Tudo que economizamos na Índia e na Indonésia gastamos em Dubai.

DICAS FINAIS
Quando ir:
A melhor época para visitar Dubai é entre novembro e março, pois, é o inverno, e os termômetros fi-
cam em torno dos 24°C. No verão de junho a setembro, a temperatura pode chegar a 50°C. Estivemos
por lá em fevereiro, então, tudo perfeito!
46

Visto:
O visto era obrigatório para brasileiros. Ele podia ser solicitado pela companhia
aérea e hotéis, nos custou R$700 para cada, mas hoje em dia para alegria dos
brasileiros ele não se faz necessário.

Quantos dias ficar


Ficamos 3 dias inteiros em Dubai e foi perfeito. Fizemos todos os passeios que
tínhamos programado. Mas, se você pode ficar 5 dias e fazer passeios com a
Universal Studios de lá, para zerar a cidade, também pode fazê-lo, optamos por
ver parques e entretenimento sempre nos EUA e conhecer culturas e passeios
únicos quando visitamos cidades como esta.

O que levar na mala:


80% da população é de estrangeiros, não tem nenhuma restrição com roupas,
porém, o bom senso de não usar roupas muitos curtas e com muita transparên-
cia é bacana, pois, é um país muçulmano.

Moeda: Dirham
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FILIPINAS | O QUE FAZER EM MANILA? A BOLÍVIA DA ÁSIA

Tivemos a oportunidade de visitar Manila, a capital das Filipinas para uma curta viagem: foi uma
experiência fabulosa. Apesar do trânsito terrível, gostamos muito do país. Os filipinos são anfitriões
super simpáticos, o país tem uma história e uma cultura muito rica.
Viemos para Manila por Taiwan e, infelizmente, passamos pouco tempo nas Filipinas, pois, perde-
mos nosso voo de Taiwan para Manila. Manila não tem muitas atrações turísticas, além dos casinos
e centros comerciais.
Metro Manila é a região capital das Filipinas, composta por 16 cidades e um lar de 12 milhões de
cidadãos. Uma das cidades dentro da região é Manila, a capital do país, enquanto a cidade mais po-
pulosa é a cidade de Quezon. No tempo pré-hispânico, a província conhecida como Manila, engloba
os reinos de Tondo e Maynila. No momento da ocupação espanhola, a cidade dentro das muralhas
(Intramuros) tornou-se a capital do país. Hoje, a região de Metro Manila é o centro cultural, econô-
mico e governamental das Filipinas.

O que fazer em Manila?


SM Mall of Asia (MOA)! Aqui está uma breve informação: o MOA é o terceiro maior shopping center
da Ásia e o 4º maior shopping center do mundo. É cerca de três vezes o tamanho da Vivocity, o maior
shopping center de Cingapura. Como você termina de fazer compras em um shopping tão grande em
um dia? Você não conseguirá!

Filipinas é um país tão incrível e há simplesmente muito para compartilhar com você, principalmen-
te, na região de CEBU, que ainda queremos ir. Nossa postagem sobre o que fazer em Manila definiti-
vamente não reflete tudo sobre esse belo país que por causa do calor e da aparência das pessoas, nos
lembrou muito a Bolívia, o que deu título a este relato; mas por favor, reserve um bilhete e voe para
experimentar as terras da Filipinas por si mesmo.

Locais a não perder: Boracay, Terraços de arroz de Banaue, Colinas do Chocolate, Manila, Vulcão
Mayon, Ilha Malapascua, Honda Bay, Parque Marinho do Recife de Tubbataha, Cascata Pagsanjan,
Ilha Coron, Pinatubo, Lago Taal, Monte Apo, Cebu.
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ÍNDIA | NOVA DÉLI & CHENNAI

Chegamos no aeroporto da Índia e tinha somente um ônibus para levar um avião lotado de indianos
para o desembarque. Não existe fila na Índia, então, todos se atropelam e tentam entrar no mesmo
ônibus. Quando chegamos no aeroporto, tinha um homem esperando todos do voo com uma lista im-
pressa em fax e com uma caneta riscando nome por nome das pessoas que estavam chegando. Todos
desejavam dar os nomes. Naquele momento, deu para imaginar como seria o nosso tempo nesse país.
Estivemos quatro vezes na Índia, duas na capital Nova Déli, uma em Chennai e outra em Bagdogra.

Todas as vezes que visitamos este país peculiar tivemos sensações e experiências diferentes, únicas,
incríveis e catastróficas. Desde ver uma plantação de chá observando a reação das mulheres da as-
sistindo pela primeira vez um drone no céu, como ter a famosa ´índianite``, a dora de barriga que os
turistas costumam ter na Índia.

O país é repleto de significados, composições, deuses e infelizmente muita miséria, mas acreditamos
que todo viajante deveria experimentar ter o choque cultural que a Índia nos trouxe.
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INDONÉSIA | ILHA DE BALI EM STOPOVER

Visitamos a Indonésia em um stopover entre Singapura e Austrália no World Tour que fizemos por
uma pechincha. Infelizmente, conhecemos apenas a cidade de Bali, que é incrivelmente perfeita para
um choque cultural, devido a religião e comidas típicas, mas, insuficiente para conhecer a grandeza
das belezas naturais que cercam a região.
Bali é uma das 13.667 ilhas da Indonésia, bem como uma província daquele país. Integrante das
Pequenas Ilhas de Sonda, encontra-se entre as ilhas de Java, a oeste, e Lombok, a leste. A capital
provincial é Denpasar. A Ilha abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia e
é o principal destino turístico do país. É conhecida pelas suas manifestações culturais, como a dança,
a escultura, a pintura, o trabalho em couro e metais e a música. Faz parte de um arquipélago com
quinhentas e quarenta e sete ilhas distribuídas em nove grandes grupos.

O hinduísmo é a terceira religião com mais seguidores no mundo, atrás apenas do cristianismo e do
islamismo. Ele é totalmente diferente de todas as outras, na medida que não tem um fundador e não
segue uma hierarquia, ou seja, não tem uma autoridade central. Você não se converte ao hinduísmo,
você nasce hindu segundo eles. Nesse sentido, não existe proselitismo. Dentro do hinduísmo, existem
inúmeras correntes e a religião pode ser considerada politeísta, monoteísta e até ateísta, dependendo
da forma como se encara sua enorme gama de interpretações. Tradicionalmente, são descritos 330
milhões de deuses, mas, esses podem ser vistos como diferentes manifestações do ser supremo. Sua
popularidade e importância tem variado durante a longa história dessa religião e a trindade princi-
pal hoje não era tão cultuada há 2.000 anos atrás. Achamos o país extremamente religioso e idólatra.
Queremos voltar a Indonésia um dia para visitar as grandes belezas de Bali, mas, vale um stopover
pela diferença cultural e antropológica.
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ISRAEL | 1000KM DE CARRO NA TERRA PROMETIDA SEM GUIA

ROTEIRO DE ISRAEL: TEL AVIV / CESAREIA / HAIFA / NAZARETH / GALILÉIA / TIBERIADES


/ RIO JORDÃO / JERICHO / MAR MORTO / JERUSALÉM / EILAT
Falar do nosso primeiro grande roteiro não é fácil. Quando voltamos, sempre falávamos um para o
outro que nunca mais teríamos uma viagem como esta. Conseguimos uma passagem muito barata
pela DELTA Airlines: São Paulo - ATLANTA - ISRAEL – Nova Iorke (3DIAS de stopover) - SP por
R$1.120,00 com todas as taxas para todos estes trechos em 6 vezes sem juros, tínhamos acabado de
casar (1 ano de casados), pouquíssimos recursos, mas, encaramos comprar essa trip que seria histó-
rica. Encontramos essa pelo blog Melhores Destinos. Neste roteiro, fizemos NOVA YORK + ISRAEL
+ EGITO + GRÉCIA + TURQUIA.

TEL AVIV
Pousamos em Israel e já tomamos um chá de cadeira na Polícia Federal de lá, afinal, acharam es-
tranho um casal sem qualquer documento de agência ou guia fazer uma viagem de turismo religioso
com tickets para muitos países. Ficamos quase 1 hora lá, tive que explicar tudo em inglês e provar
que era reverendo presbiteriano, afinal, a minha juventude não condizia com o perfil que eles espe-
ram de um reverendo.
Saindo do aeroporto, fomos ver o pôr-do-sol nas belas praias de TEL AVIV. Lendo em blogs, desco-
brimos que é um dos mais belos do planeta: o sol desce sobre o mar, formando uma linda camada
avermelhada no horizonte.
Não volte de Israel sem fazer isto!
Além disso, Tel Aviv é uma cidade bem organizada, bem badalada, cheia de atrações e muitos felinos
andando pela cidade, fomos em uma feira cheia de comidas típicas e artefatos religiosos sendo ven-
didos, apesar do cansaço, conseguimos aproveitar muito bem!
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HAIFA E CESAREIA
Na costa do Mar Mediterrâneo, entre Tel Aviv e Haifa, está um dos mais impressionantes sítios
arqueológicos de Israel: o Parque Nacional de Antiguidades. Localizado na cidade de Cesaréia, o es-
paço abriga as ruínas do antigo palácio do rei Herodes, o Grande, construído no primeiro século a.C.
O nome Cesaréia (Caesarea) é uma homenagem ao imperador romano César Augusto. As ruínas do
parque mostram a imponência dos monumentos na época. O complexo abrigava um grande porto, ao
lado de instalações para entretenimento, como o anfiteatro e o hipódromo. O Parque de Antiguidades
é um dos pontos turísticos mais visitados em Israel e é frequentado também por locais, que aprovei-
tam as praias e os espaços públicos. Nas proximidades do antigo palácio, há restaurantes, cafeterias,
lojas e galerias de arte, que fornecem a estrutura para o visitante que quiser passar o dia por lá. É
bem cheio e com entrada paga, mas vale a pena se programar para visitar, nós fizemos Haifa e Cesa-
reia, pois, são bem perto uma da outra.
A terceira maior cidade de Israel é uma das mais bonitas. Haifa tem muito que oferecer aos visi-
tantes. Nela se encontra o maior porto do país, uma praia muito ativa e também abriga o Centro
Mundial da fé dos Bahai. Cercada por sítios naturais abundantes, a cidade contém uma mistura in-
teressante de bairros modernos e distritos antigos; igrejas e mesquitas; montanha e mar. Visitamos
em Haifa o Porto e o Jardim Patamares (Bahai Gardens), que são incríveis e você precisa conhecer.

NAZARÉ E MAR DA GALILÉIA (TIBERÍADES)


Com o carro alugado, nós partimos de Haifa rumo a Nazaré. O nosso terceiro destino em Israel foi
Nazareth e, então, Tiberíades, a capital da Galileia, estado que faz fronteira com o Líbano, Jordânia
e com a Síria. A viagem durou meia hora.
A cidade de Nazaré é um vilarejo calmo e isolado, que ficava junto a um declive, no coração de um
vale ondulado. O seu crescimento era limitado pelo escasso suprimento de água. A única fonte que
existia é a fonte que hoje está no coração da cidade. Onde, provavelmente, Jesus foi diversas vezes
acompanhando sua mãe, para buscar água nos potes de barro da época. Hoje, Nazaré é uma cidade
de ocupação árabe na parte de baixo. Não se veem judeus andando pelo centro. Nas montanhas, aci-
ma do vilarejo, tem uma cidade chamada Nazaré Illit (que tem o som de “elite”), onde moram os ju-
deus. E certo que lá também moram alguns árabes, porém, bem poucos. De cima, a paisagem é linda.

Encontramos um pequeno sítio, bem no meio da cidade, uma autêntica reprodução de uma vila da
época de Jesus. A experiência que vivi em duas horas ali foi simplesmente fantástica. Em segundos,
eu fui transportado para dois mil anos atrás e passei a andar por caminhos de terra com pedras e a
sentir o cheiro das cabras. Conhecemos as ferramentas que faziam a prensa da azeitona para fazer o
óleo comestível, o óleo para as lamparinas e o óleo da unção. Entrei e sentei numa sinagoga no mes-
mo estilo onde os judeus da época se encontravam para ler as escrituras sagradas. Acompanhamos
uma mulher tecer um tapete com fios da lã das ovelhas. Vi o local onde as uvas eram pisadas e por
onde o líquido escorria. Ou seja, a minha visão da Bíblia se tornou encarnada. Vale a pena visitar
esse lugar chamado Nazareth Village

O mar da Galileia é a grande atração de Tiberíades, parece mesmo um mar de tão grande, mas, na
verdade, é um lago. O mais baixo do mundo. Fica a cerca de 210 metros abaixo do nível do mar. É
abastecido, principalmente, pelo Rio Jordão e tem extrema importância para Israel porque é de lá
que vem a água doce que abastece várias cidades. É impressionante como no meio do deserto existem
dezenas de plantações que sobrevivem graças ao sistema de irrigação subsidiado pelo governo. Toda
essa água, do norte do país, vem da Galileia.
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RIO JORDÃO / JERICÓ / MAR MORTO


Muitos viajantes que realizam a rota do turismo religioso em Israel passam pelos pon-
tos de batismo no Rio Jordão, onde, segundo tradições cristãs, Jesus teria sido batizado.
O local que é considerado ponto original do batismo de Jesus hoje, está em território pa-
lestino e chama-se Qars AL-Yahud. Caso deseje ir ao ponto original, peça auxílio a um
guia especializado. Para facilitar o acesso de turistas Israel desenvolveu um novo ponto
no Rio Jordão para o ritual. Em Yardenit, os batismos são realizados em um espaço
especialmente desenvolvido para isso. Independente da religião, a visita é interessante,
especialmente, pela emoção dos devotos que passam pelo ritual no Rio Jordão. Passa-
mos pelo Rio Jordão e na fronteira de Jericó de carro, mas, não deu tempo de assistir-
mos aos batismos. Como sou reverendo presbiteriano não estava tão animado como
outros ficam, depois de passarmos por estes lugares, fomos ao incrível MAR MORTO.
Um dos pontos prediletos dos turistas que visitam Israel é o Mar Morto. A água deste
lago, um dos pontos mais baixos da terra (400 m abaixo do nível do mar), tem um dos
maiores índices de salinidade do mundo e permite que os turistas se divirtam um boca-
do com isso. Não se envergonhe e aproveite o momento para brincar com a flutuação. A
água é terapêutica (com potencial de cicatrização) e você ainda poderá aproveitar para
fazer um banho de lama negra. Eu havia cortado o pé e sofri muito ao entrar na água,
mas em pouco tempo já estava cicatrizado, ao longo de todo trajeto existem grades e
cercas com placas “PROIBIDO NADAR”, mas, em algumas regiões de hotéis você pode
entrar gratuitamente e ainda tem lojas e chuveiros. Na estrada, os camelos esperam os
turistas para uma foto ou para uma voltinha no deserto... Ao longo da costa israelense,
existem várias praias com pequenas estruturas, algumas pagas, outras não. Fomos,
obviamente, na gratuita. Lembre-se de não abrir os olhos e nem deixar a água entrar
na boca, o gosto é amargo – horrível – e os olhos ardem de uma maneira indescritível. A
praia é pequena e estava cheia. Turistas de vários lugares do mundo lotavam o mar, se
divertiam e, ao sair sem chinelo, queimavam os pés nas pedras e no caminho que leva
aos chuveiros de água doce... O Mar Morto diminui um metro por ano, por isso corra
antes que ele seque, foi uma das melhores experiências de nossa vida!

JERUSALÉM
Jerusalém é uma das capitais mais famosas e incríveis do mundo. Além da beleza, dos
aspectos históricos e da importância para três das maiores religiões monoteístas do
mundo, esta é uma cidade que desperta paixões dentro de um conflito geopolítico que já
dura gerações. Estivemos pela primeira vez nessa inesquecível cidade no verão de 2014.
Não se prenda apenas ao roteiro da Via Sacra, na famosa Jerusalém.
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JAPÃO | OSAKA, QUIOTO, TÓQUIO

Grandes montanhas e godzillas mitológicos, robôs bri-


lhantes e samurais enfeitados, o roteiro no Japão é
uma experiência verdadeiramente fascinante. Mais de
setenta por cento do Japão é coberto por altos picos vul-
cânicos e cumes cobertos de neve; e essas montanhas,
que ainda detêm importantes significados religiosos e
culturais, não fornecem nada além de um paraíso para
doidos em aventura.

Olha a Sakura!
Viajar no Japão pode ser um pouco caro, mas, por sor-
te, existem algumas sacadas de viagem que vão deixar
você ver o país barato e que há mesmo uma maneira
de viajar ao redor do Japão bem baratinho! Nós garim-
pamos uma passagem, São Paulo - Madrid (Stopover)
- Pequim (Stopover) - Osaka, por incríveis R$2.100,00,
ida e volta, com taxas por pessoa, três países pelo pre-
ço de uma viagem para o Nordeste brasileiro. Quando
falamos que aprendemos a viajar muito barato, as pes-
soas continuam achando que temos muita grana, mas
a verdade é que planejamos com muito cuidado, anali-
samos metrô, hotéis, ônibus e tudo para fazer o máximo
de coisas pelo menor preço possível.

O auto turismo no Japão é a chave para a verdadeira viagem ao orçamento e a maneira de escapar
dos custos de transportes caros do país, mas pode ser bastante complicado. Embora seja quase im-
possível fazer um passeio em Tóquio e outras grandes cidades, fica mais fácil quando se afasta das
principais cidades. O ideal é pesquisar, muito antes no Google, como fazer todos os trajetos necessá-
rios para visitar os pontos turísticos que você quer!

Capital: Tóquio; População: 123.000.000 hab.


Fuso horário: 12h (horário de Brasília)
Código de área: 81; Localização: Ásia
Línguas: Japonês. O inglês é falado basicamente por
jovens (mas nem todos) e nem todos staffs ligados ao
turismo (hotéis pequenos, ferrovias) dominam o idio-
ma. No entanto, a maioria tem enorme boa vontade
com turistas estrangeiros.
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MALÁSIA | MODERNIDADE E COMPLEXIDADE

Kuala Lumpur, ou simplesmente KL como é conhecida localmente, é uma das capitais mais diversi-
ficadas culturalmente no sudeste da Ásia. Através dos tempos, as pessoas se estabeleceram de toda
a Ásia e do subcontinente indiano, criando a vasta mistura de povos, culturas, religiões, tradições e
alimentos que compõem a cidade hoje. Como resultado, há muito para experimentar e uma enorme
variedade de coisas para fazer em Kuala Lumpur. Como um estado islâmico, você verá muitas mes-
quitas em toda a capital da Malásia, mas, entre elas, você também verá os templos hindus do sul da
Índia, igrejas católicas e templos chineses - uma mistura eclética.
Por um lado, a cidade é ultramoderna, com as icônicas Torres Petronas dominando o horizonte, um
sistema de monotrilho e metrô que percorrem o comprimento e a largura da KL e mais novos e bri-
lhantes shoppings que você possa imaginar! Por outro lado, há também, as áreas mais clássicas da
cidade, que estão mais alinhadas com o que você poderia esperar do sudeste da Ásia, onde vendedo-
res ambulantes de rua prosperam, edifícios coloniais antigos reinam dominantes e indiscutivelmente
onde o verdadeiro coração da cidade bombeia.
Nenhuma viagem a KL estaria completa sem ver as icônicas Torres Petronas. De pé 451,9 metros
de altura, estas são as torres gêmeas mais altas do mundo e, realmente, são um espetáculo para ser
visto. E enquanto as torres são bonitas do lado de fora, são as vistas da cidade abaixo das próprias
torres que as tornam uma adição necessária para qualquer itinerário da KL.

Como se locomover em Kuala Lumpur é bas-


tante fácil; além do trem para as cavernas de
Batu, andamos por toda parte. Há tanto um
sistema de metrô, uma linha de monotrilho e
um serviço de trem, então, apenas verifique
suas conexões antes de embarcar. O aeroporto
de Kuala Lumpur também é bem servido por
transportes públicos para a Estação KL cen-
tral. Os funcionários da estação, geralmente,
falam inglês e são muito prestativos. Há um
Cartão de Viagem Transit da KLIA disponível,
que você pode pré-carregar e reabastecer à me-
dida que busca maior conveniência. Ele funcio-
na em todos os trens e ônibus e pode até ser
carregado com dinheiro para ser usado como
pagamento em algumas lojas.
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MALDIVAS | QUANTO CUSTA VIAJAR?

As Maldivas não são mais um playground de férias exclusivo reservado apenas para os ricos e famo-
sos. Nunca houve uma época melhor do que agora para planejar suas próprias férias dos sonhos para
as belas Maldivas.
As ilhas são um destino rápido a ser adicionado às listas de desejos de férias de muitos viajantes, são,
também, uma nação tropical no Oceano Índico à sudoeste da Índia e do Sri Lanka. É constituído por
mais de 26 atóis de recifes de corais, alguns dos quais são ilhas onde a população local vive e outros
(cerca de 100) são ilhas privadas, muitas delas com 4 e 5 estrelas que custam um rim, outras, porém,
muito mais acessíveis.
As Maldivas são constituídas por mais de 1000 ilhas - bancos de areia, resorts privados e ilhas locais,
habitadas por pessoas locais. Além de todos os resorts de luxo, há também mais de 400 casas espa-
lhadas pelas Maldivas, projetadas para atender a viajantes com orçamento limitado.
O governo recentemente relaxou suas regras que restringiam o turismo a apenas resorts em ilhas de-
sabitadas, o que significa que agora há casas de hóspedes surgindo nas ilhas locais que custam muito
menos do que os resorts privados das ilhas. Pense em acomodações e instalações, estilo cama e café
da manhã ou mini-hotéis, localizados em ilhas habitadas localmente. Se você quiser experimentar as
verdadeiras e autênticas Maldivas, considere viajar por este caminho.
O jeito que encontramos de conhecer as Maldivas foi através de um voo de R$300 de Colombo no Sri
lanka para capital Malé nas Maldivas, chegando lá pegamos um barco de $30 (sendo que o barco do
nosso hotel era $150) e no hotel a diária era de R$3600,00, esperamos a Black Friday em Novem-
bro, garimpamos por incríveis R$2000,00 e como o bangalô era de 2 quartos, 1 sala e uma varanda,
encontramos alguém para dividir o segundo quarto, ou seja, ficou para nós R$1000,00 a diária com
alimentação completa.
O hotel escolhido foi o Cinnamon Dhonveli Maldives, que possui opções de bangalôs mais baratos e
também quartos no banco de areia, mas, como não sabíamos se teríamos a oportunidade de voltar
para este paraíso, resolvemos ter a máxima experiência.
Levantamos o drone várias vezes para garantir fotos e vídeos sensacionais deste paraíso na terra. O
hotel em si é o melhor que já ficamos em toda vida, possui culinária de vários países e conta com SPA
para massagens e tratamentos, além de várias opções de esportes para locação.
Cada ilha local nas Maldivas é muito diferente. Faça uma pequena pesquisa para encontrar a ilha e
pousada que melhor se adapte às suas necessidades de férias nas Maldivas.

Quando visitar?

A baixa temporada é de maio a outubro e, muitas vezes, você pode encontrar ofertas mais baratas,
embora também seja a temporada de monções (chuvosa). Se você está querendo fazer as Maldivas
bem barato, considere visitar fora da alta temporada para ofertas muito melhores.
Nós estivemos por lá na primeira quinzena de março e foi uma experiência surreal.
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Lembre-se também que nem todos os resorts privados da ilha custam uma fortuna por noite; há
uma abundância de resorts mais locais, mais baratos ou mesmo familiares, que não custam muito.
Resorts têm quartos mais baratos, por exemplo, quartos com vista para o jardim que são uma alter-
nativa acessível para as vilas icônicas sobre a água, nossa melhor dica é combinar os dois.

Como se locomover nas Maldivas?


Lembre-se que as Maldivas são feitas de ilhas. Isso significa que para ir do aeroporto em Malé para
onde quer que você esteja, você precisa voar ou pegar um barco, tente sempre escolher a opção de
barco com os locais, que vai lhe custar de $10 a $30, ao invés dos $100 cobrados pelos hotéis.
Antes de chegar às Maldivas, certifique-se de organizar um transfer em lancha pela sua pousada
até a ilha em que você está de férias. Lembre-se, todas as lanchas devem ser pré-arranjadas, pois,
não há serviços de lancha pública do aeroporto. Cada pousada terá sua própria lancha particular ou
transferirá os hóspedes através de uma lancha pública na ilha. As lanchas públicas são muito mais
baratas e só saem das ilhas de hóspedes em determinados horários todos os dias, mas, nos organiza-
mos para garimpar com as lanchas públicas, as balsas locais partem de Malé e custam US $ 2 para
uma viagem mais lenta. Cada balsa pública definiu o horário de chegada e partida e normalmente só
faz uma viagem de retorno a cada dia. Infelizmente, isso não é algo que pode ser facilmente pesqui-
sado no Google. Sua pousada selecionada pode ser capaz de aconselhá-lo sobre isso, basta perguntar.
Os hidroaviões estão, geralmente, fora de questão para os viajantes com orçamento limitado. As via-
gens podem custar cerca de US $ 500 para uma viagem de trinta minutos e, principalmente, trans-
ferir os hóspedes para as ilhas do resort privado. Uma viagem de lancha mais longa é a sua melhor
alternativa para o translado em hidroavião e pode economizar uma grana.
Uma das coisas que mais amamos na estadia de pousada é que, ela vem com a vantagem adicional
de uma autêntica férias rica, em cultura que seria bastante difícil de se experimentar em uma ilha
particular.
Conecte-se com a população local e explore como é a vida nas Maldivas. Experimente os pratos tra-
dicionais das Maldivas, aprenda um pouco da língua local.
Também é muito importante notar que as Maldivas são um país muçulmano sunita. Os viajantes
devem respeitar o povo das Maldivas e sua cultura. Isso significa que não há bebidas alcoólicas ou
biquínis nas ilhas locais (a menos que haja uma praia turística designada).
Há uma restrição total de álcool em todas as ilhas locais, por isso, faça uma viagem de um dia a um
resort nas proximidades ou suba em um barco para desfrutar do seu coquetel de férias favorito.
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MYANMAR | CORTEI CABELO POR R$5

Exploramos Mianmar, um reino outrora poderoso da civilização primitiva no sudeste da Ásia. Em


vez de planejar cada detalhe específico para onde ir, desta vez decidimos improvisar. O resultado foi
uma viagem memorável que guardaremos para o resto de nossas vidas.
O povo birmanês é muito conservador. Você deve tirar os sapatos sempre que entrar em qualquer
templo em Mianmar, alguns templos tem uma passagem secreta que permite que você vá até o topo
do templo. É basicamente um pequeno buraco na parede com escadas extremamente íngremes e
estreitas que o levará até o topo.
Mianmar é um país cativante e excitante por muitas razões. Existem aldeias flutuantes, antigos
templos, trilhas e plantação de chá nas montanhas.
Antes que Mianmar relaxasse suas políticas de turismo, obter vistos para o país poderiam ser um
grande aborrecimento. Os cartões SIM costumavam custar muitos dólares, os bancos eram escassos
e o resto do país estava fechado para viajar. Felizmente, ficou muito mais fácil para viajar agora.
Achamos realmente mais fácil do que muitos outros países que visitamos, tiramos o visto na fron-
teira.

Um fato curioso é que visitamos as Maldivas antes de ir para Myanmar, e o Rafael resolveu cortar o
cabelo com gilette na ilha e ficou terrível, então encontramos um cabeleireiro em Myanmar por incrí-
veis 5 reais e o corte ainda inclui uma massagem ao estilo quiropraxia, uma das experiências mais
marcantes que tivemos neste país.
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NEPAL | ALÉM DO EVEREST

Mechinagar é um município no distrito de Jhapa, na zona de Mechi. É o principal ponto de entrada


da Índia na fronteira oriental do Nepal. A cidade fica na parte mais oriental do Nepal, é o maior
município do distrito de Jhapa.

O Nepal é um país pequeno, situado entre a Índia e o Tibete, no alto dos Himalaias. É conhecido,
principalmente, como a porta de entrada para o Everest, mas há muito mais para o Nepal do que
a cadeia de montanhas que o tornou tão famoso. De trilhas deslumbrantes e nadando em lagos de
montanhas, até a descoberta de tigres selvagens e dos templos budistas, visite o Nepal e encontrará
tudo o que você poderia querer em uma pequena área, no fundo da terra da Ásia.

O Nepal é um dos melhores lugares do hemisfério norte para se fazer trekking - sua localização no
Himalaia significa que há centenas de rotas, desde passeios diários fáceis até o desafio final de esca-
lar o Monte Everest.

Muitos passeios podem ser reservados em Pokhara ou Kathmandu, quando você chega no Nepal,
ou você pode viajar com um pequeno grupo de turistas e fazer alguns amigos enquanto você está lá!
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QUIRGUISTÃO | DE OSH A BISHKEK

Osh está cheia de história e cultura. Com mais de 3.000 anos de idade, é facilmente a cidade mais an-
tiga do Quirguistão e tem sido um importante centro do vale de Fergana por milênios. Originalmen-
te, uma parada importante ao longo das rotas comerciais, da Rota da Seda, da China para a Europa,
Osh permaneceu relevante na era dos navios como sendo a área que produziu Babur, um dos heróis
nacionais do Quirguistão e do Uzbequistão. Babur nasceu em Andijan, do outro lado da moderna
fronteira entre o Uzbequistão e Osh, e fundou o Império Mogol que reinou sobre a Índia e o Afega-
nistão por várias centenas de anos. Em Osh, Babur é particularmente lembrado por construir uma
pequena mesquita no cume de Suleiman-Too, que agora é um Patrimônio Mundial da UNESCO.

Osh é famosa em todo o Quirguistão


pela sua comida. Puro e simples, dizem
ter a melhor comida da Ásia Central.
E foi de Osh que pegamos um voo para
BishKek onde tivemos a oportunida-
de de conhecer um pouquinho mais
do Quirguistão, só não ficamos mais,
pois, nos prenderam na volta do Caza-
quistão e ficamos mais 4 horas presos
na fronteira, não conseguimos de fato
voltar para o Quirguistão, pois, nosso
visto era de uma só entrada, então, não
podíamos entrar de novo no país, um
sufoco danado quando não se fala russo
na região.

Tivemos a oportunidade de ver um en-


saio de casamento e não perdemos tem-
po, entramos na festa e os quirguis nos
receberam com imensa alegria para
foto com os noivos em uma linda praça
do país. Se vale a pena visitar o Quir-
guistão? Sim, vale. Mas, eles não estão
preparados para receber turistas, en-
tão prepara-se para o perrengue.
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SINGAPURA | A CIDADE DO FUTURO

Imagine chegar em um país da Ásia e ver uma estrutura impecável de aeroporto, trens, taxis, ruas,
lojas, metrôs. Foi tudo isso que vimos quando chegamos em Singapura, um país muito pequeno, mas
com uma beleza incomparável. O modernismo da cidade dá um toque de ficção cinematográfica, o
calor úmido nos lembrou as terras de Belém e Manaus, enfim, visite Singapura uma vez na sua vida
e não irá se arrepender, vale todo investimento (gostamos muito mais que Dubai, acho que até mo-
raríamos por lá, a qualidade de vida é incrível).
Tivemos um choque cultural depois de termos saído de Nova Deli na Índia para chegar em Singapura
na Ásia, a desorganização da Índia maximizou a organização de Singapura que pode ser escrito com
C ou S.
Esse pequeno país Asiático - sim, é bem pequeno, tem em torno de 700 quilômetros quadrados de
área apenas - consegue ser gigante em seus investimentos e atrair os holofotes do mundo todo. Afi-
nal, sua roda gigante bate a de Londres em tamanho, o novíssimo complexo (prédio-cassino-hotel)
Marina Bay Sands consegue ser quase que uma proeza arquitetônica ao equilibrar uma piscina de
borda infinita gigantesca (150 metros) no topo de três torres de 57 andares e, como se só isso não
bastasse, a Fórmula 1 vangloria-se de realizar sua primeira versão de corrida noturna pelas ruas de
seu centro financeiro.
O Gardens by the Bay foi o que vimos de mais chocante em nosso curto tempo em Singapura. É um
enorme jardim futurista, onde foram construídas árvores de aço e concreto de 25 a 50 metros de altu-
ra, com troncos entremeados por orquídeas, samambaias, bromélias e outras espécies, todo o jardim
têm plantas dividas por continentes com uma decoração toda inteligente.

Como chegar?
Saímos do aeroporto e compramos 2 tickets
de metrô para a estação Marina Sands Bay.
O parque fica aberto quase o dia inteiro, de 5
da manhã às 2 da madrugada. À noite, as ár-
vores se iluminam e são um outro espetáculo.
Boa parte do parque tem visitação gratuita.
As atrações pagas são duas grandes estufas,
com flores e plantas de mil e uma origens, e
uma passarela suspensa por onde se caminha
entre as super árvores.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:
•Vacina contra febre amarela tomada pelo
menos dez dias antes do embarque;
•Brasileiros que pretendem ficar até 90 dias
no país não precisam de visto;
•Apresentar o passaporte dentra da validade.
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SÍRIA

A única reação mais comum que recebíamos quando dizíamos às pessoas que estávamos viajando
para a Síria era algo como “vocês estão ficando loucos?” E, antes de começarmos a viajar para a Síria,
era uma preocupação genuína dos familiares. Eles estão apenas emergindo de sete anos de guerra, e
enquanto milhões de sírios estão tentando escapar da destruição, devastação e morte que envolveu
seu país, nós estávamos tentando entrar.

Alguns veem viajar para a Síria como “turismo sombrio”, mas é um fenômeno cada vez mais popular
no mundo e, simultaneamente, cada vez mais desacreditado. É destaque em vários artigos recen-
temente publicados na internet e jornais de alto nível, e certamente é algo que deve ser cuidadosa-
mente considerado. No entanto, o turismo sombrio implica uma intenção de olhar intencional para
a tragédia, e só porque em algum lugar está saindo da guerra, isso não significa que não haja mais
do que isso.

Quando viajamos para a Síria, não era o processo de destruição que procuramos, mas a reconstrução
das cidades, cidades e sociedades, e como as pessoas estão lidando com as consequências. Mas ao
alugar um carro em Beirute e percorrer duas horas até a fronteira com a Síria, o frio na barriga e o
medo sem dúvida se fez presente em nós. Não sabíamos o que viria pela frente. Respiramos fundo,
carimbamos nosso passaporte no Líbano e seguimos para a Síria a pé, só que o outro ponto de checa-
gem era distante, e neste momento nosso estresse começou a surgir em um ambiente hostil com tan-
ques de guerra e armas apontadas para a estrada. Achamos um taxista libanês e começamos a falar
inglês com ele sobre os riscos e quanto ele nos cobraria para chegar até a Síria, em um determinado
momento da conversa ele nos perguntou de que país éramos, respondendo Brasil, então ele sorriu
e disse a frase mais alegre que se poderia ouvir em um país em guerra - Eu também sou brasileiro,
disse ele em português, parecia que cinquenta quilos haviam saído de nossas costas, ele na guerra do
Líbano fugiu com a família para Minas Gerais e conseguiu dupla cidadania, a dez anos havia retor-
nado ao Líbano. Este brasileiro traduziu tudo para nós na Síria, tornando a viagem muito mais fácil.
Vimos mercados funcionando, pessoas sorrindo e um ambiente pós guerra buscando ser reconstruí-
do, conversamos com um dos responsáveis pela promoção do turismo na Síria e ele estava muito feliz
pois três dias antes de nós chegarmos o primeiro grupo de turistas franceses entraram no país em
um ônibus organizando por eles após mais de dez anos sem isto acontecer.

Durante nossas jornadas na Síria não houve uma única pessoa que conhecemos que não estivessem
muito orgulhosos de que estivéssemos lá. Eles estavam realmente muito animados em nos ver - es-
trangeiros que vieram para ver o que o povo sírio quer mostrar ao mundo, sua hospitalidade, sua
cultura e história e seu país ainda bonito.

Antes da guerra, a Síria sempre foi mencionada como um dos países mais cênicos e hospitaleiros do
Oriente Médio. Obviamente, foi um enorme impacto para o seu orgulho, de repente, serem excluídos
da comunidade mundial, por isso, em um país que precisa seriamente de um impulso de confiança e
um pouco de chão sobre os próprios pés novamente, acolhendo turistas é um grande passo na direção
certa.

O povo sírio está desesperado para voltar ao “mundo”, para mostrar sua cultura incrível, para de-
monstrar ao mundo que eles podem ser extremamente hospitaleiros, e pararem de ser pensados
como o país que só se vê no noticiário em relatórios sobre terrorismo. Que melhor maneira existe
para ajudá-los a fazer isto do que viajar para lá e experimentar o país com nossos próprios olhos.
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SIRI LANKA | RETORNO AO TEMPO

Quando chegamos ao Sri Lanka sentimos um ar de nostalgia imenso, as roupas envelhecidas que
adultos e crianças usam deu a aparência de que tínhamos voltado no passado, mais precisamente na
década de 60, talvez em um episódio do Chaves. Mas, Sri Lanka não é nostalgia.
O Sri Lanka pode estar cheio de lugares fascinantes para visitar, mas, Colombo não é frequentemen-
te listado como um deles.
Colombo não oferece muito em termos de pontos turísticos. Está sempre lotado e congestionado,
mas não tem a tranquilidade ou a vida de rua vibrante que você encontra em outras cidades asiáti-
cas. A infra-estrutura turística é principalmente na forma de resorts; você não encontrará muitas
atividades voltadas para turistas por lá. Você pode compará-lo com os subúrbios menos atraentes
de Bangkok ou Kuala Lumpur, menos a vida de rua, templos, arquitetura, compras e vida noturna.
Mas, estranhamente, com tuk-tuks mais agradáveis. Ainda assim, temos afeição por cidades como
essas - lugares que exigem que você se aprofunde para minerar o ouro.
Resolvemos fazer o passeio de banho e cuidado com elefantes, ainda assim achamos eles um pouco
mal cuidados, os lugares aparentemente têm nome de ONG, estrutura de cuidado, mas parece sem-
pre ter algo obscuro no tratamento com estes grandes animais, foi uma experiência surreal, mas não
sei se a faríamos novamente por precaução e medo de estar fazendo o que agrada em detrimento do
que é certo.
Primeiro de tudo, se você estiver indo para o Sri Lanka para ver a vida selvagem, você deve priorizar
visitar o Parque Nacional de Yala (um dos melhores locais de vida selvagem em toda a Ásia e lar de
muitos leopardos) ou Parque Nacional Kaudalla. Dito isso, são necessárias várias horas de viagem
para chegar a qualquer destino de Colombo (a menos que você voe). Se você vai se hospedar em Co-
lombo, há um local nas proximidades que vale a pena visitar: Thalangame, uma área pantanosa nos
arredores da cidade.
Seremos honestos, apesar de amarmos a experiência em Colombo, duvido que tenha um lugar na
nossa lista de cidades favoritas. Mas, está tudo bem. A parte importante é que você aproveite cada
lugar que você visita ao máximo. Certamente sentimos isso na capital do Sri Lanka.
66

TAILÂNDIA | AS PRAIAS MAIS LINDAS

Tailândia tem sido um dos destinos favoritos para o viajante de orçamento baixo, oferecendo tudo de
praias deslumbrantes a trekking de floresta tropical e, claro, todas as partes da noite. Na verdade,
Chaing Mai, no norte da Tailândia, foi revelado como o destino de viagem mais barato entre os 25
pontos de férias em um estudo da NatWest.

As ilhas do Sul e suas praias são, talvez, a melhor razão para visitar a Tailândia. Varrendo praias de
areias brancas e douradas marcadas com palmeiras. Vagueie fora do caminho e descubra pequenas
enseadas, onde as únicas pegadas na areia são as suas. Ko Lanta é, indiscutivelmente, a melhor das
ilhas, um curto passeio de barco de Krabi no continente. O lugar perfeito para realmente ter uma
verdadeira sensação de vida na ilha tailandesa.

Além das incríveis praias, você pode visitar o famoso Centro Comercial MBK de Bangkok que deve
estar no topo da sua lista para as suas compras durante as suas férias. Com filas aparentemente
intermináveis de barracas de estilo de mercado, todas cheias de presentes tailandeses e produtos
falsificados, de aparência incrivelmente autêntica. Além disso, confira o salão de comida, onde você
pode obter uma enorme variedade de todos os alimentos diferentes em todo o mundo.

É barato, fácil, cheio


de boa comida e di-
versão, mas procure
lugares confiáveis
para comer! Muitas
pessoas falam pelo
menos um pouco
de inglês e é bara-
to o suficiente para
sermos capazes de
fazer transferên-
cias privadas entre
cidades próximas.
A Tailândia é um
importante destino
turístico, portanto,
não é de surpreen-
der que esteja bem
preparada para os
turistas. Há mui-
tas atrações que são
perfeitas para as fa-
mílias. Bons hotéis
são abundantes nas
principais áreas e
por um preço muito
bom. Entrou no nos-
so top 10!
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TAJIQUISTÃO | TRABALHO INFANTIL

No Tajiquistão vimos muitas crianças trabalhando na cidade e o mais incrível, estavam felizes. As
pessoas são a razão mais importante para que você visite ao Tajiquistão. Não montanhas ou natu-
reza, ambos inegavelmente maravilhosos, nem comida fresca ou a qualidade de frutas e vegetais
durante a primavera e o verão.

Turistas que vão para lá tentados por visitar as paisagens de tirar o fôlego e explorar as oportunida-
des ilimitadas de passar o tempo na natureza, mas que em vez disso descobriram que o coração e a
alma deste país consistem em seu povo e sua hospitalidade.
Você vê montanhas em quase toda parte: até mesmo no horizonte de Dushanbe. Para um caminhan-
te, alpinista e outros viciados em adrenalina e entusiastas da natureza, o Tajiquistão tem uma série
de atividades emocionantes, seja trekking, caiaque, dirigir 4 × 4, montanhismo.

Embora a República do Tajiquistão independente tenha apenas 23 anos, a civilização tadjique re-
monta a 3.000 anos. As principais civilizações que existiam nesses territórios, como o Império Sassâ-
nida, a Civilização Chinesa, a cultura e a religião árabe, a URSS influenciou a identidade nacional
do Tadjiquistão. Há muitas mesquitas medievais e edifícios de estilo soviético, monumentos e restos
de cidades antigas em todo o Tajiquistão. Assim, para os entusiastas da história e da cultura, o Ta-
jiquistão é rico em ambos.

O custo de vida no Tajiquistão é muito baixo. Uma visita no site expatistan.com mostrará que morar
em Dushanbe (que é o lugar mais caro para se viver no Tajiquistão) é 2 a 3 vezes mais barato do que
em outras capitais do mundo. Outras cidades tajiques são ainda mais baratas. A melhor época para
desfrutar do Tajiquistão seria o verão: os mercados estão cheios de frutas e legumes baratos, que
qualquer turista apreciará.

Vindo de Osh no Quirguistão, estivemos por lá depois de 7 horas de carro. Foi uma grata surpresa,
apesar da pobreza do povo e do trabalho infantil, ver pessoas vivendo e sorrindo com tão pouco. Cer-
tamente, uma experiência marcante para nós.
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TURQUIA | O QUE FAZER EM KUSADASI E EPHESUS?

Alcançamos a Turquia devido à parada do nosso cruzeiro que saiu de Atenas (o Louis Cruise), uma
cia grega com preços muito acessíveis. Passamos o dia todo conhecendo Kusadasi e Ephesus e vimos
que foi mais do que suficiente.

COMO CHEGAR ATÉ ÉFESO


De Kusadasi, você pode tomar um ‘dolmus’ a Éfeso. O dolmus são mini autocarros que captam as
pessoas ao longo das rotas de ônibus regulares até o micro-ônibus estar cheio. Eles correm muito
frequentemente e não fixaram pontos de parada, para que possa levá-los em todos os lugares e você
também pode sair para qualquer lugar e sempre que quiser. O destino é bem marcado no para-bri-
sa dos mini autocarros. Você pode tomar um dolmus perto do porto, mas há uma chance de que o
ônibus já esteja bastante cheio. Na pior das hipóteses, você não terá assento. É, portanto, melhor ir
para o ponto de partida do dolmus. Isso é cerca de 1 km do porto de cruzeiros na rotunda de Adnan
Menderes Cad.
O dolmus não o trará para a entrada de Éfeso, mas, o táxi para na estrada principal cerca de 1,5 km
do sítio arqueológico. Você pode andar até lá em 10-15 minutos.

Gostamos muito do passeio devido a importância de Ephesus, relatada nas escrituras bíblicas, pos-
sui a carta de Paulo a igreja que ali vivia. Éfeso é um dos destinos turísticos mais visitados em todo
o mundo. Isso não é só por causa de seus vários locais históricos e monumentos magníficos, mas,
também, porque muitos visitantes querem aprender sobre a rica cultura e história do lugar. Muitas
pessoas têm dito que este lugar é santo e sagrado.
No final, paramos para as compras dos incríveis tecidos e vasilhas artesanais turcas, todas feitas à
mão. Vale muito a pena, são famosas em todo o mundo.
Ainda queremos voltar à Turquia para conhecer a famosa capital Istambul e voar de balão na capa-
dócia, ainda assim, já foi uma experiência marcante comer com os turcos e aprender um pouco da
cultura no belo litoral.
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UZBESQUISTÃO | SIMPLICIDADE

A Província de Fergana (em usbeque: Fergana viloyati) é uma divisão administrativa (viloyati), do
Uzbequistão, na parte oriental do território uzbeque, com capital na cidade de Fergana. A economia
local é baseada na agricultura, especialmente, na produção de algodão e também na sericultura. O
clima é tipicamente continental.
Visitamos a região com um carro alugado por $ 100 em Osh e enfrentamos estradas e cidadelas su-
per complicadas para chegar até a região. Mas, valeu muito a pena, pois encontramos um povo com
muita hospitalidade e uma culinária típica única.
A parte uzbeque do vale de Ferghana fica no centro do vale e no extremo sudeste do Uzbequistão.
Todo o vale, tanto esta parte quanto as partes em outros países, estão na rota principal da antiga
Rota da Seda entre Kashgar e Samarcanda.
Na chegada ao Vale Fergana, muitos visitantes se perguntam onde fica o vale. A partir dessa ampla
bacia plana (22.000 km²), as cordilheiras circundantes (Tian Shan, ao norte, e Pamir Alay, ao sul)
parecem se afastar a enormes distâncias - quando você pode vê-las.
Escorrido pelo alto Syr-Darya, o Vale Fergana tem o melhor solo e clima da Ásia Central. É a região
mais populosa e industrial do Uzbequistão, assim como a cesta de frutas e algodão do país.
Os oito milhões de habitantes do Vale Fergana são, predominantemente, uzbeques - 90% no total e
nas cidades menores. Para os visitantes, as principais atrações são os artesanatos excepcionais, os
bazares caleidoscópicos e a chance de ver a Rota da Seda em ação - durante séculos, o vale foi o centro
da produção de seda da Ásia Central.
Nossa passagem pelo Uzbesquistão nos ensinou sobre simplicidade e sobre um tipo de fisionomia
étnica que nunca havíamos visto em toda nossa vida. Uma experiência de conhecimento em uma das
regiões menos visitadas por turistas ocidentais no continente asiático.
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VIETNÃ | TURISMO CAÓTICO

Ho Chi Minh City, ou Saigon, é a maior e mais caótica cidade do Vietnã. Amamos o caos por lá, em-
bora você precise ser cuidadoso (e paciente) ao atravessar a rua! Motos, bicicletas, carros e tuktuks
vão para onde e quando quiserem e muitas barracas e mercados se espalham pelas ruas. É uma ci-
dade com um bilhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo. Há muita informação sobre a guerra, do
Museu dos Remanescentes da Guerra aos Túneis de Cu Chi. Há um grande museu histórico, embora
a tradução inglesa deixe muito a desejar. A cidade tem muito a oferecer: lojas maravilhosas, vida
noturna fantástica e comida deliciosa.
Comida de rua em Ho Chi Minh City é barata e deliciosa. Não deixe de experimentar um banh mi,
um sanduíche vietnamita popular no sul. Você pode encontrar muitos tipos diferentes de sopa de
macarrão em pequenas barracas de rua.
Uber é muito mais barato do que os táxis e é a melhor maneira de se locomover pela cidade, se você
não quiser esperar por um ônibus ou pagar por um táxi. A opção Uber Pool é onde você pode compar-
tilhar um passeio para obter ainda mais economia (embora você possa ter seu próprio carro também).
Esteja pronto para vendedores de mercado, ao fazer compras em qualquer um dos mercados da cida-
de, você pode se sentir como uma carteira ambulante quando os comerciantes chamam por você. Seja
firme e esteja pronto para ir embora. Apesar do caos, Vietnã nos chamou muito a atenção pelo seu
povo e pensar que estes venceram o todo poderoso Estados Unidos!
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EUROPA
A Europa é, por convenção, um dos seis continentes do
mundo. Compreendendo a península ocidental da Eurásia,
a Europa geralmente divide-se da Ásia a leste pela divisó-
ria de águas dos montes Urais, o rio Ural, o mar Cáspio, o
Cáucaso, e o mar Negro a sudeste.

Área: 10.180.000 km2


População: 741,4 milhões (2016)
Vizinhos: Ásia, África e América do Norte
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ALBÂNIA | O QUE FAZER EM SHKODER?

Shkodra (alb. Shkodër), a maior cidade do norte da Albânia (87.500 habitantes, estimativa de 2008),
está localizada no lado leste do lago Shkodra, na parte sul da planície de Mbishkodra, entre os rios
Drini e Buna. A cidade é uma das mais antigas da Albânia e também é um importante centro cultu-
ral e econômico. Curtimos muito o castelo Rozafa e as estradas albanesas, acreditamos que vale mui-
to uma roadtrip por terras albanesas, além do país, a bandeira que o Rafael mais curte no mundo, é
exatamente a bandeira da Albânia. O preço de comida e hospedagem são extremamente baratos, e
vale cada centavo. Shkodra foi habitada continuamente desde a sua fundação no século IV aC. Era a
cidade-chefe da tribo Illyria de Labeats e, mais tarde, durante o reinado do rei Gent e Rainha Teuta,
o principal centro do estado ilirio. No ano 168 aC., a cidade foi tomada pelos romanos e tornou-se uma
importante rota comercial e militar para eles.

O Castelo de Rozafa (fortaleza de Shkodra) - na entrada da cidade, a 3 km ao sul do centro da cidade,


localizado em uma colina rochosa de 133m de altura. É um dos maiores e mais famosos castelos da
Albânia. O castelo de Rozafa tem uma história fascinante, que se relaciona com uma das mais belas
legendas albanesas. As escavações arqueológicas renderam achados desde a Idade do Bronze até o
presente. Dentro de suas maciças muralhas defensivas estão a Igreja de São Estêvão, vários edifícios
administrativos venezianos, um campanário e alguns quartos medievais. Há também um pequeno
museu e restaurante tradicional. Aberto das 08h às 22h. Entrada: 200 lek.
Igreja de Santo Estêvão - fica no tribunal principal do castelo de Rozafa. Foi construída em duas
fases no final do século XIII e no século XIV, e mais tarde foi convertido em uma mesquita.
Mesquita de Leaden - fica abaixo do castelo de Rozafa, em um bairro medieval. Foi construída em
1773 por Mehmet Pasha Bushati no modelo da Mesquita Azul em Istambul e é coberto com chumbo.
Museu Histórico - Edifício da era otomana (1815), com coleções arqueológicas e etnográficas.
Galeria Nacional de Fotos “Marubi” - está localizada no centro da cidade e é o arquivo fotográfico
mais rico e mais importante da Albânia. Contém mais de 500.000 negativos, dos quais, o mais antigo
remonta a 1858.
Catedral católica (Kisha e Madhe) - uma das maiores catedrais católicas dos Balcãs dedicadas a
Santo Estêvão. Após a reconstrução em 1991, o capitel foi inaugurado pela Madre Teresa e dois anos
depois foi visitado pelo Papa João Paulo II. Aproveitamos muito a história albanesa.
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ALEMANHA | BELEZAS DE DORTMOUNT, COLÔNIA E DUSSELDORF

Fizemos uma little roadtrip tour no norte da Alemanha, entre Dortmount - Colônia - Dusseldorf, a
beleza alemã impressiona, a cultura é muito marcante com vestimentas, idioma e arquitetura.

Königsallee - Dusseldorf
A Königsallee de Düsseldorf, uma avenida linda que pertence ao seleto grupo de ruas conhecidas
internacionalmente e tem todo o direito de ser chamada de boulevard. Chamada carinhosamente de
“Kö” pelos moradores da cidade, essa avenida está sempre presente quando se fala sobre Düsseldorf.
Esta avenida mundialmente famosa, com as suas lojas de alta classe e centros comerciais, reflete um
espírito internacional e o prazer de fazer compras. Há cada vez mais nomes famosos no mundo inter-
nacional da moda presentes na Königsallee. No cenário europeu, a Kö é um dos locais com a maior
concentração de empresas de alto nível, com 30 das mais importantes marcas.

Kölner Dom
A Catedral de Colônia ou Coló-
nia, localizada na cidade alemã
de Colônia, é uma igreja de es-
tilo gótico, o marco principal da
cidade e seu símbolo não-oficial.
É a terceira igreja mais alta do
mundo, é patrimônio da humani-
dade. Abrigando muitos tesouros,
a Catedral de Colónia (alemão:
Kölner Dom) é uma das cate-
drais mais majestosas no mundo.
Ela está localizada no centro da
cidade de Colónia. Alguns dos
tesouros que guarda dentro são,
por exemplo: a urna de ouro com
os restos mortais dos Três Reis, o
tríptico de Stefan Lochner e Gero
crucifixo, do século IX, e as jane-
las de cores medievais. Para al-
cançar uma das melhores vistas
de Treasure Museum, você deve
subir 509 degraus, nada mais do
que para atingir o ponto de vista
da Torre Sul, com uma altura de
157 metros.
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ANDORRA | ALÉM DAS MONTANHAS

Andorra, um dos menores países europeus (sua área é três vezes menor que a área de Londres!). É
mais conhecida como destino de esqui ou de compras. A política de isenção de impostos do país atrai
muitos visitantes de estados vizinhos - eles podem comprar muitos bens (especialmente tabaco e ál-
cool) a preços muito mais baratos do que em casa - sob regras estritas da UE. Embora poucos venham
a Andorra para passear e para turismo, este pequeno país tem algo mais para oferecer - arquitetura
original da capital - Andorra la Vella, aldeias acolhedoras, belas montanhas e várias trilhas para
caminhadas. Nossa visita a Andorra foi uma decisão completamente espontânea.
A rota que leva de Barcelona à Andorra é particularmente pitoresca, muitas aldeias espalhadas en-
tre os Pirinéus - quanto mais alto se aproximam de Andorra. Visitamos Andorra e os picos nevados
das colinas e montanhas eram impressionantes. Ao atravessar a fronteira de Andorra, a partir da
Espanha, é a vila feita quase inteiramente por shoppings e lojas, onde a maioria dos espanhóis vem
para fazer compras.
A capital de Andorra - Andorra la Vella é do tamanho de uma cidade pequena e pacata. Tem uma
sensação vibrante para isso. Andorra la Vella parece perfeita. Todos os edifícios estão em uma condi-
ção ideal - o rio é regulado e a arquitetura é uma mistura sábia de antigo e moderno.
Caminhando mais para baixo em direção ao centro da cidade (ao longo do rio), você notará que An-
dorra la Vella está repleta de muitos tipos de estátuas e monumentos estranhos e interessantes.
Logo na ponte moderna branca, você verá um relógio - uma estátua que se assemelha a famosa pin-
tura de Dali - “Persistência da memória”. O centro de informações está localizado ao lado.
Seguindo pelo rio, você vai acabar na cidade velha em poucos minutos. Você pode admirar o século 12
com a Igreja de Esteve, praça da cidade velha do século XVI e Casa de la Vall - a sede do Parlamento
de Andorra.
Experimente as rotas de caminhada ao redor da cidade velha (chamadas Rec del Sola e Rec de’l
Obac). Perfeito para um piquenique, ou apenas para admirar o ambiente tranquilo em um dia agra-
dável e ensolarado. Amamos a culinária deste pequeno país, e achamos mais em conta que os países
europeus do ocidente.
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ÁUSTRIA | O QUE FAZER NA BELA VIENA?

Rodamos incríveis 400km por estradas austríacas. Foi uma experiência muito boa, apesar da barra
pesada que enfrentamos em uma das noites: o frio deu uma diminuída para -6ºC, mas chegamos a
pegar -21 na República Tcheca.

VIENA

A capital da Áustria sempre é classificada como um dos lugares mais sofisticados da Europa. Não
vamos discordar desta afirmação, pois, todas aquelas construções de tirar o fôlego, os cafés e restau-
rantes a cada esquina dão um charme especial a cidade. Isso sem falar que Viena respira música.
Aconselhamos ficar ao menos 4 dias na cidade para conseguir aproveitar melhor as apresentações
clássicas, além da arquitetura local e culinária.
Cidade construída nas margens do rio Danúbio, Viena, capital da Áustria (Wien, em alemão; Vienna,
em inglês) é, também, um dos nove estados do país. Viena é a cidade com mais população da Áustria
(1,7 milhões) e o centro cultural, econômico e político. A qualidade de vida dos residentes é uma das
melhores do mundo. É, inclusive, a sede de organizações internacionais, tais como a ONU (Organiza-
ção das Nações Unidas) e a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

O QUE FAZER?
Conhecer o Palácio de Schönbrunn e o Palácio Belvedere! O Palácio Belvedere foi construído a mando
do Principe Eugene de Savoy. Ambos os palácios foram construídos no estilo barroco.
Visite a catedral Stephansdom ou catedral Estevão, tanto o exterior quanto o seu interior são super
bonitos. O destaque da parte externa da catedral fica por conta do seu telhado, formado por mais de
250 mil azulejos vitrificados.
Vislumbrar a Karlskirche, uma igreja que foi construída pelo Imperador Carlos VI, quando Viena
ficou livre da peste que assolava a cidade.
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BÉLGICA | O QUE FAZER EM LIEGE? MUSEUS E ARTE

Tenho certeza de que você está coçando a cabeça enquanto contempla a pergunta: onde fica essa tal
de Liege? Liege é uma cidade que, geralmente, não faz o topo da lista de um viajante. Mas, a cidade
nos ensinou a nunca subestimar um destino periférico. Pode não ser tão grande ou chamativo como
lugares mais conhecidos, mas, descobrir as gemas escondidas de uma cidade pode ser um prazer.
Nossa surpresa foi ainda maior quando tropeçamos em cima de uma estação de trem, projetado por
um arquiteto espanhol bem conhecido, uma escada interminável, e um paraíso de fotografia que tí-
nhamos inteiramente para nós.

Liege é a terceira maior cidade da Bélgica, e está situada ao longo do rio Meuse (Maas), na parte
centro-leste do país. Sua população é de cerca de 200.000 habitantes e é, principalmente, parte da
comunidade valona. Como alguns de vocês podem saber, a Bélgica está dividida em linhas de lín-
guas, com a população flamenga (uma versão do holandês) no Nordeste e a parte da língua valona
no Sudoeste (e uma pequena Minoria de língua alemã). Liege é o lugar alegado do nascimento de
Charlemagne, e do fundador pai de Europa central (8o século). Outro famoso morador da cidade foi
Georges Simenon (1903 - 1989), o criador do detetive ficcional Jules Maigret

Liege era um dos centros industriais


mais importantes da Europa, prin-
cipalmente, devido às suas instala-
ções de produção de aço. Mas, o setor
industrial está em declínio desde a
Segunda Guerra Mundial e a região
ficou empobrecida. Dizem que está
a caminho da recuperação, devido a
uma economia mais diversificada.
Visitamos 3 museus na cidade e
aproveitamos muito, ficamos em um
hotel incrível, chamado cassino ho-
tel Van der Valk na cidade lateral de
Verviers, pagamos 200 reais a diária
e foium dos melhores quartos que
já ficamos, melhor até que o quarto
nupcial em nossa lua de mel. O Hotel
Verviers Van der Valk está situado
numa antiga estação do século XIX
e apresenta quartos com acesso gra-
tuito à piscina exterior. Este hotel
ecológico dispõe de um restaurante
à carta, de um jardim com terraço e
de lojas no local. É possível alugar
bicicletas. Saia de onde estiver na
Bélgica e fique neste lugar! Gosta-
mos muito deste país multicultural,
e pretendemos um dia retornar.
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BIELORRÚSSIA | PRESOS NA FRONTEIRA! HRODNA

Amamos viajar e somos super aventureiros, mas a viagem para Bielorrússia foi uma aventura acima
dos limites. Nós ficamos seis horas presos na fronteira, com guardas pedindo cada vez mais dinheiro.
A cada hora, aparecia seguro de alguma coisa, e o visto bielorrusso para brasileiros não era mais
necessário, só que o governo desorganizado esqueceu de informar os seus militares, uma verdadeira
loucura.
A Bielorrússia continua a ser um ponto vazio no mapa para muitos estrangeiros. Apenas 137 mil
turistas visitaram o país em 2013 - vinte e uma vezes menos do que o número que visitou a pequena
Estônia. Os requisitos onerosos de visto, combinados com uma indústria de serviços subdesenvolvi-
dos, prejudicam os esforços do país para atrair visitantes estrangeiros.
Grodno (também conhecido como Hrodna) fica perto das fronteiras com a Polônia e a Lituânia e his-
toricamente fazia parte do Grão-Ducado da Lituânia e depois da Commonwealth polonesa-lituana.
Indicamos o restaurante Pepto, que possui uma excelente culinária, mas só escolhemos o tinha fotos,
pois não entendiamos nada do que estava escrito no cardápio.
A cidade não foi puxada para o Império Russo até o final do século XVIII e não fazia parte da União
Soviética até o início da Segunda Guerra Mundial, quando foi incorporada à República Socialista
Soviética da Bielorrússia, até por isso sua arquitetura tem características de europa ocidental.
Apesar de sua localização precária, Grodno não sofreu graves danos durante a Segunda Guerra
Mundial. Portanto, muitos edifícios antigos ainda estão em pé, incluindo a Igreja dos Santos Boris e
Hleb, que remonta ao século XII e o Convento de Bridgettine, fundado em 1642.
Não podemos dizer que realmente havia algo em particular para ver em Grodno - sem maiores atra-
ções, além de algumas igrejas, um parque agradável e um museu insensível, mas, atmosfera que
parecia de máfia russa em um frio congelante, a comida extremamente barata (pagamos R$17 em
uma pizza), mas não funciona cartão*, troque dinheiro perto da fronteira - valeu a pena por esses
detalhes. Fizemos a viagem vindo de Bialystock na Polônia.
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BÓSNIA | O QUE FAZER EM SARAVEJO?

Nos apaixonamos por Sarajevo, foi praticamente instantâneo para nós. Uma cidade antiga, toda
cheia de comércios árabes e comidinhas baratas em restaurantes que são uma verdadeira fofura.
Saravejo é uma jóia de cidade. É uma das verdadeiras encruzilhadas do mundo, onde o oriente mu-
çulmano se encontra com o oeste cristão, com arquitetura e comida de dar água na boca.

Simplesmente, Sarajevo é uma das cidades mais legais em que já estivemos, definitivamente, uma
das mais legais de toda a Europa e uma que você deveria conhecer. Também é, de longe, um dos lu-
gares mais ‘diferentões’ em que viajamos em tantos níveis diferentes da Europa.

Não esperávamos nos sentir tão perto da natureza, mas a cidade está completamente rodeada de
colinas, com o rio Miljacka passando tranquilamente. Visitamos a Bósnia em meados de março,
quando ainda havia um pouco de neve, mas podemos imaginar na primavera e no verão, este lugar
deve ficar exuberante.

Sarajevo também atravessa o multiculturalismo como nenhum outro lugar em que já estivemos
antes. Um minuto você sente que está em Istambul e depois em Viena no próximo. No entanto, não
importa quão cosmopolita e fundamental essa cidade tenha sido ao longo da história, manteve esse
aconchego inexplicável. Você se sente quase que imediatamente em casa, independentemente, de
onde você vem.
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BULGÁRIA | O QUE FAZER EM SOFIA?

Estávamos indo da Macedônia para a Sérvia e resolvemos dar uma paradinha nesta bela e fria cida-
de. A capital das rochas da Bulgária! Além de preços baixos, há muitas coisas legais para fazer em
Sofia e os passeios que você pode participar são tudo, menos chatos e, na sua maioria, completamente
gratuitos.

O que fazer em Sofia?

Streetart
Pode ser encontrado em todos os lugares da cidade - procure a Rua Tsar Ivan Shishman para ver
graffitis, paste-ups e mais importantes: as caixas de transformadores coloridas!
Igrejas e edifícios monumentais
A cidade é ótima para descobrir caminhando, pois, não é muito grande. Os edifícios mais importan-
tes e mais impressionantes são a catedral Alexander Nevski (o marco da cidade) e assistimos um
batismo ortodoxo nela, uma loucura! A igreja russa, a igreja de São Jorge, o belo teatro nacional
“Ivan Vazov”, o Sveta Sofia church, o monumental complexo Largo, o palácio nacional da cultura e o
Narodno Sabranie - o parlamento da Bulgária.
Relaxamento nos parques
Sofia é uma capital muito verde onde você pode encontrar muitos parques agradáveis. O maior e
possivelmente mais bonito do centro é “Borisova gradina” - lá você pode até encontrar um pequeno
lago, muitas estátuas de famosos bulgarians e os 2 grandes estádios da cidade.
Montanha Vitosha
O maciço montanhoso de Vitosha está localizado nos arredores de Sofia e oferece possibilidades
para caminhadas, escalada, mountain bike, esportes de inverno com uma excelente vista (é mais de
2000m acima do nível do mar). Sofia é a única capital da Europa que tem uma montanha tão alta no
quintal!
Se você quiser experimentar a vida e o espírito da cidade, você deve se sentar em um dos muitos Ca-
fés no centro. Se estiver quente você deve ir ao Vitosha Boulevard, onde você também pode desfrutar
da vista para as montanhas!
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CROÁCIA

Čakovec é uma cidade localizada na parte norte da Croácia. Localizada na parte central do condado
de Međimurje, é a maior das suas três cidades e encontra-se entre os rios Mura e Drava. É também
conhecida por seus vinhedos, agricultura e áreas para a prática da caça. Em 2001, era a segunda
cidade mais povoada da Croácia.
Depois de conhecermos a Hungria, Eslováquia, República Tcheca, Áustria e Eslovênia chegamos ao
destino final de nossa roadtrip na Europa para visitar a linda cidadela de Cakovec.
A Croácia é um país surpreendente! Tão pequeno e tão completo! Ali você encontra todos os tipos de
paisagens, de clima, história. Organizado, gentil e super preparado para o turismo. Apesar de ter
uma história conturbada, marcada por guerras, conflitos e sofrimento, o país hoje já está praticamen-
te refeito. Um destino fantástico, que está de braços abertos para receber visitantes de todo o mundo!
A culinária também é um ponto forte, saudável e deliciosa! A parte de padaria então, quitutes deli-
ciosos, com chocolates diversos.

Em torno do núcleo histórico desenvolveu-se da atual cidade


de Čakovec, no centro da Província Međimurska, população
agradável de 20.000 pessoas; goza de completa infra-estrutu-
ra, parques municipais, horticultura, projeções econômicas e
atividades culturais.

Em adição para o centro histórico, para os turistas é oferecido


excelente gastronomia, atividades desportivas e eventos atra-
entes ao longo do ano. Čakovec foi declarada a cidade modelo
da Croácia em 2008.

Outra cidade que visitamos foi Dubrovnik, que é realmente bo-


nita, embora, às vezes, possa ser muito turística (cheia e cara).
No entanto, Dubrovnik é ótima, e certamente um destino de
visita obrigatória na Croácia.

Dubrovnik foi classificada como Patrimônio Mundial desde


1979. A atração mais popular em Dubrovnik é a cidade velha e
os muros da cidade vizinha dos pedestres.
Dubrovnik, a cidade mais ao sul da Croácia é, provavelmente,
mais popular do que a própria Croácia.
Se for no verão não deixe de aproveitar o lindo verão croata e o
Parque Nacional dos Lagos de Plitvice!
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DINAMARCA | O QUE FAZER EM COPENHAGEN?

A mística cidade de Copenhague é multifacetada, mas para muitos, começa com a comida. A capital
dinamarquesa é o puxador padrão da nova cozinha nórdica, um movimento sustentado por uma
sociedade que incentiva o talento local, neste caso, chefs vem criando e experimentando com ingre-
dientes locais. Mas, a cidade é bem definida, com a sua rede de ciclovias e amplo espaço verde, apoia
uma grande variedade de empreendimentos criativos. Em toda a cidade, as galerias de arte estão a
surgir em espaços peculiares, como os antigos açougues; boutiques independentes, se enchem com
mercadorias dinamarquesas distintas.
A Dinamarca é conhecida pelo alto padrão de vida que eles oferecem aos seus habitantes. Em sua
última pesquisa sobre o padrão de vida nas cidades do mundo, a renomada consultoria William M.
Mercer posicionou Copenhague como o número cinco na sua lista de “Melhores cidades”.
Nós tínhamos visto fotos da Europa no inverno, o que nos dava grandes expectativas de castelos de
contos de fada com neve, mercados de natal cheios de bom ânimo.
Chegamos em Copenhagen por trem vindo de Malmo na Suécia, o trem é espetacular e rapidinho.

Fizemos toda cidade a pé, a facilidade


de percorrer as ruas e monumentos de
uma cidade plana facilita conhece-la
ainda melhor.
Amamos a cidade e super indicamos a
Dinamarca, só achamos um pouco caro.

Visto: A Dinamarca pertence à União


Europeia e ao Espaço Schengen por
isso não é preciso visto para cidadãos
portugueses ou brasileiros.
Fronteiras: Alemanha, Suécia.

Locais para visitar: Copenhagem,


Museu Louisiana de Arte Moderna,
Ilha de Funen, Legoland, Destilaria
Carlsberg, Parque Nacional
Waddensea, Castelo de Kronborg,
Ilulissat.
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ESCÓCIA | O QUE FAZER EM EDIMBURGO, O BERÇO DO PROTESTANTISMO

Você pode ver a maioria dos pontos turísticos e experimentar um vislumbre da cultura escocesa
em poucos dias. Visitamos a maioria das principais atrações turísticas, bem como algumas coisas
não turísticas recomendadas pelos habitantes locais. Existem algumas cidades do mundo que você
não poderia fazer em pouco tempo: Londres, Paris, Toronto, etc. No entanto, Edimburgo é uma das
cidades que você poderia experimentar em dois ou três dias. Edimburgo é uma das nossas cidades
preferidas no Reino Unido. Tem uma sensação de cidade pequena que pode ser mais acolhedora e
menos estressante para se locomover e faz com que você sinta que voltou no tempo à era medieval. É
uma pequena cidade majestosa e mágica.

Amamos a cidade por ser o berço do Presbiterianismo no mundo e a influência que John Knox (refor-
mador protestante) teve sobre a Escócia.
Na Escócia, John Knox (1505-1572), que estudou com João Calvino em Genebra, levou o Parlamento
da Escócia a abraçar a reforma em 1560. A primeira Igreja Presbiteriana, a Igreja da Escócia (ou
Kirk), foi fundada como resultado disso. Como Rafael é reverendo presbiteriano, foi uma experiência
vibrante, conhecer os locais de reuniões que faziam e também a catedral que foi de católica para
presbiteriana no séc XVI.
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ESLOVÁQUIA | ROADTRIP ATÉ BRATISLAVA

Chegamos a Bratislava depois de alugar um carro em Budapeste na Hungria, em pouco mais de 2


horas já estávamos na capital da Eslováquia, em um frio de -11. Bratislava é a capital e principal
cidade da Eslováquia, situada no sudoeste do país, junto da fronteira com a Áustria e da fronteira
com a Hungria, tornando-se assim, a única capital europeia situada na fronteira do seu país com
outros dois.
É verdade, a capital da Eslováquia pode não ser tão surpreendente como Viena, Praga, Budapeste ou
mesmo nas proximidades Brno ou não tão legal quanto Kosice - segunda maior cidade da Eslováquia,
mas a cidade, definitivamente, tem seus momentos e você só precisa dar a Bratislava uma chance
para a cidade surpreender você!
O frio não nos deixou aproveitar tão bem as ruas e cultura do país, afinal, nosso destino era chegar
em Viena para dormir e conhecer a capital austríaca. A Cidade Velha de Bratislava é realmente pe-
quena, mas muito charmosa! O labirinto de ruas, a bela arquitetura típica para a Europa Central, os
inúmeros cafés, restaurantes e esculturas peculiares.
O centro de Bratislava é uma mistura peculiar da arquitetura. Moradias modernistas ao lado de
blocos soviéticos, edifícios modernos, vizinhos com aqueles que lembram o Império Austro-Húngaro.
Algumas ruas parecem ser esquecidas, mas ao mesmo tempo um país autêntico.
As estradas da Hungria até a República Tcheca passando por dentro da Eslováquia são ótimas e
duplas, e apesar de estar nevando muito conseguimos viajar com muita qualidade.
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ESLOVÊNIA | O QUE FAZER EM PTUJ? CASTELO E MUITO FRIO!

O frio esloveno, os castelos e igrejas, as casinhas todas cobertas de neve! Sim, Eslovênia, no inverno,
é bem legal apesar do frio, aproveitamos uma das mais lindas paisagens do topo do castelo local.
Ptuj é uma cidade e município urbano da Eslovênia. A sede do município fica na localidade de mesmo
nome. É uma cidade colorida, com uma vida noturna diversificada. Há muitos parques e espaços pú-
blicos dentro e fora da cidade. Os aeroportos mais próximos são Ptuj Sport Aeródromo (Moškanjci),
que fica a sete quilômetros de distância, e Maribor Edvard Rusjan aeroporto, que é dezoito quilôme-
tros de distância. Nossa chegada foi de carro, saindo de Viena, afim de conhecer um pouco mais da
cultura e seu castelo, logo nas estradas já percebemos ser um país mais pobre que seus vizinhos do
Norte.

Ptuj é uma das cidades mais antigas da Eslovénia. Empoleirado acima da cidade, o poderoso Castelo
Ptuj oferece vistas esplêndidas e amplas e abriga o Museu Regional Ptuj Ormož, cuja exposição per-
manente irá levá-lo em uma viagem através dos milênios da história da cidade. Ptuj’s não é o único
castelo que você pode ver na região, há muitos outros castelos históricos. Vale uma visita.
A língua local, o alfabeto e a moeda para comprar comida geram um choque cultural que vale a pena!
No Castelo tem uma lojinha de souvenires, que vende produtos que contam a história do país, por lá
compramos um dos imãs que mais gostamos!
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ESPANHA | MADRID, DO JARDIM AS EMPANADAS

A capital da Espanha e sua maior cidade, Madrid é o principal destino para a maioria dos visitantes.
E por uma boa razão: é uma cidade viva que não só é acessível pelos padrões da Europa Ocidental,
mas também possui cultura, arquitetura, arte e excelente vida noturna excepcional. É uma cidade
bastante moderna, assim, você descobrirá que grande parte da arquitetura é do século XX - o que, às
vezes, pode ser uma surpresa para muitos visitantes que procuram “antiga” Europa. Dito isto, é uma
cidade transbordante de energia que continua a atrair os visitantes ano após ano.
Se você quiser viajar para Madri por alguns dias e aproveitar ao máximo a estadia, recomendamos
que você faça, principalmente, em dois períodos, incluídos nos meses de setembro e outubro ou em
abril e maio. O verão de Madri não é recomendado, pois, é muito quente e quase todo mundo se apro-
veita para sair neste momento para outras áreas costeiras para passar o calor.
Visitamos o Jardim Parque Del Capricho que foi criado no final do século XVIII pela condessa-du-
quesa de Benavente. Este parque é um dos exemplos mais destacados e exclusivos do jardim paisa-
gístico espanhol. Seu palco, cheio de romantismo, sintetiza as influências italianas e francesas. Você
pode admirar um delicioso estuário “serpentino” com lago e ilha, o cais ou “casa de juncos”, o templo
Bacchus, a “casa antiga”, o forte, o eremitério ou o “apicultor”, um pavilhão incrível apenas para
contemplar a atividade das abelhas. O palácio, o delicado trabalho de Antonio e Martín López Agua-
do, já abriram inúmeras pinturas de Goya. A visita é particularmente recomendável na primavera
que é quando estivemos por lá, quando a caminhada ocorre entre o perfume das madeiras lilás e as
cachoeiras das rosas.
Se você está procurando planos em Madri para aproveitar a cidade no verão, este passeio guiado do
Parque El Capricho é perfeito para suportar as manhãs do calor. Rodeado de vegetação, caminhos
arborizados, sombras em todo lugar e até mesmo um labirinto de arbustos, nos domínios da duquesa
de Osuna há espaço para um estuário navegável, uma fonte adornada com golfinhos e sapos e até
mesmo uma lagoa.

Em Madri, hoje, você pode encontrar


muitos restaurantes originais ideais
para um jantar diferente. Você tem res-
taurantes e bares com shows ao vivo
(por exemplo, o Zodiac), bares para uma
bebida com um casaco (IceBar Madrid),
restaurantes com uma decoração muito
legal (como o Taxi para Manhattan) ou
restaurantes onde você pode até jantar
sentado (o Mezklum). Mas, não deixem
de comer as incríveis empanadas espa-
nholas, que são deliciosas e muito sabo-
rosas, você chega a encontrá-las por 2
euros.
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ESTÔNIA | O QUE FAZER EM TALLINN? A CIDADE DOS VIKINGS

Chegamos em Tallinn através da nossa roadtrip com partida de Vilnius (Lituânia), as passagens em
todo o caminho nos prepararam para desfrutar desta maravilhosa cidade do PepperSack.
Tallinn é uma daquelas capitais da Europa que muitos turistas e mochileiros acabam ignorando
esta bela cidade medieval quando viajam pelo continente. Nos 25 anos desde que a URSS exerceu
por último o controle sobre a cidade, sofreu o que só pode ser descrito como uma revolução cultural.
E, embora seja muitas vezes agrupada com países vizinhos escandinavos e nórdicos, a capital mais
antiga da costa do Mar Báltico tem uma identidade distinta, muito diferente do resto da Europa.
Alguns dos apelos de Tallinn estão enraizados em sua rica história.
A cidade velha protegida pela UNESCO possui ruas sinuosas, portas ornamentadas e pátios medie-
vais.
Reis, rainhas e czares andaram pelas ruas da encantadora cidade de duas camadas.
Agora está começando a atrair uma multidão afluente legal e jovem em busca de delícias gastronô-
micas e hotéis boutique de luxo.
Muito pode ser feito nesta pequena cidade e também há um monte de coisas incríveis que pode man-
tê-lo ocupado. A Europa Oriental está ganhando tanta popularidade nos últimos anos devido à sua
cultura diversificada e também ser, incrivelmente, barata e uma opção ótima para viajantes com
orçamento limitado. A Estónia não é muito diferente; Este jovem país recuperou sua independência
em 1991. Os estonianos também são pessoas fantásticas, o que muito deve-se esperar quando visitar
a Estônia.
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FINLÂNDIA | O QUE FAZER EM HELSINQUE? NO INVERNO

DE TALLINN A HELSINQUE - UMA VIAGEM DE UM DIA


Quando visitamos Tallinn, também decidimos passar um dia em Helsinque. Uma viagem de um dia
de Tallinn para Helsinque é uma ótima ideia, pois, é muito fácil chegar de um lugar para o outro.

COMO CHEGAR DE TALLINN A HELSINQUE OU COMO CHEGAR DE HELSINQUE A TALLINN


A melhor maneira de chegar de Tallinn a Helsinque (ou ao contrário) é fazer uma balsa por 48 euros
por pessoa.

COMO CHEGAR AO PORTO DE TALLINN - COMO CHEGAR AO PORTO DE HELSINQUE


Demora cerca de 10 minutos de ônibus da cidade velha de Tallinn para o porto de Tallinn. O centro
finlandês fica a 15 minutos do porto de Helsinque até o centro da cidade de Helsinque, de bonde.
Para o passeio de ferry você pode fazer check-in online ou no terminal. Você definitivamente precisa
ter o seu bilhete em mãos. Conseguimos ingressos com antecedência e checamos poucas horas antes
da partida.

FERRY RIDE PARA HELSINQUE


Tomando uma balsa com a linha de transporte da Estônia, a Tallink, e de Tallinn para Helsinque foi
uma escolha perfeita para nós, pois, combina essas duas coisas.
A balsa é um luxo, parece um cruzeiro. Há também wi-fi gratuito e rápido, jornais e revistas e ba-
nheiros limpos.
Tallink recomenda chegar pelo menos 30 minutos
antes da partida. Realmente faz sentido, porque
depois do “check-in” ainda é necessário andar bas-
tante antes de chegar ao ferry.
A maioria das pessoas pensam que estávamos lou-
cos quando anunciamos que visitaríamos Helsin-
que no inverno.

No inverno, a atmosfera em torno de Helsinque


é tão mágica. Os longos dias nórdicos tornam-se
muito curtos, pois, o sol nasce acima do horizonte
apenas por algumas horas por dia. Sim, pode ser
frio, mas, cidade é banhada pela luz azul mágica
entre o crepúsculo e a noite.

O mar congela e a cidade é coberta de neve, fa-


zendo com que pareça um conto de fadas, que nos
surpreendeu muito apesar do frio.
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FRANÇA | PARIS

Paris é linda, romântica e os pontos turísticos são atraentes. O povo não é muito receptivo. Passamos
por duas situações que devem ser compartilhadas. Para pedir informação, tente pegar apenas com
quem está trabalhando para fornecê-las.

Paramos para pedir informação e o homem falou em claro e bom tom: “não tenho tempo para infor-
mações”. Sim! Foi chocante! Confessamos que após algumas situações ficamos um pouco decepciona-
dos com Paris. Na cidade, há também muitos golpes com turistas, inclusive caímos em um deles, se
for para lá fiquem atentos com pertences e mágicas na rua.

O QUE CONHECER
Tirando essas situações, Paris tem muito a oferecer como a cidade mais visitada do mundo. Cafés
estilosos, torre Eiffel, museu do Louvre, no qual conhecemos a famosa Monalisa.

A Monalisa é pequenina e muito disputada. Achamos o museu Louvre um pouco caro, mas, como
queríamos zerar Paris optamos por investir e conhecer a famosa Mona, (cerca de 35 euros para cada,
mas como pagamos 5 reais em cada euro na época, ficou caro para nosso bolso).
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GEÓRGIA | ROADTRIP DE TBILISI PARA ARMÊNIA

Não há dúvida de que Tbilisi, apesar do tamanho compacto, tem muito a oferecer. No entanto, mui-
tas pessoas preferem conhecer por dois ou três dias, antes de sair para o campo Georgiano que tam-
bém é incrível. Para tornar as coisas mais fáceis, projetamos um itinerário de conhecer Tbilisi para
depois ir de carro alugado para Armênia.

História antiga, cultura única e ainda pouco conhecida pelos turistas, esses fatores fazem a viagem
para a Geórgia, especial, interessante e inesquecível.

A Geórgia está localizada na parte central do Cáucaso, uma das regiões mais importantes do mun-
do. Está localizada na encruzilhada da Europa e da Ásia, onde as civilizações ocidentais e orientais
tradicionalmente cruzadas, que inusitadamente se fundiram com as tradições locais que deram à
Geórgia o nome da história, cultura e civilização.

Viajando para a Geórgia, você encontrará muitos lugares únicos, e até agora intocados pelas paisa-
gens, o que torna o país ainda mais atraente para os turistas. Os georgianos acreditam que “o convi-
dado vem pelo Senhor” e, portanto, a hospitalidade calorosa é bem conhecida no local.

Nosso passagem foi alugar um carro em Tbilisi no aeroporto, e além de conhecer Tbilisi viajar para o
sul para visitar os monastérios dos séculos IV e VIII, a fim de conhecer a cultura de um dos primeiros
povos a se declararem cristãos. As estradas são simples, mas as vistas das montanhas e paisagem são
incríveis, vale cada km andado, além de que você pode ver pastores nos campos durante a viagem.
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GRÉCIA | O QUE FAZER EM SANTORINI E NAS ILHAS GREGAS?

Nossa viagem à Grécia começou, na verdade, por Israel, em Tel Aviv. Embarcamos em Guarulhos
num voo da Delta rumo a Nova York e de lá, pegamos um outro voo até Tel Aviv, onde ficamos ape-
nas um dia e meio, pois, na volta ficaríamos mais dias para conhecer o país. Conseguimos uma tarifa
de R$1235,00 por pessoa, ida e volta (Brasil - EUA - ISRAEL - BRASIL), que achamos no “Melhores
Destinos” com um ano de antecedência. Já que conseguimos chegar a Israel, pesquisamos se ir para
Grécia era barato, dessa forma, achamos uma tarifa de R$290,00 o trecho por pessoa (Tel Aviv - Ate-
nas- Santorini - Tel Aviv).
Conhecemos Atenas e, então, compramos uma viagem de cruzeiro por 7 dias pela cia grega LOUIS.
Pagamos 300 dólares por pessoa. Sim! 800 reais da época pelos 7 dias de cruzeiro. Como no cruzeiro
tinha comida o tempo todo, culinária grega e tudo incluso quase não tivemos gasto com essa viagem.
Conhecemos 5 ilhas gregas, incluindo Santorini, Kusadasi na Turquia e foi a realização de um sonho
para nós.
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HOLANDA | O QUE FAZER? ALÉM DOS CANAIS E BICICLETAS

Quer conhecer um país com muitos canais e bicicletas? Vá até à Holanda!


Conhecemos a famosa Amsterdã, mas, também, rodamos de carro na linda cidade de Maastrich no
Sul. A Holanda tem muito a oferecer por sua estrutura e organização, apesar de Amsterdã não ser
como o restante do país em relação a limpeza e cuidado.
Quando nos falavam que as pessoas andavam de bicicleta, não imaginamos que fossem tantas, tem
mais bicicleta do que carro. A Holanda é, sem dúvidas, o país mais limpos que visitamos na eurotrip.
Vimos muitas bicicletas, pessoas educadas e um país que alia o aconchego da arquitetura europeia
com a modernidade em estrutura e tecnologia.

A Holanda é uma terra de campos coloridos de tulipas, cidades sofisticadas e algumas das costas
mais marcantes na Europa do Norte. É um país cujas cidades continuam a marcar o ritmo do mun-
do para todas as coisas inovadoras. Na clássica estrutura holandesa, a cultura colorida do café de
Amsterdã existe ao lado do Tribunal Penal Internacional de Haia, enquanto plantações de papoula
psicodélicas, lagos cintilantes e o ocasional moinho de vento ainda adornam o campo. Distinta, a
Holanda é tão impressionante e irreprimível quanto ela mesma, afinal, foi construída, praticamente,
em um pântano.
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HUNGRIA | O QUE FAZER NA HISTÓRICA BUDAPESTE?

Dirigimos pouco mais de 500km na Hungria, suas belas paisagens e estradas de qualidade nos encan-
taram. Tivemos a oportunidade de ir de Budapeste à Eslováquia e, depois, da Croácia à Budapeste.
Extremamente charmosa, Budapeste é uma das referências quando se fala em nova Europa. A ca-
pital da Hungria oferece o que há de melhor em infraestrutura turística e preços competitivos, tor-
nando-se uma opção interessante para os visitantes. Não perca a oportunidade de conhecer a “Paris
do leste europeu”.
Chegamos com um frio de -6, sugerimos não visitar em janeiro (mês que estivemos por lá), pois, o
vento e o frio não cooperam para um passeio proveitoso, alugamos um carro por cinco dias e fazer
tudo de carro no frio é a melhor opção. Entre maio e setembro é período mais confortável do ponto de
vista climático, além de proporcionar mais horas de luz. Julho e agosto são, no entanto, naturalmen-
te, os meses com mais turistas.
Os principais pontos turísticos de Budapeste estão localizados no centro da cidade. São eles: The
Castle Hill (Castelo da Colina), Danube River and Chain Bridge (Rio Danúbio e Ponte das Corren-
tes), Matthias Church (Igreja de Matthias), St. Stephen Basilica (Basílica de São Estevão), Budapest
History Museum (Museu de História de Budapeste), Heroes Square (Praça dos Heróis), Parliament
House (Casa do Parlamento), Spy Museum (Museu do Espião) e Thermal Baths (Banhos Termais).
A cidade durante a noite é linda e possui bela iluminação em sua arquitetura, facilitando as fotos e
também o visual para um tour noturno.
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INGLATERRA | O QUE FAZER NA TERRA DA RAINHA?

Inglaterra é demais, mas o custo de vida nos deixou chocados, pois, estivemos lá na alta do dólar
(então, pagamos, em média, R$6,80 na libra). Compramos dois lanches no McDonald’s e ficaram por
85,00 reais. Resolvemos passar o ano novo na London EYE, e as ruas estavam lotadas (como a 25 de
março no natal). Mas, foi incrível, apesar do frio de 2 graus celsius. Dar dicas de uma das capitais
mais visitadas do mundo não é tarefa fácil, portanto, vamos apenas pincelar o que achamos mais
legal em Londres. Certa vez conhecemos um casal inglês nas ilhas Cayman e eles nos disseram que
se você vai a Inglaterra e só conheceu Londres, então, estará mentindo. Por isso visitamos todos os
países do Reino Unido, e também as famosas cidades de Liverpool e Manchester.

COMIDA E CULTURA
Durante nossa estadia em Londres, fizemos compras no supermercado, pois, para comer nos lugares
saía do nosso planejamento. Comemos a pizza londrina no Camden Market e experimentamos comer
em um pub londrino perto do hotel. O ambiente multicultural de Londres contribuiu para acabar com
a fama de ter uma cozinha “sem sal”. Hoje, você poderá provar sabores de diversos países em suas
muitas opções gastronômicas espalhadas pelos seis mil restaurantes e bares locais. Os indianos são
muitos por lá.
As pessoas são simpáticas, desde que você não
encoste nelas. Queriamos muito saber onde
era o banheiro e para chamar a moça do metrô
a Lídia encostou no seu ombro, pois, estava de
costas e não estava me ouvindo.

Recebemos um “dont tuch me” como quem nos


fosse dar uma surra. Ficamos mega sem gra-
ça, queriamos ter falado que somos brasileiros
e que para nós isso não tem nenhum proble-
ma. Mas, travamos e a Lídia ficou olhando
com cara de que queria correr.

O Reino Unido nos surpreendeu tanto com


sua tecnologia bem como seu ar nostálgico e
acadêmico. Tive a oportunidade de estudar
presencialmente nas universidades de Oxford
e Cambridge, o que foram experiências de
aprendizado únicas e marcantes.
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IRLANDA | O QUE FAZER EM DUBLIN?

De todas as cidades que já visitamos, Dublin na Irlanda foi, definitivamente, uma das mais fáceis de
amar assim que conhecemos. É muito grande, mas fácil de se locomover (mesmo a pé) e encontramos
muitos lugares excelentes para passear, mas também para relaxar e trabalhar. Estivemos em Du-
blin depois de visitar o País de Gales e o Marrocos.

Comece o seu dia com um bom café da manhã, seja no seu hotel ou, por exemplo, no Krispy Kreme.
Eles servem os melhores Doughnts que já provamos e tem uma grande variedade de chás e cafés
para beber também.

Não se esqueça de comer o Fish and Chips, comida tradicional loca, no almoço ou jantar. Conhecemos
o restaurante onde vários famosos o tem como preferido, Bono Vox inclusive come lá com frequência,
e o interessante é que o Leo Burdock é o mais antigo de Dublin.

Certifique-se também de percorrer o St. Stephens´s Green, um belo parque público que abriu em
1980, e visitar o Trinity College. Visite também o Temple Bar onde próximo possuem encantadores
lojas para comer.

O melhor para fazer fora de Dublin, é se reunir com amigos e partir em direção ao Cliffs of Moher,
uma das mais belas imagens que a natureza da Irlanda podem oferecer aos locais e também aos tu-
ristas que visitas esse país com uma cultura única e que possui milhares de brasileiros imigrantes,
estudando, trabalhando e tocando pelas ruas de Dublin.
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IRLANDA DO NORTE | ROADTRIP DAS IRLANDAS.

Paz e prosperidade trouxeram uma nova vitalidade para a Irlanda do Norte, com Belfast liderando o
desfile com novas atrações brilhantes, bons restaurantes e uma cena artística florescente.
A regeneração rápida e uma série de novas atrações culturais, históricas e científicas fazem da Ir-
landa do Norte um destino emocionante. Nós exploramos os principais pontos turísticos do Sul deste
país
.
Alugamos um carro em Dublin e com toda facilidade do mundo nas estradas, fomos até a Irlanda do
Norte. São pouco mais de 80km e você já ultrapassa a fronteira.
Newry é um ótimo lugar para visitar. É uma cidade no Condado de Down e County Armagh na Irlan-
da do Norte. É considerada uma das cidades mais antigas da Irlanda do Norte.

Uma das melhores coisas para fazer na cidade é explorá-la. Newry tem sido um lugar de habitação
humana que pode ser datado até 4.000 a.C. Não há surpresa de que Newry tenha uma herança co-
lorida e rica. A cidade apresenta uma combinação de estruturas modernas e antigas. As famosas e
elegantes casas georgianas e o tribunal estão entre as estruturas antigas. Você pode encontrar muito
sobre a história de Newry, explorando a cidade.
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ISLÂNDIA | 10 PONTOS IMPERDÍVEIS NO MELHOR PAÍS DE NOSSAS VIDAS!

A Islândia é um maravilhoso país para


visitar e uma das viagens mais exclu-
sivas quando se trata de passeios para
ver e fazer! Uma visita pela primeira
vez à Islândia é uma perspectiva emo-
cionante, com muito para planejar, ver
e comer! Todo o país é tão diversificado
como você pode imaginar, com ativida-
de vulcânica, piscinas termais, paisa-
gens dramáticas e geleiras, todos den-
tro de um único país.
Com tanta variedade, é díficil escolher
os melhores pontos para se visitar. Se
você tem alguns dias, uma semana ou
mesmo mais, você deve considerar ver
algumas dessas vistas impressionan-
tes que estão dentro de um círculo de 5
horas do aeroporto internacional da Is-
lândia, Keflavik e facilmente alcançado
pelas principais estradas arteriais.
Pegamos um voo low cost da Norwegian
de Oslo para Reyjavik por R$195 cada,
o legal do voo é que vimos os Fjords no-
ruegueses de cima, o que foi incrível.
Alugamos um carro e rodamos 1100km
na Islândia, infelizmente, porque esta-
vamos a 110km por hora e nas estra-
das islandesas a velocidade é de 90km,
fomos parados e a brincadeira ficou
R$1100.

A seguir está o roteiro genérico que fize-


mos, além dos pontos, ainda tem várias
montanhas e cachoeiras que estivemos,
mas o Google não suportou tantos pon-
tos belos, então, aí vão os principais.
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1. Relaxar na Blue Lagoon


A Islândia é conhecida em todo o mundo por suas famosas piscinas aquecidas geotérmicas. Dirija-se
até a Lagoa Azul (cerca de 10 minutos de carro do aeroporto) e passe algumas horas relaxando nestas
piscinas quentes.
Se você chegar no inverno, você pode realmente ir para a Lagoa Azul e observar o nascer do sol, uma
experiência mágica que vale a pena fazer!

2. Coma cozinha típica islandesa


A cozinha tradicional islandesa é um pouco desconhecida fora da Islândia, mas isso não significa que
não é gostoso! Dirija-se a um dos deliciosos restaurantes de Reykjavik e tente alguns pratos locais
como; Harðfiskur que consiste emser um peixe seco!

3. Dirija todo o Golden Circle


Uma das principais rotas da Islândia, o Golden Circle abrange alguns pontos incríveis que você não
vai querer perder. Incluindo o icônico geyser Strokkur (que entra em erupção a cada poucos minutos)
e Gullfoss, que é deslumbrante no inverno e no verão.
O círculo de ouro pode levar cerca de 4-5 horas para ser completo.

4. Visite a capital, Reykjavik


A capital da Islândia, Reykjavik é um lugar que você, provavelmente, passará uma noite ou duas.
Dirija nos finais de semana quando os restaurantes estão cheios de música ao vivo, locais amigáveis
e uma atmosfera maravilhosa.
Nos dias, explore a própria cidade, visite a Catedral Hallgrímskirkja ou dirija-se à sala de concertos
Harpa, que abriga a ópera nacional e a sinfonia.

5. Veja o rugido Skógafoss


Skógafoss é aproximadamente 2 horas a leste do aeroporto, sendo uma das cachoeiras mais conhe-
cidas da Islândia para visitar. A entrada é gratuita para o Skógafoss e, se você chegar no início da
manhã, ou no final da tarde, você notará que as multidões se dissipam, deixando a cachoeira apenas
para você!

6. Explore a Lagoa das Geleiras Jökulsárlón


O lago da geleira de Jökulsárlón é, provavelmente, o Leste mais distante que você viajará para fora
de todos esses lugares (cerca de 5,5 horas do aeroporto de Keflavik), mas, vale a pena ver se você che-
gou até Vik. Dirija-se a Jökulsárlón e veja a incrível paisagem que rodeia esta região. É realmente
uma visão impressionante.

7. Alimente um cavalo na estrada


Andar à cavalo é uma bela experiência na Islândia, especialmente, com os simpáticos cavalos islan-
deses que são cheios de glamour. Nós não andamos, mas alimentamos.

8. Caminhe atrás de uma cachoeira em Seljalandsfoss


A cachoeira Seljalandsfoss fica a aproximadamente 10 minutos de carro de Skógafoss. Uma das
melhores coisas sobre Seljalandsfoss é que você pode realmente andar atrás das quedas, o que é
incrível de fazer! Quando as condições ficam realmente arriscadas, o caminho por trás da cachoeira
fica fechado, então não fique muito desapontado, é por sua própria segurança.
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9. Entre em uma caverna de gelo


Definitivamente, o melhor para se fazer na Islândia. As cavernas de gelo são fenômenos raros que
se formam naturalmente. Cada outono, depois que a água de derretimento da primavera começou a
congelar, os guias locais da região buscam novas cavernas de gelo. É por isso que a localização das
cavernas muda todos os anos e cada caverna de gelo é única e recém-formada. A estrutura e condição
das cavernas podem variar muito a cada ano. Pagamos 180 euros por pessoa, mas valeu cada centavo
que pagamos.

10. Apenas dirija 1.000 km pela Islândia e ache a Aurora Boreal


Fora tudo que postamos acima, a Islândia oferece vistas e montanhas que parecem lunares, algo
de outro mundo, fomos contemplados com a Aurora Boreal do avião a caminho para Budapeste na
Hungria. Quando Deus fez a Islândia, Ele caprichou! Então, só dirija e vá parando para fotos ines-
quecíveis.
Indicamos ao menos 4 dias para os que são acelerados, e 6 dias para os mais lentos para repetir nosso
roteiro, queremos voltar para dar a volta em toda a Ilha que tem menos de 500km.
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ITÁLIA | O QUE FAZER EM MILÃO?

Chegamos em Milão pela Delta Airlines, após uma escala em Atlanta, pelo incrível preço de R$
1.300,00 com todas as taxas inclusas, isso ainda alta temporada (27 de dezembro), nosso passeio por
lá foi incrível e divertido!
Milão é o centro financeiro e da moda da Itália. Não pode competir com os locais históricos como
Roma ou Florença, por isso, é frequentemente adicionado a um itinerário na segunda ou terceira
visita à Itália ou como uma parada no caminho para uma visita ao sul da Suíça.

O QUE FAZER?

1. O Duomo
Devido à sua posição no coração de Milão, o Duomo é, geralmente, a primeira parada quando visitar
a cidade. Não perca uma caminhada no telhado, vagando entre os pináculos e estátuas e tendo as
vistas deslumbrantes.
2. Galleria Vittorio Emanuele.
Este vidro do século XVIII e galeria coberta de ferro é o lar de muitas lojas bonitas, restaurantes e
cafés. Olhe para cima para ver a magnífica cúpula central. Olhe para baixo para ver os emblemas no
piso de mosaico representando as cidades de Milão, Roma, Florença e Turim.

3. La Scala
Fica a uma curta caminhada do Duomo, através da
Galleria e para La Scala, famosa casa de ópera de Mi-
lão, que abriu em 1778. Alguns dos melhores cantores
e orquestras do mundo pode ser ouvido e balés famosos
assistidos. Se você não pode reservar bilhetes para uma
das apresentações, uma visita ao Museo Teatrale alla
Scala (Museu) também inclui uma visita a uma das cai-
xas onde você pode olhar para baixo sobre o palco.
4. A última ceia
Obra-prima de Leonardo da Vinci, “A Última Ceia”, é
um dos quadros mais famosos do mundo. Cobre uma
parede no antigo refeitório do mosteiro anexado à Igre-
ja de Santa Maria delle Grazie.

A fim de reduzir a deterioração, a admissão é estrita-


mente limitada a 25 pessoas a cada quinze minutos.
Os bilhetes são, muitas vezes, vendidos com meses de
antecedência. Como não sabíamos destes detalhes não
conseguimos ir.
100

KOSOVO | O QUE FAZER PRIZREN?

Não sabíamos o que esperar quando fizemos o roteiro no Kosovo, mas depois de passar por lá, encon-
tramos um país acolhedor com muito para oferecer. As duas principais cidades, Prizren e Pristina,
têm algo diferente para oferecer aos viajantes e recomendamos vivamente que tente encaixar ambas
as cidades no seu itinerário no Kosovo.
Prizren foi o lugar que comemos mais barato em toda a Europa, nós dois comemos lanches de chapa,
tomamos refrigerante de vidro e na hora de pagar ficou 3 euros, sim três euros no centro da cidade,
que aliás é uma belezura de cidade, ainda que dê para ver os destroços de uma guerra tão próxima.
Os cidadãos de Prizren são predominantemente muçulmanos albaneses com o resto da população
constituída por uma mistura de bósnios, sérvios, turcos, que também são conhecidos como “ciganos”.
Embora o Islã seja a religião dominante em Prizren, a moda ocidental fez sua aparição com a geração
mais nova.
Antigas mesquitas e igrejas estão espalhadas por toda a cidade. Infelizmente, houve tumultos em
2004 e muitas igrejas foram danificadas ou destruídas. Algumas das igrejas foram reconstruídas ou
foram reabilitadas e são mais recentes que os locais religiosos mais antigos da região. Não se surpre-
enda se você visitar alguma das igrejas de Prizren, um policial pode aparecer de repente. Eles estão
apenas fazendo seu trabalho, e você não está com problemas.
Prizren e suas áreas circundantes são protegidas por soldados da Força do Kosovo alemão (KFOR),
que podem ser vistos passeando pelas ruas ou desfrutando de um café ou Coca entre os moradores.
Outros soldados estrangeiros da KFOR de outros países que também estão fornecendo segurança em
outras partes do Kosovo também são uma visão familiar.

Há alguns pontos de vista imperdíveis em Prizren que oferecem ótimas oportunidades fotográficas.
Aqui estão apenas alguns:
Igreja Ortodoxa de São Nicolau
Mesquita Sinan Pasha
Praça do Sadervan
Gazi Mehmet Pasha

Na saída de Prizren, fomos para Macedônia passamos pelas montanhas Shar de sky, deu muito
medo, pois estava nevando muito e com 30cm de neve!
101

LETÔNIA | O QUE FAZER EM RIGA?

Se você foi para Riga, a capital da Letônia e uma das belezas do Báltico, você provavelmente já é um
fã. Demora em torno de 24 horas para ver tudo o que essa cidade tem para lhe oferecer, mas se isso
é tudo o que você tem, não se preocupe.
Nós chegamos a Riga de carro, estávamos vindo de Vilnius na Lituânia e as paisagens de carro pa-
recem ser sempre as mesmas, muita plantação e pouco animal.
Apesar de sua grande população russa, devido à sua história soviética, Riga, a capital da Letônia,
tem um caráter próprio. Os Rigans são tão orgulhosos de sua própria herança e linguagem que até
mesmo realizam concursos para celebrar seu uso adequado. Esta herança mundial é uma verdadeira
beleza do Báltico, não apenas por seus ótimos exemplos de arquitetura Art Nouveau em todos os
lugares que você olha, mas também devido ao seu estilo e charme. É um lugar bastante interessante
para visitar e, particularmente, acessível, com passagens aéreas econômicas tornando-se um destino
de fim de semana acessível e fácil e para explorar devido ao seu tamanho compacto. Riga tem ótimos
hotéis, excelentes restaurantes, spas incríveis. Duas guerras mundiais e 50 anos atrás da Cortina de
Ferro levaram Riga a se tornar hoje uma metrópole vibrante cheia de energia e pessoas que sabem
como viver uma boa vida.
O Centro do Património Mundial descreve Riga como tendo a melhor coleção de edifícios art nouveau
na Europa e, de fato, todo o centro histórico da cidade é um Patrimônio Mundial.
Para aqueles novos para o assunto, você pode visitar um museu, completo com decoração de interio-
res para mostrar o que era a vida diária e alguns trajes de época.
102

LITUÂNIA | O QUE FAZER EM VILNIUS?

Acreditamos que a Europa Central é uma das regiões mais fascinantes e subestimadas. História
longa, cultura rica, comida deliciosa, moradores amigáveis. E cada país é muito diferente um do
outro! Mas, enquanto os guias estão cheios de várias informações sobre os destinos turísticos mais
populares, encontrar algo útil sobre essa parte do mundo pode às vezes ser um desafio.

Quando você planeja uma viagem a Vilnius, é melhor ficar na Cidade Velha ou em Uzupis - você
estará no coração de tudo, a uma curta distância de todas as atrações!

QUANDO VISITAR VILNIUS

Enquanto o inverno traz consigo uma espécie de país das maravilhas mágicas, com neve profunda,
rios congelados e mercados de Natal bonitos, certamente não é adequado para aqueles que despre-
zam o frio ou se apaixonam por escandalosas calças quentes. Na verdade, com temperaturas que
mergulham bem abaixo do congelamento durante cinco meses do ano (novembro a março), as visitas
no inverno podem ser apenas para o tipo robusto de viajante!

O tempo em Vilnius ganha um pouco em abril, mas para aumentar suas chances de dias mais quen-
tes se manter em junho até o final de agosto. Basta lembrar que mesmo no verão, você ainda preci-
sará de um casaco durante a noite.
Um dos pontos altos de nossa visita foi a ida ao museu KGB, é triste ver o passado e ao mesmo tempo
emocionante ver que alguns homens esconderam judeus na região, colocando sua vida e de sua famí-
lia em prol de desconhecidos. O museu funciona em uma antiga base e prisão de execução da KGB.
103

LUXEMBURGO | O PAÍS CINEMATOGRÁFICO EM CLERVAUX

Estar em Luxemburgo é como se estivesse dentro de um filme. As construções, a rotina das pessoas
da cidade, as árvores, a fumaça saindo da chaminé. É tudo tão lindo e delicado. Rodamos parte da
Europa de carro. Saímos da Alemanha e fomos até Clervaux. A vista durante o caminho na estrada
é de suspirar.
Clervaux é uma preciosidade de Luxemburgo, pertence ao distrito de Diekirch e ao cantão de Cler-
vaux. Uma cidadela cheia de histórias de proteção na segunda guerra.
Andamos pela cidade, quase sem pessoas na rua. Conhecemos um castelo e encontramos um grupo
de brasileiros. Nesse momento tivemos a certeza de que os brasileiros realmente estão em todos
os lugares. Lá era um lugar onde não tinham pessoas, quem diria que encontraríamos brasileiros.
Eram brasileiras que moram em Portugal fazendo seus passeios pelo velho continente, seguimos
para admirar mais o lugar.
As casinhas, a simplicidade da vida naquele lugar é de pensar: quero passar minha velhice nesse
lugar. Enfim, não precisa de passeios, pontos turísticos ao estilo entretenimento. Clervaux é andar
pela cidade e se atentar aos detalhes pitorescos de uma cidadela fixada nas montanhas de Luxem-
burgo.
104

MACEDÔNIA | O QUE FAZER EM ESCÓPIA?

Skopje não é um destino procurado quando se pensa em cidades europeias, não é? É, provavelmente,
uma das capitais menos conhecidas, juntamente com Chisinau. Para nós, era a maneira mais fácil
de chegar à Bulgária, vindos do Kosovo. Quando chegamos em Skopje estava bem frio, mas tinham
barraquinhas de souvenirs e comidinhas no centro e tivemos a oportunidade de conversar com um
vendedor local, percebemos que todos parecem entender bastante de filosofia grega e sobre Filipe,
pai de Alexandre o Grande.

Skopje’s Stone Bridge é um marco importante. Originalmente do século VI e reconstruído no décimo


quinto, conecta a cidade velha e nova.
No lado novo da cidade é a Praça da Macedônia, uma grande praça arejada, cheia de vida. Em uma
extremidade é marcado o lugar onde uma certa Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu. Dezoito anos depois,
ela partiu para fazer o trabalho de Deus pelo resto de sua vida, mais notavelmente em Calcutá. Ma-
dre Teresa é uma macedônia bem-amada cuja nacionalidade não é contestada. Tem a reputação de
ter dito que se sentia como cidadã de Skopje, sua cidade natal, mas pertencia ao mundo.
Fortaleza de Kale, que acredita se ter sido construída há cerca de 500 anos atrás. Vários séculos e
alguns devastadores terremotos mais tarde, a bandeira macedônica vermelha e amarela brilhante
acena alegremente de uma das três torres restantes dessa fortaleza de uma só vez. (Achamos a ban-
deira deles bem feia por sinal).
Amamos dormir na cidade e comer na padaria local, comer no hotel da praça central, tudo por uma
verdadeira pechincha.
Em conclusão, Skopje é, principalmente, uma cidade encantadora com pessoas amigas; uma cida-
de com potencial. Se fosse melhor cuidada, Skopje logo verá mais visitantes do que os soldados da
KFOR.
105

MÔNACO | A CARA DA RIQUEZA

Sim, nós rodamos mais de 2.000 km na Itália antes de chegar à incrível Mônaco, uma cidade, um
país. Tirando a Cidade do Vaticano, Mônaco é o menor país do mundo. É um destino turístico po-
pular devido à sua proximidade com a Riviera Francesa e estado isento de impostos. É, também, o
lugar onde os ricos e famosos vão cheios de luxuosos hotéis, resorts e cassinos. Pode ser comparado
a Las Vegas ou Dubai, no entanto, em uma escala muito menor - toda a área de Mônaco tem apenas
2 quilômetros quadrados!
Mônaco nunca tinha sido um destino que nós sonhávamos visitar. No entanto, estávamos tão próxi-
mos após passar por Cinque Terre, que resolvemos esticar até a França e, posteriormente, até Mô-
naco. Nós rodamos muito de carro para chegar, mas o aeroporto mais próximo é o de Nice, de onde
você pode pegar um ônibus por 1.50 EUR (1.90 USD) que o levará a Mônaco em, aproximadamente,
1 hora! A rota é muito cênica, ao longo da costa bonita.
Tendo viajado para muitas outras rivieras, cidades do lado do mar e lugares desconhecidos (que
raramente são visitados pelos turistas do Oeste ou são considerados pouco atraentes, por exemplo:
Albânia, Geórgia, Ucrânia) que todos, ao contrário da crença popular, eram um pedaço do céu na ter-
ra; somos facilmente capazes de comparar objetivamente e dizer que Mônaco é tão atraente quanto
é apresentado pela mídia.
Dentro das muralhas da cidade velha, você pode admirar o impressionante Palácio do Príncipe, que
é, especialmente, atraente à noite, a Catedral de Mônaco do século XIX e vistas espetaculares dos
dois portos: a tranquila Port de Fontvieille e o luxuoso Port Hercule no bairro de Monte Carlo. É uma
boa idéia visitar a cidade velha em torno do pôr do sol - Monaco à noite é muito bonita.

Passeando pelas estradas e ruas


sinuosas, você verá os monumentos
típicos de Mônaco – iates, excepcio-
nalmente caros, edifícios e butiques
elegantes, tudo nos mais altos pa-
drões adequados para a alta classe.

As vezes pode paracer que Mônaco


não tem “a alma”, tudo parece a có-
pia artificial dos lugares típicos do
mundo remontados em menor esca-
la em hotéis e casinos da cidade.
106

MONTENEGRO | ROADTRIP ATÉ SVETI STEFAN

O afloramento rochoso de Sveti Stefan é a visão mais famosa de Montenegro. Pode realmente ser a
sua única visão famosa. Se você quer colocar o país em um mapa, você já estará em uma minoria bem
informada. O país ganhou independência da Sérvia em 2006 e está tentando construir um comércio
de turismo. O acesso mais fácil é de Dubrovnik, onde hoje a Wizz Air faz rotas. Nós optamos por
passar por lá em nossa roadtrip, vindos de Budapeste, passamos em Saravejo, Dubrovinik e então
Sveti Stefan.
As estradas de Montenegro são ótimas e acabamos até pegando uma balsa lá dentro. Montenegro
também é um destino barato quanto ao valor de comida e hotéis comparado ao restante da Europa.
Sveti Stefan deve sua beleza única ao seu cenário em um tombola, um fenômeno natural raro que
liga uma ilha rochosa circular às praias de cascalho branco do continente por um istmo estreito e
arenoso. O próprio hotel ocupa uma antiga aldeia de pescadores construída no século XV como um
assentamento fortificado para proteger contra piratas.
A cidade mais próxima do Sveti Stefan é Budva, que costumava ser o hotspot do glamour e agora
está pronto para se tornar o ponto de partida obrigatório na costa. Sua crescente e elegante cena
ganhou-lhe o apelido de St Tropez do Adriático, embora com suas ruas de paralelepípedos, fronteiras
muradas, barras de cocktail com sombra e boutiques extravagantes, ela se parece mais a um mini
Dubrovnik.

Mais a norte fica Kotor, uma pequena cidade medieval à beira do enorme fiorde de Boka Kotorska,
com pátios e cafés de rua embalados com a nova geração de hip-hop do Montenegro. É apoiado por
um penhasco vertical próximo que você pode caminhar até ver o sistema de fortificação destruído de
Kotor, um local protegido da Unesco e uma fabulosa vista sobre o fiorde.
O Montenegro está buscando um futuro otimista e turístico. Assim como o Montenegro está à beira
da prosperidade e do reconhecimento que poderia vê-lo ser invadido pelas massas, o Sveti Stefan está
prestes a se tornar um resort exclusivo, acessível à poucos. O que significa que agora é hora de visitar
ambos, rapidamente, antes que as coisas mudem.
107

NORUEGA | O QUE FAZER EM OSLO?

Não sabíamos o que esperar de Oslo, exceto que era cara e uma cidade moderna, no entanto, estáva-
mos realmente preocupados com o preço no país, mas Oslo, realmente, nos surpreendeu. Chegamos
lá após visitar Copenhagen e tudo o que falta na arquitetura bonita e antiga é compensado a qualida-
de de vida, especialmente, com muitos restaurantes agradáveis. A cidade é um assalto a mão armada
para bolsos brasileiros, a moeda local é super valorizada, mas vale a visita! Para nós, esta viagem foi
principalmente sobre relaxar e curtir, praticamente zeramos Oslo de carro alugado, a nossa troca de
dinheiro foi ruim na época, 1 NOK estava quase 6 reais.

1. Vá para uma caminhada ao longo da


costa

2. Visite os muitos museus

3. Visite o Opera House

4. Escape The City: Frognerseteren e


Holmenkollen

5. Visite o NorkFolk Museum

Língua oficial: norueguês, sami, kven


Moeda: Coroa norueguesa – NOK
Visto: Não é preciso visto para viajar na
Noruega
Fronteiras: a Leste com a Suécia, a Norte
com a Finlândia e a Rússia

Locais a não perder em toda Noruega:


Oslo, Fiorde Geirangerfjord, Nordkapp,
Bergen, Aurlandsfjord, caminho de fer-
ro de Flaam, Ilhas Lofoten, Catedral de
Vidaros em Trondheim, Tromso, Glaciar
Jostedalsbreen, Preikestolen
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POLÔNIA | O QUE FAZER EM BIALYSTOCK?

Białystok é a maior cidade da parte nordeste da Polônia (294 mil cidadãos) e a capital da região
de Podlasia. Devido às condições históricas, Białystok tornou-se um lugar onde as pessoas que re-
presentam diferentes culturas, religiões e nacionalidades viveram por anos. Esta situação moldou
o caráter específico da cidade. Em Białystok, podemos encontrar a maior concentração de crentes
ortodoxos e islâmicos na Polônia, é também o centro das comunidades bielorrussas. O brasão de
Białystok retrata a águia polonesa e o Pogoń lituano.
A herança de Białystok é também a herança mundial. Em 1859, Eliezer Lewi Samenhof nasceu
nesta cidade. Ele era famoso como Ludwik Zamenhof, um brilhante oftalmologista e o criador da
linguagem universal de Esperanto. A comunidade judaica de Podlasie trouxe muitas personalidades
extraordinárias, incluindo um dos Primeiros Ministros de Israel - Icchak Szamir. A comunidade ju-
daica de Białystok foi morta na Segunda Guerra Mundial.
Cerca de 15% dos habitantes são ortodoxos. Várias organizações religiosas trabalham por lá, como
o Centro de Cultura Ortodoxa e a estação de rádio Orthodoxia. Numerosos festivais ortodoxos são
organizados, incluindo o Festival Internacional de Música de Igreja Ortodoxa de Hajnowka Days e
os Dias de Música da Igreja Ortodoxa de Białystok “Dni Muzyki Cerkiewnej”.

Białystok é um centro reconhecido de teatros


de bonecos profissionais e um importante
centro acadêmico, tem mais de 50 mil alu-
nos. A cidade também tem vários museus de
arte regional e especializada, bem como, pelo
menos, 19 galerias de arte privadas e esta-
tais. Em Supraśl que fica nas imediações de
Białystok, um museu moderno de ícones foi
recentemente aberto.
Białystok situa-se em uma área chamada
Região dos Lungres verdes da Polônia, que
faz fronteira com as fontes minerais cristali-
nas da Floresta Primária de Knyszyna e par-
te do Parque Nacional de Narwia, também
está situada dentro da aglomeração. O Par-
que Nacional Białowieża e o Parque Nacio-
nal Biebrza estão situados não muito longe.
Białystok foi a primeira cidade na Polônia a
ser incluída na rede internacional de cida-
des saudáveis organizada pela Organização
Mundial da Saúde.
Lá tem um museu incrível de medicina e far-
mácia que piramos na experiência e, o me-
lhor, o guia polonês e estudante de medicina
nos presenteou com um souvenir da cidade.
Há uma série de coisas interessantes para
fazer em Bialystok. De locais históricos à
atrações culturais, explore a lista exaustiva
de todas as outras atrações locais em Bialys-
tok. Descubra novos lugares para ver e coi-
sas únicas para fazer nas proximidades de
Bialystok. Não perca essas vistas incríveis
em Bialystok.
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PORTUGAL | SOBRE PORTO

Porto é uma cidade histórica que várias vezes também foi nomeada como uma das melhores cidades
do mundo para turistas. E com razão: o Porto é uma cidade movimentada que oferece uma mistura
de novos e antigos. A cidade está cheia de edifícios antigos com arquitetura espetacular e sempre há
coisas para fazer no Porto.
A vida noturna também é conhecida com muitos bares e clubes. Há, também, uma grande variedade
de restaurantes e cafés acolhedores.
Chegamos em Porto depois de três dias de descanso em Milão, onde fizemos alguns passeios com
nossos amigos missionários Bruno e Paty.

CATEDRAL DO PORTO
A Catedral do Porto oferece uma arquitetura magnífica e o interior está cheio de belos ornamentos
e relíquias preciosas. A catedral é um dos edifícios mais antigos do Porto e é originária da década de
1200.
O edifício parece mais uma fortaleza do que uma igreja e de lá você também tem uma bela vista da
cidade.

Tivemos uma experiências única ao jantar nos restaurantes portugueses e descobrir as diferenças
que o sotaque e idioma do Brasil tem em relação ao sotaque e idioma de Portugal.
Aprendemos também que Portugal tem um dos menores custos da Europa Ocidental e isso torna o
páis não só atrativo para turistas, mas também para estudantes de mestrado e doutorado.

Claro que não pode faltar o bolinho de bacalhau e o pastelzinho de Belém, que você encontrará facil-
mente em qualquer esquina.
Locais para visitar em Portugal: Lisboa, Sintra, Porto, Évora, Marvão, Monsaraz, Mértola, Miranda
do Douro, Chaves.
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REPÚBLICA TCHECA | O QUE FAZER EM UM FRIO DE -21?

Pegamos -21ºC na República Tcheca, e garantimos que era difícil de sair do carro. A vontade era de
chorar, mas vencemos o frio e saíamos do carro para tirar algumas fotos e também ir ao supermerca-
do local (gostamos de ir nos supermercados das cidades que visitamos, neles conhecemos os produtos
do local e é possível conhecer um pouquinho da cultura também!). Ninguém falava inglês e os produ-
tos também não estavam em inglês. Todos os rótulos na língua deles. Queríamos uma água sem gás,
mas não conseguimos identificar a diferença e é claro que compramos com gás. Então, tivemos que
voltar e escolher outra com uma cor diferente.

PROBLEMA DE SAÚDE QUANDO ESTÁ -21


No caminho da República Tcheca para Áustria, Lídia começou a sentir muitas dores abdominais.
Pensamos: “Onde encontraremos um hospital”. Enfim, sempre carregamos um kitzinho de remédios
quando viajamos. Por isso ter seguro saúde (e super indicamos entrar no site da segurospromo para
fechar) e levar remédios básicos e antibiótico é extremamente necessário.

VISITAMOS BRECLAV
Břeclav (pronúncia CHECA bretslaf) é uma cidade Moravia, cerca de 55 km ao sudeste de Brno. Está
localizada na fronteira com a Baixa Áustria na Dyje River. A cidade mais próxima no território aus-
tríaco é Hohenau. Břeclav também se encontra 10 km a noroeste da Eslováquia fronteira em Kúty e
100 km ao norte da Austríaca capital Viena.

No século XI, o castelo que visitamos


foi estabelecido pelo Duke Bretis-
laus. O castelo serviu como um dos
centros administrativos medievais
da Moravia, tornando-se posterior-
mente uma mansão. A abertura de
uma estrada de ferro para Viena e
Brno em 1839 (e as extensões poste-
riores a uma junção) representaram
um evento importante, que trouxe a
industrialização e o crescimento da
população, a cidade é pitoresca e
vale a visita, mas não vá no inverno
para não pegar um frio de -21.
111

ROMÊNIA | O QUE FAZER EM TIMISOARA?

Com uma atmosfera ocidental, Timisoara é uma das cidades mais bonitas da Romênia. Um destino
turístico em si, a cidade também recompensa aqueles que vêm para outros fins, ou simplesmente, por
ser o trânsito em seu caminho para outros lugares.

Ou você vem para Timisoara por um par de dias ou, simplesmente, para admirar a arquitetura dos
edifícios, esconder-se do sol em um parque sombreado ou pegar algo para comer, ficará impressiona-
do com o que a cidade tem para oferecer.

Passamos em Timisoara, após uma visita a Belgrado na Sérvia e tivemos a oportunidade de jantar
em um restaurante super avaliado no centro (DEL CARUSO), onde comemos filet mignon em um
prato elaborado por incríveis 40 reais.

Tinhamos uma curiosidade muito grande de conhecer a romênia, já que a irmã da Lídia fez um está-
gio em Medicina na capital Bucareste.

Locais para visitar na Romênia: Bucareste, Sighisoara, Brasov, Plosti, Cluj-Napoca, Timisoara,
Constanta.
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RÚSSIA | O QUE FAZER EM MOSCOU?

Conseguimos ir para a Rússia devido a uma promoção incrível que conseguimos pelo aplicativo “Pas-
sagens Imperdíveis” com o seguinte trecho: BRASIL - EUA - HOLANDA - EMIRADOS ÁRABES -
EUA - BRASIL por R$750 reais ida e volta com taxas incluídas pela Delta Airlines. Foi sem dúvida a
melhor promoção que já pegamos e já que já tínhamos chegado até lá começamos a pegar as lowcosts
locais (passagens aéreas mais baratas para quem só vai com mala da mão), do Emirados Árabes
fomos até a Rússia por R$300 cada.
A compania lowcost usada foi a FlyDubai, que fez um serviço rápido, sem atrasos e de qualidade, mas
eles usam um terminal diferente do principal em Dubai, então, terá que pegar o transfer.

RUSSO, O PATRIOTA!
Chegando em Moscou, alugamos
um carro e o mais engraçado é que o
contrato não era em inglês, mas em
russo, nenhum funcionário da loca-
dora sabia falar o bendito do inglês,
logo percebemos que os russos são
bem orgulhos, patriotas e não cur-
tem falar inglês ou saber inglês, o
que dificulta e muito a comunicação
por lá, já que o alfabeto é completa-
mente diferente do nosso.

A RÚSSIA
A Rússia, apesar de ser um país do
continente europeu, não faz par-
te da União Europeia, haja vista o
fato de possuir uma moeda própria.
Existem coisas que sempre vem à
cabeça quando falamos em Mos-
cou ou Rússia de uma forma geral,
como: política, frio e vodka.
Com uma população de mais de 10
milhões de habitantes, a cidade de
Moscou, além de ser capital da Rús-
sia, é considerada também a maior
metrópole da Europa e está entre as
maiores do mundo.
113

SAN MARINO | ACIMA DOS CÉUS

San Marino é um dos vários microestados europeus, escondidos na região nordeste da Itália. Com
menos de 70 quilômetros, afirma ser a mais antiga república do mundo, datada do ano 301 a.C.
Chegou a ser sob seu próprio domínio soberano quando um cristão chamado Marinus fugiu de sua
ilha natal de Rab, no que seria a atual Croácia, para o Monte Titano, na tentativa de escapar da
perseguição religiosa. Foi na montanha que ele construiu uma capela e um mosteiro, mais tarde
provando ser as próprias fundações de San Marino. Embora sem litoral pela Itália, San Marino tem
sua própria história orgulhosa e identidade, carimbos de passaporte e tudo.
Embora San Marino não seja o tipo de lugar para entrar no topo da lista de países para se visitar, é
em algum lugar que deixa os visitantes contentes por terem experimentado o estilo pitoresco do lu-
gar. A principal área turística é Città di San Marino, ou, para usar sua tradução em inglês, a cidade
de San Marino, que fica no Monte Titano, elevando-se acima do terreno circundante.

Você poderá admirar vistas incríveis,


visitar as Três Torres, ver onde o país
é governado pelo Palazzo Pubblico, ex-
plorar o centro histórico e visitar sua
incrível basílica. A maior parte do país
pode ser vista em um dia e pode ser
feita como parte de uma viagem pela
Itália.
As três torres são um símbolo nacional
para San Marino. Eles aparecem na
bandeira e podem ser encontrados es-
culpidos em pedra em várias paredes
ao redor da cidade. Uma vez utilizadas
para medidas defensivas, as três tor-
res já não são usadas para fins estra-
tégicos. A primeira torre - Guaita - é
construída diretamente sobre a rocha,
sem fundação e é o principal ponto de
visita para os turistas. Você pode olhar
para dentro da ex-prisão, que vem
completa com uma pequena capela e
subir a torre para uma vista mais in-
crível. A segunda torre - Cesta Castle
- agora abriga o Museu Arqueológico
de Armas, que tem aproximadamente
535 peças que remontam à Idade Mé-
dia, enquanto Montale, a terceira tor-
re, está fechada ao público.
Estar cercado por um único país é uma
distinção que São Marino compartilha
com apenas duas outras nações - a Ci-
dade do Vaticano e o Lesoto.
114

SÉRVIA | O QUE FAZER EM BELGRADO?

Belgrado é famosa por sua vida noturna e atrai viajantes mais jovens, especialmente, da Europa,
mas tem muito mais a oferecer do que isso.
É uma das cidades europeias mais antigas com um rico patrimônio cultural, longa história e inúme-
ros eventos de entretenimento durante todo o ano para satisfazer diferentes tipos de viajantes.
Chegamos a Belgrado depois de visitar Sofia na Bulgária, e a estrada que corta todo o país é exce-
lente.
Muitos turistas visitam Belgrado para uma pausa na cidade, como foi o nosso caso. Se você vier ape-
nas para um fim de semana, certifique-se de explorar:
Fortaleza de Belgrado com o parque Kalemegdan, Skadarlija (o principal bairro boêmio da cidade) e
dar um passeio pelo antigo Zemun.
O centro da cidade com a Praça da República e a Rua Prince Mihailo é uma obrigação, pois, é o marco
mais valioso da cidade.
Dos museus, recomendamos uma visita ao Museu Nacional, Museu Militar, Museu da História da
Jugoslava e Museu Nikola Tesla.
Templo de São Sava é um dos maiores templos ortodoxos do mundo e você, definitivamente, deve
vê-lo.
Se você visita durante o verão, um excelente refúgio para relaxar é o oásis de Belgrado, chamado Ada
Ciganlija. Os habitantes locais gostam de chamá-lo de “o mar de Belgrado”.
Se você decidir ficar um pouco mais do que apenas um fim de semana em Belgrado, vá para Avala.
É uma montanha que é ótima para caminhadas e relaxamento e sua localização fica a 16 km de
Belgrado.
A melhor maneira de descobrir Belgrado é caminhar. Infelizmente, a cidade não é muito amigável
em bicicleta.
O transporte público é fornecido através de uma rede de rotas de ônibus, trolleybus e bonde, e os
ingressos podem ser comprados em veículos de transporte público ou quiosques em toda a cidade.
115

SUÉCIA | O QUE FAZER EM MALMO?

A Suécia é mais do que Estocolmo. O país oferece uma grande variedade do Norte ao Sul. Muita
natureza e algumas cidades inspiradoras também. Uma dessas cidades, que vale muito a visita, é
Malmö, a qual fica apenas meia hora de Copenhague.

Malmö é, depois de Estocolmo e Gotemburgo, a terceira maior cidade da Suécia. A cidade tornou-se
muito popular graças à The Bridge, uma série Nordic Noir sobre e ao redor da Öresund Bridge. É
essa ponte que liga Copenhague e Malmö e mudou toda a região.

A cidade tem seu próprio aeroporto, mas pode valer a pena verificar os preços de um voo para Cope-
nhague, já que é realmente fácil chegar do aeroporto de Kastrup a Malmö pela Öresundstrain (10
euros). Nós chegamos por Malmo mesmo, viemos de Vilnius na Lituânia.

Caminhando pela cidade tivemos a grata surpresa de encontrar mais de quatro museus com entra-
das gratuitas e restaurantes com comidas típicas suecas, além de que o centro velho de Malmo pare-
ce ser um retorno ao passado pela arquitetura e pela vestimenta dos atendentes.
Visitamos o castelo de Malmo, e Igreja de São Pedro, o Kunsparken, a Lilla Torg e também o Slotts-
tradgarden.

Locais para visitar na Suécia: Estocolmo, Malmo, Smaland, Gotemburgo.


116

SUÍÇA | A LINDA LUGANO

A suíça é incrível e maravilhosa! Os Alpes suíços comprovam que nenhum monumento feito por mãos
humanas supera aquilo que foi feito por Deus. Alugamos um carro em Milão e saímos da Itália para
Lugano. Na estrada ficamos sabendo que para passar a fronteira era preciso pagar 40 francos suíços.
Ficamos chateados porque era o nosso último destino e já não tínhamos dinheiro. Então, a guarda
nos informou que teria uma outra rota que era possível não pagar pelo adesivo que seria colado no
carro para seguir viagem. Mudamos nossa rota, mas, no meio da estrada, tinham outros policiais e
não deixaram sairmos nem para frente e nem dar meia volta. Tivemos que pagar e usamos o nosso
último recurso, dali para frente caímos nas altas taxas do cartão com IOF. Não gostamos de ficar so-
mente com cartão nas viagens, pois, em alguma emergência se precisarmos nós teremos. Mas, dessa
vez, ficamos realmente sem, absolutamente, nada.
Lugano fica na região mais italiana da Suiça, a cidade em si é muito acolhedora, limpa e o que gos-
tamos muito foi que a praça central da cidade é chamada de praça de João Calvino, em homenagem
ao redormador protestante, fundador da universidade de Genebra.
Entre as atrações estão o lago de Lugano, o monte San Salvatore, a Vila Olmo, o Parco Ciani e a Vila
Carlotta.
117

UCRÂNIA | O QUE FAZER EM KIEV?

Embora não pareça haver muitas atrações turísticas óbvias em Kiev, fomos explorar e encontramos
algumas coisas divertidas, deliciosas para fazer em Kiev (Kyiv). Escavando um pouco abaixo da su-
perfície, descobrimos que Kiev era uma cidade vibrante e movimentada, com uma mistura única de
cultura da Europa Ocidental e da Rússia.
Ucrânia é surpreendentemente subestimada, e possui custos bem abaixo do restante da Europa.

Um lugar de visita obrigatória para todos, é p Pechersk Lavra. Este enorme complexo de mosteiros
cavernosos tem mais de 1000 anos e está na lista do patrimônio mundial..
Desde a fundação, tem sido o centro da Igreja Ortodoxa Oriental naquela parte do mundo. Os mos-
teiros são, incrivelmente, lindos, com cúpulas douradas que brilham ao sol.

Mas, os interiores são ainda melhores! Os ornamentos ricos os fazem parecer de um conto de fadas.
Ao caminhar ao redor da Pechersk Lavra, tem-se a sensação de que é um lugar especial para a Ucrâ-
nia, já que a atmosfera é, definitivamente, alternativa a tudo que já vivemos.
Para admirar a grandeza e a enormidade de Lavra, é melhor ir ao outro lado do rio Dnieper, de onde
a vista é deslumbrante. Andar ao redor da Lavra e visitar todos os mosteiros, museus e campanários
levam algumas horas boas, mas, definitivamente, vale a pena todo o tempo e dinheiro.

Participamos de uma missa ortodoxa na principal catedral de Kiev, descobrimos que só pode entrar
com a cabeça coberta e toda a missa é realizada com as pessoas em pé, não tem cadeiras na catedral.
O coral é maravilhoso, a missa em si parece bem ritualística.
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VATICANO | MENOR PAÍS DO MUNDO

O Vaticano é, essencialmente, romano. Com mais de 2.000 anos de história, nenhum outro lugar
incorpora tanta política, história, religião e arte, tudo em um espaço relativamente pequeno. Cada
século se sobrepôs visivelmente ao último, formando um grande bolo de camada histórica.

A Praça de São Pedro (Piazza San Pietro) e a Basílica de São Pedro são as principais atrações de
Roma, além do antigo distrito. Você pode visitar a basílica e a praça em uma hora ou mais (as filas
são muito longas e há verificações de segurança, por isso, ficar dentro pode levar muito tempo). No
entanto, se você quiser ver a cidade do Vaticano, os museus e o Castelo de São Ángel (Castel Sant’An-
gelo), você deve ter um dia inteiro livre para fazê-lo.

A construção da Basílica de São Pedro, estilo renascentista tardio, levou mais de cem anos e foi, final-
mente, concluída em 1626. É uma das maiores igrejas do mundo. O interior é muito impressionante,
com enormes cúpulas e paredes ricamente decoradas com pinturas e esculturas.

Cidade do Vaticano fica em uma grande co-


lina. O nome vem do latim Mons Vaticanus
e antecede o cristianismo. O complexo de
edifícios foi construído sobre um “circo”
do primeiro século construído pelo impe-
rador Calígula. A área foi ampliada pelo
Imperador Nero, que a utilizou para jogos
e para a perseguição de cristãos e outros
não-pagãos. Foi sob Nero que São Pedro foi
martirizado no complexo do circo. Ele foi
enterrado nas proximidades da Colina do
Vaticano, e foi este túmulo que se tornou o
centro do cristianismo.
Em 326, o imperador Constantino cons-
truiu o primeiro templo cristão acima do
túmulo de São Pedro. Isso se tornou o cora-
ção da igreja católica e ao longo dos séculos
a área ao redor da basílica foi ampliada. O
edifício original foi demolido e reconstruído
a partir do papado de Júlio II em 1506 em
diante. O que hoje chamamos de Vaticano
é basicamente um plano da Renascença.
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OCEANIA
Oceania ou Oceânia é uma região geográfica, compos-
ta por vários grupos de ilhas do oceano Pacífico. O termo
Oceania foi criado em 1831 pelo explorador francês Du-
mont d’Urville.

Área: 8.526.000 km2


População: 40,1 milhões
Vizinhos: Ásia, Antártica e América
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AUSTRÁLIA | PERTH E ROTTNEST ISLAND

Chegamos na Austrália depois de termos conhecido à Ilha de bali na Indonésia, pousamos no ae-
roporto de Perth e alugamos um carro por 40 dólares australianos por dia, alugamos um quarto de
hotel no centro de Perth, onde comemos em uma deliciosa pizzaria inglesa.
Os preços em Perth são muito elevados, em termos de custo de vida e para turistas muito se parece
com a Inglaterra, o nosso bolso sofreu muito quando fomos comer em restaurantes, no Subway e
comprar os nossos doughnuts favoritos da Krispy Kreme.

O que fazer em Rottnest Island?


Carros não são permitidos na ilha, os únicos automóveis que você encontrará na ilha são os ônibus
que fazem o tour local. Para explorar a ilha, existem 3 opções: Ônibus, a pé e bicicleta.
O tour de ônibus é feito pelo Island Explorer Service, onde é possível embarcar e desembarcar do ôni-
bus em qualquer uma das 19 paradas. O ticket pode ser comprado no Rottnest Island Visitor Centre.
A ilha conta com uma praça de alimentação, uma boa estrutura de hotel e aluguel de casas e ainda
uma excelente calçada para se dar uma volta completa de bicicleta ou a pé pela ilha.
Ir para Austrália foi sem dúvida a realização de um sonho, recomendamos visitar as praias, The The
Basin, Bathurst Point e Parakeet bay, a vista com farol é de suspirar.
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FIJI | UMA VOLTA EM NADI

Areias brancas e macias, águas cristalinas e rostos risonhos cheios de alegria; sim, Fiji é um verda-
deiro refúgio para o paraíso. Desde as chamadas de Bula (que significam a vida e a saudação) até o
descontraído arquipélago de ‘Fiji-time’, que irá aliviá-lo de qualquer estresse, é difícil não começar a
se desligar da realidade no segundo em que você abrir seu primeiro coco gelado.
Mas Fiji não é exatamente famosa por ser o mais barato dos destinos da oceania. Pegamos um voo
relativamente barato da Fiji Airways de Tonga que nos levou a Nadi, a principal cidade aeroportuá-
ria de Viti Levu, a maior das Ilhas Fiji. Embora Nadi em si está longe de ser o principal destino, ela
serve como um ponto de partida perfeito para as viagens de um dia pelas ilhas Fiji de Nadi e centro
turístico nas proximidades. Foi em Denarau Island que encontramos um hotel.

No geral, Fiji não é um destino inovador, ostentando várias atrações imperdíveis ou pontos turísticos
históricos, mas fornece um belo cenário para uma fuga descontraída. Podemos dizer que Fiji é uma
Maldivas com mais cultura e menos gastos. Só não saímos com um sorriso enorme no rosto, pois, o
hotel nos promoveu um passeio que consideremos um pouco básico, entretanto, as pizzas de mussa-
rela com abacaxi foram uma grata surpresa.
Pagamos também um passeio de carro por toda Nadi e que nos fez conhecer muito mais da ilha e
ainda um day tour no Marriot Hotel, que possui qualidade no serviço, se você quer fugir para uma
praia no mundo, Fiji pode ser sua escolha com toda certeza.
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NOVA ZELÂNDIA | NA TERRA UM PARAÍSO

A Nova Zelândia é a capital da aventura do mundo, onde a maioria das pessoas explora seu orçamen-
to em uma ampla gama de atividades emocionantes, desde bungee jumping a skydiving e rafting.
Há um milhão de atividades para escolher: você pode fazer skydive basicamente em qualquer lugar;
Queenstown é o lar de tirolesas e saltos bungee; caminhadas transalpinas e parapente. Se o espor-
te puder ser feito ao ar livre, ele pode ser feito na Nova Zelândia. Então, quando você for, dizemos
“quando” não “se”, porque esse país é tão incrível que com 100% de certeza deve estar em sua lista.
Definitivamente, uma das coisas mais legais que fizemos na Nova Zelândia foi a caverna de worm
Waitomo, que é sensacional e turística. Você caminha ou desce na escuridão e flutua pelo rio, en-
quanto olha para as cavernas cobertas de “luzes”. É como olhar para as estrelas, mas elas são, na
verdade, mosquitos-fungos ou vagalumes que brilham devido a uma reação química. Absolutamente,
deslumbrante e legal. Achamos a viagem de três horas tempo suficiente, mas se você gosta de descer
o rio com boia, deve considerar a versão de cinco horas. Esta experiência é uma das nossas memórias
mais duradouras da viagem.

Uma vantagem significativa da Ilha do Norte é o clima. A Nova Zelândia, em geral, é selvagem, vas-
ta, acidentada e geologicamente volátil - a Islândia do hemisfério sul, por assim dizer -, então, não
espere o Mediterrâneo. Mas, no extremo norte, você encontrará a Baía das Ilhas, onde aves marinhas
e golfinhos voam em águas cristalinas e praias isoladas são facilmente acessíveis. Esta zona subtro-
pical é conhecida como o “Norte sem inverno”.

Para atividades geotérmicas, a Ilha do Norte tem o jogo costurado. Há 22 vulcões na área de Au-
ckland, o que dá uma ideia de que tipo de terra este país foi construído.
123

TONGA | O PAÍS DA MOANA

Nuku’alofa é a capital do Reino de Tonga. A cidade, que é o centro comercial, social e de transportes
mais importante de Tonga e concentra cerca de 23% da população do arquipélago, está localizada na
ilha de Tongatapu. Nuku’alofa.

Partimos de Auckland e, pela manhã, chegamos. Logo na chegada, parecia que tínhamos entrado
no filme Moana, da Disney: os moradores são exatamente idênticos ao que é retratado na animação.
Nós pagamos cerca de R$50 para ir do aeroporto até a cidade e tivemos uma excelente estadia na
ilha, com visita a escolas, museus e ruas locais. O país lembra uma cidade do interior de São Paulo,
a diferença, porém, é que todos os homens usam saias.

O Reino de Tonga é composto de 171 ilhas, que se estendem por 700.000km² do Oceano Pacífico Sul,
costuradas pelos vulcões do ‘Pacific Rim of Fire’ em uma linha que vai de norte a sul, com 800km de
comprimento.

No século XII, acredita-se que os reis de Tonga tinham um império que atingia grande parte do Pa-
cífico, mas, quando os europeus descobriram as Ilhas em 1616, isso já havia passado. Os ilhéus não
são ingênuos, porém, exclusivamente no Pacífico, nunca perderam o governo indígena.

O verão vai de novembro a julho, mas é quente e úmido. Novembro a março também é época de ci-
clones, então, é melhor evitar viagens de barco. A melhor época para visitar é entre maio e julho: as
temperaturas caem entre 25°C e 30°C, a chuva diminui e as baleias jubarte chegam.

Não há problemas de saúde específicos para quem viaja para Tonga. A água é segura para beber.
Esteja preparado se você estiver indo para o campo - certifique-se de que alguém saiba para onde
está indo, e que você tenha roupas / provisões adequadas caso o tempo mude ou você fique preso.
Certifique-se de ter seguro de viagem apropriado. Nunca beba kava e dirija.
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LISTE AQUI 10 PAÍSES QUE VOCÊ QUER VISITAR

1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
125

VIAGENS
EXTRAS
126

ANTÁRTIDA | CHEGAMOS LÁ

Nosso cruzeiro para a Antártida foi uma experiência, verdadeiramente, incrível a bordo do Celebrity
Infinity. Tudo sobre o nosso cruzeiro e os destinos foram maravilhosos. O serviço e a tripulação fo-
ram excelentes. Nós nos sentimos tão felizes de ter visto as coisas que vimos. Com apenas cerca de
0,01 % da população mundial já visitou a Antártida, nos sentimos muito especiais. Nós vimos tantos
pinguins, baleias, focas e leões marinhos que valeu muito a pena.
Começamos o planejamento há quase dois anos. Depois desse tempo, era difícil acreditar que a hora
chegara! Aproximadamente, uma semana antes de sair nós fomos notificados de problemas no motor
que precisaria algum abrandamento da velocidade de navegação e perderíamos Puerto Madryn. Isto
foi desapontador já que tínhamos voos para África desta cidade, mas este porto não era a razão nós
reservarmos este cruzeiro.
Nós voamos com milhas com a Gol para Buenos
Aires e de lá fomos com Aerolineas para Ushuaia.
O Infinity não é um navio novo, mas está em boa
forma. A equipe é muito simpática e acolhedora
e foram rápidos para aprender nomes e preferên-
cias. Nós garantimos uma cabine com varanda, o
que nos permitiu ver muito melhor a Antártida,
acordávamos com montanhas geladas e vida sel-
vagem da nossa janela. A comida era muito boa,
não tivemos nada que desapontou.

O Ranger John e o Dr. Peter tinham tópicos de


aprendizado interessantes falados nas caixas de
som do navio, mas o Mickeylive foi, definitiva-
mente, o destaque! Suas palestras eram sempre
consistentes e muito agradáveis. Nós entramos no
navio aproximadamente 11pm e trinta minutos
depois, nós estávamos a caminho da Antártida,
mas primeiro teriamos Cabo de horn e a passa-
gem de Drake!

O tempo em Cape Horn estava, absolutamente, incrível - céus azuis e águas


lisas e o capitão pôde fazer alguns 360s assim todos os lados do navio tive-
ram visões excelentes, o heliponto foi aberto. A passagem de Drake teve
um bom tremor, mas não terrível. Nós tivemos chuva e neblina e as ondas
foram estimadas em cerca de 6 metros, Lídia preparada com remédios ficou
tranquila, já eu passei mal um dia todo.
Nós chegamos na Antarctida com névoa e nuvens, mas isso sumiu rapida-
mente e havia até mesmo um arco-íris grande. Icebergs de muitas formas,
pinguins, aves marinhas, baleias estavam lá para nos receber. Antártida é
incrível e superou todas as nossas esperanças e expectativas, nós ficamos
muito satisfeitos com o tempo lá. Nós tivemos tempo durante nossa parada
de Baía de Paraíso e novamente o Capitão pôde fazer um 360 lento para dar
todas as visões incríveis. Nós estávamos fora em nossa sacada a maioria do
tempo, mas também descemos o pavimento várias vezes. Ilha de Elefante foi
a surpresa do segundo dia e, novamente, tempo bonito e visões incríveis. É
difícil imaginar como Ernest Shakleton e sua equipe sobreviveram naquele
cenário inóspito por tanto tempo, se não sabe quem é, indicamos pesquisar.
127

Logo depois de deixar a Ilha Elefante nós estávamos novamente em névoa e alguma chuva e nova-
mente a temida passagem de Drake. O frio beirava -3ºC pois era verão, mas as montanhas rochosas
pretas, cheias de neve, são um cenário que nem mesmo a Islândia nos deu de presente. Ao todo são 83
bases científicas neste continente, e o lema principal por lá é cooperação-ciência-paz em um espaço
compartilhado por nações que são ditas até inimigas por aí.
Com Antártida conhecemos os 6 cantos deste planeta, começamos com América, depois Ásia, Europa,
África, Oceania e, finalmente, Antártida! Lembramos como se fosse hoje quando começamos a dese-
nhar o Malaviajante e nunca pensamos que iríamos tão longe, tão quente e tão frio!
Sonha em ir para lá? Planeje-se muito, tenha coragem para passar a Drake Passage, compre as rou-
pas corretas, tenha binóculos e um equipamento legal de foto para garantir os momentos, junte um
bom dinheiro para pagar a passagem e desfrute do continente menos visitado e mais gelado deste
planeta!
128

MALVINAS | O QUE FAZER NAS FALKLANDS?

As Ilhas Malvinas são um território da Inglaterra, pouco visitado devido ter apenas três voos sema-
nais, dois voos militares vindo do Reino Unido e um comercial saindo do chile aos sábados. Além dos
aviões, de novembro a março, algumas expedições que vão para a Antártida e param nas Malvinas
na volta, este foi nosso caso. Bem-vindo às Ilhas Falkland! População total: 1800 pessoas, 500.000
ovelhas e 500.000 pinguins!
Chegamos às Ilhas Falkland a tempo e as licitações começaram mais cedo do que o esperado. Nós
estávamos em terra por volta de sete horas da manhã e nos encontramos com um casal de brasileiros
que nos deu a dica de não pagar 100 dólares para ver pinguins, mas sim, ir andando 5km no vento
gelado para vê-los. Chegando lá, haviam centenas e centenas de pinguins, muitos deles ainda com
seus filhotes marrons e fofos. Haviam golfinhos nas áreas de praia e grupos menores de pinguins que
caminhavam até a praia e acabavam entrando na água. Nós passamos, aproximadamente, 2 horas lá
e, então, fomos atrás de um carro que nos levasse de volta já que estávamos muito cansados.
Na volta, paramos em um tradicional restaurante inglês e pedimos o tradicional fish and chips bri-
tânico. Muitos não sabem, mas as Malvinas são um dos territórios menos visitados no mundo. Sua
péssima relação com Argentina (devido a guerra de 1982) só dificulta a ida à pequena ilha de grandes
belezas e cheia de pinguins!
Nossa passagem por lá nos fez pensar como é viver isolado do mundo com outras 1800 pessoas. As
chances de namoro, trabalho, viagens são super reduzidas e eles não podem deixar passar quando
aparecem!
Durante a Guerra das Malvinas, a Argentina e o Reino Unido lutaram por essas ilhas, juntamente
com as Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul. A Grã-Bretanha recuperou o controle sobre as Mal-
vinas quando o conflito de 74 dias terminou em junho de 1982. A Argentina ainda acredita ter uma
reivindicação soberana sobre as ilhas e considera os britânicos ocupantes ilegais.
O impacto da Guerra das Malvinas ainda pode ser sentido. Várias áreas designadas nas ilhas são
marcadas como campos de minas ativos e foram cercadas para manter as pessoas fora. A Inglaterra
envia regularmente suas forças especiais e unidades para trabalhar na desminagem das áreas, mas
ainda há um grande número de minas. Interessante que tinha grupos de africanos trabalhando na
ilha, depois descobrimos que a Inglaterra contratou moradores do Zimbabue para desminar a ilha.
Pensamos conosco: para tirar minas os EUA e o Reino Unido não enviam seus especialistas. A última
morte de humano por explosão lá foi em 2015, mas pinguins e ovelha vivem pisando no lugar errado
e se explodindo.
Nos últimos anos, estima-se que cerca de 60 bilhões de barris de petróleo estejam no leito do mar
ao redor das Ilhas Falkland! As companhias de petróleo e gás estão, atualmente, investigando o
potencial de recursos naturais no mar, mas a tensão contínua entre a Argentina e o Reino Unido
desacelerou e complicou o progresso.
Imagine um lugar que está tão longe dos caminhos batidos comuns, que você tem quilômetros de pai-
sagens deslumbrantes, praias e vida de pássaros magníficos só para você. Imagine um silêncio que
só é quebrado pelo chamado dos pássaros e seus próprios passos enquanto você explora essas belas
ilhas no Oceano Atlântico Sul.
Estas são as Falkland Islands ou Malvinas para argentinos, um dos últimos grandes destinos do
deserto, onde sua viagem se torna uma aventura. As caminhadas te levarão a ilhas repletas de pin-
guins, albatrozes e petréis que estão lá apenas para você descobrir e desfrutar.
Para viajar dentro e fora das Ilhas Falkland, os moradores têm que voar para Santiago no Chile e
tomar um voo de conexão para a Inglaterra, ou voar para fora de Stanley direto para a Inglaterra
através da Força Aérea Real. Os aviões militares britânicos podem ser reservados pelos passageiros,
mas os ingressos são ridiculamente caros. A Argentina tem o aeroporto internacional mais próximo
das Ilhas Falkland, mas qualquer serviço de voo para a Argentina foi interrompido após o conflito
de 1982.
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130

TAIWAN | O QUE FAZER EM TAIPEI?

Temos amigos morando em Taipei, o Dani Shih e sua esposa Su. Eles nos receberam para um tour
pela cidade que a China reinvindica como estado, mas os taiwaneses se consideram independentes.

Passeamos pela cidade utilizando metrô, que é uma excelente forma de se locomover na região, come-
mos comidas típicas que nossos amigos nos apresentaram e visitamos alguns pontos como:

Câmara Municipal (Taipei 101)


O prédio mais alto de Taipei. Mesmo o edifício não sendo o mais alto do mundo atualemente, se você
é um turista, você deve ver o marco da cidade.

Memorial Sun Yat-Sen - O padre fundador da China.


A 15 minutos a pé da prefeitura de Taipei. Sun Yat Sen foi chamado de pai fundador da República da
China, desempenhando um papel instrumental na revolução para derrubar a dinastia Qing e acabar
com o feudalismo na China. Sun Yat é o único chinês que é, universalmente, respeitado por todos os
chineses: chinês na China, chinês étnico em Hong Kong, Taiwan, Cingapura, chinês no exterior e até
mesmo o governo comunista chinês. Ele era o único chinês que tinha muitos memoriais em várias
cidades da China, Hong Kong, Cingapura e Taiwan.

Descobrimos que a alimentação no país é extremamente barata. E o povo em si é muito dócil, tanto
que são super cuidadosos com os idosos de suas famílias.

Foi um tempo onde aprendemos que o chinês falado lá é diferente do falado na China, mas para nós
foi um pouco indiferente, já que não falamos nenhum dos dois mandarins. A cidade é linda, bem cui-
dada e florida, esse deve ser um destino para ser colocado na sua travel list.
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TOP 10 PAÍSES
QUE JÁ VISITAMOS:
1 - ISLÂNDIA
2 - MALDIVAS
3 - GRÉCIA
4 - AUSTRÁLIA
5 - JAPÃO
6 - ANTÁRTIDA
7 - BRASIL
8 - NOVA ZELÂNDIA
9 - ÁFRICA DO SUL
10 - TAILÂNDIA
132

PLANEJAMENTO

Para viajar, algumas perguntas são necessárias: Por que você está com vontade de viajar? Viagem
pela cidade ou compras? Aproveitar o sol? Cultura? Voluntariado? Sabendo responder, você pode
começar a se planejar.

Dicas para voos:


Alguns países têm rotas e horários muito desfavoráveis. Para outros destinos, os voos já estão reser-
vados ou são, extremamente, caros por sua popularidade.
Dica de reserva de voos: Quem planeja uma viagem de ida e volta, deve pensar se pode ser útil deixar
o país de outro ponto para evitar o retorno ao local de origem.

Depois que os voos estão reservados, mas ainda não sabe o que deve fazer no local. Busque guias
de viagem, revistas e catálogos de organizadores de viagens. Também, na internet você encontrará
toneladas das 10 melhores listas dos melhores pontos turísticos, olhamos sempre no TripAdvisor e
tentamos zerar sempre a lista dos cinco ou dez mais de cada cidade que visitamos. Além disso, os
blogs de viagem fornecem boas informações e às vezes os imigrantes contam sobre os locais secretos
de sua nova casa.

Se você não quer apenas ficar em um único lugar na viagem, mas quer fazer um passeio, você pode
obter inspiração em algum guia local. Geralmente, há sugestões de rotas por tempo (por exemplo, por
1 semana, 10 dias, 2 semanas, etc.). Alternativamente, você pode procurar na Internet os itinerários
dos organizadores de viagens, para viagens em grupo. Esses detalhes de viagem dão uma boa idéia
da programação diária e do tempo necessário para um determinado local ou atração.

Para se planejar e reservar detalhes de viagem de antemão, depende-se das preferências pessoais e
de vários fatores:

Quanto tempo tenho disponível? Quanto mais tempo eu tiver para um país, menos tenho de planejar
com antecedência; neste caso, nem todos os dias contam. Mas se, por exemplo, você tiver apenas de
uma a três semanas e quer ver uma parte do local, até faz sentido.

Só em um lugar ou vários destinos? Se você quer apenas ficar em uma cidade ou em um lugar, basta
reservar os voos e a acomodação. Todo o resto estará no local. Até viagens de um dia através de agên-
cias, geralmente, podem ser reservadas em curto prazo. Para uma viagem de volta ao mundo, como
nós já fizemos cinco, precisa-se de pelo menos um ano de antecedência para planejar.

Baixa ou alta temporada? Em destinos turísticos populares, pode acontecer durante a alta tempora-
da que acomodações, passeios e parques já estejam lotados ou muito mais caros.

Internet ou WIFI disponíveis no local? Em regiões mais remotas, pode haver péssima ou nenhuma
internet. Neste caso, seria difícil com as reservas de curto prazo para a viagem. O ideal é planejar
tudo em casa, quando você tem fácil acesso à internet, e baixar os mapas offline que o google oferece.

Ao reservar hotéis antes da partida, você ainda tem a oportunidade de escolher entre as melhores
acomodações. Outro fator importante é, possivelmente, cancelamento gratuito. Se você pode usar
esta opção, você deve optar por ela. Nós indicamos o Hotéis.com, pois, a cada 10 diárias você recebe
uma com a média de gasto das 10 que utilizou.
133

Basicamente, planejar uma viagem mais curta é bastante fácil. O primeiro passo é reservar os voos.
As conexões de trem (se necessário) podem ser planejadas da mesma maneira. Em uma lista, você
pode visualizar os dias disponíveis. Então, anote os lugares que deseja ver em qualquer caso. Em
cidades maiores ou locais especiais, é melhor ficar pelo menos três noites. Na tabela, você pode pri-
meiro fazer malabarismos com os dados e se, eventualmente, se sentir bem e conclusivo, você pode
reservar as acomodações e, possivelmente, passear de antemão ou decidir espontaneamente no local
- mas pode ser que as acomodações estejam totalmente reservadas.
Dicas de ouro são o sistema ITAmatrix e GoogleFlights da Google, e para organizar a viagem, o app
TripCase.

1. PLANEJE SEU ORÇAMENTO DE VIAGEM


O dinheiro, primeiro, permite que você viaje e é uma das primeiras coisas para pensar.
Quanto dinheiro você precisa para a viagem? Quanto é o voo? Seguro viagem? O que você gastará em
média para hotéis, transportes e atividades?
Nós sempre calculamos um possível orçamento diário e documentamos nossas despesas no caminho
para nos certificar de que permanecemos no quadro. O site quantocustaviajar.com ajuda e muito
você saber o preço de viagem de cada país.

2. QUANDO COMEÇAR?
Costumamos planejar nossas viagens de forma muito organizada, às vezes um ano antes de começar.
Isso não é possível para muitas pessoas (faculdade, trabalho e outras condições de vida), mas uma
janela de 3-6 meses é muitas vezes suficiente para a maioria das viagens mais longas.
Defina uma data e fique de olho nela! Escreva em uma nota adesiva e pendure-a na mesa ou ao lado
da cama. Visualize regularmente quando deve começar!

3. ECONOMIZE DINHEIRO
Muitas vezes, o início da viagem também depende da rapidez com que você ganha dinheiro para a
viajar.
Se sua renda não for suficiente para economizar um pouco cada mês, você precisa limitar seus gastos.
Faça de sua grande viagem sua prioridade - todos os dias. Sair menos, comprar menos.
Separe seu aniversário para lhe dar dinheiro em vez de presentes. Venda coisas que você não precisa
mais.
Coloque um valor mensal no foco viagem, de preferência uma conta separada, onde você não toque
no dinheiro.

4. VANTAGENS DE PLANEJAR COM ANTECEDÊNCIA E O QUE PLANEJAR EM CADA:


Você conhece o país e muitos fatos, circunstâncias e quaisquer problemas com antecedência.
Ao planejar com antecedência, você pode experimentar muito mais. Você ainda pode escolher as me-
lhores acomodações e em paz no computador e comparar os preços e, se necessário, fazer consultas
por e-mail.
O planejamento oferece segurança e relaxamento - você só precisa planejar um pouco no local. O
tempo é bastante curto de qualquer maneira. A visão geral de custos oferece uma melhor idéia do
seu orçamento.
O pedido prévio de passeios como te faz conseguir preços promocionais. Temos sempre no celular
todos os dados necessários para compras, pois, podemos aproveitar promoções pelo celular.
134

CONCLUSÃO

As viagens nos ensinaram o que nunca vimos na escola ou faculdade; Ouvimos tantas histórias,
trouxemos fotografias para casa, entretanto, muitas cenas ficaram somente nas nossas memórias,
pois não foram captadas pelas lentes de nossas camêras, mas pelas janelas de nossa mente e coração.
Cada canto desse mundo nos fez refletir sobre o quanto Deus é criativo. Quantas pessoas diferentes,
culturas, comidas, línguas, histórias.

Viajar nos ensinou a respeitar as diferenças, a amar mais o nosso país, a admirar os detalhes, nos
tornando sensíveis para ver Deus através dos sorrisos, natureza, paisagens, e em todas as escalas
modais que Ele fez.

Nesses cem países nós sorrimos, choramos, sentimos medo, alegria, tristeza, dor, amor, esperança,
admiração, empatia, compaixão. Encontramos pessoas que vivem com muito e pessoas que não sa-
bem o que vão comer no dia seguinte.

Quantas experiências vivemos nestes últimos anos, nadamos com golfinhos, com arraias de desfru-
tamos as águas termais da Islândia. Entramos em cavernas de gelo, vimos chuva de vagalumes,
andamos pela muralha da china, vimos montanhas imponentes da Antártida, andamos por onde
Jesus andou, boiamos no mar morto, admiramos o céu estrelado do deserto no Marrocos, entregamos
chocolate quente para moradores de rua na América. Andamos sobre o mar congelado da Letônia, vi-
mos o sol nascer pela janela da nossa cabana no Zimbabue, conversamos através de gestos e sorrisos
na Rússia, trocamos de voo horas antes da queda dele acontecer na Etiópia.

Poderiamos ficar relatando nossas histórias em muitas páginas, mas gostariamos de dizer que viajar
nos deu novos olhos. Todas as memórias que temos estrarão sempre vivas. Esse livro foi criado como
um diário para nós mas, também uma forma de inspirar pessoas a viver novas experiências.

No entanto, viajar não é só pegar um carro, um avião ou sair da sua zona de conforto. Viajar é cons-
truir propósitos, estabelecer metas, executar sonhos. Viajar é aprender que você pode amar mais o
próximo, compreender o perdão, perceber a si mesmo na esfera geográfica e emocional, e perceben-
do-se você constroe pontes ainda não construídas na sua existência.

Alegria sempre, Lídia & Rafael


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Você também pode gostar