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O sangue é composto de vários tipos de células suspensas num liquido denominado de


plasma sendo que a célula primordial hematopoética é encontrada na medula óssea.Quando o
tubo capilar cheio de sangue é centrifugado, o plasma e as células se separam; ás células se
deposita no fundo, enquanto o plasma, com densidade menor, ocupa a parte superior do tubo.
Uma fina camada amarela de glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas (trombócitos) separa os
glóbulos vermelhos (eritrócitos) depositado do plasma claro, cor palha (SCHAUF ET.al.. 1993).

A função primária do sangue é estabelecer uma ligação entre os órgãos e as células do


organismo. O sangue mantém constante o ambiente celular ao circular através de todos os
tecidos, entregando-lhes continuamente nutrientes e removendo deles os produtos de
degradação de várias secreções teciduais.

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O plasma contém, íons inorgânicos muitos compostos orgânicos ou consumidos no


metabolismo e nas proteínas plasmáticas estas proteínas incluem as albuminas que servem como
proteínas importantes para o equilíbrio hídrico corporal; as imunoglobulinas, que medeiam
imunidade especifica; o fibrogênio e várias proteínas plasmáticas envolvidas na formação dos
coágulos sanguíneos(SCHAUF ET.al. 1993).



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De acordo com SELKUT et.al.1979 os elementos figurados do sangue incluem eritrócitos,


leucócitos e trombócitos.
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Os eritrócitos ou glóbulos vermelhos são bicôncavos, anucleados, formados na medula


óssea por meio de eritropoese. Medem 8µm3 de diâmetro. O volume do eritrócito é cerca de
85µm3. Em virtude de sua forma bicôncava, o eritrócito é capaz de sofrer alterações profundas
na sua forma sem modificações do volume, como as deformações durante a passagem dos
capilares. Pode suportar aumentos do volume sem alterações acentuadas na tensão da
membrana, como no processo osmótico (Selkut, 1979)..

Sua principal função é transportar oxigênio e dióxido de carbono, o glóbulo vermelho


deve estar equipado para liberar rapidamente nos tecidos e captar dióxido de carbono e também
contribui para a atividade de tamponamento do sangue (Selkut, 1979). .

O número de glóbulos vermelhos no sistema circulatório pode ser avaliado por


contagem de uma pequena amostra representativa de sangue com o auxílio do microscópio e de
uma lâmina graduada, denominada hemacitômetro. Existem 5,5 a 6 milhões de eritrócitos por
milímetro cúbico de sangue no homem adulto normal e 4,5 a 5 milhões por milímetro cúbico de
sangue na mulher adulta normal. O número varia com a idade, a atividade, o clima, a altitude,
bem como condições patológicas (Selkut, 1979).

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Os glóbulos vermelhos são produzidos na medula óssea, num ritmo normal de


aproximadamente 400 a 500 mL de eritrócitos por mês. O ritmo de produção é determinado
pela tensão de oxigênio do sangue, embora não tenha esclarecido o mecanismo preciso, sendo
que qualquer redução de oxigênio aos tecidos faz estimular a produção de eritrócitos.

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Sua principal função é proteger o organismo contra invasão de bactérias e infecção.


Estas células são capazes de atravessar o endotélio vascular e penetrar nos espaços teciduais
(diapedese) de acordo com as necessidades locais. São aparentemente, atraídas por substancias
químicas (quimiotaxia) liberadas pelas bactérias e são capazes de capturar e digerir substancias
estranhas.

Normalmente a aproximadamente 5.000 a 7.000 leucócitos por milímetro cúbico de


sangue. Esse total é formado por neutrófilos polimorfonucleares (60%) e linfócitos (35%), os
restantes 5% é constituído por eosinófilos, basófilos e monócitos. Os leucócitos participam de
um sistema amplo que proporciona proteção contra infecções. Trata-se do sistema
reticuloendotelial; inclui todas as células fagocitárias fixas e móveis que se situam
primariamente no fígado, baço, gânglios linfáticos, pulmão e trato gastrointestinal.
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 As plaquetas ou trombócitos são pequenos corpos incolores, cujo tamanho 2 a 4µm de


diâmetro, com um período de vida de 7 a 10 dias. Há 150.00 a 300.000 plaquetas por milímetro
cúbico de sangue. As plaquetas possuem grânulos densos, os quais se acreditam serem sítios de
fatores da coagulação. Essas células incorporam serotonina, histamina, catecolaminas,
adenosina e substancias ribonucléicas. Apresenta também uma proteína retrátil, a
trombostenina, responsável pela retração do coágulo.

As plaquetas são de grande importância na hemostasia que contribuem com serotonina


e catecolaminas para a vasoconstrição, sofrem transformações para formar um tampão de
plaquetas, estabelecem uma matriz para uma coagulação mais eficaz e retraem-se para
aproximar os bordos da ferida.
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Ewald E. Selkurt: ##$# 3ª Ed., Editora Guanabara Koogan S. A. Rio de Janeiro,1979.

SCHAUF: C. L., MOFFETT, D. F., MOFFETT, S. B. ##$#% . Ed., Guanabara


Koogan S.A.. Rio de Janeiro: 1993