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Universidade de Franca

Curso de Odontologia

DELINEAMENTO

A Prótese Parcial Removível é composta por partes diferentes (barras, selas,


grampos e conectores), entretanto, na prática, constitui-se de um monobloco
caracteristicamente rígido, que não deve sofrer nenhum tipo de flexão (tanto no ato
de sua inserção quanto no de sua retirada da arcada dentária). Na verdade, somente a
ponta ativa do braço retentivo do grampo sofre uma pequena deformação elástica
durante a inserção e retirada da prótese. Os demais componentes não devem sofrer
qualquer tipo de deformação, mas descreverem no momento da inserção da prótese
trajetórias rigorosamente paralelas entre si, até o assentamento final dos grampos
sobre os dentes pilares. Isso aconteceria de maneira passiva se a superfície dos
dentes pilares fossem igualmente paralelas entre si. Na prática, isso não acontece,
pois os dentes são convexos. Essa convexidade, somada ao grau de inclinação dos
dentes na arcada, configura uma divergência entre as superfícies dos dentes suportes
que determinam áreas de interferências ao livre assentamento da prótese. A
quantificação dessas divergências é possível de ser dimensionada no delineador.
Delineador é o instrumento utilizado para determinar o paralelismo entre duas ou
mais superfícies dentais ou outras partes do modelo. É composto pelas seguintes
partes:
1. Delineador propriamente dito: formado pela base, duas hastes verticais e uma
haste horizontal.
2. Mesa porta modelos: base, suporte do modelo, junta universal e parafuso
fixador da junta universal.
3. Pontas acessórias: dispositivo paralelizador, ponta analisadora, porta-grafites,
calibradores de retenção, facas e cinzéis.
Os delineadores são utilizados para diagnóstico, planejamento e execução das
Próteses Parciais Removíveis. Dessa maneira, os delineadores possibilitam selecionar a
trajetória de inserção e retirada da prótese, analisar interferências ósseas ou
mucosas do rebordo residual, traçar o equador protético dos dentes pilares, localizar
as pontas dos grampos de retenção, analisar o efeito estético dos grampos, executar
planos guias, localizar áreas de alívio e posicionar os encaixes.

Princípio de Funcionamento dos Delineadores:


Baseiam-se no princípio matemático de que as linhas perpendiculares a um mesmo
plano são paralelas entre si. Considerando-se que a haste vertical móvel do delineador
corresponde à trajetória de inserção, podemos concluir que a cada nova inclinação do
plano oclusal do modelo em relação a esta haste corresponde a uma nova trajetória de
inserção.
Trajetória de inserção é a direção na qual um aparelho se move do ponto inicial de
contato de suas partes rígidas com os dentes pilares até o ponto de assentamento
final, com os apoios oclusais assentados e a base em adequada relação com o rebordo
residual (APPLEGATE, 1959).
Em Prótese Parcial Removível, obteremos inicialmente um modelo de estudo sobre
o qual será realizados o delineamento, alterações nos dentes pilares e o planejamento
da prótese. Esse modelo deverá estar isento de bolhas ou alterações que
comprometam o estudo. Além disso, esse modelo corretamente delineado e desenhado
irá orientar o técnico na confecção do aparelho protético. Após o planejamento da
prótese, todas as alterações realizadas no modelo deverão ser confeccionadas na boca
do paciente, além de uma nova moldagem para obtenção do modelo de trabalho que
será enviado ao laboratório para confecção da estrutura metálica.

MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DA TRAJETÓRIA DE


INSERÇÃO E RETIRADA DA PRÓTESE

A trajetória de inserção poderá ser obtida por meio de três técnicas:


1.Técnica de ROACH ou dos 3 pontos
2.Técnica de ROTH ou das bissetrizes
3.Técnica da conveniência

Para a obtenção da trajetória de inserção utilizaremos a técnica de Roach ou dos


três pontos, pela facilidade didática de obtenção, seguindo os seguintes passos:
1. Assentamento do modelo de estudo na mesa porta modelos. Para que o modelo
de estudo permaneça estável, condição fundamental para o sucesso do delineamento,
há a necessidade que o mesmo apresente-se com a base plana e resistente.
2. Marcação dos três pontos no modelo formando um triângulo equilátero ou
isósceles (dois pontos posteriores e um anterior) com o vértice do triângulo localizado
na linha mediana entre os incisivos centrais.
Pontos posteriores: face oclusal dos dentes suportes posteriores ao espaço
protético, sobre as cristas marginais dos dentes correspondentes.
Pontos anteriores: linha mediana entre os incisivos centrais
Superiores: terço médio
Inferiores: terço incisal
Se houver a ausência de dentes nessas regiões, restaura-se o espaço desdentado
por meio de um plano de cera, posicionando na mesma altura dos dentes
remanescentes.
3. Nivelamento dos três pontos marcados no modelo de estudo, fazendo a ponta
analisadora tocá-los na mesma altura. Movimenta-se a mesa porta modelos e/ou a
haste vertical móvel de maneira que no final do procedimento os três pontos toquem a
haste vertical móvel do delineador (nesse momento, não deve haver movimentação nem
da mesa nem da haste). Em seguida, trava-se a mesa porta modelos e estará
selecionada uma trajetória de inserção.

FATORES QUE DETERMINAM A TRAJETÓRIA DE INSERÇÃO

A determinação da trajetória de inserção mais aceitável deverá eliminar ou


reduzir a um mínimo possível as interferências durante a inserção e retirada da
prótese. Os fatores que determinam se a trajetória de inserção selecionada é
satisfatória são: plano-guia, retenção, interferências dentais, teciduais ou óssea e a
estética.

1. Plano-Guia
São duas ou mais áreas planas, preparadas nas superfícies axiais dos dentes
pilares, paralelas entre si e à trajetória de inserção da Prótese Parcial Removível e
que melhoram o seu deslizamento e o equilíbrio biológico dos dentes pilares.
Os planos-guia são confeccionados nas superfícies proximais (mesial ou distal),
palatinas ou linguais dos dentes pilares, ou seja, nas superfícies do dente que mantém
íntimo contato com as partes rígidas da Prótese Parcial Removível.
Durante a introdução da prótese na boca, desde o momento em que suas partes
metálicas iniciam o contato com os dentes pilares até o seu assentamento final, os
planos-guia direcionam o seu movimento seguindo a direção pré-estabelecida pela
trajetória de inserção, pois os planos guias serão paralelas a ela. Qualquer tentativa
de introdução da Prótese Parcial Removível em outra direção será impedida pela ação
deslizante desenvolvida pelo braço de oposição dos grampos sobre o plano-guia.
FUNÇÕES:
A) Orientam a inserção e retirada da prótese
Os planos-guia determinam um direcionamento único para a inserção e retirada da
prótese da boca. O paciente deve ser instruído para a retirar e reposicionar a prótese
seguindo essa direção selecionada e imposta pelos planos-guia previamente preparados
na superfície axial dos dentes suportes.
B) Ativação elástica do braço retentivo do grampo
O plano-guia é fundamental na ativação elástica do braço retentivo do grampo
para ultrapassar o equador protético do dente pilar durante a inserção e retirada da
prótese da boca. Essa deformação é proporcionada pela ação deslizante e
estabilizadora oferecida pelo grampo de oposição em relação ao plano-guia preparado
na lingual do dente pilar, ou seja, superfície sobre a qual está apoiado o grampo de
oposição. Quando inicia a inserção da prótese na boca, deverá existir um contato
simultâneo entre o braço de retenção e a superfície vestibular do dente pilar e entre
o grampo de oposição e o plano-guia preparado na lingual desse dente. Posteriormente,
à medida que o processo de inserção se desenvolve, o grampo de oposição deve
deslizar perfeitamente justaposto à superfície do plano-guia estabilizando o dente
pilar.
C) Estabilização do dente pilar
O plano-guia deve estabilizar os dentes pilares estaticamente, quando a prótese
estiver assentada na boca. Isso evita que o braço retentivo do grampo exerça forças
laterais sobre esses dentes.
Durante a inserção e retirada da prótese da boca, o dente pilar deverá
permanecer imobilizado para que o grampo de retenção flexione e ultrapasse o
equador protético. Todavia, como o dente pilar articula-se dentro do alvéolo através
das fibras do ligamento periodontal, essa situação de imobilidade não existe. Além
disso, como essas fibras são mais elásticas que o braço de retenção, o dente não
consegue por si ativar a sua flexão durante a inserção e retirada da prótese da boca.
Desse modo, o dente pilar necessita de um agente estabilizador com ação oposta
ao braço de retenção do grampo para que estabilize e mantenha a integridade
biológica do dente pilar. Esse elemento é representado pelo braço de oposição do
grampo e para que a ação de estabilização do braço de oposição seja efetiva, as
superfícies axiais dos dentes pilares deverão ser modificadas através do preparo de
planos-guia. Nesse caso o plano-guia permite que o braço de retenção e oposição do
grampo atuem simultaneamente sobre os dentes pilares, desde o início do movimento
de inserção até o assentamento final da prótese, pois durante a flexão do braço
retentivo do grampo para a ultrapassagem do equador protético, o grampo de oposição
estará percorrendo uma superfície lingual ou palatina plana.
Quando não for confeccionado plano-guia, ao invés do braço de retenção
flexionar-se, são as fibras do ligamento periodontal que serão acionadas
elasticamente, ou seja, durante a inserção e retirada da prótese o braço retentivo do
grampo não flexiona forçando o dente pilar a movimentar-se lateralmente.
D) Proteção da papila interdental
O preparo do plano-guia nos dentes pilares determina um pequeno espaço entre o
dente pilar, a prótese e a papila gengival, impedindo o acúmulo e impacção de alimentos
durante a mastigação e deglutição. Esse espaço mínimo impede que a papila sofra
esmagamento devido à pequena mobilidade dessas próteses no sentido ocluso-gengival.
E) Estabilização da prótese
Quando a prótese estiver instalada na boca, a ação constante entre o plano-guia e
o grampo de oposição proporciona características estabilizadoras contra seu
deslocamento em qualquer direção e sentido que não seja aquele pré-estabelecido
como sua direção de inserção.

2. Retenção
Retenção para a Prótese Parcial Removível é a resistência oferecida pelos
elementos mecânicos que impedem a sua movimentação segundo o direcionamento dado
pela sua trajetória de inserção, porém com sentido contrário.
A quantidade de retenção para a Prótese Parcial Removível será determinada pela
quantidade de retenção dos dentes pilares somado à retenção do braço retentivo do
grampo ou retentor.
A quantificação das áreas retentivas dos dentes pilares durante o delineamento
permitirá o posicionamento exato da extremidade ativa do braço retentivo do grampo
e variam de acordo com a trajetória de inserção selecionada.
A colocação dos grampos em áreas muito retentivas poderá significar uma
interferência à inserção da prótese exigindo do retentor uma flexão que poderá estar
além de sua capacidade elástica, sobrecarregando o dente pilar ou provocando a
deformação plástica do grampo, diminuindo assim sua capacidade de retenção.
Portanto, a retenção deverá ser suficiente apenas para resistir a forças moderadas
de deslocamento.

3. Estética
Com o delineamento dos modelos e a determinação de um eixo de inserção
apropriado, é possível colocar os dentes artificiais em uma posição mais estética, além
de localizar os grampos em posições menos expostas.
A estética muitas vezes não é o fator principal para a determinação da trajetória
de inserção, porém a busca de um novo eixo de inserção para favorecê-la poderá ser
realizado, desde que não altere a eficiência funcional e mecânica dos outros fatores
determinantes da trajetória de inserção.

4. Interferências dentais, ósseas ou mucosas


O desenho da prótese deverá permitir sua colocação ou retirada sem que
encontre interferências dentais, ósseas ou teciduais. As interferências podem ser
eliminadas com cirurgia, exodontia ou desgaste das superfícies dentais. Porém, se não
houver possibilidade de removê-las, deve-se então mudar a trajetória de inserção,
modificando conseqüentemente os planos-guia e as zonas retentivas.
As áreas de interferência podem ser:
-Processo milohióideo
-Exostoses
-Região mentoniana da mandíbula
-Processo alveolar
-Dentes inclinados ou girovertidos

SEQÜÊNCIA DE DELINEAMENTO DOS MODELOS DE ESTUDO

1. Análise preliminar
Com a ponta analisadora posicionada no mandril da haste vertical do delineador,
será selecionada uma trajetória de inserção por meio de uma das técnicas abaixo:
1.Técnica de ROACH ou dos 3 pontos
2.Técnica de ROTH ou das bissetrizes
3.Técnica da Conveniência
Nesta etapa, verifica-se a existência de planos-guia ou a possibilidade de
confecção dos mesmos. Essa verificação será realizada nas superfícies proximais e
lingual ou palatina dos dentes pilares, pois são essas áreas que entrarão em contato
com as partes rígidas da prótese (o conector menor ficará em contato com as
superfícies proximais e as faces palatinas ou linguais com os braços de oposição do
grampo).
Pela facilidade, utilizaremos a técnica dos três pontos ou de ROACH para
determinação da trajetória de inserção inicial, e verificaremos se a mesma satisfaz os
quatro fatores determinantes da trajetória de inserção: plano-guia, retenção,
ausência de interferência óssea ou mucosa e estética.

2. Traçado do Equador Protético


Substitui-se a ponta analisadora pela ponta grafite para traçar o equador
protético nos dentes pilares. O equador protético é traçado sobre o dente pilar
respeitando o seu posicionamento no arco e a inclinação da mesa porta modelos em
relação à haste vertical móvel do delineador. Deve-se lembrar que, ao mudar a
inclinação da mesa, o equador protético é alterado.
O equador protético divide a coroa dental em uma área expulsiva e uma área
retentiva, sendo que todas as partes rígidas da prótese deverão ficar na área
expulsiva (acima do equador protético) e apenas a extremidade ativa (flexível) do
grampo retentivo ficará na área retentiva (abaixo do equador protético).

3. Calibragem de Retenção
A quantificação das retenções é realizada por meio de pontas calibradoras de
retenção, constituídas por uma haste vertical com um disco na extremidade, em três
diâmetros diferentes: 0,01 polegadas - pequena, 0,02 polegadas - média e 0,03
polegadas - grande ou 0,25 mm, 0,5 mm ou 0,75 mm respectivamente. Essa
quantificação somente estará correta quando a haste vertical da ponta calibradora
tocar o dente no equador protético e a extremidade tocar abaixo do equador
simultaneamente, fechando um triângulo.
A quantidade de retenção a ser encontrada estará sujeita a peculiaridade de
cada caso e do tipo de grampo a ser utilizado. No entanto, as características físicas
da liga empregada na confecção da armação metálica são fatores importantes. No caso
das ligas Co-Cr, devido a sua pequena elasticidade, poderemos iniciar a calibragem de
retenção com a ponta pequena ou no máximo média.
Para que a Prótese Parcial Removível tenha retenção, os dentes pilares diretos
deverão apresentar áreas retentivas, geralmente localizadas na superfície vestibular
(mésio-vestibular ou disto-vestibular), onde deverão estar posicionadas as pontas
ativas dos braços retentivos dos grampos.
Para facilitar o trabalho protético, faz-se uma pequena marca onde a
extremidade da ponta calibradora tocou no modelo de gesso. Esta marca
corresponderá, no desenho da prótese, à localização da ponta ativa do grampo no
sentido ocluso-gengival.
Quanto mais distante do equador protético, ou seja, quanto mais para cervical
estiver localizada a ponta calibradora, maior deverá ser a retenção, sendo a retenção
pequena encontrada logo abaixo do equador protético.
No entanto, regiões muito abaixo do equador protético podem significar uma
interferência à inserção da prótese, exigindo do braço retentivo do grampo uma
flexão além de sua capacidade elástica, sobrecarregando o dente pilar.
A retenção de cada dente pilar deverá ser equilibrada em relação ao dente pilar
do lado oposto. Poderemos obter a retenção equilibrada em todos os dentes pilares de
três maneiras: alterando a trajetória de inserção, aumentando ou diminuindo o ângulo
de convergência cervical das faces retentivas e alterando a flexibilidade do braço
retentivo do grampo por meio da mudança do desenho, tamanho, comprimento ou
material empregado.

4. Preparo do Modelo de Estudo


Essa fase do planejamento deverá ser executada com o modelo posicionado no
delineador de acordo com a trajetória de inserção selecionada previamente.
Todas as reduções necessárias correspondentes aos planos-guia ou redução do
contorno axial da coroa para modificação do equador protético devem ser realizadas
no modelo com a ponta em forma de cinzel ou faca.
Terminaremos o planejamento da Prótese Parcial Removível com o “mapeamento
do modelo”, ou seja, o desenho da futura prótese no modelo de estudo, respeitando as
anotações relacionadas a plano-guia, localização do braço retentivo do grampo e
alteração de contorno para modificação do equador protético realizadas durante o
delineamento.

REGISTRO DA TRAJETÓRIA DE INSERÇÃO


Após o delineamento e seleção da trajetória de inserção deveremos registrar
essa trajetória (a inclinação da mesa porta-modelos) no modelo de estudo. Esse
registro tem por finalidade possibilitar o reposicionamento do modelo no delineador
de maneira rápida e sempre com a mesma orientação. Permite ainda, ao técnico de
laboratório, posicionar o modelo no delineador na direção de inserção previamente
estabelecida.
Esse registro será realizado com o pino (prego) metálico com características
retentivas em uma das extremidades. Para essa fixação, deve ser realizada uma
cavidade com uma fresa e motor na região posterior do modelo ou em outra parte que
não interfira no desenho da prótese.
A parte lisa do pino metálico é posicionada na haste vertical móvel do delineador,
de modo que a parte retentiva fique exposta. O modelo é posicionado no delineador
com a mesa porta-modelos travada na direção de inserção selecionada e a cavidade
preparada (hidratada) para receber o pino. O gesso é espatulado e colocado sobre a
cavidade do modelo. O pino metálico, preso no mandril da haste vertical móvel do
delineador é abaixado, de modo que a parte retentiva fique contida dentro da
cavidade e do gesso. Após a presa do gesso, o pino é solto da haste vertical móvel do
delineador, permanecendo preso no modelo. Esse pino registra a direção de inserção
selecionada e permite a retirada e reposicionamento do modelo no delineador sem que
a trajetória de inserção seja alterada.
Para reposicionamento, o modelo deverá ser fixado na mesa porta-modelos com o
parafuso da junta universal desapertado e o pino de registro acoplado e fixado ao
mandril da haste vertical. Após essa fixação o parafuso da junta universal deverá ser
apertado. Soltando-se o pino de registro do modelo da haste vertical, obtém-se o
posicionamento do modelo no delineador com a mesma trajetória de inserção
selecionada.
Para um delineamento correto, a Ponta analisadora cilíndrica.
base do delineador deverá estar
assentada em superfície plana.

Pontas calibradoras: 0,25; 0,5 e Ponta porta-grafite.


0,75mm.

Facas para recorte.


Posição da ponta calibradora de retenção. A – Traçado do equador protético; B –
Haste calibradora de retenção em contato com a maior convexidade do dente,
determinando o local exato para colocação da ponta ativa do grampo; C – Posição do
grampo e ponta ativa atuando na área exata que lhe foi determinada pela ponta
calibradora.

A mudança na inclinação em relação à haste vertical altera o equador protético.

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