Você está na página 1de 38

ELETROTÉCNICA APLICADA

APRESENTAÇÃO 3ª SEMANA – AULA 3

Prof. Enio Camilo de Lima, Dsc.

2
ELETROTÉCNICA APLICADA
AULA 3 – 3ª SEMANA
LEI DE OHM E RESISTORES

Prof. Enio Camilo de Lima, Dsc.

3
REVISÃO – CAMPO ELÉTRICO
O campo elétrico serve de intermediário Vemos na animação que o sentido do campo elétrico não depende do sinal da carga
para comunicar a força que A exerce de prova, apenas do sinal da carga fixa. Assim, o campo gerado por uma carga
sobre 𝑞0 . Visto que a carga puntiforme 𝑞0 positiva é de afastamento.
sofre a ação da força em qualquer ponto
nas vizinhanças de A, o campo elétrico
produzido por A está presente em todos
os pontos ao redor de A. De modo
análogo podemos dizer que 𝑞0 produz em
torno dela um campo elétrico e que esse
campo exerce sobre o corpo A uma força
elétrica - 𝐹!

Observamos que quando a carga fixa que gera o campo é negativa, o sentido do
vetor campo elétrico também não depende do sinal da carga de prova. Assim, uma
carga fixa negativa gera um campo, ao seu redor, de aproximação.

4
CAMPO ELÉTRICO - EQUACIONAMENTO

N A carga 𝑞# pode ser positiva ou negativa, assim:

𝑁 𝐹!
𝐶 𝐸=
𝑞!
C
𝐹! = 𝑞! 𝐸

5
CAMPO ELÉTRICO
Uma carga puntiforme 𝑞 produz um campo elétrico 𝐸 em todos os pontos no espaço. A força do campo diminui conforme a
distância aumenta.

6
POTENCIAL ELÉTRICO
Quando uma partícula carregada se desloca em campo elétrico, o campo exerce uma força que realiza um
trabalho sobre a partícula. Esse trabalho realizado pode ser sempre expresso em termos de energia potencial
elétrica.
Descrevemos a energia potencial elétrica usando o conceito de potencial elétrico.
Nos circuitos, a diferença de potencial entre dois pontos, chama-se, geralmente de tensão.
Para o entendimento de circuitos elétricos os conceitos de potencial e tensão são cruciais.

7
ENERGIA POTENCIAL ELÉTRICA

Carga puntiforme que se desloca em um campo elétrico uniforme.

Energia potencial
𝑦
∆𝑈 = 𝑈! − 𝑈"
++++++++++++++++++++++++++++++++
Trabalho realizado 𝑎
𝑞$
𝑊"→! = 𝑈" − 𝑈! 𝐸 𝑑

𝑊"→! = 𝑈" − 𝑈! = − 𝑈! − 𝑈" = −∆𝑈


𝑭 = 𝒒𝒐 𝑬 𝑦
𝑊"→! é positivo 𝑈𝑎 é maior do que 𝑈𝑏
∆𝑈 é negativa e a energia potencial diminui
𝑏
-------------------------------
Objeto se movendo em
um campo gravitacional
uniforme. O trabalho realizado pela força elétrica é o mesmo em qualquer
𝑎 trajetória de a para b.
𝑊"→! = −∆𝑈 = 𝑞& 𝐸. 𝑑
O trabalho realizado
𝑤 = 𝑚𝑔⃗ pela força gravitacional
é o mesmo para
qualquer trajetória de a
ℎ para 𝑏:

𝑊"→! = −∆𝑈 = 𝑚𝑔ℎ

8
Resumo

Força elétrica por unidade de carga é o campo elétrico:

𝐹!
𝐸=
𝑞!

Energia potencial Potencial elétrico é a energia potencial por unidade de


carga:

∆𝑈 = 𝑈" − 𝑈# 𝑈
𝑉=
𝑞!
Trabalho

𝑊#→" = 𝑈# − 𝑈"

9
LEI DE OHM

A densidade de corrente 𝑱⃑ em um condutor


depende do campo elétrico 𝑬 e das
propriedades do material. Essa dependência,
em geral, é muito complexa. Porém para certos
materiais, especialmente para os metais, em
uma dada temperatura, 𝑱⃑ é quase diretamente
proporcional a 𝑬, e a razão entre módulos de 𝑬 e
𝐽 permanece constante. Essa relação chamada
lei de Ohm, foi descoberta em 1826 pelo físico
alemão Georg Simon Ohm (1787 – 1854).

A densidade de corrente é
definida como a corrente que
𝑱⃑ 𝑬 (E das propriedades do material)
flui por unidade de área:
𝐼
𝐽 = = 𝑛𝑞𝑣5 𝐴0 6
𝐴 𝑚
Para os metais (dada 𝑇) 𝑱⃑ ∝ 𝑬
𝑬
(permanece constante)
𝑱

10
RESISTIVIDADE

Definimos resistividade de um material como a razão entre o módulo do campo elétrico e o módulo da
densidade de corrente:
𝐸
𝜌=
𝐽
Quanto maior for a resistividade, maior será o campo elétrico necessário para produzir uma dada
densidade de corrente, ou menor será a densidade de corrente gerada por um dado campo elétrico.
Unidade: Ω. 𝑚 . O inverso da resistividade é a condutividade, sua unidade é Ω. 𝑚 $% .

11
RESISTIVIDADE X CONDUTIVIDADE

Os fios de cobre, ou trilhas, de uma placa de circuito eletrônico são diretamente impressos na superfície
da placa isolante de cor azul. Embora os traços estejam muito próximos uns dos outros (um milímetro de
distância aproximadamente), a placa possui uma resistividade tão alta ( e uma baixa condutividade) em
comparação as trilhas de cobre que não há nenhum fluxo de corrente entre os traços.

Trilhas

12
RESISTIVIDADE DE UM SEMICONDUTOR

Um semicondutor possui resistividade intermediária entre a do metal e a do isolante. Esse tipo de


material é importante por causa do modo como sua resistividade varia com a temperatura e com as
impurezas.
Um material que obedece razoavelmente a Lei de Ohm denomina-se de condutor ôhmico ou condutor
linear. Para esse tipo de material, a uma dada temperatura, 𝜌 é uma constante que não depende do
valor de E.
Muitos materiais exibem um comportamento substancialmente diferente do indicado pela lei de Ohm;
eles são chamados de materiais não ôhmicos ou não lineares. Para esses materiais J depende de E de
modo mais complexo.

13
RESISTIVIDADE E TEMPERATURA

A resistividade de um condutor metálico quase sempre cresce com o aumento da temperatura. A


medida que a temperatura aumenta, os íons do condutor vibram com uma amplitude mais elevada,
aumentando a probabilidade de colisões dos elétrons com os íons. Isso dificulta o arraste dos
elétrons através do condutor e, portanto faz diminuir a corrente. Havendo um intervalo de
temperatura ( até cerca de 100ºC), a resistividade de um metal pode ser representada pela equação:

Resistividade em função
𝜌 𝑇 = 𝜌! 1 + 𝛼 𝑇 − 𝑇! da temperatura.

Em que 𝜌# é a resistividade para uma temperatura de referência, 𝜌 𝑇 é a resistividade para a


temperatura T e 𝛼 denomina-se coeficiente de temperatura da resistividade.

14
TESTE DE COMPREENSÃO

O gráfico mostra que a resistividade 𝜌 de


um semicondutor aumenta enquanto a
temperatura diminui. Como o módulo da
7
densidade de corrente é 𝐽 = , então a
8
densidade de corrente diminui à medida
que a temperatura cai e a resistividade
aumenta.

15
RESISTIVIDADE

Para um condutor com resistividade 𝜌, densidade de corrente 𝑱⃑ em um ponto que possui um campo
elétrico , o valor do campo elétrico é dado pela equação:

𝐸= 𝜌𝑱⃑
Quando a lei de ohm é válida, 𝜌 permanece constante e não depende do módulo do
campo elétrico ; logo 𝑬 é diretamente proporcional a 𝑱⃑ .

No entanto, é mais interessante o valor da ddp nas extremidades do condutor que o


valor do campo, e o valor 𝐼 que o valor de 𝑱⃑ . A razão disso é que as medidas de
corrente e tensão são mais fáceis de serem estabelecidas do que as medidas de 𝑱⃑ e
de 𝑬 .

16
RESISTÊNCIA ELÉTRICA

Supondo que o nosso condutor seja um fio de comprimento L e seção reta uniforme com área A,
conforme figura abaixo:

Seja V a diferença de potencial entre a extremidade


com potencial maior e a extremidade com potencial
menor, de modo que V seja positivo.

A corrente flui sempre no sentido da extremidade


com potencial maior para a de potencial menor.
Isso ocorre porque a corrente em um condutor flui
no sentido do vetor , qualquer que seja o sinal das
cargas que se movem. O vetor 𝑬 aponta no
sentido da diminuição do potencial elétrico. A
medida que a corrente flui devido a diferença de
potencial, ocorre perdas de energia potencial
elétrica; essa energia é transferida aos íons do
material do condutor durante as colisões.

17
FONTES DE DDP

18
RESISTÊNCIA ELÉTRICA

Podemos também relacionar o valor da corrente à diferença de potencial nos terminais do condutor.
Supondo que os módulos da densidade de corrente 𝐽, e do campo elétrico E sejam uniformes através do
condutor, a corrente total 𝐼 é dada por 𝐼 = 𝐽𝐴 , e a diferença de potencial V entre as extremidades é dada
por 𝑉 = 𝐸𝐿. Explicitando nessas equações 𝐸 e 𝐽 e substituindo esses valores na equação 𝐸= 𝜌𝑱⃑, obtemos:

𝑉 89
𝑉 = 𝐸𝐿 → 𝐸 = 𝐸= 𝜌𝑱⃑ → 𝐸 =
𝐿 :

Assim, temos:

𝑉 𝜌𝐼 𝜌𝐿
= →𝑉= 𝐼
𝐿 𝐴 𝐴
R
Quando 𝜌 é constante, a corrente total 𝐼 é
proporcional a diferença de potencial 𝑉.
A razão entre 𝑉 e 𝐼 para um dado condutor
denomina-se resistência 𝑅.

𝑉
R = → 𝑉 = 𝑅𝐼
𝐼

19
RELAÇÃO ENTRE RESISTÊNCIA E RESISTIVIDADE

Comparando a definição de 𝑅, vemos que a resistência 𝑅 de um dado condutor está relacionada a


resistividade do material do condutor, obedecendo a seguinte equação:

𝜌𝐿
𝑅=
𝐴

Quando 𝜌 for constante, como é o caso dos materiais ôhmicos, então 𝑅 também será constante. A
equação:

Relação entre tensão,


𝑉 = 𝑅𝐼 corrente e resistência

Essa relação é geralmente chamada lei de Ohm, contudo é importante entender que o verdadeiro
significado da lei de Ohm consiste na indicação de uma proporcionalidade direta (para alguns
&
materiais) de 𝑉 com 𝐼 ou 𝐽 com 𝐸. A equação 𝑅 = ' e 𝑉 = 𝑅𝐼, define a resistência 𝑅 para
qualquer condutor que obedeça ou não a lei de Ohm, porém somente no caso de 𝑅 ser constante é
que essa relação é chamada corretamente de Lei de Ohm.
&
A unidade do SI de resistência é o ohm, que é igual a um volt por ampère (1Ω = 1 ( )

20
LEI DE OHM

Relações entre as grandezas tensão


elétrica (V, medido em volts), corrente
elétrica (I, medido em miliampère) e a
resistência elétrica (R, medida em
ohm). A relação dessas três grandezas
estabelece a 1ª lei de ohm, quando a
resistência num circuito elétrico se
mantém constante.

CONCLUSÕES:

1º A tensão é diretamente
proporcional à corrente.

2º A corrente elétrica é inversamente


proporcional à resistência.

21
RESISTÊNCIA ELÉTRICA

É a oposição ao fluxo de corrente. O componente elétrico que modifica a resistência de


um circuito chama-se resistor. O resistor se opõe ao fluxo de corrente e tem valor de
resistência conhecido e bem determinada.
Representado pela letra R.
Unidade de medida - Ohm
Símbolo - Ω
1 Ω é a quantidade de resistência
que limita a corrente num condutor
a 1A quando a tensão aplicada for
de 1V.

São elementos muito comuns nos


circuitos elétricos e eletrônicos,
podendo serem utilizados para
estabelecerem valores de tensão do
circuito, bem como limitar a
corrente.

22
RESISTORES - TIPOS

Resistência varia com Resistência varia com


a intensidade de luz a temperatura

Nicromo: liga de níquel, cromo e ferro, da qual por vezes


também participa o alumínio, usado em resistores elétricos.

23
RESITENCIA ELÉTRICA E LEI DE OHM
Para um resistor que obedece a lei de Ohm, um gráfico da corrente em função da ddp é uma linha reta, a
inclinação da reta é igual a %⁄) . Quando o sinal da ddp varia, o sinal da corrente também varia. Isso equivale
a inverter a polaridade das extremidades do condutor, de modo que o campo elétrico, a corrente, a
densidade de corrente invertem os sentidos
Para um diodo, elemento semicondutor, quando o potencial V do anodo (um dos
terminais do diodo) é positivo em relação ao catodo (o outro terminal do diodo), I
aumenta exponencialmente em relação ao aumento de V; para potenciais
negativos, a corrente é extremamente pequena. Logo, uma ddp positiva produz
uma corrente que flui no sentido positivo; porém, uma ddp negativa não produz
praticamente nenhuma corrente. O diodo funciona como uma válvula que só deixa
a corrente passar em um dado sentido.

24
CÓDIGO DE CORES RESISTORES

Você pode baixar o app


Resistor Code Calculator na
google store ou app store,
para seu celular e verificar
o código de cores.

25
EXERCÍCIOS

Verifique que no resistor o grupo com 4 ou 5 faixas estejam posicionados mais a esquerda. Assim,
você terá as faixas na ordem correta.

Utilize o app para indicar o valor da resistência do resistor abaixo e a sua tolerância.

4 faixas 5 faixas

26
EXERCÍCIOS

Outra forma de calcular R:

27
FORÇA ELETROMOTRIZ E CIRCUITOS
Para que um condutor possua uma corrente
estacionária(que não varia com o tempo), ele deve
ser parte de uma trajetória fechada ou circuito
completo
Quando um campo elétrico 𝐸% é aplicado no
interior de um condutor isolado com
resistividade 𝜌, que não faça parte de um circuito
completo, uma corrente começa a fluir com uma
*'
densidade de corrente 𝚥⃗ = +
.

Em decorrência disso, uma carga positiva se


acumula rapidamente em uma das extremidades e
uma negativa na outra. Por sua vez, essas cargas
produzem um campo elétrico 𝐸, em sentido
oposto ao de 𝐸% , fazendo diminuir o campo elétrico
e, portanto, a corrente. Em uma fração de
segundo acumulam-se cargas nas extremidades
do condutor de modo que o campo elétrico
resultante 𝐸 = 𝐸% + 𝐸, = 0, no interior do condutor.
Então, também 𝚥⃗ = 0 e a corrente para de fluir.
Logo é impossível haver uma corrente
estacionária em um circuito incompleto.

28
FORÇA ELETROMOTRIZ

29
FORÇA ELETROMOTRIZ

30
ATENÇÃO

31
Analogia

Na analogia da caixa d’água, a corrente


A pressão da água pode ser Na hora que a passagem da caixa pode ser comparada à medida da
considerada análoga à tensão. d´água é aberta, a água sai pelo cano
quantidade de água que flui pelo cano
Enquanto a saída da água estiver “+” e passa por um caminho que em um determinado intervalo de
fechada, não haverá fluxo, mas a retorna pelo cano “–“ (fazendo
tempo, considerando que os canos
pressão (potencial energético) analogia aos polos da bateria.) Se estão sempre cheios de água e que não
existe. nada impedir a passagem da água, a
haja vazamentos no encanamento. Essa
pressão cairá drasticamente, e em medida será igual em qualquer ponto,
pouco tempo a caixa d’água estará
mesmo que haja algum tipo de
vazia. mecanismo retardando o fluxo da água.
Se o fluxo diminuir de velocidade, ele
diminuirá tanto no início, onde há mais
pressão, quanto no final, onde há
menos. Esse mecanismo é análogo a
uma carga resistiva em um circuito
elétrico.

32
RESISTÊNCIA INTERNA

25.14

33
FONTE DE FEM

Representação da fonte, terminais 𝐴 e 𝐵 e


resistência interna 𝑟.

Circuito externo conectado através de um resistor


𝑅 . A corrente que passa no circuito externo
conectado aos terminais 𝐴 e 𝐵 da fonte é ainda
determinada pela relação 𝑉(- = 𝐼𝑅 que,
combinada com a equação 𝑉(- = 𝐸 − 𝐼𝑟, fornece:

𝜀 (Corrente, fonte com


𝜀 − 𝐼𝑟 = 𝐼𝑅 𝑜𝑢 𝐼 =
𝑅+𝑟 resistência interna)

Ou seja, a corrente é obtida dividindo-se o valor


da 𝑓𝑒𝑚 da fonte pela resistência total do circuito
(𝑅 + 𝑟).

34
ALGUNS SÍMBOLOS USADOS EM CIRCUITOS

35
EXEMPLO 1

Uma fonte em um circuito completo usando a bateria da figura 1 , foi


adicionado um resistor de 4Ω para formar o circuito completo da
figura 2. Qual é a leitura indicada pelo voltímetro e pelo
amperímetro?

; ?6
𝐼= →𝐼= → 𝐼 = 2𝐴
<=> @=6
Figura 1

𝑉5A = 𝜀 − 𝐼𝑟 → 𝑉5A = 12 − 2𝑥2 → 𝑉5A = 8V

𝑉5’A’ = 𝐼𝑅 → 𝑉5’A’ = 2x4 → 𝑉5’A’ = 8V

Figura 2

36
Exemplo 2

Com base nas figuras (a) e (b), calcule qual a leitura indicada pelo
voltímetro e pelo amperímetro?

18V

(a) A corrente que passa em um circuito completo constituído por


uma única malha é a mesma em todos os pontos do circuito. Um
amperímetro colocado do lado direito ou esquerdo da malha, medira
a mesma corrente.

; ?6
𝐼= →𝐼= → 𝐼 = 2𝐴
<=> @=6

37
EXEMPLO 3

38
VARIAÇÕES DE POTENCIAL EM TORNO DE UM CIRCUITO

Aumentos e queda de potencial ao longo de um circuito

É igual a zero a variação total da energia


potencial de uma carga 𝑞 que percorre um
malha fechada de um circuito completo.
Assim, a variação total do potencial na malha
também é zero; ou seja, a soma algébrica de
todas as forças eletromotrizes e das
diferenças de potencial ao longo de qualquer
malha deve ser igual a zero. Assim podemos
escrever:

𝜀 − 𝐼𝑟 − 𝐼𝑅 = 0
Um ganho de energia é associado a uma 𝜀 e
quedas de energia potencial 𝐼𝑟 e 𝐼𝑅 são
associadas, respectivamente, à resistência
interna da fonte e da resistência do circuito
externo.

39

Você também pode gostar