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Processamento e

Análise de Sinais
Fundamentos
2

Conjuntos de Números e Equações


 Números Inteiros Positivos: x − 1 = 0 ⇒ x = 1

 Números Inteiros Negativos: x + 1 =0 ⇒ x =−1

 Números Fracionários: 2 x − 1 = 0 ⇒ x = 1 2

Números Complexos: x + 1 =0 ⇒ x =± −1
2

VOCÊS JÁ OUVIRAM FALAR DE NÚMEROS PERPENDICULARES?


3

Números Perpendiculares???
RELAÇÃO DE EULER? e0 = 1
e jθ cos(θ ) + j sin(θ )
=
π
j
e 2
= j

e jπ = −1

Gauss disse que, caso a nomenclatura número perpendicular


tivesse sido utilizada no lugar de número complexo/imaginário, os
entraves encontrados para a aceitação dos números complexos
teriam sido evitados...
4

Relação de Euler
 ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
S
θ θ θ θ θ
2 3 4 5 6
É
jθ j j j j j
R
 e = 1 + jθ + + + + + +

I
E 2! 3! 4! 5! 6!
 θ2 θ3 θ4 θ5 θ6
D
E  =+1 jθ − − j + + j − − 
2! 3! 4! 5! 6!

θ θ θ θ
M

2 4 6 8

cos (θ ) = 1 − 2! + 4! − 6! + − 8! 
A
C
L
A 
U
θ 3
 sen θ =θ − + − +  θ 5
θ 7

 ( )
R
I
N 3! 5! 7!

e jθ cos(θ ) + j sin(θ )
=
– 4
5

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


x(t ) = Ceα t , C e α são números complexos

 Casos a serem considerados:

Caso 1: C e α são números reais → EXPONENCIAL REAL

Caso 2 : α é puramente imaginário → EXPONENCIAL


COMPLEXA PERIÓDICA
Caso 3 : C e α são complexos → misto dos casos 1 e 2
6

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 1: x(t ) = Ceα t , C e α são números reais
Exponencial Crescente - Alfa = 1 e C = 1 Exponencial Decrescente - Alfa = -1 e C = 1
8 8

7 7

6 6

5 5
x(t)

x(t)
4 4

3 3

2 2

1 1

0 0
-2 -1.5 -1 -0.5 0 0.5 1 1.5 2 -2 -1.5 -1 -0.5 0 0.5 1 1.5 2

t t

Script em Matlab: M_4_SinaisFundamentosProg1.m


7

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


x(t ) e jω0=
Caso 2 : = t
e α jω0
, C 1=
jω t jω0 ( t +T )
=
O SINAL É PERIÓDICO? e 0 e= e jω0t e jω0T

e jω0T = 1 CONDIÇÃO DE PERIODICIDADE


=
PERÍODO FUNDAMENTAL: T0 , ω0 ≠ 0
ω0

∴ω0 é a frequência fundamental


∴ Há periodicidade para qualquer valor de ω0
8

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 2 : α imaginário puro : x(t ) = Ceα t , C = 1 e α = jω0 → x(t ) = e jω0t
jω t
=
RELAÇÃO DE EULER? e 0 cos(ω0t ) + j sin(ω0t )

Ce jω0t C cos(ω0t ) + jC sin(ω0t )


=

C Re{e j (ω0t +φ ) }
C cos(ω0t + φ ) =
C Im{e j (ω0t +φ ) }
C sin(ω0t + φ ) =

A PARTE REAL É UMA COSSENOIDE, E A PARTE IMAGINÁRIA É


UMA SENOIDE...
9

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 2 : x(t ) = Ceα t , C = 1 e α = jω0 → x(t ) = e jω0t
1

Parte Real
0.5

-0.5

-1
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
t
Parte Imaginária

0.5

-0.5

-1
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
t

Script: M_4_SinaisFundamentosProg2.m
10

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 2 : x(t ) = Ceα t , C = 1 e α = jω0 → x(t ) = e jω0t
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

0.8

0.6

Parte Real 0.4

0.2

-0.2

-0.4

-0.6
1
-0.8
0.5
-1
-10 0
-5
0
5
10
15
20
-0.5 Parte Imaginária
25 -1
30
Tempo (s)
Script: M_4_SinaisFundamentosProg2.m
11

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


(ω0t +φ )
Ce j= C cos(ω0t + φ ) + jC sin(ω0t + φ )
Forma Forma
Polar Retangular
FASOR

Imaginário
x(t ) = Ce j (ω0t +φ )
C
ω0 t + φ
Real
O que acontece com o fasor com o passar do tempo,
considerando frequência positiva?
Vejamos uma animação em Java...
12

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


 Um sinal senoidal com frequência constante é ob-
tido com a projeção no eixo vertical do vetor que
descreve um movimento circular uniforme.
90 1
1
120 60 0.8
0.8

0.6 0.6
150 30
0.4 0.4

0.2 0.2

180 0 0

-0.2

-0.4
210 330
-0.6

240 300 -0.8


270
-1
0 1 2 3 4 5 6 7

É importante entender e visualizar a função senoidal como sendo


um sinal, e não apenas como uma relação proporcional entre os
lados de um triângulo!
13

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 3 : x(t ) = Ceα t , C = 1 e α = 0.05 + 2 j → x(t ) = e(0.05+ 2 j )t
5

Parte Real
0

-5
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
t
Parte Imaginária
6

-2

-4
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
t

Script: M_4_SinaisFundamentosProg3.m
14

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Caso 3 : x(t ) = Ceα t , C = 1 e α = 0.05 + 2 j → x(t ) = e(0.05+ 2 j )t
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

Parte Real 2

-1

-2

-3
6
-4
4
-5 2
-10
-5 0
0
5
10
15
20
25 -4
-2
Parte Imaginária
Tempo (s) 30

Script: M_4_SinaisFundamentosProg3.m
15

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Ceα t , C =
Caso 3 : x(t ) = 1 eα= e( −0.05+ 2 j )t
−0.05 + 2 j → x(t ) =
2

1.5

Parte Real
1

0.5

-0.5

-1

-1.5
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
Parte Imaginária t

-1

-2
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
t

Script: M_4_SinaisFundamentosProg4.m
16

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos


Ceα t , C =
Caso 3 : x(t ) = 1 eα= e( −0.05+ 2 j )t
−0.05 + 2 j → x(t ) =
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

1.5

Parte Real 1

0.5

-0.5

-1 2

1
-1.5
-10 0
-5
0
5 -1
10
15
20
25
Parte Imaginária
-2
Tempo (s) 30

Script: M_4_SinaisFundamentosProg4.m
17

Sinais Exponenciais e Senoidais Contínuos

“The Complex Exponential" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/TheComplexExponential/
18

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


= (e β ) n Cα n , C e α são números complexos
x[n] C= = e α eβ
 Casos a serem considerados:
Caso 1: C e α são números reais → EXPONENCIAL REAL
Caso 2 : β é puramente imaginário : α = 1 → EXPONENCIAL
COMPLEXA PERIÓDICA
Caso 3 : C e α são complexos

OS CASOS 2 E 3 SÃO PERFEITAMENTE ANÁLOGOS AOS


EQUIVALENTES CONTÍNUOS!
19

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


=
Caso 1: (e β ) n Cα n , C e α são números reais
x[n] C=

α > 1: crescente
α < 1: decrescente

Se α é negativo, há alternância de sinal.


20

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


= (e β ) n Cα n , C e α são números reais
x[n] C=
Exponencial Descrescente - C = 1 e Alfa = 0.85 Exponencial Crescente - C = 1 e Alfa = 1.2
6 7

6
5

5
4

4
x[n]

x[n]
3

1
1

0 0
-10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10

n n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg5.m
21

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


= (e β ) n Cα n , C e α são números reais
x[n] C=
Exponencial Crescente Alternada - C = 1 e Alfa = -1.2 Exponencial Decrescente Alternada - C = 1 e Alfa = -0.85
8 6

6
4

2
x[n]

x[n]
0

-2
-2

-4
-4

-6 -6
-10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10
n n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg5.m
22

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Caso 2 : x[n] = Ceα n , C =1 e α = jω0 → x[n] = e jω0 n
1

Parte Real
0.5

-0.5

-1
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
n
Parte Imaginária

0.5

-0.5

-1
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg6.m
23

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Caso 2 : x[n] = Ceα n , C =1 e α = jω0 → x[n] = e jω0 n
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

0.8

0.6
Parte Real 0.4

0.2

-0.2

-0.4

-0.6
1
-0.8
0.5
-1
-10 0
-5
0
5 -0.5
10
15
20
25
Parte Imaginária
-1
n 30

Script: M_4_SinaisFundamentosProg6.m
24

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Caso 3 : x[n] = Ceα n , C = 1 e α = 0.05 + 2 j → x[n] = e(0.05+ 2 j ) n
4

Parte Real
2

-2

-4

-6
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
Parte Imaginária n

-2

-4
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg7.m
25

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Caso 3 : x[n] = Ceα n , C = 1 e α = 0.05 + 2 j → x[n] = e(0.05+ 2 j ) n
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

Parte Real
2

-1

-2

-3
6
-4
4
-5 2
-10
-5 0
0
5
10
15
20
25 -4
-2
Parte Imaginária
30

n
Script: M_4_SinaisFundamentosProg7.m
26

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Ceα n , C =
Caso 3 : x[n] = 1 eα= e( −0.05+ 2 j ) n
−0.05 + 2 j → x[n] =
1.5

Parte Real
0.5

-0.5

-1

-1.5
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
n
Parte Imaginária

1.5

0.5

-0.5

-1

-1.5

-2
-10 -5 0 5 10 15 20 25 30
n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg8.m


27

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


Ceα n , C =
Caso 3 : x[n] = 1 eα= e( −0.05+ 2 j ) n
−0.05 + 2 j → x[n] =
Complexo - Azul Real - Vermelho Imaginário - Verde

1.5

Parte Real 0.5

-0.5

-1 2

1
-1.5
-10 0
-5
0
5
10
15
20
-1 Parte Imaginária
25 -2
30
n

Script: M_4_SinaisFundamentosProg8.m
28

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


j (ω0 + 2π ) n j 2π n jω0 n
e= e= e e jω0 n

Exponenciais nas frequências ω0 e ω0 + 2π são iguais...

e j (ω0 + 2 kπ ) n = e j 2 kπ n e jω0 n = e jω0 n , k = 0, ±1, ±2,...

SÓ É NECESSÁRIO SER CONSIDERADO NA FREQUÊNCIA UM


INTERVALO DE TAMANHO 2π , USUALMENTE:

0 ≤ ω0 < 2π , − π ≤ ω0 < π
29

Sinais Exponenciais e Senoidais Discretos


x[n] e jω0 n=
= e β jω0
, C 1=
jω n jω0 ( n + N )
=
O SINAL É PERIÓDICO? e 0 e= e jω0 n e jω0 N

e jω0 N = 1 CONDIÇÃO DE PERIODICIDADE

ω0 m
ω0 N 2=
= πm
2π N
ω0
DEVE SER RACIONAL PARA O SINAL SER PERIÓDICO

30

Harmônicas – Caso Contínuo


jω0T
 Condição de periodicidade: e =1
FREQUÊNCIA 2π
e jω0T
= 1, ω0T = 2π k , k = 0, ±1, ±2,... ω
FUNDAMENTAL: 0
=
T0
 O conjunto de exponenciais complexas com fre-
quências que são múltiplas da frequência funda-
mental é chamado de conjunto de harmônicas:
φk (t ) = e jkω t , k = 0, ±1, ±2,...
0

Cada harmônica tem frequência fundamental k ω0


e período fundamental T0 k
HÁ INFINITAS HARMÔNICAS DISTINTAS!!!
31

Harmônicas – Caso Discreto


 Analogamente ao caso contínuo:

φk [n] = e jk (2π N )n
, k = 0, ±1, ±2,...

j ( k + N )(2π N ) n (2π N ) n j 2π n
φk + N [n] e=
= e jk= e φk [n]

HÁ N HARMÔNICAS DISTINTAS!!!
32

A Harmonia da Natureza
 O conceito de Sinal Harmônico está relacionado
com o Movimento Circular Uniforme em que a ve-
locidade de rotação é constante.

 A natureza é harmônica:
 Muitos processos naturais exibem movimentos harmôni-
cos simples!
33

A Harmonia da Natureza

Pitágoras
(580-500 A.C.)

Os pitagorianos pregavam que


sons harmoniosos são
produzidos na proporção
n
, n = 1, 2,3
n +1

Ilustração medieval de experimentos


atribuídos a Pitágoras na busca por
notas musicais harmoniosas. Nota-se a
produção de dois sons espaçados por
uma Oitava - proporção 1:2.
34

A Harmonia da Natureza
 Harmonia:
 Combinação simultânea de notas em uma corda.
 Combinação agradável de sons.

Somente frequências múltiplas da frequência fundamental existem,


pois as cordas estão amarradas nas extremidades.
35

A Harmonia da Natureza
 Os sinais senoidais e harmônicos são utilizados
para descrever a essência da matéria e energia
no modelo de um átomo!

Comprimento de Onda

Linhas espectrais do
átomo de Hidrogênio.
Frequência E = hf
36

Exponencial Complexa Contínua x Discreta


e jω0t e jω0 n
Sinais idênticos para valores
Sinais diferentes para cada
de ω0 separados por múltiplos
valor de ω0 .
de 2π .
Periódico para todo ω0 . Periódico se ω0 2π é racional.
Frequência fundamental ω0 m ,
Freqüência fundamental ω0 .
M e N sem fatores em comum.
Período fundamental
Período fundamental in-
indefinido para ω0 = 0 e igual a
definido para ω0 = 0 e igual a
m(2π ω0 ) caso contrário (M e N
2π ω0 caso contrário.
sem fatores em comum).
Vejamos uma animação em Java sobre frequência discreta...
37

Brincando com Números Complexos

“Complex Number" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/ComplexNumber/
38

Brincando com Números Complexos

“Complex Addition" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/ComplexAddition/
39

Brincando com Números Complexos

“Complex Multiplication" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/ComplexMultiplication/
40

Brincando com Números Complexos

“Multiplying Complex Numbers" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/MultiplyingComplexNumbers/
41

Brincando com Números Complexos

“Complex Number Game" from the Wolfram Demonstrations Project


http://demonstrations.wolfram.com/ComplexNumberGame/
42

Brincando com Números Complexos

“Complex Numbers in Rectangular and Polar Form” from the Wolfram


Demonstrations Project
http://demonstrations.wolfram.com/ComplexNumbersInRectangularAndPol
arForm/

43

Brincando com Números Complexos


 http://demonstrations.wolfram.com/
 Busca: complex numbers.

 SinDrill e ZDrill.
http://users.ece.gatech.edu/mcclella/matlabGUIs/index.html
(Acesso em 24/07/2021)
44

Impulso Unitário Discreto


Impulso Unitário Discreto
1

0.9

0.8

0.7

1, n = 0
0.6

δ [ n] = 

x[n]
0.5

0, n ≠ 0 0.4

0.3

0.2

0.1

0
-8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8

n
45

Degrau Unitário Discreto


Degrau Unitário Discreto
1

0.9

0.8

0.7

1, n ≥ 0
0.6

u[n] = 

x[n]
0.5

0, n < 0 0.4

0.3

0.2

0.1

0
-8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8

n
46

Impulso e Degrau Unitários Discretos

 Algumas relações entre as funções impulso e de-


grau unitários discretos:

δ [n] = u[n] − u[n − 1]



=
u[n] ∑ δ [n − k ]
k =0
47

Degrau Unitário Contínuo


Degrau Unitário Contínuo

0.8

1, t ≥ 0 0.6

u (t ) = 

x(t)
0, t < 0 0.4

0.2

0
-1 0 1 2 3 4 5

t
48

Impulso Unitário Contínuo


Impulso Unitário Contínuo
1

0.9

0.8

0.7

 0, t ≠ 0
0.6

δ (t ) = 

x(t)
0.5

 ∞, t = 0 0.4

0.3

0.2

0.1

0
-1 -0.8 -0.6 -0.4 -0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1

t
49

Impulso Unitário Contínuo

due (t )
⇒ δ e (t ) = ⇒ Quando e → 0, ⇒ δ (t ) ≡ lim δ e (t )
dt t →0
∴ ue (t ) → u (t )
∴δ e (t ) para t =
0 cresce muito
∴δ e (t ) para t ≠ 0 vai para zero
50

Impulso Unitário Contínuo


 O impulso unitário é esboçado como uma seta
com altura unitária, e sua área é unitária. 3δ (t ) é
esboçado como uma seta de altura 3.
Impulso Contínuo de Força 3
3

2.5

x(t)
1.5

0.5

0
-1 -0.8 -0.6 -0.4 -0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1

t
51

Propriedades do Impulso
+e
⇒ ∫ δ (t )dt 1, para qualquer e > 0
=
−e

⇒ função par
1
⇒ δ ( at ) = δ (t )
a
⇒ x(t )δ (t ) = x(0)
⇒ x(t )δ (t − t0 ) =x(t0 )
+∞
⇒ ∫ x(t )δ (t )dt =
−∞
x(0)

+∞
⇒ ∫ x(t )δ (t − t )dt =
−∞
0 x(t )0
52

Rampa Unitária Discreta


Rampa Unitária Discreta
5

4.5

3.5

n, n ≥ 0
3

r[ n ] = 

x[n]
2.5

0, n < 0 2

1.5

0.5

0
-3 -2 -1 0 1 2 3 4 5

n
53

Rampa Unitária Contínua


Rampa Unitária Contínua
5

4.5

3.5

 t, t ≥ 0
3

r (t ) = 

x(t)
2.5

0, t < 0 2

1.5

0.5

0
-2 -1 0 1 2 3 4 5

t
54

Funções Básicas – Deslocamento


55

Funções Básicas – Relações


Integra Integra

Deriva Deriva
“Signal Types” from SimView – TechTeach
http://techteach.no/simview/signal_types/index.php
56

Propriedades Básicas de Sistemas


Lembrando...

Um sistema é uma entidade que manipula um


ou mais sinais para realizar uma função,
gerando novos sinais.

Sinais de Entrada Sinais de Saída


. .
.
. Sistema .
.
57

Propriedades Básicas de Sistemas


 Memória:
 Um sistema é dito sem memória (estático) se a saída
num instante de tempo depende apenas da entrada no
mesmo instante de tempo.
 Sistemas que não obedecem essa regra são ditos com
memória (dinâmicos).
 Capacitores e indutores armazenam energia, e são, portan-
to, sistemas com memória.
 Resistores, em princípio, não armazenam energia, e são,
portanto, sistemas sem memória.
58

Propriedades Básicas de Sistemas


 Invertibilidade:
 Um sistema é dito invertível se diferentes entradas le-
vam a diferentes saídas.
 Para um sistema invertível, é possível determinar um “sis-
tema inverso”.

x(t ) y (t ) Sistema x(t )


Sistema
x[n] y[n] Inverso x[n]
59

Propriedades Básicas de Sistemas


 Causalidade:
 Um sistema é dito causal se a saída em qualquer instan-
te de tempo depende somente de valores presentes e ou
dos valores passados de entrada/saída. Caso contrário,
o sistema é não causal.
 Sistemas causais podem ser também chamados de não an-
tecipativos.
60

Propriedades Básicas de Sistemas


 Estabilidade:
 Um sistema é dito estável se uma entrada limitada re-
sulta em uma saída limitada.
 Intuitivamente: pequenas variações aplicadas na entrada
resultam em pequenas variações na saída.

BIBO: Bounded Input – Bounded Output


61

Propriedades Básicas de Sistemas


 Invariância no Tempo:
 Um sistema é dito invariante no tempo se um desloca-
mento no sinal de entrada resulta num deslocamento i-
dêntico no sinal de saída.
 Intuitivamente: as características e o comportamento do
sistema são fixos ao longo do tempo.
 Se a variável independente t ou n estiver fora de ( ) ou [ ],
o sistema é variante no tempo.
62

Propriedades Básicas de Sistemas


 Linearidade:
 Um sistema é dito linear se ele obedece ao Princípio da
Superposição:

x1 (t ) y1 (t ) x2 (t ) y2 (t )
Sistema Sistema
x1[n] y1[n] x2 [n] y2 [ n ]

ax1 (t ) + bx2 (t ) ay1 (t ) + by2 (t )


Sistema
ax1[n] + bx2 [n] ay1[n] + by2 [n]
63

Classificação Geral de Sistemas


Sistemas

Estáticos Dinâmicos

Acionados Acionados
Lineares Não-Lineares
pelo Tempo por Eventos

Contínuos Discretos
no Tempo no Tempo

Lineares Não-Lineares

Determinísticos Estocásticos
64

Sistemas Estáticos (de Ordem Zero)


Potenciômetro

x y
65
Uma Questão de Engenharia para
Descontrair e Despertar o Interesse
 Qual é a função comum exercida por:
 Uma caixa d’água numa residência;
 O reservatório de água da descarga de uma privada;
 Um capacitor na saída de um eliminador de pilhas; e
 Uma usina termelétrica construída no pátio de uma side-
rúrgica?
66

Por Que Estudar Sistemas Dinâmicos?


Para que serve a caixa d’água? Para que serve o capacitor
Por que utilizar caixa de descarga? num circuito eletrônico?

O que acontece quando um circuito acionado (elétrico, hidráulico


ou de qualquer outro tipo) é aberto ou interrompido rapidamente?
67

O Conceito de Circuito é bem Amplo!


A nossa casa é um dos lugares onde obtemos energia, uma fonte de
alimentação (energia potencial): ao nos alimentamos, absorvemos energia!
Vocês saem de casa bem Na faculdade, caso es-
alimentados, cheios de energia! tejam bem nutridos,
vocês aprendem e
cresce o seu potencial
intelectual! Vocês
convertem pão em
conhecimento! 

A ponte está levantada


e pode-se dizer que o
circuito está aberto
nesse ponto: não há
como passar e,
portanto, deve-se
passar por um caminho
paralelo.

Um circuito é um caminho aberto ou fechado em que pode


circular algo ou alguém.
68

Circuito Hidráulico

Caixa D’água

Pessoa 2

Usina Hidrelétrica Mar

Um circuito hidráulico é um caminho fechado em que circula um fluido.


69

Leituras
 OPPENHEIM, A. V., WILLSKY, A. S., NAWAB, S.
H. Signals & Systems. 2. ed. New Jersey:
Prentice Hall, c1997. 957p.:

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