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ISOLAMENTO TÉRMICO 1 de 24
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CAMPINAS / SP

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ISOLAMENTO TÉRMICO

________________________

0 29/03/07 LIBERADO P./ EXECUÇÃO Rodrigo José Carlos José


Carlos
REV DATA DESCRIÇÃO EXEC. VERIF. APROV.

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COD. REVISÃO DAS FOLHAS COD. REVISÃO DAS FOLHAS


PAG. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 PAG. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
001 0 051
002 0 052
003 0 053
004 0 054
005 0 055
006 0 056
007 0 057
008 0 058
009 0 059
010 0 060
011 0 061
012 0 062
013 0 063
014 0 064
015 0 065
016 0 066
017 0 067
018 0 068
019 0 069
020 0 070
021 0 071
022 0 072
023 0 073
024 0 074
025 075
026 076
027 077
028 078
029 079
030 080
031 081
032 082
033 083
034 084
035 085
036 086
037 087
038 088
039 089
040 090
041 091
042 092
043 093
044 094
045 095
046 096
047 097
048 098
049 099
050 100
NOTAS:

1) Este controle indica revisão que está sendo emitida. Manter as folhas não afetadas e substituir as alteradas pela
última revisão.

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ÍNDICE PÁG.

1.objetivo 3
2.normas de referência 3
3.instruções gerais 4
4.proteção do isolamento e das estruturas 5
5.requisitos gerais de aplicação do isolamento e revestimento 6
6.requisitos específicos de aplicação do isolamento 7
7.material para isolamento térmico 9
8.materiais de fixação dos isolantes 12
9.materiais de revestimento 13
10.materiais de fixação do revestimeto 14
11.proteção 14
12.tanques e tubulações temperaturas 0-13ºC 15
13.espessuras dos isolamentos 15

ANEXOS
ANEXO I – Fixação de Mantas e Painéis
ANEXO II – Isolamento de Caldeira
ANEXO III – Isolamento de Vaso
ANEXO IV – Isolamento de tubulação
ANEXO V – Isolamento de tubulação

1. OBJETIVO

Esta norma tem como objetivo principal descrever os requisitos técnicos essenciais para a
compra e ampliação dos materiais de isolamento térmico e seus acessórios, com finalidade de
conservação de calor ou proteção pessoal.

2. NORMAS DE REFERÊNCIA

2.1. Salvo indicações em contrário, as últimas edições ou revisões das seguintes


normas serão aplicáveis:
2.1.1. Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
2.1.2. American Society for Testing of Materials – ASTM.

2.2. Caso haja alguma divergência entre esta Norma e as normas acima citadas,
ela deverá ser comunicada pelo Contratado ao Departamento de Engenharia do
Contratante.

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3. INSTRUÇÕES GERAIS
3.1. Não serão isolados equipamentos operando abaixo de 120ºC, a menos que
seja necessário por razões de processo ou de proteção pessoal.
3.1.1. Exemplo
− Tubulação de escape e silenciadores de válvulas de segurança;
− Tubulação de ventilação em geral, após a ultima válvula;
− Tubulação e tanque de amostra em geral.

3.2. Equipamentos operando acima de 55ºC e localizados a menos de um metro


de distância, medido horizontalmente, ou a dois metros da altura de plataformas,
escadas ou caminhos, serão isolados para efeito de proteção pessoal.

3.3. Equipamentos que devem ser isolados por razões de processo deverão ter
essa indicação no seu desenho de conjunto.

3.4. As tubulações a serem isoladas deverão constar dos fluxogramas de


processo, listas e/ou isométricos de tubulações.
Em caso de discrepância, deverá ser considerado o valor correspondente ao
documento de maior prioridade.

3.5. Para efeito desta especificação foi adotada temperatura ambiente de 25ºC e
temperatura de face fria do isolamento de 55ºC máxima.

3.6. Todo o isolamento usado com a finalidade de evitar a condensação de


umidade atmosférica (isolamento anticondensação) será revestido externamente
com material que servirá de barreira a umidade ou vapor.

3.7. Nenhum isolamento será aplicado a qualquer superfície flangeada, usinada


ou soldada antes de sua aprovação em todas as provas de campo, inclusive
hidrostáticos.

3.8. Nenhum isolamento será aplicado em tanques de temperatura de operação


externa de 65ºC ou menos, antes que sua superfície externa tenha sido
jateada com areia e recebido a camada de pintura de base pelo Contratado
para pintura e que o tanque tenha sido liberado para isolamento.
Se o isolamento for aplicado antes do tanque ser liberado, o isolamento será
removido e recolocado depois que sua superfície tenha sido
adequadamente preparada. Essa remoção e recolocação do isolamento
será feita por conta do Contratado para o para o isolamento e sem ônus.

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4. PROTEÇÃO DO ISOLAMENTO E DAS ESTRUTURAS

4.1. Os materiais de isolamento e acessórios para o isolamento serão


embalados adequadamente, de modo a garantir que sejam entregues em
condições satisfatórias. Cada volume será marcado legivelmente com o
nome do fabricante, material, dimensões, tipo, espessura, densidade e
qualidade, de modo a permitir sua identificação.

4.2. O Contratado providenciará uma área de armazenagem para os materiais e


acessórios de isolamento por ocasião de sua chegada a obra, onde eles
fiquem protegidos contra as condições atmosféricas.

4.3. Todo o isolamento feito com material não resistente ao tempo será protegido
pelo Contratado com encamisamento a prova d’água.
Todo e qualquer isolamento molhado ou danificado será retirado e
substituído pelo Contratado, sem ônus.

4.4. O Contratado protegerá todos os equipamentos, pisos etc. contra respingos


ou pulverização de tintas, asfalto, pastas ou cimento. O Contratado limpará
e reparará qualquer dano que resulte de falta de medidas de proteção. Além
disso, os danos físicos aos equipamentos, tubulações, instrumentos etc. que
resultem de negligências do pessoal do Contratado serão reparados sem
ônus.

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5. REQUISITOS GERAIS DE APLICAÇÃO DO ISOLAMENTO E REVESTIMENTO

5.1. O isolamento e o revestimento deverá ser aplicado de forma a não


apresentar frestas nas emendas, impedindo a perda de calor e a penetração
de água.

5.2. Todas as superfícies a serem isoladas deverão estar isentas de graxa, óleo
e materiais estranhos.

5.3. Quando houver teste hidrostático ou pneumático, ele deverá ser executado
antes da aplicação do isolamento. Se isso não for possível, todas as soldas,
roscas ou pontos de possível vazamento deverão ficar expostos até o
término de teste. Veja parágrafo 3.7 para complementação.

5.4. O isolamento deverá ter, uma vez terminado, aparência limpa e bem
acabada.

5.5. As placas de identificação não deverão ser encobertas. O isolamento e o


revestimento ao redor desses pontos deverão ser arrematados de forma a
impedir a entrada de água.

5.6. As espessuras do isolamento a serem adotadas encontram-se nas tabelas


anexas a esta especificação.

5.7. Flanges e válvulas de linhas de vapor serão isoladas com caixas removíveis.
O material isolante deverá ser fixado a caixa.

5.8. Juntas de expansão serão isoladas sempre que o processo assim o exija.

5.9. O isolamento será aplicado em uma camada até a espessura de 125mm em


serviços com lã mineral e de 150mm em serviços com silicato de cálcio. Em
caso de duas camadas, todas as juntas deverão ser defasadas, de modo a
reduzir as perdas de calor.

5.10. Não será aplicado solda em tubulações que tenham sido submetidas a alívio
de tensão. Nestes casos serão usados suportes, em ferro tipo barra chata,
nos quais serão soldadas as peças necessárias.

5.11. A solda dos pinos e suportes em tubulações e equipamentos deverá ter


autorização expressa.

5.12. Metais dissimilares, que possam provocar corrosão galvânica, não deverão
ser postos em contato.

5.13. Não será aplicada solda em equipamento que tenha sido submetido a alívio
de tensão, se não for solicitado. Nestes casos, serão usados suportes em
ferro tipo barra, nos quais serão soldadas as peças necessárias.

5.14. Todo isolamento será contínuo, mesmo nos trechos em que as tubulações
passem através de aberturas em paredes, pisos e tetos.

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5.15. As seções de isolamento consecutivo serão instaladas de modo que fiquem


firmemente encostadas umas as outras.

6. REQUISITOS ESPECÍFICOS DE APLICAÇÃO DO ISOLAMENTO

6.1. TUBULAÇÃO – REQUISITOS

6.1.1. Em tubulação vertical ou inclinada, com trechos isolados com tubos


bipartidos de fibra de vidro para proteção pessoal, o isolamento será
suportado por anéis presos ao tubo, conforme fig.11 e 12 do Anexo 4.

6.1.2. Em tubulação vertical ou inclinada, com isolamento de silicato de cálcio, o


isolamento será suportado por anéis presos ao tubo, conforme fig. 6, 7 e 8
do Anexo 5.

6.1.3. Em tubulação com diâmetro maior ou igual a 6” e isolado com tubo


bipartido de lã mineral, o revestimento de alumínio será suportado por anéis,
conforme fig. 4 do Anexo 4.

6.1.4. As válvulas serão isoladas com caixas bipartidas, conforme fig. 14,15 e
16 do Anexo 4.

6.1.5. Tubulação vertical ou inclinada, isolada com manta, terá o isolamento


suportado por anéis conforme a fig. 17 do Anexo 4.

6.1.6. Em tubulação com traço de vapor, o isolamento deve incluir a tubulação e


o traço.

6.1.7. Mantas de material isolante serão cortadas, de modo a se adaptar


perfeitamente a forma da tubulação ou duto, serão aplicados e terão suas
telas metálicas de suporte costurados entre si.

6.1.8. Em tubulações com “Steam-tracing”, isoladas com mantas, as telas


metálicas de suportes deverão ser aplicadas do lado interno, de modo a
evitar que o material isolante se interponha entre o tubo de vapor e a
tubulação principal, sendo que o isolamento deve incluir a tubulação e o
traço da parte externa.

6.1.9. O isolamento deverá ser interrompido de maneira a permitir a retirada de


porcas e parafusos de flanges sem danificá-los. Estas interrupções deverão
ser revestidas de modo a evitar a entrada de umidade.

6.1.10. Todas as tubulações, inclusive curvas, tês etc. serão revestidas com
material metálico.

6.1.11. O revestimento de curvas deverá ser feito através de gomos.

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6.1.12. Deverá ser prevista uma superposição do material de revestimento, tanto


longitudinal como circunferencial, de no mínimo 50mm. As chapas deverão
ser frisadas nas bordas e as juntas longitudinais deverão se localizar na
parte inferior da tubulação.

6.1.13. Deverão ser previstos arremates para acabamento perfeito de suportes ou


outros itens que requeira recorte.

6.1.14. Quando houver necessidade de reforço do revestimento de tubulações e


equipamentos (áreas de trafego interno, áreas de tubovia ou equipamentos
sujeitos a manutenção etc.), o isolamento deverá ser de silicato de cálcio e
o material da cobertura de espessura maior.

6.1.15. Para isolamento de tubulação de inox com calhas de silicato de cálcio,


deverá se colocado um feltro asfáltico entre o isolamento e o revestimento.

6.1.16. Após a aplicação da manta e dobramento dos pinos, as telas das mantas
adjacentes deverão se entrelaçadas. Caso houver frestas nas emendas
deverão ser preenchidas com material isolante solto.

6.1.17. Os pinos de fixação da manta serão distribuídos com um espaçamento de


aproximadamente 300mm.

6.1.18. Flanges e válvulas de linhas de vapor deverão ser isoladas com caixas
removíveis.

6.2. VASOS E EQUIPAMENTOS

6.2.1. Em suportes, bocas de visita, placas indicadoras etc., o isolamento deverá


ser interrompido e revestido de modo a evitar a entrada de umidade.

6.2.2. Bocas de visita somente serão isoladas quando solicitado. Neste caso,
deverá ser aplicado isolante do tipo removível.

6.2.3. O isolamento deverá permitir a remoção de pregos e parafusos de flanges,


sem danificá-los.

6.2.4. O isolamento de flanges de permutadores deverá ser do tipo removível.

6.2.5. As mantas serão suportadas por pinos soldados nos equipamentos


(quando permitidos) ou a suportes de ferro, a razão de 06 por metro
quadrado.
Superfícies cilíndricas e cabeças de vasos serão revestidas com material
metálico.
O isolamento e revestimento deverão ser aplicados de modo a seguir a forma do
vaso.
O material de revestimento será suportado com estrutura de ferro (barra chata e
cantoneira) e fixado com rebites cegos do mesmo material, com revestimento
espaçados entre si no máximo 150mm.

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6.2.6. Após a aplicação da manta e dobramento dos pinos, as telas das mantas
adjacentes deverão ser entrelaçadas. Caso houver frestas nas emendas
deverão ser preenchidas com material isolante solto.

6.2.7. Deverá ser prevista uma superposição de material de revestimento, tanto


longitudinal como circunferencial, de no mínimo 50mm. As chapas deverão
ser frisadas nas bordas e as chapas superiores deverão ser sobrepostas as
inferiores.
Metais dissimilares, que possam provocar corrosão galvânica, não deverão ser
postos em contato.
Os suportes para o revestimento deverão prever a dilatação do equipamento.

6.2.8. Nas paredes verticais as chapas de alumínio trapezoidal serão rebitadas


lateralmente entre si e apoiadas sobre os perfis previstos para esse fim.

6.2.9. Torres e equipamentos deverão ser aplicados da mesma forma que o


item anterior.
Os suportes para revestimento deverão prever, além da dilatação do
equipamento, a ação dos ventos.

6.2.10. Trocadores de Calor


 Os carretéis, flanges e/ou cabeçotes de permutadores de calor deverão ser
isolados com caixas removíveis.
 O material isolante deverá ser preso às caixas e estas deverão ser
equipadas com presilhas.
 O corpo dos permutadores deverá ser isolado conforme os vasos
horizontais e verticais.
 Para detalhes típicos quanto à aplicação, ver Anexos 2 e 3.

7. MATERIAL PARA ISOLAMENTO TÉRMICO

7.1. TUBULAÇÃO COM DIÂMETRO ATÉ 14” (355,6mm)

7.1.1. Temperatura de 50ºC à 350ºC


Tubo bipartido de lã de vidro com densidade de 60Kg/m 3, conforme ABNT
EB-329 ou lã de rocha com densidade de 120Kg/m3, conforme ABNT EB-
329, espessura conforme tabela 3 para conservação de energia e tabela 4
para proteção pessoal.
Detalhes típicos: Anexo 4

7.1.2. Temperatura de 350ºC à 600ºC


Tubo bipartido de lã de rocha com densidade de 120Kg/m3, conforme
ABNT EB-329, e manta para os tampos.
Espessura conforme tabela 5 para conservação de calor e tabela 6 para
proteção pessoal.

7.2. TUBULAÇÃO COM DIÂMETRO MAIOR QUE 14” (355,6mm)

7.2.1. Temperatura até 300ºC

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Uso de mantas de lã de vidro com densidade de 40Kg/m3, conforme ABNT


EB-323, ou lã de rocha com densidade de 64Kg/m3, conforme ABNT EB-
592, ambos sem resina e ambos reforçados com tela galvanizada.
Espessura conforme tabela 7 para conservação de calor e tabela 8 para
proteção pessoal.

7.2.2. Temperatura de 300ºC à 500ºC


Mantas de lã de vidro com densidade de 60Kg/m3, conforme ABNT EB-
323, ou mantas de lã de rocha com densidade de 96Kg/m3, conforme
ABNT EB-592, ambos sem resina e ambos reforçados com tela
galvanizada.
Espessura conforme tabela 9 para conservação de calor e tabela 10 para
proteção pessoal.

7.3. TANQUES, VASOS E OUTROS EQUIPAMENTOS

7.3.1. Temperatura de 50ºC à 300ºC


Mantas de lã de vidro com densidade de 40Kg/m3, conforme ABNT EB-
323, ou mantas de lã de rocha com densidade de 64Kg/m3, conforme
ABNT EB-592, ambos sem resina e ambos reforçados com tela de aço
galvanizado.
Espessura conforme tabela 7 para conservação de energia e tabela 8 para
proteção pessoal.

7.3.2. Temperatura de 300ºC à 500ºC


Mantas de lã de vidro com densidade de 60Kg/m3, conforme ABNT EB-
323, ou mantas de lã de rocha com densidade de 96Kg/m3, conforme
ABNT EB-592, ambos sem resina e ambos reforçados com tela
galvanizada.
Espessura conforme tabela 11 para conservação de calor e tabela 12 para
proteção pessoal.

7.4. ISOLAMENTO COM SILICATO DE CÁLCIO (ALTERNATIVA) TEMPERATURA


ATÉ 650ºC

7.4.1. Tubos bipartidos de silicato de cálcio (densidade 225Kg/m3)


conforme ABNT EB-221, para diâmetro até 10” inclusive.

7.4.2. Segmentos de silicato de cálcio (densidade 225Kg/m3), conforme


ABNT EB-221, para diâmetro igual ou maior que 12”.
Espessura: vide tabela 2.

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7.5. TABELA RESUMO DE APLICAÇÃO DO ISOLAMENTO PARA TUBULAÇÃO E


EQUIPAMENTOS
TUBULAÇÃO E EQUIPAMENTOS
Range Conservação Calor Proteção Pessoal
T>=50º Tubo bipartido de: Tubo bipartido de:
C  Lã de vidro D.60Kg/m3  Lã de vidro D.60Kg/m3
e  Lã de rocha D.120Kg/m3  Lã de rocha D.120Kg/m3
T<=350 TABELA 3 TABELA 4
ºC
Diâm.<
=14”
T>=350 Tubo bipartido de: Tubo bipartido de:
ºC  Lã de rocha D.120Kg/m3  Lã de rocha D.120Kg/m3
e
T<=600 TABELA 5 TABELA 6
ºC
Diâm.<
=14”
T<=300 Manta (sem resina) de: Manta (sem resina) de:
ºC  Lã de vidro D.40Kg/m3  Lã de vidro D.40Kg/m3
e  Lã de rocha D.64Kg/m3  Lã de rocha D.64Kg/m3
Diâm.> TABELA 7 TABELA 8
14”
T>=350 Manta (sem resina) de: Manta (sem resina) de:
ºC  Lã de vidro D.60Kg/m3  Lã de vidro D.60Kg/m3
e  Lã de rocha D.96Kg/m3  Lã de rocha D.96Kg/m3
T<=600 TABELA 9 TABELA 10
ºC
Diâm.<
=14”

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8. MATERIAIS DE FIXAÇÃO DOS ISOLANTES

8.1. SILICATO DE CÁLCIO

8.1.1. Cimento a base de hidrosilicato de cálcio com fibra de


amianto para temperatura até 650ºC.

8.1.2. Massa do tipo emulsão asfáltica com fibra de amianto,


aplicável até 120ºC, não podendo conter areia ou terra diatomácea,
devendo dar um acabamento liso, flexível e impermeável.

8.1.3. Tela hexagonal de arame BWG-22, galvanizado, material


SAE 1020, com malha de ½”, para ser usado como reforço em curvas,
tês e reduções de silicato de cálcio.

8.1.4. Arame de aço galvanizado BWG-16, tempera branda, para


amarração dos tubos bipartidos ou mantas na tubulação.

8.1.5. Arame de aço galvanizado BWG-20, tempera branda, para


costurar a tela.

8.1.6. Suporte para tubos bipartidos de lã de vidro e lã de rocha em


tubulação vertical ou inclinada, conforme fig. 11 e 12 do Anexo 4, para
proteção pessoal.

8.1.7. Suporte para tubos bipartidos de silicato de cálcio em


tubulação vertical ou inclinada, conforme fig.6 e 7 do Anexo 5, para
proteção pessoal.

8.2. MANTAS E PAINÉIS DE LÃ DE VIDRO OU LÃ DE ROCHA

8.2.1. Pinos Ø1/8” em SAE 1010/1020 recozido, para fixar as


mantas ou painéis.

8.2.2. Arame de aço galvanizado BWG-16, tempera branda, para


amarração dos tubos bipartidos ou mantas na tubulação.

8.2.3. Arame de aço galvanizado BWG-20, tempere branda, para


costurar a tela.

8.2.4. Suporte para mantas em tubulação vertical ou inclinada,


conforme fig. 17 do Anexo 4.

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9. MATERIAIS DE REVESTIMENTO

9.1. TUBULAÇÃO

9.1.1. Tubos bipartidos de lã de vidro, lã de rocha e mantas; chapa


de alumínio liso ASTM B209 tipo 3003 ou 5005 ou equivalente, em
bobinas de no máximo 50Kg, largura de 1000mm, espessura de 0,8mm.

9.1.2. Calhas de silicato de cálcio – chapa de alumínio corrugado


ASTM B209, tipo 3003 ou 5005, espessura 0,4mm, com 02 folhas de
papel kraft betuminoso.

9.2. VASOS E TANQUES HORIZONTAIS

9.2.1. Chapa de alumínio liso, ASTM B209, tipo 3003 ou 5005 ou


equivalente, dimensões 1000mm x 2000mm x 0,8mm.

9.3. VASOS E TANQUES VERTICAIS DN  2000mm

9.3.1. Similar ao item 9.2.1.

9.4. VASOS E TANQUES VERTICAIS DN > 2000mm

9.4.1. Telha trapezoidal, tipo POLYFORM 33/343/1030 da


HAIRONVILLE ou similar, aço carbono galvanizado ASTM A 446 GR. A,
espessura 0,5mm, pós-pintado. A cor deverá ser definida no projeto, de
acordo com o equipamento.

9.5. TETOS DOS TANQUES DE ESTOCAGEM

9.5.1. Chapa de alumínio liso ASTM B209 tipo 3003 ou 5005 ou


equivalente, em bobinas de no máximo 50Kg, largura de 600mm,
espessura de 1,0mm.

9.6. ALTERNATIVA PARA AMBIENTE EXTREMAMENTE CORROSIVOS E


ALGUNS CASOS ESPECIAIS

9.6.1. Chapa de aço inox ASTM A244 TP 304, 1000mm x 2000mm x


0,5mm ou chapa galvanizada e plastificada 1000mm x 2000mm x 0,6mm.

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10. MATERIAIS DE FIXAÇÃO DO REVESTIMETO

10.1. MANTAS E PAINÉIS DE LÃ DE VIDRO OU LÃ DE ROCHA

10.1.1. Barra chata 1 ½” x 1/8” – SAE 1010.

10.1.2. Rebite “POP” AD-435S (Ø3,2 x 8,9) para chapa/chapa.

10.1.3. Rebite “POP” AD-550S (Ø4,0 x 12,7) para chapa/rebite.

10.1.4. As chapas de alumínio deverão ser rebitadas nos suportes


das barras chatas com espaçamento de aproximadamente 200mm e nas
emendas com um espaçamento máximo de 150mm.

10.2. TUBULAÇÕES

10.2.1. Rebite “POP” AD-435S (Ø3,2 x 0,9) (Anexo 4).

10.2.2. Parafuso auto-atarrachante de aço galavanizado Ø3,5 x 13


(nas caixas bipartidas para válvulas) (Anexo 4).

10.2.3. Suportes de sustentação conforme fig. 3 e 4 do Anexo 4, no


caso de tubulação com diâmetro maior ou igual a 6”.

10.2.4. Cinta de alumínio ASTM B209 tipo 3003 ou 5005, de ½” x


0,5mm para amarrar as folhas de alumínio corrugado.

10.2.5. Selo de alumínio para fixação de cinta de alumínio, de ½” x


1,0mm, ASTM B209 tipo 3003 ou 5005.

11. PROTEÇÃO

11.1. Corrosão entre silicato de cálcio e chapa de alumínio.


 Feltro asfáltico ou papel betuminoso.

11.2. Corrosão ente ferro e alumínio


 Fita isolante plástica, largura ¾” padrão 3M.

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12. TANQUES E TUBULAÇÕES TEMPERATURAS 0-13ºC

12.1. O isolamento para frio de tanques e tubulações deverá ser feito com poliestireno
expandido (isopor) ou espuma de poliuretano rígido, em calhas para tubos e
placas para equipamentos.
Deve ser salientado que, no isolamento dos tanques, deverá ser feito o “selo de
vapor”, que evitará a entrada de umidade e sua posterior condensação quando
ocorrer o contato com a superfície fria do tanque.
Espessura conforme tabela 1.

13. ESPESSURAS DOS ISOLAMENTOS

13.1. ISOLAMENTO PARA FRIO

TABELA 1: Isolamento para Frio

DIÂMETRO NOMINAL (mm) ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)

26.9 20

48.3 30

76.1 30

114.3 30

219.1 30

406.0 30

TANQUES 40

TABELA 2: CONSERVAÇÃO DO CALOR


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Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC


Isolamento com Tubos Bipartidos: silicato de cálcio d = 225 Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

DIÂ ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)


M. TEMPERATURA DE PROCESSO EM (ºC)
(mm) 100 150 200 250 300 350 400 450 500
20 25 25 40 40 50 50 50 50 50
25 25 25 40 40 50 50 50 50 50
32 25 25 40 40 50 50 50 50 50
40 25 25 40 40 50 50 50 60 60
50 25 25 40 40 50 50 60 75 60
80 25 25 40 40 50 60 60 75 75
100 25 25 40 50 50 75 75 75 100
125 25 25 40 50 50 75 75 100 100
150 25 25 40 50 60 75 100 100 100
200 25 40 40 50 60 75 100 100 100
250 25 40 40 50 60 100 100 100 125
300 25 40 40 50 60 100 100 125 125
350 25 40 50 50 60 100 100 125 125
400 25 40 50 50 60 100 125 125 125
450 25 40 50 60 75 125 125 125 125
500 25 40 50 60 75 125 125 125 150
>
25 40 50 60 75 125 125 125 150
500

TABELA 3: CONSERVAÇÃO DO CALOR

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Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC


Isolamento com Tubos Bipartidos: Lã de Vidro d = 60Kg.m-3
Lã de Rocha d = 120Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC
ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)
DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO EM (ºC)
(inch) DIÂM
100 150 200 250 300 350
.
½ 25 40 64 64 64 64 ½
¾ 25 40 64 64 64 64 ¾
1 25 40 64 64 64 64 1
1½ 25 40 64 64 64 64 1½
2 25 40 50 64 64 64 2
2½ 25 40 50 64 64 64 2½
3 25 40 50 64 64 64 3
4 25 40 50 64 64 64 4
6 25 40 50 64 64 75 6
8 25 40 50 64 75 75 8
10 40 50 64 64 75 100 10
12 40 50 64 75 75 100 12
14 40 50 64 75 75 100 14

TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO EM (ºC)
(inch) DIÂM
100 150 200 250 300 350
.
½ 31 31 50 38 14 37 ½
¾ 31 31 30 32 35 38 ¾
1 31 31 30 33 36 39 1
1½ 32 32 31 34 37 41 1½
2 32 33 34 34 37 42 2
2½ 32 33 34 35 38 43 2½
3 33 33 35 35 39 43 3
4 33 34 35 36 40 44 4
6 33 34 36 37 41 43 6
8 33 34 36 37 39 43 8
10 30 33 34 38 39 39 10
12 30 30 34 36 40 39 12
14 31 30 34 36 40 40 14
TABELA 4: PROTEÇÃO PESSOAL
Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC

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Isolamento com Tubos Bipartidos: Lã de Vidro d = 60Kg.m-3


Lã de Rocha d = 120Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

PROTEÇÃO PESSOAL

ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO EM (ºC)
(inch) DIÂM
100 150 200 250 300 350
.
½ 25 25 25 25 25 40 ½
¾ 25 25 25 25 40 40 ¾
1 25 25 25 25 40 40 1
1½ 25 25 25 25 40 40 1½
2 25 25 25 25 40 40 2
2½ 25 25 25 25 40 50 2½
3 25 25 25 25 40 50 3
4 25 25 25 40 40 50 4
6 25 25 25 40 40 50 6
8 25 25 25 40 40 50 8
10 25 25 25 40 40 50 10
12 25 25 25 40 40 64 12
14 25 25 25 40 40 64 14

TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO EM (ºC)
(inch) DIÂM
100 150 200 250 300 350
.
½ 31 35 40 47 54 47 ½
¾ 31 36 41 48 43 48 ¾
1 31 36 42 49 44 50 1
1½ 32 37 43 51 46 52 1½
2 32 38 44 52 47 54 2
2½ 32 38 45 53 48 48 2½
3 33 39 45 54 49 49 3
4 33 39 46 43 50 51 4
6 33 40 47 45 51 53 6
8 33 40 48 45 52 54 8
10 34 40 48 46 53 54 10
12 34 41 48 46 53 48 12
14 34 41 48 46 53 49 14

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TABELA 5: CONSERVAÇÃO DO CALOR


Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC
Isolamento com Tubos Bipartidos: Lã de Rocha d = 120Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inch) DIÂM
400 450 500 550 600
.
½ 64 64 76 76 102 ½
¾ 64 64 76 76 102 ¾
1 64 76 76 76 102 1
1½ 102 102 102 102 152 1½
2 102 102 102 102 152 2
2½ 102 102 127 127 152 2½
3 127 127 127 127 152 3
4 127 127 127 127 152 4
6 152 152 127 152 152 6
8 152 152 152 152 203 8
10 152 152 178 178 203 10
12 152 152 178 178 203 12
14 152 152 178 178 203 14

TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inch) DIÂM
400 450 500 550 600
.
½ 39 42 42 45 41 ½
¾ 40 43 43 46 42 ¾
1 38 41 44 48 43 1
1½ 35 37 40 42 37 1½
2 36 38 41 44 38 2
2½ 36 39 37 40 39 2½
3 34 36 38 41 40 3
4 35 37 39 42 41 4
6 34 36 38 40 43 6
8 34 36 38 41 38 8
10 35 37 37 39 39 10
12 35 37 37 40 40 12

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14 35 38 37 40 40 14

TABELA 6: PROTEÇÃO PESSOAL


Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC
Isolamento com Tubos Bipartidos: Lã de Rocha d = 129Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inch) DIÂM
400 450 500 550 600
.
½ 38 51 51 64 64 ½
¾ 38 51 51 64 76 ¾
1 51 51 64 64 76 1
1½ 51 51 64 76 76 1½
2 51 64 64 76 102 2
2½ 51 64 64 76 102 2½
3 51 64 76 89 102 3
4 51 64 76 89 102 4
6 64 64 76 89 102 6
8 64 76 89 100 152 8
10 64 76 89 100 152 10
12 64 76 89 100 152 12
14 64 76 89 100 152 14

TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


DIÂM
. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inch) DIÂM
400 450 500 550 600
.
½ 52 48 52 50 54 ½
¾ 53 49 54 51 50 ¾
1 46 51 48 53 51 1
1½ 48 54 51 50 54 1½
2 50 48 53 52 47 2
2½ 51 49 54 53 48 2½
3 52 51 50 50 49 3
4 54 52 51 51 51 4
6 49 54 54 54 53 6

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8 50 50 50 51 44 8
10 51 51 51 53 45 10
12 51 52 52 53 46 12
14 51 52 52 54 46 14

Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC


Isolamento com Mantas: Lã de Vidro d=..40Kg.m-3
Lã de Rocha d=..64Kg.m-3
Temperatura Ambiente: ... 25ºC

TABELA 7: CONSERVAÇÃO DE CALOR

TO 100 150 200 250 300

E 50 75 75 100 125

TS 30 32 36 37 38

TABELA 8
PROTEÇÃO PESSOAL

TO 100 150 200 250 300

E 50 50 50 50 75

TS 30 35 41 48 46

Onde temos que:

TO ... Temperatura de Processo (ºC)


E ... Espessura da Manta (mm)
Ts ... Temperatura de Face Fria Isolamento (ºC)

TABELA 9: CONSERVAÇÃO DE CALOR


Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC
Isolamento com Mantas: Lã de Vidro d = 60Kg.m-3
Lã de Rocha d = 96Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

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DIÂ ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)


M. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inc
DIÂ
h) 100 150 200 250 300 350 400 450 500
M.
16 50 50 75 75 100 100 125 150 150 16”
18 50 50 75 75 100 100 125 150 150 18”
20 50 50 75 75 100 100 125 150 150 20”
24 50 50 75 75 100 100 125 150 150 24”
30 50 75 75 100 100 125 125 150 150 30”
36 50 75 75 100 100 125 125 150 150 36”

DIÂ TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


M. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inc
DIÂ
h) 100 150 200 250 300 350 400 450 500
M.
16 29 33 33 36 36 40 39 39 42 16”
18 29 33 33 37 36 40 39 40 43 18”
20 29 33 33 37 36 40 40 40 43 20”
24 29 33 33 37 37 40 40 40 44 24”
30 30 31 34 34 37 37 41 41 44 30”
36 30 31 34 34 37 38 41 41 45 36”

TABELA 10: PROTEÇÃO PESSOAL


Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC
Isolamento com Mantas: Lã de Vidro d = 60Kg.m-3
Lã de Rocha d = 96Kg.m-3
Temperatura Ambiente: 25ºC

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DIÂ ESPESSURA DO ISOLANTE (mm)


M. TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inc
DIÂ
h) 100 150 200 250 300 350 400 450 500
M.
16 50 50 50 50 75 75 75 100 125 16”
18 50 50 50 50 75 75 75 100 125 18”
20 50 50 50 50 75 75 75 100 125 20”
24 50 50 50 50 75 75 75 100 125 24”
30 50 50 50 50 75 75 75 100 125 30”
36 50 50 50 50 75 75 75 100 125 36”

DIÂ TEMPERATURA DE FACE FRIA (ºC)


M.
TEMPERATURA DE PROCESSO (ºC)
(inc
h) 100 150 200 250 300 350 400 450 500 DIÂM.
16 29 33 37 43 48 45 50 48 52 16”
18 29 33 37 43 48 45 50 48 53 18”
20 29 33 37 43 48 45 50 48 53 20”
24 29 33 38 43 49 46 51 49 54 24”
30 30 33 38 43 49 46 51 49 54 30”
36 30 33 38 43 49 46 52 50 49 36”

Temperatura Máxima de Face Fria Adotada: 55ºC


Isolamento com Mantas: Lã de Vidro d= 60Kg.m-3
Lã de Rocha d= 96Kg.m-3
Temperatura Ambiente= 25ºC

TABELA 11: CONSERVAÇÃO DE CALOR

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ISOLAMENTO TÉRMICO 24 de 24
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TO 100 150 200 250 300 350 400 450 500

E 50 75 75 100 125 125 125 150 150

TS 30 31 34 35 36 39 43 43 47

TABELA 12
PROTEÇÃO PESSOAL

TO 100 150 200 250 300 350 400 450 500

E 50 50 50 50 50 75 75 100 125

TS 30 34 39 44 50 48 51 52 52

Onde temos que:

TO ... Temperatura de Processo (ºC)


E ... Espessura da Manta (mm)
Ts ... Temperatura de Face Fria Isolamento (ºC)

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