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GUSTAVO GRECCO LACOURT

LARA OLEGÁRIO DA SILVA


MARIANA NASCIMENTO DE SOUZA
VICTOR EMANUEL MANFERRARI MENEZES MONTEIRO

DINÂMICA DAS PARTÍCULAS

BELO HORIZONTE
2021
Sumário

1. Introdução 3

2. Movimento da Partícula Através de um Fluido 4

3. Coeficiente de Arraste 7

4. Velocidade Terminal 8

5. Estimativa de CD e Determinação de V0 10

6.Sedimentação Retardada 14

7. Influência da Concentração de Sólidos na Dinâmica de Suspensões 16

8. Separação de partículas sob campo gravitacional 18


8.1 Elutriadores 19
8.2 Câmara de poeira 20

9. Referências Bibliográficas 22

2
1. Introdução

A dinâmica dos sistemas mecânicos foi declarada pela primeira vez por Isaac
Newton em seus “Principia” de 1687. As leis de Newton formam a base para a
derivação das equações de movimento das partículas. A dinâmica moderna é
introduzida através do uso de vetores, diagramas de corpo livre e quadros de
referência. O uso da massa das partículas para representar um corpo é um conceito
idealizado que fornece o modelo mais simples em dinâmica. É importante notar que
a segunda lei de Newton, em sua forma atual, foi usada para derivar princípios
dinâmicos atuais, como trabalho e energia. Essa foi a base para os princípios
variacionais.
As leis que exprimem as relações entre o sistema de forças que atua num
ponto material, as suas propriedades e a alteração de movimento que este sofre,
foram formuladas por Isaac Newton e designam-se por Leis de movimento de
Newton.
Na Dinâmica estudam-se as leis que regem o movimento, estabelecendo-se
a relação entre este e as forças que o provocam. Quando sobre um corpo, atua um
sistema de forças não equilibradas, produz-se sempre uma alteração no estado do
movimento desse corpo. A experiência mostra que, na alteração sofrida, influem não
só as características do sistema de forças, como também a natureza do próprio
corpo. Assim, diferentes sistemas de forças, atuando independentemente sobre o
mesmo corpo, produzirão diferentes alterações no movimento deste; e o mesmo
sistema de forças atuando sobre diferentes corpos, também produzirá alterações de
movimento diferentes.
As leis de Newton só se aplicam diretamente ao movimento de um ponto
material sob a ação de uma força. Nas aplicações práticas de Engenharia, o que
temos habitualmente de estudar é o movimento de um sistema de pontos materiais
(rigidamente ligados ou não), sob a ação de um sistema de forças qualquer,
produzindo qualquer tipo de movimento.

3
2. Movimento da Partícula Através de um Fluido
Entender o comportamento dinâmico das partículas em relação ao fluido
(líquido ou gasoso) em movimento ou em repouso é importante em muitos
processos de separação mecânica. A teoria básica do movimento dos sólidos
através de fluidos está baseada no movimento dos corpos livres, portanto:
𝑑𝑣
𝚺𝐹 = 𝑚 𝑑𝑡
(1)

Em que F (N) é força resultante das forças atuantes sobre qualquer corpo, m
(kg) é a massa das partículas e (dv/dt) é a aceleração, em que v é a velocidade
(m/s) e t é o tempo (s). As forças que atuam sobre uma partícula em queda livre
estão representadas na Figura 1, sendo: Fex força externa, proveniente da
aceleração da gravidade ou de um campo centrífugo, Fa a força de arraste e Fe força
de empuxo.

Aplicando a segunda lei de Newton considerando a Figura 1, tem-se:

A Fex pode ser expressa pela aceleração da gravidade ou pelo campo


centrífugo como:

𝐹𝑒𝑥 = 𝑚𝑔 ou 𝐹𝑒𝑥 = 𝑚𝑎𝑐 (3)

Em que g é a aceleração da gravidade (9,81 m/s2 ) e ac é a aceleração


centrífuga m/s2 . Descrevendo a Fe de acordo com princípio de Arquimedes, tem-se:

4
(4)

Em que ρ é a densidade do fluido (kg/m3). Sendo o ƩF=0, portanto, aceleração


da partícula igual a zero, substituindo as equações (3) e (4) em (2):

𝑚𝑔 − 𝐹𝑎 − ( )ρ𝑔
𝑚
ρ𝑝
(5)

(
𝑚𝑔 1 −
ρ
ρ𝑝 ) − 𝐹𝑎 = 0 (6)

A força de arraste Fa está associada à resistência direta da partícula em ser


arrastada pelo fluido. Usualmente, a força de arraste é decomposta em três termos:

(7)
O primeiro termo Fstokes se refere ao arraste de Stokes, ou seja, é resultado
das contribuições do arraste de fricção e de forma. O segundo termo Faparente está
associado à força de arraste aparente, resultado da aceleração e desaceleração da
partícula no meio fluido. O terceiro termo FB conhecido como força de
Boussinesq/Basset ou history force, está relacionado à mudança na camada limite
que envolve a partícula decorrida da aceleração e desaceleração da partícula.
Outra maneira de expressar Fa é através do coeficiente de arraste CD:

(8)
em que A p é a área projetada da partícula que, para uma esfera é:

(9)
em que dp é o diâmetro da partícula. O coeficiente de arraste CD é dado por:

(10)

5
Essa equação somente é válida para baixos valores do número de Reynolds
(Rep < 1), ou seja, quando o escoamento é governado por forças viscosas. Rep é o
número de Reynolds da partícula, definido por:

(11)
Ao se aumentar o valor da velocidade do fluido e/ou diminuindo a velocidade
da partícula, ou diminuindo a viscosidade do fluido, as forças inerciais se tornam
importantes, fazendo com que o coeficiente de arraste seja definido como:

(12)

6
3. Coeficiente de Arraste
Do atrito existente entre a superfície de determinada partícula se
movimentado por um fluido, origina-se a força de arraste. Portanto, a definição do
coeficiente de arraste (CD) será análoga à definição do fator de atrito (f) utilizada em
escoamento de fluidos nas tubulações.
O conceito de Coeficiente de Arraste é usado para corpos imersos
movimentando-se através de um fluido, é adimensional e quantifica o arraste ou
resistência de um objeto neste meio fluido. O coeficiente pode ser dado por:

(13)

FD - força de arraste ou força resistiva (N);


A - área da seção transversal da esfera;
CD - coeficiente de arraste;
vR - velocidade relativa entre a partícula e o fluido (m/s);
pR - densidade do fluido (kg/m3)

O coeficiente de arraste depende de diversos fatores, como as propriedades


físicas dos fluidos, velocidade relativa, tamanho das partículas, entre outras, como
da forma, ou esfericidade da partícula, e também do número de Reynolds definido
para a partícula, como mencionado anteriormente.

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4. Velocidade Terminal
O cálculo da velocidade terminal é extremamente importante para a
compreensão da fluidodinâmica das partículas sólidas e de sua interação com o
fluido. Além disso, essa grandeza é fundamental para a elaboração de projetos de
separadores gás-partículas, especialmente nos projetos de elutriadores, câmaras de
poeira, ciclones, hidrociclones, sedimentadores, entre outros equipamentos de
separação de particulados.

Sabe-se que a velocidade terminal de uma partícula que se move em um


determinado fluido sob a ação da gravidade é definida como a velocidade máxima
alcançada por ela no momento em que a força resultante se torna nula, isto é,
momento em que a força de resistência (ou força de arraste) se iguala a força da
gravitacional. É importante salientar, que a velocidade terminal depende de vários
fatores, como a densidade, tamanho, forma e orientação da partícula, além das
propriedades do fluido e do campo.

Logo, através da definição de velocidade terminal, temos:

Para baixo número de Reynolds:

(14)

Substituindo a equação (8) em (14), temos:

8
Sendo:

Considerando que o fluido está em repouso, temos: , então:

(15)
Para esferas:

Logo:

(16)

9
5. Estimativa de CD e Determinação de V0
Na literatura as seguintes equações empíricas podem ser encontradas para o
cálculo de CD, velocidade terminal da partícula isolada, diâmetro de partícula, etc.

A) Partículas Esféricas:
1º Caso: Escoamento lento de uma esfera caindo em um fluido em repouso →
Regime Laminar ou Regime de Stokes (0 < Rep < 1) com

(17)
O escoamento de um fluido viscoso e incompressível em torno de uma esfera foi

estudado por Stokes para Rep “ 1, resultando em: .


Logo, substituindo FD na equação (13), temos:

Substituindo Rep na equação acima, tem-se:

(18)
e substituindo na equação (19) na equação para a velocidade terminal, equação
(18), tem-se:

(19)
2º Caso: para a Região Intermediária (1< Rep < 500) utilizar correlações empíricas,
Allen →

(20)
Klyachko →

10
(21)
3º Caso: Para a Região do Regime de Newton (500 < Rep < 2*10^5)

E para a velocidade terminal a partir da equação (16):

(22)
B) Partículas Não Esféricas ou Isométricas
1º Caso: Processo iterativo com a equação (15) e o gráfico apresentado na
figura (2) de CD versus Re para o cálculo da velocidade terminal (V°).

(23)
O método consiste nos seguintes cálculos:
1 - Chutar um valor para V°,
2 - Calcular Rep, achar CD pela Figura (2) e recalcular V°,
3 - Comparar V° calculado com V° chutado
4 - Repetir o método até V° calculado = V° chutado.

11
Figura 2: Coeficiente de arraste para partículas isométricas.

A figura 3 apresenta diferentes relações que existem entre CD e número de


Reynolds considerando a forma da partícula e a orientação do objeto com relação à
direção do escoamento. A face do disco e o eixo do cilindro são perpendiculares à
direção do escoamento.

Figura 3 - Coeficiente de Arraste para esferas, cilindros e discos.

12
2º Caso: Uma alternativa ao processo iterativo é utilizar a Tabela 1, para
partículas isométricas. Esta tabela apresenta um método de cálculo para o número
de Reynolds quando se conhece a velocidade terminal da partícula (V°) ou o
diâmetro da partícula (DP).
Partículas isométricas são partículas esféricas ou na forma de poliedros
regulares (tetraedro, cubo, octaedro, icosaedro e dodecaedro).

Tabela 1 - Fluidodinâmica da Partícula Isométrica (Pettyjohn & Chistiamen, 1948)

Na tabela 1, U é a velocidade relativa fluido-partícula; u é a velocidade do


fluido não pertubado pela partícula; v ou V° é a velocidade da partícula.

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6.Sedimentação Retardada
Uma partícula em queda livre em um fluido (água por exemplo) é acelerada
por um certo tempo pela ação da força de gravidade, aumentando sua velocidade
até alcançar um valor máximo, a velocidade terminal, que então permanece
constante.
A razão de sedimentação livre em água (ρ= 1) de duas partículas esféricas de
diâmetros d1 , d2 e densidades ∆1 e ∆2 , é expressa pela relação:

𝑚
𝑑1 ∆2−1
𝑑2
= ⎛ ∆1−1 ⎞ (24)

⎝ ⎠
O expoente m varia de 0,5 para partículas pequenas (< 0,1 mm) obedecendo
à lei de Stokes, a 1, para partículas grossas (> 2 mm) obedecendo à lei de Newton.
A relação dá a razão de tamanho requerida para duas partículas
apresentarem a mesma velocidade terminal. Verifica-se que, para um dado par de
minerais, a relação será maior nas condições de Newton (m = 1). Em outras
palavras, a diferença de densidade entre partículas minerais tem um efeito mais
pronunciado nas faixas grossas, ou ainda, do outro lado, nas faixas granulométricas
mais finas, a separação por este mecanismo é menos efetiva. Por exemplo, uma
pepita esférica de ouro de 2 mm de diâmetro apresenta a mesma velocidade
terminal, em queda livre, que uma partícula de quartzo de 20 mm. Já a velocidade
terminal de uma partícula de ouro de 20 µm se iguala à de uma partícula de quartzo
apenas três vezes maior, de 60 µm de diâmetro.
Na prática, equivale a dizer que, para um determinado par de minerais, a
separação destes, em granulometria grossa (regime de Newton), pode ser
alcançada em intervalos de tamanhos relativamente mais largos. Já em
granulometria fina (regime de Stokes), é necessário um maior estreitamento do
intervalo de tamanho para uma separação mais eficiente por este mecanismo.
Se ao invés de água houver a sedimentação em uma polpa (água e
minerais), o sistema se comporta como um líquido pesado, e a densidade da polpa
é mais importante que a da água. A condição de sedimentação retardada, ou com
interferência, agora prevalece.

14
Considerando as partículas esféricas, a relação de sedimentação retardada é
semelhante à relação anterior, substituindo-se a densidade da água pela densidade
da polpa. É fácil verificar que esta relação é sempre maior que na situação de
sedimentação livre. Se a densidade da polpa fosse 2, por exemplo, os diâmetros do
quartzo e ouro seriam 48/2 mm e 100/20 µm, respectivamente, para comparação
como o exemplo acima, ou seja, os diâmetros em que as partículas de quartzo e
ouro apresentariam a mesma velocidade terminal nos dois regimes.

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7. Influência da Concentração de Sólidos na
Dinâmica de Suspensões
Na literatura, pode-se observar que o valor da velocidade terminal é bastante
diminuído quanto maior for a concentração de sólidos . Se a concentração de
sólidos for inferior a 5% em volume esta concentração não exerce influência na
dinâmica das partículas. A redução da velocidade terminal se deve a dois fatores,
sendo eles:

1) As partículas atrapalham umas às outras;


2) Aparece um significativo movimento ascendente de líquido;

A fim de obter o módulo da velocidade relativa fluido-partícula considerando o


efeito da presença da fase particulada na fluidodinâmica de suspensões , utiliza-se
a correlação do tipo Richardson e Zaki (1954):

U/V0 = f(Re0,ε) (25)

U - módulo da velocidade relativa fluido-partícula;


ε - porosidade, que é a fração volumétrica de fluido na suspensão;
Cv - fração volumétrica da fase sólida na suspensão;
Re0 - o número de Reynolds referente à velocidade terminal da partícula isolada.

As correlações referentes à equação (25) podem ser determinadas através


de experimentos de sedimentação em batelada com U= Vsed/ε com Vsed sendo a
velocidade da frente de sedimentação; e na fluidização homogênea com U= Qf/(εA),
sendo Qf a vazão de fluido e A a área da seção transversal de fluidização. Os
experimentos tornam-se imprecisos quando a faixa granulométrica das partículas
sólidas é extensa e quando a concentração de sólidos é reduzida.

Segundo Massarani, a influência da concentração das partículas de diversas


formas em suspensões é apresentada na tabela 2.

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Tabela 2: Influência da Concentração de Partículas na Fluidodinâmica de
Suspensões

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8. Separação de partículas sob campo
gravitacional
Com a intenção de obter o valor do diâmetro de uma partícula destacada na
Figura 4 que está sujeita à força gravitacional, sua dinâmica em uma câmara de
seção retangular com dimensões B, H e L pode ser estudada. Além disso, é
admitido que H << B, ou seja, é considerado em teoria um escoamento entre placas
paralelas desconsiderando o efeito da aceleração da partícula.

Figura 4 : Fluidodinâmica da partícula na câmara de seção retangular

O diâmetro crítico da partícula dpc especifica as condições limites de


separabilidade no equipamento em análise. Ou seja, partículas com diâmetro maior
que dpc são coletadas com eficiência de 100 %, independentemente da posição em
que são alimentadas na câmara.
O tempo necessário para que a partícula de diâmetro crítico percorra a
distância h é dado por:

Analogamente, o tempo necessário para que a partícula de diâmetro crítico


percorra a distância L é dado por:

Combinando ambas equações, temos uma expressão para o cálculo da


velocidade terminal da partícula com diâmetro crítico:

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8.1 Elutriadores
A elutriação consiste em uma operação de separação baseada na diferença
entre a velocidade média do fluido e a velocidade terminal da partícula. No
elutriador, as partículas com diferentes diâmetros e densidades apresentam
distribuições de velocidades terminais diferentes e esse fato garante a separação
das frações de sólido.
O elutriador (Figura 5) consiste de uma coluna de diâmetro conhecido, onde
uma amostra de partículas é alimentada perto do topo da coluna, enquanto o fluido
(comumente água) é alimentado com uma vazão volumétrica Q perto da base.

Figura 5: Elutriador
Na prática, a elutriação consiste numa “sedimentação ao contrário”, ou seja,
o fluido atravessa a região onde as partículas sólidas se encontram dispersas
inicialmente. Caso o material seja homogêneo, a separação se dará pela diferença
de diâmetro das partículas. Se o material for heterogêneo, a separação se dará pela
diferença de velocidade terminal e densidade das partículas.
Muitas vezes, a elutriação pode ser realizada com ar. Esta técnica é
particularmente importante na determinação do tamanho de poeiras contaminantes.
O elutriador é extremamente vantajoso pois ele permite a medida instantânea das
partículas separadas.

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8.2 Câmara de poeira
As câmaras de poeira (Figura 6) são sedimentadores cujo objetivo é retirar
poeiras de correntes gasosas. Sua utilização ocorre principalmente em indústrias
que possuem gases muito sujos em termos de materiais particulados.

Figura 6: Câmara de poeira

A operação de separação mecânica que ocorre em uma câmara de poeira


baseia-se na diferença entre o tempo de permanência de uma determinada partícula
presente em uma corrente gasosa, e o seu tempo de queda em uma determinada
coluna de separação. Esse tempo de permanência se refere ao tempo de trânsito
que a partícula precisa para atravessar a coluna.
A mistura gás-partículas é alimentada no primeiro estágio. Na medida em que
ela se dirige à saída do equipamento, as partículas maiores ou de maior densidade
se depositam na base de cada câmara. Por outro lado, as partículas mais finas ou
de menor densidade se dirigem à saída do equipamento, juntamente do fluido,
analogamente à elutriação.
O tempo de queda está associado à velocidade terminal da partícula:

Já o tempo de permanência está relacionado ao trajeto da partícula pela distância L:

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Se o tempo de permanência for maior que o de queda, a partícula ficará
retida na câmara de poeira. Caso contrário, a partícula será arrastada pelo fluido à
próxima câmara.

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9. Referências Bibliográficas
CHAGURI, Lívia. Operações em Sistemas Particulados. Escola de Engenharia de
Lorena, USP. Disponível
em:<https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4661616/mod_resource/content/1/Apos
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Particle Dynamics: The Principle of Newton’s Second Law. In: Fundamentals of


Multibody Dynamics. Birkhäuser Boston. Disponível em:
<https://link.springer.com/chapter/10.1007/0-8176-4406-7_1>

CARNEIRO, Joaquim. Dinâmica da partícula e do sólido. Disponível em:


<https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/16963/1/Din%C3%A2mica%20
da%20part%C3%ADcula%20e%20do%20s%C3%B3lido.pdf>

KLINGER, Caroline. CONSTRUÇÃO DE MÓDULO DE ELUTRIAÇÃO COMO


FERRAMENTA DE CONTEXTUALIZAÇÃO PARA O ENSINO DE OPERAÇÕES
UNITÁRIAS. Disponível em:
<http://san.uri.br/sites/anais/ciecitec/2017/resumos/poster/2903.pdf>

CREMASCO, Marco Aurélio. OPERAÇÕES UNITÁRIAS EM SISTEMAS


PARTICULADOS E FLUIDOMECÂNICOS. São Paulo, 2ª Edição. Editora Blucher.
2012.

MASSARANI, Giulio. FLUIDODINÂMICA EM SISTEMAS PARTICULADOS. Rio de


Janeiro, 2ª Edição. 2001.

GOMIDE, Reynaldo. OPERAÇÕES UNITÁRIAS. Vol.1. São Paulo. 1980.

GEANKOPLIS, Christie J. TRANSPORT PROCESSES AND UNIT OPERATIONS.


University of Minnesota. Prentice-Hall International, Inc. 3ª Edição. 1993.

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