Curso Técnico em Gerência em Saúde

Participa do planejamento, controle e avaliação da implementação de políticas públicas de saúde. Gerencia serviços e unidades de saúde e seus processos de trabalho. Assessora estudos de custos e viabilidade e desenvolve projetos de gestão em saúde. Participa do tratamento estatístico de indicadores de saúde. Atua na previsão e provisão do sistema de estoque, compras e distribuição de material. Acompanha a execução de contratos e serviços de terceiros.

Participa do planejamento, controle e avaliação da implementação de políticas públicas de saúde. Gerencia serviços e unidades de saúde e seus processos de trabalho. Assessora estudos de custos e viabilidade e desenvolve projetos de gestão em saúde. Participa do tratamento estatístico de indicadores de saúde. Atua na previsão e provisão do sistema de estoque, compras e distribuição de material. Acompanha a execução de contratos e serviços de terceiros.           Carga horária: 1.200 horas O Curso Técnico em Gerência em Saúde poderá abordar os seguintes temas: Sistema Único de Saúde Legislação e regulação Modelos de atenção e de gestão Avaliação e indicadores de desempenho. Processo de trabalho em saúde Financiamento e orçamento Sistemas de informações Patrimônio e estoques

Ao concluir o Curso Técnico em Gerência em Saúde, você poderá atuar: Hospitais, clínicas, postos e unidades de saúde públicos, privados e do terceiro setor. Empresas seguradoras de medicina de grupo, de autogestão ou similares Fonte: SETEC - Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – MEC O que é o curso? O Curso tem por objetivo fornecer instrumento teórico, técnico e metodológico aos profissionais, capacitando-os em Técnico – Gerência em Saúde, para que se alcance um melhor gerenciamento dos recursos financeiros e humanos, com base em instrumentos jurídicos, materiais, financeiros e tecnológicos. Objetivos Fornecer instrumento teórico, técnico e metodológico e formar futuros técnicos em Gerência em Saúde; Qualificar profissionais que já atuam no mercado para contribuir no atendimento com qualidade nas organizações de saúde; Formar técnicos capacitados ao exercício de funções técnico-operacionais às diversas unidades operacionais de saúde; Capacitar pessoas com habilidades em novas modalidades de gestão que implicam em aplicar estratégias em sistemas de informações, controles, planejamentos estratégicos, organização de recursos humanos; Impulsionar novos mecanismos e instrumentos de tecnologia em gestão hospitalar e saúde;

preservando o equilíbrio entre aspectos teóricos e práticos e favorecendo a participação dos alunos em atividades produtivas e significativas do ponto de vista educacional. fornecedores. favorecendo a integração da escola. Participar do planejamento organizacional. patrimonial. resolvendo problemas e atuando na melhoria dos recursos hospitalares. lucro bruto e lucro líquido. o levará à atuação no planejamento.4903 . Desenvolver competências técnicas e gerenciais. produção e sistemas de informações. comunidade e setores da saúde. nos procedimentos mercadológicos (tributário. postos e unidades de saúde públicos e privados. do ponto de vista econômico ou tecnológico. Desenvolver formas de controle e avaliação de procedimentos utilizados no gerenciamento de pessoal. flexibilidade. Executar os processos de gestão específicos da área de saúde. de compra. O curso visa a formar Técnicos – Gerência em Saúde que sejam capazes de: Auxiliar na aplicação de diretrizes do Planejamento estratégico. decisão. responsabilidade. Período: Noturno Coordenador do Curso Técnico em Gerência em Saúde: Professor Marcos Rogério Vieira Cardoso (37) 3431. Aplicar princípios e conceitos. tecnológicos e de gestão. criatividade e comunicação.Apresentar novas metodologias e diferentes modelos de melhoria da qualidade de atenção em saúde. consultórios. orientação global. contábil). clínicas. administração e execução de empreendimentos na área de saúde. baseada em conhecimentos científicos. Identificar e formular estratégias de planejamento de marketing. Assimilação de valores éticos e atitudes que reflitam uma postura coerente de respeito. colocando em ação programas de melhoria da qualidade e gestão de usuários do sistema de saúde. Áreas de atuação Hospitais. faturamento. utilizando técnicas e modelos adequados. Colaborar na otimização das atividades organizacionais da instituição ou empresa. Incentivar o desenvolvimento pessoal. de armazenamento e distribuição física dos produtos. entre outros. tais como patrimônio. iniciativa. Controlar estoques. custos e despesas. Comportamentos e valores que indiquem a sua capacidade de exercer o seu papel de cidadão e pessoa útil à sociedade. Formar profissionais capazes de absorver e desenvolver novas técnicas . de acordo com as estruturas orçamentárias e societárias das organizações e com os resultados de estudos do mercado. Inserir o aluno em situações reais de trabalho. sócio – cultural e de cidadania. recursos materiais. relativos à gestão organizacional dos serviços de saúde. financeiro. do Planejamento tático e do Plano diretor. Carga horária: 1440 horas Duração:1 ano e 6 meses Perfil do profissional Postura empreendedora que. produtos. margem de contribuição e outros relacionados com produtividade e lucratividade. Coletar dados para elaborar banco de dados sobre pacientes (clientes).

postos e unidades de saúde públicos. grupos ou instituições capazes de interferir de forma ética e/ou política numa determinada situação. Além disso. na modalidade Educação a Distância do IFPA que se configura em uma iniciativa estratégica com o oferecimento de oportunidades de formação e qualificação de alto nível a profissionais. podendo em sua função gerenciar serviços e unidades de saúde e seus processos de trabalho. que segundo D’Ambrósio (2005). de forma integrada ao seu processo de trabalho. Esses profissional irá poder atuar em hospitais. Em Saúde Pública. Ao se matricular em uma instituição. o profissional poderá realizar uma assessoria quanto aos custos e viabilidade de desenvolvimento dos projetos de gestão em saúde. necessitando.APRESENTAÇÃO O Instituto Federal de Educação. clínicas.). Baseia-se no conceito de Escola de Governo em Saúde (é um centro produtor do conhecimento e de informação. estude com tranquilidade Tecnologia em Gestão de Saúde DOM. pesquisa e extensão apresenta a proposta do Curso de Tecnologia em Gestão de Saúde. financiamento e orçamento.O Técnico em Gerência em Saúde irá planejar e participar do controle e da implementação das políticas públicas de saúde. bem como verifica o que comprar e torna esses materiais a disposição para os serviços de saúde. no âmbito de suas atribuições e responsabilidade social no campo do ensino. neste momento. sistemas de informações. visando colaborar para a construção e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). . O curso na modalidade à distancia permitira ao discente desenvolver o seu próprio calendário das atividades programadas num espaço pedagógico. tem como grande desafio o ensino-serviço numa visão construtivista. o professor dispõe-se a ouvir. patrimônio e estoques entre outros assuntos. examinar e interagir num espaço pedagógico. com mais eficácia. Para a educação a distancia o mundo virtual também é um espaço pedagógico. privados e do terceiro setor. 13 DE SETEMBRO DE 2009 11:40 1. eficiência e eqüidade. O Técnico em Gerência em Saúde gerencia todo o estoque de produtos e materiais. que na saúde com vista ao Sistema Único de Saúde SUS. caso tudo esteja ok. verifique as condições do acervo da biblioteca da mesma. além de empresas seguradoras de medicina de grupo. onde reconhece a compreensão que o aluno possui dos conceitos e idéias desenvolvidas sobre o conteúdo exposto. de acordo com um projeto próprio. dar um passo maior na difusão das informações e na construção de uma rede que contribua com a disseminação do conhecimento construído e organizado. Ao longo do curso que terá duração de 1200 horas o aluno do curso Técnico em Gerência em Saúde irá ter temas para estudar como: Sistema Único de Saúde. bem como de seus laboratório de informática. Ciência e Tecnologia do Para-IFPA. legislação e regulação. os atores são indivíduos.

costumes.PERFIL PROFISSIONAL O Tecnólogo em Gestão de Saúde é um profissional voltado para a realidade amazônica. finalmente as conclusões como elaboração de relatórios e recomendações. Profissionais que atuem na coordenação de serviços de saúde do município para utilizar as ferramentas da epidemiologia. Competências: A saúde pública trabalha o ser humano do ponto de vista da atenção básica de saúde até a sua maior complexidade da assistência individual ou coletiva. 3. assim como no gerenciamento dos serviços de saúde. do meio ambiente onde se insere e da magnitude do processo saúde e doença que influencia na dinâmica da comunidade. além da organização e planejamento de medidas de enfrentamento. levando em consideração as suas especificidades culturais. da gestão e do planejamento em saúde no aprimoramento da gestão e do monitoramento das ações em âmbito municipal. compreendendo assim que tal modalidade proporcionará democratizar o saber nesta área. sociais e epidemiológicas. bem como atuando no campo da prevenção da saúde. através da educação e conscientização de medidas profiláticas na comunidade. Conhecer as questões Amazônicas através da identificação das relações sociais e a valorização da cultura popular.OBJETIVOS Formar um profissional que atua na promoção. planos e programas de saúde. Coordenar e planejar os programas (trabalhar na Vigilância Epidemiológica através da elaboração do perfil de doença. assim como a definição de recursos financeiros. proteção e recuperação da saúde.As atividades práticas in loco serão orientadas pelo tutor através das unidades de trabalho. relações sociais e modo de vida. o curso atenderá à demanda regional que aponta para um grande contingente de profissionais de saúde voltado para gestão das ações e dos serviços do SUS. visando à intervenção no processo saúde doença. através dos níveis de atenção representados pela promoção. . Desenvolver atividades inerentes ao planejamento. proteção e recuperação da saúde. portanto no potencial de aprendizado da população com associação do conhecimento científico ao popular. processamento e análise dos dados (operar os programas de Informação em Saúde no intuito de subsidiar a elaboração de políticas. de agravo. sendo concomitante com o avanço nas unidades dos módulos. programação e avaliação dos serviços de saúde utilizando para sua execução instrumentos necessários tais como: Epidemiologia. levando em consideração o caráter preventivo das ações na comunidade. através da construção e análise dos indicadores de agravos a população) e. E Desenvolver atividades inerentes ao planejamento e administração dos serviços de saúde utilizando informações do perfil da população adscrita. controle e notificação para qualquer agravo sanitário à saúde humana) e estratégias emergenciais para determinar agravo na comunidade. Este espectro de ações baseia-se no SUS (Sistema Único de Saúde). bem como reflexo na melhoria da qualidade de gestão local. Atuar na Vigilância Ambiental na identificação de riscos ambientais. onde os alunos deverão interagir com o tutor através da internet e nos momentos presenciais. Gerenciar as organizações de saúde no âmbito da gestão de material. 2. gestão de recursos humanos e gestão de recursos financeiros em Saúde Pública. através do controle de notificações de agravos. investigação. Sistema de Informação e os Sistemas de vigilância. Investindo. as competências abaixo servem de orientação na práxis educativa: Desenvolver atividades inerentes à promoção e prevenção da saúde a partir de conhecimentos da vida e do “modo de andar à vida” da comunidade em seu “espaço geográfico” historicamente construído. com vistas a interferir positivamente no processo saúde-doença e atuar na Vigilância Sanitária através da ação coordenada para identificação. Considerando o conhecimento de suas crenças. da relação epidemiológica e do ambiente. a coleta de dados. Nesta perspectiva. Assim. Avaliar os serviços de acordo com as metas e os métodos utilizados no plano de saúde.

à Distância TOTAL C. Total 80 60 40 80 120 380 C. em Informática Tec.H. Total 80 80 20 180 1° SEMESTRE Disciplinas Educação em Saúde Política de saúde Pública Sociologia Amazônica Antropologia Cultural Amazônica Relações Interpessoais e Ética Profissional TOTAL 3° SEMESTRE Disciplinas Sistema de Informação em Saúde Pública 2° SEMESTRE C. Total Disciplinas Epidemiologia Aplicada à 60 Administração dos Serviços de Saúde Geoprocessamento Aplicado à Saúde Pública Vigilância das Doenças não Transmissíveis Orientação e Organização de Trabalho Acadêmico Sistema de Controle e Avaliação de Qualidade do Sistema de 60 Saúde Abordagem Comunitária Atividades teoria-prática 100 60 60 80 60 .4. Oper.H.H.H.H. Total 100 TOTAL 4° SEMESTRE C. em Recursos Didáticos Intro. Total Disciplinas Fundamentos de Vigilância à 60 Saúde 60 Estatística Geral 80 Metodologia Científica 80 40 380 Saneamento Ambiental e Básico Atividade teoria-prática C.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NIVELAMENTO Disciplinas Fund. Total 60 80 60 60 60 320 C.H. à Edu.H. Total Disciplinas 80 Saúde Ocupacional Vigilância e Controle de Doenças de Notificação Compusória Inspeção Sanitária Controle Ambiental Atividade teoria-prática Vigilância Sanitária e Ambiental 80 Demografia e Bioestatística Planejamento em saúde Pública Administração em saúde Pública Atividade teoria-prática TOTAL 5° SEMESTRE Disciplinas Programas Institucionais em Saúde Pública 80 80 80 60 460 TOTAL 6° SEMESTRE C.

1. Modelo de Excelência em Gestão Segundo a Fundação Nacional da Qualidade – FNQ. articular.Atividades teoria-prática 100 Apresentação de TAC 16 TOTAL 280 TOTAL 416 O curso está composto de um total de 2. a atividade de gestão implica em coordenar. avaliar e auditar o sistema de saúde em nível municipal.416 horas. v Liderança e constância de propósitos.1. habilidades. desde o instante inicial de criação de uma atividade até a finalização da mesma e sua conseqüente avaliação. ferramentas e técnicas às atividades a fim de atender aos seus requisitos de maneira eficiente e eficaz.915 à distância. sendo 491 presenciais e 1. negociar. reeditada em 2002) – que são instrumentos jurídico-institucionais – que foram formuladas com o intuito de implementar o SUS. estadual e nacional.Implementação de novas idéias geradoras de um diferencial competitivo. v Abordagem por processos: Compreensão e gerenciamento da organização. NOAS 01. acompanhar. Esta gestão é regulamentada pelas Normas Operacionais (NOB-SUS 91. são eles: v Visão sistêmica . Neste sentido. 2. v Proatividade . v Valorização das pessoas. o administrador deve estar sempre raciocinando. a gestão é a aplicação de conhecimento.Entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização.Capacidade da organização de se antecipar às mudanças. v Inovação . 93 e 96. controlar. que implica na utilização dos quesitos mencionados acima. . A função administrativa é algo amplo. Gestão no SUS No Sistema Único de Saúde – SUS. já que desempenha estas funções simultaneamente e deve harmonizar esforços em busca de um objetivo já preestabelecido. a partir de uma visão global. os Fundamentos da Excelência em Gestão expressam conceitos que se traduzem em práticas encontradas em organizações de elevado desempenho. O que é Gestão Segundo o PMBOK[1] 2004. 1. planejar.

compreendem: v assistência. Sua prioridade primordial é promover e consolidar o pleno exercício. assim. várias iniciativas institucionais. por parte do poder público municipal e do Distrito Federal. v intervenções ambientais. são sempre co-responsáveis. v a prática do acompanhamento.438/90 e as Normas Operacionais Básicas (NOB). da Constituição Federal). dessa forma. fundo a fundo. criando. esta NOB aponta para uma reordenação do modelo de atenção à saúde. neste sentido. condições para uma efetiva participação e controle social. ainda em vigor. v os instrumentos gerenciais para que municípios assumam seus respectivos papéis de gestores do SUS. na promoção. Parágrafo 1º. em substituição a remuneração por produção de serviços. Estadual e Federal. proteção e recuperação da saúde. legais e comunitárias foram criando as condições de viabilização plena do direito à saúde. Estas. . no entanto. Essa responsabilidade. e Artigo 32. da função de gestor da atenção a saúde dos seus munícipes (Artigo 30. Além de aperfeiçoar a gestão do SUS. com base em programações ascendentes. a plena responsabilidade do poder público Municipal. v políticas externas. não exclui o papel da família. avançando na consolidação dos princípios do SUS.Contudo. com a conseqüente redefinição das responsabilidades dos Estados.080/90 e 8. da comunidade e dos próprios indivíduos. Os campos de atenção à saúde do SUS. Busca-se. as chamadas Leis Orgânicas da Saúde (Nº 8. na medida em que redefine: v os papéis de cada esfera de governo. para a definição de estratégias e movimentos táticos. antes de destacarmos as competências de cada gestor e seus instrumentos de gestão. do Distrito Federal e da União. sendo que os poderes públicos. por sua vez. Destacam-se. voltam-se mais direta e imediatamente. para melhor compreendermos o sentido desta forma de organização. que orientam a operacionalidade do SUS. ampliando as transferências de caráter global. no âmbito jurídico institucional. o Decreto Nº 99. v os mecanismos e fluxos de financiamento. e valorizando os resultados advindos de programações com critérios epidemiológicos e desempenho com qualidade.1 Norma Operacional Básica – NOB-SUS 01/96 A partir da nova Constituição da República. abordaremos a NOB-SUS/96. incisos V e VII. superando os mecanismos tradicionais. da Constituição Federal). na respectiva competência ou na ausência de função do município (inciso II do Artigo 23. privilegiando os núcleos familiares e comunitários. pactuadas e integradas. controle e avaliação no SUS. centrados no faturamento de serviços produzidos. v os vínculos dos serviços com os seus usuários. 2.142/90).

São. v Promover harmonização. v Assumir. respeitadas as atribuições do respectivo Conselho e de outras diferentes instâncias de poder. os governos Municipais. Papel do Gestor Estadual v Exercer a gestão do SUS. no âmbito estadual. no âmbito nacional. v Promover condições e incentivar o poder municipal para que assuma a gestão da atenção à saúde de seus munícipes. controle e avaliação. portanto. gestores do SUS os Secretários Municipais e Estaduais de Saúde e o Ministro da Saúde. na perspectiva de atenção integral. que consolidam os sistemas estaduais como: § Informação informatizada. nesta NOB. estadual ou nacional). Cada um destes gestores tem competências definidas nesta NOB. em caráter de transição. integração e modernização dos Sistemas Municipais. Da mesma forma que no âmbito Estadual. . § Desenvolvimento de recursos humanos. v Exercer as funções de normalização e de coordenação no que se refere à Gestão Nacional do SUS. acompanhamento. da competência do poder público e exclusiva desta esfera de governo. necessariamente. v Fomentar a harmonização.Independentemente da gerência dos estabelecimentos prestadores de serviços ser estatal ou privada. § Financiamento. § Apropriação de custos e avaliação econômica. v Promover as condições e incentivar o Gestor Estadual com vistas ao desenvolvimento dos sistemas municipais. respectivamente. a gestão de todo o sistema municipal é. Estaduais e o Federal. gerência é conceituada como sendo a administração de uma unidade ou órgão de saúde (municipal. § Programação. que representam. a gestão da atenção à saúde das populações. compondo o SUS – Estadual. cujo Município ainda não assumiu esta responsabilidade. a integração e a modernização dos Sistemas Estaduais. o exercício dos papéis do Gestor Federal requer a configuração de sistemas de apoio logístico e de atuação estratégica. § Desenvolvimento de ciência e tecnologias. Assim. a saber: Gestor Federal v Exercer a gestão do SUS. de modo a conformar o SUS-Estadual.

de integração e de modernização dos sistemas municipais competem ao poder público estadual. definidas por força da Lei Orgânica. com os seus núcleos sociais primários – as famílias. realizadas em seu território. nos diferentes níveis do Sistema. avaliação e eventual recurso da parte que se julgar prejudicada. preferencialmente. v Operação dos sistemas de informação referentes à atenção básica. mediados. . por um lado. v Monitoramento e fiscalização da aplicação dos recursos financeiros. Ao federal. pela universalização e integralidade e. As conclusões das negociações pactuadas por estas. em dois colegiados de negociação: a CIT e a CIB. A proposta deste novo modelo de gestão é centrá-lo na qualidade de vida das pessoas e do seu meio ambiente e melhorar e relação da equipe de saúde com a comunidade. ocorre. Um dos meios para isto é a criação do cartão SUS. para conhecimento. As tarefas de harmonização. são viabilizados os princípios de unicidade e de equidade. As instâncias básicas para a viabilização dos propósitos integradores e harmonizadores são os Fóruns de Negociação. As demais resoluções devem ser encaminhadas. no prazo máximo de 15 dias decorridos de sua publicação.Papel do gestor municipal v Elaboração do plano municipal de saúde. v Monitoramento e avaliação das ações de vigilância em saúde. por intermédio de indicadores de desempenho. O SUS tem como ideais a consolidação de vínculos com e entre diferentes segmentos sociais e atendimento com eficácia e eficiência. com numeração nacional. v Monitoramento. por outro. Portanto. incube promovê-las entre as Unidades da Federação. garantindo a sua divulgação. desta NOB ou de resolução específica dos respectivos Conselhos são submetidas previamente a estes para aprovação. pela limitação de recursos (racionalização). assegurando o atendimento de urgência por qualquer serviço de saúde e o balizamento de recursos. são formalizadas em ato próprio do gestor respectivo. O processo de articulação entre os gestores. Por meio dessas instâncias e dos Conselhos de Saúde. inclusive no que se refere à habilitação dos estados e municípios às condições de gestão desta Norma. envolvendo aspectos epidemiológicos. Estadual e Federal – a Comissão Intergestores Tripartite (CIT) – e pelos gestores Estaduais e Municipais – a Comissão Intergestores Bipartite (CIB). especialmente. esta NOB disciplina o processo de organização da gestão. Aqueles referentes às matérias de competência dos Conselhos de Saúde. v Gestão da informação. integrados pelos gestores Municipal.controle e avaliação de todos os serviços prestados. com ênfase na consolidação da direção em cada esfera de governo e na construção da rede regionalizada e hierarquizada de serviços. v Adoção de vínculos de trabalho que garantam os direitos sociais e previdenciários dos trabalhadores de saúde na sua esfera de gestão e de serviços.

cabendo ao Estado a gestão do SUS naquele território municipal. desempenhando as funções anteriormente assumidas ao longo do processo de implantação do SUS. a partir de níveis de complexidade. O quadro de metas é elaborado para um período de um ano. não fazendo jus às novas prerrogativas introduzidas por esta NOB. PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO (PDR): Tem por objetivo organizar a assistência à saúde do Estado de forma regionalizada e hierarquizada. Os Estados. não estando sujeita a procedimento específico de habilitação nesta NOB. e v Gestão Plena do Sistema Municipal Os Municípios que não aderirem ao processo de habilitação permanecem. . que foram progressivamente incorporadas pelas SES (Secretaria Estadual de Saúde). por sua vez. apesar de requisitos obrigatórios. para efeito desta Norma Operacional. os municípios podem habilitar-se em duas condições: v Gestão Plena de Atenção Básica. explicitam as responsabilidades do gestor municipal.Explicita as prioridades.As condições de gestão estabelecidas nesta NOB. QUADRO DE METAS: Parte integrante do Plano de Saúde e tem como objetivo estabelecer metas prioritárias nas três esferas de governo. são necessários para o funcionamento do SUS. A partir da Habilitação dos Municípios e Estados em uma das condições previstas nesta NOB. enquanto for mantida a situação de não habilitado. A partir desta NOB. são eles: AGENDA DE SAÚDE: Instrumento de gestão que estabelece um compromisso formal das prioridades de governo na área de saúde para o período de um ano. exceto ao PDAVS (Programa Desconcentrado de Ações de Vigilância Sanitária) nos termos definidos pela SVS/MS. objetivos. A habilitação dos municípios às diferentes condições de gestão significa a declaração dos compromissos assumidos por parte do gestor perante os outros gestores e perante a população sob sua responsabilidade. Essa condição corresponde ao exercício de funções mínimas de gestão do Sistema. poderão habilitar-se em duas condições de gestão: v Gestão Avançada do Sistema Estadual. e v Gestão Plena do Sistema Estadual Os Estados que não aderiram ao processo de habilitação permanecem na condição de gestão convencional. os requisitos relativos às modalidades de gestão e as prerrogativas que favorecem o seu desempenho. PLANO DE SAÚDE :Produto resultante do processo de planejamento em saúde para um período de gestão. na condição de prestadores de serviços ao Sistema. os gestores têm à sua disposição os instrumentos de gestão que. metas e estratégias estabelecidas com base na análise da situação e tendências.

O Pacto pela Saúde é resultado de um esforço das três esferas de governo no sentido de responder aos temas cruciais debatidos na 12ª Conferência Nacional de Saúde no que se refere à gestão do SUS. 2a.Consolidação do SUS. no qual estão detalhadas as Diretrizes Operacionais para os Pactos em Defesa do SUS. b. c.2. b. Pacto pela Saúde Em 2006. c. definindo as competências das três esferas de governo. . 3a. organiza o modelo de atenção e gestão do SUS. 4a. d. pela Vida e de GESTÂO . RELATÓRIO DE GESTÃO: Ferramenta de avaliação do cumprimento das metas estabelecidas na Agenda Municipal de Saúde e da aplicação de recursos: programação e execução. Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde – CONASEMS e o Ministro da Saúde assinam o PACTO PELA SAÚDE . Os instrumentos de Gestão Municipal dividem-se em quatro tipos principais: 1a. representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde –CONASS. Planejamento Planejamento público Proibições e restrições Taxação Diversos impostos e taxas sobre propriedades Taxas de serviços Taxas de desenvolvimento Suporte Financeiro e tributário Imposto predial Imposto de renda sobre lucro imobiliário Taxas sobre projetos locais Construção de melhorias Instrumentos Administrativos Desapropriação Transferência do direito de construir. b. b.PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA (PPI): A partir do princípio de regionalização. 2.

buscando maior efetividade. exigindo uma maior “.. integra em grandes blocos o financiamento federal e estabelece relações contratuais entre os entes federativos.” (Nota Técnica CONASS. Regulação. Explicita as diretrizes para o financiamento público tripartite: busca critérios de alocação eqüitativa dos recursos. 2006) Assim. é preciso avançar na regionalização e descentralização do SUS. a partir de uma unidade de princípios e uma diversidade operativa que respeite as singularidades regionais. 2. Gestão do Trabalho e . Reforça a territorialização da saúde como base para a organização dos sistemas.tem como finalidade a qualificação da gestão pública do SUS. capacidade de respostas concretas às necessidades de saúde da população brasileira. o Pacto “. Esse Pacto parte de uma constatação indiscutível: o Brasil é um país continental e com muitas diferenças e iniqüidades regionais. reforça os mecanismos de transferência fundo a fundo entre gestores. promovendo um choque de descentralização. Estadual e Municipal. grifos nossos) O Pacto de Gestão estabelece as responsabilidades claras de cada Ente Federado de forma a diminuir as competências concorrentes e a tornar mais claro quem deve fazer o quê.1... O Pacto radicaliza a descentralização de atribuições do Ministério da Saúde para os Estados e. Programação Pactuada e Integrada. para o fortalecimento da gestão compartilhada e solidária do SUS. Financiamento. eficiência e qualidade de suas respostas. Prioridades Definir de forma inequívoca a responsabilidade sanitária de cada instância gestora do SUS : Federal. destes. acompanhado da desburocratização dos processos normativos. contribuindo assim. e tornar a saúde uma política de Estado mais do que uma política de governo.As iniciativas de descentralização já demonstravam sinais de esgotamento. Planejamento. Estabelecer as Diretrizes para a gestão do SUS. estruturando as regiões sanitárias e instituindo colegiados de gestão regional. para os Municípios. com ênfase na: IIIIIIIVVVIVIIVIIIDescentralização. Participação e Controle Social.2.. Mais do que definir diretrizes nacionais. Regionalização.” (Idem. Reitera a importância da participação e do controle social com o compromisso de apoio a sua qualificação.

DESCENTRALIZAÇÃO: Constituir a qualificação da descentralização com fortalecimento das CIB’s. v Garantir o direito à saúde. Os principais instrumentos de planejamento da Regionalização são o Plano Diretor Regionalização – PDR. fortalecendo Estados e Municípios para exercerem papel de gestores e para que as demandas dos diferentes interesses loco-regionais possam ser organizadas e expressadas na região. portanto. 2. regulação. v Potencializar o processo de descentralização. v Organização das redes de ações e serviços a partir das necessidades. ampliando o conceito de cuidado à saúde no processo de reordenamento das ações de promoção. tratamento e reabilitação com garantia de acesso a todos os níveis de complexidade do sistema. associada à capacidade de diagnóstico e decisão locoregional que possibilite os meios adequados para a redução das desigualdades no acesso às ações e serviços de saúde existentes no país. sendo eles: 1Atenção Básica. II . resolutividade e qualidade às ações e serviços de saúde cuja complexidade e contingente populacional transcendam a escala local/municipal. ampliando a visão nacional dos problemas.2. reduzir desigualdades sociais e territoriais e promover eqüidade.FINANCIAMENTO O Pacto de Gestão estabeleceu a nova forma de transferência de recursos. Cada CIB deve estabelecer qual o desenho mais apropriado para garantir o acesso com qualidade ás ações e serviços de saúde. v Garantir a integralidade na atenção à saúde.2. a definição do conjunto de ações e serviços a serem desempenhadas em cada região deverá estar de acordo com as necessidades de saúde e da capacidade de oferta da região III. Diretrizes I. saindo de mais de 131 formas de financiamento para 5 Blocos. composto por : . o Plano Diretor de Investimento – PDI e a Programação Pactuada e Integrada de Atenção em Saúde – PPI. v Racionalizar os gastos e otimizar os recursos.IX- Educação na Saúde. programação e linhas de investimento. v Garantir acesso. possibilitando ganho em escala nas ações e serviços de saúde de abrangência regional. v Criação de espaço de gestão regional responsável pelo planejamento. prevenção.REGIONALIZAÇÃO v Desenho das regiões a partir de identidades loco-regionais.

composto por: v Limite Financeiro da Média e Alta complexidade Ambulatorial e Hospitalar – MAC v Fundo de Ações estratégicas e compensação – FAEC 3Vigilância em Saúde. descreve as responsabilidades de cada gestor do sistema. públicos e privados v Assistencial – conjunto de relações saberes.v Piso de Atenção Básica Fixo – PAB Fixo v Piso de Atenção Básica Variável – PAB Variável 2Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. . aloca recursos entre municípios. tecnologias e ações que intermediam a demanda dos usuários por serviços de saúde e acesso a estes. programa as ações que serão realizadas com o objetivo de garantir o acesso da população aos serviços de saúde (levando em conta o princípio da Regionalização). V – REGULAÇÃO v Atenção à Saúde – tem por objeto a produção de todas as ações diretas e finais de atenção à saúde. composto por: v Vigilância Epidemiológica e Ambiental em Saúde v Vigilância Sanitária 4Assistência Farmacêutica.PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA (PPI) Organiza o modelo de atenção e gestão do SUS. dirigida aos prestadores de serviços de saúde. Além disso. explicita a distribuição de competência das 3 esferas e orienta a organização do sistema de saúde e das redes de referencia das microrregiões. composto por : v Básico de Assistência Farmacêutica v Estratégico da Assistência Farmacêutica v Medicamentos de Dispensação Excepcional 5Gestão do SUS. os gestores de saúde passarão a ter maior autonomia na aplicação de recursos. a partir do plano de saúde estabelecido e aprovado pelo conselho municipal ou estadual IV. composto por: v Qualificação da Gestão do SUS v Implantação de Ações e serviços de Saúde Com a nova modalidade de transferência de recursos.

v Apoiar o processo de formação dos Conselheiros. considerando-a como parte essencial de uma política e estratégia para a formação e desenvolvimento de trabalhadores do SUS. a gestão pactuada entre as três esferas de governo. XI – EDUCAÇÃO NA SAÚDE Tem como diretriz avançar na implementação da Política Nacional de Educação Permanente (PNEP). AÇÔES: v Apoiar Conselhos. “a ação política de sujeitos individuais e coletivos que disputam a orientação do sistema de saúde”. ainda precisam ser superados. com direção única. VII– PLANEJAMENTO Este sistema buscará. Há que se considerar. discutindo-a e avaliando-a de forma a providenciar ajustes sempre que necessários. VI – PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL É um princípio doutrinário e está assegurado na Constituição e nas Leis Orgânicas da Saúde 8080/90 e 8142/90. Tem como diretrizes a Política de RH como eixo para o SUS. Considerações finais Conforme podemos observar ao longo do texto. Conferências de Saúde e os Movimentos Sociais que atuam no campo da saúde. Sabemos que a co-existência de Modelos Assistenciais distintos também se constitui um desafio de superação. de forma tripartite. ao longo dos seus quase 20 anos de existência. já . bem como promoverá a participação social e a integração intra e intersetorial. considerando os determinantes e condicionantes da saúde. VIII – GESTÃO DO TRABALHO É composta pela estruturação. Por um lado. a efetivação do SUS depara-se com diversos desafios que.O Pacto de Gestão define que a regulação dos prestadores de serviços deve ser preferencialmente do município. a implantação e implementação de ouvidorias nos Estados e Municípios. capacitação de Recursos Humanos para a Gestão do Trabalho e o Sistema Gerencial de Informações. os processos de Educação Popular em Saúde. a pactuação de bases funcionais do monitoramento e avaliação do SUS. conforme o desenho de rede de assistência pactuado na CIB e observar o contido no termo de gestão do pacto. ainda. v Estimular a participação e avaliação dos cidadãos nos serviços de saúde. 3. a revisão do conceito de Saúde ou modelos de atenção é fundamental. (Idem) Por outro. o processo de Mobilização Social e Institucional em Defesa do SUS e na discussão do Pacto. valorização do trabalho e trabalhadores de saúde. Tratamento de Conflitos e a Humanização das Relações de Trabalho. ainda precisa amadurecer ao ponto de não se configurar em “uma tradução pragmática das regras legislativas” (Carvalho e Cunha).

fica o desafio de experimentar novas formas de gerir as instituições de saúde (Ibidem). também. assim propõe um “Colegiado Gestor”. Junho de 2006. Ano GERÊNCIA DE SAÚDE Objetivo: Formar técnicos de nível médio em Gestão de Serviços de Saúde. Para Campos (2000).que o SUS trouxe nova concepção de saúde e atenção. S. se desenvolve por meio de aulas teóricas e práticas. G. Para tanto. Apostila da Disciplina de Políticas de Saúde. MAGALHÃES JgR. W. dificultando o foco na saúde. Descrição: A habilitação. G. PASCHE. G. 4. In Diário Oficial da União. Brasília: Editora MS. Norma Operacional Básica do SUS – NOB-SUS 01/96. In CAMPOS. a GESTÃO DA Atenção na Saúde: Elementos para se pensar a mudança da organização na Saúde. com participação na gestão. VASCONCELOS.. G. In CAMPOS.. Modelos de Gestão. 2006. o modo como os trabalhadores se relacionam com o seu principal “objeto” de trabalho: a vida e o sofrimento de indivíduos (ou uma coletividade). formado pelo gestor. porém. onde haja compromisso das equipes com a “produção de saúde”. O Sistema Único de Saúde. H. é imprescindível o enfoque interdisciplinar. com uma cultura organizacional mais pública e solidária. PUPO. é só o primeiro passo para uma transformação mais profunda. Brasília. CONASS. T. ________. CARVALHO. Mimeo. R.T. R. CUNHA. a qualificação e humanização na gestão dependem de um equilíbrio nas relações de poder. S. Brasília. Brasília. SD NOTA TÉCNICA. Diante deste quadro. Ainda. M. W. Belo Horizonte. Faculdade de Saúde Pública. Relatório Final da 12ª Conferência Nacional de Saúde. Tratado de Saúde Coletiva. Novembro de 1996. B. D. Local: Editora. Para entender o Pacto pela Saúde 2006. 2004. os trabalhadores tendem ao enfoque na especialização. Neste sentido. M. na perspectiva de prevenção. ________. cujo olhar volta-se para a doença e não para o indivíduo (e sua rede de relações). oferecida na forma Integrada ao Ensino Médio. coordenações das equipes de referência e apoiadores. ao considerarmos a importância da gestão para a efetivação do SUS.F. quem opera este Sistema? O aparato legal é importantíssimo para uma mudança de paradigma. Contudo. Pacto pela Saúde. C. Formulação de Políticas de Saúde. onde o usuário é o centro da atenção e há cooperação entre a equipe técnica para a atenção integral a este usuário. Referências Bibliográficas BRASIL. temos que considerar. Tratado de Saúde Coletiva. em componentes curriculares organizados em torno dos seguintes eixos temáticos: . São Paulo. S.. 2008. Ano. Local: Editora.. proteção e recuperação da saúde.

. . Cidadania e Subjetividade Oficina de Leitura 2ª série Novas Tecnologias de Gestão em Saúde Financiamento II Abastecimento e Patrimônio Serviços Gerais em Saúde Legislação em Saúde Informação em Saúde II Avaliação dos Serviços de Saúde Informática em Saúde II Estatística Iniciação à Pesquisa Iniciação à Educação Politécnica em Saúde (IEP) 3ª série Aprendizado Prático . Sociedade e Cidadania. . A quem se destina: Alunos que já tenham concluído o Ensino Fundamental. Coordenadores: José Orbílio de Souza Abreu Francini Lube Guizardi Disciplinas: 1ª série Teoria Geral da Administração Financiamento I Planejamento em Saúde Iniciação à Educação Politécnica em Saúde (IEP) Informação em Saúde I Informática em Saúde I Sujeito nos Serviços de Saúde Gestão do Trabalho em Saúde Direito.Produção e Disseminação de Informação em Saúde. Carga Horária: 1404 Número de Vagas: 34 Titulação: Técnico em Gerência de Saúde (Gestão em Serviços de Saúde). .Saúde.Ciência e Tecnologia em Saúde.Política do Quadro Sanitário Brasileiro.Administração e Planejamento em Serviços de Saúde. .

Iniciação à Educação Politécnica em Saúde (IEP .

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