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NTBNET – Licença de uso exclusivo para o Sistema Petrobras

ESCADA OE PORTALÓ OE AÇO OU ALUMI"NIO 7.020


PARA CONSTRUÇÃO NAVAL
NBR 10801
Especificaçio NOV/1989

SUMÁRIO
1 Objetivo
2 Norma complementar
3 Definições
4 Condições gerais
5 Condições especrticas
6 Inspeções
7 Aceitação e re;eiçio.
ANEXO - Figuras

OBJETIVO

Esta Norma fixa as condtç~es e requisitos exigrveis para aceitaçio e/ou recebi-
mento de escadas·de portalõ de aço ou alumínio para navios mercantes, a serem u-
tilizadas em construçio naval.
em 12/01/2012

2 NORMA COMPLEMENT AR
Na aplicaç~o d~sta Norma e necessirio consultar:
NBR B680 - Guincho para escada de porta16 para construçio naval - Especifica-
çao

3 DEFINiÇÕES
Para os efeitos desta Norma sao adotadas as definiç~es de 3.1 a 3.10.
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3. I Esaada de portaZó
Dispositivo para embarque e desembarque no navio, a partir de terra ou de outra
embarcação.

3.2 Esaada de portaZó de um estágio


Origem: ABNT - 7: 00.06-027/88 (EB-1930)
Ca.7 - Comi"tê Brasileiro de Construção Naval
CE-7: 00.06 - Comissão de Estudo de Equipamentos de Convés
NBR 10801 - Shipbuilding - Accomodation ladder - Specification
Oescripton: huI! acessory. deck. ladder.
Foi baseada na ISO -- DIS 548Sn8, JIS F 261SnS e JIS F 2605/81

SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOCIAÇAO BRASILEIRA


METROLOGIA, NORMALIZAÇAO DE NORMAS T~CNICAS
E QUALIDADE INDUSTRIAL C

acessório casco/convás/superestrutura.
Pllavrat-chave: escada. NBR 3 NORMA BRASI"'EIRA REGISTRADA

CDU: 629.12.011.57 TodoI 01 dlnltol nMt . . . . 8 pátina


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2 NBR 10801/1989

Escada cuja estrutura e fabricada em uma ~nica seçao.

3.3 Escada de po~aZó de múZtipZos estágios


Escada cuja estrutura é fabricada em mais de uma seçao e pode ser:
a} tipo articulada;
b} tipo telescópica.

3.4 Escada de po'tttaZó aom 'ttehatimento ve'tttiaaZ


Escada de um ou mais estágios, que ao passar da posição de operaçao para a posl
ção de estiva, os seus patins e a estrutura da escada fazem um rebatimento de
um plano horizontal para um plano vertical.

3.5 Esaada de po'tttaZó aom ~eaoZhimento horiaontaZ


Escada de um ou mais estágios, que ao passar da posição de operaçao para a posl
ção de estiva, faz uma translação num plano horizontal, passando de uma região
fora de borda para uma região acima do convés.

3.6 Comp1'imento nominaZ d


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(L

3.6.1 Para a escada de portalõ de um único estágio, é a distância entre o cen-


tro do pino superior de articulação da escada com o patim superior giratório e
o centro do pino de articulação do patim inferior COm a escada, conforme in-
dicado na Figura l, em Anexo.

3.6.2 Para escada de portaló de múlt.iplos estágios, é a soma dos comprimentos


de cada estágio, conforme indicado na Figura 2, em Anexo.
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3.7 Comprimento de p:rojeto (L2)


Máxima distância entre os pontos de apoio de cada estágio, conforme indicado
nas Figuras 1 e 2, em Anexo.

3.8 Cornpriment9s de cada estágio (L 3 ) e (L~)


Distância em cada estágio J entre o centro do pino superior e o centro do pino
inferior, conforme indicado na Figura 2, em Anexo.

3.9 Altura do cOr'rimão (a)


Distância vertical medida entrea parte superiordo·corrimãoe a parte superiordos
deg raus, quando a escada es tá na pos i ção ho r i zon ta 1, con fo rme i nd i cado na Fi gu ra 3,
em Anexo.

3 . ·1 O Largura (h)
Menor 1a rgura 1i v re .d i spon ív~ 1 para a c i rcu 1ação de pessoas, conforme i nd i cada na 'FI-
gura 3, em Anexo.
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4 CONO'ÇOES GERAIS

4 . "I construção

4.1.1 As e~cadas de porta16 devem ser dotadas de:


a) roJo de apoio;
b) patim inferior com virios pontos de fixaçio de forma a permitir o a-
cesso à escada.quando a mesma está com ângulo de inclinação de 0° ate
55°;
c) roletes laterais;
d) patim superior fixo;
e) patim superior giratório de forma a permitir que a extremidade infe-
rior da escada se afaste ou se aproxime do costado do navio;
f) corrimãos superiores e intermediários;
g) turcos com seus poleames e massames;
h) guincho,conforme NBR 8680;
i) defensa;
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j) degraus anti-derrapantes com forma apropriada para as diversas inclina


ções da escada;.
k) balaústres fixos, rebatrvei~ ou removrveis.

4.1.2 Os comprtmentos nominais (Ll) devem ser:


a} 3,6 m , LI , 7,2 m com Incrementos de 0,6 m;
b) 7.2 m < Ll ~ 21,6 m com Increment~s de 1,2 m;
c) 21,6 m < Ll , 30,6 m com incrementos de 1,8 m.
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Nota: Outros comprimentos podem ser adotados de comum acordo entre o f~brican­

te e o comprador.

4.1.3 A altura do corrimão deve ser, no mínimo, 1000 mm acima dos degraus, es-
tando a escada de portaló na horizontal (ver Figura 3, em Anexo).

4. 1.4 A largura das escadas de portaló de um estágio e de múltiplos estágios,


do t·ipo articulado deve ser, no mínimo, 600 mm.

4. 1.5 A distância entre degraus deve ser, no máximo, 350 mm, conforme indicado
na Figura 4, em Anexo.

4.1.6 Um corrimão j"ntermediário deve ser instalado à meia-altura.

4.1.7 A escada de portaló deve ser dotada de um dispos.itivo de proteção abaixo


dos degraus e em todo seu comprimento.

4.1.8 A estrutura das escadas de portaló bem como a de seus patins deve ser fa-
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bricada em aço ou alumrnio.

4.1.9 A tensão máxima admissível de projeto, estando a escada de portaló carre-


gada deve se r :
a) tensão de escoa~nto do aço empregàdo dividido por 2;
b) limite de proporcionalidade (~ • 0.2%) do alumínio empregado dividido
por 2.

4.1.10 O comprador deve fornecer ao fabricante da escada de portaló, as seguin-


tes informações básiças l .
a) numero de estágios;
b) tipo (rebatimento vertical ou recolh.imento horizontal);
c) comprimento nominal;
d) ma te r i a 1 ;
e) tipo de corrimão e balaústre;
f) carga de projeto;
g} número desta Norma/ano.
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5 CONDIÇOES ESPEC"FICAS

5. 1 Desempenho

5.1.1 As escadas de portaló ~evem permitrr utilização segura, quando estJverem


formando um ângulo de inclinação de QOaté 55° com a horizontal.

5.1.2 As escadas de portaló devem ser projetadas de tal forma que, na posiçio
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horizontal, resistam a cargas {pi} de 735 N local izadas em todos os degraus ou d!:,
graus alternados, conforme indicado na Figura 5, em Anexo.

5.1.3 Individualmente, cada degrau deve resisti r a uma,.carga concentrada de


735 N na sua .região central.

5.1.4 Os patins superiores (fixos e giratórios), os intermediários e os inferio


res, devem resistir a uma carga uniformemente distribuída de 4000 N/m 2 .

5.1.5 Os pontos de sustentação devem resistir ao peso próprio da escada e patins


carregados.

5.1.6 As balaustradas devem resistir a uma carga lateral de 500 N/m aplicada no
corrimão sup.erior, sem sofrerem deformação permanen·te.

6 INSPEçOes

le-xemplo: ~scada de portaló <1e um ·estág}.o, com rebatimento vertical, comprimento


'norntnal tl = 16,8 nt,·. fab'ricada em al\Jmrnio, testada com carga de proje·
to local izada em todos os degraus, 'NBR 10801/89.
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6.1 Nas dependênaias do fabriaante

6.1.1 O protótipo de cada projeto de escada de porta16 deve ser ensaiado na po·
sição horizontal, apoiado pelas extremidades, formando um vão igual ao comprime~

to de projeto (L2). de forma a comprovar a resistência e obter a deflexão máxima


da escada. No caso de escadas de múltiplos estágios, cada estágio deve ser ensai
ado separadamente, como descrito anteriormente.

6. l.2 A deflexão do protótipo da escada de porta"ló ou de cada estágio da mesma


deve ser, no máximo:
a) escadas carregadas em todos os degraus:
. .h.t para escadas fabr i cadas em aço;
100

- -75L2 para escadas fabri cadas em alumínio;


b) escadas carregadas em degraus a 1te rnados :

- 3L020 para escadas fabricadas em aço;


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-.fero para escadas fabricadas em alumínio.

6.1.3 Após o ensaio, a estrutura do protótipo da escada de portaló deve ser cui
dadosamente inspecionada, para assequr-ar-se de que não há ponto(s) de falha ou
deformações permanentes nas partes sujeitas a esforços. As flechas medidas antes
do carregamento e após a retirada da carga não devem discrepar significativamen-
te.
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7 ACEITAÇÃO E REJEiÇÃO

7.1 Todos os ensaios e inspeções devem obedecer aos requisitos desta Norma, e
seus resultados devem ser fornecidos ao comprador.

7.2 As escadas de portaló que não satisfaçam aos requisitos especificados :nesta
Norma, devem ser rejeitadas.

IANEXO
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ANEXO - FIGURAS

FIGURA 1 - Escada de um:único estágio


FIGURA 2 - Escada de múltiplos' estágios
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FIGURA 3 - Altura do corrimão(a) e largura(b)

--J C ~ CORTE LONG1TUDINAL

@"'\~~"'\"\"'\"'\f ~
ç~350 mm

FIGURA 4 - Distância entre degraus

IFIGURA 5
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8 NBR 10801/19"
111

,.-715 :... ·nsN


ti
N

~tt.tttt*t+!tt~ t *t t t t
~ L. ..I 1....--....-..,.....-- LI -~_I
k= N N
para N par: k = --2--
nara N ímpar: k -:: N+
2

FIGURA 58) - Em todo. os ctegraus FIGURA Sb) - Em degraus alternados

nnde:
k = numero de cargas
N = numero de degraus
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FIG~RA 5 - Resistência à cargas 10calizad1"


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