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CALIBRAÇÃO

´ É o processo de determinação e registro, com


grau de incerteza apropriado, da relação entre
os valores indicados por um instrumento e o
valor verdadeiro (ou convencionado como
verdadeiro) de uma quantidade medida
Prof. Marcelo Cad
cad.facs@gmail.com

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO I

RASTREABILIDADE ESPECIFICAÇÕES
´ É o princípio pelo qual a incerteza de um padrão é ´ O que são especificações?
medida contra um padrão superior, permitindo
que a incerteza de um instrumento seja Descrição das características que definem o
certificada comportamento de um sistema de
instrumentação
´ Padrão ´ Para que especificar?
´ Medida materializada, instrumento de medição, Para conhecer aspectos quantitativos,
material de referência ou sistema de medição qualitativos, ergonômicos, ambientais, de
destinado a definir, realizar, conservar ou
reproduzir uma unidade ou um ou mais valores de
manutenção, custo, confiabilidade,
uma grandeza para servir como referência rastreabilidade.
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VALOR VERDADEIRO VALOR CONVENCIONADO COMO VERDADEIRO

É o valor real de uma quantidade É o valor indicado pelo melhor instrumento de


O valor verdadeiro nunca é encontrado e não é medida disponível (padrão)
conhecido. Assim, o valor atribuído apresenta Exemplo:
sempre uma incerteza Um
U voltímetro
ltí t com 1% de d erro pode
d ser
Na prática: calibrado com outro com 0,1% de erro.
o Valor Verdadeiro é substituído pelo Valor
Convencionado como Verdadeiro

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ERRO ERRO

´ Definição ´ Erro Relativo: percentual da quantidade


´ É a diferença entre o resultado de uma medida
medição e o valor verdadeiro de uma Erro (Rel) = Vmedido – Vreal x 100%
quantidade medida Vreal
V l
´ Tipos ´ Erro de Fundo de Escala (FS): percentual da
´ Erro Absoluto: expresso na unidade específica indicação de FS do instrumemto de medida.
da medição Erro (FS) = Vmedido – Vreal x 100%
Erro absoluto = |medido – real| Valor de FS
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ERROS DE MEDIDA ERROS SISTEMÁTICOS


´ Têm um caráter constante e é dependente de
´ Erros de Sistema
processo ou do sistema
´ Erros Condicionais
´ Exemplos
´ Erros Estocásticos
« Offset de amplificadores
« Comportamento não-linear de sistemas
´ Ruídos e Oscilações Térmicas « Fator de escala fixo requerido

´ Eliminação
« Zeramento automático
« Procedimentos de calibração empregando
memória digital
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ERROS CONDICIONAIS ERROS ESTOCÁSTICOS


´ Causados por processos estocásticos que são
´ Causados por influências externas, fortemente fenômenos que ocorrem em materiais e
dependente das condições ambientais e componentes
operacionais em que o sistema opera
« Ruído
« EMI (interferências eletromagnéticas)
« Temperatura do material
« EMP (p g
(pulsos eletromagnéticos))
« Pressão
P ã em um gágás
´ Eliminação « Fluxo de corrente em um material
´ Escolha de componentes menos sensíveis à ´ Redução
interferências « Redução drástica da temperatura dos estágios
« Isolação, blindagem e estabilização do sistema face às sensíveis a ruído
fontes de interferências
« Deslocamento de freqüência para uma faixa mais alta
« Compensação da fonte de interferência com sinal de onde haja menos ruído 1/f
polaridades opostas
« Aplicação de técnica de amostragem com
10 microprocessador buscando reduzir o ruído 11

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EXATIDÃO INCERTEZA E REPETIBILIDADE

´ É a qualidade que caracteriza a habilidade de ´ Incerteza: Define a faixa de valores (x) dentro da
um instrumento de medida em dar indicações qual o valor verdadeiro (ou convencional) é
equivalentes ao valor verdadeiro de uma estimado permanecer
quantidade medida.
´ Na prática, emprega-se o termo erro de ´ Repetibilidade: Representa a habilidade de um
exatidão ou incerteza (um erro de 2% instrumento em fornecer indicações idênticas a
representa uma exatidão de 98%) aplicações repetitivas de mesmo valor da
quantidade medida, sob mesmas condições

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REPRODUTIBILIDADE CATÁLOGOS DE INSTRUMENTOS

´ Expressa a proximidade de uma medida de ´ GERAIS


·Visor: Analógico
mesmo valor, de uma mesma variável mas sob «
« ·Temperatura de Operação: 0°C~40°C
condições de uso diferentes (diferente método, « ·Umidade Relativa: <80%
local de medida, instrumento diferente) « ·Dimensões: 30(P)( ) x 60(L)
( ) x 90(A)mm
( )
« ·Peso: 95g
´ TENSÃO AC
« ·Faixa: 10V, 50V, 250V, 1000V
« ·Precisão: ± 5.0% fs
« ·Sensibilidade: 2k ohm/V
´ CORRENTE DC
« ·Faixa: 500μA, 50mA, 250mA
« ·Precisão: ± 5.0% fs
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NORMAS E SIMBOLOGIAS DE INSTRUMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO DAS NORMAS

´ A norma ANSI/ISA-S5.1-1984 (R1992) ´ Fluxogramas de processo e mecânico;


Instrumentation Symbols and Identification foi ´ Diagramas de sistemas de instrumentação;
concebida para ser uma padronização de ´ Especificações, listas de instrumentos;
simbologia e identificação de instrumentos e
´ Identificação de instrumentação e funções de
equipamentos de processo, sendo atualmente
sua abrangência a nível mundial. controle.

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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES
´ Acessível (Accessible): Termo aplicado a um ´ Binário (Binary): Termo aplicado a um dispositivo ou sinal
dispositivo ou função programada que poderá ser que tem somente 2 posições ou estados. Quando usado
visto ou utilizado pelo operador com o propósito de na sua forma mais simples, como em "SINAL BINÁRIO"
acompanhamento do processo ou atuação em (oposto a "SINAL ANALÓGICO"), o termo representa os
estados "LIGA/DESLIGA" ou "ALTO/BAIXO", isto é, não
ações de controle. representa uma contínua variação de quantidade.
quantidade
´ Alarme: Indicação da existência de uma condição ´ Chave (Switch): Dispositivo que conecta, desconecta ou
anormal por meio de um sinal sonoro, visual ou de transfere um ou mais circuitos, manualmente ou
ambos. automaticamente. Neste caso deverá ser atuado
´ Atrás do Painel (Behind the panel): Termo aplicado a diretamente pela variável de processo ou seu sinal
instrumentos inacessíveis ao operador e que representativo e, sua saída poderá ser utilizada para
normalmente estão localizados no interior do painel acionar alarmes, lâmpadas pilotos, intertravamentos ou
sistemas de segurança
ou em armários separados.
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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES
´ Configurável: Termo aplicado a um dispositivo ou sistemas cuja
estrutura ou característica funcional poderão ser selecionada ´ Controlador Multi-Malha (Compartilhado): Controlador
ou rearranjada através de programação ou outros métodos. O com algoritmos pré-programados que são usualmente
conceito exclui rearranjo de fiação como meio de alterar a acessíveis, configuráveis e comutáveis logicamente,
configuração. contendo várias entradas e saídas, capaz de controlar
´ Comutável Logicamente (Assignable): Termo aplicado a uma simultaneamente diversas malhas de controle.
característica q p
que permite g
logicamente o direcionamento de
um sinal de um dispositivo para outro sem a necessidade de ´ Controlador
C t l d Programável
P á l (Programable
(P g bl Logic
L gi Controller):
C t ll )
comutação manual, ligação provisória ou mudança na fiação. Controlador com múltiplas entradas e saídas, que contém
´ Controlador (Controller): Dispositivo que tem por finalidade um programa que poderá ser configurado.
manter em um valor pré-determinado, uma variável de ´ Conversor (Converter): Dispositivo que emite um sinal de
processo. Esta atuação poderá ser feita manual ou
automaticamente, agindo diretamente na variável controlada saída padronizado modificado (ex.: 4 - 20 mA, 1 – 5 Vcc,
ou indiretamente através de outra variável, chamada de 0~ 10 Vcc), em relação à natureza do correspondente
variável manipulada. sinal de entrada, também padronizado.

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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES

´ O instrumento que converte o sinal de um sensor ´ Digital: Designação aplicada a dispositivos ou sinais
para um sinal padronizado deverá ser designado que utilizem dígitos binários para representar
valores contínuos ou estados discretos.
como transmissor. Dessa forma na malha de
´ Elemento Final de Controle (Final Control Element):
temperatura o componente ligado ao elemento
Dispositivo
Di iti que altera
lt diretamente
di t t o valor
l da
d
primário (TE) deverá ser designado como variável manipulada de uma malha de controle.
transmissor (TT) e não como conversor (TY). ´ Elemento Primário ou Sensor: Parte de uma malha
ou de um instrumento que primeiro sente o valor da
variável de processo e que assume um estado ou
sinal de saída, pré-determinado e inteligível,
correspondente ao valor da variável de processo.
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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES
´ Estação de Controle (Control Station): É uma estação manual ´ Malha (Loop): Combinação de dois ou mais
de controle provida de chave de transferência de controle instrumentos ou funções de controle interligados
manual para automático e vice-versa. É também conhecida
como estação seletora auto-manual. Como extensão, podemos para medir e/ou controlar uma variável de processo.
dizer que a interface homem-máquina de um sistema de ´ Medição (Measurement): Determinação da
controle distribuído pode ser considerada como uma Estação existência ou magnitude de uma variável. Todos os
de Controle. dispositivos usados direta ou indiretamente com
´ Lâmpada Piloto (Pilot Light): Lâmpada que indica estados esse propósito são chamados de instrumentos de
operacionais de um sistema ou dispositivo.
medida.
´ Local: Termo que designa a localização de um instrumento que
não está montado em painel ou sala de controle. Os ´ Monitor: Designação geral para um instrumento ou
instrumentos locais deverão estar próximos aos elementos sistema de instrumentos utilizados para medir ou
primários ou finais de controle. A palavra "campo" é detectar o estado ou a grandeza de uma ou mais
freqüentemente utilizada como sinônimo de local. variáveis.
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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES
´ Mostrador Compartilhado (Shared display): Parte do ´ Ponto de Controle/Ajuste (Set-Point): O valor desejado da
dispositivo (usualmente uma tela de vídeo) que permite variável controlada.
apresentar ao operador as informações de diversas ´ Ponto de Teste (Test-Point): Tomada de conexão do sensor ao
malhas de controle. processo onde normalmente se instala um instrumento em
´ Painel (Panel): É um conjunto de instrumentos montados caráter temporário ou intermitente para medição de uma
em estruturas,
estruturas que abriga a interface do operador com o variável de processo.
processo. O painel pode consistir de uma ou mais seções, ´ Programa (program): Seqüência repetitiva de ações que define
cubículos, consoles ou mesas de operador. o estado das saídas numa relação fixa com um conjunto de
entradas.
´ Painel Local (Local Panel): Painel que não é considerado ´ Relé (Relay): Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere
central ou principal e que contém os instrumentos de um ou mais circuitos, automaticamente, não atuado
controle, indicação e/ou segurança de determinado diretamente pela variável de processo ou seu sinal
equipamento ou sistema. Em geral deverá ser montado representativo, isto é, atuado por chaves, controladores de
próximo do equipamento ou sistema. duas posições ou outros relés.

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DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES
´ Sistema de Controle Distribuído (Distributed Control ´ Válvula de Controle (Control Valve): Dispositivo
System): Sistema que embora funcionalmente que manipula diretamente a vazão de um ou
integrado, consiste de subsistemas que poderão mais fluídos de processo. Não deverão ser
estar fisicamente separados e montados consideradas as válvulas manuais de bloqueio e
remotamente um do outro
outro, obedecendo a uma as válvulas
á de retenção
ã auto-atuadas. A
hierarquia configurável. designação de válvula de controle manual
´ Transmissor (Transmiter): Dispositivo que sente uma deverá ser limitada a válvulas atuadas
variável de processo por meio de um elemento manualmente que são usadas para regulagem
primário e que produz uma saída cujo valor é de vazões de fluídos de processo ou necessitem
geralmente proporcional ao valor da variável de de identificação como instrumento.
processo. O elemento primário poderá ser ou não
parte integrante do transmissor. 28 29

DEFINIÇÕES DEFINIÇÕES

´ Variável Diretamente Controlada: Variável cujo ´ Varredura: Função que consiste em amostrar,
valor medido origina um sinal de modo a originar intermitentemente, de uma maneira pré-
um controle de "feedback". determinada cada uma das variáveis de um
´ Variável Manipulada: Quantidade ou condição grupo. Normalmente, a finalidade de dispositivos
que varia em função do sinal de erro para mudar com varredura é indicar o estado ou valor de
o valor de uma variável controlada. variáveis, porém poderão estar associados a
´ Variável de Processo: Qualquer propriedade
outras funções tais como registro e alarme.
mensurável de um processo.

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IDENTIFICAÇÃO (TAG NUMBER) IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL

´ Cada instrumento ou função programada ´ A identificação funcional deverá ser formada por um
conjunto de letras cujo significado será visto mais
deverá ser identificado por um conjunto de adiante. O 1º Grupo de Letras identificará a variável
letras que o classifica funcionalmente e por um medida ou iniciadora e o 2º Grupo de Letras identificará
as funções do instrumento ou função programada.
conjunto de algarismos que indica a malha a ´ A identificação funcional deverá ser estabelecida de
qual pertence o instrumento ou função acordo com a função do instrumento ou função
programada e não de acordo com sua construção.
programada, obedecendo a seguinte estrutura: Assim, um registrador de pressão diferencial usado para
registro de vazão deverá ser identificado por FR. Um
indicador de pressão e um pressostato conectado à
saída de um transmissor de nível deverão ser
identificados respectivamente como LI e LS.

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TABELA DE LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL
´ O 2º Grupo de Letras identifica as funções do
instrumento ou função programada, que poderão
ser:
« função passiva - elemento primário, orifício de
restrição, poço;
« função de informação - alarme, indicador, registrador;
« funções ativa ou de saída - controlador, transmissor,
chave.
´ Algumas letras poderão ser utilizadas como
modificadoras. A letra modificadora altera ou
complementa o significado da letra precedente.

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TABELA DE LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL
´ A seleção das letras de identificação deverá
estar de acordo com a tabela anterior, como
segue:
« (a) Variável medida ou iniciadora: 1ª letra (ex.:
Pressão - P);
« (b) Modificadora da variável medida ou iniciadora,
quando necessário. (ex.: Diferencial - D);
« (c) Funções passiva ou de informação, em qualquer
ordem entre si. (ex.: Alarme - A);
« (d) Modificadora das funções, quando necessário.
(ex.: Baixo - L).
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IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL

´ Dispositivo com Funções Múltiplas ´ A identificação funcional deverá ser composta de no


« Deverão ser representados nos fluxogramas tantos máximo 4 letras. Dentro deste limite, recomenda-se
símbolos quantos forem as variáveis medidas, saídas ainda, usar o mínimo de letras, adotando os
/ funções.
e/ou ç seguintes procedimentos:
« Assim, por exemplo, um controlador de temperatura « (a) para instrumentos com funções múltiplas, as letras
com uma chave deverá ser representado por dois poderão ser divididas em subgrupos;
círculos tangentes, e identificado com TIC-3 e o outro « (b) no caso de um instrumento com indicação e registro
com TSH-3. da mesma variável, a letra I poderá ser omitida.
´ Todas as letras da identificação funcional deverão
ser maiúsculas.
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IDENTIFICAÇÃO DA MALHA IDENTIFICAÇÃO DA MALHA


´ Complementando a identificação funcional, cada instrumento ´ Em documentos, como os fluxogramas, onde aparece um
deverá receber um número que identificará a malha a qual ele único número de seqüencial de processo e sub-processo
pertence. Este número deverá ser comum a todos claramente identificados, o prefixo característico destes
instrumentos que compõem uma mesma malha. seqüenciais poderá ser omitido no intuito de se evitar a
´ Um instrumento que pertence a duas malhas deverá receber o repetição. Porém, um instrumento que no fluxograma foi
número da malha principal; nos casos em que não for identificado sem o prefixo,
prefixo quando referido em
conveniente caracterizar uma das malhas como principal, o documentos avulsos, tipicamente requisições, deverá ser
instrumento poderá ser numerado considerando-o integrante identificado com o número completo, incluindo estes
de uma nova malha. prefixos.
´ A identificação da malha deverá ser composta por prefixos
numéricos que corresponderão aos números de seqüencial de ´ As malhas deverão ser numeradas seqüencialmente por
processo e sub-processo e por um número seqüencial de 3 números de processo e sub-processo, isto é, dentro de um
dígitos numéricos. mesmo seqüencial de processo e sub-processo haverá
uma seqüência numérica, para cada variável.

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IDENTIFICAÇÃO DA MALHA IDENTIFICAÇÃO DA MALHA


´ Na fase inicial de um projeto as malhas deverão ´ Acessórios de instrumentos, tais como,
ser preferencialmente numeradas em seqüência reguladores de ar, rotâmetros de purga e outros
crescente de acordo com o fluxo principal do
processo. Quando no decorrer do projeto forem que não estejam simbolizados nos fluxogramas,
acrescentados novos instrumentos, a seqüência mas que precisam de designação em outros
estabelecida não deverá sofrer revisões, sendo as documentos, deverão ser identificados pela
malhas novas acrescidas à seqüência existente. primeira letra de identificação funcional e pelo
´ Sempre que numa malha houver mais que um
instrumento com a mesma identificação, deverá número da malha a que pertencem.
ser utilizado um sufixo para identificar cada um ´ As letras subseqüentes deverão ser escolhidas de
dos instrumentos. acordo com a função do acessório.

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SÍMBOLOS GRÁFICOS SÍMBOLOS GRÁFICOS


´ Os desenhos dos Anexos IV a XII indicam os símbolos que ´ O número de identificação de um componente de uma
deverão ser utilizados com o objetivo de representar a malha de controle não precisará ser obrigatoriamente,
instrumentação em fluxogramas, outros desenhos, e estender
sua aplicação para uma variedade de processos. As aplicações colocado em todos os componentes da malha. Por
mostradas foram escolhidas para ilustrar os princípios dos exemplo, válvulas de controle, placas de orifícios e
métodos de identificação e símbolos gráficos. p
termopares p
poderão deixar de ser identificados.
´ Os símbolos gráficos gerais para instrumentos ou funções ´ Notações abreviadas poderão ser acrescentadas junto
programadas do Anexo V são usados com finalidades distintas: aos símbolos, para esclarecer sua função na malha.
« (a) representar e identificar um instrumento (ex.: controlador);
« (b) identificar um instrumento que tem símbolo próprio (ex.: válvula ´ Ex.: Válvulas de controle que trabalhem em alcance
de controle). Neste caso o traço que une o símbolo com identificação bipartido deverão ter as notações "3 – 9 psig" e
do instrumento ao símbolo representativo do instrumento não deverá "9 – 15 psig", bem como as respectivas ações na falta de
tocar este último.
energia de atuação, apresentadas adjacentes às linhas de
sinal.
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SÍMBOLOS GRÁFICOS SÍMBOLOS GRÁFICOS


´ Os símbolos poderão ser traçados com qualquer
orientação. As linhas de sinal poderão ser desenhadas ´ A seqüência em que os instrumentos ou funções
entrando ou saindo de um símbolo em qualquer ângulo. As programadas de uma malha são conectados
setas direcionais deverão ser utilizadas nas linhas do sinal num fluxograma, deverão refletir, a lógica
quando necessárias para o esclarecimento do sentido de
fluxo de informações.
ç funcional, podendo ou não corresponder à
´ As fontes de suprimento elétrico, pneumático ou outras seqüência
üê das conexões
õ físicas.

poderão ser omitidas, a não ser que a sua representação ´ Os Fluxogramas de Engenharia deverão mostrar
seja essencial para se entender a operação de um
instrumento ou malha de controle. todos os componentes essenciais de um
´ De um modo geral apenas uma linha de sinal é suficiente processo, mas poderão diferir de usuário para
para representar as interconexões entre dois instrumentos, usuário quanto à quantidade de detalhes não
embora fisicamente, tais interconexões se façam através essenciais a serem implementados.
de várias linhas.
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NOTAS COMPLEMENTARES DA TABELA DE NOTAS COMPLEMENTARES DA TABELA DE


LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO
´ Nota 1 – Letras definidas como “escolha do usuário” ´ Nota 4 - As letras modificadoras de função “L” ou “H” quando repetidas,
(user’s choice) destina-se a cobrir significados não representam a graduação de valores de uma variável em uma mesma
malha.
cobertos pela tabela, que possam ser utilizados em um, « Ex.: HH - muito alto
projeto particular. « LL - muito baixo
´ Nota 2 - A letra “X” que serve para representar variáveis
não
ã previstas
i t d devido
id ao uso pouco freqüente.
f ü t ´ Nota 5 - Quando uma "lâmpada
lâmpada piloto
piloto" é parte de uma malha de
instrumentos deverá ser designada por uma "primeira letra" seguida pela
´ Nota 3 - Os termos “ALTO (H)” e “BAIXO (L)”, quando "letra-subseqüente" L. Por exemplo, uma "lâmpada piloto" que indica um
utilizados para indicar a posição de válvulas e outros período de tempo esgotado poderá ser identificada como KL. Entretanto
se é desejado identificar uma "lâmpada piloto" que não é parte de uma
equipamentos como aberto e fechado são definidas como: malha de instrumentos, esta deverá ser designada por uma simples letra
« ALTO (H) - indica que a válvula está ou aproxima-se da posição L. Por exemplo, a luz que indica a operação de um motor elétrico deverá
ser designada com EL, assumindo que voltagem é a variável de medida.
totalmente aberta;
« BAIXO (L) - indica que a válvula está ou aproxima-se da posição
totalmente fechada.
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TABELA DE FUNÇÕES TABELA DE FUNÇÕES

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TABELA DE FUNÇÕES TABELA DE FUNÇÕES

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TABELA DE FUNÇÕES TABELA DE FUNÇÕES

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TABELA DE FUNÇÕES SÍMBOLO DE LINHA PARA INSTRUMENTAÇÃO

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SÍMBOLO DE LINHA PARA INSTRUMENTAÇÃO SÍMBOLOS GERAIS PARA INSTRUMENTOS OU


FUNÇÕES PROGRAMADAS

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SÍMBOLOS GERAIS PARA INSTRUMENTOS OU


FUNÇÕES PROGRAMADAS SÍMBOLOS DE CORPO DE VÁLVULAS

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SÍMBOLOS DE ATUADORES
SÍMBOLOS DE CORPO DE VÁLVULAS

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SÍMBOLOS DE AÇÃO DOS ATUADORES (1) NA


SÍMBOLOS DE ATUADORES FALTA DE ENERGIA (2)

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