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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (UPE)

ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO (POLI)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA (DEE)

Disciplina: Laboratório de Eletrônica 1 Período: 2º semestre de 2020


Professor: Luciano A. C. Lisboa Data de entrega: 14/07/2021

Curva do Diodo
Álvaro Gabriel de Luna Débora de Lima Castro Igor Martins de Almeida e Silva José Alberto de Moura Aschoff

1 Resumo
Foram montados três circuitos. O primeiro e o Circuito 2 com um resistor de 1k Ohms e um
terceiro contêm um diodo diretamente polarizado, diodo. O primeiro contém um diodo diretamente
mas com variações de tensão distintas e o polarizado e o segundo um diodo inversamente
segundo um diodo inversamente polarizado. Por polarizado. Alimentado por uma tensão inicial de
meio de um multímetro foram medidos valores da 5V e aumentando de 5V até 25V
variação de tensão e de corrente no diodo.

2 Objetivo
Espera-se encontrar, nos diodos, valores da
variação de tensão e de corrente em cada circuito
montado, com o uso do multímetro para exibi-los.

3 Metodologia
Foi utilizado o CircuitMaker, onde foram montados
os circuitos e analisados os dados fornecidos.

Diagrama do circuito e arranjo experimental –


Circuito 1 com um resistor de 1k Ohms e um
diodo diretamente polarizado, alimentado por uma Fig. 5. Circuito 2 com tensão em 5V e diodo
tensão inicial de 0,3V e aumentando 30mV até inversamente polarizado (imagem retirada do
0,85V CircuitMaker)

Fig. 1. Circuito 1 com tensão em 0,3V (imagem


Fig. 6. Circuito 2 com tensão em 25V e diodo
retirada do CircuitMaker)
inversamente polarizado (imagem retirada do
CircuitMaker)

Resultados esperados – Nos circuitos


polarizados diretamente espera-se que exista
condução de corrente após a ruptura da tensão
nominal de barreira.

Com analise dos circuitos fornecidos os valores


obtidos foram transformados nas seguintes
tabelas:

Fig. 2. Circuito 1 com tensão em 0,85V (imagem


retirada do CircuitMaker)
1
Dados obtidos – Circuito 1 Circuito 3

Tensão Corrente no Tensão no Tabela 3. Tabela das tensões de entrada, tensões do


diodo e corrente do circuito 3 (Diodo Inversamente
da fonte diodo (nA) diodo (mV) polarizado)
300mV 4,09nA 300mV
330mV 6,78nA 330mV
360mV 14,68nA 360mV
390mV 39,22nA 390mV
420mV 116,5nA 419,9mV
450mV 359,4nA 449,6mV
480mV 1105nA 478,9mV
510mV 3235nA 506,8mV
540mV 8433nA 531,6mV
570mV 18433nA 551,7mV
600mV 33080nA 566,9mV Fig. 9. Grafico circuito 3 com diodo inversamente
polarizado
630mV 51580nA 578,4mV
660mV 72700nA 587,3mV
690mV 95620nA 594,4mV
720mV 119800nA 600,2mV 4 Análise
750mV 144900nA 605,1mV
No próprio simulador toda a análise dos circuitos
780mV 170600nA 609,4mV
foi feita e comparada com os valores. Foi utilizado
810mV 196900nA 613,1mV o Excel para a formação de tabelas e gráficos.
840mV 223600nA 616,4mV
850mV 232600nA 617,4mV
Tabela 1. Tabela das tensões de entrada, tensões do 5 Conclusão
diodo e corrente do circuito 1 (Diodo diretamente
polarizado)
Tudo ocorreu como esperado, já que os diodos
não seguiram a lei de Ohm, visto que sua curva é
exponencial após seu ponto de ruptura. Após o
crescimento do gráfico exponencial observa-se
um comportamento linear, aproximando-se do
comportamento esperado pela Lei de Ohm.

Fig. 7. Grafico circuito 1 com diodo Diretamente


polarizado (imagem retirada do CircuitMaker)

Circuito 2 Tensão da Corrente do Tensão


fonte (V) diodo (nA) do diodo
(V)
0V 0nA 0V
5V -50nA -5V
10V -100nA -10V
15V -150nA -15V
20V -200nA -20V
25V -250nA -25V

Fig 8. Gráfico do circuito 2. Tensão da Corrente no Tensão


fonte diodo (mA) no diodo (mV)
Tabela 2. Tabela das tensões de entrada, tensões do
diodo e corrente do circuito 2 (Diodo diretamente 0V 0 0
polarizado)
5V 4,307 693
2
10V 9,287 713
15V 14,28 724
20V 19,27 732
25V 24,26 738