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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL 1


CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

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QUALIFICAÇÃO DO MERCADO FORNECEDOR DE ARGAMASSA

CAROLINA SILVIANE (1); MARCOS HUMBERTO (2); MARIA CAROLINA BARBOSA (3);
MARIANA LEONARDO (4); MARIANA MENDONÇA (5); NATHAN RUAS (6)

(1) UFU - carol.silviane@hotmail.com; (2) UFU - mhsilva1999@hotmail.com; (3) UFU -


carreirabarbosa@gmail.com; (4) UFU - goulart856@gmail.com; (5) UFU –
marianamenolli@gmail.com; (6) UFU – nathan.ruas15@gmail.com

RESUMO

Para a apuração dos dados pedidos no relatório técnico-científico sobre o mercado fornecedor
de argamassa considerou-se uma obra hipotética na cidade de Uberlândia no estado de Minas
Gerais no endereço – Rua: Tomaz Falbo, número: 97, Bairro: Santa Mônica. Considerou-se a
argamassa de revestimento com objeto de pesquisa cujas propriedades são abordadas nas aulas
de Materiais de Construção Civil 2. Embora os sistemas construtivos tenham um alto
desenvolvimento tecnológico, ainda não há outro tipo de material de construção de
revestimentos aplicado nas paredes externas que dispute com a argamassa de revestimento
obtida com a mistura de cimento, cal, areia a aditivo. A argamassa de revestimento tem fáceis
produção e aplicação; este produto deve apresentar os parâmetros e dimensões de espessura,
cura e resistência de aderência à tração, conforme estabelecido na norma NBR 13749:1996. Esta
estabelece os limites para a argamassa de revestimento quanto a prumo, espessura, nivelamento
e aderência, sem fixar condições para os outros diversos tipos de argamassa para revestimento.
Considerou-se para efeitos comparativos a argamassa de revestimento estabilizada, a argamassa
de revestimento industrializada ensacada e os insumos para argamassa de revestimento.

Palavras-chave: Mercado fornecedor de argamassa, revestimento de argamassa, argamassa de


revestimento estabilizada, insumos para argamassa de revestimento.
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QUALIFICATION OF THE MORTAR SUPPLY MARKET

ABSTRACT

In order to determine the data requested in the technical-scientific report on the mortar supply
market, a hypothetical project was considered in the city of Uberlândia in the state of Minas Gerais
at the address - Rua: Tomaz Falbo, number: 97, Neighborhood: Santa Mônica. The coating mortar
with a research object was considered, whose properties are covered in the Civil Construction
Materials 2 class. Although the construction systems have a high technological development, there
is still no other type of coating construction material applied on the external walls that compete
with the coating mortar obtained with the mixture of cement, lime, sand and additive. The coating
mortar is easy to produce and apply; this product must present the parameters and dimensions of
thickness, cure and tensile adhesion resistance, as established in standard NBR 13749: 1996. NBR
13749: 1996 establishes the limits for the plastering mortar in terms of plumb, thickness, leveling
and adhesion, without setting conditions for the other different types of plastering mortar. For
comparative purposes, stabilized coating mortar, bagged industrialized coating mortar and inputs
for coating mortar were considered.

Key-words: Mortar supplier market, mortar lining, stabilized lining mortar, inputs for lining mortar.
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1. INTRODUÇÃO

Neste relatório foi analisado três tipos de argamassas de revestimento: a argamassa


estabilizada, a argamassa industrializada ensacada e a argamassa feita em canteiro de obra. A
argamassa estabilizada já vem pronta pra uso e é necessário apenas a sua aplicação. Já a argamassa
industrializada ensacada é necessário somente a adição de água como recomendado na
embalagem do produto. E, por último, a argamassa feita em canteiro de obra, é aquela que
depende das quantidades e qualidade de insumos usados pra sua produção.

Nesse sentido, considera-se uma obra hipótetica e cota-se cada tipo de argamassa, a quantidade
mínima de venda, o frete e os seus insumos. A partir disso, é feita uma comparação entre esses
materiais em relação ao seu uso e aplicação. E o mais importante, compara-se o seu custo-benefício
para determinar a melhor escolha para tal fim. Assim, cotou-se na empresa Supermix, Impercid,
Marciano Cimento e Cal Ltda, Areia Reis e Dias Ltda.

2. DOS TIPOS DE ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO E INSUMOS UTILIZADOS NA SUA


COMPOSIÇÃO

2.1. Argamassas de revestimento estabilizada

A argamassa estabilizada é uma argamassa industrializada úmida, à base de cimento


que vem pronta para o uso e se mantém trabalhável até 72 horas após a sua confecção (2). Para
promover o aumento do tempo de início de pega são utilizados aditivos inibidores de hidratação
e aditivos incorporadores de ar, conferindo à argamassa melhor trabalhabilidade e redução do
consumo de água de amassamento (3). Em 1999 o sistema apresentava uma porcentagem
pequena de utilização em comparação ao tradicional da argamassa virada em obra, por volta
de 1% do total em utilização (1). Atualmente, tem sido considerável a sua utilização em obras
de grande porte, principalmente na região sul do Brasil. Com a utilização desse tipo de
argamassa pode-se ter um aumento de produtividade em obra, pois se evita o tempo de espera
e de mão de obra para a preparação de argamassa, principalmente no início do dia de trabalho
(4) . Atualmente, são poucos os estudos sobre argamassa estabilizada, tanto nacionalmente
quanto internacionalmente, verificando a influência da sucção do substrato sobre as
propriedades da argamassa no estado fresco e endurecido ou a interação entre os dois
elementos. Sabe-se que alterações na trabalhabilidade e retenção de água costumam ser
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influenciadas diretamente pelo tempo de uso deste tipo de argamassa (4) .
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2.2. Argamassa de revestimento industrializada ensacada

Os fabricantes de argamassa de revestimento industrializada ensacada prometem uma obra


mais limpa, com menos desperdício e melhor qualidade; os investimentos para desenvolverem de
produtos específicos para diferentes usos são a desculpa desta indústria para a argamassa
industrializada de base cimentícia conquistar o mercado da construção civil. A produtividade e
economia são as grandes palavras que giram em torno deste tipo de argamassa, mesmo que o seu
emprego tenha um alto investimento inicial se comparado ao da argamassa virada no canteiro,
quando se calcula nos gastos totais no decorrer do início e conclusão da obra, acaba saindo mais
barato. Nas regiões do Brasil, Sudeste e Sul, são as maiores consumidoras deste material de
revestimento e pouco a pouco, vem conquistando o mercado consumidor de produtos de
construção civil. Têm-se mais de 30 tipos diferentes de argamassas industrializadas, que são
indicadas para diversas utilizações, tais como: contrapisos; revestimentos internos e externos;
assentamento de cerâmicas e alvenaria; decoração e texturas; entre outros. Uma das principais
vantagens é que o produto permite eliminar em até 80% as perdas, se comparado às argamassas
feitas em obra. Um ponto a favor das argamassas industrializadas é que há tipos específicos para
cada tipo de utilização ou aplicação. Embora já sejam usadas no âmbito da construção há mais de
20 anos, somente nos últimos 5 anos é que houve um alto desenvolvimento tecnológico dos
produtos, devido à adição dos componentes que os tornam próprios para assentamento, rejunte e
revestimento, entre outras aplicações específicas.
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2.3. Insumos para argamassa de revestimento

2.3.1. Areia

Conforme Carvalho Jr (2005), o principal agregado utilizado para fabricar a argamassa é a


areia natural, que é um material constituído essencialmente de quartzo, extraído do leito de rio e
resultante de antiga erosão de rochas quartzosas e posterior sedimentação de material silicoso.
Maciel et al. (1998) destacam os principais aspectos a serem observados para escolher uma areia:
composição mineralógica e granulométrica; dimensões do agregado; forma e rugosidade superficial
dos grãos; massa unitária; inchamento; 22 comportamentos da argamassa com a areia;
manutenção das características da areia.

2.3.2. Cal hidratada

De acordo com a NBR 11720 (ABNT, 1990) a cal é definida como um aglomerante constituído
por óxido de cálcio ou óxido de cálcio em presença natural de óxido de magnésio. Sendo
apresentada de duas formas: a cal virgem definida como a cal obtida através de processos de
calcinação, podendo reagir com água e a cal hidradata denominada como a cal sob a forma de pó
seco, obtida pela hidratação da cal virgem, resultando como principal componente o hidróxido de
cálcio.
2.3.3. Cimento
É o componente responsável pela ligação das partículas soltas da massa, e pelas suas
propriedades mecânicas ele é um dos possíveis aglomerantes usados para fabricação de
argamassas. Maccari (2010) reforça que é necessário uma data recente de fabricação e que as
qualidades do cimento estejam bem descritas na embalagem. O cimento Portland é caracterizado
como sendo um pó fino de origem mineral originado da calcinação de misturas de argila e calcário
submetidas a alta temperatura, denominadas “clínquer” mais outras adições. Sendo que as adições
mais comuns são: escória de alto-forno, matérias pozolânicos, gesso e materiais carbonáticos.
Yazigi (2002) afirma que os constituintes fundamentais do cimento Portland são : Cal (CaO) , Sílica
(SiO2). Aluminia(Al203) ,uma determinada proporção de magnésia (MgO) e uma pequena
proporção de anidrido sulfúrico (SO3) adicionado após a calcinação afim de retardar o tempo de
pega o produto.
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3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

A argamassa industrializada Multimassa Quartzolit é composta por cimento, agregados minerais e


aditivos especiais, de forma que, quando comprada precisa ser preparada no canteiro de obras
antes de ser utilizadas. Além disso, apresenta tais características:
 Resistência à Compressão de 5,5 a 9 Mpa;
 Densidade de massa aparente no estado endurecido de 1400 a 1800 kg/m³;
 Resistência à tração na flexão de 2,7 a 4,5 Mpa;
 Densidade da massa no fresco de 1600 a 2000 Kg/m³;
 Retenção de água de 86 a 94%;
 Resistência >=0,3Mpa;
 Rendimento para revestimento de 17 Kg/m²/cm cada saco.
Na loja Impercid, localizada na Av. João Naves de Ávila, 4022 - Santa Mônica, Uberlândia – MG e
portadora do CNPJ 10.343.950/0001-72, cada saco é vendido por R$13,90, podendo chegar a
R$12,00 na compra de mais de 50 sacos. Em relação ao frete, para compras abaixo de RS400,00 é
cobrado o valor fixo de R$20,00 e para compras acima de R$400,00, o frete é grátis para a região
de Uberlândia. Toma-se como base de comparação para esse relatório a compra de 50 sacos para
entrega em Uberlândia.
A argamassa estabilizada, por sua vez, já vem pronta para uso com a quantidade certa de aditivos
especiais e água, necessitando, apenas, da aplicação. Além disso, se mantém maleável e com todas
as características mantidas por até 72 horas após a entrega. Apresenta comportamento similar a
argamassa industrializada, porém é mais econômica e apresenta secagem mais rápida. Devido a
sua fabricação em centrais com mais tecnologia empregada, apresenta alta trabalhabilidade e
qualidade padronizada.
Para essa pesquisa, cotou-se a argamassa da marca Supermix Concreto S/A Uberlândia, localizada
no endereço Av. Antônio Thomaz Ferreira Rezende, 5087 - Marta Helena, Uberlândia - MG,
portadora do CNPJ: 34.230.979/0171-81. A venda é realizada por m³, sendo 1 m³ custa R$370,00 e
venda mínima de 3m³. Além disso, o frete é grátis para região Uberlândia.
A argamassa da marca analisada, apresenta rendimento de até 25% maior que as argamassas
ensacadas, ou seja, rende cerca de ..... Kg/m²/cm.
Para a argamassa feita no caneiro de obra, foi utilizado a dosagem de 1:2:9 sendo cimento: Cal :
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Areia.

O cimento e a cal hidratada foram cotados na empresa Marciano Cimento & Cal Ltda, inscrita no
CNPJ: 71.354.070/0001-96 e localizada na Avenida João Leão, 5549, Bairro Custódio Pereira,
Uberlândia/MG. O preço unitário do saco de cimento CPII da marca Ciplan é R$26,50 e o da marca
Itaú tem o valor de R$ 27,50. Ambas as marcas são certificadas e de qualidade. O pedido mínimo é
de 50 sacos de cimento e o preço do frete para entrega em qualquer região de Uberlândia já está
incluso no preço do material. Já o preço unitário do saco de cal hidratada é de R$10,00, sendo o
pedido mínimo necessário de 60 sacos e o frete, assim como no cimento, já incluso do valor do
material.

A areia, por sua vez, foi cotada na empresa Areia Reis e Dias LTDA, localizada na Rua Oscar Gomes
Moreira Júnior, 467, bairro Tubalina, Uberlândia/MG. O metro cúbico (m³) de areia, tanto da fina
quanto da média tem o custo de R$110 reais. A quantidade mínima do pedido para ter direito a
frete, no valor de R$60,00 é de 6m³. Quantidades inferiores a 6m³ não trabalham com entregas,
mas vendem caso o comprador busque o material no local.

Para o estudo em questão, será comparado o preço por metro cúbico de argamassa.

Para a argamassa industrializada, utilizou-se da informação do fabricante de proporção de água


para preparo (0,135 L/ Kg), de forma que se obteve o peso total da argamassa preparada, 1,135 Kg.
Considerando, baseado da densidade, que 1m³ de argamassa fresca tem 1800 Kg e dividindo esse
valor pelo peso da argamassa preparada, obteve-se 1585,9 kg. Assim, conclui-se que 1 m³ de
argamassa industrializada preparada apresenta 1585,9 Kg de argamassa em pó.

Como cada saco de argamassa pesa 20 Kg, para a análise em questão serão necessários 80 sacos.
De forma que, o valor investido seria de R$960,00.

Em relação a argamassa usinada, o preço de venda já é baseado no m³, de forma que, para análise,
1 m³ de argamassa é vendido por R$370,00.

Para a argamassa preparada em obra, por sua vez, considerou-se a proporção volumétrica 1
cimento : 2 cal hidratado : 9 Areia. De forma que, para realizar o preparo mínimo de 1m³ de
argamassa, considerando a densidade do cimento sendo 2,8 g/cm³ e da sendo cal hidratada 2,21
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g/cm³, faz-se necessário 5 sacos de cimento (50kg cada), 19 sacos de cal (20 kg cada) e 0,75 m³ de
areia. Deste modo, o valor investido seria de R$ 404,50.
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4. CONCLUSÕES

Após analisar os três tipos de argamassa de revestimento, conclui-se que a argamassa estabilizada
é a mais ecônomica, principalmente comparando-a com a argamassa industrializada, a qual o preço
é mais elevado. O fator negativo da argamassa estabilizada é que ela é voltada para obras de médio
a grande porte, uma vez que a entrega mínima é de 3m³. Nesse tipo de argamassa analisada, tem-
se menor desperidício de materiais, uma vez que ela já vem pronta para o uso.
Já a argamassa feita em canteiro de obra é mais acessível economicamente que a argamassa
industrializada, entretanto a sua produção possui um processo muito dependente dos servidores
locais, uma vez que cada um possui características físicas e técnicas diferentes e isto afeta a
qualidade final desta argamassa. E com base nisso, temos que a proporção de insumo pode ser
variável e, assim, não tem uma proporção certa como as argamassas feitas na indústria. E, assim, a
tendência é ter despedício na obra.
Dessa forma, se levar em consideração a qualidade, a argamassa industrializada é mais viável, pelo
fato de serem feitas com as proporções adequadas, porém é indicada pra reformas pequenas,
devido à sua praticidade e pelo fato de manter a obra limpa.

5. REFERÊNCIAS

1. PANARESE, W.C.; KOSMATKA, S.H.; RANDALL, F.A. Concrete Mansory Handbook for
architects, Engineers, Builders. Portland Cement Association, 5a ed. Estados Unidos da
América, 1991. 219 p.2.
2. GRUPO HOBI. Sistema Mormix: Argamassa Estabilizada. Disponível em:
<http://grupohobi.com.br/pdf/mormix.pdf>. Acesso em: 06 março /2010.
3. CARASEK, H. Argamassas Cap. 26. In: ISAIA, G.C. Materiais de Construção Civil e Princípios de
Ciência e Engenharia de Materiais. São Paulo: IBRACON, 2010.
4. MANN NETO, A.; ANDRADE, D.C.; SOTO, N.T.A. Avaliação das propriedades do estado fresco
e endurecido da argamassa estabilizada para revestimento. IX SBTA. Belo Horizonte, 2011.
5. Argamassas industrializadas, 2016. Disponível em:
<https://construfacilrj.com.br/argamassas-industrializadas/> . Acesso em: 12 de abr. de
2021.
6. MACCARI, Guilerme H.. Argamassa de assentamento com saibro: um estudo das práticas na região
de tubarão/SC. 2010. 57 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-Graduação em Engenharia Civil) -
Coordenação de Projetos e Novas Tecnologias de Edificações, Universidade do Extremo Sul
Catarinense, 2010.
7. CARVALHO JUNIOR, A.N. Avaliação da aderência dos revestimentos argamassados: Uma
contribuição á identificação do Sistema de Aderência Mecânico. 2005.Tese (Doutorado) –
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Universidade Federal de Minas Gerais,2005.
8. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11172: Aglomerantes de origem
mineral – Terminologia. Rio de Janeiro, 1990.
9. YAZIGI, W. A técnica de edificar. 4.ed. São Paulo: Editora Pini/Sinduscon-SP, 2002. 669p.
10. Argamassas industrializadas, 2016. Disponível em:
<https://construfacilrj.com.br/argamassas-industrializadas/> . Acesso em: 12 de abr. de
2021.
11. Argamassa de revestimento é usada na maioria das construções brasileiras , sem data.
Disponível em: <https://www.aecweb.com.br/revista/materias/argamassa-de-revestimento-
e-usada-na-maioria-das-construcoes-brasileiras/6209> . Acesso em: 12 de abr. de 2021.
12. FERREIRA, K. ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ARGAMASSAS CONVENCIONAIS E
INDUSTRIALIZADAS. 2016.Tese (Trabalho de Conclusão de Curso) – UNIVERSIDADE
TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ, 2016.

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