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AEP – 3º SEMESTRE – ANO 2021 CURSO DE ODONTOLOGIA

“APLICATIVO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE BUCAL DO IDOSO”

SAÚDE BUCAL DO IDOSO


ESTUDO DE CASO DO PACIENTE SR. JOSÉ

Londrina
2021
ANÚTIA TOLENTINO COUGO

LELISSA PEREIRA MURARA

MATEUS FILLA
THAIS YURI KAJIWARA

SAÚDE BUCAL DO IDOSO


ESTUDO DE CASO DO PACIENTE SR. JOSÉ

Relatório destinado a Atividade de Estudo


Programada (AEP) do primeiro bimestre
do curso de Odontologia - 3º semestre da
Unicesumar Londrina, como requisito para
obtenção de nota.

Londrina
2021
Unicesumar Campus Londrina
Atividade de Estudo Programada

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 4
OBJETIVO ......................................................................................................................... 6
MATERIAL E MÉTODOS .................................................................................................. 7
1. RESULTADOS E DISCUSSÃO ...................................................................................... 8
2. ATERAÇÕES NO SISTEMA IUNULOGICO APARECIMENTO DE DOENÇAS NOS
IDOSOS................................................................................................................................. 9
3. DIABETES E O QUADRO BUCAL DO PACIENTE. .................................................... 11
4. LESÕES DE CÁRIE NO PACIENTE IDOSO ................................................................ 12
5. ALTERAÇÕES ANATÔMICAS DO EDENTULISMO COM ACHADOS
IMAGINOLÓGICOS............................................................................................................. 14
6. PRINCIPAIS PROBLEMAS DA SAUDE BUCAL RELACIONADO AOS IDOSOS ...... 15
6.2. Doenças Periodontais ............................................................................................... 16
6.3. Carie ...................................................................................................................... 17
6.4. Edentulismo ........................................................................................................... 18
7. PROBLEMAS ASSOCIADOS AO USO DA PROTESE TOTAL .................................. 18
7.1. Estomatite Protética............................................................................................... 19
7.2. Úlcera Traumática ................................................................................................. 19
7.3. Hiperplasia Fibrosa ................................................................................................ 20
7.4. Câncer de Boca ..................................................................................................... 21
7.5. Acúmulo de Biofilme .............................................................................................. 21
CONCLUSÃO .................................................................................................................. 22
REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 23

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INTRODUÇÃO

O presente estudo de caso visa analisar o atendimento ao paciente Jose,


que apresenta diabetes tipo ll, e é fumante, faz utilização de prótese total superior, e
PPR inferior que utiliza pouquíssimas vezes, diante disso desenvolveu-se um estudo
sobre pontos circundantes ao caso, observados e relatados por sua filha.
Com o envelhecimento há uma perda natural do tônus muscular, diminuição
da autolimpeza e dificuldade motora. Estes fatores acarretam uma higiene oral
deficiente e acúmulo de placa bacteriana que se adere à superfície dos dentes,
acarretando uma destruição dos tecidos locais. (PEIXOTO et,all 2013), a idade
elevada leva a diminuição da produção de células sanguíneas, a imunidade inata
também é afetada pelo processo de envelhecimento. A perda dentária leva a
diversas dificuldades, tanto funcional, como psicológicas e sociais, podendo se
refletir em termos de dieta e de bem-estar geral. Além das principais causas
atribuídas à perda dentária, o consumo de tabaco, a utilização insuficiente dos
serviços médico-sanitários, o baixo nível socioeconómico, têm sido relacionados
com a perda dental (ABBAS, 2008), a idade também esta relacionada com grande
parte das alterações orais, teciduais e funcionais, mas desde que exista preservação
do estado de higiene oral, as alterações nas funções orais devidas à idade são
mínimas (CAMPOS et. All 2009).
De acordo com Peixoto et.al (2013), dizem que o processo de
envelhecimento está diretamente relacionado a alterações fisiológicas e patológicas
na cavidade bucal, que afeta os tecidos de proteção e sustentação dos dentes, e
causa a placa. Existem alguns fatores que agravam ainda mais a doença
periodontal nos pacientes idosos como o uso de cigarro, comprometimento sistêmico
e a xerostomia, esta é conhecida pelo sintoma de boca seca, falta de saliva causada
pela interrupção e qualidade das glândulas salivares, pode prejudicar a qualidade de
vida relacionada à saúde oral e acarretar problemas como halitose, dor, dificuldade
na deglutição, mastigação prejudicadas, problemas na fixação de próteses, alteração
de paladar e ainda aumenta o risco de cáries (PINTO et al, 2002)
. Pelo fato dele ser diabético isso o leva a ter maior propensão a desenvolver
complicações cardiovasculares. O tabagismo também tem como característica o
comprometimento progressivo do sistema cardiovascular. Portadores de diabetes
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tem maior risco maior de morte por doença cardiovascular e quando se associa com
o tabagismo esse risco é de 11 vezes maior.
Um dos fatores indicados no paciente é a carie, o aparecimento da lesão de
carie no idoso podem surgir devido a alteracoes da mucosa oral em consequência
de situações de trauma, de patologias, de hábitos orais ou ainda de disfunção das
glândulas salivares, o desenvolvimento de certas condições da mucosa oral também
pode ser afetado por medicações, nível socioeconómico, exposição excessiva de
sol, consumo de álcool e tabaco e condição de higiene oral. O uso de prótese, bem
como a sua qualidade, é repetidamente associado à presença de lesões da mucosa
oral.
A fim de tornar didatica o tratamento foram feitas pesquisas aprofundadas
sobre as principais alteracoes anatomicas encontradas em edentulos e dentados

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OBJETIVO

O objetivo do presente relatório é analisar o processo de atendimento e caso do


paciente Sr. Jose, associando as com as alterações anato-fisiológicas e os sintomas
apresentados pelo paciente e relatados por sua filha, explorando assim o vasto
caminho percorrio pelo paciente ate o presente momento e ate onde o problema
pode evoluir, criando assim ao fim do caso um tratamento eficaz para o paciente.

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MATERIAL E MÉTODOS

O método utilizado foi de pesquisa dedutiva, através de consulta bibliográfica


realizada em 10 artigos científicos, utilizando as palavras chaves: carie, doenças,
gengivite, periodonto, prótese, caso e conscientização. As pesquisas foram
realizadas pela internet, através do site Scielo e google academico.

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1. RESULTADOS E DISCUSSÃO

José é um senhor de 80 anos, aposentado, portador de diabetes tipo II, que


reside com sua filha e netos em um bairro na periferia de Sarandi. Trabalhou anos
na lavoura, sem uso de protetor solar ou chapéu, além disso, sempre teve o vício de
fumar cigarros de palha. Segundo relato de sua filha, José tem apresentado apatia
com relação ao convívio familiar, principalmente durante as refeições. Ela comenta
que seu pai usa dentadura na arcada superior há mais de 20 anos e nunca a
substituiu. Relata ainda, que ele chegou a fazer uma prótese parcial removível para
completar os poucos dentes que possui na arcada inferior, mas essa passa mais
tempo na gaveta do que na boca. Preocupada, ela pediu para olhar a boca de seu
pai e identificou a seguinte situação: A dentadura estava “rachada” ao meio e
remendada com resina epóxi. O palato estava todo avermelhado. Os dentes
inferiores estavam com mobilidade e/ou manchas acastanhadas cavitadas na região
cervical A gengiva dos dentes inferiores sangrava bastante e o mau hálito era muito
intenso. Possuía uma “ferida no lábio de baixo” que não cicatrizava. Ao ser
questionada sobre a dieta do seu José, a filha respondeu que devido aos incômodos
causados pela prótese e ausências dentárias inferiores, ele se alimentava
basicamente de macarrão, arroz e feijão, bolos e pães macios.

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2. ATERAÇÕES NO SISTEMA IUNULOGICO APARECIMENTO DE DOENÇAS


NOS IDOSOS

Com o envelhecimento há uma perda natural do tônus muscular, diminuição


da autolimpeza e dificuldade motora. Estes fatores acarretam uma higiene oral
deficiente e acúmulo de placa bacteriana que se adere à superfície dos dentes,
acarretando uma destruição dos tecidos locais. A partir disso, a resposta inflamatória
é iniciada quando os produtos das bactérias penetram nos tecidos periodontais. O
sangramento gengival, a presença de cálculo, a profundidade de sondagem e a
perda de inserção são os principais indicadores clínicos da doença periodontal.
(PEIXOTO et al, 2013)

De acordo com Kinoshita (2014), o envelhecimento produz muitas alterações


no organismo e com isso se dá uma maior propensão ao aparecimento de doenças.
Essas alterações acarretam uma série de consequências aos idosos, e dentre essas
alterações, a que causa uma maior vulnerabilidade é o aumento de infecções. Desse
modo, os idosos são os que apresentam maior propensão a determinadas doenças.
Essas alterações do sistema imunológico do idoso podem ocorrer tanto na
imunidade inata quando na adaptativa.

A imunidade inata e adaptativa segundo Abbas (2008) são uma defesa contra
microrganismos. A imunidade inata é essencial para a defesa contra microrganismos
nas primeiras horas ou dias após a infecção e é a primeira linha de defesa do
sistema imunológico contra agentes infecciosos. Nessa fase, os patógenos, ou seja,
agentes infecciosos são reconhecidos por células imunológicas resultando em
fagocitose, e produção de mediadores inflamatórios, com o intuito de eliminar a
infecção. Já a resposta adaptativa é estimulada pela exposição a agentes
infecciosos e que aumentam em tamanho e capacidades defensivas após cada
exposição a um determinado microrganismo.

Uma vez que essa forma de imunidade se desenvolve em resposta à infecção


e a ela se adapta é denominada imunidade adaptativa. Com o aumento da idade e
diminuição da produção de células sanguíneas, a imunidade inata também é afetada
pelo processo de envelhecimento. A perda dentária leva a diversas dificuldades,

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tanto funcional, como psicológicas e sociais, podendo se refletir em termos de dieta


e de bem-estar geral. Além das principais causas atribuídas à perda dentária, o
consumo de tabaco, a utilização insuficiente dos serviços médico-sanitários, o baixo
nível socioeconómico, têm sido relacionados com a perda dental (ABBAS, 2008)

A idade também esta relacionada com grande parte das alterações orais,
teciduais e funcionais, mas desde que exista preservação do estado de higiene oral,
as alterações nas funções orais devidas à idade são mínimas. A decaída da saúde
oral em idosos ocorre principalmente quando há uma diminuição na frequência dos
cuidados e falta da higiene oral. No idoso as patologias orais mais frequentes são a
doença periodontal e a cárie dentária, constituindo estas duas situações as
principais causas de perda dentária. (CAMPOS et al, 2009)

De acordo com Peixoto et.al (2013), dizem que o processo de envelhecimento


está diretamente relacionado a alterações fisiológicas e patológicas na cavidade
bucal, que afeta os tecidos de proteção e sustentação dos dentes, e causa a placa.
Existem alguns fatores que agravam ainda mais a doença periodontal nos pacientes
idosos como o uso de cigarro, comprometimento sistêmico e a xerostomia.

A xerostomia é conhecida pelo sintoma de boca seca, falta de saliva causada


pela interrupção e qualidade das glândulas salivares, pode prejudicar a qualidade de
vida relacionada à saúde oral e acarretar problemas como halitose, dor, dificuldade
na deglutição, mastigação prejudicadas, problemas na fixação de próteses, alteração
de paladar e ainda aumenta o risco de cáries devido à ausência da ação de limpeza,
pois a saliva desempenha função de hidratação, lubrificação e proteção para a
manutenção da saúde bucal. Além das manifestações orais, podem ainda haver
consequências gerais, envolvendo a perda de apetite e desnutrição, comunicação
interpessoal e interações socias prejudicadas. (PINTO et al, 2002)

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3. DIABETES E O QUADRO BUCAL DO PACIENTE.

José é um paciente idoso portador de diabetes tipo dois, que não teve os
cuidados adequados ao longo da sua vida. Pelo fato dele ser diabético isso o leva a
ter maior propensão a desenvolver complicações cardiovasculares. O tabagismo
também tem como característica o comprometimento progressivo do sistema
cardiovascular. Portadores de diabetes tem maior risco maior de morte por doença
cardiovascular e quando se associa com o tabagismo esse risco é de 11 vezes
maior.

O paciente diabético deve evitar o consumo do cigarro. Grande parte dos


pacientes tem apenas consciência sobre como deve ser sua alimentação e a pratica
de exercícios e deixam de lado os riscos que o tabagismo oferece. Parar de fumar
ajuda na cicatrização, que é outro problema que o diabético sofre. Com a
hiperglicemia constante os leucócitos sofrem alterações em suas funções
aumentando a chance de sangramento e prejudicando processos inflamatórios e de
cicatrização, quando o diabético sofre pequenos cortes deve-se observar como a
pele vai evoluir para evitar que vire uma infecção.

José apresenta uma ferida na boca que não cicatriza, pode se levar em conta
diversos fatores responsáveis por isso como idade, ser fumante e portador de
diabetes. Relatou-se que ele esta com sangramento na gengiva, isso se liga a
hiperglicemia sanguínea que eleva a produção das substancias derivadas do O2,
aumenta a quantia de apoptose celular e faz com que células morram antes de fazer
seu papel, tendo como efeito uma cicatrização demorada e inadequada.

O Sr. José sofre com o mau hálito, esse problema se torna maior quando o
paciente é portador de diabetes, em níveis altos de glicose é produzido corpos
cetônicos, que são liberados quando há falta de insulina, essa é uma substancia de
odor produzidas na falta de insulina, este não usa glicose como fonte de energia e
utiliza a gordura, quando ocorre a liberação dos corpos, o mau hálito aparece como
um sinal do paciente diabético descompensado. O fato do Sr José se alimentar
quase que apenas de carboidratos acentua ainda mais essa diabete
descompensada, pois o consumo excessivo de carboidratos eleva os níveis de

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glicemia causando a hiperglicemia, por isso em casos como esse é recomendado


acompanhamento médico frequente até que o paciente consiga controlar sua
glicose.

Alguns dos exames exigidos é a hemoglobina glicada que é feita através do


sangue que vai avaliar os níveis de glicose sanguínea do paciente nos últimos três
meses. Outro instrumento de controle é a glicemia capilar que é um teste rápido que
avalia a quantia de açúcar no sangue do paciente naquele momento, recomendada
em quadros de hipoglicemia, a dosagem deve ser feita antes e depois de uma
refeição para fazer o controle dos níveis.

O sedentarismo associado com maus hábitos alimentares aumenta o número


de casos de diabetes. Os principais fatores para desenvolver o diabetes são idade
acima de 45 anos, sedentarismo e hereditariedade, pressão arterial e colesterol
altos, obesidade causada por dieta rica em gorduras e açucares e o consumo
excessivo de álcool. A melhor forma para evitar esse problema é levar uma vida com
hábitos alimentares saudáveis atrelados com atividades físicas, para aqueles que já
são portadores da doença recomenda-se manter uma alimentação saudável e
balanceada, fazer atividade física, seguir os medicamentos prescritos pelos médicos
e controlar o índice glicêmico.

Sr José também sofre com um problema inflamatório crônico, ele usa sua
prótese superior há 20 anos, e a mesma machuca seu palato sem que ele sinta dor.
O diabético pode perder a sensibilidade à dor, pois tem uma diminuição do O2 que
chega aos nervos através de vasos sanguíneos, tambem pode haver um processo
inflamatório levando o mau funcionamento dos nervos sensitivos, a prótese pode
estar macerando a mucosa todos os dias, abrindo espaço para microrganismos
entrarem e fazer com que o paciente fique doente

4. LESÕES DE CÁRIE NO PACIENTE IDOSO

Com o aparecimento da lesão de carie no idoso podem surgir alterações da


mucosa oral em consequência de situações de trauma, de patologias, de hábitos
orais ou ainda de disfunção das glândulas salivares, o desenvolvimento de certas

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condições da mucosa oral também pode ser afetado por medicações, nível
socioeconómico, exposição excessiva de sol, consumo de álcool e tabaco e
condição de higiene oral. O uso de prótese, bem como a sua qualidade, é
repetidamente associado à presença de lesões da mucosa oral. Com isso se da às
alterações anatômicas e fisiológicas nessas estruturas, mas não necessariamente
constituem desequilíbrios no processo saúde e doença. Muitos problemas
odontológicos encontrados no idoso são, na realidade, complicações de processos
patológicos acumulados durante toda a vida do indivíduo, devido à higiene bucal
deficiente, iatrogenia, falta de orientação e de interesse em saúde bucal e ao não
acesso aos serviços de assistência odontológicos.

De acordo com o relato o Sr José frequentemente fez o uso do tabaco que


agravou para o aparecimento da boca seca, ou seja, a xerostomia que é a
hipofunção das glândulas salivares que pode acabar induzindo o aparecimento da
carie dental.

A dieta do paciente é determinada pela presença de carboidratos,


principalmente a sacarose, que servem de substrato para que os microrganismos da
cavidade bucal sintetizem polissacarídeos extracelulares com um importante papel
na formação da placa e, também, na produção de ácidos orgânicos, que promovem
a desmineralização do esmalte e podem desencadear o processo de cárie.

Conforme o autor, quando se tem a ingestão de uma dieta cariogênica em


presença de placa, em pleno potencial metabólico ocorre uma desmineralização,
porém, o processo de remineralização mediado pela saliva, que funciona como um
sistema de defesa do organismo reverte o processo, voltando às condições iniciais,
sem nenhum prejuízo para o esmalte. (LIMA, 2007, p. 126)

Pelo exposto, pode-se considerar que a cárie dentária é uma doença crônica
e infecciosa que provoca a destruição dos tecidos dentários, podendo ser
diagnosticada clinicamente em seus estágios iniciais (lesões em esmalte) ou estágios
mais tardios (cavitação em dentina e/ou necrose da polpa dentária, órgão onde se
localizam terminações nervosas e capilares sanguíneos). Além da detecção da
doença, é de extrema importância avaliar a atividade dela: ativa ou inativa. A doença

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ativa significa que o indivíduo está experimentando um momento ativo da doença,


enquanto as lesões inativas apontam para a ocorrência de um episódio da doença.
(CERQUEIRA, 2020)

5. ALTERAÇÕES ANATÔMICAS DO EDENTULISMO COM ACHADOS


IMAGINOLÓGICOS

O edentulismo é a perda parcial ou total dos dentes permanentes, que ocorre


por consequência de eventos multifatoriais que se agravam como, a carie, gengivite
e doença periodontal e não somente por conta do envelhecimento natural.

Essa perda dentaria se liga diretamente a lei de Wolff que com relação ao
tecido ósseo preconiza-se que a pressão positiva aumenta a massa óssea e a
pressão negativa diminui a massa óssea, pois o corpo entende que aquela estrutura
de sustentação não é mais necessária, e com o tempo tem a reabsorção óssea.
Sendo assim a falta de dentes do Sr. José juntamente com o fato dele quase não
usar sua prótese parcial removível inferior fez com que ele apresentasse uma perda
óssea na mandíbula, essa diminuição pode alterar a mordida do paciente.

A falta dos dentes afeta diretamente a articulação temporomandibular,


provocando estalos quando se abre e fecha a boca, quando ocorre a perda de um
dente ou mais dentes, ou outros, se movem para compensar essa ausência
causando desalinhamento e problemas na mordida, esse desalinhamento pode
causar mais pressão em um dos lados da mandíbula, causando dor e mudança na
fisionomia (flacidez muscular da face). O mau posicionamento da mordida gera um
reflexo nas articulações, esse movimento errado pode afetar partes sensíveis dos
dentes.

O desdentado é obrigado a selecionar alimentos, tirando aqueles que


requerem um esforço maior de mastigação, para ele mastigar esses alimentos é
utilizada a língua, com o passar do tempo a mesma tende a aumentar de tamanho. A
gengiva também sofre com a falta dos dentes, ela fica desprotegida e pode ficar
machucada na hora da alimentação por causa de alimentos mais rígidos, ou até
mesmo na hora de escovar os dentes, a escova pode lesionar a região deixando-a

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bem dolorida e causar inflamações e feridas, essas circunstancias junto com a má


higiene bucal e o costume que o Sr. José sempre teve de fumar cigarros de palha
pode ter o levado ao quadro de câncer de boca, o que evidencia isso é ele ter uma
ferida que não se cicatriza

Figura 1 – Radiografia Panoramica

Fonte: Doutora Kellen Belmont Chaves (2021)

6. PRINCIPAIS PROBLEMAS DA SAUDE BUCAL RELACIONADO AOS IDOSOS

Os principais problemas bucais que afetam os idosos são: o câncer de boca,


doenças periodontais, a cárie e o edentulismo referidas abaixo:

6.1. Câncer de Boca

A maior dificuldade no tratamento do câncer de boca nos pacientes idosos


tem sido o diagnóstico. que na maioria das vezes é tardio. Uma lesão que apresenta
mais de 3cm já é considerada em fase avançada, por isso que é importante a
realização de exames periódicos, feitos por profissionais, bem como para o
autoexame da cavidade oral e observar a presença de sinais que possam ser
indicativos de câncer, como aumentos no tecido mucoso, presença de caroços,
úlceras ou manchas brancas, vermelhas ou escuras, podendo causar sangramento e
dor para que, assim, em casos de suspeita da doença, possam ser realizados
exames complementares, como a citologia esfoliativa ou a biópsia da lesão.
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Apesar de os estudos associando o perfil dos pacientes conforme o tempo


de evolução das lesões serem escassos é consenso na literatura que pacientes
diagnosticados em estágio tardio da doença têm maiores índices de mortalidade. O
tempo médio que os pacientes demoram a procurar cuidados profissionais varia de 3
a 5 meses para o câncer bucal.

De acordo com o autor Junior et. al (2013), os dois principais fatores de risco
relacionados ao câncer bucal são o hábito de fumar e o consumo excessivo de
bebidas alcoólicas. No entanto, outros fatores têm sido associados ao
desenvolvimento do câncer de boca, que incluem agentes biológicos, como o HPV,
higiene oral precária, história pregressa de neoplasia do trato aerodigestório e
exposição à luz ultravioleta em excesso.

6.2. Doenças Periodontais

Especificamente o que ocorre com as doenças do periodonto (Gengivite e


Periodontite), além da atividade local da doença, causada inicialmente pelo acúmulo
de placa dental e cálculo ao redor dos dentes gerando sangramento, perda de
inserção periodontal, mobilidade dental, sensibilidade dental, mau hálito é a relação
com algumas doenças sistêmicas como Diabetes Mellitus, problemas
cardiovasculares, desordens respiratórias e fragilidade.

A manutenção da saúde periodontal com o controle mecânico da placa


bacteriana, realizado pelo paciente e pelo profissional, permanece como uma parte
importante da terapia periodontal. Quando não realizado, ou realizado
inadequadamente por parte dos idosos ou cuidadores, se observa um
desenvolvimento mais rápido da inflamação gengival nestes pacientes quando
comparados com pacientes jovens, apesar do tempo de cicatrização parecer o
mesmo.

Em geral, os estudos sobre as doenças periodontais conduzidos em


população idosa são limitados e utilizam metodologia questionável, isto é, a
avaliação do envolvimento periodontal nestes indivíduos pode não representar a real

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condição da doença, necessitando assim de mais estudos epidemiológicos com


sondagem periodontal executada em seis sítios por dente, em todos os dentes,
avaliação radiográfica, mobilidade, sangramento gengival, presença de biofilme
dental e avaliação de furca.

6.3. Carie

Um dos pontos fundamentais no diagnóstico clínico da cárie radicular é a


identificação da atividade da lesão, que nem sempre se constitui em um
procedimento fácil, mas é essencial para que a opção de tratamento seja adequada.
Primeiramente, é importante verificarmos se a lesão está ativa ou inativa, pois a
distinção entre essas duas é de grande relevância clínica, uma vez que confirmado o
desenvolvimento da cárie radicular permite que cirurgião dentista interfira nesse
processo, através do conhecimento dos fatores de risco e das medidas preventivas e
terapêuticas.

Um diagnóstico bem feito é essencial para o adequado tratamento,


prevenção e prognóstico. Lesões cariosas de raiz nas superfícies vestibulares e
linguais são relativamente fáceis de identificar, mas o mesmo não pode ser dito para
lesões interproximais e lesões sub-gengivais, uma boa radiografia é um pré-requisito
para um diagnóstico precoce.

A cárie radicular é uma lesão cariosa que ocorre na junção


amelocementária, sem envolvimento inicial do esmalte adjacente. Pode ocorrer em
qualquer superfície radicular exposta ao meio bucal, mas as vestibulares e proximais
são inicialmente atacadas: no estágio inicial, aparece como uma área
desmineralizada. A lesão de cárie radicular pode ser diagnosticada através de uma
combinação de exame visual e táctil.

As lesões ativas aparecem clinicamente como áreas de superfície radicular


com coloração amarelada ou marrom clara e se apresentam com uma consistência
amolecida à sondagem delicada e frequentemente estão cobertas por placa visível,
já as lesões inativas aparecem como lesões da superfície radicular bem definidas,
com coloração marrom escura ou preta, superfície tipicamente lisa e brilhante e dura

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à sondagem com pressão moderada. Clinicamente a cárie radicular se inicia


normalmente como uma área bem definida, descolorida e localizada
predominantemente na junção amelocementária.

Durante sua evolução, tende a se espalhar lateralmente e eventualmente


circunda o dente. Quando há cavitação, apresenta pouca profundidade, cerca de 0,5
a 1 mm, e as margens são normalmente irregulares. É importante ressaltar que o
diagnóstico diferencial de cárie paralisada ou ativa se dá devido ao conjunto de
informações obtidas e observadas no momento em que se realizou o exame do
paciente.

6.4. Edentulismo

O edentulismo, embora visto por alguns como processo natural ligado ao


envelhecimento, pode ser evitado através de orientação, atuação preventiva e
cuidados adequados de saúde bucal. A maioria dos pacientes idosos apresentam
problemas relacionados à saúde bucal, incluindo cáries, doenças periodontais,
disfunções salivares, desgastes no uso de próteses e comprometimento das funções
de mastigação, deglutição e paladar levando ao edentulismo.

As perdas dentárias podem ter efeitos significativos na saúde bucal e


qualidade de vida do indivíduo, pois afetam a capacidade mastigatória, o consumo
de diversos alimentos, a fonação e causam danos estéticos com impactos
psicológicos. No caso de idosos, esses fatores atuam reduzindo o bem estar,
provocando alterações psicológicas e funcionais. Além disso, muitos pacientes
idosos apresentam alterações na cavidade bucal em função dos efeitos colaterais
dos medicamentos que usam, manifestações de doenças sistêmicas e deficiências
nutricionais.

7. PROBLEMAS ASSOCIADOS AO USO DA PROTESE TOTAL

A prótese dentária tem como objetivo a reabilitação oral de dentes ausentes,


possibilitando o desempenho e manutenção de suas funções, fatores como má
adaptação da prótese sobre o rebordo e falta de higienização podem causar lesões

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na cavidade oral. Além disso, o uso frequente, de dia e a noite também pode
favorecer o surgimento de lesões na mucosa alveolar do paciente, dentre as lesões
mais citadas estão estomatite protética, queilite angular, hiperplasia inflamatória,
candidíase e ulceras traumáticas. Este dispositivo oral causa um desequilíbrio na
microbiota local levando a modificações a cavidade.

7.1. Estomatite Protética

Entre as principais lesões resultantes do uso da PT a mais predominante é a


estomatite protética, estas alterações caracterizam-se por edema, hiperemia,
seguido algumas vezes por petéquias hemorrágicas; O processo inflamatório varia
de moderada ou intensa, e raramente o processo é sintomático mesmo assim o
paciente pode sentir prurido, queimação, sintomatologia dolorosa, sabor
desagradável, além de apresentar halitose e xerostomia.

Figura 2 – Estomatite Protética

Fonte: Mariana, Ivone UFP

7.2. Úlcera Traumática

A úlcera traumática da mucosa bucal ocorre devido algum trauma, podendo


estar caracterizada por mordida da mucosa, irritação por prótese, lesão por escova
dental, ou presença de qualquer outro irritante externo, podendo evoluir para
malignidade, esta lesão é frequentemente encontrada na mucosa bucal, a qual
apresenta uma etiologia multifatorial, no entanto, sua principal causa seja

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consequente de iatrogênias do profissional nos usuários da prótese total


mucossuportada; Caracteriza-se por uma área central de ulceração recoberta ou não
por membrana fibrinopurulenta circundada por halo eritematoso, aparece em maior
volume entre o primeiro e o segundo ano de uso da prótese, porém, é bastante
comum seu aparecimento logo após a instalação ou no período de adaptação.

Figura 3 – Úlcera Traumática

Fonte: Terapêutica aplicada à Odontologia - UFPR

7.3. Hiperplasia Fibrosa

A hiperplasia fibrosa inflamatória é o aumento no número de células de um


tecido em resposta a uma irritação com baixa intensidade. As lesões podem estar
localizadas às margens das próteses, relacionadas com a irritação crônica causada
por bordas mal adaptadas ou por forças oblíquas resultantes de má oclusão.
Figura 4 - Hiperplasia Fibrosa

Fonte: R. Ci. méd. biol., Salvador

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7.4. Câncer de Boca

O aparecimento do câncer de boca tem grande relação com o tabagismo e


etilismo, ou seja, tal patologia encontra-se mais relacionado ao estilo de vida do
paciente do que ao uso de próteses dentárias, embora a má higiene oral devido à
baixa frequência de escovações sejam fatores adicionais de risco, e são mais
frequentes em pacientes do sexo masculino, com mais de 50 anos.

Figura 4 – Câncer de Boca

Fonte: Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent. vol.67 no.3

7.5. Acúmulo de Biofilme

A aglomeração do biofilme na superfície das próteses pode levar a irritação da


mucosa, e por consequência levar ao aparecimento de lesões mais graves, fazendo
com que haja a necessidade de tratamentos mais aprofundados.

Figura 5 – Acumulo de Biofilme

Fonte: Acúmulo de biofilme em prótese total.


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CONCLUSÃO

José é um paciente idoso portador de diabetes tipo dois, que não teve os
cuidados adequados ao longo da sua vida. Pelo fato dele ser diabético isso o leva a
ter maior propensão a desenvolver complicações cardiovasculares. O tabagismo
também tem como característica o comprometimento progressivo do sistema
cardiovascular. Portadores de diabetes tem maior risco maior de morte por doença
cardiovascular e quando se associa com o tabagismo esse risco é de 11 vezes
maior, parar de fumar ajuda na cicatrização, que é outro problema que o diabético
sofre, José apresenta uma ferida na boca que não cicatriza, pode se levar em conta
diversos fatores responsáveis por isso como idade, ser fumante e portador de
diabetes. Relatou-se que ele esta com sangramento na gengiva, isso se liga a
hiperglicemia sanguínea que eleva a produção das substancias derivadas do O2,
aumenta a quantia de apoptose celular e faz com que células morram antes de fazer
seu papel, tendo como efeito uma cicatrização demorada e inadequada.
O Sr. José sofre com o mau hálito, esse problema se torna maior quando o
paciente é portador de diabetes, em níveis altos de glicose é produzido corpos
cetônicos, que são liberados quando há falta de insulina , a dieta do paciente é
determinada pela presença de carboidratos, principalmente a sacarose, que servem
de substrato para que os microrganismos da cavidade bucal sintetizem
polissacarídeos extracelulares com um importante papel na formação da placa e,
também, na produção de ácidos orgânicos, que promovem a desmineralização do
esmalte e podem desencadear o processo de cárie, Sr José também sofre com um
problema inflamatório crônico, ele usa sua prótese superior há 20 anos, e a mesma
machuca seu palato sem que ele sinta dor. O diabético pode perder a sensibilidade à
dor, pois tem uma diminuição do O2 que chega aos nervos através de vasos
sanguíneos
Por fim relatamos que o dentista deve refazer a PT superior ajustada junto
ao tratamento do periodonto, os dentes inferiores devem ser analizados a fim de
entender se sao ou nao viaveis e realizar uma PPR inferior compativel com o novo
rebordo, por fim deve- se fazer um acompanhamneto detalhado dos proximos anos
de vida do paciente visto que ele é fumante e possui dabetes tipo ll, sempre
concientizando das nescessidades do cuidado diante do quadro do Sr. Jose.

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