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DENISE DONTALE BRAÇALE


RA 1817766
ERIKA COLADETTI DE OLIVEIRA FERNANDES
RA 1810477
FABIANA CRISTINA SANCHES CRUZ
RA1802872
GIOVANA MARQUES POSSAR
RA 1800661
MELANY CRISTINA GANZELLA
RA 1810972
REGINA VIEIRA SANTELLI
RA 1803912
TÂNIA REGINA BELIZÁRIO MENES
RA1808746

APRENDER E SOCIALIZAR ATRAVÉS DO BRINCAR

Apresentação do Projeto Integrador - vídeo:

CASA BRANCA - SP
2019
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DESENVOLVER, BRINCAR E SOCIALIZAR.

Relatório Técnico - da disciplina de


Projeto Integrador II para o curso de
Licenciatura de Pedagogia da Fundação
Universidade Virtual do Estado de São
Paulo (UNIVESP).

Mediadora: Viviane Cristina da Silva

CASA BRANCA - SP
2019
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BRAÇALE, Denise Dontale; CRUZ, Fabiana Cristina Sanches; FERNANDES, Erika


Coladetti de Oliveira; GANZELLA, Melany Cristina; MENES, Tânia Regina Belizário;
POSSAR, Giovana Marques; SANTELLI, Regina Vieira. APRENDER: Brincando,
Socializando. 00f. Relatório Técnico-Científico (Licenciatura em Ciências Naturais e
Matemática) – Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Tutor: Viviane Cristina
da Silva. Polo Casa Branca - SP, 2018.

RESUMO
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BRAÇALE, Denise Dontale; CRUZ, Fabiana Cristina Sanches; FERNANDES, Erika


Coladetti de Oliveira; GANZELLA, Melany Cristina; MENES, Tânia Regina Belizário;
POSSAR, Giovana Marques; SANTELLI, Regina Vieira. Título do trabalho em inglês.
00f.Technical-Scientific Report (Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática) –
Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Adviser Tutor: Viviane Cristina da
Silva. Polo Casa Branca - SP, 2019.

ABSTRACT
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ILUSTRAÇÃO
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SUMÁRIO
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1 INTRODUÇÃO
As brincadeiras possuem um sentido próprio e fazem parte de nossas vidas desde
os primórdios da história da humanidade. Dessa forma, o brincar poderá ser tanto um
instrumento quanto uma estratégia a ser utilizada em prol da aprendizagem e da
interação dos alunos, despertando e estimulando o conceito de socialização entre os
próprios colegas de classe.
Sabemos que na infância começa uma fase especial, as brincadeiras, por isso
devemos levar em conta que o brincar é uma atividade natural, espontânea e necessária
para a criança.
Esse período tão importante não representa somente uma fase de brincadeiras,
mas também de descobertas, que muito colabora na sua formação pessoal. Brincar é
essencial para o desenvolvimento da criança, pois é através da brincadeira que ela
desenvolve sua cognição, memória, imaginação, atenção, reflete sobre a realidade e sua
cultura, insere-se socialmente, estimula sua confiança e autonomia, aprendendo a ser, a
fazer e a conviver.
A criança aprende brincando, porque o jogo é um produto das relações sociais.
Acontece então à necessidade de decisões, e ela – a criança - aprende regras com as
brincadeiras. Nessa etapa de aprendizado, imitam o comportamento dos adultos e
quando este tem a oportunidade de mostrar por seus atos a importância que dão ao
brincar, certamente estão contribuindo para a formação de cidadão engajados, críticos e
cooperativos.
Ao possibilitarmos à criança o acesso às brincadeiras e ao brincar, oferecemos a
ela uma melhor qualidade de vida. Brincando ela expande uma grande quantidade de
emoções, pela variedade de brincadeiras que vivencia. Organiza melhor o seu mundo
interior. E o mais importante, através do brincar acaba aprendendo de forma prazerosa,
transformando um simples conhecimento em uma aprendizagem significativa.

1.1 Problemas e Objetivos da Pesquisa

1.1.1 – Objetivos Gerais


 Propor ações educativas utilizando brincadeiras que envolvam interação
e cooperação entre os alunos, com o objetivo de melhorar o convívio, as
relações interpessoais; desenvolver a empatia, solidariedade e
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proporcionar momentos de interação no coletivo.

1.1.2 – Objetivos Específicos

• Estimular o desprendimento para criar iniciativa;


• Despertar o convívio e a socialização;
• Desenvolver o raciocínio e a lógica;
• Beneficiar-se de espaços, movimentos e linguagens corporais;
• Aprender a respeitar as regras inseridas durante os jogos;
• Possibilitar momentos agradáveis e animados de lazer e diversão;
• Colaborar com o outro desenvolvendo sintonia de equipe;
• Posicionar-se e expressar-se enquanto da aplicação das atividades

1.2 Justificativa

É de suma importância nas realizações dos jogos e brincadeiras que a criança


assuma sua autonomia ou a desenvolva e que o auxílio do professor seja apenas o
necessário para permitir que a criança se expresse e posicione-se tendo iniciativas.
A importância desse projeto vem atender a necessidade de refletir sobre a falta
que a atividade de brincar em grupo representa na formação integral das crianças
contemporâneas, uma vez que o dividir, o interagir, o ajudar são ícones importantes para
o florescimento da cidadania entre os pequenos cidadãos.
É natural a associação que fazemos da infância com o ato de brincar,
justamente porque se entende que brincar seja uma decorrência própria desse período
da vida. É salutar que as crianças brinquem por vários motivos. Entretanto, as
mudanças sociais estão desfigurando cada vez mais o brincar como seria o ideal. As
características atuais de organização da rotina de uma criança urbana, aliadas à
facilidade de acesso a computadores, televisão e jogos eletrônicos permitem que estes
ocupem grande parte do tempo dessas crianças e por consequência muitas vezes as
afastando das brincadeiras coletivas próprias à idade.

Relevância social: Contribuir para uma prática pedagógica, através do brincar,


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promovendo à interação, o contato físico, a cooperação, a aproximação como forma de


promover a socialização, a convivência e o estabelecimento de relações interpessoais
mais saudáveis no contexto escolar.
Relevância cultural: Desenvolver um ambiente escolar, no qual, se exercite a
solidariedade, a afetividade e a empatia.
Relevância acadêmica: Viabilizar um trabalho em conjunto com a professora do
Infantil II, onde a ludicidade esteja presente, com o objetivo de melhorar o ambiente e
as relações interpessoais na sala de aula ao ensinar novos valores às crianças.
Contribuições da Pesquisa: Contribuir com a formação moral dos alunos,
preparando-os para (con) viver em sociedade, para adquirirem o entendimento das
diferenças, o respeito e o apoio mútuo.

2 - Fundamentação Teorica

Em consonância com o Texto-base da pesquisa das autoras Portilho e


Tosatto (2014, p.749), de Fundamentos da Educação Infantil I, pôde ser percebido
nas observações realizadas em sala de aula como o brincar era incorporado ao
cotidiano da escola.
Dessa forma foi possível analisar a brincadeira, que para se fazer presente
na escola precisa ter sempre uma intenção didática, sem a participação criativa,
inventiva e transformadora das crianças. (PORTILHO, TOSATTO, 2014, p. 738).
Nessa perspectiva, a criança acaba sendo reduzida ao seu ofício de aluno,
baseado num modelo tradicional de ensino, que reproduz o conhecimento e a
cultura e, predomina a repetição, reprodução, o silêncio e a passividade.
(PORTILHO, TOSATTO, 2014, p. 743).
Portanto, é fundamental a presença da ludicidade, a fantasia do real, a
interatividade como eixos estruturantes, que caracterizam as culturas da infância.
(PORTILHO, TOSATTO, 2014, p. 753)
"Conhecer as potencialidades do brincar, seu papel no interior da escola,
sua importância na vida das crianças, saber organizar espaços, tempos,
materiais, cenários e intervenções no brincar infantil é fundamental.”
(PORTILHO, TOSATTO, 2014, p. 754).
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A valorização do brincar é essencial, para que seja reconhecida como uma


atividade em sua dimensão criadora, cultural e social, bem como da imagem da criança
produtora de identidade, conhecimento e cultura. (PORTILHO, TOSATTO, 2014, p.
748).

Pautaremos nossa reflexão, no Texto-base de Fundamentos da Educação


Infantil, sobre a Base Nacional Comum Curricular;

"Considerando que, na Educação Infantil, as aprendizagens e o


desenvolvimento integral das crianças têm como eixos estruturantes as
interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar,
participar, explorar, expressar-se e conhecer-se, conforme a organização
curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada." (BRASIL, 2018,
p.38).
É importante reconhecer, também, a necessária continuidade às experiências em
torno do brincar, sendo possível identificar a resolução de conflitos e a regulação de
emoções. (BRASIL, 2018, p.222).

Sendo assim, as crianças, aprendem a desempenhar um papel ativo diante das


decisões, ações, relações e interações, como atores sociais, produtores de cultura, nos
quais, possam construir significados sobre si e os outros. (BRASIL, 2018, p.35).

Desse modo, ampliando seu próprio conhecimento e do outro, convivendo com


outras crianças, adultos e, em grupos, desenvolvendo o respeito em relação à cultura, às
diferenças e reconhecer a alteridade das crianças e suas singularidades. (BRASIL, 2018,
p.36).

O projeto, "Construção da Cidadania através da Socialização e Solidariedade",


teve como pilar o Texto-base "Vygotsky e o Papel das Interações Sociais na Sala de
Aula", da disciplina de Psicologia da Educação;

"Desde os primeiros dias do desenvolvimento da criança, suas atividades


adquirem um significado próprio num sistema de comportamento social, e
sendo dirigidas a objetivos definidos, são refratadas através do prisma do
ambiente da criança. O caminho do objeto até a criança e desta até o objeto
passa através de outra pessoa. Essa estrutura humana complexa é o produto
de um processo de desenvolvimento profundamente enraizado nas ligações
entre história individual e história social." (MARTINS, 2015, p. 111).

Vygotsky destaca em seus estudos a importância da troca entre os parceiros


como momentos significativos para o processo de ensino - aprendizagem e com base na
disciplina de Psicologia da Educação, construímos nossa proposta de intervenção.
(MARTINS, 2015, p. 117).
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A interação das crianças no "brincar", estimulam a autonomia, socialização e a


solidariedade e, o educador será o mediador, orientando as crianças em como realizar as
brincadeiras. (MARTINS, 2015, p. 118).

A partir, da análise, de Vygotsky compreendemos que, as brincadeiras


proporcionarão uma melhora significativa na relação da criança com o "mundo", pois, o
brincar desenvolve qualidades fundamentais e proporciona a criança a oportunidade de
criar, dialogar, transformar e inventar. (MARTINS, 2015, p. 121).

A criança e o lúdico têm uma relação muito próxima, já que as atividades


lúdicas são as que envolvem seu mundo, onde é valorizada a necessidade de brincar,
influindo seu desenvolvimento psicomotor. Ao brincar, ela desenvolve sua
inteligência, habilidade, sensibilidade, criatividade e a motricidade, além de aprender
a socializar - se com as demais crianças e com os adultos.

Na educação infantil, o lúdico desempenha uma grande


importância no progresso da criança, pois ajuda a desenvolver sua
motricidade, faz com que ela se relacione melhor com outras
pessoas afetivamente e trabalhe com o seu lado intelectual,
oferecendo assim a sustentação para ações presentes e futuras. É
importante que o aspecto lúdico seja desenvolvido nas crianças
também com o objetivo de recreação.
O movimento não se resume apenas na linguagem, ele é
uma área de conhecimento que se torna objeto principal na
educação física. Segundo o Ministério da Educação e do Desporto
(1998), o lúdico privilegia a criatividade, a inventividade e a
imaginação, por sua própria ligação com os fundamentos do prazer.
Não comporta regras preestabelecidas, nem caminhos já trilhados,
abre novos caminhos, vislumbra outros possíveis.

Mattos e Neira (2003) apud Menes (2018), afirmam que “o


movimento é o meio de expressão fundamental das crianças na
educação infantil.” A educação física então, deve prender-se ao
desenvolvimento das capacidades físicas e psicológicas por meio
do movimento.
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A criança deve habituar-se a imagem de seu corpo,


desenvolvendo sua imagem corporal para ampliar e enriquecer as
possibilidades de expressão de movimento, utilizando gestos e
ritmo corporal em atividades como danças, jogos, brincadeiras e
várias outras situações de interação.
Na educação infantil, todas as atividades da criança são
novidades para elas. É a chamada fase da descoberta, quando tudo
em sua volta ainda é uma incógnita. Os questionamentos e as
dúvidas assumem enorme importância para seu entendimento. O
lúdico então possibilita fazer com que a criança interaja com as
outras crianças e com os adultos, iniciando assim laços de amizade
e companheirismo.
Segundo Braga e Machado (1977) apud Menes (2018), é
por meio da recreação e da ludicidade que se consegue que a
criança participe de uma atividade física, pois a mesma não se
interessa pelos exercícios analíticos e sim em se divertir correndo,
jogando e brincando.
Marcozzi (1976) apud Menes (2018), afirma que através
do jogo a criança pode viver situações que no cotidiano não
poderia. Portanto, por meio das brincadeiras, muitas coisas podem
ser discutidas, analisadas, criticadas e vivenciadas sem correr
riscos, apenas baseados na experimentação.
Braga e Machado (1977) apud Menes (2018) comentam
que, durante os seis primeiros anos a criança utiliza a linguagem da
brincadeira para se expressar e para compreender o mundo e as
pessoas. Ela desenvolve gradativamente habilidades e
competências para compreender o mundo.
Dessa forma, o entretenimento é uma maneira
privilegiada de conhecimento. Na proporção que se desenvolve,
os pequenos introduzem em suas brincadeiras o que observam,
ouvem, entreveem e exercem.
Os passatempos se tomam mais intrigantes no momento
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em que as crianças conseguem harmonizam os diversos saberes a


que possuíram acesso. Cunha (1994) apud Menes (2018) afirma
que ao brincar a criança assimila com toda a riqueza de aprender
fazendo, espontaneamente e sem medo de errar.
Soler (2003) apud Menes (2018) comenta que os jogos
têm funções essenciais, importantes na formação do ser humano e
sendo assim, devem ser escolhidos de acordo com a idade e
necessidade de cada aluno.
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Segundo Fröbel , a melhor maneira para começar a

educar e desenvolver uma criança é introduzindo brincadeiras. Ele

tinha várias concepções sobre o brincar e era considerado um

psicólogo da infância. Dizia que o brinquedo permite relações entre

os objetos do mundo e a natureza em relação ao mundo espiritual.

Os jogos sensoriais, que são baseados em jogos educativos


pensados por Fröbel, estão associados ao nome de Maria
Montessori.
Segundo Leif e Brunelle (1978)2 esses jogos sensoriais
foram elaborados para estimular cada um dos sentidos.
Montessori pesquisou uma série de recursos didáticos para
facilitar a aplicação do método.
Um planejamento, a partir de projetos, resulta em
possibilidade de enfocar diferentes áreas do conhecimento, tendo
em vista a execução de tarefas inseridas no cotidiano dos alunos. A
atividade utiliza-se da eficácia dos jogos lúdicos no processo
ensino / aprendizagem, o agrupamento coletivo em roda de
conversa, socializar oralmente os resultados das brincadeiras
lúdicas.
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As atividades recreativas ensinam à criança o respeito através das regras, motivando e


contribuindo com o raciocínio, como forma de avaliação, observar se os objetivos propostos ao
iniciar o projeto foram atingidos

2.1 -Aplicação das disciplinas estudadas no projeto integrador

3- MATERIAL E MÉTODOS EMPREGADOS

Pautamos para esta pesquisa descritiva, a partir, da reflexão em grupo sobre


o tema proposto, a escolha do público específico (Infantil II), o local (EMEIEF
Odecio Forner), assim como outros elementos que subsidiaram a observação e
visita.
Articulamos com o problema, os objetivos, as relevências da justficativa e a
fundamentação teórica, em torno, deste tema e outras questões abordadas na
pesquisa de campo; definição do que deve ser observado no local e a elaboração do
roteiro de visita.
Do roteiro de visita fizeram parte, a elaboração do questionário, assim como
os mapas mentais, como também os recursos utilizados para o registro (câmera,
caderno de anotação, caneta, celular), orientações e conduta de comportamento
durante a visita.

4- ANÁLISES E DISCUSSÕES DOS RESULTADOS PARCIAIS

Esse primeiro momento possibilitou os seguintes resultados:


Cada integrante compartilhou com o grupo, suas impressões e percepções
das motivações, preocupações e frustrações sobre a instituição de ensino escolhida
para realização desta atividade, refletimos sobre as histórias de vida de cada criança
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e, a diversidade da sala de aula, a organização do tempo e espaço, nas propostas,


nas interações, de acordo, com a observação e, a entrevista para identificação dos
problemas e desafios.
De acordo, com o levantamento das informações que tornaram evidentes a
orientação da presente pesquisa, esta etapa parcial, permitiu a elaboração de
estratégias de intervenção, em consonância, com as questões norteadas e os dados
tabulados.

2.1 INTERVENÇÕES:

Através do tema socialização e brincadeira proposto pelo Projeto Integrador II,


serão desenvolvidas as seguintes etapas das atividades lúdicas;
1. Chamada Musical (autor e compositor Éliton Rufino), releitura da
cantiga infantil "Palma, palma, pé, pé". Utilizaremos um pandeiro
para essa música, cuja letra é: "Palma, palma, palma, eu vou te
falar a

chamada vai começar. Onde está (fala o nome do aluno)". E assim,


vai se repetindo até todos se apresentarem.

2. Dinâmica das Bexigas Coloridas, colocaremos em cada bexiga um


papel diferente, contendo a inicial do nome de cada aluno e um
desenho de vários gestos, por exemplo, abraço, elogio, aperto de
mão, etc. Cada criança, uma por vez, estourará um balão e praticará
o gesto com amigo, assim, sucessivamente, até terminarem a
brincadeira.
3. Apresentação do vídeo "Amigos (Grandes Pequeninos)", com
interação de um quebra-cabeça com uma imagem escolhida do
clipe da canção. Esta atividade terá participação coletiva de todas as
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crianças, dessa forma, as crianças irão interagir e ajudar uns aos


outros para finalização da montagem do quebra-cabeça. Ao
término, desta tarefa, as crianças darão as mãos e, em voz alta
cantar o trecho da canção: “Ah, como é bom ter amigos”.
4. Aplicaremos à música do "Abraço Bamboleio" (na versão da Laura
Cristina), cuja letra é a seguinte; "Levantar o braço, levantar o
outro, fazer bambolê, mexer o pescoço. Olhar para o teto, olhar
para o sapato, escolher sempre um amigo diferente para dar um
abraço". Além de cantar, irão dançar, seguindo a coreografia.
5. Ao final, serão entregues certificados de participação contendo os
nomes dos alunos participantes e um desenho para pintarem,
relacionado com as atividades propostas.

4.2. PROTÓTIPO

4.3Protótipo Inicialgura 1 – Protótipo inicial do projeto


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Figura 2 – Protótipo inicial do projeto.


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5-CONSIDERAÇÕES PARCIAIS

Analisando o que observamos em sala de aula, concluímos que as culturas


da infância e suas manifestações não são reconhecidas, devido à "didatização" do
brincar e a influência de práticas escolarizantes. A professora entrevistada
demonstrou, maior preocupação, com o controle das ações das crianças e
aquisição de conhecimentos já "determinados" e "esperados", ao invés de,
reconhecer a alteridade das crianças, suas diferenças e singularidades.

O brincar é fundamental, para desenvolver e estimular muitas habilidades


na criança para criar, compreender, transformar, imaginar e conviver, (re)pensar
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as propostas de trabalho contribuem para o desenvolvimento de capacidades


infantis de relação interpessoal, a percepção de ser e estar com os outros em uma
atitude básica de aceitação, respeito e confiança, propiciando também o acesso,
pelas crianças, aos conhecimentos, ampliando, portanto, a realidade social e
cultural.

REFERÊNCIAS

ANEXOS

APENDICES