Você está na página 1de 28

1.

ANATOMIA DESCRITIVA DO MEMBRO SUPERIOR

1.1. ESQUELETO DO MEMBRO SUPERIOR


O esqueleto do membro superior compreende quatro segmentos: a cintura escapular, o braço,
antebraço e mão.
A Cintura Escapular, também pode ser chamado de Cingulo Peitoral, ou tecnicamente de
Ombro é formada pela Clavícula a frente e pela Escápula por detrás, ou seja a Clavícula é
observada numa vista Anterior, lembrando que o termo Anterior significa que existe uma
Estrutura ou Orgão na região Ventral, enquanto que a Escápula é observada numa visão
Posterior, lembrando que o termo Posterior significa que existe uma Estrutura ou Orgão na
região Dorsal.

Cada Clavícula articula-se Lateralmente com a Escápula atravês da Articulação


AcromioClavicular pois a Extremidade Acromial também conhecida como Extremidade
Lateral, articula-se com o Acromio da Escápula, e também a Clavícula articula-se
Medialmente com o Manúbrio do Esterno, atravês da Articulação EsternoClavicular, pois a
Extremidade Esternal também chamada de Extremidade Medial.
2. ESQUELETO DA CINTURA ESCAPULAR
2.1. CLAVÍCULA
A Clavícula esta localizado ântero-superior do tórax, ou seja a Clavícula pode ser observada
numa vista Anterior e Posterior do Tórax. A Clavícula é um Osso Alargado, parece um Osso
Longo, mas não tem um canal medular definido, e também a Clavícula é a única união ossea
entre o Tronco e o Membro Superior, a Clavícula é palpável em toda a sua extensão e tem a
forma de um S suave em Itálico, e é achatada de cima para baixo.
A Clavícula é formado por duas extremidades, uma Extremidade Medial também chamada de
Extremidade Esternal ou Extremidade Interna a qual articula-se com o Manúbrio do
Esterno atravês da Articulação EsternoClavicular, e é formado por uma Extremidade Lateral
também chamada de Extremidade Acromial ou Extremidade Externa a qual articula-se
Lateralmente ao Acrómio da Escápula atravês da Articulação AcromioClavicular, essas
duas Articulações unem o Membro Superior ao Tronco.
A Clavícula estende-se da Borda Superior do Manúbrio do Esterno ao Acrómio da
Escápula, conectando assim o Tronco ao Membro Superior.

A Extremidade Esternal ou Medial tem uma superfície articular para a fibrocartilagem


esterno-clavicular, que se interpõe á clavícula e á incisura clavicular do manúbrio. A
FibroCartilagem EsternoClavicular prolonga-se para baixo, a fim de articular com a primeira
cartilagem costal.

2.2. Faces da Clavícula:

A Clavícula é formada por duas faces , que podem ser: Face Superior e a Face Inferior
separadas pelas Bordas Anterior e Posterior.
A Extremidade Medial ou Extremidade Esternal da Clavícula apresenta uma Face
Superior que é separada pelas Bordas Anterior e Posterior, A Borda Anterior muita das
vezes é reduzida a uma crista e apresenta uma rugosa impressão para o Ligamento
CostoClavicular, lateralmente a esta, encontra-se um Sulco para o Músculo Subclávio
limitado por cristas ou lábios chamados de Fáscia Peitoral.
A Extremidade Lateral é achatado e tem faces superior e inferior, separadas pelas bordas
anterior e posterior. A borda anterior pode apresentar um pequeno tubérculo deltoídeio,
que servira para a Inserção do Músculo Deltoide.
A face inferior apresenta junto a sua borda posterior, um tubérculo conoide para o
ligamento homónimo e lateralmente a este a linha trapezoideia para a Inserção do
Músculo Trapézio.
A Extermidade Acromial ou Lateral apresenta uma face articular para a face medial do
acrômio, um pouco para baixo e lateralmente.

1. Face superior :

É liso em quase toda a sua extensão. Apenas alguns Asperezas inconsistentes marcam as
áreas sobre as quais as pastilhas se estendem do músculo esternocleidomastóideo
medialmente, do músculo deltóide lateral e anteriormente, e do músculo trapézio lateral
e posteriormente.

2. Face inferior :

A face inferior é escavada em sua parte central por uma depressão alongada na direção do
eixo longo da clavícula; esta depressão geralmente não é muito aparente e é chamado de
sulco do músculo subclávio porque serve como uma inserção A este. Em direção à parte
central desta face, o orifício nutritivo do osso é apreciado, que geralmente se abre no sulco
do músculo subclávio, embora às vezes faz nas costas. Na extremidade esternal da face
inferior, há um pequena superfície rugosa, chamada de impressão do ligamento
costoclavicular, que corresponde à inserção superior do referido ligamento. Perto do
membro acromial há um conjunto de cristas conhecido pelo nome de tuberosidade do
ligamento coracoclavicular, onde os ligamentos trapézio e cone se inserem.
A tuberosidade do ligamento coracoclavicular consiste em dois segmentos: um é anterior
e consiste em uma superfície alongada, triangular e áspera ampla anteriormente e que se
estreita de anterior para posterior e de lateral para medial, da borda anterior para a
borda posterior do osso; este segmento serve como um anexo ao ligamento trapézio e é
chamado de linha trapézio; ou o outro segmento é posterior e curto, é destinado à inserção
do ligamento cônico, apresenta continuidade com o segmento anterior e segue lateral
para medial ao longo da borda posterior do osso. Normalmente, a linha de inserção do
ligamento cônico está totalmente ocupada por uma protrusão muito marcada chamada
tubérculo coneide

3. Borda Anterior:

Em seus dois terços mediais essa borda é espessa, convexa e ligeiramente áspero e serve
como um acessório para o músculo peitoral maior. Seu terço lateral é côncavo e fino, e
apresenta manchas ásperas nas quais os fascículos anteriores estão fixados músculo
deltóide.
4. Borda Posterior:

A borda posterior é espessa, côncava e lisa em seus dois terços medial; lateralmente é
convexo e áspero, e serve como um anexo para os fascículos claviculares do músculo
trapézio.

5. Extremidade acromial / Lateral.

A Extremidade Acromial é Achatado de superior para inferior, A Extremidade


Acromial tem uma face articular elíptica, alongada de anterior para posterior e
esculpida em bisel às custas da face inferior do osso. Este rosto repousa sobre uma
superfície articular do acrômio orientado na direção oposta.

6. Extremidade esternal / Medial.

A Extremidade Esternal ou Medial é a maior parte do osso. Presente de sua parte antero-
inferior uma face articular triangular, côncava ântero-posterior e verticalmente
convexo. Esta superfície se estende sobre a porção vizinha da face parte inferior do osso, de
modo que ambos juntos formem um ângulo diedro.

7. Arquitetura Osséa: A clavícula é formada por uma bainha de tecido ósseo


compacto, muito espessa na região parte média do osso e afinando progressivamente em
direção às extremidades. Circuito de tecido ósseo compacto tecido ósseo esponjoso, que
é rarefeito em direção à parte média do osso, onde um contorno pode aparecer cavidade
medular.
8. Ossificação Osséa :

A clavícula se desenvolve por meio de dois centros de ossificação, um primário e um


secundário. O centro primário é o primeiro centro de ossificação que é formado no curso
desenvolvimento esquelético e aparece no final do primeiro mês no tecido indiferenciado. O
contorno cartilaginoso que direciona a ossificação se desenvolve somente após o aparecimento
do centro primário (Gegenbaur). o até Aproximadamente aos 18 anos de idade, o aspecto
articular do esterno está acentuadamente deprimido. Então se desdobra o centro secundário, que
aplaina esse membro e lhe dá sua forma final. Este centro é soldado ao resto do Osso por volta
de 25 anos (Rambaud e Renault).
9. Escápula :
A Escápula é um Osso Plano, Grande, Achatado e Triangular. A Escápula liga-se ao
Esterno atravês da Clavícula, então a Clavícula une o Membro Superior ao Tórax. A
Escápula articula-se ao Úmero atravês da Articulacão Glenoumeral, A Escápula é localizado
Postero-Lateralmente ao Tórax Superior.
A Escápula é formado por um Corpo e pr uma Espinha, a Espinha da Escápula é terminado
Lateralmente ao Acrómio e o Corpo é terminado no Processo Coracoide. A Escápula é muito
móvel e auxília o Membro Superior, assim tem um Amplio Rádio de Moviemento.

Na Posição Anatómica a Escápula está relacionado com as Faces Póstero-Laterais da segunda


á Setima Costela e a cavidade glenóide está relacionado com as Faces Fronto-Lateral. A
abdução do braço no plano dela , leva-o para o frente e lateralmente.

a. Detalhes Anátomicos da Escápula


A Escápula apresenta 2 Faces que podem ser : Face Costal e Face Dorsal, apresenta também 3
Bordas que podem ser : Borda Superior ; Borda Lateral e Borda Medial, apresenta ainda 3
Angulos que podem ser : Angulo Superior ; Angulo Lateral e Angulo Medial.

Faces:
1. Face anterior ou face costal
É escavado ou concava em quase toda sua extensão e é chamada de fossa subescapular. Na
junção de seu quarto superior com seus três quartos inferiores, a depressão é mais
pronunciada e angular. Inferior a nesta porção, a fossa subescapular é atravessada por três ou
quatro cristas que irradiam do colo da escápula em direção à sua borda medial; as lâminas são
inseridas neles músculos tendinosos do músculo subescapular. o No limite lateral da fossa
subescapular, observe uma protrusão alongada semicilíndrica cega, paralela à borda lateral
do osso: É o chamado pilar da escápula (Poirier). Forma o lábio medial de uma ranhura,
chamado de sulco da borda lateral entre a borda lateral do osso e o abutment da escápula.
Neste sulco e no pilar os fascículos inferiores do músculo subescapular. o Medialmente à
fossa subescapular e ao longo da borda escápula medial, nas proximidades de cada uma das
extremidades desta fronteira, uma superfície rugosa alongada e de forma triangular é
observada, na qual o músculo serrátil anterior. Este músculo se insere ainda mais em uma
crista descontínua que limita toda a porção da borda medial intermediária a essas superfícies.
2. Face Posterior ou Dorsal :

A face posterior é dividida em duas partes por uma protusão transversal: a espinha
daescápula. Superior à coluna é o fossa supraespinhosa e, inferiormente, a fossa
infraespinhal.
a) Espinha da Escápula: A espinha da escápula é uma lâmina óssea triangular implantado
transversalmente na face posterior da escápula ou também chamada de Face Dorsal, na junção
de seu quarto superior para seus três quartos inferiores. Em ambos os lados, a coluna
vertebral contribui para a formação das fossas supraespinhosa e infraespinhal. Suas
superfícies são lisas. A face superior é ranhurada em seus dois terços lados. O inferior
também é estriado, mas apenas em seus dois terços mediais. Das três bordas, a anterior se
junta à escápula. o O lado, que é côncavo e liso, apresenta continuidade com a parte inferior
do acrômio. Por ultimo , o mais postérior é subcutâneo, espesso e áspero, e é dividido por uma
crista em duas vertentes; na inclinação superior o músculo trapézio é inserido e na inclinação
inferior o músculo deltóide. Além disso, apresenta em sua parte central um alargamento
elíptico denominado tubérculo deltóide. Em sua extremidade medial está um alargamento
triangular, sobre os quais deslizam os fascículos tendinosos do músculo trapézio.
A espinha da escápula é continuada lateralmente por um processo: o acrômio. O acrômio é
achatado na direção oposta à coluna e tem duas faces (superior e inferior) e duas bordas
(medial e lateral).
A face superior é áspera e parece resultam do alargamento da borda posterior da coluna
vertebral. o A face inferior é côncava e lisa, e resulta do alargamento da borda lateral. o A
borda medial é uma continuação do lábio superior da borda posterior da coluna. Está
ocupado, em dois terços de sua extensão, por uma faceta articular elíptica que é orientado
medialmente e superiormente, e articula-se com a face articular acromial da clavícula. o A borda
lateral estende-se anteriormente e lateralmente ao lábio inferior da borda espinha posterior da
escápula. Neste ponto, os fascículos do meio são inseridos músculo deltóide. o As duas bordas
do acrômio encontram-se anteriormente, formando um ângulo arredondado denominado ângulo
acromial.
b) Fossa Supra-Espinal: É um canal com superfície lisa, mais largo, mas menos profundo
medial do que lateral; serve como ligação ao músculo supraespinhal.
c) Fossa Infra-espinhal: A parte da fossa infraespinhal subjacente à coluna vertebral do
escápula é dividida por uma crista que corre ao longo da borda lateral do osso em duas partes
principais: uma medial e outra lateral. o A parte medial compreende três quartos da
superfície desta fossa e serve como uma inserção para o músculo infraespinhal. É
convexo em sua parte medial e ligeiramente côncavo em sua lado. o A parte lateral da fossa
infraespinhal é subdividida por uma crista obliquamente inferior e medialmente, em duas
áreas secundárias: uma superior, onde insere o músculo redondo menor e outro inferior,
que serve de inserção para o músculo rodada principal. A superfície em que o redondo
menor é inserido é bastante frequentemente dividido em dois segmentos por um sulco
vascular que o atravessa quase na junção de seu terço superior com seus dois terços inferiores.
Esse groove dá passagem para ramos da artéria e veia subescapular.
A. Bordas :
A Escápula se divide em 3 bordas que podem-ser : Borda Superior ; Borda Lateral e Borda
Medial.

1. Borda superior: A borda superior é curta e fina e separa-se do processo coracoide pela
incisura escapular ou escotadura coracoideia por onde passa o nervo supraescapular.
Medialmente o músculo omo-hióideo está preso ao entalhe.

2. Borda medial : A borda medial é a mais longa das três. Apresenta uma forma muito aberta
lateralmente cujo o seu vértice corresponde à extremidade medial da coluna de a escápula. O
músculo rombóide menor se insere superiormente à coluna e inferiormente o músculo
romboide principal.

3. Borda lateral. A borda lateral é constituída por uma crista óssea que separa sulco desta
borda das superfícies de inserção do redondo maior e rendodo menor. Esta crista termina
superiormente em uma superfície áspero e triangular chamado tubérculo infraglenoide,
onde o tendão da cabeça se conecta músculo tríceps braquial longo.

A. Angulos :

A Escápula divide- se em 3 angulos que podem ser : Angulo Superior ; Angulo Inferior e
Angulo Lateral
 Ângulo superior : O Angulo Superior é a junção das bordas superiores e medial, e
forma um ângulo de quase 90 ° ou um ângulo agudo. Ele serve inserção no músculo
levantador da escápula.
 Ângulo inferior: É grosso, arredondado e áspero, e junta-se ao bordas medial e
lateral do osso. Neste ponto, às vezes é inserido um pequeno feixe de músculo
 Ângulo lateral : Possui três elementos: a cavidade glenóide, o colo da escápula e o
processo coracóide.
a) Cavidade Gleinode:
É uma superfície articular côncava; sua forma é oval de extremo espessura do fundo. É
orientado lateralmente, anteriormente e ligeiramente superiormente, e é articula-se com a
cabeça do úmero atravês da Articulação Glenoumeral. O centro da cavidade glenóide tem
uma pequena protrusão romba e arredondada, chamado tubérculo glenóide.

A cavidade glenóide é um pouco mais escavada inferiormente ao tubérculo glenóide do que


no resto de sua extensão. Na vanguarda, na junção de seus dois terços superiores, há uma
ampla depressão e pouco profundo: a incisura glenóide. Imediatamente superior à cavidade
glenoidal, há uma superfície rugosa eprotrusão, chamada tubérculo supraglenoidal, em que a
longa cabeça do músculo bíceps braquial. Inferior à cavidade está o tubérculo infraglenoide,
terminando superiormente à margem lateral da escápula.

b) Colo da Escápula :

A Cavidade Glenóide é sustentada por um pescoço grosso, curto e achatado de anterior para
posterior: o colo da escápula. A face de trás do pescoço forma um canal que se comunica,
lateralmente com a espinha da escápula, o supraespinhal e a fossa infraespinal

c) Processo Coracoide:

O Processo Coracóide é implantado na face superior do pescoço, medialmente ao tubérculo


supraglenoidal Tem a forma de um dedo semiflexionado. Cabeças primeiro acima e um pouco
acima e depois lateral e anteriormente. Portanto, tem dois segmentos, um vertical e outra
horizontal. O segmento vertical é junta-se ao pescoço da escápula por meio de uma ampla base.
o O segmento horizontal tem: o a) uma parte inferior côncava e suave; ou b) uma face
superior convexa áspera em que o músculo peitoral menor anteriormente e os ligamentos
conóide e trapézio em está de volta; ou c) uma borda lateral de superfície irregular na qual
eles são inseridos os ligamentos coracoacromial e coracoumeral; ou d) uma borda medial
na qual também o músculo peitoral menor e o ligamento coracoclavicular são inseridos
anteriormente nas costas, e o e) um vértice arredondado e áspero, no qual são inseridos os
tendões da cabeça curta do músculo bíceps braquial e do músculo coracobrachii.
Arquitetura Ossea :
As fossas supraespinhosa e infraespinal são formadas por uma folha de tecido osséo
compacto, muitas vezes muito fino. Tecido ósseo esponjoso é observado nas bordas e nos
ângulos do escápula, especialmente no ângulo lateral.

Ossificação Osséa:
A escápula se desenvolve:
a) por meio de um centro de ossificação primário que surge perto do meio do segundo mês na
fossa infraespinhal e forma a maior parte do osso.
b) por meio de oito ou dez centros secundários, dos quais dois são para a cavidade glenoidal,
dois para o acrômio, três para o processo coracoide, um para a borda medial, um para
o ângulo inferior e um para a borda posterior da espinha da escápula.
O processo coracóide se solda ao corpo da escápula entre os 15 e 17 anos; o acrômio, de 17 aos
20 anos; a cavidade glenoidal, dos 19 aos 20 anos; o ângulo inferior e as bordas medial e
posterior de a coluna vertebral junta-se ao corpo do osso entre as idades de 20 e 28 anos.
10. Esqueleto do Braço e do Antebraço

I. Esqueleto do Braço : O Esqueleto do Braço e do Antebraço é formado


pelo Úmero ,pelo Rádio e pela Ulna.

II. Úmero :

O úmero constitui o esqueleto do braço. É um osso longo, articulado com a


Escápula atravês da Articulação Glenoumeral Proximalmente e com a ulna e o
rádio Distalmente. Presente, como todos nos ossos longos, um corpo e duas
extremidades.
A. Corpo
O corpo (ou eixo) do úmero é mais ou menos retilíneo. No entanto, parece ser
ligeiramente torcido em seu eixo em direção ao meio. É irregularmente cilíndrico
superiormente e triangular prismático em sua parte inferior, para o qual são
descritos nele três faces e três arestas.
B. Faces:
Existem três: ântero-lateral, ântero-medial e posterior.
1. Face ântero-lateral: Está orientado lateralmente e um pouco para frente. A
orientação anterior é especialmente acentuado em sua metade inferior (figs. 12 e
13). eu sei percebe, inferiormente à sua parte média, uma crista rugosa oblíqua,
superior e posteriormente; isso, junto com a parte vizinha da borda anterior do
osso, forma um V aberto superiormente, chamado de tuberosidade deltóide,
porque serve como uma inserção para o músculo deltóide. Inferior à
tuberosidade deltóide, a superfície óssea é lisa e serve como ligação ao músculo
braquial. Nesta região, é um pouco deprimido em modo do canal oblíquo inferior
e anterior.
2. Face ântero-medial:
A face ântero-medial é orientada anterior e medialmente. São observados nesta
face (figs. 12 e 13): o a) superiormente, a parte inferior do sulco intertubercular,
que será descrito com a extremidade superior do osso; ou b) de sua parte
media, uma pequena superfície áspera, próxima à borda medial do osso,
produzida por inserção do músculo coracobraquial; ou c) menos do que ou
antes da impressão do músculo coracobraquial, o forame nutriente do osso, e
ou d) uma superfície lisa que compreende toda a metade inferior da face
ântero-medial e na qual os fascículos são inseridos músculo braquial medial.
Raramente (quase duas vezes em cem), em a parte inferior desta face e 5 ou 6
cm superior ao epicôndilo medial, está localizada uma projeção mais ou
menos pronunciada chamada processo supraepicondilar. Este processo está
muito próximo da borda medial do osso e pode ser descrito com ele.

C. Bordas:
O Úmero é formado por três bordas, uma é anterior, outra lateral e a terceira
medial.
1. Borda Anterior:
A Borda Anterior é áspero na sua metade superior, onde se funde com o labelo
sulco intertubercular anterior; mais inferiormente é confundido com o ramo
anterior da tuberosidade deltóide (Fig. 12). Em sua metade inferior, esta aresta
é romba e serve como inserção no músculo braquial; acaba se dividindo, nas
proximidades do extremo inferior, em dois ramos que limitam a fossa
coronóide.
2. Borda lateral:
A Borda Lateral é esparsamente marcado em sua parte superior e é
interrompido em sua parte média pelo sulco do nervo radial. Inferior a este
sulco, é um saliente e é muito mais marcado. Serve como uma inserção inferior ao
septo intermuscular braço lateral e os músculos braquiorradial e extensor
radial longo do carpo.
3. Borda medial:
Assim como a borda lateral, a borda medial é arredondada em sua parte
superior e saliente em sua parte inferior. Atribui-se ao septo
intermuscular medial do braço.
D. Extremidade Superior :
A Extremidade Superior do Úmero possui três projeções: uma medial e uma articular, que
constitui a cabeça do úmero, e duas outras não articulares, que são o tubérculo maior e o
tubérculo menor, e estão localizadas lateral e anterior à anterior (figs. 12 e 14).
a) Cabeça do Úmero: A cabeça do úmero é arredondada, lisa e regular. Representa quase um
terço de uma esfera com um raio de 30 mm. Seu diâmetro vertical é um pouco maior que seu
diâmetro ântero-posterior. Em um sujeito ereto, com o braço pendurado Ao longo do corpo, a
cabeça do úmero é orientada medial, posterior e superior; Seu eixo, orientado
obliquamente lateral e inferior, forma com o do corpo do osso em um ângulo de
aproximadamente 130 °. A cabeça do úmero se articula com o cavidade glenóide da escápula.
A cabeça do úmero é separada dos tubérculos maior e menor por um sulco pescoço circular
anatômico. O lábio medial do pescoço anatômico tem forma quase circular, constitui o
contorno da cabeça do úmero e apresenta-se, superiormente ao tubérculo menor, um entalhe
triangular ou semilunar que avança sobre a superfície articular: é a fossa supratubercular do
ligamento glenoumeral superior.

b) Tuberculo Maior :
O tubérculo maior está localizado lateralmente à cabeça, no prolongamento do aspecto
ântero-lateral do corpo do osso. Apresenta em suas faces superiores e posterior três
folheados dispostos de anterior para posterior em sucessão (figs. 12 e 14). A faceta superior
é orientada superiormente e serve como ligação ao músculo supraespinhal; onda média é
inclinada inferiormente e posteriormente e serve como inserção para o músculo
infraespinhal; onda posterior é orientada principalmente posteriormente e nele músculo
redondo menor inserido; esta face posterior mostra continuidade inferiormente com uma
projeção alongada e romba, cujo relevo é atenuado de cima para baixo e em que os fascículos
inferiores do músculo redondo menor são inseridos.

c) Tuberculo Menor :
O tubérculo menor está situado na parte anterior do osso, medialmente ao tubérculo maior,
do qual é separado pela parte superior do sulco intertubercular. O músculo subescapular está
ligado ao tubérculo menor, cujo tendão marca uma impressão na parte superomedial do
tubérculo. Inferior a esta superfície inserção, o tubérculo menor se estreita progressivamente na
direção inferior deve ser continuado através da crista do tubérculo menor. Os tubérculos
menores e maiores são separados por um canal, chamado de sulco intertubercular, por onde
corre, envolto em sua bainha sinovial, o tendão da longa cabeça do músculo bíceps braquial,
bem como um ramo da artéria umeral circunflexa anterior. O sulco intertubercular continua
inferiormente na face anteromedial do corpo do osso e é limitado por duas cristas rugosas ou
lábios: uma anterior ou lateral e uma posterior ou protuberante, estende-se inferiormente a
borda anterior do tubérculo maior, apresenta continuidade com a borda anterior do corpo
do osso e serve como um anexo para o tendão do músculo peitoral maior. Na crista posterior
ou medial, chamada de crista do tubérculo menor ou lábio medialmente, o redondo maior é
inserido, enquanto o grande dorsal é fixado na parte inferior do sulco intertubercular, em
uma linha estreita e áspera pouco visível. O colo cirúrgico do úmero é o segmento de osso
que se une ao corpo com a extremidade superior. Na verdade, como A. Baraldi (Rosário)
mostrou claramente, o colo cirúrgico do úmero «é um ficção anatômica, inventada por
cirurgiões para sistematizar lesões que afetam uma parte indeterminada do osso. No
entanto, essa ficção, ao invés de esclarecer os conceitos, contribuiu para confundi-los.

C. Extremidade inferior:
A extremidade inferior do úmero é achatada de anterior para posterior. Seu diâmetro
transversal é quase três vezes maior que seu diâmetro ântero-posterior. O que mais, é curvado
anteriormente de modo que seja quase inteiramente anterior ao eixo do corpo do osso. Neste
extremo, uma parte é distinguida relevos articulares médios e dois laterais ou epicôndilos,
determinados pelas inserções músculo e ligamento.
a) Superficie Articular:
Essa superfície se articula com os dois ossos do antebraço. É uma superfície contínua e
irregular, que descreve: o a) uma peça em forma de polia medial, tróclea do úmero; ou
b) uma parte lateral arredondada, o capítulo do úmero (côndilo do úmero), e o c) um
sulco capitulotroclear localizado entre ambospartes (figs. 12 e 14). A tróclea do úmero
tem a forma de uma polia e compreende quase três quartos partes de um círculo. É mais
largo atrás do que na frente, porque mais tarde, a amplitude de sua inclinação medial
aumenta; inferiormente, a inclinação medial é mais largo e desce mais do que a inclinação
lateral. A garganta do polia é inclinada de superior para inferior e lateral para medial em
ambas as faces, anterior e posterior, mas com diferentes graus de inclinação em uma e na
outra, para os quais na verdade, descreve um arco de hélice. A tróclea do úmero se articula
com a incisura troclear da ulna. Superior à tróclea estão anteriores e posteriormente duas
depressões o poços. A anterior, chamada de fossa coronóide, corresponde ao ápice do
processo coronoides da ulna nos movimentos de flexão do antebraço do braço. A
depressão posterior, chamado de fossa do olécrano, é muito mais profundo do que o
anterior e recebe a extremidade superior do olécrano nos movimentos de extensão do
antebraço. O capítulo do úmero é uma eminência arredondada e lisa, que é orientada
inferiormente e especialmente anteriormente. Ele se articula com a fossa articular da
cabeça do rádio. Superiormente ao capítulo há uma depressão (fossa radial) destinada a
abrigar a borda anterior da fossa articular da cabeça do rádio em movimentos de flexão do
antebraço (fig. 12). As duas fossas, ou seja, a fossa coronoide e a fossa radial, são
separados uns dos outros por uma crista vertical mais ou menos acentuada.
O sulco capitulotroclear está localizado entre a tróclea e o capítulo. Isto é, constituído por
uma inclinação capitular e uma inclinação troclear. Esta última é chamada de Zona
Conoide. Neste canal, a borda medial da fossa articular da cabeça desliza do raio. É
prolongado em direção à face posterior do osso por meio de um sulco rugoso que margeia
a saliência formada pela parte de trás da encosta lateral da tróclea.
b) Epicondilos:
Eles estão localizados superiores às extremidades laterais da superfície articular.
Existem dois: o epicôndilo medial e o epicôndilo lateral. O epicôndilo medial está situado
superior e medialmente à tróclea, na extremidade inferior da borda medial do corpo do
osso. É muito saliente e achatado de anterior para posterior. Sua face anterior, que é
rugosa, e seu vértice servem de inserção para os músculos epicondilares mediais. Esses
músculos são fixados por meio de um tendão comum, cuja parte superficial é formada, de
lateral para medial e de superior para inferior, pelos músculos pronador redondo, flexor
radial do carpo, palmar longo e músculos flexores ulnares do carpo. A parte profunda do
tendão corresponde ao músculo flexor superficial dedos.
A face posterior é lisa e muitas vezes é escavada por um canal vertical através do o nervo
ulnar funciona. A borda inferior serve como um anexo para o ligamento colateral ulnar
da articulação do cotovelo. O epicôndilo lateral é uma eminência rugosa, muito menos
saliência do que o epicôndilo medialmente e localizado superiormente e lateralmente ao
capítulo, na extremidade inferior da borda anterolateral do corpo do úmero. Serve como
um acessório para o ligamento colateral articulação do cotovelo radial e músculos
epicondilares laterais. Com exceção do músculo ancôneo, que se insere isoladamente na
parte de trás do epicôndilo lateral, os outros músculos epicôndilos laterais fixam-se
anteriormente ao músculo anconeus por meio de um tendão comum cuja parte superficial
é formado, de anterior para posterior, pelos músculos extensores carpi radialis brevis,
extensor digiti minimi, extensor digiti minimi e extensor ulnar do carpo. A parte profunda
é formada pelo músculo supinador.

Arquitetura Osséa: O corpo do úmero é feito de um cilindro de tecido osso compacto que
circunda a cavidade medular. Ao contrário da regra geral, segundo o qual o tecido ósseo
compacto diminui progressivamente em espessura em direção às extremidades do osso, a
bainha compacta do úmero permanece bastante grosso na extremidade inferior da diáfise,
já que nesta parte o osso é curvo e submetido a fortes pressões longitudinais. As epífises são
constituídas por tecido ósseo esponjoso coberto por uma fina lâmina de tecido ósseo
compactar. As principais trabéculas do tecido ósseo esponjoso cruzam-se para formar arcos
ogivais com concavidade voltada para a cavidade medular.
Ossificação Osséa:
O úmero se desenvolve através de oito centros de ossificação (Fig. 16): um centro primário
que aparece na haste por volta do 40º dia de vida fetal e sete secundários para os extremos.
Destes últimos, três correspondem a extremidade superior (cabeça do úmero e tubérculos
maior e menor) e quatro na extremidade inferior (tróclea, capítulo e epicôndilos medial e
lateral). O arranjo dos centros secundários na extremidade inferior tem alguns
particularidades interessantes (fig. 16): o a) o centro do epicôndilo medial forma apenas a
parte medial do epicôndilo medial, pois a base é constituída pela diáfise; ou b) os centros
epicondilares laterais, capitulares e troclear se encontram para formar a parte articular de
toda a extremidade epicôndilo inferior e lateral, e ou c) o bloco formado pelos três centros
(epicondilar lateral, capitular e troclear) é separado do centro do epicôndilo medial por um
prolongamento da haste. As datas de aparecimento dos centros secundários são as
seguintes: ou a) extremidade superior: centro da cabeça do úmero, de 6 a 20 meses; ou
centros dos tubérculos maiores e menores, de 1 a 3 anos de idade. ou b) extremidade
inferior: o centro capitular, de 6 meses a 2 anos; ou centro troclear, de 8 a 16 anos; ou
centro epicondilar medial, 5 anos emédio a 9 anos; ou centro do epicôndilo lateral, 11 a 18
anos (Puyhaubert). As pontas são soldadas ao resto do osso entre as idades de 20 e 26 anos.
A extremidade inferior se junta ao eixo muito mais cedo do que a extremidade superior e a
soldagem ocorre mais cedo nas mulheres do que nos homens.

11. Esqueleto do Antebraço

O esqueleto do antebraço é composto por dois ossos longos localizados um ao lado do outro: a
ulna medialmente e o rádio lateralmente. Estes dois ossos são articulados entre si em suas
duas extremidades e separados no resto de sua extensão por um espaço elíptico, denominado
espaço interósseo do antebraço (figs. 18 e 19). Quando o membro superior é estendido ao
longo do corpo e antebraço em supinação, os dois ossos são orientados de cima para baixo e
de medial para lateral, formando com o úmero um ângulo obtuso aberto lateralmente. A ulna
excede o raio superiormente, mas a extremidade inferior do raio é mais volumoso e desce
mais do que a ulna. Em qualquer caso, a ulna é mais mais longo do que o raio.
I. Cubito ou Ulna :
A ulna é um osso longo localizado medialmente ao rádio, entre a tróclea umeral e o carpo.
Eles descrevem nele um corpo e duas extremidades.
A. Corpo:
O corpo não é completamente retilíneo, mas que apresenta uma ligeira curvatura de
concavidade e Fig. 17 b Radiografia do úmero e relacionamentos de baixo nível com as
extremidades superiores do rádio e ulna. terior; além disso, descreve no plano frontal um S
itálico alongado, côncavo medialmente em seu superior e lateralmente na parte inferior(fig.
23). É mais volumoso acima do que abaixo, prismático triangular em seus três quartos
superiores (fig. 19) e irregularmente cilíndrico em seu quadrante inferior. Possui três faces
e três arestas.

A. Faces
De acordo com sua orientação, eles são divididos em anterior, posterior e medial. Todos os três
diminuem progressivamente largo de cima para baixo.

1. Face anterior:

É ligeiramente côncavo em seus três quartos superiores, onde é inserido o músculo flexor
profundo dos dedos (figs. 21 e 22). É arredondado em seu quadrante inferior, onde tem
alguma rugosidade destinada à inserção de feixes de tendões de músculos pronador
quadrado. Essas rugosidades formam como um todo, a base de um cume oblíqua inferior e
medial, passando pelo quarto inferior do eixo ulnar e isso é confuso inferiormente à borda
anterior do osso (Hovelacque). Um pouco acima da parte meio da face anterior, o orifício é
observado principal nutriente ósseo.

2. Face traseira. É orientado posterior e um pouco lateralmente. Está dividido em duas


partes, lateral e medial, por uma crista longitudinal quase paralela à borda interóssea
(Figs. 19, 21, 24 e 25). A parte lateral é atravessada por cristas oblíquas inferior e
lateralmente, que separam as áreas de inserção dos músculos abdutor longo do
polegar, extensor curto do polegar, extensor longo do polegar e extensor de índice. o
A parte medial é ligeiramente côncavo e também subdividido em seuparte superior,
por uma crista oblíqua inferior e medial, em duas superfícies secundárias. Este cume
origina-se superiormente, assim como o cume longitudinal, a partir de uma borda
saliente que limita posteriormente a superfície do músculo supinador (v. fronteira
interóssea). Superior à crista oblíqua é uma superfície triangular na qual o músculo
ancôneo é inserido; inferiormente, a face posterior corresponde ao músculo extensor
carpi ulnaris.
3. Face medial:

Este rosto serve como uma inserção em seu dois terços superiores ao músculo flexor
profundo do dedos; é subcutâneo em sua parte inferior (figs. 24 e 25).

B. Bordas: Existem três fronteiras: anterior, interóssea e posterior.

1. Borda Anterior: É cego e serve como inserção superiormente ao músculo flexor


profundo dos dedos e inferiormente ao músculo pronador quadrado.

2. Fronteira interóssea : Nesta borda, o mmembrana interóssea do antebraço. É fino


e afiado em sua parte média e romba em sua parte inferior. Superiormente, se divide
em duas cristas divergentes que se estendem até as extremidades do entalhe radial,
limitando com ele uma superfície triangular, deprimida e áspero, em que o músculo
supinador está inserido: é a superfície do músculo supinador (Fig. 23). A crista que
mais tarde limita a superfície do o músculo supinador é muito proeminente em sua
parte superior, onde serve de inserção ao fascículo médio do ligamento colateral
radial da articulação do cotovelo.

3. Borda Posterior:
É contornado em forma de S itálico muito longo. É muito marcante da sua parte médio,
enquanto ele desaparece quase Inestimável no quarto inferior do osso. Superiormente,
esta borda se divide em duas cristas que presente continuidade com as bordas do olécrano
(fig. 24). Serve como inserção, em seus dois terços ou três quartos superiores, para os
músculos flexores profundos dos dedos, flexor ulnar do carpo e extensor ulnar do carpo
(fig. 25).

C. Extremidade superior
É formado por dois processos: um vertical, denominado olécrano, e outro horizontal e
anterior, denominado processo coronoide removido. Entre os dois, eles formam uma cavidade
articular em forma de gancho: a incisura troclear (Fig. 25).
a) Olécrano:
O olécrano se estende além da parte posterior do corpo ósseo. No Podem ser distinguidos:
a) uma face posterior triangular, enrugada e convexa com um ápice inferior;
b) uma face anterior articular que contribui para formar o entalhe troclear;
c) uma face inferior ou base, pela qual o olécrano apresenta continuidade com o corpo do
osso;
d) uma face superior ou vértice que é áspero depois onde insira o músculo tríceps braquial
e liso no meio anterior, onde é observado entretanto um banda estreita, áspera e côncavo
posteriormente, que serve como uma inserção para o cápsula articular; este rosto é
prolongado anteriormente formando uma saliência curvado chamado vértice do olécrano
ou pico do olécrano,
e) duas faces, lateral e medial, em que inserir fascículos ligamentos posteriores colaterais
ulnares e articulação radial De cotovelo. No lado medial também está inserido
posteriormente o músculo flexor ulnar do carpo. Na face lateral é inserido o músculo
ancôneo.
b) Apófise do Coronoide:
Apresenta a forma de um pirâmide quadrangular. Seu vértice, localizado acima e
denominado vértice o pico do processo coronoide, ligeiramente curvado superiormente. A
base é implantado na face anterior da ulna inferior e anterior ao olécrano. Das quatro faces
do processo, ou seja, a face superior é articular e pertence ao entalhe troclear; ou a face
inferior é áspera e, em sua parte inferior e medial, serve de inserção no músculo braquial; ou
a face medial também é áspera e serve como uma inserção aos fascículos anterior e médio do
ligamento colateral ulnar doarticulação do cotovelo; na parte central desta face o tubérculo
quase sempre é observado coronoide, no qual está inserido o fascículo médio desse ligamento;
ou cara lateral apresenta uma superfície articular elíptica, com um longo eixo ântero-
posterior e lateralmente côncavo, chamado de entalhe da ulna radial (para mais detalhes, v.
P. 63). Esta cavidade apresenta continuidade ao longo de sua borda superior com o entalhe
troclear. Sua borda posterior é protuberante e serve como uma fixação ao ligamento anular
do rádio e do fascículo médio do ligamento colateral radial, apresentando conti-nuidade
inferiormente com a crista que limita posteriormente a superfície do músculo supinador.
b) Entalhe do Troclear :
É formado pela união da face anterior do olécrano e a face superior do processo coronoide.
Uma ranhura transversal separa o duas faces articulares. O entalhe troclear é dividido em
duas inclinações por um Crista romba longitudinal correspondente à garganta da tróclea
do úmero (veja a página 59).
E. Extremidade inferior:
A extremidade inferior é ligeiramente protuberante. Possui duas projeções: a cabeça da
ulna e o processo estiloide da ulna (Figs. 21, 23 e 24).
A cabeça da ulna é uma eminência articular irregularmente arredondada. Compõe-se com
dois segmentos, um lateral e outro inferior. Segmento lateral é vertical e tem a forma de um
segmento de cilindro mais largo em sua parte do meio do que nas extremidades. Articula com
a incisura ulnar do rádio. o O segmento inferior é ligeiramente convexo e corresponde ao
disco articular do articulação radiocarpal. Os dois segmentos são separados por uma crista
romba, convexa lateralmente. O processo estilóide da ulna é uma protusão cônica,
localizada medial e ligeiramente posterior à cabeça da ulna. Seu vértice é cego e serve como
um anexo ao ligamento colateral ulnar do carpo. O processo estilóide da ulna é separado da
cabeça do ulna: inferiormente, através de um entalhe no qual o disco articular; depois, por
um sulco em relação ao tendão do músculo extensor ulnar do carpo.
Arquitectura: O corpo da ulna é feito de uma folha de tecido osso compacto que circunda a
cavidade medular. No final, encontramos um lâmina compacta e fina que envolve o tecido
ósseo esponjoso.
Ossificação :A ulna é formada por três centros de ossificação: um primária e duas
complementares. O centro primário aparece no início do segundo mês de vida fetal, e
origina o corpo e grande parte das extremidades do osso. o Existem dois centros
secundários: superior e inferior. O topo forma o topo do olécrano; desenvolve de 8 a 14
anos (Puyhaubert) e é soldado ao diáfise de 15 a 20 anos. O centro inferior dá origem ao
processo estiloide e a parte inferior da cabeça da ulna (fig. 26); aparece de 6 a 9 anos e é
soldado de 20 a 24 anos.

Rádio
O rádio é um osso longo localizado lateralmente à ulna, entre o capítulo do úmero e o carpo.
No radio, um corpo ou diáfise e duas extremidades são descritos.

A. Corpo
O corpo descreve uma curvatura que é tanto medial quanto côncava anterior. Aumente
gradualmente o volume de cima para baixo. É triangular prismático e, portanto, tem três faces
e três arestas (fig. 19).
B. Faces:
Existem três: anterior, posterior e lateral.
1. Face anterior. Ele se estende ampliando desde a tuberosidade do rádio até o extremidade
inferior do osso (figs. 27 e 28). É ligeiramente escavado em sua parte superiormente e serve
como um anexo ao músculo flexor longo superiormente e ao músculo pronador quadrado
em sua parte inferior. O forame nutriente do osso se abre neste rosto, um pouco mais alto
que a parte do meio. o A parte deste rosto que permanece localizado superior ao segmento
oblíquo da borda anterior do osso é descrito com a face lateral da diáfise, pois apresenta
continuidade com ela quase impagável.

2. Face Posterior :É arredondado no topo e tem uma pequena escavação em sua parte
central, onde uma ou duas cristas oblíquas são observadas inferior e lateralmente (figs. 29 e
30). Essas cristas limitam as superfícies de fixação dos músculos abdutor longo do polegar e
extensor curto do polegar.

3. Face lateral. É convexo e arredondado. Apresenta em sua parte central uma


superfícieáspero destinado à inserção do músculo pronador redondo. Superiormente
serveinserção no músculo supinador (Figs. 27 a 30).

C. Bordas:
Eles são divididos em anterior, posterior e interósseo.
1. Borda Anterior : Estende-se desde a extremidade inferior da tuberosidade do rádio à
base do processo estilóide do rádio. Em sua parte inicial é orientado obliquamente inferior
e lateralmente e, em seguida, verticalmente. Esta borda é muito marcada em sua parte
superior, é atenuado em sua parte média e é acentuado novamente em sua extremidade
inferior (fig. 27). Serve de inserção em sua parte superior para a cabeça radial do músculo
flexor superficial dos dedos.
2. Borda Posterior : É arredondado e rombudo, e mais acentuado em sua parte central do
que em ambas as extremidades (fig. 29).
3. Borda interóssea. Limita lateralmente o espaço interósseo do antebraço. É magro e corte,
e se estende da parte inferior da tuberosidade do rádio até a extremidade inferior do osso,
onde se bifurca (Figs. 27 e 29). Presentes, 4 ou 5 cm inferiormente à tuberosidade do rádio,
uma protuberância rugosa e alongada, que chamaremos tubérculo interósseo. Este
tubérculo é determinado pela inserção radial de os principais fascículos da membrana
interóssea do antebraço (Rouvière e Granel). Na junção do quadrante inferior com os três
quartos superiores do eixo, a fronteira interóssea É dividido em dois ramos, anterior e
posterior, que limitam o aspecto medial do Extremidade inferior

B. Extremidade superior
É composto de três partes: a cabeça do rádio, o colo do rádio e a tuberosidade do rádio.
(figs. 27 e 29)
A cabeça do rádio é a saliência onde este osso termina superiormente. É quase cilíndrico, embora
em seção transversal seja oval, com a extremidade espessa orientada medialmente. É mais alto
medialmente do que lateralmente, com média de 7 a 8 mm de altura. A face superior da cabeça
do rádio, chamada de fossa articular, é regularmente escavado e articulado com o capítulo do
úmero. A parte medial da fronteira da fossa articular é esculpido em um chanfro, correspondendo
à inclinação troclear do sulco capitulotroclear.
A fossa articular apresenta continuidade com uma segunda superfície articular localizada em
torno da cabeça do rádio. Esta circunferência da articulação, de 7 a 8 mm de altura medialmente,
diminui de medial para lateral. Articula-se com o entalhe ulna radial.
A cabeça do rádio é sustentada por uma porção estreita, chamada de pescoço do o raio, que é de
forma cilíndrica, tem cerca de 1 cm de altura e é direcionado obliquamente inferior e medial.
A tuberosidade do rádio é uma eminência ovóide, com eixo maior vertical, localizada no Parte
ântero-medial do osso, na junção do pescoço e o corpo do rádio. É liso acima e irregular
posteriormente, onde serve como uma inserção para o tendão do músculo bíceps braquial.

C. Extremidade inferior
A extremidade inferior é volumosa, ligeiramente achatada de anterior para posterior e tem a
forma de um prisma quadrangular.
A parte inferior é articular, de formato triangular e com base medial. Maquie o rosto
articular carpal. É dividido por uma crista romba ântero-posterior em duas partes: uma
lateral, triangular, que se articula com o osso escafoide, e a outra medial, quadrilátero, que
corresponde ao osso semilunar. O aspecto anterior continua inferiormente ao aspecto
anterior do corpo do osso. É suave e côncava, e serve como fixação ao músculo pronador
quadrado (Fig. 27).
O aspecto posterior é uma continuação do aspecto posterior do corpo do osso. Está em
turnê por dois sulcos: um lateral, estreito, oblíquo inferior e lateralmente, destinado ao
tendão do músculo extensor longo do polegar; outro medial, vertical, largo e pouco
profundo, destinado aos tendões dos músculos extensores dos dedos e extensores do índice
(fig. 29).
A face lateral é orientada lateralmente e posteriormente. É uma extensão do rosto lado do
corpo. Também é atravessado por dois sulcos verticais: um anterior para os tendões dos
músculos abdutor longo do polegar e extensor curto do polegarpolegar, e um posterior
mais largo para os tendões dos músculos extensores carpo radial. Este último geralmente é
dividido por uma crista romba em duas ranhuras justapostas, destinadas a cada um dos
tendões dessas músculos.
O aspecto lateral é prolongado inferiormente por meio de uma eminência piramidal: o
processo estilóide do raio. Na base deste processo, o músculo braquiorradial é inserido e no
vértice o ligamento colateral radial do carpo.
O aspecto medial é triangular e côncavo de anterior para posterior. É limitado pelos dois
ramos de bifurcação da fronteira interóssea do corpo do osso. Inserção da membrana
interóssea do antebraço é prolongado no ramo posterior. Esse rosto tem duas partes,
superior e inferior. A parte superior é áspero e serve como uma inserção para os fascículos
mais profundos do músculo pronador quadrado. O fundo é ocupada por uma faceta
articular, chamada de incisura ulnar do rádio, que é côncavo e alongado de anterior para
posterior e articula com a cabeça da ulna (ver p. 71).

Arquitectura Osséa:
A bainha de tecido ósseo compacto que envolve o alvéolo medular espalha-se apenas nos três
quartos superiores do eixo. Suas extremidades são formadas por tecido ósseo esponjoso
coberto por um fino folha de tecido ósseo compacto. O tecido ósseo compacto da diáfise
desce, na extremidade inferior, anterior inferior do que posterior; esta disposição explica a
direção oblíqua superior e posterior das linhas de fratura da extremidade inferior.

Ossificação Osséa :
O centro de ossificação primário forma o corpo do osso e o parte vizinha das epífises. Aparece
no início do segundo mês de vida fetal. Há três centros complementares: um para o topo da
cabeça, um para a extremidade inferior e um terço para a tuberosidade do rádio (fig. 29). o O
primeiro aparece de 4 a 9 anos (Puyhaubert) e junta-se ao resto do osso dos 16 aos 18 anos; ou o
o segundo é formado entre o primeiro e o segundo ano (Puyhaubert) e soldado ao resto do osso
de 20 a 25 anos; enfim, ou o terceiro aparece aos 14 anos e pouco então se junta à diáfise.
4. Ossos da Mão :
Os ossos da mão formam três grupos ósseos distintos: carpo, metacarpo e as falanges (figs. 32
e 33).

4.1. Carpo
O carpo é composto por oito ossos curtos dispostos em duas filas: uma superior ou
antebraquial e outro inferior ou metacarpo. Juntos, eles formam um canal côncavo músculo
anterior através do qual os tendões dos músculos flexores do dedos (figs. 30 e 134). Com
exceção do osso piramidal, o osso pisiforme e o osso hamato, a maioria dos ossos do carpo
são cúbicos em forma e em Conseqüentemente, eles consistem em seis faces.
As faces anterior e posterior de cada osso são ásperas e correspondem às faces palmar e
dorsal da mão. As faces superior, inferior e lateral ou medial são articulares, exceto para as
faces laterais ou mediais dos ossos localizados nas extremidades de ambas as fileiras do
carpo.

A. Linha superior
É formado de lateral para medial pelos ossos escafoide, semilunar, piramidal e
pisiforme (figs. 32 a 36).
a) Osso Escafoide :
É o mais lateral dos ossos da primeira linha. É alongado de superior para inferior e medial
para lateral. Eles são descritos nele: ouna face anterior ou palmar, áspero, que se prolonga
lateralmente por meio de uma projeção chamada tubérculo do osso escafoide, no qual o
ligamento colateral radial do carpo é fixado; ou um face posterior ou dorsal estreita e
reduzida a um sulco áspero; ou uma face superior convexa articulado e em relação ao raio;
ou uma face inferior, também convexa e articular, para o trapézio e os ossos do trapézio; ou
uma face medial que tem duas superfícies articular: um superior, pequeno e quase plano, que
está relacionado ao osso semilunar,e uma inferior, côncava e muito mais extensa, articulada
com o osso grande; Finalmente, ou uma face lateral, que é rugosa e é escavada por um sulco
relacionadocom a artéria radial (Poirier).

b) Osso Semilunar :
Ele está localizado entre os ossos escafoide e piramidal. ou o rosto dele anterior é convexa,
enquanto sua face posterior é quase plana; ambos os rostos são ásperos;
A face superior é convexa e se articula com o raio; face inferior é côncava e está ligado ao
grande osso lateralmente e, por meio de uma superfície estreita, ao
osso hamato medialmente; A face lateral se articula com o osso escafoide; aceno aspecto
medial com o osso piramidal.
c) Osso Piramidae:
Ele está localizado medialmente ao osso semilunar e tem a forma de uma pirâmide
quadrangular. Eles são descritos nele: o a) uma face superior convexa e articulada com o
disco articular; ou b) um lado inferior côncavo, em conexão com o ossofisgado; ou c) uma
face anterior mostrando uma pequena superfície articular ligeiramente convexo destinado
ao osso pisiforme; ou d) uma face posterior apresentando uma protuberância transversal
áspera, a crista do osso piramidal, na qual um fascículo se insere ligamento colateral
cárpico ulnar; ou e) uma face lateral articulada ou base com o osso semilunar, e de) um
vértice medial áspero.
d) Osso Pisiforme :
É um osso irregularmente arredondado, que apresenta: o a) uma face articular posterior
ligeiramente côncava em conexão com a face anterior do osso piramidal; ou b)
lateralmente, um sulco raso em relação à artéria ulnar, e ou c) anteriormente, a
superfície de inserção do músculo flexor ulnar o carpo na parte superior e o músculo
abdutor do dedo mínimo na parte inferior.
B. Linha inferior
Esta linha também compreende quatro ossos que são, de lateral a medial, os ossos: trapézio,
trapézoide, grande e hamato (Figs. 32 a 36).
a) Osso Trapézio :
É o mais lateral dos ossos da segunda fileira. Eles são descritos em ele: ou a) uma face
anterior que apresenta um sulco no qual o tendão do músculo flexor radial do carpo; esta
ranhura é limitada lateralmente por uma crista protrusão, chamada tubérculo do osso
trapézio; ou b) uma face posterior áspera apresentandoem suas extremidades lateral e
medial, um tubérculo destinado a fixações ligamentares; ou c) uma face superior articular
côncava em relação ao osso escafóide; ou d) uma face inferior convexa de anterior para
posterior e transversalmente côncava, que articula-se com o primeiro metacarpo; ou e)
uma face lateral rugosa, e de) uma face medial que está em relação, por meio de duas
superfícies articulares diferentes, com o osso trapézio superiormente e com o segundo osso
metacarpo inferiormente.
b) Osso Trapézoide
Ele está localizado entre o osso trapézio e o osso grande. ou deles as faces anterior e posterior
são ásperas; ou sua face superior é côncava e se articula com o osso escafóide; sua face
inferior se junta ao segundo osso metacarpo por meio de uma faceta côncava de anterior
para posterior e convexa transversalmente. o Sua face lateral
é convexo de superior para inferior e côncavo de anterior para posterior e corresponde para o
osso trapézio; os Seu aspecto medial é côncavo e se articula com o osso grande.
c) Osso Grande :
É o maior dos ossos do carpo. É alongado de superior uma inferior, correspondendo seu eixo
principal ao da própria mão. Eles descrevem nele uma parte superior arredondada chamada
cabeça, uma parte inferior ou corpo e uma área intermediária chamada pescoço.
O aspecto anterior do osso grande é áspero. o A face posterior se estende inferiormente por
meio de uma protrusão - o processo do grande osso.
A face superior é convexa e se articula com os ossos escafoide e semilunar. A face inferior
constitui um superfície articular em que três facetas justapostas podem ser distinguidas
para a segunda, terceiro e quarto ossos metacarpais.
A face lateral se junta superiormente ao osso escafoide por meio de uma superfície convexa
que prolonga a superfície articular mais alto; articula-se inferiormente com o osso trapézio
por meio de uma faceta diferente.A face medial apresenta uma superfície articular
destinada ao osso hamato.
d) Osso do Gancho:
Apresenta a forma de um prisma triangular. Portanto, é composto por cinco faces: duas bases não
articular, um anterior e um posterior, e três faces articulares. oA face frontal tem uma saliência
fisgado (gancho do osso hamato), que é achatado de lateral para medial; sua face lateral é
côncava e limita medialmente o canal do carpo; sua face medial apresenta um sulco produzido
pela passagem do buquê nervo ulnar profundo e ramo palmar profundo da artéria ulnar.
Na parte inferomedial do gancho os músculos flexores breves dos dedos são inseridos e oponente
mindinho. o O aspecto posterior do osso viciado é difícil. o A parte inferior da face é articular e é
dividido em dois folheados: um lateral e côncavo para o quarto metacarpo, e outro medial,
côncavo da anterior um posterior e convexo de lateral para medial, para o quinto metacarpo. oA
face lateral articula-se com o osso grande. o A face superomedial, que é convexa superiormente e
côncavo inferiormente, é áspero para ao longo de sua borda inferior. Alguns autores descrevem
essa faixa estreita e áspera como uma face medial.
A face superomedial é articulada superiormente com o osso piramidal. As faces laterais e junção
superomedial formando superiormente um crista cega em relação ao osso semilunar.

e) Osso Carpiano Massivo e Duto Carpiano


CARPIAN.
Em suma, os oito ossos do o carpo forma como um todo um maciço ósseo que apresenta quatro
faces (anterior, posterior, superior e inferior) e duas bordas (lateral e medial) (Figs. 32 e 33).
A face anterior é escavada em forma de canal: canal do carpo (figs. 32 e 134). Este canal é
limitado lateralmente pelos tubérculos dos ossos escafóides e trapézio, e medialmente pela
eminência doosso pisiforme e o gancho do osso hamato. UMA lâmina fibrosa espessa, o
retináculo flexor, estendendo-se transversalmente entre as projeções ósseas que limite
lateralmente o canal do carpo, transforme-o em um ducto osteofibroso. Para Este canal, chamado
canal do carpo, corre através do nervo mediano e dos tendões do flexor superficial dos dedos,
flexor profundo dos dedos e flexor radial do carpo. oA face posterior do maciço do carpo é
convexa.
A face superior é articular e é formado pelas faces superiores dos ossos escafóides, semilunare
piramidal. Constitui uma superfície articular convexa, chamada côndilo carpal, que corresponde
às extremidades inferiores dos ossos do antebraço.
A parte inferior é composta por uma série de folheados que se articulam com os folheados ossos
metacarpais articulares superiores. o As bordas laterais são ásperas e servem de inserção aos
músculos e, principalmente, aos ligamentos.
J ARQUITETURA. Os ossos do carpo são feitos de tecido ósseo esponjoso coberto por um fino
folha de tecido ósseo compacto.
J OSIFICAÇÃO. Cada um desses ossos se desenvolve a partir de um único centro de ossificação
(Fig. 39).
No entanto, o osso escafoide deve ser excluído, o que resultaria, segundo Leboucq, da solda de
duas peças.
diferentes ossos primários: o próprio osso escafoide e o osso carpal central, localizado entre o
osso escafóide e osso grande.
Os centros de ossificação aparecem na seguinte ordem: ou osso grande e osso hamato, no
primeiro
ano; ou osso piramidal, de 1 ano e meio a 4 anos e meio; ou osso semilunar, 2 a 6 anos; ou ossos
trapézio e trapézio, 3 a 6 anos; o osso escafóide, 5 a 6 anos de idade, e osso pisiforme, 10 a 14
anos
(Puyhaubert).
METACARPO
O metacarpo constitui o esqueleto da palma e as costas da mão. Compõe-se
de cinco ossos longos (ossos metacarpais), que se articulam superiormente com
os ossos da segunda fileira do carpo e inferiormente com as falanges proximais do
dedos (figs. 32 e 33). Os espaços delimitados entre eles são chamados de espaços interósseos.
De lateral para medial, eles são chamados de primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto.
metacarpal.
Os metacarpos apresentam uma série de características gerais comuns
a todos eles, bem como as características particulares de cada um, que permitem distingui-los
cada.
A. Características comuns dos ossos metacarpais
Distinguem-se um corpo e duas extremidades: a base e a cabeça do osso metacarpo
(figs. 32 e 33).
1. Corpo. Descreve uma curva de concavidade anterior e tem formato prismático
triangular, por isso tem: o a) uma face posterior ligeiramente convexa e larga
inferiormente e afilado superiormente; ou b) duas faces, lateral e medial, que limitam o
espaços interósseos e nos quais os músculos interósseos se inserem (Fig. 36); ou c) dois
margens, lateral e medial, mais marcadas na metade inferior do que na superior do corpo
do osso, e od) uma borda anterior côncava.

Você também pode gostar