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Espelhos Esféricos Côncavos

Experimento em Laboratório

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Sumário

1. OBJETIVO DO EXPERIMENTO

Entender através de experimentos científicos as características de imagens


formadas por Espelhos Esféricos Côncavos e determinar a sua distância focal.

2. INTRODUÇÃO TEÓRICA

A mais de mil anos os espelhos são utilizados pelo homem. Acreditasse que
os humanos começaram a fazer espelhos simples, por volta de 600 a.C., com uma
pedra vítrea vulcânica de cor negra chamada Obsidiana (figura 1.1) . Mais tarde os
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espelhos foram sofisticados e passaram a ser feitos de metais como o cobre,
bronze, prata, ouro e até chumbo. Embora talvez fosse usada pedra-pomes em pó
para poli-los, esses espelhos de metal não tinham uma excelente superfície refletora
como têm os espelhos atuais que são feitos de vidro polido e metalizado. Não
obstante, a pessoa podia ver o seu rosto num desses espelhos e, se não ficasse
satisfeito com o que visse, poderia tentar melhorar de alguma maneira a sua
aparência, pois uma imagem era refletida.

Ao longo das décadas os espelhos não perderam o seu valor, pelo contrario,
foram aprimorados e são atualmente utilizados pelo homem em diversas atividades.
São utilizados para todos os tipos de propósitos, de projeção LCD a lasers e faróis
dianteiros de carros. Atualmente a humanidade faz uso alguns tipos de espelhos.
Podemos citar os espelhos convexos (figura 1.2) , côncavos , não reversivos,
(figura 1.3)

acústicos e de duas direções.

Figura 1.1 Obsidiana Figura 1.2 Figura 1.3

No entanto, para entendermos como funcionam os espelhos, temos que


entender, de maneira sucinta, o comportamento dos feixes de luz. Os feixes de luz
se propagam num meio, quando esse feixe encontra uma superfície de separação,
esta o leva a um segundo meio, mas parte feixe é refletida para o primeiro meio. Em
outras palavras, ocorre o que chamamos de reflexão de um raio de luz. E esse
fenômeno óptico também ocorre em superfícies espelhadas. (figuras 1.4, 1.5 e 1.6)

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Figura 1.4, 1.5 e 1.6 Feixes de Luz incidindo sobre superfície de um espelho côncavo.

Conforme vemos acima, quando um feixe de luz atinge uma superfície


espelhada, o ângulo de entrada, chamado de ângulo de incidência, é sempre igual
ao ângulo de reflexão. Assim, quando um objeto projeta sua sombra ou emite feixes
de luz sobre uma superfície espelhada ocorre à reflexão da luz (objeto).

CARACTERÍSTICAS DE IMAGENS FORMADAS POR ESPELHOS

Uma superfície espelhada lisa, sendo esférica e que reflita regularmente a


luz, poderá ser denominada por espelho esférico. Se a luz for refletida na superfície
interna desse espelho, então o espelho é denominado côncavo. No entanto, se a
reflexão ocorrer na parte externa deste espelho, então o espelho é convexo.

Nos espelhos convexos a luz diverge, ou seja, se separa cada vez mais do
ponto de partida ou incidência. No caso do espelho côncavo a tende luz convergir,
ou seja, dirigir-se para um ponto comum. Em ambos os casos as características de
cada da imagem de cada espelho será impar.

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CARACTERÍSTICAS DE IMAGENS FORMADAS POR ESPELHOS CÔNCAVOS

Segue abaixo algumas características de imagens produzidas por espelhos


côncavos, levando em conta alguns fatores, tais como:

O Distância do objeto ao espelho;

i Distância da imagem ao espelho;

r Raio de curvatura do espelho

IMAGEM VIRTUAL MAIOR DIREITO

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IMAGEM IMPRÓPRIA NO INFINITO

IMAGEM REAL MAIOR INVERTIDA

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IMAGEM REAL IGUAL À INVERTIDA

IMAGEM REAL MENOR INVERTIDA

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3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

MATERIAL UTILIZADO

• Segue abaixo os materiais que foram utilizados no experimento:


• Espelho Côncavo (figura 1);
• Fonte de Alimentação 12 v (figura 2);
• Lanterna Didática (figura 3 / 4);
• Banco Óptico com escala em mm (figura 5);
• Suportes (figura 5);
• Lanterna Laser (figura 6);
• Objeto vazado com formato retangular;
• Fita Celofane Amarela.

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Figura 1 – Espelho Côncavo. Figura 2 – Fonte de Alimentação.

Figura 3 – Lanterna Didática. Figura 4 – Lanterna Didática.

Figura 5 – Banco Óptico.

Figura 6 – Lanterna Laser.

Figura 7 – Objeto Vazado. Figura 7 – Objeto Vazado.


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PROCEDIMENTO UTILIZADO

Segue abaixo a descrição do procedimento ou método utilizado no


experimento:
• Procedimento Básico de preparação e montagem para determinar distância
Focal (Direta / Indireta)
- Montar Banco Óptico;
- Ligar Fonte e Lanterna Didática;
- Fixar Objeto Vazado e Preenchido com Papel Celofane
- Fixar Espelho no Suporte;
- Deixar Espelho e Objeto em Paralelo.
• Determinar a distância focal de um espelho côncavo por medida direta.

- Medir a distancia do objeto até a imagem (i) refletida pelo


espelho côncavo no infinito (consideramos o fim da escala do banco
óptico), observando a escala do banco Óptico (mm). Converter em cm;

- Repetir a operação três vezes;

- Encontrar a distância focal (f) do espelho, através do valor médio;

- Observar as características da imagem e descrevê-la.

• Determinar a distância focal de um espelho côncavo por medida direta.

 Distância focal por formação de imagem real, quando o objeto está no


centro de curvatura.

- Medir a distancia do objeto até o centro de curvatura (c), observando a


escala do banco Óptico (mm). Converter em cm;

- Repetir a operação três vezes;

- Encontrar a imagem real dividindo a distância do centro de curvatura


até o objeto (O = 2 f). Obtendo assim, a distância focal (f);

- Observar as características da imagem e descrevê-la.

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• Distância focal por formação de imagem real, quando o objeto está entre o
foco e o centro de curvatura.

- Medir a distancia do objeto até o centro de curvatura (c), observando a


escala do banco Óptico (mm). Converter em cm;

- Repetir a operação três vezes;

- Encontrar a imagem real dividindo a distância do centro de curvatura


até o objeto (O = 2 f). Obtendo assim, a distância focal (f);

- Observar as características da imagem e descrevê-la.

4. DADOS COLETADOS

Posição do Objeto

Medida Direta Medida Indireta


O → O=2f f<O<2f O<f
Posição da Imagem (i)

1 6 cm 15 cm 3,5 cm 4 cm
2 6 cm 15 cm 3,5 cm 4 cm
3 6 cm 15 cm 3,5 cm 4 cm

i 6 cm 7,5 cm 3,5 cm 4 cm
Características da
Imagem

Imagem Real Imagem Real Imagem Real Menor


Igual Inversa Menor Inversa não Invertida

Tamanho da Imagem (Ti) >1


Tamanho do Objeto (To) 2 cm
Ampliação (m) 0,5 cm

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5. ANALISE DOS RESULTADOS

SDFASDFASF

6. BIBLIOGRAFIA

LIVROS / MANUAIS

MANUAL DE LABORATÓRIO – PROF. C ARLOS

FÍSICA 4 - ÓTICA E FÍSICA MODERNA – YOUNG & FREEDMAN / SEARS & ZEMANSKY

SITES

HTTP:// WWW .EDUCAIRANI . COM /ARTIGOS /

HTTP:// WWW .IFI . UNICAMP .BR .

HTTP:// WWW .SCRIBD. COM /DOC/22090875/R ELATORIO-F ISICA -2-O SCILADOR - HARMONICO-

AMORTECIDO .

HTTP:// CIENCIA. HSW. UOL .COM. BR /ESPELHOS .HTM

HTTP:// WWW .DICIONARIOWEB. COM .BR /

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HTTP:// COMMONS .WIKIMEDIA. ORG /WIKI /F ILE:O BSIDIANA_ LASCA. PNG

HTTP:// WWW .MATEMATICAPOREDVARTON . COM .BR /2010_05_01_ARCHIVE .HTML

HTTP:// WWW 2. FC. UNESP. BR /EXPERIMENTOSDEFISICA /OPT 08.HTM

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