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Escola Secundária do Castêlo da Maia

Ano Lectivo 2010/2011

Área de Projecto 12º ano


Vida, Saúde e Ambiente (VSA)
Grupo (Não) Estou Bem!

Relatório Individual de Desenvolvimento

Francisca Cabral Macedo Moreira Viegas


Índice

Introdução……………………………………………………………….
…………………….3

Calendarização Inicial………………………………………………………………………4

Balanço Geral do Trabalho Desenvolvido……………………………..……………..…


6

Contributo Individual no
Projecto………………………………………………………..10

Resultados Obtidos……………………………………………………………….
………...11

Resultados Esperados…………………………………………………………….
………..12

Conclusão……………………………………………………………………………………13

Bibliografia…………………………………………………………………………………...1
4

Anexos……………………………………………………………………………………..…14

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Introdução

A ideia do tema “Distúrbios Psicológicos – Depressão e Auto-mutilação” não


começou no início do 12º ano, como quase todos os outros temas que estão
a ser abordados na disciplina de Área de Projecto. Na verdade, falar sobre
depressão e auto-mutilação nas escolas estava nos nossos planos desde o
final do ano anterior. O tema surgiu na sequência de contacto com alguns
alunos, muitos dos quais menores de 14 anos, com sérios problemas a nível
psicológico. Apercebemo-nos que a problemática não era abordada na
escola, e que isso constituía uma falta de informação acerca de um assunto
que afectava bastantes alunos. Durante o Verão, maturamos a ideia do
nosso novo projecto, e no começo das aulas, já sabíamos que iríamos
trabalhar com a Professora Ana Maria Meireles, na Área Vida Saúde e
Ambiente (VSA).

Pretendíamos criar um projecto que envolvesse toda a comunidade escolar


de um meio mais ligado à saúde (consultas com psicólogos), mas cedo
percebemos que isso seria demasiado complicado, devido a todas as
questões morais e profissionais que eram adjacentes ao mesmo. Assim,
resolvemos cingir-nos mais à informação, criando estratégias variadas para
não só pôr a comunidade escolar ao corrente de problemas que acontecem
e passam muitas vezes despercebidos, mas também fazê-los interagir
connosco, em acções informativas.

Acredito estarmos a fazer um bom trabalho no sentido de explorar o


inexplorado e falar do que até agora, não só era uma espécie retorcida de
tabu, como também passava despercebida aos olhos de muitas pessoas que
não sabiam sequer a existência destes problemas.

Contudo, desde o início que temos vindo a ter algumas desvantagens com o
tema escolhido – das quais falarei mais à frente – como a impossibilidade de
contacto psicológico a qualquer aluno, visto não termos preparação
académica ou profissional para o mesmo.

Este é um projecto complicado, tanto na abordagem ao tema, como no peso


psicológico que o mesmo acarreta. É sensibilizador saber que estamos a
ajudar pessoas que realmente sofrem destes problemas, e que antes de nós
criarmos este projecto, não tinham ideia de como podiam ser ajudadas, ou
que podiam ser ajudadas de todo.

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Calendarização Inicial

1º Período 2º Período 3º Período


Apoio da Associação Apresentação do
de Pais, tanto para documentário na
panfletos informativos semana de 1 de Maio -
a distribuir aos E.E. nas dia Internacional de
reuniões intercalares Sensibilização à
do 2º período, como Depressão
para o gabinete de

Afixação de um cartaz psicólogos


com um questionário, A crónica informativa
para que os alunos do Jornal da Escola

possam responder sairia então neste

anonimamente, e ter período


consciência do seu Escrita de uma

estado emocional e da segunda crónica a sair


sua vulnerabilidade para no 3º Período
uma depressão Realização de várias
entrevistas a serem
gravadas (com
permissão dos
entrevistados
(psicólogos,
psiquiatras),
logicamente) para
apresentarmos no
documentário (produto
final)
Afixação de cartazes de Finalização do guião do
reconhecimento do nosso documentário
grupo Inicio das filmagens do
documentário
Organização de um
debate acerca das

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duas problemáticas,
com a presença de um
psicólogo ou de uma
enfermeira
Campanha de
Sensibilização na
semana de 1 de Março
- dia Internacional de
Sensibilização à Auto-
Mutilação
Interacção com o
grupo De Alimentação
a Z durante a nossa

Criação de parcerias semana, na qual irão


com o Clube de Teatro, intervir numa das

e com a Associação de actividades


Pais relacionada com os
alimentos, no dia
28/02/2011

Balanço Geral do Trabalho Desenvolvido

1º Período: Neste período, foram muitas as actividades propostas para o


período seguinte, não tendo avançado muito com o nosso projecto.
Decidimos mostrar à comunidade escolar o que tratava o nosso projecto,
pouco a pouco, e deixamos as actividades com mais impacto para o
segundo e terceiro períodos.

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Ainda assim, afixamos tanto cartazes de reconhecimento do grupo, como
cartazes com um questionário, para que os alunos pudessem responder
anonimamente, e ter consciência do seu estado emocional e da sua
vulnerabilidade para uma depressão. Este questionário foi verificado e
aprovado por uma psicóloga, e obteve uma resposta muito peculiar. No
cartaz em que tínhamos o questionário, escrevemos também o nosso e-
mail, no qual obtivemos uma resposta de um aluno. Este aluno dizia ter tido
média “A” no resultado do teste (esta média seria indicadora de muitos
sintomas depressivos), e queria que o ajudássemos a procurar ajuda.
Enviamos um e-mail de volta a indicar os psicólogos dos Centros de Saúde
ou médicos de família como ajuda fácil de obter.

Foi logo neste período que a nossa ideia de que tudo seria muito fácil foi
destruída. Começamos por tentar criar uma parceria com o Clube de Saúde,
da qual fariam parte horas marcadas no estabelecimento do Clube de
Saúde, durante as quais estaríamos disponíveis para qualquer dúvida que
surgisse a qualquer membro da comunidade escolar. Contudo, esta parte do
nosso projecto foi rejeitada pelas complicações a nível ético e moral que
seriam levantadas tanto por professores como por pais, visto nós não
termos qualquer tipo de qualificação profissional ou académica para
pudermos ter o encargo de nos responsabilizarmos pelas pessoas que a nós
se dirigiriam.

Criamos, neste período três parcerias. A primeira, com a Associação de Pais,


sendo que a presidente, Dra. Conceição Gomes, nos assegurou desde o
início que estavam a fazer todos os possíveis para terem duas psicólogas
destacadas para a nossa escola num determinado horário. Esta parceria
estender-se-ia ainda à impressão e design dos panfletos a entregar nas
reuniões de pais no 2º período. Mais tarde, uma reunião com a presidente
da Associação de Pais, a Dra. Conceição Gomes, e as psicólogas por ela
indicadas, levou-nos a crer que o “Gabinete de Psicólogos” não seria um
gabinete de psicólogos, mas que aquelas psicólogas estariam a trabalhar
com a Associação de Pais. Ainda assim, conseguimos uma resposta positiva
quanto à participação no nosso projecto, na Semana de Sensibilização para
a Auto-Mutilação, da qual falarei pormenorizadamente mais à frente.

A segunda parceria, com o Clube de Teatro, seria mais a nível do producto


final. Sendo que escolhemos como producto final a realização de um

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documentário/curta-metragem, um projecto bastante ambicioso, desde
cedo percebemos que iriamos necessitar de ajuda neste ramo. Escolhemos
abrir os castings aos alunos, visto que esta seria uma maneira de fazer ver
o nosso projecto, e interagir com a comunidade escolar. Falamos com a Dra.
Raquel Lopes, que se mostrou muito receptiva ao nosso projecto, bem como
a Professora Tabita.

A terceira e última parceria, com a ADEB, foi uma parceria inesperada. De


todas as instituições com quem contactamos, a ADEB foi a única que nos
respondeu positivamente, dando-nos ainda os parabéns pelo tema
escolhido. Foi uma associação que nos ajudou e apoiou desde o início.

Tentamos realizar inquéritos à população escolar, para fins meramente


estatísticos, mas mais uma vez, questões éticas e morais foram levantadas,
e os inquéritos ficaram sem efeito.

Tivemos ainda uma pequena sessão fotográfica, na qual foram tiradas as


fotografias de grupo, e criamos uma Caixa de Dúvidas que só esteve
exposta no pavilhão E no início do segundo período.

Para finalizar, neste período escrevemos e publicamos uma crónica


informativa do nosso tema, e do nosso grupo no Jornal da Associação de
Pais. Esta primeira crónica tinha como principal objectivo dar a entender aos
alunos o que eram exactamente os distúrbios psicológicos de que
estávamos a tratar no nosso projecto.

2º Período: Neste período, foi muito o trabalho desenvolvido. Começamos


por ter uma surpresa com as datas das Reuniões de Pais de 2º Período, que
foram apenas uma semana depois do começo das aulas, e por conseguinte,
não tivemos tempo de criar os panfletos para os distribuir nas ditas
reuniões, como estava previsto.

Começamos o envio de e-mails para Professores das Faculdades de


Medicina (Área da Psiquiatria) e de Psicologia, para as entrevistas a ser
realizadas para o nosso produto final, mas no entanto, não obtivemos ainda
resposta. Estamos neste momento a desenvolver mais contactos para criar
alternativas à ausência de resposta.

Terminamos o guião, e iniciamos os castings. O Clube de Teatro foi muito


atencioso e mostrou-se muito interessado e participativo com o nosso
projecto. Fomos muito bem sucedidos na escolha de actores, visto que

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tivemos bastante aderência aos castings. Ao final de duas semanas de
castings, tínhamos os actores principais, e alguns dos secundários, faltando
apenas alguns actores com papéis menores, cujas vagas foram rapidamente
preenchidas. Tivemos, a respeito desta faceta do projecto, várias reuniões
com a Professora Tabita do Clube de Teatro. Esta, como não é de origem
portuguesa, teve algumas dificuldades na leitura do guião, pelo que nos
voluntariamos para a tradução do mesmo para inglês.

Após ser analisado, foi sugerida uma reformulação do guião, que


rapidamente descobrimos como fazer sem comprometer o que já tínhamos
dado aos nossos actores como o guião final – a junção de uma cena final, na
qual todos os pedidos de alteração são formulados, sem alterar o rumo da
história, simplesmente dando-lhe um final feliz, em vez de um final obscuro.

O Clube de Teatro iniciou ensaios semanais – quintas-feiras à tarde – com o


nosso grupo para o producto final, visto que tencionamos começar a gravar
na segunda semana de Abril, início de férias, para que todos os actores
possam estar presentes, e consigamos gravar numa época de descanso,
durante a qual não teremos trabalho das outras disciplinas que fazem parte
do 12º ano.

Tivemos alguns dias na Barraquinha Verde, a qual utilizamos como meio de


angariação de fundos, que se mostrou bastante rentável.

Quanto à grande actividade calendarizada no Ante-Projecto para este


período, a Semana de Sensibilização para a Auto-mutilação, podemos dizer
que esta teve os seus altos e baixos.

Na segunda-feira, dia 28 de Fevereiro, realizamos uma actividade de teste


da influência do meio ambiente no carácter depressivo de cada pessoa, que
foi recebida com grande entusiasmo por parte da maioria dos alunos.
Contudo, esta actividade era demasiado extensa, e não conseguimos
submeter muitas pessoas ao teste.

Na terça-feira, dia 1 de Março, dia Internacional da Luta contra a Auto-


mutilação, distribuímos pulseiras laranja – cor internacional da luta contra a
auto-mutilação – e escrevemos “Love” nos braços dos interessados em
participar, dando continuidade à actividade To Write Love on Her Arms
(TWLOHA).

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Na quarta-feira, dia 2 de Março, realizamos um debate, que infelizmente,
não contou com a presença das psicólogas da Associação de Pais, como era
suposto. Ainda assim, foi um debate interessante, e emotivo. A professora
de psicologia Mª de Fátima Oliveira, deu-nos os parabéns pela escolha do
tema e pela abordagem.

Na quinta-feira, dia 3 de Março, realizamos a Sessão de Esclarecimento das


Dúvidas da Caixa de Dúvidas, a qual mais uma vez, não contou com a
presença das psicólogas da Associação de Pais. Contudo, contamos com a
Dra. Lídia Águeda, psicóloga da ADEB, que se envolveu com os alunos de
uma maneira um tanto familiar e amigável.

Na sexta-feira, dia 4 de Março, realizamos uma actividade de interacção


com a comunidade escolar, a qual consistiu da escrita aleatória de todos os
alunos que o quisessem fazer, numa cartolina branca. Esta actividade serviu
de expressão individual para os alunos, e ajudou-nos a contactar com
alguns alunos e explicar-lhes o propósito do nosso projecto.

Após esta semana atarefada, dia 16 de Março, fomos assistir a um colóquio


da ADEB no Pequeno Auditório do Fórum da Maia, e dia 17 de Março, fomos,
como tínhamos sido previamente convidados, visitar as instalações da ADEB
a Paranhos, no Porto.

Fomos ainda convidados a assistir a um outro colóquio da ADEB na


Biblioteca Municipal do Porto, no dia 16 de Abril.

Iniciamos a escrita da segunda crónica informativa acerca da Semana de


Sensibilização para a Auto-mutilação.

Contributo Individual no Projecto

1º Período: Neste período, criei vários cartazes de reconhecimento de grupo


(em suporte digital), para que a comunidade escolar tivesse contacto e
conhecimento com o nosso grupo, os quais foram posteriormente, por
votação, reduzidos a apenas um, que está ainda neste momento afixado em
alguns pavilhões escolares. (Cartaz)

Realizei os contactos telefónicos, quer para a ADEB, falando com a Dra.


Lídia Águeda e tentando criar a melhor solução de inter-ajuda entre o nosso

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projecto e a Associação, quer para a Associação de Pais, contactando a Dra.
Conceição Gomes a respeito dos gabinetes de psicólogos.

Escrevi e enviei a Crónica Informativa que foi publicada no final de


Dezembro no Jornal da Associação de Pais, baseando-me em alguns livros
que comprei para estar mais familiarizada com o tema e com o ponto de
vista de alguém que dele sofre. (Crónica)

Elaborei o Índice do Dossier, a partir do esboço que todos juntos realizamos.


(Índice)

2º Período: Neste período, escrevi e enviei os e-mails para as entrevistas,


aos professores das faculdades de Medicina e Psicologia, tentando ser clara
e concisa naquilo que escrevi. No entanto, não obtive resposta.

Fiquei encarregue do armazenamento e transporte dos produtos para venda


na Barraquinha Verde, ao longo de todos os dias que ficamos responsáveis
pela mesma.

Escrevi os resultados do teste de dia 28 de Fevereiro, tendo, mais uma vez,


em conta, alguns livros que comprei, outros que requisitei da Biblioteca
Municipal do Porto, e entreguei-os aos alunos que nele participaram.
(Resultados)

Realizei o Powerpoint para suporte do debate de dia 2 de Março, depois de


em conjunto termos escrito as perguntas essenciais para o mesmo. (PPT)

Estou de momento a terminar a escrita da segunda crónica, bem como a


tradução do guião para a Professora Tabita.

Resultados Obtidos

1º Período: Neste período, encontramos algumas dificuldades, a nível mais


interno, como a coesão do grupo, e também a nível externo. A nível
externo, tivemos a rejeição de duas partes importantes do projecto inicial,
sendo a primeira o atendimento informativo no Clube de Saúde, e a
segunda os inquéritos para fins estatísticos. Ambos foram considerados
geradores de dúvidas e problemas ético-morais.

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No entanto, tivemos a óptima recepção da Crónica no Jornal da Associação
de Pais, o EcoJornal, a resposta positiva das três parcerias propostas, e
ainda o contacto de um aluno interessado pelo projecto, o que significava
que os cartazes de reconhecimento e questionário estavam a surtir efeito
na comunidade escolar.

2º Período: Neste período, mais uma vez, as dificuldades foram sentidas.


Começaram pela não colaboração das psicólogas, que dizem que devido a
um mal entendido não teriam percebido que a sessão de esclarecimento e o
debate em que teriam que estar presentes seria no início de Março, mas sim
no final. No entanto, quando voltamos a contactá-las para adiar as mesmas
para o final de Março, disseram já não estar disponíveis.

Foram também sentidas aquando da primeira actividade da nossa Semana,


de dia 28 de Fevereiro, o Grupo De Alimentação a Z, que supostamente
entraria em parceria connosco, não o fez, dizendo não encontrar nada
específico, e cancelou a nossa parceria.

As reuniões, logo no início do período, que julgávamos serem mais para


meio de Janeiro, inícios de Fevereiro, fizeram-nos mudar os planos, e
distribuir os panfletos que eram supostos serem distribuídos no segundo
período, no terceiro.

As faltas de resposta dos e-mails enviados aos Professores das faculdades


de Medicina e Psicologia fizeram-nos elaborar uma nova lista de pessoas a
contactar.

Apesar disto, nem tudo foram coisas más. Os castings correram muito bem,
assim como a parceria com o Clube de Teatro.

A Barraquinha Verde foi bastante rentável, pelo que, para já, não teremos
que nos preocupar com custos monetários.

Apesar das falhas ao longo da nossa Semana de Sensibilização, recebemos


comentários muito positivos, tanto de professores, como de alunos, como
da própria Dra. Lídia Águeda.

Tivemos uma óptima interacção com a ADEB, que nos disponibilizou


panfletos que doamos ao Clube de Saúde para que qualquer interessado
possa ler.

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Resultados Esperados

3º Período: Quanto ao terceiro período, espero que tudo consiga correr de


forma suave e de preferência sem grandes alterações ao que está planeado.
Sabemos que uma das grandes desvantagens da altura de exposição do
nosso producto final é a demolição do auditório, mas tentaremos fazer do
espaço do Pavilhão C, algo com condições para a visualização de um
documentário.

Conclusão

Tendo em conta o trabalho que tínhamos em mente desenvolver quando


iniciamos a Área de Projecto, tenho que admitir que acabou por ficar
bastante distinto. Ainda assim, apesar de todas as complicações, temos
conseguido manter-nos fiéis ao nosso objectivo principal: o alcance e a
sensibilização da comunidade escolar. Tivemos várias provas disso ao longo
do projecto, e cada vez mais há pessoas a incentivar-nos a dar continuidade
ao projecto. Isto fez-me ver que apesar de termos tido algumas
complicações que podem ter comprometido temporariamente o projecto,

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este faz falta, e tem sido importante em termos de impacto social na vida
escolar dos alunos e professores. Este trabalho tem contribuído imenso para
a minha aprendizagem pessoal, não só em termos no tema, mas também a
nível do sentido de responsabilidade, sentido crítico e de organização.

Contudo, estaria a mentir se dissesse que todos temos o mesmo peso de


trabalho dentro do grupo, e que todos desenvolvemos capacidades a nível
da responsabilidade e organização. O Miguel, está atrás de mim e da Joana
nesses níveis, visto que raramente toma a iniciativa de fazer algo e
esquece-se constantemente do que tem que fazer, quando tem que o fazer.
No entanto, no trabalho que realmente chega a cumprir, acaba por ser uma
pessoa competente. (Hetero-avaliação:16)

A Joana tem sido responsável e independente no cumprimento das suas


tarefas, tal como sempre foi. (Hetero-avaliação: 19)

Quanto a mim, sei que posso ter muito mau humor, e que fico muito
nervosa sob pressão, mas dou o meu melhor, e normalmente, tudo corre
bem. Tenho tomado a iniciativa de fazer várias coisas ao longo do projecto,
como a escrita das crónicas, porque me sinto mais confortável com este
estilo de escrita do que a escrita dramática. Já a Joana é ao contrário. (Auto-
avaliação: 19).

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Bibliografia

http://www.twloha.com/vision/

1. SHAPIRO, Lawrence; Stopping the Pain; Instant Help


Books; ISBN-10: 1-57224-602-2; ISBN-13: 978-157224-602-7
2. SCHAB, Lisa; Beyond the Blues; Instant Help Books; ISBN-
10: 1-57224-611-1; ISBN-13: 978-157224-611-9

Anexos

http://www.scribd.com/N%C3%A3oEstoubem

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