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A PERIODIZAÇÃO NA PRESCRIÇÃO DO

TREINAMENTO MUSCULAR EM IDOSOS


Thiago da Silva Duarte¹
Uézio Luís Oliveira Cândido²
Tutor (a) Externo (a): Samira Sarde Sopeletto³

RESUMO
Ultimamente tem-se o aumento do número de idosos praticantes de atividades físicas, e que tem
buscado a musculação como meio de aquisição de qualidade de vida. Considerando este
cenário, o objetivo deste trabalho foi abordar a periodização na prescrição do treinamento
muscular em idosos. A realização deste estudo deu-se por meio da pesquisa bibliográfica, de
onde se obteve o embasamento teórico necessário para a execução do mesmo. A metodologia
utilizada constituiu-se de busca e leitura de material bibliográfico, de cunho científico, com
abordagens pertinentes ao tema. Dentre os autores pesquisados, citam-se: KUHN (2018);
DANTAS (2003); INÁCIO (2011); (TRIBESS E JÚNIOR, 2005) dentre outros. Considerando as
informações expostas neste trabalho, pode-se concluir que a periodização na prescrição do
treinamento muscular em idosos é sim o caminho ideal para a obtenção de resultados
satisfatórios, nessa fase que requer cuidados especiais para uma vida harmoniosa e saudável.

Palavras-chave: Periodização; Musculação; Terceira Idade; Planejamento; Qualidade de Vida

1. INTRODUÇÃO
Nos últimos anos observa-se que a quantidade idosos preocupados em se manterem
ativos na sociedade tem aumentado consideravelmente, seja por meio da musculação,
caminhada, danças ou outras práticas de exercícios físicos. Conforme (RICARDO et, 2012) o
número de programas voltados à oferta de atividades físicas para terceira idade tem crescido
tanto quanto a busca desses indivíduos pela aquisição de saúde e bem estar corporal, com o
intuito de ainda se manterem com autonomia na sociedade.
A terceira idade, como fase da vida onde se verificam inúmeras mudanças
comportamentais, sociais e fisiológicas, é entendida, sobre aspectos físicos, como período onde
se acentua a diminuição natural de diversas valências funcionais do corpo humano.

O envelhecimento está associado a perdas da massa muscular (sarcopenia), da força e


da potência muscular (dinapenia). As alterações na massa muscular acarretam
diminuição da quantidade e volume das fibras musculares, o que gera perda da
produção de força e potência muscular, podendo causar também a redução da
independência do idoso.(IZQUIERDO et al., 1999)

Como meio de diminuição dos efeitos causados pelo envelhecimento, a musculação na


terceira idade apresenta-se como um ótimo recurso à saúde dos indivíduos. Como descreve
Inácio (2011, p.16) “existem evidências demonstrando que pessoas idosas que aderem a
programas de exercícios com pesos tendem a melhorar muitos aspectos psico-sócio-
comportamentais, de sintomas depressivos, aumento do bem-estar e da atividade física diária
espontânea, e muitos outros”. Ainda conforme o autor, o treino de musculação possui a
capacidade de promover importantes alterações fisiológicas nos indivíduos, como aumento da
massa mineral óssea, aumento da massa muscular, prevenção de doenças cardiovasculares,
artrite, osteoporose, diabetes, e ainda contra quedas acidentais no dia a dia (INÁCIO, 2011).

1 Thiago da Silva Duarte; 2 Uézio Luís Oliveira Cândido.


3 Professor tutor (a) externo (a): Samira Sarde Sopeletto.
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (EFL0748) – Prática do Módulo I – 27/07/20.
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Embora observadas as vantagens da prática da musculação para qualidade de vida dos


idosos, ao pensá-la para promoção de uma vida longeva e saudável, percebe-se que a prescrição
sem um planejamento adequado voltado ao longo prazo, pode contudo atrapalhar os ganhos
desejados com tal prática, ou ainda piorar os efeitos causados pelo envelhecimento. Conforme
(TRIBESS E JÚNIOR, 2005), a frequência, duração, intensidade e progressão das atividades são
aspectos fundamentais da prescrição de exercícios físicos de todas os indivíduos, devendo
porém, serem aplicados com os devidos cuidados em idosos devido a variação de aptidão física
e saúde desses indivíduos.
Dadas as considerações o objetivo deste trabalho foi abordar a periodização na
prescrição do treinamento muscular em idosos. Para isso considerou-se os modelos de
periodização linear e ondulatório devido o número de pesquisas científicas inerentes ao tema.
Concretizou-se a realização desse estudo abordando os seguintes aspectos: Definição de
periodização do exercício físico, características físicas apresentadas em indivíduos na terceira
idade, fragmentação do treinamento em ciclos, definição dos modelos de periodização mais
comumente abordados na prescrição de atividades físicas com idosos, resultados de pesquisas
realizadas contendo a prática de periodização de musculação aplicadas em treinos com idosos.
Este trabalho não pretende esgotar o tema em questão, mas servir de base para que estudos
posteriores possam ser realizados.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Conforme definição de (DANTAS, 2003) “periodização é o planejamento geral e


detalhado do tempo disponível para o treinamento, de acordo com os objetivos intermediários e
perfeitamente estabelecidos, respeitando-se os princípios científicos do treinamento desportivo”.
Considerando tais informações, torna-se válida a reflexão sobre quais seriam os objetivos de
uma pessoa idosa quanto ao treino de musculação, e quais as possibilidades para o alcance
desses propósitos. Segundo Martelli et al (2015, p 41) “Atualmente o treinamento de força vem
ganhando uma popularidade muito grande em função de sua aplicabilidade para situações em
que o idoso enfrenta na vida, como por exemplo pegar ônibus, subir escadas, carregar objetos,
tomar banho ou se vestir”. As dificuldades físicas impostas pela passagem do tempo,
caracterizada pela perda de massa magra, diminuição da força, flexibilidade, resistência e
potência muscular, costumam refletir na forma como essas pessoas se expressam na sociedade,
sendo aspectos que afetam diretamente sua autonomia na vida.
Sendo o aumento do desempenho físico um dos principais desafios da terceira idade, a
manipulação de determinadas variáveis no treinamento de musculação, torna-se o caminho para
resultados mais satisfatórios. Conforme (SIMÃO et al, 2012), para finalidade de aumento da
força muscular, ao se comparar programas de treinamento resistido que fazem uso de métodos
de periodização, com programas onde esses métodos não são utilizados, verificam-se melhores
resultados nos que utilizam variações no volume e na intensidade do treinamento em
determinados períodos. Dito isto, considera-se a importância de se conhecer as possíveis
variações para planejamento da musculação de idosos.
De acordo com (CARDOSO, 2010), a fragmentação das temporadas de treino em
períodos menores, visa a melhora da performance de atletas, colocando-os em estágio
competitivo. Essa fragmentação consiste em; estrutura plurianual, com período geralmente de 4
anos; macrociclo de treinamento, de 9 a 12 meses; mesociclo de treino, com duração de 4 a 6
semanas e microciclo de treino, normalmente com duração de uma semana. Cada fase dos
períodos citados, fazem parte de um planejamento maior, precisando assim estarem alinhadas,
embora possam apresentar diferentes tipos de treinamento.
Estando alinhadas a um objetivo maior, os ciclos de treinamento podem contemplar
diferentes métodos de treino, isso devida às diversas formas de periodização que podem ser
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prescritas para o treinamento de musculação, seja em indivíduos atletas ou não atletas. Diante
das referidas possibilidades, achar a forma mais adequada de se periodizar um treino nem
sempre é uma tarefa simples. Conforme Gomes et al (2011 , p. 484), “reconhecer qual a forma
de periodização mais adequada para cada uso − quer nas diversas situações de treinamento
esportivo, quer nos programas de condicionamento físico para a saúde − é uma dúvida que
assola os treinadores constantemente”. Com base nessas informações, consideremos a seguir
dois dos principais modelos de periodização para o treinamento muscular, o do tipo linear e o
ondulatório de treino.
Dentre os modelos de periodização de treinamento físico, existe o criado por Matveev,
conhecido como modelo clássico, ou modelo de periodização linear de treino. Segundo (KUHN,
2018), neste tipo de periodização não ocorrem grandes mudanças quanto as cargas de
treinamento, no período de uma semana ou um mês. Esse método divide o treinamento de força
em diferentes ciclos, aumentando gradativamente a intensidade do treinamento, e em resposta,
diminuindo o volume. Sobre os objetivos deste tipo de periodização Peres (2014, p. 113),
descreve ser:

[...] propiciar uma variedade de características do desempenho (potência, força ou


resistência muscular localizada) a uma elevada taxa de desenvolvimento,
proporcionando o máximo de desempenho no momento exato do pico de treinamento,
evitando qualquer estagnação, lesões e overtraining. Isto é alcançado através da variação
dos mesociclos dentro do período de preparação e competição.

Com características diferentes à periodização linear, a chamada periodização ondulatória


pauta-se justamente na alternância frequente do volume e intensidade de treinamento, sendo
essas mudanças realizadas com o passar de diferentes ciclos, fazendo com que os indivíduos
tenham um descanso ativo durante os treinos menos intensos. Conforme Castilho et al(2017, p.
39-40), esse tipo de periodização consiste em, “ondas de variações que propiciam uma maior
frequência de alternância de estímulos, fazendo com que o sistema neuromuscular se adapte a
cada treino evitando que o desempenho atinja o platô e perca a progressão”. Segundo Tavares Jr.
(2014, p. 88), esse método é descrito:

[...] pelas alterações frequentes de volume e intensidade, sejam estas semanais, por
ciclos ou até mesmo diárias, dependendo do objetivo proposto, nível do atleta e
condição de fadiga [...]. Essa oscilação permite trabalhos em altas intensidades e
incrementos mais significativos nos ganhos de força, pois a variação dos componentes
das cargas de treinamento induz a supercompensação, por meio de uma recuperação
ativa [...], oportunizando a manutenção de ótima forma competitiva durante toda a
temporada.

ou
Conhecidos dois dos principais tipos de periodização de treinamento físico, assim como
as vantagens e características de suas utilizações, podemos enfim considerá-los a cerca da
prescrição no treino de musculação para idosos, abordando as respostas obtidas na utilização
dessas metodologias. A fim de se obter as primeiras reflexões sobre esses tipos de periodizações
do treino voltadas à prática da musculação de idosos, temos as considerações de (LEITE ET AL
2018), onde após pesquisas sobre os efeitos das periodizações linear e ondulatória na resposta
hemodinâmica com dois grupos de idosas, obtiveram as seguintes observações:

[...] o estudo demonstrou que o grupo submetido à Periodização Linear (PL), apresentou
diminuição significativa ao longo da intervenção na Pressão Arterial Diastólica (PAD).
A PAD está relacionada com a resistência vascular periférica, que pode estar aumentada
com a idade […]
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A periodização Linear promoveu redução na PAD em idosas. Contudo, pode-se observar


uma pequena variação dos valores nas variáveis hemodinâmicas do grupo que foi
submetido a Periodização Ondulatória, no entanto, não foram observadas diferenças
significativas. Leite et at (2018, p. 312-3)

Ainda considerando estudos onde foram utilizadas periodizações de treinamento de


musculação para idosos, destaca-se outra pesquisa, desenvolvida na cidade paulista de Santos,
entre os anos de 2011 e 2012. No referido estudo aplicou-se um programa de treinamento físico
resistido ondulatório a força máxima com idosos diabéticos do tipo 2, chegando assim às
seguintes conclusões:

De acordo com a amostra estudada e levando em consideração as limitações do presente


estudo (menor número de indivíduos do sexo feminino no grupo de Idosos Diabéticos
Não Treinados em relação ao grupo de Idosos Diabéticos Treinados, além do período
curto de intervenção – 16 semanas), pôde-se concluir que o protocolo de treinamento
físico resistido ondulatório utilizado mostrou-se eficiente em proporcionar significativo
alimentos de força máxima, tanto de membros inferiores, quanto de membros superiores
em indivíduos diabéticos do tipo 2 não fisicamente ativos. Santos et al (2014, p. 431).

Observando-se a relevância dos estudos realizados e considerando-se que a falta de


exercício pode causar prejuízos ao indivíduo, podendo conduz a uma atrofia do corpo, causando
alterações no equilíbrio anímico, compreende-se que a prática de atividade física possui grande
importância na vida humana, especialmente, em idosos, sempre que se realize de acordo com as
características próprias de cada pessoa. Dentre os benefícios, destacam-se: contribui para
descarregar tensões; e atribuir melhorias significativas às condições físicas e à saúde.
No que se refere a um planejamento de programa de força para idosos, devem-se
considerar diversos quesitos, que vão desde a necessidade de se realizar uma consulta médica à
observação das condições do indivíduo, pela aplicação de testes funcionais de exercícios;
devendo-se, ainda, examinar sua ficha de anamnese e realizar um levantamento dos fatores de
risco. Dessa forma, agindo com segurança, os treinamentos em idosos podem proporcionar
efeitos positivos que incluem: melhor funcionamento dos músculos e do coração, podendo, ainda
melhorar a autoestima e propiciar condição de vida mais ativa e independente.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

O presente artigo foi desenvolvido através de pesquisa bibliográfica, ou seja, leitura e


revisão de livros, arquivos bibliográficos e sites com reconhecimento científico, como Google
Acadêmico, Lilacs, Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (CAPES) e Scielo. O tipo de abordagem utilizada foi a qualitativa, cujo método
de investigação deu-se sobre análises de dados narrativos, podendo-se dessa forma, interpretar
aspectos como experiências, pesquisas, argumentos e opiniões, que tivessem consigo uma
estruturação científica, dadas através de estudos aprofundados. Dentre os teóricos abordados,
destacamos kuhn (2018); Dantas (2003); Inácio (2011) e Tribess e Júnior (2005) no qual suas
obras textuais serviram como base para as argumentações presentes nesse estudo, uma vez que
trouxeram explicações importantes referentes ao tema, “A Periodização Na Prescrição Do
Treinamento Muscular Em Idosos”.
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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

As informações aqui apresentadas mostraram que a periodização para o treinamento pode


gerar bons resultados na musculação de idosos, isso quando se é respeitada as especificidades de
cada aluno, e os diferentes objetivos necessitados por eles. As pesquisas revelaram que tanto a
periodização linear, quanto a ondulatória, se mostraram benéficas ao planejamento de exercícios
físicos para idosos, comprovando que a prescrição consciente do movimento corporal é a melhor
forma de se obter saúde através de atividades físicas.
Acredita-se que pesquisas onde existam aplicações de periodização de treino para
diferentes indivíduos necessitam ser cada vez mais divulgadas para disseminação do trabalho
consciente de exercícios físico, independentemente da faixa etária ou gênero.

5. CONCLUSÃO
Considerando as informações expostas neste trabalho, pode-se concluir que a
periodização na prescrição do treinamento muscular em idosos é sim o caminho ideal para a
obtenção de resultados satisfatórios, nessa fase que requer cuidados especiais para uma vida
harmoniosa e saudável. Nesse sentido, ao refletirmos a respeito do idoso e de suas necessidades,
nota-se a importância de se realizar um planejamento e traçar estratégias, que conduzam todo o
processo, obedecendo-se sempre o ritmo e a condição física do praticante.
A periodização na prescrição do treinamento de musculação em idosos, trata-se por
tanto, de algo que precisa ser pensado por profissionais de Educação Física, que possam com
seus conhecimentos realizar o devido acompanhamento, com um olhar individualizado a cada
aluno e consciente de quanto às suas necessidades.

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