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ESTADO-MAIOR - Polícia DPH ®

Envie sua denúncia agora mesmo acessando nosso formulário!

Do objetivo

O Estado-Maior da Polícia DPH tem como objetivo corrigir as más ações dos policiais. É através
dele que se faz a justiça no que diz respeito ao sistema de punições disciplinares e por impedir a
irregularidade, ilegalidade e injustiça. Exerce o papel de corregedoria da Polícia DPH e é
composto por policiais treinados e capacitados. O Ministério é construído com base sólida nos
praças, oficiais e alto comando que podem, por sua vez, explorá-los a todo momento, havendo a
necessidade para este fim, sem risco de repreensão.

Das atribuições

O Estado-Maior possui autonomia para cuidar das denúncias contendo os seguintes aspectos:

1. Punições internas em funções (notificação, rebaixamento, etc.)


 Punições internas devem ser recorridas primeiramente à liderança da função.
2. Advertência, rebaixamento, demissão e banimento.
 Advertências, rebaixamentos e demissões por ausência não são avaliados pelo
Estado-Maior.
 Punições aplicadas pelo COE não são avaliadas pelo Estado-Maior, somente à
Presidência.
3. Favorecimento em grupos, funções ou atividades.
4. Omissão de punição às transgressões cometidas por terceiros.

Da utilização do recurso

Todos os policiais podem recorrer ao Ministério do Estado-Maior, sendo:

5. O policial que presenciar uma punição aplicada de forma irregular, injusta ou ilegal,
poderá, por livre e espontânea vontade, denunciar os fatos presenciados, com anuência
ou não dos envolvidos, para que sejam devidamente analisados pelo Ministério.

6. O policial que se sentir injustiçado, punido ilegalmente ou erroneamente poderá, por livre
e espontânea vontade, recorrer da decisão, enviando sua denúncia - sem riscos de
represália - ao Ministério para análise final, independente do cargo que ocupa ou do
cargo que o puniu.
Obs.: Em todas as denúncias é obrigatório sustentar a defesa do motivo, argumentos válidos e provas
convincentes.

PERGUNTAS FREQUENTES

Recorrer ao Estado-Maior ‘suja’ meu histórico na polícia?

Não. O Ministério do Estado-Maior possui poder absoluto na resolução dos conflitos


denunciados, cedendo apenas às ordens e diretrizes da PRESIDÊNCIA ao exercer sua função.
Nenhuma denúncia ou caso sugerido poderá induzir ou influenciar os policiais que participam
dessa banca, independente da posição que ocupam dentro do departamento, fora do Estado-
Maior.

Existe um prazo para recorrer ou denunciar uma punição?

Sim. 45 dias a partir da punição publicada deve ser o prazo máximo da denúncia. O desenrolar
do caso dependerá dos ministros, porém, a denúncia deve ser feita dentro do prazo estipulado,
caso contrário, somente a Presidência poderá ordenar a resolução.

Se eu denunciar uma situação irregular, ilegal ou injusta e o Estado-Maior se mostrar


desfavorável, posso ser punido?

Sim. Caso não tenha defendido a tese da denúncia ou não apresente motivos/provas
convincentes de que algo está errado, você pode ser punido por interferir em ações da
corregedoria, com gratificações negativas ou punições escritas.

Caso eu faça uma denúncia e minha tese seja comprovada, o que eu ganho com isso?

Caso você seja o envolvido, sua punição será revertida a quem puniu incorretamente,
injustamente ou ilegalmente. Caso seja denuncia por terceiros, receberá 100 gratificações por
contribuir com a ordem e a justiça do departamento.

Fui denunciado para o Estado-Maior, o que fazer?

Aguardar uma convocação dos Ministros para apresentar seu depoimento e suas provas. Uma
denúncia não significa que você está sendo punido e sim investigado. A decisão do caso é
quem dirá se você é culpado ou não. Caso seja culpado, será punido até mesmo com a punição
reversa, dependendo do caso. Caso seja inocentado, o caso é arquivado.
Sou obrigado a comparecer caso seja convocado/denunciado pelo Estado-Maior?

Sim. Deixar de cumprir essas ordens ocasiona punição direta, sem possibilidade de revogação,
assim como recusar conceder provas, depoimentos e informações.

Quem compõe o Estado-Maior?

O Ministério do Estado-Maior é composto por:

Ministros

Os Ministros são os responsáveis pelo julgamento dos fatos reportados. O julgamento é feito
através de votação com defesa de tese. A decisão final será a de maior votação comum, dentre
todos os Ministros designados para o caso em questão, baseados nos documentos oficiais da
polícia.

Analistas

Responsáveis por recepcionar os casos feitos através de denúncias e fiscalizar as punições


aplicadas diariamente, registradas no System, conflitando suas bases com o regulamento
disciplinar.

Procuradores

Consiste em membros do alto escalão do Estado-Maior designados a esta função por ordem da
Presidência. São os responsáveis por investigar casos suspeitos ou irregulares de promoções
internas em funções, atividades e grupos, seja por nepotismo, favorecimento pessoal, privilégios
em cargos internos sem os devidos requisitos ou méritos.

Ministro-Chefe

Responsável por coordenar a prioridade dos casos, designar os Ministros responsáveis e


delegar atividades, reuniões, assembleias e depoimentos, além de manter o controle e
manutenção do acervo do Estado-Maior.

Art. 1º: As decisões tomadas pelo Ministério do Estado-Maior não precisam, necessariamente,
ter base regulamentada no Regulamento Disciplinar da Polícia, sendo sua autonomia superior a
todos os demais cargos, sujeitando-se apenas aos ordenamentos da Presidência.
Art. 2º: A hierarquia interna dos Ministros nunca será relevante na resolução dos casos, uma
vez que são representados pela hierarquia interna do núcleo do Estado-Maior.

Art. 3º: Se um policial for denunciado e compor o quadro de membros do Estado-Maior, ele não
participará em hipótese alguma da decisão do ministério, sendo suas opiniões descartadas.

Art. 4º: Todas as decisões do Estado-Maior serão baseadas nas regras estabelecidas pelos
documentos oficiais da polícia, sendo os principais o Estatuto e o Regulamento Disciplinar.
Opiniões pessoais não serão relevantes na decisão do Ministério.

Art. 5º: Todas as denúncias serão mantidas sob sigilo do Estado-Maior, sendo vedada a sua
comunicação para terceiros, cientes ou não nos casos, afim de impedir a exposição dos policiais
envolvidos.

"A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça por toda a parte."
Martin Luther King