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Instituto Superior Politécnico de Gaza Contabilidade Financeira IV

CAPÍTULO I: CONTABILIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE INVESTIMENTOS DE


CAPITAL

1. Investimentos de capital

Os Investimentos de Capital, ou Imobilizado como são geralmente chamados, integram os


bens e direitos adquiridos ou produzidos pela empresa e que nela se destinam a ser mantidos com
carácter de permanência, não se destinando à venda ou à incorporação no processo produção
para tranformação no decurso das suas actividades normais, quer sejam sua propriedade, quer
estejam em regime de locação financeira (leasing financeiro).

Os Investimentos de Capital ou Imobilizados dividem-se em dois grandes grupos:

1) Imobilizações técnicas - inclui os bens e direitos com carácter de permanência directamente


associados a exploração da actividade principal da empresa e dividem-se em:

- 3.2 Activos Tangíveis, são bens materiais, ou seja, corpóreos que sofrem algum desgaste
devido à utilização ou outros motivos.

- 3.3 Activos Intangíveis, são direitos, ou seja, imateriais ou incorpóreos e não monetários que a
empresa detém, mas que sejam identificáveis, o que pressupõe o controlo desse mesmo activo e a
probabilidade de benefícios económicos futuros. Ex: Despesas de desenvolvimento, Patentes,
Marcas, Software de computadores, Goodwill, etc.

2) Imobilizações de rendimento, correspondem aos investimentos de capital que visam a


obtenção do rendimento propriamente dito de forma directa. São activos com carácter de
permanência que podem ou não estar directamente associados ao objecto principal da
empresa. Assim teremos:

- 3.6 Activos Tangíveis de Investimento, integram imóveis ou aínda bens móveis para
arrendamento ou aluguer a terceiros.

- 3.1 Investimentos financeiros, aquisição de títulos de participação, acções, quotas,


obrigações com a finalidade de gerar rendimento que irá fluír à empresa em forma de
dividendos, juros ou outras formas de remuneração.

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1.1 ACTIVOS TANGÍVEIS

São todos os bens materiais, ou seja, corpóreos, que uma empresa detém com carácter de
permanência, que não se destinam à venda ou transformação no decurso das actividades normais.

Estes bens são detidos para exploração das actividades orgânicas da empresa, seja para produção
ou para prestação de serviços (como por exemplo as máquinas para produção, o diverso
equipamento administrativo, os edifícios onde a empresa funciona, etc), ou aínda detidos para
geração de renda através de arrendamento ou aluguer a terceiros (é o caso dos edifícios
destinados ao arrendamento, equipamentos destinados a aluguer e terceiros).

Custo de um Activo Tangível

O custo de um activo tangível é dado pelo seu preço de compra ou de produção adicionado de
todas despesas directamente associadas àquela compra ou produção. Há a realçar que no caso de
produção pela própria empresa o custo do bem será dado pelo menor entre o respectivo custo de
produção e o custo que os terceiros suportariam na produção desse bem, não se esquecendo para
qualquer que seja o caso do custo, de adicionar as despesas directamente associadas não
contempladas na produção.

É importante referir que no caso de produção pela própria empresa, o custo de produção será o
somatório dos custos das matérias-primas usadas, matérias subsidiárias ou outros materiais
consumidos, da mão-de-obra directa e dos gastos gerais de fabrico suportados até a conclusão da
produção do bem.

Consideram-se despesas directamente associadas à compra de bens do activo tangível entre


outras as seguintes:

 Despesas de frete, seguro, comissões para trazer o bem à empresa, após dedução dos
descontos e abatimentos;

 Os impostos não dedutíveis (Ex: IVA, nas condições em que o bem esteja abrangido pelo
artigo 20 da Lei 32/2007 que aprova o código do IVA);

 Os direitos aduaneiros pagos na importação, desde que não haja isenção para o bem;

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 Custos de preparação do local onde o bem será instalado, sua instalação e despesas do seu
teste inicial de funcinamento;

 Estimativa dos custos de desmantelamento e remoção, findo o seu período de


desempenho e também os de restauração do local. Estes custos pelo facto de serem
futuros deverão ser descontados a uma taxa de desconto apropriada para o efeito, se o
valor temporal do dinheiro for relevante.

Benfeitorias, Conservação e Reparação em activos tangíveis

Existem dois tratamentos distintos que se dão a este tipo de despesas. O primeiro é capitalizar a
despesa, que significa agregar ao valor do activo em causa e o segundo é considerar gasto do
período, que significa imputar a classe dos gastos e perdas e concorrer directamente para o
apuramento do resultado do exercício económico em que é incorrida.

A NCRF 13 estabelece que para que uma benfeitoria, manutenção ou aínda reparação seja
capitalizada é fundamental que conduza a que benefícios futuros fluam para a empresa para
além dos que resultam do desempenho normal do respectivo activo.

Baseados nesta noção, obtida do PGC-NIRF, estabelecem-se três situações que causam a
capitalização, ou seja, que aumentam os benefícios dos activos para as empresas:

 A modificação de um bem, de modo a aumentar-lhe a vida económica, incluíndo o


aumento da sua capacidade;

 A actualização de partes de uma máquina, de modo a se obter uma melhoria na qualidade


do seu "output" (resultados do seu processamento); e

 A adopção de novos métodos, que possibiltam uma redução nos custos operacionais
previamente estabelecidos.

NB: Não só basta que uma despesa seja de valor elevado, ou envolva técnicos altamente
qualificados, para ser capitalizada mas, deve também preencher um ou mais dos requisitos
acima.

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Bens do activo activo tangível doados

Se a empresa recebe bens do activo tangível a título de doação deverá registar na respectiva
conta ou subconta do activo a débito em contrapartida da conta 5.8 Outras variações no capital
próprio. O valor do bem deverá resultar da avaliação do seu justo valor, tendo em conta o estado
em que o bem se encontra.

Amortizações (Depreciações) e/ou reintegrações

Constituem a imputação sistemática da quantia amortizável de um activo tangível ou intangível


durante a sua vida útil.

A depreciação de um activo é reconhecida como um gasto, embora um gasto não desembolsável,


permitindo deste modo às empresas reterem fundos, a fim de poderem substituir os activos
antigos e obsoletos por activos novos garantindo a sua funcionalidade e a consequente
operacionalidade da empresa.

A amortização existe para reflectir o desgaste nos bens do activo tangível, que leva a redução de
benefícios com o andar do tempo, causado pelos seguintes factores:

 Utilização do activo;

 Acção da natureza.

A amortização de um activo calcula-se sobre a sua quantia amortizável, a qual resulta no


momento inicial da diferença entre o valor de custo do activo e o seu valor residual, ou seja, o
custo menos o valor pelo qual a empresa espera alienar esse activo no fim da sua vida útil.

Métodos de registo das amortizações

- Método directo – regista-se a amortização directamente na conta do activo correspondente.

- Método indirecto – as amortizações são registadas no fim de cada período na conta de


amortizações acumuladas.

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Critérios de cálculo de amortizações

Existem dois critérios de cálculo das amortizações e reintegrações, aos quais subordinam-se
vários métodos de amortização e a respectiva aplicação depende das circunstâncias e objectivos
visados.

1. Critérios rígidos – quando todas as quotas são fixadas a data de aquisição do activo.
Tem apenas em atenção o tempo de vida útil do bem. Inclui os métodos de Linha recta ou
Quotas constantes e o método de Quotas decrescentes, que podem ser variáveis por
progressão aritmética ou aínda geométrica.

2. Critérios elásticos – a fixação das quotas de amortização se efectua no fim de cada


período a que respeitam e em função de determinados acontecimentos (grau de utilização,
etc.). Inclui os métodos das unidades de produção ou desgaste funcional e o método da
base dupla.

A aplicação destes critérios obedece dois regimes:

1. Regime anual, o valor da quota resulta de uma taxa calculada sobre a quantia
amortizável do respectivo bem:

Q=( Vo-Vr)/n

Q - quota anual
Vo – Valor de aquisição do bem
Vr – Valor residual, ou seja, o valor do bem depois de atingida a vida útil.
n – período de tempo que corresponde a vida útil do bem

2. Regime de duodécimos, a quota é proporcional ao tempo de utilização do activo,


geralmente em meses. Assim teremos :

Vo - Vr n'
Q= 
n 12

Q’ – Valor proporcional da quota


n’- numero de meses de utilização do bem

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Métodos de amortização

1. Método de Linha recta ou Quotas constantes – a depreciação é constante durante a


vida útil do activo, se o seu valor residual ou o número de anos de vida útil não se
alteram. A vantagem deste método reside na facilidade de cálculos e a sua principal
desvantagem no facto de os gastos de detenção (depreciação e gastos de reparação) serem
mais elevados nos últimos anos da vida útil do bem.

O valor da quota é achado da seguinte maneira, considerando sempre também o caso de


duodécimos, onde recorre-se-à a fórmula para duodécimos acima descrita:

CustodeAquisiçao - Valor residual


Q=
N o deAnos

2. Método de soma dos dígitos, ou método de progressão aritmética ou método de Cole


– o gasto de amortização decresce em progressão aritmética durante a vida útil do bem. A
vantagem deste método reside no equilíbrio de gastos ao longo da vida útil do activo e no
diferimento do pagamento do imposto sobre o rendimento.

Para se aplicar este método tem de se determinar previamente a soma do número de


dígitos (que resulta da decomposição do número de anos da vida útil) e posteriormente o
valor constante (razão) da progressão. A quota de amortização de cada período resulta da
multiplicação desta constante pelo número de anos remanescente de vida útil.

Soma do no de dígitos=n+(n-1)+(n-2)+(n-3)+···+(n-(n-1))

CustodeAquisiçao - Valor residual


Valor da progressão=
N o deDigitos

Qn= Valor da progressão * N o de anos que falta amortizar

3. Método de quotas variáveis em progressão geométrica ou método de taxa linear


ponderada por um coeficiente – o gasto de amortização decresce em progressão

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geométrica durante a vida útil do bem. À semelhança do anterior método de quotas
degressivas, a vantagem deste método reside no equilíbrio dos gastos ao longo da vida
útil do activo e no diferimento do pagamento do imposto sobre o rendimento.

Neste método começa-se por determinar o coeficiente de progressão. A amortização de


cada período resulta da aplicação deste coeficiente à quantia amortizável no período
anterior. No último ano de vida útil, a amortização do período é apurada por diferença
entre a quantia escriturada (valor contabilístico) do ano anterior e o valor residual.

1
Coeficiente de progressão (J – este é uma taxa) = * 2
n

Qn = Quantia amortizável de n-1 * taxa (J)

4. Método das unidades de produção ou método de desgaste funcional – o gasto de


amortização é proporcional à utilização do bem. A principal vantagem deste método
reside no facto de o gasto do período se aproximar do desgaste físico do bem, respeitando
a correlação entre os rendimentos gerados pelo activo e os respectivos gastos de
amortização. As desvantantagens decorrem do facto das amortizações serem calculadas
com base numa estimativa de desgaste total, e de não se depreciar nos anos de não
utilização do activo.

Neste método começa-se por determinar o valor de desgaste do activo por cada unidade
de produção/utilização. A amortização de cada período resulta da aplicação deste valor ao
número de unidades de produção/utilização efectivas do período.

CustodeAquisiçao - Valor residual


Qn'=
N o total de unidades estimadas

Qn= Qn' * N o de unidades efectivas

Onde: Qn' – desgaste por unidade

Qn – desgaste do período

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5. Método de base dupla – resulta da combinação de um método dos critérios rígidos
(quotas contantes) com outro dos critérios elásticos (unidades de produção). A principal
vantagem é conjugar o desgaste físico com o uso temporal do activo, tendo como
desvantagem o facto de ser muito trabalhoso.

A aplicação deste método é da seguinte maneira: após determinar as amortizações, do


período e acumuladas, segundo as quotas constantes e o desgaste funcional, são apuradas
a amortizações acumuladas da base dupla seleccionando as amortizações acumuladas
mais elevadas de entre um dos dois primeiros métodos. Posteriormente, por diferença
entre as amortizações acumuladas seleccionadas, calculam-se as amortizações de cada
período segundo o método da base dupla.

Perdas por imparidade e Alteração nas estimativas

Os Activos Tangíveis devem ser avaliados continuamente pelo menos uma vez em cada
exercício económico quanto à uma possível perda por imparidade, de modo a garantir o
reconhecimento de forma apropriada no Balanço e não estar alheio às mudanças em relação às
condições previstas sobre o funcionamento e o nível pelo qual garantiu-se benefícios futuros
provindos da utilização do activo.

Uma perda por imparidade é a quantia pela qual a quantia escriturada de um activo ou unidade
geradora de caixa excede a sua quantia recuperável.

A quantia recuperável de um activo ou unidade geradora de caixa é o valor mais elevado entre o
justo valor menos os custos de vender e o seu valor de uso

Por sua vez o valor de uso de um activo ou unidade geradora de caixa corresponde ao valor
descontado (actualizado) por uma taxa de desconto apropriada da estimativa dos fluxos de
entrada e saída de caixa futuros provenientes do uso continuado do activo e da sua alienação
final.

Condição para uma perda por imparidade:

Custo/J.V - (Amort.+Perda por imparidade) > Max.(Justo valor - custos de vender; Valor de uso)

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Da mesma forma que a empresa analisa os activos em relação à continuidade da sua
operacionalidade normal e geração de benefícios futuros, ela pode analisar por exemplo a
estimativa de vida útil atribuída ou remanescente, podendo resultar da análise a necessidade de
alteração da vida útil prevista, para mais ou para menos, dependendo do que o órgão de gestão
concluír sobre o período remanescente no qual um activo seja aínda capaz de gerar benefícios
para a empresa.

O resultado desta avaliação modificando para mais ou para menos o período de vida útil
remanescente constitui uma alteração de estimativas.

Tanto a perda por imparidade como a alteração de estimativas causam para o activo alteração do
seu valor, afectando em primeiro lugar a sua quantia escriturada (valor contabilístico), em
segundo a quota de sua amortização e nalgumas circunstâncias até mesmo a estimativa do seu
valor residual.

Deve-se por esta razão ajustar a quantia escriturada, alterar as quotas de amortização do bem,
calculando novas quotas que têm em consideração o novo período remanescente de vida útil e se
praticável o novo valor residual estimado.

Revalorização de Activos Tangíveis

Uma empresa deve escolher através das políticas contabilísticas disponíveis a adoptar consoante
o que seja ideal para a apresentação apropriada das suas demonstrações financeiras o modelo de
mensuraração subsequente dos activos tangíveis.

Existem dois modelos distintos para a mensuração subsequente dos activos tangíveis, a saber:

1. Modelo de custo – pressupõe que o valor de um activo tangível num momento posterior
ao de aquisição é determinado pelo custo de aquisição do activo deduzido das
amortizações acumuladas e perdas por imparidades acumuladas às quais o activo esteve
sujeito; e

2. Modelo de revalorização – segundo este modelo a empresa deve sempre estar atento às
variações significativas que ocorrem no mercado em relação aos activos detidos. Assim,

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este modelo pressupõe que o valor de um activo tangível num momento posterior ao de
aquisição será determinado pelo justo valor do activo deduzido das amortizações
acumuladas e perdas por imparidades acumuladas às quais o activo esteve sujeito.

Para a revalorização dos activos interessa o segundo modelo que pressupõe a observância regular
do justo valor do activo.

Revalorizar um activo tangível significa ajustar para mais a sua quantia escriturada para o justo
valor do mesmo activo num determinado momento.

A revalorização de activos pode ser efectuada para duas categorias de activos:

1. Activos não totalmente amortizados; e

2. Activos totalmente amortizados.

Para a última categoria, a revalorização requer em primeiro lugar o acréscimo à vida útil do
activo.

A revalorização de activos pode ser feita de duas formas:

1. Revalorização através de aplicação de um índice (ou coeficiente de revalorização) –


por este método ao valor do custo do activo, bem como à sua amortização acumulada a
data da revalorização aplica-se o coeficiente de revalorização, e posteriormente
determina-se o excedente de revalorização de cada elemento revalorizado, o qual é alvo
de contabilização.

2. Revalorização por transferência directa da quantia escriturada para o justo valor –


a revalorização de activos, em todos os casos visa o aumento do seu valor com vista
alcançar o seu justo valor num determinado momento. Por este método a revalorização é
feita através da determinação e contabilização do excedente de revalorização do activo,
que resulta da diferença entre o seu justo valor e a sua quantia escriturada (valor
contabilístico) na data da revalorização.

Nota: É importante referir que para as empresas que adoptam na mensuração subsequente de
activos tangíveis o modelo de revalorização, aquando da subida do valor de mercado dos activos,

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antes de aumentar o valor do activo pela revalorização deve se analisar se existe alguma perda
por imparidade anteriormente registada neste mesmo activo, e caso exista, ao aumento do valor
contabilístico em relação ao preço de mercado do activo, deve-se primeiro reverter a imparidade,
e caso ainda exista excedente, só assim pode-se reconhecer como o excedente da revalorização.

Operações especiais com Activos Tangíveis

Serão consideradas operações especiais com os activos tangíveis, para efeitos da nossa
aprendizagem, todas as operações que originam o desreconhecimento destes.

O desreconhecimento de um activo tangível significa a sua eliminação do balanço. Assim,


definem-se como operações que causam o desreconhecimento dos activos tangíveis as seguintes:

 Abate, pelo facto de ter terminado a sua vida útil e/ou já não se espera nenhum benefício
económico futuro resultante da utilização desse mesmo activo;

 Sinistro – situação que decorre da perda de activos por motivos alheios ao controle pela
empresa, como sejam os casos de roubos, incêndios, inundações, acidentes e outros.

Nesta situação, o ganho ou perda resultante do desreconhecimento provirão da comparação


entre a quantia escriturada do activo e o valor da indemnização pelo activo, caso a empresa
tenha tomado uma posição pró-activa em relação a seus activos tangíveis, contratando um
seguro para estes.

 Alienação por venda – consiste na venda do activo tangível, que pode ser causada por
vários factores, como por exemplo a necessidade em comprar de um novo activo mais
eficiente; o aumento progressivo das despesas de manutenção e reparação e outros.

 Alienação por troca – consiste na eliminação de um activo em contrapartida da entrada


de um outro.

É importante referir que da troca podem haver situações em que a empresa tenha que
receber ou então tenha que pagar, o que vai depender do preço do activo que está ser
adquirido comparado à quantia escriturada do activo a ser trocado.

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