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MEMORIAL DE CÁLCULO DO SISTEMA DE

TRATAMENTO DE EFLUENTES

RESTAURANTE E CHURRASCARIA DO BURRO LTDA

COLATINA
2019
SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO ....................................................................................... 3

2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR................................................... 4

3. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PROJETO ............................................ 4

4. CARACTERIZAÇÃO DO EFLUENTE ......................................................... 5

5. DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO ........................................ 5

5.1 TRATAMENTO PRELIMINAR – TANQUE SÉPTICO .......................................... 5

5.2 FILTRO ANAERÓBIO ................................................................................................ 5

6. CONCEPÇÃO DO TRATAMENTO ............................................................. 6

6.1 PARÂMETROS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO .................... 6

6.2 TANQUE SÉPTICO.................................................................................................... 6

6.3 FILTRO ANAERÓBIO .............................................................................................. 10

7.4. SUMIDOURO ............................................................................................................ 15

7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ............................................................... 20

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1. APRESENTAÇÃO

O Sistema de Tratamento de Efluentes do empreendimento terá por objetivo


garantir o tratamento do efluente doméstico gerado na atividade, em função da
indisponibilidade de rede coletora da concessionária.

Segundo a NBR 13969/1997, em decorrência das necessidades de saneamento


básico efetivo das áreas não abrangidas por sistema de rede coletora e
tratamento de esgotos de porte, da proteção do meio ambiente e do manancial
hídrico, tornou-se imperativo oferecer opções coerentes com aquelas
necessidades. Por isso, o sistema será constituído de um tanque séptico como
tratamento preliminar, seguido de um filtro anaeróbico como tratamento
complementar e sumidouro para disposição final do efluente tratado.

Este memorial foi realizado com base na NRB 7229/1993, na NBR 13969/1997
e no livro “TRATAMENTO BIOLÓGICO DE EFLUENTES – Fundamentos e
Aplicações”, do autor Geraldo Lippel Santa’Anna Jr., e contém os cálculos para
dimensionamento do sistema, plano de manutenção do sistema e planta em 3D.

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2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR

RAZÃO SOCIAL: RESTAURANTE E CHURRASCARIA DO BURRO LTDA


CNPJ: 11.073.351/0001-49
ENDEREÇO: ROD DO CAFE, S/N, KM 30, ZONA RURAL, COLATINA - ES.
CEP: 29.719-995
TELEFONE: (27) 3743-3102
REPRESENTANTE LEGAL: SILVIO CESAR GUERRA

3. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PROJETO

EMPRESA: MMDJ CONSULTORIA PERSONALIZADA LTDA


NOME: Thiago Agostini Terra
CONTATO: (27) 99932-9040
E-MAIL: contato@mmdj.com.br
CONSELHO DE CLASSE: CREA ES 029590/D

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4. CARACTERIZAÇÃO DO EFLUENTE

O efluente doméstico é caracterizado principalmente pela concentração de


matéria orgânica, tendo cerca de 70% dos sólidos presentes de origem orgânica,
principalmente proteínas, carboidratos e gorduras. Por essa razão, os
tratamentos devem ter a digestão/remoção dessa matéria orgânica como base
para sua concepção.

5. DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO

O sistema de tratamento proposto será constituído por tratamento preliminar


(tanque séptico) + tratamento complementar (filtro anaeróbico) + disposição final
(sumidouro).

5.1 TRATAMENTO PRELIMINAR – TANQUE SÉPTICO

O tanque séptico (TS) é considerado um bom reator para o tratamento primário


dos esgotos, se dimensionado e implantado adequadamente, além de ser de
fácil operação, construção e baixo custo econômico.

Os tanques sépticos são constituídos de unidades cilíndricas ou prismáticas


retangulares de fluxo horizontal, para tratamento de esgotos por processos de
sedimentação, flotação e digestão. Aplicam-se primordialmente ao tratamento
de esgoto doméstico.

5.2 FILTRO ANAERÓBIO

Os filtros anaeróbios de fluxo ascendente consistem basicamente de leito de


pedras ou de outro material inerte, que acumula em sua superfície os
microorganismos responsáveis pelo processo. O líquido penetra pela base, flui
através de uma câmara de material de enchimento e é descarregado pelo topo.
Neste caso será adotado como leito filtrante, material constituído por brita nº 3
ou 4.

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6. CONCEPÇÃO DO TRATAMENTO
6.1 PARÂMETROS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO

Os parâmetros básicos foram definidos com base na NBR 7229/1993 e NBR


13969/1997. O sistema em questão será dimensionado para o uso de 300
refeições/dia + 5 contribuintes equivalentes à 30 refeições, considerando uma
ocupação permanente de padrão baixo. Assim, foram adotados os parâmetros
abaixo:

PARÂMETROS DE DIMENSIONAMENTO - DADOS INICIAIS

PARÂMETRO VALOR UNIDADE

N 330 pessoas
(nº de contribuintes)
C
25 litro/pessoa x dia
(contribuição de despejos, litro/unidade x dia, Tabela 1)

T 0.58 dias
(período de detenção, em dias, ver Tabela 2)

K 57 dias
(taxa de acumulação de lodo digerido em dias, Tabela 3)
Lf 0,10 litro/pessoa x dia
(contribuição de lodo fresco, litro/unidade x dia, Tabela 1)

6.2 TANQUE SÉPTICO

Para dimensionamento do Tanque Séptico, foi utilizada a NBR 7229/1993.

• Determinação do volume útil

Adotando-se os dados acima, e período de detenção para volumes de 7501 a


9000 litros/dia, temos como volume útil necessário:

V = 1000 + N.(CT + KLf)

Conforme Tabela 3 NBR 7229, para intervalo entre limpeza de 1 ano em


temperaturas maiores que 20º, K = 57.

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Conforme Tabela 1 da referida NBR, para ocupantes permanentes de padrão
baixo C = 100 Litros/pessoa e Lf = 0,10.

Assim temos:

V = 1000 + 330.(25 x 0,58 + 57 x 0,1)

V = 7666 L

• Dimensões do TS

Para construção do tanque séptico, alguns critérios devem ser levados em


consideração: a altura útil (Hu) deve ser de pelo menos 1,50 metros para
volumes entre 6.000 e 10.000 litros; a largura mínima deve ser de 0,80 metros e
o comprimento deve respeitar a relação mínima de C:L de 2:1. Dessa forma,
temos as seguintes medidas:

PARÂMETROS DE DIMENSIONAMENTO - VOLUME E DIMENSÕES


PARÂMETRO VALOR UNIDADE
Volume útil de referência 7600.00 Litros

Altura útil 1.50 m

Largura (mín 0,80 m) 1.60 m


Comprimento (2 a 4 vezes a Largura) 3.20 m
Volume final 7680.00 Litros
Área da base 5.12 m²
Altura total 1.75 m

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1.75 m
1.50 m

C = 3.20 m

Vista Frontal do Tanque Séptico

Exemplo ideal de construção da laje de fundo

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Vista em perspectiva 3D com dimensões do Tanque Séptico

Vista das tampas de inspeção

• Abertura para inspeção

As aberturas de inspeção dos tanques sépticos devem ter número e disposição


tais que permitam a remoção do lodo e da escuma acumulados, assim como a
desobstrução dos dispositivos internos. Para o TS projetado, a abertura deve
seguir o modelo abaixo:

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Esquema representativo da abertura para inspeção

• Manutenção do Tanque Séptico

Para manutenção do sistema de tratamento, conforme NBR 7229/1993, O lodo


e a escuma acumulados nos tanques devem ser removidos anualmente
considerando que a Taxa de acumulação total de lodo (K) = 57 para
temperaturas maiores que 20º C. O intervalo pode ser encurtado ou alongado
quanto aos parâmetros de projeto, sempre que se verificarem alterações nas
vazões efetivas de trabalho com relação às estimadas.

O lodo e a escuma removidos dos tanques sépticos em nenhuma hipótese


podem ser lançados em corpos de água ou galerias de águas pluviais. Devem
ser encaminhados a empresas devidamente licenciadas para esse fim.

6.3 FILTRO ANAERÓBIO

Para dimensionamento do filtro, foi utilizada a NBR 13.969/97. O filtro anaeróbio


consiste em um reator biológico onde o esgoto é depurado por meio de
microrganismos não aeróbios, dispersos tanto no espaço vazio do reator quanto
nas superfícies do meio filtrante. O efluente, ao entrar no filtro por meio do fundo
falso, flui através da Lage perfurada, ascendendo para o leito filtrante. Este
processo é utilizado mais como retenção dos sólidos.

Todo processo anaeróbio, é bastante afetado pela variação de temperatura do


esgoto; sua aplicação deve ser feita de modo criterioso. O processo é eficiente
na redução de cargas orgânicas elevadas, desde que as outras condições sejam

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satisfatórias. Os efluentes do filtro anaeróbio podem exalar odores e ter cor
escura.

• Determinação do Volume Útil do Filtro Anaeróbio

Vu = 1,6 NCT

Onde:
“N” = Número de contribuintes;
“C” = Contribuição de despejo;
“T” é o tempo de detenção hidráulica, em dias (conforme a tabela 4).
Logo,

Vu = 1,6 x 330 x 25 x 0,50 dia

Vu = 6600,0 litros

• Dimensões do Filtro Anaeróbico

A altura do leito filtrante, já incluindo a altura do fundo falso, deve ser limitada a
1,20 m. A altura do fundo falso deve ser limitada a 0,60 m, já incluindo a
espessura da laje. Assim, temos:

DIMENSIONAMENTO

PARÂMETRO VALOR UNIDADE


Volume Útil (Vu) - Por "N" e "C" 6600 Litros
Volume Útil mínimo 1000 Litros
Altura fundo falso com laje (max. 0,60
0,60 m
metros)
Altura camada de brita (max. 0,60 metros) 0,60 m²
Altura leito filtrante (max. 1,20 metros) 1,20 m
Lado 2,40 m
Área base 5,76 m²
Volume Final 6912,0 Litros
Altura vão livre 0,3 m

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• Outros parâmetros de construção:

Laje Fundo Falso: Furos 1” C/15cm

Leito Filtrante: Brita 03 ou 04

Tubulações de entrada e saída: 100 mm

Tubo coletor: 150 mm

0,6 m

0,3 m Vão Livre

Camada de Brita 0,60 m

0,10 m

Fundo Falso
0,4 m 0,50 m
0,3 m

2,40 metros

Exemplo ilustrativo das principais dimensões do filtro

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CALHA COLETORA

2,40 m

2,40 m

Vista Frontal 3D com medidas do Filtro Anaeróbico

Entrada dos tubos de distribuição e inspeção

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Vista das tampas de inspeção

• Estimativa de eficiência do filtro

De acordo com a Tabela 1 da NBR 13969:1997, o filtro anaeróbio submerso


remove cerca de 40 a 75 % de DBO e 40 a 70% de DQO.

• Remoção de DQO

Sendo assim, consideramos a faixa de 60% de remoção de DQO.

• Remoção de DBO

Sendo assim, consideramos a faixa de 60% de remoção de DBO.

• Manutenção do filtro

NBR 13969 – 4.1.4 – Limpeza do filtro anaeróbio

O filtro anaeróbio deve ser limpo quando for observada a obstrução do leito
filtrante, observando-se os dispostos a seguir:

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a) Para a limpeza do filtro deve ser utilizada uma bomba de recalque,
introduzindo-se o mangote de sucção pelo tubo-guia, quando o filtro
dispuser daquele;
b) Se constatado que a operação acima é insuficiente para retirada do lodo,
deve ser lançada água sobre a superfície do leito filtrante, drenando-a
novamente. Não deve ser feita a “lavagem” completa do filtro, pois retarda
a partida da operação após a limpeza;
c) Nos filtros com tubos perfurados sobre o fundo inclinado, a drenagem
deve ser feita colocando-se mangote de sucção no poço de sucção
existente na caixa de entrada.

Diante do exposto é recomendado a limpeza anual ou em menor período caso


se julgue necessário.

7.4. SUMIDOURO

A NBR 13969 (ABNT, 1997) define sumidouro como sendo um “poço escavado
no solo, destinado à depuração e disposição final do esgoto no nível
subsuperficial”. Não possui laje de fundo e sua função é permitir a penetração
dos efluentes do tanque séptico no solo.

O sumidouro pode ser cilíndrico ou prismático e possuir suas paredes formadas


por blocos cerâmicos ou placas pré-moldadas, dispostos de forma a permitir a
infiltração dos efluentes líquidos no solo. Suas dimensões são determinadas
conforme a capacidade de absorção do solo, e sua altura conforme o nível do
lençol freático.

O sumidouro pode ser feito com blocos de concreto ou com anéis pré-moldados
de concreto, previamente furados. A laje (tampa) deve ser feita com uma ou mais
placas de concreto armado, podendo ser moldadas no local ou pré-moldadas e
seu fundo é revestido com uma camada de brita. Todos os materiais devem
possuir resistência física e mecânica para combater os esforços aos quais está
submetido.

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Para o dimensionamento do sumidouro, os parâmetros construtivos a serem
considerados foram a taxa de aplicação e a área total necessária.

Foi utilizado como volume diário de contribuição o mesmo adotado no


dimensionamento do tanque séptico e do filtro anaeróbico. Para determinação
da taxa de aplicação, usaremos como taxa de percolação do solo um parâmetro
restritivo da referida NBR, que é de 160 min/m, gerando uma taxa máxima de
aplicação de 0,10 m³/m².dia.

Dessa forma, temos como área infiltração:

5,0 𝑚3 /𝑑𝑖𝑎
𝐴=
0,10 𝑚³/𝑚² . 𝑑𝑖𝑎
𝑨 = 𝟓𝟎, 𝟎𝟎 𝒎²

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Esquema representativo do Sumidouro

Para uma área de 50,00 m², considerando as paredes laterais e a base do fundo,
temos:

Área total = Área base + Área lateral


Área total = (3,14 x r²) + ([2 x 3,14 x r] x H)

Logo, de forma a atender à vazão demandada, devem ser construídos 2 (dois)


sumidouros com as medias abaixo:

D = 2,50 metros
H = 3,00 metros

Área total = 57 m²

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D=2,50 m

Vista 3D do Sumidouro

Caixa de Distribuição

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Vista 3D do sistema implantado

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7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de redes


coletoras de esgoto sanitário. NBR 9649. Rio de Janeiro: ABNT, 1986.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto, construção e


operação de sistemas de tanques sépticos. NBR 7229/93. Rio de Janeiro: ABNT,
1993.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Tanques sépticos -


Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos
- Projeto, construção e operação. NBR 13969/97. Rio de Janeiro: ABNT, 1997.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de estações de


tratamento de esgoto sanitário. NBR 12209/92. Rio de Janeiro: ABNT, 1992.

CHERNICHARO, C. A. L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas


Residuárias: Reatores anaeróbios. Vol 5. 2ª Edição. Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 2007.

ENSMINGER M. E.; OLDFIELD, J.E.; HEINEMANN W.W.. Feeds & Nutrition. 2


ed. Clovis, California, The Ensminger Publishing Company, 1990. 1544 p.

FAEDO, A.M. Tecnologias convencionais e novas alternativas para o


tratamento de efluentes domésticos. Universidade do Sul de Santa Catarina.
Florianópolis, 2010.

SOUZA, V.R.S. Estudo da eficiência de digestores anaeróbios de fluxo


ascendente em série. Departamento de Tecnologia. Curso de Engenharia Civil
– Universidade Estadual de Feira de Santana. Feira de Santana – Bahia, 2008.
Monografia (Engenharia Civil).

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